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	<title>mercado financeiro - Em Dia ES</title>
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	<title>mercado financeiro - Em Dia ES</title>
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		<title>Real é a moeda que mais se valorizou frente ao dólar em 2026, aponta levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Real brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divisa brasileira acumula alta de 12,3% no ano e atinge menor patamar desde janeiro de 2024, impulsionada pelo setor de commodities e pelo diferencial de taxas de juros entre Brasil e Estados Unidos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O real brasileiro consolidou-se como a moeda com o melhor desempenho global em 2026, acumulando uma valorização de 12,3% frente ao dólar até a última sexta-feira (8). O movimento, sustentado por juros elevados e pelo forte volume de exportações de petróleo, levou a moeda norte-americana a fechar abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em mais de dois anos.</p>
<p>De acordo com um levantamento da Elos Ayta Consultoria, que analisou 28 divisas, o real encabeça a lista de valorização, superando moedas como o shekel de Israel (+10%) e a coroa da Noruega (+9,67%). No sentido oposto, moedas da Turquia, Índia e Indonésia registraram perda de valor perante o dólar no mesmo período. Na última terça-feira, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 4,912, o menor nível em dois anos e três meses, após uma queda diária de 1,12%.</p>
<p><strong>Diferencial de juros e &#8220;carry trade&#8221;</strong><br />
Analistas apontam que o cenário econômico brasileiro atrai capital estrangeiro devido à manutenção de taxas de juros atrativas. A Selic, atualmente em 14,5% ao ano, permanece significativamente superior aos juros praticados nos Estados Unidos, que variam entre 3,5% e 3,75%.</p>
<p>Para Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, esse diferencial favorece operações de &#8220;carry trade&#8221;, nas quais investidores tomam recursos em países com juros baixos para aplicar em economias com taxas maiores. Filipe Sichel, economista-chefe da Porto Asset, reforça que a percepção de juros elevados por mais tempo no Brasil mantém o &#8220;carrego&#8221; da moeda atraente. Segundo Sichel, a ata mais recente do Comitê de Política Monetária (Copom) corroborou essa expectativa do mercado financeiro.</p>
<p><strong>Impacto das commodities e do petróleo</strong><br />
O Brasil também se beneficia de sua posição como exportador de commodities em um contexto de tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. A disparada nos preços do petróleo no mercado internacional ampliou a entrada de dólares no país.</p>
<p><strong>&#8220;À medida que o preço do petróleo sobe, sustenta os nossos termos de troca, o que ajuda a apreciar a moeda&#8221;,</strong> afirmou Sichel. O barril do tipo Brent, referência global, encerrou cotado a US$ 110,10, mantendo-se em patamares elevados apesar de oscilações pontuais. Paula Zogbi destaca que, por não estar diretamente envolvido nos conflitos do Oriente Médio, o Brasil torna-se um destino estratégico para investimentos no setor produtivo.</p>
<p><strong>Desempenho da Bolsa e fluxo estrangeiro</strong><br />
O reflexo do fortalecimento da economia também foi observado na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa encerrou o último pregão em alta de 0,69%, impulsionado pelo apetite global por ativos de risco. Entre os destaques corporativos, as ações da Ambev registraram avanço superior a 15%.</p>
<p>Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, ressalta que o ambiente favorável a mercados emergentes e um cenário internacional de dólar &#8220;comportado&#8221; contribuíram para o resultado, mesmo diante de incertezas externas.</p>
<p><strong>Riscos e perspectivas para os próximos meses</strong><br />
Apesar dos indicadores positivos, especialistas alertam para fatores que podem gerar volatilidade no curto prazo. Paula Zogbi aponta que a proximidade do período eleitoral no Brasil deve trazer à tona discussões sobre gastos públicos, o que tende a impactar o câmbio.</p>
<p>Além disso, a especialista observa que a temporada de balanços das empresas brasileiras tem apresentado resultados abaixo das projeções iniciais. &#8220;A expectativa era de um crescimento bastante saudável, mas caso isso não se cumpra, pode diminuir ainda mais o fluxo estrangeiro&#8221;, finalizou Zogbi, referindo-se ao investimento de pessoas físicas e jurídicas de fora do país em ativos nacionais.</p>
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		<title>BC reduz juros para 14,75% ao ano, mas indústria e comércio criticam ritmo lento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redução de 0,25 ponto percentual visa estimular a economia diante de incertezas no Oriente Médio. Indústrias, comércio e sindicatos, no entanto, consideram o alívio insuficiente para destravar investimentos e consumo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (18), reduzir a taxa básica de juros (Selic) de 15% para 14,75% ao ano. A medida, que representa um corte de 0,25 ponto percentual, busca estimular a atividade econômica brasileira, mas foi aplicada com cautela pelas autoridades monetárias em decorrência das oscilações do mercado internacional e da pressão sobre os preços do petróleo, fatores impulsionados pelo conflito no Oriente Médio.</p>
<p>A decisão marca o início de um novo ciclo de calibração da política monetária do país. Segundo o Banco Central, a manutenção prolongada da Selic em um patamar contracionista já demonstrou impactos na desaceleração da economia, o que permitiu o atual ajuste. Votaram a favor da decisão o presidente do BC, Gabriel Muricca Galípolo, e os diretores Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.</p>
<p><strong>Cenário global e os riscos inflacionários</strong><br />
O embasamento para o ritmo moderado da redução reside, prioritariamente, nas tensões externas. O documento divulgado pelo Copom detalha que o ambiente global tornou-se mais incerto devido ao acirramento de conflitos geopolíticos, citando o envolvimento de Irã, Estados Unidos e Israel. O comitê avalia os impactos prospectivos dessa guerra sobre a cadeia de suprimentos global e sobre os preços de commodities que afetam a inflação no Brasil.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes&#8221;,</strong> destacou o Banco Central em nota oficial.</p></blockquote>
<p><strong>Mercado interno e expectativas</strong><br />
No cenário doméstico, o Banco Central aponta para uma trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, conforme o esperado, embora o mercado de trabalho ainda apresente sinais de resiliência. A inflação cheia e as medidas subjacentes mostraram arrefecimento nas divulgações recentes, porém permanecem acima da meta estipulada.</p>
<p>As expectativas do mercado financeiro corroboram a preocupação da autarquia. De acordo com a pesquisa Focus, as projeções de inflação situam-se em 4,1% para 2026 e 3,8% para 2027. Já a projeção oficial do próprio Copom para o terceiro trimestre de 2027, considerado o horizonte relevante para a política monetária, está fixada em 3,3%.</p>
<p><strong>O BC listou os principais riscos que norteiam sua postura cautelosa:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Riscos de alta:</strong> Desancoragem prolongada das expectativas de inflação; maior resiliência na inflação de serviços; e políticas econômicas que possam gerar impacto inflacionário, como uma taxa de câmbio persistentemente depreciada.</li>
<li><strong>Riscos de baixa:</strong> Desaceleração da atividade econômica doméstica e global mais acentuada do que o projetado; redução nos preços das commodities.</li>
</ul>
<p><strong>Setor produtivo e trabalhadores reagem</strong><br />
Apesar do início do ciclo de cortes, a decisão de reduzir a Selic em apenas 0,25 ponto percentual foi recebida com ressalvas por diferentes segmentos da economia. Indústria, comércio e sindicatos avaliaram a direção como correta, mas a intensidade como insuficiente para reverter os entraves do crescimento, destravar investimentos ou aliviar o endividamento das famílias.</p>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) argumentou que a taxa de juros real permanece acima do nível neutro e que a política monetária segue excessivamente restritiva.<strong> “Essa cautela do Banco Central ainda é excessiva e seguirá penalizando ainda mais nossa economia”,</strong> declarou Ricardo Alban, presidente da CNI.</p>
<p>No comércio, a Fecomércio-SP destacou que as incertezas externas e a inflação de serviços pressionada limitaram a ação do BC, gerando dúvidas sobre a duração e a intensidade dos próximos cortes. Já a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do economista Ulisses Ruiz de Gamboa, ponderou que o Banco Central adotou uma &#8220;postura prudente&#8221; diante dos riscos globais e da atividade econômica desacelerada.</p>
<p>Do lado dos trabalhadores, as críticas foram mais incisivas. Gustavo Cavarzan, economista do Dieese, em nota da Contraf-CUT, afirmou que a medida é <strong>&#8220;insuficiente para reverter&#8221;</strong> o quadro do peso das dívidas sobre as famílias.</p>
<p>Miguel Torres, presidente da Força Sindical, pontuou que a manutenção da taxa em patamares elevados prejudicará as campanhas salariais do primeiro semestre e não injetará o ânimo necessário para fortalecer o consumo e a geração de empregos. <strong>“Mantendo a Taxa Selic em patamares estratosféricos, o Banco Central irá prejudicar as negociações das categorias”,</strong> ressaltou.</p>
<p>Em consenso, as entidades do setor produtivo e laboral sinalizam que as próximas reuniões do Copom serão determinantes, cobrando reduções mais intensas para a efetiva reativação da economia nacional.</p>
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		<item>
		<title>PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025, puxado por safra recorde no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2025]]></category>
		<category><![CDATA[setor de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado marca o quinto ano seguido de alta e eleva o PIB a R$ 12,7 trilhões, mas ritmo de crescimento é o menor desde a pandemia sob o peso da taxa de juros a 15%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encerrou o ano de 2025 com um crescimento de 2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões em valores correntes. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e marcam o quinto ano consecutivo de expansão da economia nacional. O resultado, no entanto, representa uma desaceleração em relação à alta de 3,4% registrada em 2024, configurando o menor avanço no período pós-pandemia de Covid-19.</p>
<p><strong>Agropecuária e Indústria Extrativa lideram o avanço</strong><br />
O principal motor da economia brasileira em 2025 foi a agropecuária, que registrou um salto de 11,7% no ano. O desempenho é reflexo direto dos aumentos na produção e dos ganhos de produtividade, especialmente pelas safras recordes de milho, que cresceu 23,6%, e de soja, com alta de 14,6%, concentradas no primeiro semestre. A pecuária também apresentou contribuição positiva.</p>
<p>A indústria fechou o ano com expansão de 1,4%. O setor foi impulsionado pelas Indústrias Extrativas, que avançaram 8,6% devido à extração e exportação de petróleo e gás, mesmo diante das incertezas no comércio mundial e do aumento de tarifas promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A construção civil também colaborou com uma alta de 0,5%. Em contrapartida, registraram resultados negativos os segmentos de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos (-0,4%) e as indústrias de transformação (-0,2%).</p>
<p>O PIB per capita do país acompanhou o avanço e chegou a R$ 59.687,49, o que representa um crescimento real de 1,9% frente ao ano anterior.</p>
<p><strong>Serviços mantêm aquecimento, mas consumo das famílias perde fôlego</strong><br />
O setor de serviços, que possui grande peso na economia, cresceu 1,8%, com todas as suas atividades em alta. Os maiores destaques foram informação e comunicação (6,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%) e transporte, armazenagem e correio (2,1%).</p>
<p>A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, detalhou a concentração do crescimento:<strong> “Quatro atividades: agropecuária, indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços, contribuíram com 72% do total do volume do valor adicionado em 2025, atividades estas menos afetadas pela política monetária contracionista”.</strong></p>
<p>Pela ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,3%. O índice foi sustentado pelo mercado de trabalho robusto, com desemprego em mínimas históricas e alta na massa salarial real, pelo aumento do crédito e pelos programas de transferência de renda. Contudo, o indicador sofreu uma forte desaceleração na comparação com 2024, quando a alta rondou a faixa de 5%. O recuo no ritmo já era esperado pelo mercado devido ao alto endividamento das famílias e aos efeitos da taxa básica de juros (Selic), atualmente fixada em 15% ao ano.</p>
<p>O consumo do governo, por sua vez, cresceu 2,1% no acumulado de 2025.</p>
<p><strong>Balança comercial e investimentos</strong><br />
As exportações brasileiras registraram alta de 6,2% no ano, enquanto as importações avançaram 4,5%.</p>
<p>O volume de investimentos no país, classificado como Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), cresceu 2,9% em 2025. O IBGE informou que esse avanço foi <strong>&#8220;puxado pelo aumento da importação de bens de capital e pelo desenvolvimento de software, além da alta na indústria da construção&#8221;.</strong> Essas contribuições compensaram a queda observada na produção interna de bens de capital.</p>
<p>A taxa de investimento em 2025 ficou em 16,8% do PIB, uma leve variação negativa contra os 16,9% do ano anterior. A taxa de poupança subiu de 14,1% para 14,4%.</p>
<p><strong>Quarto trimestre aponta estabilidade</strong><br />
No recorte do quarto trimestre de 2025, a economia perdeu ritmo e registrou um crescimento de apenas 0,1% em relação aos três meses imediatamente anteriores, mantendo-se praticamente estável.</p>
<p>Neste período, os serviços cresceram 0,8% e a agropecuária avançou 0,5%. A indústria, no entanto, apresentou retração de 0,7%, o pior resultado desde o terceiro trimestre de 2022, puxada por quedas na construção (-2,3%) e nas indústrias de transformação (-0,6%).</p>
<p>Pela ótica da despesa no último trimestre, o consumo do governo cresceu 1,0%, o consumo das famílias ficou estável (0,0%) e os investimentos (FBCF) despencaram 3,5%. <strong>“O PIB ficou estável em relação ao terceiro tri, mesmo com a queda nos investimentos, por conta da estabilidade do consumo das famílias e do crescimento no consumo do governo”,</strong> concluiu Rebeca Palis.</p>
<p>A próxima divulgação do IBGE, com os resultados do primeiro trimestre de 2026, está agendada para o dia 29 de maio.</p>
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		<item>
		<title>Poupança oscila no início de 2026, enquanto preços das commodities caem no acumulado do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados divulgados pelo Banco Central revelam oscilação bilionária nos depósitos na primeira semana do ano, enquanto o IC-Br registra alta mensal de 1,95%, sustentada pela valorização dos metais, apesar da queda no agronegócio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caderneta de poupança, investimento mais tradicional dos brasileiros, iniciou o ano de 2026 marcada por uma forte volatilidade nos fluxos de entrada e saída de recursos. Dados oficiais divulgados pelo Banco Central (BC) nesta semana mostram que o saldo total da modalidade, somando as captações do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e da Poupança Rural, encerrou o dia 8 de janeiro em R$ 1,022 trilhão.</p>
<p>O comportamento dos poupadores na primeira semana útil do ano revelou movimentos bruscos. Após registrar uma captação líquida positiva (depósitos superando saques) de R$ 3,38 bilhões no dia 6 de janeiro, a caderneta sofreu uma reversão dois dias depois, em 8 de janeiro, contabilizando uma saída líquida de R$ 2,53 bilhões em apenas 24 horas.</p>
<p>A instabilidade foi sentida nos dois principais segmentos da aplicação. O SBPE, utilizado pelos bancos para o financiamento imobiliário, fechou o período analisado com um saldo de R$ 767 bilhões (dado de 4 de janeiro) a R$ 769 bilhões (dado de 6 de janeiro). Já a Poupança Rural, voltada ao crédito agrícola, manteve um saldo na casa dos R$ 255 bilhões, apresentando uma captação líquida positiva de R$ 251 milhões no dia 6, mas revertendo para um saldo negativo ligeiro nos dias subsequentes.</p>
<p><strong>Commodities em alta no mês, mas com queda no ano</strong><br />
Paralelamente aos dados da poupança, o Banco Central atualizou o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), indicador que mensura a variação de preços dos produtos primários brasileiros nos mercados internacionais. O relatório, expedido em 4 de fevereiro de 2026, aponta que o índice composto (medido em reais) registrou uma alta mensal de 1,95%.</p>
<p>O resultado positivo do mês foi impulsionado principalmente pelo segmento de Metais, que teve uma valorização expressiva de 4,10%, seguido pelo setor de Energia, com alta de 1,28%. Na contramão, o setor Agropecuário, de grande peso na economia capixaba e nacional, registrou retração de 0,79% no comparativo mensal.</p>
<p>Quando analisado o horizonte de 12 meses, o cenário se inverte, mostrando uma deflação nos preços das commodities brasileiras. O IC-Br acumula uma queda de 8,77% no período.</p>
<p><strong>A composição desse resultado anual revela uma disparidade entre os setores:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Metais</strong>: São o destaque positivo, acumulando uma alta robusta de 42,07% em 12 meses.</li>
<li><strong>Energia</strong>: Registra queda acentuada de 22,91%.</li>
<li><strong>Agropecuária</strong>: Acumula desvalorização de 16,85%.</li>
</ul>
<p>Em dólares, o índice composto apresentou comportamento similar, com alta mensal de 2,91% e queda acumulada em 12 meses de 6,24%, evidenciando que a tendência de preços é um fenômeno global e não apenas um efeito cambial.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=204483</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para a taxa básica de juros (Selic), os analistas mantiveram a estimativa de 12,25% ao ano para o encerramento de 2026, enquanto a taxa atual encontra-se em 15%</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-para-4-projecao-de-inflacao-para-2026/">Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (26), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%.</p>
<p>Tido como referência para a inflação oficial do país, o IPCA estava projetado em 4,02% na semana passada. Quatro semanas antes, estava em 4,05%. Para os anos 2027 e 2028, o mercado mantém projeções estáveis há 12 semanas, em 3,80% para 2027; e em 3,5% para 2028.</p>
<p><strong>Meta de inflação</strong><br />
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2026 e anos subsequentes é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Dessa forma, todas projeções de inflação indicadas pelo Focus encontram-se dentro das metas, a exemplo do que ocorreu com o IPCA de 2025, que também ficou dentro da meta do governo, com os 4,26% registrados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Juros</strong><br />
Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus para 2026 apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores.</p>
<p>No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há cinco semanas consecutivas. Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%.</p>
<p>Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 50 semanas consecutivas. Para 2028, as expectativas também se mantêm estáveis, projetando que a Selic ficará em 10%, ao final do ano.</p>
<p><strong>Variações da Selic</strong><br />
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e dólar</strong><br />
Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma de todos bens e serviços produzidos no país -) as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há sete semanas.</p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027; e de 2% em 2028.</p>
<p>De acordo com o Boletim Focus, o dólar estadunidense deve fechar 2026 cotado a R$ 5,50. Este valor é o mesmo projetado há 15 semanas. Para 2027 e 2028, estão projetadas cotações a R$ 5,51; e R$ 5,52, respectivamente.</p>
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		<title>Inflação deve cair para 4,02% em 2026, prevê mercado financeiro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/inflacao-deve-cair-para-402-em-2026-preve-mercado-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[inflação 2026]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim Focus aponta queda no IPCA após sucessivas revisões, enquanto estimativas para o PIB e o dólar mantêm estabilidade no período</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro revisou para baixo as expectativas de inflação no Brasil para 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país, recuou para 4,02%. O número é inferior aos 4,05% estimados na semana passada e aos 4,06% registrados há um mês.</p>
<p>Para os anos de 2027 e 2028, as projeções permanecem estáveis há 11 semanas consecutivas, fixadas em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<p><strong>Meta de inflação</strong><br />
A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 e 2026, é de 3%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Dessa forma, o limite considerado aceitável varia entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de dezembro registrou alta de 0,33%, ante os 0,18% do mês anterior. Com esse resultado, o IPCA de 2025 fechou em 4,26%, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo governo.</p>
<p><strong>Taxa de juros</strong><br />
Os demais indicadores do Boletim Focus apresentaram estabilidade em relação aos levantamentos anteriores. Para a taxa básica de juros (Selic), o mercado mantém a estimativa de 12,25% ao ano para o fim de 2026, patamar projetado há quatro semanas. Atualmente, a Selic está em 15%, o nível mais alto desde julho de 2006, quando atingiu 15,25%.</p>
<p>Em relação a 2027, a expectativa é que a taxa caia para 10,50%, projeção que se repete há 49 semanas. Já para 2028, houve um ajuste para cima: o mercado elevou a previsão de 9,88% para 10%. Essa tendência de alta para o período vem sendo observada nos últimos boletins; há quatro semanas, a estimativa era de 9,75%.</p>
<p><strong>Dinâmica da Selic</strong><br />
O Comitê de Política Monetária (Copom) utiliza a Selic como ferramenta para controlar a demanda aquecida. Juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, o que reflete na contenção dos preços, embora possa dificultar a expansão econômica. Além da taxa básica, as instituições bancárias consideram fatores como risco de inadimplência, despesas administrativas e lucro ao definir os juros ao consumidor final.</p>
<p>Por outro lado, quando a Selic é reduzida, a tendência é o barateamento do crédito, o que incentiva a produção, o consumo e estimula a atividade econômica, reduzindo o rigor sobre o controle inflacionário.</p>
<p><strong>Crescimento e câmbio</strong><br />
Quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), que soma todos os bens e serviços produzidos no país, as expectativas de crescimento para 2026 seguem em 1,80% pela sexta semana seguida. Para 2027, projeta-se o mesmo índice de 1,80%, subindo para 2% em 2028.</p>
<p>No mercado de câmbio, a cotação do dólar é estimada em R$ 5,50 para o encerramento de 2026, valor mantido há 14 semanas e também previsto para 2027. Para 2028, a projeção é de que a moeda americana atinja R$ 5,52.</p>
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		<item>
		<title>Mercado reduz estimativa de inflação para 4,05% após menor IPCA desde 2018</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-reduz-estimativa-de-inflacao-para-405-apos-menor-ipca-desde-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim Focus desta segunda-feira (12) aponta recuo nas projeções de preços. Expectativa para a taxa básica de juros é de queda para 12,25% ao ano até dezembro, enquanto estimativas para PIB e dólar permanecem estáveis</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro revisou para baixo as expectativas de inflação para o encerramento de 2026. Segundo dados do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), a projeção é que o ano feche com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%. O ajuste nas estimativas ocorre logo após a confirmação de que a inflação de 2025 ficou dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>A nova projeção demonstra um recuo gradual na percepção dos analistas. Na semana passada, o índice previsto para 2026 era de 4,06%, e há quatro semanas, estava em 4,10%. Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há dez semanas: o mercado projeta IPCA de 3,80% para 2027 e de 3,50% para 2028.</p>
<p><strong>Fechamento de 2025 e impacto nos preços</strong><br />
A revisão das expectativas futuras reflete o comportamento dos preços no ano que passou. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial do país em 2025 fechou em 4,26%. O número situa-se dentro do intervalo da meta perseguida pelo BC, que era de 3% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo (teto de 4,50%).</p>
<p>Em dezembro, o IPCA registrou alta de 0,33%, acelerando em relação ao 0,18% verificado no mês anterior. Segundo o IBGE, a alta no último mês do ano foi puxada por quase todos os grupos de produtos e serviços, com exceção de habitação, que teve queda de 0,33%.</p>
<p>O maior impacto inflacionário em dezembro veio do grupo transportes, com variação de 0,74% (impacto de 0,15 p.p.), seguido por saúde e cuidados pessoais, que subiu 0,52%.</p>
<p>O resultado de 2025 foi celebrado pela equipe econômica. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, destacou que o índice de 4,26% representa o menor IPCA desde 2018. <strong>&#8220;Estamos entregando inflação e desemprego baixos&#8221;,</strong> afirmou Durigan, ressaltando ainda a moderação nos preços dos alimentos, que subiram 2,95% no ano, contra 7,69% em 2024. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, reforçou que o resultado preserva o poder de compra, resultando em <strong>&#8220;mais comida na mesa dos brasileiros&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Trajetória da Selic</strong><br />
Diante do cenário de inflação controlada, o mercado financeiro projeta cortes na taxa básica de juros, a Selic. Atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006, a taxa deve encerrar 2026 em 12,25%, segundo as estimativas do Focus.</p>
<p>A Selic chegou ao patamar de 15% na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de junho de 2025 e foi mantida nesse nível desde então, após um ciclo de altas iniciado em setembro de 2024. Para o longo prazo, a expectativa é de continuidade na queda: 10,50% em 2027 e 9,88% em 2028.</p>
<p>A movimentação da Selic é o principal instrumento do Banco Central para o controle inflacionário. Quando a taxa é elevada, o crédito encarece e a poupança é estimulada, contendo a demanda. Já a redução dos juros tende a baratear o crédito e incentivar a produção e o consumo.</p>
<p><strong>PIB e câmbio estáveis</strong><br />
Enquanto as projeções para inflação e juros sofreram alterações, as expectativas para a atividade econômica e para a moeda norte-americana mostram estabilidade.</p>
<p>Para o Produto Interno Bruto (PIB), o mercado mantém há cinco semanas a projeção de crescimento de 1,80% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a estimativa é de uma expansão de 2%.</p>
<p>No câmbio, as projeções estão congeladas há 13 semanas consecutivas. A expectativa é que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que deve se repetir em 2027. Para 2028, a projeção é de uma leve alta, com a moeda chegando a R$ 5,52.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro eleva projeção do PIB para 2,25% em 2025</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-eleva-projecao-do-pib-para-225-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 14:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para 2026, projeção da inflação variou de 4,17% para 4,16%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,16% para 2,25%. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,78% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,84% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,43% para 4,4% este ano.</p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,17% para 4,16%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>Pela quarta semana seguida, a previsão foi reduzida, após a divulgação do resultado da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o IBGE. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação foi de 0,56%.</p>
<p>Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.</p>
<p>Na próxima quarta-feira (10), o IBGE divulga o IPCA de novembro.</p>
<p><strong>Juros básicos</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início do mês passado.</p>
<p>No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. No Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão altos por bastante tempo.</p>
<p>O Copom faz a última reunião do ano nesta terça (9) e quarta-feira (10), e a estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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		<item>
		<title>Preços da indústria caem pelo 9º mês seguido com forte recuo nos alimentos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/precos-da-industria-caem-pelo-9o-mes-seguido-com-forte-recuo-nos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 18:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPP]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice registrou baixa de 0,48% em outubro, acumulando retração de 4,33% no ano. Produtos químicos e alimentos foram determinantes para o resultado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços da indústria nacional registraram queda de 0,48% em outubro de 2025 na comparação com setembro, marcando a nona taxa negativa consecutiva do setor. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Índice de Preços ao Produtor (IPP), indicador que mede a variação dos preços de produtos na &#8220;porta de fábrica&#8221;, sem considerar impostos e fretes.</p>
<p>Com o resultado de outubro, o IPP acumula uma redução de 4,33% no ano e de 1,82% nos últimos 12 meses. A atual sequência de quedas ocorre após um período de 12 resultados positivos consecutivos registrados entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025. Em setembro deste ano, a retração havia sido de 0,24%.</p>
<p><strong>Influência dos setores</strong><br />
De acordo com o levantamento, 11 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações negativas de preço em outubro, alinhando-se ao índice geral da indústria. As variações mais intensas foram observadas em outros produtos químicos (-2,00%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,89%), metalurgia (1,80%) e calçados e produtos de couro (-1,60%).</p>
<p>Em termos de influência no resultado final do índice, o setor de alimentos foi o principal responsável pela queda, com um impacto de -0,36 ponto percentual (p.p.), seguido por outros produtos químicos (-0,16 p.p.). Em contrapartida, a metalurgia exerceu influência positiva de 0,11 p.p., registrando alta de 1,80% na passagem de setembro para outubro, o segundo resultado positivo seguido da atividade.</p>
<p><strong>Alimentos e safra</strong><br />
O setor de alimentos registrou sua sexta queda consecutiva, com recuo de 1,47% frente ao mês anterior. Segundo Alexandre Brandão, gerente de análise e metodologia do IBGE, o comportamento dos preços do açúcar VHP, impulsionado pelo período de safra da cana-de-açúcar, foi determinante para esse cenário.</p>
<blockquote><p><strong>“Impactam ainda negativamente a comparação entre outubro e setembro os preços de leite e carnes bovinas frescas, o primeiro pela maior captação de leite nas bacias leiteiras, portanto, pelos menores custos de aquisição de matéria-prima. No caso da carne bovina, a justificativa das empresas oscilou entre uma menor demanda e a aplicação de descontos pontuais”,</strong> explica Brandão.</p></blockquote>
<p>O gerente ressalta ainda que o acumulado no ano (-4,33%) é o segundo menor já registrado para um mês de outubro desde o início da série histórica em 2014. “É o setor alimentício que mais influencia o resultado. Da variação de -4,33%, -2,43 p.p. são explicados pelo movimento de preços dos alimentos”, destaca.</p>
<p><strong>Fatores econômicos e câmbio</strong><br />
Além da sazonalidade das safras de cana-de-açúcar, soja e arroz, o câmbio desempenhou papel relevante na formação dos preços ao longo do ano. Brandão observa que, apesar da desvalorização do real frente ao dólar na passagem de setembro para outubro (0,3%), houve uma apreciação da moeda brasileira de 11,7% nos primeiros dez meses de 2025.</p>
<p>Outros setores que impactaram o resultado acumulado do ano incluem as indústrias extrativas, afetadas pelos preços internacionais do óleo bruto de petróleo e minério de ferro, e o refino de petróleo, que acompanhou o recuo dos preços dos derivados no mercado mundial.</p>
<p><strong>Grandes categorias econômicas</strong><br />
Na análise pelas grandes categorias econômicas, a variação de preços entre setembro e outubro repercutiu da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Bens de capital (BK): alta de 0,19%.</li>
<li>Bens intermediários (BI): queda de 0,65%, sendo a principal influência negativa no índice geral (-0,35 p.p.).</li>
<li>Bens de consumo (BC): queda de 0,38%.</li>
</ul>
<p>Dentro dos bens de consumo, os duráveis apresentaram leve alta de 0,06%, enquanto os semiduráveis e não duráveis recuaram 0,46%.</p>
<p>O IPP investiga os preços recebidos por produtores em cerca de 2.100 empresas, sinalizando tendências inflacionárias de curto prazo no país. A próxima divulgação, referente aos dados de novembro, está prevista para 16 de janeiro.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz para 4,72% previsão de inflação em 2025</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-para-472-previsao-de-inflacao-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 13:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[projeções]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim Focus manteve projeções para PIB, dólar e Selic</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos quatro itens que compõem o Boletim Focus, três mantiveram suas projeções para 2025 estáveis: Produto Interno Bruto, câmbio e taxa básica de juros (Selic). A única variação apresentada nas expectativas do mercado financeiro foi relativa à inflação oficial do país, que recuou para 4,72%.</p>
<p>Há uma semana, as expectativas eram de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, que mede a inflação do país) fecharia o ano em 4,80%. Há quatro semanas, as projeções estavam em 4,83%.</p>
<p>Para os anos subsequentes, as projeções do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se mantêm estáveis há semanas tanto para 2026 (4,28%), como para 2027 (3,9%). O Boletim Focus foi divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central.</p>
<p>A estimativa de inflação para 2025 se mantém acima do teto da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p><strong>IBGE</strong><br />
Segundo a prévia da inflação oficial do país, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em setembro os preços aumentaram 0,48%. O resultado se deve principalmente à alta no preço da energia elétrica.</p>
<p>Com isso, no acumulado de 12 meses (finalizado em setembro), o IPCA chegou a 5,17%, ainda que, no mês anterior, o índice tenha ficado negativo, em -0,14% – o que caracteriza situação de deflação, quando os preços recuam, ficando mais baratos.</p>
<p>A prévia da inflação mostra que os preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p. Em agosto, a queda foi 0,53%.</p>
<p><strong>Selic</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Este é o mesmo percentual projetado pelo Focus há 16 semanas consecutivas.</p>
<p>Para os anos de 2026 e 2027, o Boletim Focus projeta redução dessa taxa para 12,25% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p><strong>Incertezas</strong><br />
As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic. De acordo com o Copom, a taxa de juros atual deverá ser mantida “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB</strong><br />
Estabilidade também com relação às expectativas do mercado financeiro para a economia do país. Segundo o Boletim Focus, pela quinta semana consecutiva espera-se que o Produto Interno Bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos no país brasileiro feche o ano de 2025 com um crescimento de 2,16%.</p>
<p>Para 2026, há quatro semanas seguidas o mercado projeta um crescimento econômico de 1,80%. Já para o ano de 2027, as projeções de crescimento caíram de 1,90% para 1,83%, da semana passada para a atual.</p>
<p><strong>Câmbio</strong><br />
O dólar deverá custar R$ 5,43 ao final de 2025, segundo projeta o mercado. Há quatro semanas, as expectativas eram de que a moeda norte-americana estaria sendo comercializada a R$ 5,50.</p>
<p>Para o final de 2026, as expectativas são, pela terceira semana consecutiva, de queda na cotação da moeda dos Estados Unidos. Há quatro semanas, as projeções do mercado estava em R$ 5.60. Já para 2027, as projeções são de que o dólar feche o ano a R$ 5,51. Há quatro semanas, as projeções estavam em R$ 5,60.</p>
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