A comissão acusa a gestão do ministro de ineficiência na gestão das políticas de alfabetização, omissão no uso de R$ 1 bilhão resgatado pela Lava Jato
Um grupo de deputados, encabeçado por Tabata Amaral, irá ao STF para pedir o impeachment de Abraham Weintraub, ministro da educação do governo Bolsonaro, por crime de responsabilidade. Segundo os parlamentares, o pedido será baseado na radiografia feita no MEC por uma comissão da Câmara, que indicou paralisia no planejamento e na execução de políticas públicas por parte da pasta comandada por Weintraub.
A comissão acusa a gestão do ministro de ineficiência na gestão das políticas de alfabetização, omissão no uso de R$ 1 bilhão resgatado pela Lava Jato, falhas no Enem e inobservância do Plano Nacional de Educação.
Os deputados também criticam a atuação de Weintraub nas redes sociais –que, segundo eles, fere o princípio da impessoalidade e o “decoro, honra e dignidade da função”. Procurado pelo Estadão, o MEC ainda não se manifestou.


















