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	<title>Pesquisa - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Pesquisa - Em Dia ES</title>
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		<title>Datafolha: 51% dos brasileiros querem mulher e negro no STF, mas rejeição à corte bate recorde de 40%</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/datafolha-51-dos-brasileiros-querem-mulher-e-negro-no-stf-mas-rejeicao-a-corte-bate-recorde-de-40/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Datafolha]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela cobrança por mais diversidade para a atual vaga em aberto. Quase 60% do país desconhece a derrota do indicado de Lula no Senado em meio a escândalos e racha interno no tribunal</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio à pior crise de imagem de sua história recente e com uma cadeira vaga há sete meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou-se alvo de demandas demográficas e políticas por parte da população brasileira. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, realizada nos dias 12 e 13 de maio em 139 municípios do país, revelou que a maioria dos cidadãos considera prioritária a indicação de mulheres, negros e de pessoas com lealdade ao presidente da República para compor a corte.</p>
<p>Paralelamente, o levantamento demonstrou que a inédita derrota do governo Lula (PT) com a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, pelo Senado Federal, passou completamente despercebida por quase seis em cada dez brasileiros.</p>
<p>Os dados, registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00290/2026, possuem margem de erro de dois pontos percentuais e expõem um retrato paradoxal das expectativas nacionais em relação à mais alta instância do Judiciário brasileiro.</p>
<p><strong>O perfil desejado</strong><br />
Atualmente operando com dez magistrados desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, o STF conta com apenas uma mulher (Cármen Lúcia) e dois ministros que se declaram pardos (Kassio Nunes Marques e Flávio Dino) em sua composição. Diante desse cenário, a população demonstrou forte preferência por maior diversidade:</p>
<ul>
<li><strong>Mulheres</strong>: 51% consideram &#8220;muito importante&#8221; a escolha de uma mulher, e 18%, &#8220;um pouco importante&#8221;. Outros 27% afirmam não ser nada importante.</li>
<li><strong>Pessoas negras:</strong> 46% avaliam como &#8220;muito importante&#8221; e 16% como &#8220;um pouco importante&#8221; a indicação de uma pessoa negra. Para 34%, a condição não tem relevância.</li>
<li><strong>Religiosidade</strong>: 46% dos brasileiros julgam &#8220;muito importante&#8221; que a pessoa escolhida seja religiosa (característica associada a Jorge Messias, que é evangélico).</li>
</ul>
<p>A pesquisa também revelou contradições nas expectativas sobre o comportamento dos futuros ministros. Embora a Constituição exija &#8220;notável saber jurídico&#8221;, critério classificado como muito importante por 85% dos entrevistados, a visão política sobre a corte é ambígua. Enquanto 64% dizem esperar que os ministros sejam independentes de políticos e partidos, 51% consideram muito importante que o indicado tenha &#8220;lealdade total&#8221; ao presidente da República que o nomeou. Além disso, 47% veem como muito importante a afinidade política do magistrado com deputados e senadores.</p>
<p>A lealdade ao Executivo divide opiniões de acordo com a preferência eleitoral: o critério é visto como muito importante por 63% dos eleitores de Lula, contrastando com 45% entre os que preferem o senador Flávio Bolsonaro (PL).</p>
<p><strong>Desconhecimento sobre a derrota histórica no Senado</strong><br />
A vaga deixada por Barroso segue aberta após um evento que não ocorria desde 1894, no governo de Floriano Peixoto: a rejeição de um indicado ao STF. No dia 29 de abril, Jorge Messias obteve apenas 34 votos favoráveis, sendo barrado por 42 senadores (eram necessários 41 para a aprovação).</p>
<p>Apesar do peso institucional, o Datafolha aponta que 59% da população não ficou sabendo do episódio. O desconhecimento atinge 61% entre os eleitores de Lula, 50% entre os de Flávio Bolsonaro e 72% entre aqueles que pretendem anular ou votar em branco.</p>
<p><strong>Entre os 41% que tomaram conhecimento do fato:</strong></p>
<ul>
<li>53% afirmam que a rejeição deixou o governo mais fraco.</li>
<li>36% consideram que não houve interferência na força da gestão.</li>
<li>7% dizem que o governo ficou mais forte.</li>
</ul>
<p>A derrota foi patrocinada, em grande parte, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que tinha o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) como favorito, aliado à influência de alas ligadas ao bolsonarismo e parte do próprio STF. Durante a sabatina, o senador Sergio Moro (PL-PR) defendeu que a vaga fosse preenchida apenas pelo vencedor das eleições presidenciais deste ano, discurso rebatido pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) como uma tentativa de esvaziamento dos poderes presidenciais.</p>
<p>Mesmo com a barreira regimental do Senado, que impede uma nova indicação do mesmo nome no mesmo ano sob risco de deixar a corte desfalcada até 2027, o presidente Lula sinalizou a aliados a intenção de reenviar o nome de Messias.</p>
<p><strong>Crise de aprovação e racha interno</strong><br />
A disputa pela 11ª cadeira ocorre enquanto o Supremo Tribunal Federal atinge seu pior nível de aprovação, equiparando-se aos índices de dezembro de 2019 e dezembro de 2023. Segundo o Datafolha, 40% dos brasileiros avaliam o trabalho dos ministros como ruim ou péssimo, 34% como regular e apenas 22% o consideram ótimo ou bom.</p>
<p>A reprovação é acentuada nos recortes demográficos de maior renda (63% de rejeição entre os que ganham mais de dez salários mínimos), maior escolaridade (48% entre os que possuem ensino superior) e entre homens (45%, contra 36% das mulheres).</p>
<p>O desgaste atual é impulsionado pelo chamado &#8220;caso Master&#8221;, que expôs revelações envolvendo os ministros Dias Toffoli, que deixou a relatoria de um inquérito após a Polícia Federal apontar negócios entre fundos ligados ao Banco Master e uma empresa de sua família, e Alexandre de Moraes, após o vazamento de mensagens com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e contratos milionários envolvendo o escritório de sua esposa.</p>
<p>A situação agravou uma divisão interna na corte. De um lado, alinham-se Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin; do outro, o presidente do STF, Edson Fachin, e Cármen Lúcia. O grupo liderado por Moraes cobra de Fachin uma defesa institucional mais forte e pautas de repercussão, enquanto o presidente defende a criação de um código de conduta para mitigar a crise de imagem.</p>
<p>Politicamente, a avaliação do tribunal segue polarizada. A corte, que condenou Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, possui 50% de avaliação positiva entre os que aprovam a gestão Lula, contra 64% de avaliação negativa entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, que tem como promessa de campanha a ampliação da bancada no Senado visando o impeachment de ministros.</p>
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		<title>52% dos brasileiros são contra reduzir penas de condenados no 8 de janeiro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/52-dos-brasileiros-sao-contra-reduzir-penas-de-condenados-no-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[atos golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[condenados]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[pena]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PL da Dosimetria]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa Genial/Quaest revela que maioria dos entrevistados entendem que projeto foi aprovado para reduzir a pena de Jair Bolsonaro</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Genial/Quaest mostra que 52% dos brasileiros são contra reduzir as penas dos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Por outro lado, 39% se dizem a favor. O resultado retrata a opinião dos entrevistados nos dias 8 a 11 de maio, após o Congresso derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto da dosimetria.</p>
<p>Em dezembro de 2025, quando o Congresso aprovou o projeto de lei, os grupos contrários e favoráveis estavam empatados, com 46% cada.</p>
<p>A proposta foi vetada por Lula e o veto foi derrubado. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da lei até que a Corte analise ações que questionam a constitucionalidade da medida.</p>
<p>A pesquisa também mostra que 54% dos entrevistados entendem que o projeto foi aprovado para reduzir a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. Já 34% das pessoas dizem que a proposta passou com o objetivo de reduzir a pena de todos os condenados. Outros 12% não souberam opinar ou não responderam.</p>
<p>Em dezembro, 58% acreditavam que a dosimetria estava endereçada a Bolsonaro, contra 30% que acreditavam que a lei fora aprovada para beneficiar todos os envolvidos e 12% que não sabiam ou não opinaram.</p>
<p>O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos. Foram feitas 2.004 entrevistas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo inicia safra 2026 do gengibre com R$ 1,2 milhão para pesquisa e inovação</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/espirito-santo-inicia-safra-2026-do-gengibre-com-r-12-milhao-para-pesquisa-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gengibre]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria de jetibá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anúncio foi feito em Santa Maria de Jetibá durante a abertura oficial da colheita; recursos serão destinados a projetos de sustentabilidade e produtividade no campo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo realizou, nesta quarta-feira (13), a abertura oficial da safra 2026 do gengibre durante o Dia Especial da Cultura do Gengibre, em Santa Maria de Jetibá. O evento reuniu agricultores, técnicos, pesquisadores, autoridades e representantes do setor para apresentar tecnologias, práticas sustentáveis e perspectivas para uma das cadeias produtivas que mais crescem no agronegócio capixaba.</p>
<p>A programação aconteceu no Galpão Djalma Plaster, anexo à Igreja Luterana da Fé, na localidade de Caramuru, e contou com palestras técnicas, apresentação de novas variedades registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), além de conteúdos voltados ao controle biológico de pragas e doenças e à produção de bioinsumos nas propriedades rurais.</p>
<p>Durante o evento, foi anunciado investimento de R$ 1,2 milhão em quatro projetos estratégicos de pesquisa e extensão voltados ao fortalecimento da cultura do gengibre no Estado. As iniciativas terão como foco currículo de sustentabilidade, caracterização e seleção de genótipos para diferentes altitudes, nutrição em sistemas orgânicos e convencionais, além de sanidade vegetal e controle de doenças.</p>
<p>O secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, destacou a importância dos investimentos para ampliar a competitividade do gengibre capixaba no mercado internacional.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O gengibre é hoje uma das culturas mais estratégicas do agronegócio capixaba, com forte presença da agricultura familiar e grande relevância econômica para a região serrana. Esses investimentos em pesquisa e extensão vão fortalecer ainda mais a qualidade, a sustentabilidade e a capacidade de inovação da cadeia produtiva, preparando nossos produtores para atender mercados cada vez mais exigentes e ampliar a presença do gengibre capixaba no cenário internacional”</strong>, afirmou o secretário.</p>
</blockquote>
<p>O diretor-técnico do Incaper, Antonio Elias Souza da Silva, ressaltou que os projetos vão aproximar ainda mais a pesquisa das demandas do campo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Esse investimento representa um passo estratégico para fortalecer toda a cadeia produtiva do gengibre no Espírito Santo. Os projetos unem pesquisa e extensão em áreas fundamentais para gerar conhecimento aplicado diretamente às necessidades do produtor. Além de ampliar a qualidade e a produtividade, essas iniciativas vão ajudar o setor a atender e até antecipar exigências do mercado internacional, especialmente em temas ligados à sustentabilidade e segurança fitossanitária. Com isso, o gengibre capixaba ganha ainda mais competitividade e capacidade de se consolidar nos mercados mais exigentes”</strong>, destacou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Gengibre capixaba</strong><br />
Líder nacional na produção e exportação de gengibre, o Espírito Santo é responsável por cerca de 75% da produção brasileira e por 59% das exportações nacionais da raiz. Em 2025, o Estado produziu 83,7 mil toneladas de gengibre. As exportações alcançaram 28,5 mil toneladas, movimentando US$ 40,4 milhões.</p>
<p>O gengibre foi o quarto produto com maior valor gerado na pauta de exportações do agronegócio capixaba no último ano. Os municípios de Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e Domingos Martins concentram cerca de 95% da produção estadual.</p>
<p>O evento foi realizado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), pela Prefeitura de Santa Maria de Jetibá e pelo Sicoob, com apoio da Prefeitura de Santa Leopoldina.</p>
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		<item>
		<title>Congresso lidera índice de rejeição entre os Poderes com 60,1%</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/congresso-lidera-indice-de-rejeicao-entre-os-poderes-com-601/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Poderes]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 4 e 8 de maio</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta segunda-feira (11) indica que seis em cada dez brasileiros (60,1%) desaprovam o Congresso Nacional.</p>
<p>Ao mesmo tempo, 54,3% rejeitam o STF (Supremo Tribunal Federal) e 51,8%, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p><strong>Avaliação dos Poderes</strong><br />
<strong>Congresso Nacional</strong></p>
<ul>
<li>Aprova: 26,1%</li>
<li>Desaprova: 60,1%</li>
<li>Não sabe/Não respondeu: 13,8%</li>
</ul>
<p><strong>Presidente Lula</strong></p>
<ul>
<li>Aprova: 44,9%</li>
<li>Desaprova: 51,8%</li>
<li>Não sabe/Não respondeu: 3,3%</li>
</ul>
<p><strong>Supremo Tribunal Federal</strong></p>
<ul>
<li>Aprova: 34%</li>
<li>Desaprova: 54,3%</li>
<li>Não sabe/Não respondeu: 11,7%</li>
</ul>
<p>Fonte: Futura/Apex • Margem de erro: ± 2,2 p.p. • Amostra: 2.000 pessoas • Registro: BR-03678/2026</p>
<p><strong>Metodologia</strong><br />
Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país, entre os dias 4 e 8 de maio, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.</p>
<p>O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03678/2026.</p>
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		<item>
		<title>Hemoes seleciona 50 voluntários para estudo sobre tratamento de hemofilia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/hemoes-seleciona-50-voluntarios-para-estudo-sobre-tratamento-de-hemofilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[HEMOES]]></category>
		<category><![CDATA[Hemofilia]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes da Grande Vitória que participarem da pesquisa “Sangramento Zero” poderão receber a medicação em casa</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Estadual de Hemoterapia e Hematologia Marcos Daniel Santos (Hemoes), localizado em Vitória, seleciona hemofílicos em profilaxia que morem na Grande Vitória para participação de uma pesquisa estadual “Em busca do Sangramento Zero na Hemofilia”, que vão receber a medicação pró-coagulante em casa. A seleção dos voluntários será feita pela equipe do ambulatório do Hemoes.</p>
<p>Ao todo, serão 50 participantes na pesquisa. Para participar, basta ser hemofílico, estar em tratamento de profilaxia com fator de coagulação e morar em Vitória, Vila Velha, Cariacica ou na Serra. Os interessados devem procurar o ambulatório do Hemoes para fazer o cadastro.</p>
<p>Segundo a coordenadora do ambulatório de hematologia do Hemoes, Alessandra Prezotti, a previsão é de que a pesquisa comece a ser desenvolvida no início de julho deste ano. <strong>“A proposta da pesquisa é avaliar o comportamento do paciente com o tratamento em casa. O objetivo é verificar se, com essa comodidade do recebimento dos medicamentos em residência, melhora a adesão dos hemofílicos ao tratamento”</strong>, explicou.</p>
<p>A continuidade do tratamento ao longo da vida do hemofílico é fundamental para garantir saúde, reduzindo os comprometimentos da doença nas articulações, que podem gerar invalidez.</p>
<p>De acordo com Alessandra, a pesquisa Em busca do Sangramento Zero na Hemofilia deve durar cerca de dois anos e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Há 25 anos, o Hemoes oferta um cuidado especializado aos hemofílicos com uma equipe multidisciplinar de ponta. Além disso, estamos antenados com as pesquisas, e inovações nessa área, porque somos comprometidos em proporcionar um atendimento de qualidade aos pacientes”</strong>, ressaltou a diretora do Hemoes, Marcella Murad.</p>
</blockquote>
<p>Para saber mais informações sobre a participação na pesquisa, os interessados podem procurar o ambulatório de hematologia, que funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Avenida Marechal Campos, 1468, Maruípe, Vitória. O telefone é (27) 3636-7903. Também podem buscar diretamente o Centro de Pesquisa, que funciona no mesmo endereço. O contato é 273636- 7947.</p>
<p>Atualmente, há 472 pacientes no Espírito Santo com a doença, sendo 349 com Hemofilia A e 127 Hemofilia B, sendo acompanhados pelo Hemoes. O diagnóstico é feito por meio de um exame, realizado pelo laboratório do Hemoes.</p>
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		<item>
		<title>41% dos brasileiros veem crime organizado agir no próprio bairro, mostra pesquisa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/41-dos-brasileiros-veem-crime-organizado-agir-no-proprio-bairro-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Datafolha]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do Datafolha revela que a presença do crime organizado altera regras de convivência e impõe restrições silenciosas. Medo da violência atinge 96% da população e afasta mulheres das ruas no período noturno</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crime organizado atua de forma direta no cotidiano de 68,7 milhões de brasileiros e dita as regras de convivência para cerca de 42,2 milhões de pessoas, revela a pesquisa &#8220;Os gatilhos da insegurança&#8221;, divulgada pelo Datafolha neste domingo (10). Encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o levantamento ouviu presencialmente 2.004 pessoas em 137 municípios entre os dias 9 e 10 de março. Os dados apontam que o controle territorial das facções altera os hábitos da população, gera um mapa de medo que afeta desproporcionalmente as mulheres e ocorre em paralelo a um cenário onde 40% dos cidadãos foram vítimas de algum delito nos últimos 12 meses, com destaque para as fraudes financeiras digitais.</p>
<p><strong>A capilaridade do crime organizado e o controle territorial</strong><br />
De acordo com o Datafolha, 41% dos brasileiros com 16 anos ou mais afirmam notar a atuação do crime organizado na vizinhança onde vivem. Outros 51% declaram que o problema inexiste na sua região, enquanto 7% não souberam responder. Entre os que percebem a criminalidade, 43% a classificam como &#8220;pouco visível&#8221;, 25% como &#8220;muito visível&#8221; e 21% como &#8220;visível&#8221;.</p>
<p>A presença dessas organizações repercute diretamente no comportamento dos moradores. Do total que reconhece a atuação criminosa no bairro, 35% avaliam que os grupos influenciam muito as decisões e regras de convivência locais. Para 26,5%, o impacto é moderado e, para 19%, baixo.</p>
<p>As imposições geram restrições silenciosas. Entre os que veem o crime na própria rua, 81% têm medo de ficar em meio a um confronto armado, 75% evitam determinados locais e 71% temem que familiares se envolvam com o tráfico. O receio de sofrer represálias ao denunciar um delito atinge 64%. Há também impactos econômicos: 12,5% dizem ser obrigados a contratar serviços (como internet, energia e água) indicados pelos criminosos, e 9% são forçados a comprar marcas específicas.</p>
<p>Segundo o FBSP, esses números demonstram que a influência sobre a vida dos brasileiros <strong>&#8220;não exige necessariamente uma presença ostensiva permanente, com barricadas e homens armados visíveis o tempo todo&#8221;.</strong> O presidente da instituição, Renato Sérgio de Lima, avalia a situação atual: <strong>&#8220;A gente tem que reconhecer que o Brasil vive um momento de consolidação criminal, com um conjunto de organizações que têm controlado territórios, mercados, e sobretudo regulado a vida da população&#8221;.</strong></p>
<p>A percepção do crime organizado é maior nas capitais (56%) e nas regiões metropolitanas (46%), mas atinge 34% no interior.<strong> &#8220;Estamos falando que um terço da população do interior está reconhecendo a presença desses grupos&#8221;,</strong> destaca a diretora-executiva do FBSP, Samira Bueno. O dado reflete a expansão nacional de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Presentes nas 27 unidades da Federação, as organizações são hegemônicas em 13 estados.</p>
<p><strong>O mapa do medo e a restrição ao cotidiano feminino</strong><br />
A pesquisa constata que 96,2% dos brasileiros têm medo de ao menos uma das 13 situações de violência apresentadas pelos pesquisadores. Os temores mais citados de forma geral são: ser vítima de golpe financeiro digital (83,2%), sofrer assalto à mão armada (82,3%), ser morto durante um assalto (80,7%) e ter o celular subtraído (78,8%).</p>
<p>No recorte por gênero, o medo impacta de maneira mais aguda e restritiva o cotidiano das mulheres. Nos últimos 12 meses, 40,9% delas deixaram de sair à noite por medo da violência, contra 29,8% dos homens. Além disso, 37,8% das mulheres optaram por não sair às ruas com o aparelho celular por receio de assaltos, ante 28,9% do público masculino. De forma geral, o Datafolha também mediu que 36,5% dos brasileiros chegaram a mudar de percurso nas ruas para evitar riscos.</p>
<p>Diversos medos ultrapassam a marca de 80% entre o público feminino, liderados pelo receio de assalto à mão armada e golpes digitais (ambos com 86,6%). Na sequência, aparecem o temor de ser morta em um assalto (86,2%), ter o celular roubado (83,6%), ser vítima de agressão sexual (82,6%) ou bala perdida (82,3%) e ter a casa invadida (82,6%). Entre os homens, nenhuma das situações pesquisadas alcançou o patamar de 80%.</p>
<p>De acordo com o FBSP,<strong> &#8220;o mapa feminino do medo incorpora, no centro da percepção de insegurança, uma ameaça que para os homens não ocupa lugar equivalente&#8221;,</strong> indicando que <strong>&#8220;a experiência feminina da insegurança é mais totalizante&#8221;.</strong></p>
<p>Os dados sobre o medo feminino são divulgados no momento em que o Brasil registra uma alta de 7,5% nos casos de feminicídio. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram 399 mulheres mortas no primeiro trimestre de 2026, o maior índice para o período na série histórica de 11 anos.</p>
<p><strong>Golpes digitais lideram ocorrências entre os brasileiros</strong><br />
Além de medir a percepção e o medo, o Datafolha mapeou a vitimização concreta: 40% dos entrevistados sofreram algum tipo de crime no último ano. Os golpes digitais que resultam em perdas financeiras lideram as estatísticas, atingindo 15,8% das vítimas, o equivalente a 26,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Em segundo lugar, 13,1% dos brasileiros afirmam conhecer alguém ou ter um familiar que foi assassinado no último ano. A lista segue com vítimas de fraudes em aplicativos bancários ou Pix (12,4%), vítimas ou conhecidos de vítimas de bala perdida (9,7%), furtos e roubos de celular (8,3%), assaltos na rua (6,5%) e conhecidos mortos em assaltos (6,2%).</p>
<p>A pesquisa identifica variações conforme a faixa de renda. Nas classes A, B e C, o crime com maior incidência é o golpe pela internet ou celular. Já nas classes D e E, a liderança muda: 15,2% dos entrevistados relatam que algum familiar ou conhecido foi assassinado nos últimos 12 meses, evidenciando o impacto letal da violência nas camadas mais vulneráveis da população.</p>
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		<title>Cartão de crédito lidera dívidas de 82,8 milhões de inadimplentes no País</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/cartao-de-credito-lidera-dividas-de-828-milhoes-de-inadimplentes-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[serasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com alta de 1,35% em março, pesquisa da Serasa revela que 37% das dívidas bancárias já superam os R$ 10 mil e se estendem por mais de dois anos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais da metade dos adultos brasileiros está endividada, segundo pesquisa do Serasa publicada nesta terça-feira (5). No total, o país somou 82,2 milhões de pessoas com dívidas negativas em março, alta de 1,35% ante o mês anterior.</p>
<p>De acordo com o Mapa da Inadimplencia e Negociação de Dívidas, 50,5% da população adulta do país enfrenta problemas com as finanças pessoais.</p>
<p>Os números mostram que 47% dos débitos estão relacionados ao setor financeiro.</p>
<p>Neste universo, o cartão de crédito lidera como principal fonte de endividamento (73%), seguido por empréstimos (56%) e pelo uso do limite da conta ou cheque especial (33%).</p>
<p>Entre os endividados no cartão, 37% acumulam dívidas superiores a R$ 10 mil e 36% convivem com essas pendências há mais de dois anos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Quando o crédito rotativo passa a ser utilizado de forma recorrente, especialmente em valores elevados, o risco de endividamento prolongado aumenta significativamente. Isso ajuda a explicar por que uma parcela relevante da população permanece com dívidas por tanto tempo&#8221;</strong>, explica Aline Maciel, diretora da Serasa.</p>
</blockquote>
<p>Segundo os dados, 38% dos brasileiros atribuem o endividamento com bancos ao desemprego ou à perda de renda.</p>
<p>Ao investigar os gastos que levaram às dívidas bancárias, o levantamento aponta uma relação direta com a sobrevivência financeira: o pagamento de contas básicas e a quitação de outras dívidas aparecem como os principais motivos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A pesquisa reforça que o endividamento bancário no Brasil não está ligado ao consumo impulsivo, mas a uma tentativa de manter o básico em dia”</strong>, afirma Aline.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Quando despesas essenciais, como alimentação e saúde, passam a ser financiadas no crédito, o risco de efeito bola de neve aumenta significativamente”</strong>.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Procon divulga variação de preços dos combustíveis em postos de Colatina</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/procon-divulga-variacao-de-precos-dos-combustiveis-em-postos-de-colatina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 20:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colatina]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
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		<category><![CDATA[variação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pesquisa aponta que o etanol apresenta a maior diferença de valores para o consumidor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Procon de Colatina realizou um levantamento de preços dos combustíveis em 24 postos da cidade. O resultado da pesquisa mostrou variações significativas nos valores praticados no mês de abril.</p>
<p>O etanol foi o combustível que apresentou a maior diferença de preços, oscilando entre R$ 4,69 e R$ 5,69, variação média de R$ 1,00 por litro.</p>
<p>Em relação à gasolina, os preços encontrados ficaram entre R$ 6,39 e R$ 6,79, com diferença de R$ 0,40. Já a gasolina aditivada variou de R$ 6,49 a R$ 7,09, registrando uma diferença de R$ 0,60 por litro.</p>
<p>Já o diesel comum foi identificado com valores entre R$ 6,59 e R$ 7,19, enquanto o diesel S10 apresentou preços entre R$ 6,89 e R$ 7,39. O coordenador executivo do Procon de Colatina, Ronaldo Ferreira, lembrou que:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Pequenas diferenças no valor do combustível podem gerar uma economia significativa ao longo do tempo. Por isso, é fundamental que a população consulte os levantamentos e busque sempre o melhor preço”</strong>, disse.</p>
</blockquote>
<p>Acesse: <a href="http://colatina.es.gov.br/extra/abrir-arquivo/downloads/%7B28BBBD4F-80D0-4118-96E8-22700FE37836%7D/" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa de preços combustíveis Abril 2026</a></p>
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		<item>
		<title>Número de eleitores com mais de 60 anos cresceu 74%, aponta pesquisa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/numero-de-eleitores-com-mais-de-60-anos-cresceu-74-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[eleitores]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[título]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abstenção dos idosos apresentou queda nas últimas três eleições</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos.</p>
<p>Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.</p>
<p>Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE.</p>
<p>Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.</p>
<p>De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“É bastante plausível afirmar que a chamada Geração Prateada (60+) pode ser decisiva nas eleições, embora não se possa dizer que ela, sozinha, definirá o resultado”</strong>.</p>
</blockquote>
<p><strong>Peso relevante</strong><br />
Tokarski lembrou que na última eleição presidencial, em 2022, a diferença entre candidatos foi pequena, inferior a 2 milhões de votos, o que torna esse contingente altamente estratégico. Numericamente, a geração 60+ passa a ter um peso relevante, constituindo um em cada quatro eleitores do país e, portanto, capaz de influenciar sistemas equilibrados.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Assim, embora não determine o resultado de forma isolada, pode atuar como fiel da balança, especialmente em cenários polarizados”</strong>, afirmou o CEO da Nexus.</p>
</blockquote>
<p>Ele admitiu que a tendência é de que a proporção dos seniores nas eleições acompanhe o aumento da longevidade. <strong>“A tendência é claramente de que a proporção de eleitores seniores acompanhe e até reflita diretamente o aumento da longevidade e do envelhecimento populacional”</strong>.</p>
<p>O levantamento mostra que a população com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% em três décadas e, em paralelo, o eleitorado 60+ cresceu rapidamente, já representando 23,2% dos votantes.</p>
<p><strong>Abstenção</strong><br />
A abstenção dos maiores de 60 anos apresentou queda nas últimas três eleições: somava 37,1% em 2014 e passaram para 36,4% em 2018 e a 34,5% em 2022. Em contrapartida, as abstenções do eleitorado brasileiro em geral aumentaram de 19,4% em 2014 para 20,3% em 2018 e 20,9% no último pleito nacional.</p>
<p>Os maiores de 70 anos, embora tenham uma taxa de abstenção maior do que a média da Geração 60+, também têm comparecido mais às urnas. Sem obrigatoriedade de voto, esse público registrou 63,6% de abstenção em 2014, 62,7% em 2018 e 58,9% em 2022.</p>
<p>Na avaliação de Marcelo Tokarski, os brasileiros com mais de 70 anos que participam das eleições o fazem por convicção ou identificação política e, ao lado dos eleitores mais jovens, entre 16 e 18 anos, constituem as faixas de brasileiros a serem ‘conquistadas’ pelos candidatos. Ele acredita que, em um cenário político acirrado, essas pessoas têm a possibilidade de mudar os rumos de uma eleição.</p>
<p><strong>Cenário político</strong><br />
Também o número de candidatos maiores de 60 anos tem aumentado anualmente no Brasil, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais. Segundo dados do TSE, nas últimas eleições, em 2024, mais de 70 mil brasileiros com 60+ se candidataram aos cargos em disputa, o que equivale a 15% de todas as candidaturas.</p>
<p>O montante é o maior desde o início da série histórica, em 1998. O pleito anterior, em 2022, também registrou recorde para eleições gerais. Foram 4.873 candidatos com 60 anos ou mais, o que equivale a 17% das candidaturas.</p>
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		<item>
		<title>Moraes é o ministro mais conhecido do STF, mas Mendonça e Cármen têm melhor avaliação, diz pesquisa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/moraes-e-o-ministro-mais-conhecido-do-stf-mas-mendonca-e-carmen-tem-melhor-avaliacao-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Cármen Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Datafolha]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento inédito do Datafolha revela que 75% da população enxerga magistrados com atribuições excessivas em meio à crise de confiança, embora 71% ainda considerem a corte essencial para a democracia brasileira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa inédita do instituto Datafolha, realizada entre os dias 7 e 9 de abril de 2026 em 137 municípios brasileiros, revelou que a ampla maioria da população (75%) avalia que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concentram poder em excesso, embora 71% considerem o tribunal essencial para a proteção da democracia. O levantamento mediu também a popularidade e a aprovação dos magistrados, apontando Alexandre de Moraes como o ministro mais conhecido do país e André Mendonça com o melhor índice de avaliação, em um cenário marcado por forte polarização política e pelo recente desgaste institucional provocado pelo escândalo do Banco Master.</p>
<p><strong>Percepção de poder e confiança</strong><br />
Inserido no centro do debate público nos últimos anos devido ao julgamento de temas como a Operação Lava Jato, o rito de impeachment de Dilma Rousseff (PT), a pandemia de Covid-19 e os inquéritos sobre o 8 de Janeiro, o STF enfrenta uma crise de imagem. Segundo o levantamento, 75% dos entrevistados afirmam que as pessoas acreditam menos no Supremo hoje do que no passado.</p>
<p>A percepção sobre o papel da corte varia conforme o alinhamento político, com base no voto declarado no segundo turno das eleições presidenciais de 2022:</p>
<ul>
<li>Eleitores de Jair Bolsonaro (PL): 88% afirmam que o STF tem poder demais; no entanto, 60% concordam que o tribunal é essencial para proteger a democracia.</li>
<li>Eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 64% veem excesso de poder nos ministros, enquanto 84% classificam a corte como essencial para a democracia.</li>
<li>Votos brancos, nulos ou indecisos: 67% apontam poder em excesso e 73% defendem a importância democrática do tribunal.</li>
</ul>
<p><strong>Nível de conhecimento</strong><br />
O Datafolha apurou que seis dos dez atuais ministros do STF são conhecidos, ao menos &#8220;de ouvir falar&#8221;, pela maioria da população. Com a maior exposição midiática, impulsionada por inquéritos que miram o bolsonarismo e, mais recentemente, pelo caso Banco Master, Alexandre de Moraes é conhecido por 89% dos brasileiros.</p>
<p>Na sequência do ranking estimulado (quando os nomes são apresentados), aparecem:</p>
<ul>
<li>Alexandre de Moraes: 89%</li>
<li>Cármen Lúcia: 68%</li>
<li>Gilmar Mendes: 62%</li>
<li>André Mendonça: 42%</li>
<li>Cristiano Zanin: 37%</li>
<li>Kassio Nunes Marques: 30%</li>
</ul>
<p>Quando a pergunta foi feita de forma espontânea, 49% dos entrevistados conseguiram lembrar de pelo menos um membro da corte. Moraes foi citado por 39%, seguido por Cármen Lúcia (10%) e Flávio Dino (8%).</p>
<p><strong>Índices de avaliação e o escândalo do Banco Master</strong><br />
Para calcular o desempenho, o Datafolha criou um índice que subtrai as menções negativas das positivas. Apesar de ser um dos menos conhecidos, André Mendonça obteve o melhor saldo geral (índice 26). Para 39% dos que o conhecem, sua atuação é &#8220;ótima ou boa&#8221;, contra 13% de &#8220;ruim ou péssima&#8221;. Mendonça assumiu em fevereiro a relatoria do caso Banco Master e ordenou nova prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.</p>
<p>No extremo oposto, Dias Toffoli, que deixou a relatoria do caso Master após o desgaste gerado pela revelação de contratos milionários do escritório de sua esposa com a instituição e de mensagens com Vorcaro, possui a pior avaliação (índice -16). Ele é visto como &#8220;ótimo ou bom&#8221; por apenas 19% e &#8220;ruim ou péssimo&#8221; por 35%.</p>
<p>Alexandre de Moraes, também sob pressão no mesmo escopo investigativo, sustenta números superiores aos de Toffoli, mas mantém saldo negativo (índice -8): 33% o avaliam positivamente e 41% negativamente.</p>
<p>Cármen Lúcia, única mulher na corte e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), possui o segundo melhor saldo do STF (índice 17), acumulando 42% de avaliações positivas e 25% de avaliações negativas.</p>
<p><strong>Influência da polarização</strong><br />
A pesquisa também cruzou a avaliação dos magistrados com as intenções de voto para as eleições deste ano, revelando contrastes agudos:</p>
<ul>
<li><strong>Entre quem declara voto em Lula (PT):</strong> Moraes salta para 66% de aprovação (ótimo/bom) e apenas 7% de rejeição. Cármen Lúcia atinge 72% de aprovação neste grupo.</li>
<li><strong>Entre quem declara voto em Flávio Bolsonaro (PL):</strong> Moraes tem apenas 7% de avaliação positiva e 74% de classificação ruim/péssima. Cármen Lúcia cai para 13% de aprovação. Neste estrato, os ministros favoritos são André Mendonça (50% de ótimo/bom) e Luiz Fux (32%), o único a votar a favor de Jair Bolsonaro em julgamento na Primeira Turma do STF. Nunes Marques registra 18% de avaliação positiva entre os bolsonaristas.</li>
<li><strong>Entre brancos e nulos:</strong> Moraes tem 21% de aprovação e 37% de rejeição.</li>
</ul>
<p><strong>Pressões futuras e reformas</strong><br />
A publicação dos dados ocorre em um momento em que a sociedade civil e o empresariado cobram a aprovação de um código de ética interno, medida defendida pelo próprio presidente do STF, Edson Fachin. Paralelamente, juristas discutem reformas para restringir decisões monocráticas, sob o alerta de que eventuais mudanças poderão ser impostas externamente caso a corte não se autorregule.</p>
<p>No âmbito político, o desempenho e as decisões do STF prometem ser tema central das campanhas eleitorais para o Senado, onde o grupo ligado a Bolsonaro busca maioria para tentar pautar o impeachment de ministros na próxima legislatura.</p>
<p><strong>Metodologia</strong><br />
O instituto Datafolha entrevistou presencialmente 2.004 pessoas, com idades a partir de 16 anos, entre os dias 7 e 9 de abril de 2026, abrangendo 137 municípios em todo o território nacional. A margem de erro máxima para a amostra total é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03770/2026.</p>
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