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	<title>Dólar - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Dólar - Em Dia ES</title>
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		<title>Queda do dólar impulsiona gastos de brasileiros no exterior a patamar recorde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/queda-do-dolar-impulsiona-gastos-de-brasileiros-no-exterior-a-patamar-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Investimentos estrangeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despesas em viagens internacionais ultrapassam US$ 6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o maior valor em quase 30 anos. Indicadores econômicos também apontam alta na confiança do consumidor e redução do déficit externo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gastos de brasileiros em viagens e compras no exterior registraram o valor recorde de US$ 6,04 bilhões no primeiro trimestre de 2026, impulsionados pela queda acumulada na cotação do dólar ante o real. Os dados, divulgados pelo Banco Central (BC) na manhã desta sexta-feira (24), representam o maior patamar para os três primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 1995. O cenário reflete a desvalorização da moeda norte-americana e ocorre em paralelo a um avanço na confiança do consumidor no mercado doméstico.</p>
<p><strong>O impacto do câmbio nas viagens</strong><br />
O montante gasto fora do país entre janeiro e março deste ano representa um crescimento de 21,9% na comparação com o mesmo período de 2025, quando as despesas somaram US$ 4,96 bilhões. Apenas no mês de março, o volume totalizou US$ 1,99 bilhão, consolidando um recorde histórico para o mês.</p>
<p>A alta nas despesas ocorre em um momento de recuo do dólar, o que barateia custos cotados em moeda estrangeira, como passagens, hotéis e serviços. No acumulado do ano, a divisa norte-americana registra queda superior a 8,8%. Apesar de ter fechado a última quinta-feira (23) cotada a R$ 5,00, a primeira vez acima desse patamar em duas semanas, a percepção do mercado indica que as tensões no Oriente Médio favorecem o Brasil. A avaliação é de que o país, por ser exportador de petróleo, atrai a entrada de divisas, o que contribui para a valorização do real.</p>
<p>Em meio a esse cenário cambial, o Banco Central informou que não aceitou nenhuma proposta nos dois leilões simultâneos realizados na manhã desta sexta-feira. A instituição havia ofertado US$ 1 bilhão para venda à vista e 20.000 contratos (US$ 1 bilhão) de swap cambial reverso.</p>
<p><strong>Contas externas e investimentos diretos</strong><br />
Além do aumento em viagens, o Banco Central detalhou o desempenho do setor externo. O déficit das contas externas brasileiras recuou 10,76% no primeiro trimestre, registrando um saldo negativo de US$ 20,27 bilhões na conta de transações correntes, ante um rombo de US$ 22,71 bilhões no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Considerando apenas o mês de março, entretanto, o déficit em transações correntes foi de US$ 6,036 bilhões, superando a expectativa de US$ 5,489 bilhões do mercado financeiro. Esse resultado mensal foi composto por um superávit de US$ 5,620 bilhões na balança comercial, um déficit de US$ 4,785 bilhões na conta de serviços e um rombo de US$ 7,384 bilhões na conta de renda primária. No acumulado de 12 meses, o déficit externo totaliza o equivalente a 2,71% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>Os investimentos estrangeiros diretos (IED) registraram uma leve queda no período. O país recebeu US$ 21,03 bilhões no primeiro trimestre de 2026, contra US$ 23,04 bilhões no mesmo intervalo de 2025. Apenas em março, os investimentos somaram US$ 6,037 bilhões, valor abaixo da projeção de US$ 7 bilhões. Segundo o BC, mesmo com a retração, os recursos foram suficientes para financiar o déficit em transações correntes registrado no início do ano.</p>
<p><strong>Confiança do consumidor avança</strong><br />
Internamente, a percepção sobre a economia apresenta sinais de melhora. Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (24) mostram que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 1 ponto em abril, atingindo 89,1 pontos, o nível mais elevado desde dezembro do ano passado.</p>
<p>O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, chegando a 85,3, puxado pela avaliação da situação financeira atual das famílias, que atingiu o maior patamar desde fevereiro de 2020 (76,0 pontos). O Índice de Expectativas (IE) também registrou alta, com acréscimo de 0,2 ponto, alcançando 92,3 pontos.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Houve melhora da avaliação sobre a situação financeira das famílias, sobretudo dos consumidores da faixa de renda mais baixa, que recebem até R$ 2.100,00 no mês&#8221;,</strong> explicou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.</p></blockquote>
<p>A especialista pontuou os fatores que justificam o otimismo.<strong> &#8220;A inflação mais baixa e um mercado de trabalho robusto têm sido fatores primordiais para uma avaliação menos pessimista dos consumidores, mas nos últimos meses a isenção do imposto de renda pode ter representado um alívio pontual para as famílias de menor renda”,</strong> concluiu.</p>
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		<title>Suprema Corte dos EUA barra tarifas e impõe derrota à agenda econômica de Trump</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/suprema-corte-dos-eua-barra-tarifas-e-impoe-derrota-a-agenda-economica-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[economia global]]></category>
		<category><![CDATA[exportações brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Suprema Corte dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por 6 votos a 3, tribunal decide que lei de emergência nacional não permite a criação de taxas. Decisão afeta o comércio global, invalida parte das cobranças sobre o Brasil e atinge um montante estimado em mais de US$ 175 bilhões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta sexta-feira (20), que o presidente americano Donald Trump excedeu sua autoridade ao impor uma série de tarifas que prejudicaram o comércio global. A resolução derrubou parte das sobretaxas aplicadas a países como Brasil, México e Canadá, rejeitando o uso de uma legislação de emergência nacional para esse fim. Com a medida, o tribunal bloqueia uma ferramenta fundamental que vinha sendo utilizada pelo chefe do Executivo para implementar sua agenda econômica e diplomática.</p>
<p><strong>A decisão e a legislação de emergência</strong><br />
O órgão judiciário, que possui maioria conservadora, tomou a decisão por 6 votos a 3, impondo uma derrota à atual administração. O entendimento da maioria dos integrantes da corte foi de que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) “não autoriza o presidente a impor tarifas”.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos não fornece dados oficiais sobre a arrecadação oriunda dessas tarifas desde o dia 14 de dezembro. No entanto, economistas do Penn-Wharton Budget Model estimam que o valor total arrecadado pelo governo americano com as taxas cobradas exclusivamente com base na IEEPA seja superior a US$ 175 bilhões.</p>
<p><strong>Impactos no Brasil e no comércio global</strong><br />
A rejeição das tarifas abrangentes do presidente Donald Trump possui implicações importantes para a economia global e pode beneficiar países do mundo inteiro. Embora a decisão da Suprema Corte derrube parte do tarifaço imposto sobre os produtos do Brasil, do México e do Canadá, existem exceções nas relações comerciais.</p>
<p>A determinação judicial não afeta as tarifas setoriais específicas que Trump impôs separadamente sobre as importações de aço, alumínio e de vários outros produtos, como é o caso das taxas aplicadas ao mercado brasileiro.</p>
<p>Historicamente recente, o impacto tarifário americano foi expressivo para diversos parceiros comerciais. Apenas no ano passado, as chamadas tarifas recíprocas impostas pelo governo dos Estados Unidos atingiram o Brasil e a Índia na marca de até 50%, enquanto a China chegou a ser tarifada em 145%.</p>
<p><strong>O que acontece com a derrota de Trump?</strong><br />
Com a decisão da Suprema Corte de considerar as tarifas ilegais, a cobrança deve ser suspensa imediatamente. No entanto, isso não significa uma devolução automática dos valores que o governo americano já arrecadou. Segundo Jackson Campos, especialista em comércio exterior, o caminho para o ressarcimento é complexo.</p>
<blockquote><p><strong>“Parte das tarifas já recolhidas pode ser reembolsada, mas isso depende de ações administrativas e judiciais individuais das empresas”,</strong> afirma Campos. Na prática, as companhias que pagaram as sobretaxas precisarão ingressar com pedidos específicos para tentar recuperar o capital.</p></blockquote>
<p>O próprio Donald Trump já havia alertado para o impacto financeiro de uma eventual derrota judicial. Em postagem na rede social Truth Social na última segunda-feira, o presidente afirmou que uma decisão contrária poderia obrigar os EUA a devolver centenas de bilhões de dólares, gerando um cenário de “completo caos”.</p>
<p><strong>Reflexos no mercado e no câmbio</strong><br />
Para o mercado financeiro, a invalidação do &#8220;tarifaço&#8221; tende a enfraquecer o dólar globalmente.<strong> “Sem a pressão inflacionária das tarifas, o Fed (Banco Central dos EUA) ganha espaço para cortar juros, o que torna o dólar menos atrativo para os investidores”,</strong> explica Jackson Campos.</p>
<p>Com a moeda americana menos valorizada, os investidores tendem a buscar maior rentabilidade em mercados emergentes, como o Brasil. As principais consequências práticas esperadas são:</p>
<ul>
<li>Enfraquecimento do dólar no mercado internacional;</li>
<li>Aumento da entrada de capital em países emergentes;</li>
<li>Valorização do real frente à moeda americana;</li>
<li>Queda nas expectativas de juros no Brasil.</li>
</ul>
<p><strong>As tarifas acabam de vez?</strong><br />
Embora a decisão seja uma vitória para os exportadores, ela não elimina totalmente as incertezas. O governo Trump já sinalizou que pode buscar outras bases legais para manter o protecionismo, como alegar razões de segurança nacional ou práticas comerciais desleais de outros países.</p>
<blockquote><p><strong>“O principal efeito no curto prazo não é financeiro, mas a redução da insegurança jurídica”,</strong> avalia Campos. Para o especialista, a derrubada das taxas alivia a inflação e melhora a competitividade da indústria, embora cause perda de arrecadação e desgaste político interno para a Casa Branca.</p></blockquote>
<p><strong>O histórico do &#8220;tarifaço&#8221; sobre o Brasil</strong><br />
Para os produtores brasileiros, a decisão abre caminho para a retomada das exportações com preços previsíveis. Durante o período de vigência das taxas em 2025, os produtos nacionais enfrentaram três momentos críticos:</p>
<ul>
<li><strong>Abril</strong>: Implementação de uma taxa ampla de 10% sobre todos os produtos;</li>
<li><strong>Julho/agosto</strong>: Elevação da tarifa para até 50%, com exceção de uma lista de 700 itens;</li>
<li><strong>Novembro</strong>: Retirada da taxa de 10% e das sobretaxas de 40% para produtos específicos, como café, carnes e frutas, mantendo a pressão apenas sobre determinados setores.</li>
</ul>
<p><strong>Reação internacional</strong><br />
A União Europeia (UE) e o Reino Unido reagiram à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump, divulgada nesta sexta-feira (20).</p>
<p>Segundo um porta-voz da UE, o bloco está analisando &#8220;cuidadosamente&#8221; a decisão e vai continuar a defender tarifas mais baixas. <strong>&#8220;Mantemos contato próximo com o governo dos EUA, buscando esclarecimentos sobre as medidas que pretendem tomar em resposta a essa decisão&#8221;,</strong> disse o porta-voz à Reuters.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Empresas de ambos os lados do Atlântico dependem da estabilidade e previsibilidade nas relações comerciais. Por isso, continuamos a defender tarifas baixas e a trabalhar para reduzi-las&#8221;,</strong> acrescentou.</p></blockquote>
<p>Já o governo do Reino Unido afirmou que espera que sua posição comercial privilegiada com os EUA continue, mesmo após a derrubada das tarifas.<strong> &#8220;O Reino Unido foza das tarifas recíprocas mais baixas a nível mundial e, em qualquer cenário, esperamos que a nossa posição comercial privilegiada se mantenha&#8221;,</strong> disse o governo britânico em comunicado, reforçando que continuará a trabalhar com os americanos para<strong> &#8220;entender como a decisão afetará as tarifas para o Reino Unido e o resto do mundo&#8221;.</strong></p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 4,8%</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-48/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[projeções]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim Focus mantém estáveis projeções para PIB, em 2,16%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela segunda semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem com relação à inflação em 2025, passando dos 4,81 projetados há uma semana para 4,80%, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central.</p>
<p>Há quatro semanas, o mercado trabalhava com uma projeção de 4,85% no ano, para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país). Para os anos subsequentes, projeta inflação de 4,28% em 2026; e de 3,90% em 2027.</p>
<p>A estimativa para 2025 ainda está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A prévia da inflação oficial de setembro ficou em 0,48%, impactada principalmente pelo preço da energia elétrica. Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em -0,14%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,32%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A prévia da inflação mostra que os preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p. Em agosto, a queda foi 0,53%.</p>
<p><strong>Selic</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Este é o mesmo percentual projetado pelo Focus há 15 semanas consecutivas.</p>
<p>As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic, na última reunião</p>
<p>De acordo com a última ata divulgada, a taxa de juros atual deverá ser mantida “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</p>
<p>Para os anos de 2026 e 2027, o mercado projeta redução dessa taxa para 12,25% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB</strong><br />
Já com relação à economia, o mercado financeiro mantém, há quatro semanas a mesma projeção para 2025, de um Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país) em 2,16%.</p>
<p>Para os anos subsequentes, as projeções também se mantiveram estáveis, mas por três semanas consecutivas, em 1,80% para 2026; e em 1,90% em 2027.</p>
<p><strong>Dólar</strong><br />
Com relação ao câmbio, o Boletim Focus trabalha com a expectativa de queda na cotação do dólar. O mercado financeiro projeta que a moeda norte-americana fechará 2025 cotada a R$ 5,45.</p>
<p>Na edição anterior do boletim, publicada há uma semana, a expectativa era de que o dólar fecharia o ano a R$ 5,48; e há quatro semanas a projeção estava em R$ 5,55. Para 2026, o mercado trabalha com uma cotação do dólar a R$ 5,53; e para 2024, a R$ 5,56.</p>
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		<title>Bolsa bate recorde e dólar cai após STF condenar Bolsonaro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/bolsa-bate-recorde-e-dolar-cai-apos-stf-condenar-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 20:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
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		<category><![CDATA[juros EUA]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Influenciado por dados econômicos nos EUA e no Brasil, além da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Ibovespa atinge a máxima histórica de 143.150 pontos enquanto a moeda americana fecha no menor valor em um mês</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/bolsa-bate-recorde-e-dolar-cai-apos-stf-condenar-bolsonaro/">Bolsa bate recorde e dólar cai após STF condenar Bolsonaro</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro brasileiro registrou um dia de otimismo nesta quinta-feira (11), com o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), atingindo um novo recorde nominal histórico de fechamento, e o dólar comercial recuando para o menor patamar em um mês. A valorização da bolsa e a queda da moeda americana foram impulsionadas por uma combinação de fatores, incluindo a expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, sinais de desaceleração da economia brasileira e a repercussão da <strong><a href="https://emdiaes.com.br/politica/stf-forma-maioria-e-condena-bolsonaro-por-tentativa-de-golpe-de-estado/">condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</a></strong></p>
<p>O Ibovespa encerrou o dia com uma alta de 0,56%, alcançando 143.150,03 pontos, o terceiro recorde de fechamento em um intervalo de apenas 12 dias. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 144 mil pontos. Já o dólar comercial fechou em R$ 5,392, uma queda de 0,27%, atingindo o valor mais baixo desde 12 de agosto de 2025. A cotação da moeda variou entre a mínima de R$ 5,374 e a máxima de R$ 5,425.</p>
<p><strong>Cenário externo e juros nos EUA</strong><br />
A atenção dos investidores globais esteve voltada para os Estados Unidos. A divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), que mede a inflação do país, mostrou uma taxa anualizada de 2,9% em agosto, um leve aumento de 0,2 ponto percentual em relação a julho. Apesar da aceleração e de o índice permanecer acima da meta de 2% do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, o mercado reagiu positivamente.</p>
<p>O que consolidou a aposta em um corte dos juros nos EUA na próxima semana foi o dado sobre os pedidos de auxílio-desemprego. Foram registradas 263 mil novas solicitações, um número superior à estimativa de 235 mil. Para analistas, o aumento nos pedidos é mais uma evidência da desaceleração do mercado de trabalho americano.</p>
<p><strong><em>&#8220;Os dados de hoje sobre os pedidos de seguro-desemprego nos EUA vieram muito acima do esperado, confirmando que o mercado de trabalho está enfraquecendo, juntamente com a inflação mais ou menos em linha. Isso coloca os cortes do Fed em pauta&#8221;,</em></strong> afirmou Marco Oviedo, estrategista para a América Latina na XP. Atualmente, o intervalo dos juros no país está entre 4,25% e 4,50% ao ano. A perspectiva de queda nos juros americanos torna mercados emergentes, como o Brasil, mais atraentes para o capital estrangeiro em busca de maior rentabilidade.</p>
<p><strong>Economia brasileira e fatores internos</strong><br />
No Brasil, os indicadores econômicos também influenciaram o humor do mercado. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que as vendas do comércio varejista caíram 0,3% em julho, registrando a quarta queda mensal consecutiva. O dado reforça a percepção de que a atividade econômica está perdendo força, em parte devido ao patamar restritivo da taxa de juros, atualmente em 15%.</p>
<p>Na mesma linha, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2025, reduzindo a estimativa de 2,5% para 2,3%. Em relatório, o órgão afirmou haver<strong><em> &#8220;sinais de desaceleração&#8221;,</em> </strong>citando a moderação no crescimento de atividades cíclicas e a redução no ritmo de concessão de crédito.</p>
<p>Para Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de ações do BTG Pactual, essa dinâmica adiciona positividade à Bolsa.<strong><em> &#8220;Está se confirmando a cada indicador a sinalização que a Selic vai cair, e vai cair razoavelmente&#8221;,</em></strong> disse. A expectativa de juros mais baixos no futuro tende a beneficiar as empresas e, consequentemente, o mercado de ações.</p>
<p>O bom desempenho dos balanços corporativos no segundo trimestre também é apontado como um fator de atração para o investidor. <strong><em>&#8220;Um dos drivers (fatores) foram os resultados corporativos nas empresas. Mesmo com taxa de juro muito alta, vimos um dever de casa pelas empresas desde o ano passado, reportando resultados melhores&#8221;,</em></strong> avalia Gustavo Bertotti, responsável pela renda variável na Fami Capital.</p>
<p><strong>Fator político no radar</strong><br />
A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, pela 1ª turma do STF por liderar uma tentativa de golpe de Estado, entrou no radar dos agentes financeiros. A decisão, que pode impactar o cenário para as eleições presidenciais de 2026, foi um dos elementos monitorados durante o pregão.</p>
<p>No final da tarde, o mercado também reagiu à divulgação de uma pesquisa Datafolha, que mostrou um crescimento na avaliação positiva do governo Lula, que subiu quatro pontos percentuais, para 33%. O Ibovespa chegou a perder parte de sua força após a publicação dos dados. Para Gustavo Bertotti, da Fami Capital, o cenário político deve ganhar cada vez mais peso nas decisões dos investidores. <strong><em>&#8220;O mercado hoje está lendo muito as questões políticas e vai começar a fazer preço. E isso vai trazer volatilidade no curto prazo&#8221;</em></strong>, afirmou.</p>
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		<title>Real é a terceira moeda que mais se desvalorizou com tarifaço</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/real-e-a-terceira-moeda-que-mais-se-desvalorizou-com-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moedas da Líbia e da Colômbia lideram, segundo levantamento da agência classificadora de risco Austin Rating</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O real desvalorizou 5,1% frente ao dólar desde o anúncio de tarifas recíprocas anunciadas pelos Estados Unidos em 2 de abril. Diante desse desempenho, o real é a terceira moeda que mais perdeu valor no período.</p>
<p>O ranking foi elaborado pela agência classificadora de risco Austin Rating, com base em taxas de câmbio de referência Ptax, divulgadas pelo Banco Central (BC). O levantamento considera 118 países.</p>
<p>Em primeiro lugar, aparecem as moedas dinar da Líbia (-13,2%) e o peso colombiano (-5,8%). De acordo com o ranking, moedas de 58 países se desvalorizaram no período.</p>
<p>O dólar fechou na última terça-feira (8) em R$ 5,99. Foi o maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano, quando encerrou a R$ 6,0313. A divisa chegou a bater R$ 6 na máxima.</p>
<p>O impacto observado no Brasil também tem relação com sua proximidade com a China. O país asiático está travando uma guerra comercial com os Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 32 países observaram suas moedas se valorizarem frente ao dólar. Franco suíço (3%), iene (2%), peso da República Dominicana (1,7%) e rúpia (1,4%) registraram as maiores altas.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="https://emdiaes.com.br/economia/trump-impoe-tarifas-sobre-importacoes-e-brasil-pode-recorrer-a-omc/">Trump impõe tarifas sobre importações e Brasil pode recorrer à OMC</a></p>
<p><a href="https://emdiaes.com.br/politica/senado-aprova-retaliacao-comercial-as-vesperas-de-tarifaco-de-trump/">Senado aprova retaliação comercial às vésperas de tarifaço de Trump</a></p>
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		<item>
		<title>Dólar atinge R$ 6 após vitória de Donald Trump nas eleições dos EUA</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/dolar-atinge-r-6-apos-vitoria-de-donald-trump-nas-eleicoes-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 16:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleição de Donald Trump pressiona o dólar e acende alerta para inflação e juros no Brasil, enquanto especialistas veem possibilidade de moeda americana seguir em alta nos próximos meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dólar turismo alcançou o patamar de R$ 6 na manhã desta quarta-feira (6), refletindo a<strong> <a href="https://emdiaes.com.br/politica/donald-trump-e-eleito-presidente-dos-estados-unidos/">vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.</a></strong> A valorização da moeda americana, que vinha sendo impulsionada pelas pesquisas favoráveis ao candidato nas últimas semanas, seguiu a tendência de alta com o resultado eleitoral. Especialistas acreditam que o avanço deverá continuar, impactando diretamente o Brasil, que pode enfrentar elevação da inflação e novas altas nos juros.</p>
<p>Por volta das 11h30, o dólar comercial, usado em transações entre empresas, registrava alta de 0,64%, sendo cotado a R$ 5,783. Já o dólar turismo, que serve como referência para o câmbio de viagens, subia 1,26% e era vendido a R$ 6,051. A vitória de Trump, pautada em políticas de viés protecionista, sugere um dólar forte nos próximos meses, o que tem movimentado o mercado global.</p>
<p><strong><em>“Essas políticas têm o potencial de aumentar o déficit fiscal dos EUA e pressionar as taxas de juros no país”,</em> </strong>explicou Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos. Durante a campanha eleitoral, Trump afirmou que pretende aumentar impostos sobre importações, com o objetivo de reduzir a dependência de produtos estrangeiros, uma estratégia que, segundo economistas, impulsionaria o valor do dólar frente a outras moedas.</p>
<p><strong>Movimento do mercado internacional</strong><br />
O fortalecimento do dólar não é exclusivo no Brasil. No mercado internacional, a moeda americana também teve elevação em relação a outras divisas: subiu 1,8% ante o iene japonês, 2,1% frente ao euro e 1,1% em comparação ao dólar australiano. Desde que Trump começou a ganhar espaço nas pesquisas, investidores estrangeiros têm antecipado a compra de ativos em dólares, diante das expectativas de elevação nos rendimentos da renda fixa americana.</p>
<p>O cenário atual se assemelha ao que os especialistas têm apelidado de “Trump Trade”. A expressão reflete o movimento de investidores que buscam ativos denominados em dólar para resguardar seu capital, intensificando a valorização da moeda americana. Nas últimas semanas, essa aposta foi uma das principais forças por trás da alta do dólar em relação a outras divisas.</p>
<p><strong>Histórico de alta do dólar</strong><br />
A última vez em que o dólar comercial se aproximou dos R$ 6 foi em 13 de maio de 2020, no auge da pandemia de Covid-19, quando fechou a R$ 5,90. Na última sexta-feira (1º), o dólar já havia encerrado o pregão em R$ 5,87, segundo maior valor nominal da história, impulsionado por incertezas em relação ao futuro econômico global.</p>
<p><strong>Perspectivas para o Brasil</strong><br />
A tendência de alta do dólar acende um alerta para a economia brasileira, que já enfrenta desafios internos. De acordo com analistas, a moeda americana pode continuar se valorizando até o final de 2024, atingindo o patamar de R$ 6, a depender das políticas implementadas pelo governo Trump e das questões fiscais locais. A incerteza quanto ao orçamento brasileiro de 2026 também tem influenciado a valorização do dólar. Desde a última sexta-feira (1º), o mercado aguarda informações sobre os cortes de despesas planejados pelo governo federal.</p>
<p>Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com ministros para discutir o pacote de ajuste fiscal. Participaram das conversas Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos). Até o momento, porém, não há um plano finalizado.</p>
<p><strong>Declarações de Fernando Haddad</strong><br />
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou sobre o impacto das declarações de Trump no cenário econômico global.<strong><em> “O dia amanheceu mais tenso no mundo”,</em> </strong>disse Haddad, referindo-se às propostas protecionistas defendidas pelo presidente eleito dos EUA. Apesar do tom incisivo de Trump durante a campanha, Haddad demonstrou cautela e espera que as ações no governo sejam mais moderadas. <strong><em>“As coisas às vezes não se traduzem da maneira como foram anunciadas e o discurso [de Trump] após os primeiros resultados já é mais moderado do que o da campanha”,</em> </strong>observou Haddad, acrescentando que o Brasil deve concentrar-se em <strong><em>“cuidar da nossa casa”.</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro prevê inflação de 4,22% para 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-preve-inflacao-de-422-para-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 14:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa de crescimento do PIB sobe de 2,2% para 2,23%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou pela quinta semana consecutiva, passando dos 4,2% projetados na semana passada para 4,22%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), tendo por base as expectativas de instituições financeiras. O IPCA é considerado a inflação oficial do país.</p>
<p>A expectativa para 2025 apresentou queda, na comparação com a semana passada, situando-se em 3,91%. Há uma semana, ela estava em 3,97%. Para 2026, se manteve estável em 3,6%.</p>
<p>No caso da estimativa para o ano corrente, ela se encontra acima da meta de inflação, que é 3%. Porém, dentro da margem de tolerância, que é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é de 1,5%; e o superior, de 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o Conselho Monetário Nacional (CMN) não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p><strong>PIB</strong><br />
O mercado financeiro melhorou as expectativas relacionadas ao Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país. Na semana passada, o crescimento projetado para 2024 estava em 2,2%. Nesta semana, aumentou para 2,23%. Para 2025, as expectativas de crescimento do PIB está em 1,89%, abaixo dos 1,92% projetados há uma semana. E para 2026, estável há 54 semanas em 2%.</p>
<p>Superando as projeções, em 2023 a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento foi 3%.</p>
<p><strong>Selic e dólar</strong><br />
Com relação à taxa básica de juros (Selic), as expectativas se mantêm estáveis há 9 semanas, em 10,50% para 2024. Para 2025, subiu dos 9,75% projetados há uma semana, ficando em 10%; e em 2026, estável há 14 semanas em 9%. A Selic é o principal instrumento adotado pelo BC para alcançar a meta de inflação.</p>
<p>Em julho, puxado principalmente pelo preço da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a inflação do país foi 0,38%, após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.</p>
<p>Já as expectativas relacionadas ao câmbio projetam que o dólar chegará ao final de 2024 cotado a R$ 5,31, valor ligeiramente mais alto do que o projetado na semana passada (R$ 5,30). Para 2025 e 2026, o mercado financeiro mantém estáveis as projeções, em R$ 5,30 e R$ 5,25, respectivamente.</p>
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		<item>
		<title>Copom interrompe cortes e mantém juros básicos em 10,5% ao ano</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/copom-interrompe-cortes-e-mantem-juros-basicos-em-105-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 09:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim das reduções da Taxa Selic era esperado pelo mercado financeiro</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alta recente do dólar e o aumento das incertezas econômicas fizeram o Banco Central (BC) interromper o corte de juros iniciado há quase um ano. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 10,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .</p>
<p>A manutenção ocorre após o Copom reduzir a Selic por sete vezes seguidas. Na última reunião, em maio, a velocidade dos cortes diminuiu. De agosto do ano passado até março deste ano, o Copom tinha reduzido os juros básicos em 0,5 ponto percentual a cada reunião. Em maio, a taxa tinha sido cortada em 0,25 ponto percentual.</p>
<p>Diferentemente da última reunião, que teve um placar dividido, a decisão ocorreu por unanimidade. Em comunicado, o Copom justificou que decidiu interromper o ciclo de queda dos juros por causa do cenário global incerto e porque a alta da inflação doméstica e as expectativas “desancoradas” exigem maior cautela</p>
<blockquote><p><strong>“Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo maior do que o esperado. A inflação cheia ao consumidor tem apresentado trajetória de desinflação, enquanto medidas de inflação subjacente se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes”</strong>, destacou o texto.</p></blockquote>
<p>Segundo o Copom, a conjuntura atual está marcada por uma desinflação mais lenta que o esperado, um cenário global desafiador e a desancoragem das expectativas de inflação pelo mercado financeiro. A situação atual, destacou o comunicado, “demanda serenidade e moderação na condução da política monetária”.</p>
<p>A taxa está no menor nível desde fevereiro de 2022, quando estava em 9,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas, quando começou a ser reduzida.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic estava em 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,46%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos puxaram o indicador após as enchentes no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,93% em 12 meses, cada vez mais distante do centro da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2024 em 3,5%. A estimativa, no entanto, foi divulgada antes da alta do dólar e das enchentes no Rio Grande do Sul. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,96%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,8%.</p>
<p><strong>Crédito mais barato</strong><br />
A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2024.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,08% do PIB em 2024.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
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		<item>
		<title>Dólar supera R$ 4,50 pela 1ª vez por medo de expansão do coronavírus</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/d0lar-supera-r-450-pela-1-vez-por-medo-de-expansao-do-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 21:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://site.emdiaes.com.br/sem-categoria/d0lar-supera-r-450-pela-1-vez-por-medo-de-expansao-do-coronavirus/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Às 12h46, o dólar avançava 0,87%, a R$ 4,4828 na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro subia 0,80%, a R$ 4,4865 O dólar renovou mais uma vez sua máxima histórica nesta quinta-feira, 27, superando os R$ 4,48 pela primeira vez, na sétima sessão consecutiva de valorização, em meio a temores sobre a expansão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Às 12h46, o dólar avançava 0,87%, a R$ 4,4828 na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro subia 0,80%, a R$ 4,4865</b></font></span></div>
<div><font size="3">O dólar renovou mais uma vez sua máxima histórica nesta quinta-feira, 27, superando os R$ 4,48 pela primeira vez, na sétima sessão consecutiva de valorização, em meio a temores sobre a expansão do coronavírus.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Em tentativa de limitar a disparada do dólar, o Banco Central realizará leilão extraordinário de até 20 mil contratos de swap tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Na quarta-feira, 26, a moeda americana se aproximou de R$ 4,45 e terminou o pregão com valorização de 1,11% no mercado à vista, em novo recorde, cotado a R$ 4,4413, num movimento limitado pelos leilões de dólar anunciados pelo Banco Central.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Depois de recuar 7% na quarta, o Ibovespa chegou a cair mais de 2%, renovando mínimas e com recuo quase generalizado, com alta apenas de IRB (2,72%) e Carrefour (0,10%). Às 10h54 cedia 1,41%, aos 104.349,36 pontos. No mesmo horário, a moeda americana era cotada a R$ 4,4776, com alta de 0,81%.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Na Europa, as Bolsas caem entre 3,10% e 1,47%. Há informações de que a Alemanha considera lançar medidas de estímulo para amenizar os efeitos da epidemia de coronavírus. Em Nova York, os índices futuros perdem entre 1,53% e 1,275.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Dólar é negociado a R$ 4,20 e atinge o maior patamar da história</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/d0lar-e-negociado-a-r-420-e-atinge-o-maior-patamar-da-hist0ria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 12:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, a moeda americana já havia superado por duas vezes Pela quarta sessão seguida, o dólar comercial subiu ante o real nesta segunda-feira (18) e passou a ser negociado a R$ 4,206. É o maior patamar de fechamento da moeda norte-americana desde a criação do Plano Real, em 1994. A divisa superou os [&#8230;]</p>
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<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Na semana passada, a moeda americana já havia superado por duas vezes</b></font></span></div>
<div style="text-align: left;"><font size="3"><br /></font></div>
<div style="text-align: left;"><font size="3">Pela quarta sessão seguida, o dólar comercial subiu ante o real nesta segunda-feira (18) e passou a ser negociado a R$ 4,206. É o maior patamar de fechamento da moeda norte-americana desde a criação do Plano Real, em 1994.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A divisa superou os R$ 4,1957 registrados no dia 13 de setembro do ano passado, que era a maior cotação da moeda ante o real, após a variação de 0,3% nesta segunda-feira.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Na semana passada, o dólar já havia superado por duas vezes a segunda maior cotação desde a criação do Plano Real e já flertava com os R$ 4,20.</font></div>
</div>
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