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	<title>isenção IR - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Feb 2026 00:19:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>isenção IR - Em Dia ES</title>
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		<title>Mais de 323 mil capixabas passam a ser beneficiados pela isenção do Imposto de Renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia es]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[isenção IR]]></category>
		<category><![CDATA[notícia Espírito Santo]]></category>
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		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova legislação isenta trabalhadores com ganhos mensais de até R$ 5 mil e aplica descontos progressivos para faixas salariais superiores. Confira os detalhes da medida que entra em vigor neste mês</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste mês de fevereiro, mais de 323,1 mil trabalhadores do Espírito Santo passam a ser beneficiados diretamente pela nova lei de isenção do Imposto de Renda (IR). A medida, sancionada em novembro de 2025, elimina a cobrança do tributo para quem recebe até R$ 5 mil mensais e estabelece reduções progressivas para rendas de até R$ 7.350. Embora uma parcela dos contribuintes já tenha percebido as alterações nos contracheques de janeiro, a aplicação integral das regras se consolida agora para o conjunto dos trabalhadores.</p>
<p>De acordo com dados do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal (CETAD), o impacto no estado divide-se em duas faixas. O grupo majoritário, composto por 212,9 mil trabalhadores capixabas com renda mensal de até R$ 5 mil, deixa de pagar o imposto integralmente. Já outros 110,1 mil contribuintes, com rendimentos situados entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil, terão descontos progressivos na tributação.</p>
<p>A alteração amplia significativamente a base de isentos no estado. Até o ano passado, cerca de 307,7 mil declarantes no Espírito Santo não pagavam IR. Com as novas regras, esse número salta para 520,7 mil cidadãos totalmente isentos. A expectativa é que a medida resulte em uma injeção de recursos na economia local, decorrente do aumento da renda disponível para essas famílias.</p>
<p><strong>Contexto nacional</strong><br />
A mudança na tabela do Imposto de Renda reflete um cenário observado em todas as 27 unidades da Federação. No total, cerca de 15 milhões de brasileiros são beneficiados a partir deste mês. O estado de São Paulo lidera as estatísticas, com 3,7 milhões de isentos na faixa de até R$ 5 mil e 1,82 milhão de beneficiados com a redução parcial. Minas Gerais aparece na sequência, sendo o único estado além de São Paulo a ultrapassar a marca de um milhão de trabalhadores que deixam de pagar o tributo (1,18 milhão). Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná completam a lista das unidades com maior número de contemplados.</p>
<p>Segundo o governo federal, somando-se os ajustes realizados na tabela desde 2023, o total de brasileiros beneficiados até 2026 chega a 25 milhões, sendo 20 milhões com isenção total e 5 milhões com redução do imposto a pagar. O objetivo declarado da iniciativa é recuperar o poder de compra, estimular o consumo e incentivar a formalização do trabalho.</p>
<p><strong>Compensação e taxação de altas rendas</strong><br />
Para assegurar o equilíbrio fiscal e compensar a perda de arrecadação nas faixas salariais menores, a legislação instituiu um incremento na tributação para altas rendas. A regra aplica-se a quem possui rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil.</p>
<p>Estima-se que cerca de 140 mil contribuintes em todo o país se enquadrem nesta categoria. A cobrança será gradual, com uma alíquota máxima de 10% sobre os rendimentos. A legislação estabelece que quem já paga 10% ou mais de imposto não sofrerá alterações.</p>
<p>Existem exceções para essa nova tributação. Não entram no cálculo rendimentos provenientes de:</p>
<ul>
<li>Ganhos de capital;</li>
<li>Heranças e doações;</li>
<li>Rendimentos recebidos acumuladamente;</li>
<li>Aplicações isentas e poupança;</li>
<li>Aposentadorias por moléstia grave;</li>
<li>Indenizações.</li>
</ul>
<p>A lei define ainda travas para evitar tributação excessiva, impedindo que a soma dos impostos pagos pela empresa e pelo contribuinte ultrapasse percentuais fixados. Caso o limite seja excedido, o valor será devolvido via restituição na declaração anual. O governo assegura que não haverá impacto fiscal adicional nem prejuízo aos serviços públicos.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A isenção para quem ganha até R$ 5 mil foi uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto de lei foi enviado ao Congresso Nacional em março de 2025 e aprovado por unanimidade tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, sendo sancionado pelo presidente em 26 de novembro do mesmo ano.</p>
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		<title>Fim do Imposto de Renda troca privilégio de poucos por direitos para a maioria, diz Lula</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/fim-do-imposto-de-renda-troca-privilegio-de-poucos-por-direitos-para-a-maioria-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[isenção IR]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[super-ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida entra em vigor em janeiro de 2026 e será financiada por taxação de 10% sobre rendas superiores a R$ 1 milhão por ano. Presidente compara economia do trabalhador a um "14º salário"</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva detalhou, em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão na noite deste domingo (30), a nova legislação que isenta do Imposto de Renda (IR) trabalhadores que ganham até R$ 5 mil mensais e impõe novas alíquotas para os chamados &#8220;super-ricos&#8221;. Sancionada na última quarta-feira (26), a medida entra em vigor em janeiro de 2026 e tem como objetivo, segundo o governo, corrigir distorções históricas e promover justiça tributária sem retirar recursos de áreas essenciais como saúde e educação.</p>
<p>Em sua fala, Lula destacou que a mudança representa a troca de &#8220;privilégios de uma pequena elite financeira&#8221; por direitos para a maioria da população. O texto aprovado pelo Congresso Nacional por unanimidade prevê que a isenção será custeada pela taxação de pessoas com rendimentos anuais superiores a R$ 1 milhão (cerca de R$ 50 mil por mês).</p>
<p><strong>Economia no bolso do trabalhador</strong><br />
O ponto central do pronunciamento foi o impacto direto na renda das famílias. Segundo o presidente, a isenção funcionará como um incremento significativo no orçamento doméstico. Lula ilustrou o benefício com um exemplo prático: <strong>&#8220;Com zero de Imposto de Renda, uma pessoa com salário de R$ 4,8 mil pode fazer uma economia de R$ 4 mil em um ano. É quase um 14º salário&#8221;.</strong></p>
<p>Além da isenção total para a faixa de até R$ 5 mil, a nova lei reduz a carga tributária para quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7.350. De acordo com cálculos da Receita Federal citados pelo presidente, o dinheiro extra que deixará de ser recolhido pelos trabalhadores deve injetar R$ 28 bilhões na economia em 2026.</p>
<p><strong>&#8220;Esse alívio no Imposto de Renda significa mais dinheiro no bolso, que significa maior poder de compra, que significa aumento no consumo, que faz a roda da economia girar&#8221;, a</strong>firmou Lula, ressaltando o estímulo ao comércio, indústria e serviços.</p>
<p><strong>Taxação dos super-ricos</strong><br />
Para compensar a perda de arrecadação com a isenção dos trabalhadores, a legislação estabelece uma alíquota mínima de 10% para cerca de 140 mil contribuintes, o que corresponde a 0,1% da população brasileira. Esse grupo é composto por pessoas que ganham <strong>&#8220;10, 20, 100 vezes mais do que 99% do povo brasileiro&#8221;,</strong> nas palavras do presidente.</p>
<p>A taxação incidirá sobre rendimentos totais, incluindo lucros e dividendos, que hoje muitas vezes escapam da tributação progressiva. Dados apresentados indicam que, atualmente, pessoas físicas de alta renda pagam uma alíquota efetiva média de apenas 2,5%, enquanto trabalhadores assalariados recolhem entre 9% e 11%, podendo chegar a 27,5%.</p>
<p><strong>&#8220;Quem mora em mansão, tem dinheiro no exterior, coleciona carros importados, jatinhos particulares e jet skis, paga 10 vezes menos do que uma professora, um policial ou uma enfermeira&#8221;,</strong> comparou Lula, classificando a situação como &#8220;inaceitável&#8221;.</p>
<p>A lei define, contudo, exceções. Alguns tipos de rendimentos não entrarão no cálculo da nova taxa, como ganhos de capital, heranças, doações, poupança, aposentadorias por moléstia grave e indenizações.</p>
<p><strong>Desigualdade e Tabela do IR</strong><br />
O governo admite que a medida não representa uma correção total da tabela do Imposto de Renda, o que custaria mais de R$ 100 bilhões anuais aos cofres públicos. Dessa forma, quem ganha acima de R$ 7.350 continuará sujeito à alíquota de 27,5%. A alteração foca especificamente na isenção da base e na criação da alíquota para o topo da pirâmide.</p>
<p>Lula reforçou que, embora a desigualdade no Brasil seja hoje &#8220;a menor da história&#8221;, o país permanece como um dos mais desiguais do mundo. Estatísticas citadas no discurso apontam que o 1% mais rico detém 63% da riqueza nacional, enquanto a metade mais pobre possui apenas 2%.</p>
<p><strong>&#8220;A mudança no Imposto de Renda é um passo decisivo para transformar essa realidade, mas é apenas o primeiro&#8221;,</strong> declarou o presidente.</p>
<p><strong>Programas sociais e contexto econômico</strong><br />
Durante o pronunciamento, o presidente também elencou ações de sua gestão, como a retomada do Brasil entre as 10 maiores economias do mundo, a saída do Mapa da Fome e o controle da inflação e do desemprego. Foram citados programas como o Pé-de-Meia, Luz do Povo, Gás do Povo e o fortalecimento do Bolsa Família e do Plano Safra.</p>
<p>Lula encerrou afirmando que a compensação tributária não virá de cortes sociais: <strong>&#8220;A compensação não virá de cortes na educação ou na saúde, mas da taxação dos super-ricos, que ganham mais de R$ 1 milhão por ano e hoje não pagam nada ou quase nada de imposto&#8221;.</strong></p>
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		<title>Senado aprova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/senado-aprova-isencao-do-imposto-de-renda-para-quem-ganha-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:50:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[CAE]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[isenção IR]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Calheiros]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto segue para votação no plenário e pode valer a partir de 2026 se sancionado ainda neste ano. Medida prevê compensação com nova alíquota para rendas acima de R$ 600 mil anuais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei do Executivo que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores com renda de até R$ 5 mil por mês. A proposta também reduz, de forma gradual, o imposto para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350.</p>
<p>O texto segue para o plenário do Senado, com previsão de votação ainda nesta quarta-feira. Se aprovado, será encaminhado para sanção presidencial. Caso a sanção ocorra até o fim deste ano, as novas regras passam a valer a partir de janeiro de 2026.</p>
<p>Atualmente, estão isentos do IR os contribuintes que ganham até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 3.036 por mês.</p>
<p>De acordo com estimativas do governo, cerca de 25 milhões de brasileiros pagarão menos impostos, enquanto aproximadamente 200 mil contribuintes terão aumento na tributação.</p>
<p>O relator da proposta na CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), rejeitou as 11 emendas apresentadas, argumentando que alterações poderiam atrasar a sanção do projeto e postergar, para 2027, a aplicação das novas regras.</p>
<blockquote><p><strong>“Tudo que nós não queremos é que retorne à Câmara dos Deputados. Diante do exíguo prazo e do histórico recente de tramitação, enviar a matéria de volta à Casa iniciadora representa um risco fatal. Frustraríamos a população que aguarda ansiosamente por esse alívio em seus orçamentos domésticos, negando benefício a milhões de trabalhadores no próximo ano”,</strong> afirmou o relator.</p></blockquote>
<p>Renan lembrou que a legislação tributária exige que mudanças desse tipo sejam aprovadas no ano anterior à sua vigência, o que torna necessária a sanção até o fim de 2025.</p>
<p>Para compensar a perda de arrecadação, o projeto estabelece uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano — o equivalente a R$ 50 mil mensais. O texto também prevê tributação de 10% sobre lucros e dividendos enviados ao exterior.</p>
<p><strong>Oposição critica rejeição de emendas</strong><br />
A decisão de Renan Calheiros de não acatar alterações ao texto aprovado pela Câmara foi alvo de críticas da oposição, que defendia a análise de suas propostas.</p>
<p><strong>“Vamos botar a digital do Senado aqui. Nós somos a Casa revisora e não podemos perder essa função nem ter medo de exercê-la”,</strong> disse o senador Carlos Portinho (PL-RJ).</p>
<p>Portinho também criticou a tributação sobre profissionais liberais que atuam como pessoa jurídica e passarão a pagar imposto sobre lucros e dividendos.<strong> “A pessoa jurídica vai pagar e o profissional liberal vai pagar quando receber seus dividendos. É isso mesmo que querem? Esses são os super-ricos? Não são”,</strong> afirmou.</p>
<p>Em resposta, Renan Calheiros destacou que a incidência sobre profissionais liberais será “residual”. <strong>“Em regra, quem tem renda anual de R$ 1,2 milhão paga IRPF acima de 10%. Caso não pague, passará a estar sujeito à tributação mínima”,</strong> explicou.</p>
<p><strong>Tributação sobre altas rendas e dividendos</strong><br />
A alíquota extra máxima de 10% será aplicada a quem ganha a partir de R$ 1,2 milhão por ano, ou R$ 100 mil por mês. Foi mantida também a cobrança de 10% sobre dividendos remetidos ao exterior, conforme o texto original do Executivo.</p>
<p>Os dividendos, parte do lucro distribuída aos acionistas, são isentos de IR desde a década de 1990. A proposta, no entanto, mantém isenções em três casos: remessas a governos estrangeiros com reciprocidade de tratamento, a fundos soberanos e a entidades que administram benefícios previdenciários no exterior.</p>
<p>O projeto ainda prevê mecanismos de compensação para possíveis perdas de arrecadação do Imposto de Renda em estados, municípios e no Distrito Federal.</p>
<p>Segundo cálculos do governo, entre 2026 e 2028, a União deve registrar superávit de cerca de R$ 12,27 bilhões com a nova estrutura tributária, valor que poderá ser usado para compensar eventuais perdas dos entes federados decorrentes da redução do IR incidente sobre os rendimentos de seus servidores.</p>
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		<item>
		<title>Isenção do IR até R$ 5 mil começa em 2026 e Auxílio Gás terá entrega direta do botijão, diz ministro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/isencao-do-ir-ate-r-5-mil-comeca-em-2026-e-auxilio-gas-tera-entrega-direta-do-botijao-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 18:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio gás]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[isenção IR]]></category>
		<category><![CDATA[justiça tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta do IR, compensada por tributação sobre 141 mil contribuintes de alta renda, aguarda votação no Congresso. Ministro Rui Costa também anunciou projetos para regular plataformas digitais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Casa Civil, Rui Costa, detalhou nesta quarta-feira (27) a proposta do Governo Federal que isenta do Imposto de Renda (IR) cerca de 10 milhões de brasileiros com renda mensal de até R$ 5 mil. Durante o programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, ele explicou que a medida, um compromisso de campanha do presidente Lula, busca promover justiça tributária e melhorar a qualidade de vida da população, com a compensação financeira vindo da tributação de uma pequena parcela dos contribuintes de maior renda.</p>
<p>O projeto de lei (PL) já foi enviado ao Congresso Nacional e teve a urgência de sua análise aprovada na semana passada. Segundo o ministro, a expectativa do governo é que a votação ocorra a tempo para que as novas regras entrem em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026.</p>
<p><strong>Justiça tributária e qualidade de vida</strong><br />
De acordo com Rui Costa, o objetivo central da proposta é tornar o Imposto de Renda mais proporcional à capacidade de pagamento de cada cidadão. A compensação para a isenção dos salários de até R$ 5 mil virá da tributação, em até 10%, de uma fatia de 141 mil contribuintes que ganham a partir de R$ 600 mil por ano e que, segundo o governo, atualmente não contribuem.</p>
<p><strong>“Não é justo alguém que ganha R$ 4 mil já pagar IR e alguém que está ganhando, em um ano, R$ 2 milhões, não pagar nada. Quanto mais a pessoa tiver altos valores em renda, deve pagar proporcionalmente”,</strong> afirmou o ministro, definindo a mudança como uma &#8220;questão civilizatória&#8221;.</p>
<p>Ele enfatizou que o valor que deixará de ser descontado do salário do trabalhador deve se converter em consumo, movimentando a economia.<strong> “E o inverso deve ser verdadeiro: se você alivia uma pessoa que ganha R$ 3 mil, R$ 4 mil, do IR, essa diferença vai para o carrinho do supermercado ou para a feira livre onde ele vai comprar comida”,</strong> disse. Com a medida, a estimativa do governo é que mais de 20 milhões de pessoas sejam beneficiadas e 65% das pessoas que hoje declaram Imposto de Renda fiquem isentas.</p>
<p>Atualmente, a faixa de isenção do IR abrange quem tem renda mensal de até R$ 2.824. A proposta praticamente dobra esse valor. O texto prevê ainda um desconto parcial para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. <strong>“Isso é o primeiro passo para caminhar para um país mais justo, menos desigual e onde as pessoas que ganham menos tenham dignidade”,</strong> declarou Costa.</p>
<p><strong>Auxílio Gás será reformulado e ampliado</strong><br />
Na mesma entrevista, o ministro anunciou que o Governo Federal lançará na próxima semana uma reformulação do programa Auxílio Gás. A principal mudança é a substituição do atual repasse financeiro pela entrega direta do botijão de gás de cozinha (GLP) às famílias beneficiadas.</p>
<p>O novo modelo funcionará por meio de um &#8220;vale&#8221; ou &#8220;crédito&#8221;, que permitirá à pessoa cadastrada retirar o botijão em uma revendedora. O governo pagará diretamente ao fornecedor.<strong> “As 15 milhões de famílias receberão uma espécie de vale, um crédito, onde elas vão estar lá cadastradas da distribuidora, na revenda do gás, a mesma revenda que elas hoje usam para comprar o gás”,</strong> explicou.</p>
<p>A alteração visa corrigir uma distorção do modelo atual. Hoje, cerca de 5,6 milhões de famílias recebem R$ 108 a cada dois meses, valor correspondente à média nacional do preço do botijão. No entanto, segundo o ministro, essa quantia é insuficiente em muitas localidades.<strong> “Você está falando de um valor médio no Brasil de R$ 109, R$ 105, e tem botijão no Brasil sendo vendido a R$ 160, R$ 170”,</strong> argumentou.</p>
<p>O programa será destinado a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda igual ou inferior a meio salário mínimo. A meta é ampliar o alcance gradualmente, chegando a 15,5 milhões de famílias (mais de 46 milhões de pessoas) até março. Costa também destacou que a medida deve reduzir o número de acidentes domésticos.<strong> “Vamos reduzir muito o índice de queimaduras de crianças, de mulheres, de acidentes domésticos, que na busca por alternativas ao botijão de gás, usam líquidos, entre eles álcool para cozinhar”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Regulação de plataformas digitais</strong><br />
Outro ponto abordado pelo ministro foi a preparação de dois projetos de lei para regular a atuação das grandes empresas de tecnologia, as chamadas &#8220;big techs&#8221;. O objetivo é estabelecer regras para a responsabilização por crimes cometidos em ambientes digitais e para garantir uma competição econômica mais justa com outros setores da comunicação.</p>
<p><strong>“A regulação consiste em um projeto para tratar de impedir crimes e outro que trata de igualar, dar as mesmas condições de competição entre os diversos veículos”,</strong> resumiu Rui Costa.</p>
<p>O primeiro projeto focará no &#8220;dever de prevenção e precaução&#8221; das plataformas, obrigando-as a impedir o uso indevido da imagem de pessoas públicas em golpes e a ter mais transparência nos processos de suspensão de perfis. O segundo projeto tratará da regulação econômica, buscando criar isonomia tributária entre as plataformas digitais e os veículos de comunicação tradicionais.</p>
<p><strong>“Não é justo uma competição desigual entre veículos tradicionais, TV, rádio e outros com plataformas que arrecadam muito e não contribuem da mesma forma”,</strong> argumentou o ministro. Ele afirmou que o governo acompanha a tramitação de projetos sobre o tema no Congresso e que as novas propostas servirão para &#8220;complementar e preencher vazios&#8221; da legislação que for aprovada.</p>
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