Os destroços da Ponte Getúlio Vargas, em Linhares, no Norte do Espírito Santo, devem ser retirados do leito do Rio Doce nos próximos meses. A ação irá custar quase R$ 25 milhões e está incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3).
A previsão é de que o trabalho fique pronto em janeiro de 2027. O projeto será executado pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e prevê a remoção dos destroços no leito do rio e a demolição controlada, sem uso de explosivos, do que sobrou da ponte nas duas margens.
A tragédia que marcou a cidade de Linhares, completou 17 anos neste ano. No dia 19 de janeiro de 2009, às 6h30, a Ponte Getúlio Vargas desabou e duas pessoas caíram no Rio Doce. Uma conseguiu se salvar. Já a manicure Devani Farias de Souza, de 43 anos, que caminhava pela ponte, não conseguiu sair das águas e morreu.
Histórico
A ponte foi construída em 1954 e fazia a ligação entre a rodovia federal e o Centro de Linhares. Em 1991, 37 anos depois, a estrutura foi desativada para o tráfego de veículos, já que havia sido inaugurada uma nova ponte. Com a desativação para a passagem de automóveis, moradores passaram a usar o local para se exercitar e fazer caminhadas.


















