<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>salario minimo - Em Dia ES</title>
	<atom:link href="https://emdiaes.com.br/tag/salario-minimo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/salario-minimo/</link>
	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2026 17:09:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.6</generator>

<image>
	<url>https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2023/09/icone-86x86.png</url>
	<title>salario minimo - Em Dia ES</title>
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/salario-minimo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">235663259</site>	<item>
		<title>Renda média das famílias brasileiras chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025, aponta IBGE</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-das-familias-brasileiras-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Renda das famílias]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=209299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra quarto ano seguido de alta no rendimento domiciliar per capita no país. Desigualdade aumenta em relação a 2024, e 18 milhões de famílias recebem benefícios sociais</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-das-familias-brasileiras-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025-aponta-ibge/">Renda média das famílias brasileiras chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025, aponta IBGE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor representa crescimento real de 6,9% em relação a 2024, já descontada a inflação. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo o levantamento, este é o quarto ano consecutivo de aumento da renda domiciliar per capita no Brasil. O rendimento é calculado a partir da soma de todas as fontes de renda dos moradores do domicílio, dividida pelo número de pessoas da residência. Além de salários e bônus, entram na conta aposentadorias, pensões, benefícios sociais, seguro-desemprego, bolsas de estudo, aluguel, aplicações financeiras e outras fontes de rendimento.</p>
<p>O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, afirmou que o mercado de trabalho teve peso relevante no resultado. <strong>“O valor foi puxado, em boa parte, pelo rendimento do trabalho”,</strong> disse.</p>
<p>Segundo ele, a redução do desemprego e os reajustes do salário mínimo contribuíram para a alta observada em 2025.</p>
<p><strong>Evolução da renda desde antes da pandemia</strong><br />
Os dados mostram recuperação e crescimento da renda após as perdas registradas durante a pandemia da covid-19. Em 2019, antes da crise sanitária, o rendimento médio domiciliar per capita era de R$ 1.904. O indicador caiu para R$ 1.820 em 2020 e para R$ 1.692 em 2021.</p>
<p><strong>A partir de 2022, a trajetória voltou a ser de crescimento:</strong></p>
<ul>
<li>2022: R$ 1.809</li>
<li>2023: R$ 2.018</li>
<li>2024: R$ 2.118</li>
<li>2025: R$ 2.264</li>
</ul>
<p>Entre 2019 e 2025, o avanço acumulado do rendimento domiciliar per capita foi de 18,9%.</p>
<p><strong>Sul, Centro-Oeste e Sudeste concentram maiores rendas</strong><br />
O levantamento mostra diferenças significativas entre as regiões brasileiras. O Sul registrou o maior rendimento médio domiciliar per capita do país, com R$ 2.734, seguido pelo Centro-Oeste (R$ 2.712) e Sudeste (R$ 2.669). Já os menores valores foram observados no Nordeste, com R$ 1.470, e no Norte, com R$ 1.558.</p>
<p>Entre os estados e o Distrito Federal, os maiores rendimentos foram registrados em:</p>
<ul>
<li>Distrito Federal: R$ 4.401</li>
<li>São Paulo: R$ 2.862</li>
<li>Rio Grande do Sul: R$ 2.772</li>
<li>Santa Catarina: R$ 2.752</li>
<li>Rio de Janeiro: R$ 2.732</li>
<li>Paraná: R$ 2.687</li>
</ul>
<p>Na outra ponta do ranking aparecem Maranhão (R$ 1.231), Acre (R$ 1.372) e Ceará (R$ 1.379).</p>
<p><strong>Trabalho responde por 75% da renda das famílias</strong><br />
De acordo com o IBGE, 75,1% do rendimento médio mensal domiciliar per capita em 2025 tiveram origem no trabalho. As chamadas “outras fontes” representaram 24,9% da renda das famílias brasileiras. Dentro desse grupo, aposentadorias e pensões corresponderam a 16,4% do rendimento total. Os programas sociais do governo responderam por 3,5%.</p>
<p><strong>Também compõem as outras fontes:</strong></p>
<ul>
<li>aluguel e arrendamento: 2,1%;</li>
<li>outros rendimentos: 2%;</li>
<li>pensão alimentícia, doações e mesadas: 0,9%.</li>
</ul>
<p>No Nordeste, a dependência de fontes que não vêm do trabalho é maior. Na região, apenas 67,4% da renda têm origem no trabalho, enquanto 32,6% vêm de outras fontes. Os programas sociais representam 8,8% do rendimento das famílias nordestinas, maior percentual do país. Já aposentadorias e pensões correspondem a 20,4% da renda regional.</p>
<p><strong>Brasil registra maior número de pessoas com rendimento</strong><br />
A Pnad também mostrou que o Brasil atingiu recorde no número de pessoas com algum tipo de rendimento. Em 2025, dos 212,7 milhões de habitantes do país, 143 milhões tinham alguma fonte de renda, o equivalente a 67,2% da população. O percentual supera o recorde anterior, registrado em 2024, quando 66,3% dos brasileiros possuíam rendimento.</p>
<p>Entre as pessoas acima de 14 anos, consideradas em idade de trabalhar, 82% tinham algum tipo de renda.</p>
<p><strong>Segundo os dados:</strong></p>
<ul>
<li>58% recebiam rendimento do trabalho;</li>
<li>17% recebiam aposentadorias ou pensões;</li>
<li>11% recebiam programas sociais do governo.</li>
</ul>
<p>O rendimento médio mensal do trabalho atingiu R$ 3.560 em 2025, alta real de 5,7% em relação ao ano anterior e maior valor da série histórica. Considerando todas as fontes de renda, o rendimento médio mensal individual ficou em R$ 3.367, avanço de 5,4% frente a 2024.</p>
<p><strong>Desigualdade aumenta em relação a 2024</strong><br />
Apesar da alta da renda média, o IBGE apontou aumento da desigualdade em 2025 na comparação com o ano anterior. Os 10% mais ricos da população tiveram rendimento médio mensal de R$ 9.117 por pessoa, valor 13,8 vezes maior do que o rendimento dos 40% mais pobres, cuja média foi de R$ 663 mensais. Em 2024, essa diferença era de 13,2 vezes.</p>
<p>Segundo o IBGE, o aumento da desigualdade ocorreu porque os rendimentos dos mais ricos cresceram 8,7% em 2025, enquanto os ganhos dos 40% mais pobres avançaram 4,7%. Mesmo assim, o instituto destaca que o nível atual de desigualdade ainda está abaixo dos patamares registrados antes da pandemia.</p>
<p><strong>Entre 2019 e 2025:</strong></p>
<ul>
<li>a renda dos 40% mais pobres cresceu 37,6%;</li>
<li>a dos 10% mais ricos aumentou 11,9%;</li>
<li>a renda do grupo dos 10% mais pobres subiu 78,7%, passando de R$ 150 para R$ 268 mensais.</li>
</ul>
<p>O analista Gustavo Fontes atribuiu a redução observada nos últimos anos ao mercado de trabalho e à ampliação dos programas sociais.<strong> “Se a gente analisar o mercado de trabalho nesse período mais longo, a gente vê que as classes de menor renda tiveram ganhos importantes, reajuste salarial mínimo, a expansão dos programas sociais do governo”</strong>, afirmou.</p>
<p><strong>Índice de Gini sobe levemente</strong><br />
Outro indicador utilizado para medir a desigualdade é o Índice de Gini, que varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, maior é a desigualdade. Em 2025, o índice brasileiro ficou em 0,511, acima dos 0,504 registrados em 2024. Apesar da alta, o resultado ainda é inferior aos níveis observados antes da pandemia. Segundo o IBGE, o comportamento do indicador não representa, neste momento, uma tendência consolidada de crescimento da desigualdade.</p>
<p><strong>Benefícios sociais alcançam 18 milhões de famílias</strong><br />
A pesquisa também apontou que 22,7% das famílias brasileiras recebiam algum benefício social do governo em 2025, o equivalente a cerca de 18 milhões de domicílios. Nos lares que recebiam Bolsa Família, o rendimento domiciliar per capita médio foi de R$ 774. Entre os domicílios sem o benefício, o valor médio chegou a R$ 2.682.</p>
<p>Já os domicílios atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC-Loas) registraram rendimento médio per capita de R$ 1.218. Considerando todos os programas sociais, federais, estaduais e municipais, os domicílios beneficiados tiveram rendimento médio per capita de R$ 886, enquanto os que não recebiam benefícios alcançaram R$ 2.787.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-das-familias-brasileiras-chega-a-r-2-264-e-e-recorde-em-2025-aponta-ibge/">Renda média das famílias brasileiras chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025, aponta IBGE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">209299</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo deve subir para R$ 1.717 em 2027, aponta PLDO</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-717-em-2027-aponta-pldo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=208131</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reajuste segue previsão de inflação mais PIB de 2025</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-717-em-2027-aponta-pldo/">Salário mínimo deve subir para R$ 1.717 em 2027, aponta PLDO</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.</p>
<p>O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.</p>
<p>O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.</p>
<p>Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.</p>
<p>O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-717-em-2027-aponta-pldo/">Salário mínimo deve subir para R$ 1.717 em 2027, aponta PLDO</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">208131</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lula sanciona Orçamento de 2026 de R$ 6,54 trilhões com foco em saúde e educação e vetos a emendas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-sanciona-orcamento-de-2026-de-r-654-trilhoes-com-foco-em-saude-e-educacao-e-vetos-a-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[LOA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento 2026]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=204143</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto publicado no Diário Oficial fixa piso nacional em R$ 1.621, amplia verbas para Saúde e Educação e estipula meta de superávit de R$ 34,2 bilhões; cortes somam R$ 400 milhões</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/politica/lula-sanciona-orcamento-de-2026-de-r-654-trilhoes-com-foco-em-saude-e-educacao-e-vetos-a-emendas/">Lula sanciona Orçamento de 2026 de R$ 6,54 trilhões com foco em saúde e educação e vetos a emendas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2026, que estima as receitas e fixa as despesas públicas federais em um montante total de R$ 6,54 trilhões. A norma, publicada no Diário Oficial da União (DOU), garante o reajuste do salário mínimo acima da inflação, amplia investimentos em áreas sociais estratégicas e estabelece metas para o equilíbrio das contas públicas, ao mesmo tempo em que veta dispositivos de emendas parlamentares.</p>
<p><strong>Salário mínimo e metas fiscais</strong><br />
O texto aprovado confirma o novo valor do salário mínimo, que passará de R$ 1.518 para R$ 1.621. A medida visa manter a política de valorização do trabalhador, assegurando um ganho real (acima da inflação) para recompor o poder de compra.</p>
<p>No âmbito econômico, o Orçamento de 2026 foi elaborado em conformidade com o Regime Fiscal Sustentável. O governo federal estabeleceu uma meta de resultado primário (superávit) de R$ 34,2 bilhões e limitou o crescimento das despesas a 2,5%.</p>
<p><strong>Investimentos em saúde e educação</strong><br />
A LOA 2026 prevê um aumento nos recursos destinados aos serviços essenciais. A área da Saúde contará com um orçamento de R$ 271,3 bilhões, valor superior aos R$ 254,1 bilhões destinados no ano anterior. O montante será utilizado para o custeio do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo medicamentos, cirurgias e exames.</p>
<p>A Educação terá um orçamento de R$ 233,7 bilhões, registrando também um aumento em relação aos R$ 206,1 bilhões de 2025.</p>
<p><strong>Programas sociais</strong><br />
A lei orçamentária assegura a manutenção e o reforço de programas de proteção social e combate à fome. As dotações específicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Bolsa Família:</strong> R$ 158,63 bilhões destinados às famílias beneficiárias.</li>
<li><strong>Pé-de-Meia:</strong> O programa de incentivo financeiro para estudantes do ensino médio receberá R$ 11,47 bilhões.</li>
<li><strong>Gás para Todos:</strong> Mais de R$ 4,7 bilhões previstos para garantir o acesso ao botijão de gás para famílias de baixa renda.</li>
</ul>
<p><strong>Vetos e emendas parlamentares</strong><br />
A sanção presidencial incluiu vetos a dois dispositivos que somam cerca de R$ 400 milhões em emendas parlamentares. Segundo o Executivo, tais verbas foram inseridas durante a tramitação no Congresso Nacional e não constavam na programação original, estando em desacordo com a Lei Complementar nº 210/2024. Caberá agora a deputados e senadores, em sessão conjunta, decidir pela manutenção ou derrubada desses vetos.</p>
<p>O texto final da LOA prevê aproximadamente R$ 61 bilhões em emendas parlamentares totais.</p>
<p><strong>A distribuição ficou definida da seguinte forma:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Emendas impositivas (pagamento obrigatório)</strong>: R$ 37,8 bilhões.</li>
<li><strong>Emendas individuais:</strong> R$ 26,6 bilhões.</li>
<li><strong>Emendas de bancada:</strong> R$ 11,2 bilhões.</li>
<li><strong>Emendas de comissão (não obrigatórias):</strong> R$ 12,1 bilhões.</li>
</ul>
<p>Há ainda a expectativa de que o governo federal edite novos atos normativos para remanejar cerca de R$ 11 bilhões em emendas para outras ações.</p>
<p><strong>Ciclo orçamentário</strong><br />
A Lei Orçamentária Anual é a última etapa do ciclo de planejamento público, que se inicia com o Plano Plurianual (PPA), planejamento de quatro anos, e passa pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que define metas e prioridades. A LOA é o instrumento que efetivamente libera os recursos para a execução das políticas públicas durante o ano.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/politica/lula-sanciona-orcamento-de-2026-de-r-654-trilhoes-com-foco-em-saude-e-educacao-e-vetos-a-emendas/">Lula sanciona Orçamento de 2026 de R$ 6,54 trilhões com foco em saúde e educação e vetos a emendas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">204143</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/novo-salario-minimo-injetara-r-817-bi-na-economia-estima-dieese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 18:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Contas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Novo valor]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=203370</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reajuste deve elevar gastos da Previdência em R$ 39,1 bi em 2026</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/novo-salario-minimo-injetara-r-817-bi-na-economia-estima-dieese/">Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 injetará R$ 81,7 bilhões na economia, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.</p>
<p>Segundo o Dieese, cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); 17,7 milhões, empregados, 10,7 milhões, trabalhadores autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; e 383 mil empregadores.</p>
<p>O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao mínimo atual, conforme as regras estabelecidas pela política permanente de valorização do salário mínimo.</p>
<p><strong>Contas do governo</strong><br />
Segundo o Dieese, o reajuste do mínimo afeta diretamente benefícios e despesas indexados ao piso nacional, com reflexos relevantes sobre o orçamento público. Veja os principais impactos:</p>
<ul>
<li>R$ 39,1 bilhões de aumento estimado nas despesas da Previdência Social em 2026;</li>
<li>R$ 380,5 milhões de custo adicional para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo;</li>
<li>46% dos gastos previdenciários são impactados diretamente pelo reajuste;</li>
<li>70,8% dos beneficiários da Previdência recebem benefícios atrelados ao salário mínimo.</li>
</ul>
<p>O desafio do governo será equilibrar os efeitos positivos do aumento do salário mínimo sobre a renda da população com o controle das despesas obrigatórias, especialmente em um contexto de busca pelo cumprimento das metas fiscais.</p>
<p><strong>Como foi calculado o reajuste</strong><br />
O reajuste do salário mínimo segue a Lei 14.663, de agosto de 2023, que define a correção anual com base em dois fatores:</p>
<ul>
<li>a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior;</li>
<li>o crescimento do PIB de dois anos antes.</li>
</ul>
<p>No entanto, o cálculo para 2026 será parcialmente limitado pelo novo arcabouço fiscal, definido pela Lei Complementar 200/2023, que impõe um teto para o crescimento real das despesas da União.</p>
<p><strong>Com isso:</strong></p>
<ul>
<li>Será considerada integralmente a inflação medida pelo INPC, de 4,18% (acumulado de dezembro do ano passado a novembro deste ano);</li>
<li>O crescimento do PIB, de 3,4%, será limitado a 2,5%, percentual máximo permitido pelo novo regime fiscal;</li>
<li>A combinação desses fatores resulta em um aumento nominal de R$ 103 no salário mínimo.</li>
</ul>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/novo-salario-minimo-injetara-r-817-bi-na-economia-estima-dieese/">Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">203370</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lula assina decreto e oficializa salário mínimo de R$ 1.621 para 2026</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/lula-assina-decreto-e-oficializa-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Novo valor]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=203314</guid>

					<description><![CDATA[<p>Valor representa um reajuste de aproximadamente 6,79% sobre os R$ 1.518 pagos atualmente</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/lula-assina-decreto-e-oficializa-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026/">Lula assina decreto e oficializa salário mínimo de R$ 1.621 para 2026</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta quarta-feira (24) o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621. O novo valor vale a partir de 1° de janeiro de 2026.</p>
<p>Com isso, o valor mínimo da diária de trabalho corresponderá a R$ 54,04. Já o valor mínimo por hora trabalhada passará a ser R$ 7,37.</p>
<p>O reajuste representa uma alta de 6,79%. É uma alta de R$ 103 em comparação ao salário mínimo atual, que está em R$ 1.518.</p>
<p>Os valores já haviam sido confirmados pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, mas o decreto foi publicado somente no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24).</p>
<p>O reajuste será aplicado a partir de janeiro, ou seja, o trabalhador receberá o novo salário no pagamento de fevereiro.</p>
<p>O cálculo do salário mínimo considera o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de novembro. O indicador avançou 4,18% em 12 meses.</p>
<p>Além da correção pelo INPC, a regra do reajuste do salário mínimo também determina que o valor seja corrigido a partir do ganho vinculado ao crescimento da economia de 2 anos antes , ou seja, de 2024, que cresceu 3,4%.</p>
<p>O reajuste afeta diretamente os benefícios atrelados ao piso, como benefícios previdenciários do INSS, seguro-desemprego, abono salarial e BPC (Benefício de Prestação Continuada), impactando o gasto público.</p>
<p>Portanto, ao conceder um reajuste maior ao salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Cada R$ 1 adicional no mínimo tem impacto de R$ 422,5 milhões. Logo, o reajuste de R$ 103 pode provocar um aumento de cerca de R$ 43,5 bilhões nas despesas obrigatórias do governo em 2026.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/lula-assina-decreto-e-oficializa-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026/">Lula assina decreto e oficializa salário mínimo de R$ 1.621 para 2026</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">203314</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 para 2026, um reajuste de R$ 103</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/governo-confirma-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026-um-reajuste-de-r-103/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[contas publicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste salarial]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=202640</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novo valor representa um aumento de R$ 103 em relação ao piso atual e será pago a partir de fevereiro. Reajuste combina a inflação medida pelo INPC com ganho real limitado a 2,5%</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/governo-confirma-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026-um-reajuste-de-r-103/">Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 para 2026, um reajuste de R$ 103</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou, nesta quarta-feira (10), que o valor do salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026. O montante representa um acréscimo de R$ 103 em relação ao piso vigente de R$ 1.518. O reajuste entra em vigor no dia 1º de janeiro, com o pagamento efetivo sendo realizado aos trabalhadores no início de fevereiro.</p>
<p>O valor final foi definido com base na política de valorização que considera a soma de dois índices: a variação da inflação acumulada e o crescimento econômico do país. No entanto, para 2026, houve a aplicação de uma trava prevista no novo arcabouço fiscal.</p>
<p><strong>Entenda o cálculo</strong><br />
Pela regra vigente, a correção do salário mínimo deve repor a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado em 12 meses até novembro do ano anterior, somada à variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.</p>
<p><strong>Para a definição do valor de 2026, foram considerados:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Inflação:</strong> O INPC de 12 meses encerrado em novembro, que ficou em 4,18%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.</li>
<li><strong>Ganho real:</strong> O crescimento do PIB de 2024, que foi de 3,4%.</li>
</ul>
<p>Contudo, uma lei aprovada em dezembro do ano passado estabeleceu um limite para o aumento real das despesas, atrelando-o ao teto de gastos do arcabouço fiscal. Por essa razão, o ganho real a ser repassado ao salário mínimo foi restringido a 2,5%, percentual inferior aos 3,4% de crescimento registrado na economia em 2024.</p>
<p>O valor confirmado de R$ 1.621 ficou ligeiramente abaixo das estimativas anteriores. Inicialmente, a previsão era de R$ 1.631, caindo posteriormente para R$ 1.627 em 30 de novembro. A redução final de R$ 10 deve-se à variação do INPC de novembro, que serviu de base para fechar o cálculo.</p>
<p><strong>Impacto nas contas públicas</strong><br />
O reajuste do salário mínimo tem efeito direto nas despesas obrigatórias do governo federal, uma vez que ele serve de baliza para benefícios previdenciários e assistenciais. Aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o abono salarial e o seguro-desemprego não podem ser inferiores ao piso nacional.</p>
<p>De acordo com cálculos do governo, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera uma despesa extra de aproximadamente R$ 420 milhões em 2026. Dessa forma, a elevação de R$ 103 corresponderá a um crescimento de cerca de R$ 43,2 bilhões nos gastos obrigatórios da União.</p>
<p>O aumento dessas despesas reduz a margem para os chamados gastos &#8220;discricionários&#8221; (livres), que englobam custeio da máquina pública e investimentos, podendo afetar outras políticas do governo federal. Economistas apontam que a vinculação do piso previdenciário ao salário mínimo pressiona a dívida pública e defendem, em alguns casos, que a correção dos benefícios volte a ser feita apenas pela inflação.</p>
<p><strong>Alcance social e renda necessária</strong><br />
Segundo nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 59,9 milhões de pessoas no Brasil, influenciando também o &#8220;salário médio&#8221; e o poder de compra da população.</p>
<p>Apesar do reajuste, o valor ainda está distante do considerado ideal para suprir as necessidades básicas previstas na Constituição. O Dieese calculou que, em novembro deste ano, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.067,18. Esse montante equivale a 4,66 vezes o piso atual de R$ 1.518, levando em conta despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/governo-confirma-salario-minimo-de-r-1-621-para-2026-um-reajuste-de-r-103/">Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 para 2026, um reajuste de R$ 103</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202640</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo deve subir para R$ 1.627 em 2026, aponta nova estimativa do governo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-627-em-2026-aponta-nova-estimativa-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 10:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste salarial]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=202178</guid>

					<description><![CDATA[<p>Valor representa aumento de cerca de 7,2% em relação ao piso atual e considera inflação menor. Número definitivo será fechado em dezembro</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-627-em-2026-aponta-nova-estimativa-do-governo/">Salário mínimo deve subir para R$ 1.627 em 2026, aponta nova estimativa do governo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Planejamento enviou ao Congresso Nacional uma nova estimativa para o salário mínimo de 2026, projetando o valor em R$ 1.627. O montante representa um reajuste de 7,18% em relação ao piso atual de R$ 1.518 e consta nos documentos técnicos que embasam a análise do projeto de Orçamento para o próximo ano. A revisão reflete o comportamento da inflação, que deve encerrar o período abaixo das previsões iniciais.</p>
<p>A atualização dos parâmetros econômicos foi comunicada pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, ao senador Efraim Filho (União-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O valor definitivo, no entanto, só será conhecido após o dia 10 de dezembro, data prevista para a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador oficial utilizado para a correção do piso salarial.</p>
<p><strong>Regra de reajuste e teto de gastos</strong><br />
O cálculo para a definição do novo salário mínimo segue a política de valorização vigente, que soma a inflação medida pelo INPC (acumulado em 12 meses até novembro do ano anterior) à variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Para o orçamento de 2026, considera-se o crescimento do PIB de 2024.</p>
<p>Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia cresceu 3,4% no ano passado. Contudo, o ganho real repassado ao salário mínimo será limitado a 2,5%. Essa restrição ocorre devido às regras do novo arcabouço fiscal, que limita o crescimento das despesas a um intervalo entre 0,6% e 2,5% acima da inflação ao ano.</p>
<p>A medida visa evitar que a expansão acelerada de despesas obrigatórias pressione os gastos discricionários, verbas destinadas a custeio da máquina pública e investimentos, garantindo a sustentabilidade da regra fiscal.</p>
<p><strong>Impacto nas contas públicas</strong><br />
O salário mínimo serve de baliza para uma série de pagamentos do Poder Executivo, impactando diretamente o Orçamento. Entre as despesas atreladas ao piso nacional estão as aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.</p>
<p>Apesar da nova estimativa indicar um valor menor do que o previsto inicialmente, o Ministério do Planejamento informou que não solicitou formalmente a redução desses gastos na proposta orçamentária, deixando a decisão a cargo dos parlamentares.</p>
<p><strong>&#8220;De todo modo e tudo o mais constante, a projeção menor tem o efeito de reduzir os gastos com aposentadorias, pensões e outros benefícios. No entanto, a atualização da projeção depende de outros fatores, como a variação da base de beneficiários, cabendo ao Congresso avaliar a conveniência e oportunidade de alterar as estimativas dos gastos previdenciários e sociais durante a tramitação do PLOA [projeto de Orçamento]&#8221;,</strong> informou a pasta em nota.</p>
<p><strong>Inflação e projeções futuras</strong><br />
A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, registrou alta de 0,20% em novembro, após avanço de 0,18% em outubro. No acumulado de 12 meses, o índice atingiu 4,5%, alcançando o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3,0% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. No entanto, para fins de reajuste salarial, o índice mandatório é o INPC.</p>
<p>Além do valor para 2026, o governo atualizou as projeções para os anos seguintes, todas com números ligeiramente inferiores aos previstos inicialmente no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA):</p>
<ul>
<li>2027: Estimativa de R$ 1.721 (ante R$ 1.725);</li>
<li>2028: Estimativa de R$ 1.819 (ante R$ 1.823);</li>
<li>2029: Estimativa de R$ 1.903 (ante R$ 1.908).</li>
</ul>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/salario-minimo-deve-subir-para-r-1-627-em-2026-aponta-nova-estimativa-do-governo/">Salário mínimo deve subir para R$ 1.627 em 2026, aponta nova estimativa do governo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202178</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Abono salarial PIS/Pasep terá novas regras para 2026; veja quem pode perder o benefício</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/abono-salarial-pis-pasep-tera-novas-regras-para-2026-veja-quem-pode-perder-o-beneficio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abono salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[pis/pasep]]></category>
		<category><![CDATA[regras 2026]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=201593</guid>

					<description><![CDATA[<p>Limite de renda deixa de acompanhar o ganho real do salário mínimo e passa a ser corrigido apenas pela inflação. Calendário de pagamentos deve ser definido em dezembro</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/abono-salarial-pis-pasep-tera-novas-regras-para-2026-veja-quem-pode-perder-o-beneficio/">Abono salarial PIS/Pasep terá novas regras para 2026; veja quem pode perder o benefício</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de 2026, o abono salarial PIS/Pasep passará por alterações significativas nas regras de elegibilidade, decorrentes do pacote fiscal aprovado pelo Congresso Nacional no fim de 2024. A principal mudança estabelece que o limite de renda para ter direito ao benefício deixará de acompanhar a valorização do salário mínimo e passará a ser corrigido apenas pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).</p>
<p>Na prática, a nova regra funciona como um mecanismo de transição que deve restringir gradativamente o número de trabalhadores aptos a receber o pagamento. Atualmente, têm direito ao abono os funcionários da iniciativa privada (PIS) e servidores públicos (Pasep) que receberam, em média, até dois salários mínimos mensais no ano-base. Com a mudança, enquanto o piso nacional continuará tendo ganho real, aumento acima da inflação, conforme o arcabouço fiscal, o teto para acesso ao abono será ajustado apenas pelo custo de vida.</p>
<p>O objetivo do governo federal é que, com esse descompasso planejado entre o reajuste do salário mínimo e o teto do abono, o limite de renda para acesso caia progressivamente. A estimativa é que, até 2035, o benefício seja pago apenas aos trabalhadores que ganham até um salário mínimo e meio.</p>
<p><strong>Sustentabilidade e corte de gastos</strong><br />
A alteração visa conter o crescimento das despesas públicas e tornar o programa mais sustentável a longo prazo, focando nos trabalhadores de renda mais baixa. No modelo anterior, sempre que o salário mínimo aumentava com ganho real, o número de pessoas enquadradas no limite de dois salários mínimos crescia, elevando automaticamente os gastos da União.</p>
<p>Apesar da restrição futura, o orçamento do abono salarial previsto para 2026 é de R$ 33,7 bilhões, o que representa um aumento de 10% em relação aos R$ 30,7 bilhões destinados em 2025. Segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual, a estimativa para o salário mínimo em 2026 é de R$ 1.631.</p>
<p><strong>Critérios para recebimento</strong><br />
Apesar da mudança no cálculo do teto de renda, os demais pré-requisitos para ter direito ao PIS/Pasep permanecem inalterados.</p>
<p><strong>O trabalhador precisa:</strong><br />
Estar cadastrado no programa PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;<br />
Ter exercido atividade remunerada com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias no ano-base;<br />
Ter recebido até o limite de renda estipulado para o ano (ajustado pela nova regra a partir de 2026);<br />
Ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial.</p>
<p>O valor do benefício continua proporcional ao tempo de serviço, variando de R$ 127,00 a um salário mínimo integral para quem trabalhou os 12 meses do ano-base.</p>
<p><strong>Calendário e saques pendentes</strong><br />
O calendário oficial de pagamentos para 2026 ainda não foi divulgado. A previsão é que as datas sejam definidas em dezembro deste ano pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).</p>
<p>Em relação ao exercício atual, o pagamento referente ao ano-base 2023 foi realizado entre fevereiro e agosto para cerca de 26,4 milhões de trabalhadores, totalizando R$ 30,6 bilhões. Embora o cronograma de depósitos já tenha sido encerrado, com um lote extra liberado em outubro para dados enviados fora do prazo, os valores permanecem disponíveis para saque até o dia 29 de dezembro de 2025.</p>
<p><strong>Como consultar</strong><br />
Trabalhadores podem verificar a elegibilidade e valores através dos canais digitais. Para o setor privado (PIS), a consulta pode ser feita nos aplicativos Carteira de Trabalho Digital, Caixa Trabalhador e Caixa Tem. O pagamento é realizado via crédito em conta na Caixa ou pelo aplicativo Caixa Tem.</p>
<p>Para servidores públicos (Pasep), o pagamento é gerido pelo Banco do Brasil, prioritariamente por crédito em conta, transferência via TED, Pix ou presencialmente nas agências.</p>
<p><strong>Passo a passo na<a href="https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital"> Carteira de Trabalho Digital</a>:</strong><br />
Atualize o aplicativo;<br />
Acesse com CPF e senha do portal gov.br;<br />
Selecione a opção &#8220;Benefícios&#8221; e depois &#8220;Abono Salarial&#8221; para conferir a habilitação e o valor.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/abono-salarial-pis-pasep-tera-novas-regras-para-2026-veja-quem-pode-perder-o-beneficio/">Abono salarial PIS/Pasep terá novas regras para 2026; veja quem pode perder o benefício</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">201593</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Renda média do trabalhador cresce 4% em 2025, impulsionada pelo salário mínimo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-do-trabalhador-cresce-4-em-2025-impulsionada-pelo-salario-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=200853</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do IBGE mostra que valorização do piso nacional impacta setores como comércio e serviços Crescimento do emprego formal também consolida tendência de alta nos rendimentos, aponta Pnad Contínua</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-do-trabalhador-cresce-4-em-2025-impulsionada-pelo-salario-minimo/">Renda média do trabalhador cresce 4% em 2025, impulsionada pelo salário mínimo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rendimento médio real dos trabalhadores no Brasil registrou um crescimento recorde de 4% entre janeiro e setembro de 2025. Esse avanço é impulsionado, principalmente, pelos aumentos anuais do salário mínimo acima da inflação, combinados com a geração de empregos no período. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na última sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE, o reajuste do piso nacional tem efeito direto. <strong>&#8220;O aumento do salário-mínimo tem impacto direto sobre o rendimento médio real, especialmente nos setores formais do comércio e dos serviços, onde muitos trabalhadores recebem valores próximos ao piso do salário-mínimo. O reajuste eleva essas remunerações e produz &#8216;efeito extravasamento&#8217; sobre faixas salariais ligeiramente superiores&#8221;,</strong> diz.</p>
<p>A coordenadora também aponta o aumento do emprego formal, registrado desde 2023, como outro fator relevante. <strong>&#8220;Com o crescimento do emprego com carteira assinada, mais trabalhadores têm seus salários vinculados ao mínimo, ampliando o alcance desse efeito&#8221;,</strong> afirma.</p>
<p><strong>&#8220;Assim, o aumento do salário-mínimo contribui para elevar o rendimento médio real e, indiretamente para reduzir as desigualdades de rendimento, sobretudo entre os segmentos de menor remuneração&#8221;,</strong> completa a pesquisadora.</p>
<p><strong>Altas por setor</strong><br />
A Pnad Contínua detalha que, na comparação do trimestre de julho a setembro de 2025 com o mesmo período do ano anterior, alguns segmentos registraram aumentos médios de salário acima da taxa geral de 4%.</p>
<p><strong>Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura:</strong> Alta de 6,5% (mais R$ 134, em média).</p>
<p><strong>Serviços domésticos:</strong> Alta de 6,2% (mais R$ 79, em média).</p>
<p><strong>Construção:</strong> Alta de 5,5% (mais R$ 145, em média).</p>
<p><strong>Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais:</strong> Alta de 4,3% (mais R$ 199, em média).</p>
<p><strong>Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas:</strong> Alta de 3,9% (mais R$ 184, em média).</p>
<p><strong>Valorização do mínimo</strong><br />
A política de valorização do salário mínimo, que prevê reajuste pela inflação do ano anterior somada à variação positiva do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, foi retomada em 2023.</p>
<p>Segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a trajetória recente dos aumentos reais (acima da inflação) foi a seguinte:</p>
<p><strong>2023:</strong> O valor foi fixado em R$ 1.302,00 (aumento real de 1,41%).</p>
<p><strong>2024:</strong> O valor passou a R$ 1.412,00 (aumento real de 4,69% sobre janeiro de 2023).</p>
<p><strong>2025:</strong> O valor atual é de R$ 1.518,00 (aumento real de 2,61%).</p>
<table style="width: 770.05px; max-width: 100%; border-collapse: collapse; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Geneva, Verdana, sans-serif; font-size: 18px; font-weight: normal; color: #212529;">
<thead style="background-color: #050973; color: #ffffff;">
<tr>
<th style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; border-bottom: 3px solid #f57e13; font-weight: bold; text-align: left;">Período</th>
<th style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; border-bottom: 3px solid #f57e13; font-weight: bold; text-align: right;">Salário Mínimo R$</th>
<th style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; border-bottom: 3px solid #f57e13; font-weight: bold; text-align: right;">Reajuste Nominal %</th>
<th style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; border-bottom: 3px solid #f57e13; font-weight: bold; text-align: right;">INPC %</th>
<th style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; border-bottom: 3px solid #f57e13; font-weight: bold; text-align: right;">Aumento Real %</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">abr/02</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">200,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">&#8211;</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">&#8211;</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">&#8211;</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">abr/03</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">240,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">20,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">18,54</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,23</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">mai/04</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">260,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">8,33</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">7,06</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,19</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">mai/05</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">300,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">15,38</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,61</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">8,23</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">abr/06</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">350,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">16,67</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">3,21</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">13,04</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">abr/07</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">380,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">8,57</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">3,30</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,10</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">mar/08</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">415,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">9,21</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,98</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,03</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">fev/09</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">465,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">12,05</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,92</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,79</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/10</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">510,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">9,68</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">3,45</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,02</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/11</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">545,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,86</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,47</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,37</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/12</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">622,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">14,13</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,08</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">7,59</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/13</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">678,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">9,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,20</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">2,64</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/14</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">724,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,78</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,56</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,16</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/15</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">788,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">8,84</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,23</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">2,46</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/16</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">880,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">11,68</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">11,28</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,36</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/17</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">937,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,48</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,58</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">-0,10</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/18</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">954,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,81</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">2,07</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">-0,25</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/19</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">998,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,61</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">3,43</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,14</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/20</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.039,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,11</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,48</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">-0,36</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">fev/20</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.045,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,58</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,19</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,39</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/21</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.100,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,26</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,25</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,01</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/22</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.212,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">10,18</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">10,16</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">0,02</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/23</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.302,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">7,43</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">5,93</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,41</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">mai/23</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.320,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,38</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">2,42</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">-1,01</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">jan/24</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.412,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">6,97</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1,14</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,69</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f9f9f9;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;">01/01/2025</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">1.518,00</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">7,51</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">4,84</td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;">2,61</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff;">
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: left;"><strong>Total período</strong></td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;"><strong>&#8211;</strong></td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;"><strong>659,0</strong></td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;"><strong>289,9</strong></td>
<td style="padding: 10px; border: 1px solid #ddd; text-align: right;"><strong>94,7</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para 2026, o Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) enviado ao Congresso Nacional projeta um salário mínimo de R$ 1.630, com aumento nominal de 7,37%. O valor final dependerá dos números consolidados do PIB e da inflação.</p>
<p>A trajetória recente, de 2023 a 2025, indica uma recuperação simultânea tanto do salário mínimo quanto do rendimento médio, consolidando a influência positiva do piso nos ganhos gerais. Em contraste, o período de 2018 a 2022 foi marcado pela estagnação do salário mínimo e queda no emprego, o que resultou na redução do rendimento médio do trabalho.</p>
<p><strong>Impacto na economia e previdência</strong><br />
Cerca de 59,9 milhões de pessoas no Brasil têm rendimentos referenciados no salário mínimo. Com o reajuste aplicado em 2025, estima-se um incremento de R$ 81,5 bilhões na economia e um aumento de R$ 43,9 bilhões na arrecadação tributária sobre o consumo.</p>
<p>Dados do Censo 2022, também do IBGE, mostram que 35% (cerca de um terço) das pessoas que trabalham no Brasil ganham um salário mínimo, e a renda média da população é igual ou superior ao piso nacional em 81% das cidades do país.</p>
<p>O piso nacional também impacta diretamente os benefícios da Previdência Social, já que quase 70% dos direitos pagos a aposentados e pensionistas do INSS correspondem ao salário mínimo.</p>
<p>Embora existam críticas de analistas sobre a sustentabilidade dessa vinculação, dados do Dieese indicam que o aumento real do salário mínimo em 2025 deve gerar R$ 43,9 bilhões em arrecadação de tributos, valor superior ao custo adicional estimado de R$ 38,9 bilhões.</p>
<p>Paralelamente, o aumento do emprego formal eleva o número de contribuintes para a Previdência. A média mensal de contribuintes pessoas físicas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) cresceu 1,6 milhão em 2024, atingindo o recorde histórico de 62,2 milhões. O número total de contribuintes alcançou 76,6 milhões em 2024. No mesmo ano, o INSS registrou um recorde de 6,9 milhões de benefícios concedidos, um crescimento de 33,1% nos últimos 10 anos.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/renda-media-do-trabalhador-cresce-4-em-2025-impulsionada-pelo-salario-minimo/">Renda média do trabalhador cresce 4% em 2025, impulsionada pelo salário mínimo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">200853</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo propõe salário mínimo de R$ 1.631 para 2026; valor pode ser maior</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/governo-propoe-salario-minimo-de-r-1-631-para-2026-valor-pode-ser-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:05:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[metas fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento federal]]></category>
		<category><![CDATA[PLOA 2026]]></category>
		<category><![CDATA[salario minimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=197578</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeto da Lei Orçamentária enviado ao Congresso prevê reajuste com base na inflação e no crescimento do PIB, mas cálculo final dependerá do índice de preços de novembro. Proposta também define meta de superávit de R$ 34,3 bilhões para as contas públicas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/governo-propoe-salario-minimo-de-r-1-631-para-2026-valor-pode-ser-maior/">Governo propõe salário mínimo de R$ 1.631 para 2026; valor pode ser maior</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal enviou ao Congresso Nacional, na noite desta sexta-feira (29), o Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2026, propondo um salário mínimo de R$ 1.631. O valor, que representa um aumento de R$ 1 em relação ao previsto anteriormente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é resultado da nova política de valorização, mas ainda pode sofrer alterações até o fim do ano. A proposta também estabelece as metas fiscais e os limites de despesas para o próximo ano, incluindo um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O valor proposto para o mínimo em 2026 representa um aumento nominal de 7,44% em comparação ao salário de R$ 1.518 vigente em 2025. A nova regra de correção, aprovada no final do ano passado, determina que o reajuste seja composto pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado em 12 meses até novembro, somada ao crescimento real do PIB de dois anos antes.</p>
<p>Para o cálculo atual, o governo utilizou uma projeção de 4,78% para o INPC de 2025 e o crescimento de 3,4% do PIB de 2024. A soma resultaria em uma valorização de 8,18%, no entanto, a regra possui um teto que limita o ganho real a 2,5% acima da inflação. Por isso, o reajuste foi fixado em 7,44%. O valor final, contudo, só será definido em dezembro, quando o governo enviará uma mensagem modificativa ao Congresso com o dado consolidado do INPC até novembro. Caso a inflação seja maior que a projetada, o salário mínimo também aumentará.</p>
<p><strong>Metas fiscais e despesas</strong><br />
Além do salário mínimo, o PLOA 2026 (PLN 15/2025) detalha as projeções econômicas e fiscais do governo. O projeto prevê um crescimento de 2,44% para o PIB e uma inflação de 3,6% para o próximo ano.</p>
<p>O texto também projeta um superávit primário de 0,25% do PIB, o que equivale a aproximadamente R$ 34,3 bilhões. De acordo com as regras do arcabouço fiscal, há uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual. Isso significa que a meta será considerada cumprida se o governo fechar o ano com um resultado entre zero e um superávit de R$ 68,6 bilhões. O projeto, no entanto, permite que R$ 57,8 bilhões em despesas, como o pagamento de precatórios, sejam retirados desse cálculo.</p>
<p>O limite total para as despesas primárias foi fixado em R$ 2,428 trilhões. A proposta também assegura o cumprimento dos pisos constitucionais, destinando R$ 245,5 bilhões para a saúde, R$ 133,7 bilhões para a educação e R$ 83 bilhões para investimentos. Os detalhes do projeto foram apresentados em uma entrevista coletiva por representantes do Ministério do Planejamento e Orçamento e do Ministério da Fazenda.</p>
<p><strong>Próximos passos no Congresso</strong><br />
A tramitação do Orçamento de 2026 começa na Comissão Mista de Orçamento (CMO), composta por deputados e senadores. O relator da matéria será o deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), e a comissão é presidida pelo senador Efraim Filho (União-PB).</p>
<p>O projeto será debatido em audiências públicas na CMO, período em que parlamentares e comissões poderão apresentar emendas para alterar o texto. Em seguida, o relator apresentará seu parecer sobre as receitas e, posteriormente, um relatório preliminar que guiará a análise de 16 áreas temáticas, como saúde e educação. Após a votação dos relatórios setoriais e do texto final na comissão, a proposta seguirá para análise do Plenário do Congresso Nacional. A Constituição estabelece o prazo de 22 de dezembro para que a proposta seja aprovada e enviada para a sanção presidencial.</p>
<p><strong>Cenário e prazos</strong><br />
Para evitar o atraso ocorrido na votação do Orçamento de 2025, aprovado somente em abril deste ano, os parlamentares estão em fase final de análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Segundo o consultor-geral de Orçamento do Senado, Flávio Luz, o cenário para a tramitação deste ano é mais favorável.</p>
<p><strong><em>&#8220;O projeto de lei orçamentária chega agora, no final de agosto, com a tramitação da LDO já adiantada&#8221;,</em></strong> avaliou Luz. Ele explicou que a expectativa é que a LDO seja apreciada na CMO no início de setembro, o que dará base legal para a análise do PLOA.<strong><em> &#8220;Os parlamentares começarão a se debruçar sobre o PLOA provavelmente após essa primeira semana de setembro&#8221;,</em> </strong>observou.</p>
<p>Flávio Luz também destacou uma inovação na proposta orçamentária deste ano: a inclusão de uma projeção de gastos para os três anos seguintes (2027, 2028 e 2029). <strong><em>&#8220;Chama a atenção a &#8216;orçamentação&#8217; de médio prazo, que é uma janela de três anos à frente, com as despesas estimadas para esse período, para que os parlamentares e a sociedade possam ter noção, num horizonte um pouco maior, das despesas por programa do governo&#8221;,</em></strong> ressaltou o consultor.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/governo-propoe-salario-minimo-de-r-1-631-para-2026-valor-pode-ser-maior/">Governo propõe salário mínimo de R$ 1.631 para 2026; valor pode ser maior</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">197578</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
