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	<title>ApexBrasil - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>ApexBrasil - Em Dia ES</title>
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		<title>Governo envia acordo Mercosul-UE ao Congresso para acelerar vigência</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-envia-acordo-mercosul-ue-ao-congresso-para-acelerar-vigencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 12:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[ApexBrasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vice-presidente Geraldo Alckmin afirma que país busca ratificação rápida para contornar atraso gerado por decisão do Parlamento Europeu de judicializar o tratado e paralisar implementação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro anunciou, nesta quinta-feira (22), que encaminhará ao Congresso Nacional a proposta de adesão e internalização do acordo de parceria comercial entre o Mercosul e a União Europeia, assinado no último sábado (17). O objetivo do Palácio do Planalto é garantir a aprovação célere do texto por parte do parlamento brasileiro para pressionar pela vigência do tratado, em resposta à decisão do Parlamento Europeu de submeter a legalidade do documento a uma análise judicial, movimento que pode travar o processo no continente europeu.</p>
<p>Segundo o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve enviar o texto à Câmara dos Deputados nos próximos dias. A declaração ocorreu após reunião com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).</p>
<blockquote><p><strong>“O Brasil não vai parar. Vai continuar com o processo, encaminhando o pedido de internalização do acordo para o Congresso Nacional. Nosso objetivo é que não haja atraso”,</strong> afirmou Alckmin.</p></blockquote>
<p><strong>Impasse na Europa</strong><br />
A medida brasileira ocorre um dia após o Parlamento Europeu aprovar, na quarta-feira (21), uma proposta para solicitar ao Tribunal de Justiça da União Europeia um parecer jurídico sobre a legalidade do acordo. A decisão foi apertada, com 334 votos a favor, 324 contra e 11 abstenções.</p>
<p>Na prática, a iniciativa paralisa a implementação do tratado na Europa. Para entrar em vigor definitivamente, o texto precisa do aval dos parlamentos de 32 nações: os 27 países membros da União Europeia e os cinco sul-americanos (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia). O tribunal europeu costuma levar, em média, dois anos para emitir esse tipo de parecer.</p>
<p>Alckmin classificou a decisão europeia como um obstáculo superável. <strong>“Houve um percalço, mas vamos superá-lo. Isso não depende de nós. Se dependesse, já estava tudo bem acelerado. Mas vamos contribuir”,</strong> disse o vice-presidente.</p>
<p><strong>Estratégia de implementação provisória</strong><br />
A estratégia do governo brasileiro apoia-se na tese defendida por lideranças europeias favoráveis ao acordo, como o chanceler alemão Friedrich Merz. O plano é que, com a aprovação nos parlamentos do Mercosul, os termos do tratado possam ser implementados gradualmente e em caráter provisório (&#8220;vigência transitória&#8221;), enquanto a justiça europeia não emite o veredicto final.</p>
<p><strong>“Quanto mais rápido agirmos, melhor, pois entendo que isto ajudará para que haja uma vigência transitória enquanto há a discussão na área judicial”,</strong> argumentou Alckmin. Para o ministro, o momento é histórico e o acordo serve como contraponto a um cenário global de instabilidade geopolítica e protecionismo.</p>
<p>O senador Nelsinho Trad reforçou que o Congresso brasileiro deve priorizar a votação.<strong> “Eu sinto também, fazendo parte do Parlasul, que há uma harmonia no sentido de dar celeridade a toda essa tramitação junto aos demais parceiros do bloco”,</strong> afirmou o senador. Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), informou ter recebido garantias do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de que a análise será prioritária.</p>
<p><strong>Disputa de narrativas e impacto econômico</strong><br />
Jorge Viana reconheceu que a paralisação do processo após 26 anos de negociações gera &#8220;certa apreensão&#8221;, atribuindo a resistência na Europa a um forte lobby contra produtos nacionais. <strong>“Entendemos que este é um bom acordo para os dois lados, mas que enfrenta muita resistência porque há, na Europa, um lobby muito grande contra os produtos brasileiros”,</strong> disse Viana.</p>
<p>A ApexBrasil planeja liderar uma ação para promover a imagem do país no continente europeu.<strong> “O que há, de fato, é uma disputa de narrativa. E, por isto, vamos trabalhar a imagem do Brasil, disputar a opinião pública e o parlamento na Europa”,</strong> completou Viana.</p>
<p>Dados da ApexBrasil projetam que a implementação do livre comércio entre os blocos pode aumentar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões. A medida promoveria a diversificação da pauta exportadora, beneficiando setores como:</p>
<ul>
<li>Máquinas e equipamentos de transporte;</li>
<li>Motores e geradores de energia elétrica;</li>
<li>Autopeças (como motores de pistão);</li>
<li>Aeronaves;</li>
<li>Couro e peles;</li>
<li>Pedras de cantaria;</li>
<li>Indústria química.</li>
</ul>
<p>Estes setores seriam favorecidos pela redução imediata de tarifas prevista no acordo.</p>
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		<title>Brasil abre 500 novos mercados para o agro e prevê recorde histórico nas exportações</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brasil-abre-500-novos-mercados-para-o-agro-e-preve-recorde-historico-nas-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ApexBrasil]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 508 novos destinos liberados em três anos, governo projeta faturamento de US$ 345 bilhões em 2025. Setor de frutas e algodão se destaca na geração de empregos e renda</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor agropecuário brasileiro atingiu uma marca inédita com a abertura de 508 novos mercados internacionais entre 2023 e 2025. O feito foi oficializado nesta segunda-feira (15), em Brasília, durante cerimônia que reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e representantes do setor produtivo. Além da expansão comercial, o governo projeta um recorde histórico para a economia: as exportações devem alcançar US$ 345 bilhões e a corrente de comércio, US$ 629 bilhões até o fim deste ano.</p>
<p>O evento, que também marcou a inauguração da nova sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), serviu para reforçar o posicionamento estratégico do país. <strong>&#8220;A verdade é que a gente não tem competidor. Não existe hoje ninguém capaz de competir com a fartura de possibilidades que nós temos&#8221;,</strong> afirmou o presidente Lula, destacando a capacidade do país de gerar empregos e garantir segurança alimentar.</p>
<p>A abertura desses mais de 500 mercados envolveu negociações com mais de 80 países e deve gerar um impacto direto de US$ 3,4 bilhões para as empresas do setor. Segundo estimativas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o potencial total de exportação desses novos destinos supera US$ 37,5 bilhões por ano.</p>
<p><strong>Expansão agressiva e novos adidos</strong><br />
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, classificou o resultado como um &#8220;feito histórico&#8221;, ressaltando que o número de mercados abertos nos últimos três anos é mais que o dobro do registrado entre 2019 e 2022.<strong> &#8220;Coincidência não existe. O que existe é trabalho, diálogo e o Brasil abrindo portas no mundo. Em uma conta simples, trata-se de um novo mercado a cada dois dias&#8221;,</strong> explicou Fávaro.</p>
<p>Para sustentar esse crescimento, o Brasil ampliou sua força-tarefa diplomática, saltando de 29 para 40 adidos agrícolas que atuam diretamente no exterior, negociando com empresários locais e governos estrangeiros.</p>
<p>O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, enfatizou que o Brasil caminha para o recorde de exportações mesmo diante de um cenário global de desaceleração econômica e queda nos preços internacionais. <strong>&#8220;Não há país no mundo que tenha registrado crescimento forte e sustentável sem se abrir ao comércio exterior, sem priorizar as exportações e sem conquistar mercados&#8221;,</strong> avaliou Alckmin.</p>
<p><strong>Diversidade na pauta exportadora</strong><br />
Embora carnes e grãos continuem sendo carros-chefe, a pauta de exportações brasileiras mostra diversificação. Atualmente, os produtos nacionais chegam a 79 destinos em todos os continentes.</p>
<p>O setor de frutas, por exemplo, celebrou a abertura de 20 novos mercados. <strong>&#8220;Quem ganha com isso é o Brasil, é o produtor de frutas&#8221;,</strong> disse Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas. Já o segmento de algodão, do qual o Brasil é o maior exportador mundial com 33% do mercado, foca agora em transformar a produção em valor agregado. <strong>&#8220;O verdadeiro desafio é transformar produção em mercado&#8221;,</strong> pontuou Alessandra Zanotto, presidente da Abapa.</p>
<p>Outro destaque é o crescimento dos &#8220;pulses&#8221; (leguminosas) e gergelim. Caroline Dassoler, da Dassoler Agronegócio, revelou que as exportações de feijões cresceram 45% e as de gergelim, 49%, em comparação a 2024. <strong>&#8220;Nossos produtos passaram a estar presentes nas mesas de países como Costa Rica, Rússia, Peru e Líbano&#8221;,</strong> detalhou.</p>
<p><strong>Reconhecimento sanitário e tecnologia</strong><br />
A conquista do certificado de país livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal neste ano, foi citada como um diferencial competitivo crucial após 72 anos de combate à doença.</p>
<p>A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou que esses resultados são fruto direto do investimento em ciência<strong>. &#8220;Nada disso seria possível se não houvesse investimentos em ciência e tecnologia. A Embrapa é essa referência, ela foi a credibilidade dos produtores rurais&#8221;,</strong> afirmou. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, complementou citando a força da agricultura familiar na exportação de produtos como café, açaí, castanha e proteína animal.</p>
<p><strong>Casa nova para a ApexBrasil</strong><br />
A celebração dos resultados ocorreu simultaneamente à entrega da sede própria da ApexBrasil. O edifício Lotus 903, com projeto paisagístico de Burle Marx e 17 mil metros quadrados, substitui os imóveis alugados usados pela agência desde 2003. O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, informou que a agência apoiou um recorde de 20.754 empresas até outubro de 2025, com foco na descentralização para o Norte e Nordeste. <strong>&#8220;Essa conquista é fruto de uma atuação articulada entre ApexBrasil, Mapa, MRE, MDIC e o setor privado&#8221;,</strong> concluiu Viana.</p>
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		<title>Produtos do ES afetados pelo tarifaço de Trump podem ser levados para o mercado europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 21:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[tarifas de importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria com a ApexBrasil tem como objetivo diversificar mercados </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma articulação para garantir a participação de empreendedores capixabas na maior feira de alimentos e bebidas da Europa foi iniciada nesta quinta-feira (07). A medida, que busca uma parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil), tem como objetivo abrir novos mercados para produtos do agronegócio e de pescados do Espírito Santo que foram impactados pelo aumento de tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. A feira Anuga 2025 ocorrerá entre os dias 04 e 08 de outubro do próximo ano, na cidade de Colônia, na Alemanha.</p>
<p>A inclusão dos produtores do estado no evento faz parte de um conjunto de ações emergenciais estabelecidas pelo Comitê de Enfrentamento das Consequências do Aumento das Tarifas de Importação (CETAX). O comitê atua para promover a diversificação e a abertura de mercados alternativos considerados estratégicos.</p>
<p>Além disso, o grupo mantém negociações para ampliar a lista de produtos capixabas que podem receber isenção tarifária para exportação aos Estados Unidos, por meio de tratativas do Governo Federal. O CETAX também trabalha na revisão de normativas nacionais que restringem a competitividade das exportações do estado e do país.</p>
<p><strong>Redução de dependência</strong><br />
A busca por novos parceiros comerciais é vista como uma medida estratégica para diminuir a instabilidade gerada pelas atuais relações com o mercado norte-americano. A presença na feira europeia é considerada uma oportunidade para apresentar a qualidade da produção capixaba a um público comprador diversificado.</p>
<p><strong><em>&#8220;Em razão do tarifaço ficou evidente para todos nós que precisamos reduzir a dependência do mercado americano e isso se dá buscando novos mercados, novas rotas de comercialização. E um evento dessa importância é uma alternativa muito concreta para apresentar a qualidade da produção capixaba ao mundo, a outros mercados&#8221;,</em></strong> destacou o vice-governador, Ricardo Ferraço, que coordena o CETAX.<strong><em> &#8220;Tudo indica que a relação com os Estados Unidos vai continuar tensa, vai continuar instável. Essa redução da dependência é estratégica. Esse é o foco, novos mercados para o Espírito Santo&#8221;,</em> </strong>completou.</p>
<p><strong>Produtos e oportunidades</strong><br />
A lista de setores que o Governo do Espírito Santo pretende levar à Anuga 2025 inclui produtores de café, cacau, gengibre, mamão, macadâmia, ovos de galinha, carne de frango, pimenta-do-reino e pescado. A expectativa é que a visibilidade na feira possa, em curto prazo, favorecer o reposicionamento internacional e a geração de novos contratos comerciais para os produtos afetados pelas tarifas americanas.</p>
<p>A última edição da Anuga, um dos eventos mais importantes do setor no mundo, reuniu quase 8 mil expositores de 118 países e movimentou um volume de negócios de US$ 530 milhões.</p>
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