O tradicional festival gastronômico de Santa Teresa, que chega à sua 5ª edição, foi rebatizado e passa a se chamar Nostra Cultura. O evento, confirmado para ocorrer entre os dias 24 e 26 de outubro, expande sua programação para além da culinária, com o objetivo de refletir de forma mais ampla as tradições da primeira colônia italiana do Brasil. A nova proposta une a gastronomia a outras manifestações culturais, como música e dança, buscando fortalecer a identidade local e impulsionar a economia criativa do município.
A mudança de conceito visa levar o festival para além do espaço físico dos restaurantes, ocupando a cidade com mais atrações. “O festival, portanto, passa a ir além do perímetro dos restaurantes, ganha a cidade, ganha mais vida e entrega mais cultura, para os turistas e moradores da cidade”, explica Diomedes Mognato, um dos idealizadores do Nostra Cultura.
Cultura além da gastronomia
A programação da 5ª edição, que será divulgada em breve, prevê a inclusão de apresentações musicais, performances de danças regionais com ligação europeia, aulas-show de culinária e uma oficina de gastronomia voltada para o público infantil.
Mais de 40 restaurantes de Santa Teresa já confirmaram participação no evento. Seus respectivos chefs iniciaram a fase de testes das receitas que serão servidas exclusivamente durante o festival. Na edição anterior, pratos como risotto de tomatinho com páprica defumada e pollo al limone, gnocchi de batata ao molho alfredo trufado com filé mignon grelhado e crocante de mexerica, e o ossobuco alla milanese foram destaques.
Vivência da identidade italiana
Segundo a organização, a ampliação das atividades busca oferecer uma imersão mais completa na cultura que formou o município. O foco é proporcionar aos participantes uma experiência que envolva os diversos aspectos da herança italiana.
“Queremos que cada visitante vivencie a cultura italiana em Santa Teresa de forma completa, sentindo o sabor, a música e a história que fazem parte da nossa tradição. Nosso objetivo é criar memórias inesquecíveis e mostrar que o festival é, acima de tudo, uma celebração da nossa identidade cultural”, afirma Mognato.


















