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	<title>Operação Rio de Janeiro - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Operação Rio de Janeiro - Em Dia ES</title>
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		<title>Após operação no Rio, Governo Federal reage à oposição e acelera PL Antifacção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a ação que deixou 121 mortos, governo e oposição correm para apresentar propostas sobre facções criminosas. Governadores de direita lançam consórcio conjunto de combate ao crime</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A operação policial realizada no Rio de Janeiro na quarta-feira (29), que deixou 121 mortos e se tornou a mais letal da história, provocou imediata reação política em Brasília e entre governos estaduais. O Palácio do Planalto decidiu antecipar o envio do Projeto de Lei (PL) Antifacção, elaborado pelo Ministério da Justiça, ao Congresso nesta sexta-feira (31), em resposta direta ao avanço da oposição, que prepara proposta própria para classificar ações de facções criminosas como terrorismo. Paralelamente, governadores de direita reuniram-se no Rio na quinta-feira (30) para apoiar o governador Cláudio Castro (PL) e anunciar a criação do “Consórcio da Paz”.</p>
<p><strong>Disputa legislativa em Brasília</strong><br />
De acordo com o Blog do Caio Junqueira, da CNN Brasil, o PL Antifacção estava parado na Casa Civil desde 22 de outubro, sem previsão de envio e com o texto ainda não divulgado. A decisão de encaminhá-lo agora resulta de uma reavaliação de calendário motivada pela megaoperação no Rio e pela articulação da oposição.</p>
<p>A oposição, por sua vez, pretende acelerar um projeto que enquadra facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) em crimes de terrorismo. Segundo a CNN, a proposta será relatada pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP), que deixará temporariamente o cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo para reassumir o mandato parlamentar.</p>
<p>O cronograma da oposição, definido com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê a apresentação do relatório na terça-feira (4) e votação na segunda semana de novembro. Com o envio do seu próprio PL, o governo tenta conter esse movimento e evitar que a oposição assuma o protagonismo no debate sobre segurança pública.</p>
<p>Ainda segundo o blog, a estratégia do governo ocorre em meio a pesquisas que apontam apoio majoritário da população à operação no Rio. Essa conjuntura teria levado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus ministros a ajustar o discurso: embora condenem a ação internamente, publicamente têm adotado tom de cooperação. Um exemplo foi a ida do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ao Rio para se reunir com Cláudio Castro e anunciar apoio logístico e de efetivo ao estado.</p>
<p><strong>PEC da Segurança também avança</strong><br />
Em outra frente, o presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que pretende votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública na comissão especial na primeira semana de dezembro, conforme reportagem de Carolina Linhares, da Folha de S.Paulo.</p>
<p>O relator da PEC, deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE), deve apresentar seu relatório em 4 de dezembro. Se não houver pedido de vista, a votação pode ocorrer no mesmo dia, com envio ao plenário na semana seguinte. A proposta, já aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em julho, busca constitucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e estabelecer diretrizes nacionais.</p>
<p>O governo vê a PEC como uma forma de consolidar o Susp, mas Mendonça Filho antecipou que incluirá alterações, como impedir a progressão de regime para presos que mantenham vínculos com facções criminosas.</p>
<p><strong>Governadores criam “Consórcio da Paz”</strong><br />
Enquanto o debate avança em Brasília, governadores de direita se reuniram no Palácio Guanabara, no Rio, para manifestar apoio a Cláudio Castro após a operação. Segundo reportagem de Jan Niklas, da Folha, o grupo anunciou a criação do “Consórcio da Paz”, voltado à cooperação interestadual no combate ao crime organizado.</p>
<p><strong>“Estamos aqui com uma resposta clara no âmbito dos estados: o ‘Consórcio da Paz’ seguirá o modelo de outros consórcios já existentes, permitindo dividir experiências e ações de enfrentamento ao crime”,</strong> afirmou Castro.</p>
<p>Participaram presencialmente Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Riedel (PP-MS) e Celina Leão (PP), vice-governadora do Distrito Federal. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou por videoconferência.</p>
<p>Articulador do encontro, Jorginho Mello classificou a operação como “histórica” e detalhou as metas do consórcio: <strong>“Vamos compartilhar recursos humanos, adquirir equipamentos de forma consorciada para reduzir custos e intensificar a troca de informações e inteligência policial”.</strong></p>
<p><strong>Críticas ao governo federal</strong><br />
Durante a reunião, os governadores de direita fizeram críticas ao governo Lula. Tarcísio de Freitas elogiou a ação no Rio, afirmando que o estado “agiu muito bem” e que “não agir seria covardia, rendição”.</p>
<p>Romeu Zema chamou a operação de<strong> “extremamente bem-sucedida”</strong> e destacou que foi conduzida sem apoio federal. <strong>“Temos um presidente que vai lá fora organizar a paz na Ucrânia, mas deixa o povo morrendo aqui”,</strong> declarou.</p>
<p>Ronaldo Caiado relacionou governos de esquerda à leniência com o crime, citando que a Bahia, governada pelo PT, lidera índices de violência policial. <strong>“O divisor é moral. Quem quer seriedade, cumprimento da lei e ordem está aqui; quem quer Lula, Maduro, fique com eles”,</strong> afirmou. Ele também criticou a PEC da Segurança, classificando-a como “fake” e acusando o governo federal de tentar<strong> “tirar dos governadores as diretrizes gerais da segurança pública”.</strong></p>
<p>Cláudio Castro defendeu a operação e disse que não haverá recuo:<strong> “Onde houver barricada, haverá operação”.</strong> Ele comparou a situação à de cidades europeias:<strong> “Desafio qualquer um a portar um fuzil em Paris, Londres, Barcelona ou Frankfurt e permanecer vivo por mais de 20 segundos”.</strong></p>
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		<title>Casagrande diz que número de mortos em operação no Rio &#8220;não é normal&#8221; e ativa plano de contingência no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 18:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Es]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Contingência]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Casagrande]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[sesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governador defendeu apuração sobre o saldo da operação no estado vizinho. Sesp e agências de inteligência monitoram divisas para identificar possíveis fugas de criminosos para o Espírito Santo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Renato Casagrande avaliou que o número de vidas perdidas na megaoperação realizada no Rio de Janeiro, que chegou a 121, &#8220;não é normal&#8221;. A declaração ocorreu na tarde desta quarta-feira (29), no Palácio Anchieta, durante a cerimônia de entrega do Prêmio Humaniza, onde o governador defendeu uma investigação sobre o ocorrido. Nesta quinta-feira (30), o Governo do Espírito Santo anunciou a ativação de um plano de contingência preventivo para monitorar as atividades de facções criminosas e possíveis fugas para o território capixaba.</p>
<p>Durante seu discurso na quarta-feira, Casagrande expressou preocupação com o resultado da operação contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio.<strong> “Não é normal que em uma operação policial mais de 130 pessoas percam a vida”,</strong> assinalou, utilizando um número arredondado, e reafirmou:<strong> “Não é normal isso”.</strong></p>
<p>O governador capixaba apontou para a necessidade de uma apuração pelos órgãos competentes fluminenses. <strong>&#8220;Alguma coisa precisa ser apurada, investigada, analisada”,</strong> disse. Casagrande mencionou o papel do Ministério Público do Rio de Janeiro como controle externo das forças de segurança.<strong> &#8220;Trabalho que o MP do Rio vai ter que fazer, de investigação, de apuração, para saber de fato o que aconteceu&#8221;.</strong></p>
<p>Embora tenha afirmado que não lhe cabia fazer um julgamento sobre o planejamento da operação, Casagrande destacou a dificuldade em não refletir sobre o resultado.<strong> “É muito difícil você não fazer uma análise e uma reflexão com o saldo de tantas pessoas que perderam a vida em uma única operação”, comentou, contrastando com a situação local: &#8220;Mas no Espírito Santo a gente tem dado passos&#8221;.</strong></p>
<p><strong>ES ativa monitoramento nas divisas</strong><br />
Nesta quinta-feira (30), o Governo do Espírito Santo detalhou o plano de contingência formulado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) após a &#8220;Operação Contenção&#8221; no Rio. A apresentação foi feita pelo governador Renato Casagrande e pelo vice-governador Ricardo Ferraço, coordenador do Programa Estado Presente em Defesa da Vida.</p>
<p>O objetivo é estabelecer um fluxo de informações de inteligência entre agências federais e estaduais para identificar eventuais fugas de criminosos do Rio para o Espírito Santo, ou o retorno de indivíduos do estado que estavam escondidos em território fluminense.</p>
<p><strong>“Estamos desde o ocorrido avaliando a repercussão”,</strong> pontuou Casagrande. <strong>“As nossas agências de inteligência estão integradas, Estamos acompanhando as divisas com a Polícia Rodoviária Federal”.</strong> O governador afirmou que a tendência observada é a migração de lideranças capixabas para o Rio, e não o contrário. <strong>“E já adianto: se tentarem voltar, serão alcançadas”.</strong></p>
<p>Até o momento, segundo os levantamentos de inteligência, não há indicativo de migração de criminosos para o Espírito Santo após a operação realizada nesta terça-feira (28) no Complexo da Maré. O monitoramento foi reforçado nas estradas que cortam os municípios de Presidente Kennedy, Mimoso do Sul, Apiacá, Bom Jesus do Norte, São José do Calçado e Guaçuí, todos na divisa com o Rio de Janeiro.</p>
<p>O vice-governador Ricardo Ferraço reforçou que a estrutura de segurança está pronta.<strong> &#8220;Nosso plano de contingência já está em operação, tático e estratégico. Bandidos fogem do Espírito Santo para buscar abrigo em outros estados porque sabem que aqui nossas polícias irão alcançá-los&#8221;,</strong> disse.</p>
<p>O secretário da Sesp, Leonardo Damasceno, classificou o Espírito Santo como &#8220;território hostil&#8221; para criminosos. <strong>“Temos exemplos recentes de líderes de facções criminosas do Estado que resolveram voltar, por algum motivo, do Rio de Janeiro, e foram capturados. Marujo, irmãos Vera, Boca de Lata&#8221;,</strong> listou Damasceno, afirmando que, embora não haja indicativo de migração, as forças estarão &#8220;preparados”.</p>
<p><strong>Operação no Rio é a mais letal da história</strong><br />
A operação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, iniciada na terça-feira (28) com um saldo inicial de 64 mortos, atingiu a marca de 121 óbitos até a noite de quarta-feira (29). O número foi atualizado após moradores encontrarem mais corpos na área de mata conhecida como Vacaria, para onde os confrontos se deslocaram.</p>
<p>O total de mortos supera o massacre do Carandiru, em São Paulo, que resultou em 111 detentos mortos, tornando-se a operação mais letal do país, embora em contextos diferentes.</p>
<p>Em entrevista coletiva, o governador do Rio, Cláudio Castro, classificou a operação como um &#8220;sucesso&#8221; e afirmou que &#8220;de vítimas lá só tivemos os policiais&#8221;, referindo-se aos quatro agentes mortos.</p>
<p>Ao longo da quarta-feira, dezenas de corpos foram retirados da mata por moradores e levados para a Praça São Lucas, no Complexo da Penha. A cúpula da segurança do Rio informou que a ação foi planejada por dois meses e visou empurrar os traficantes para a área de mata, que servia como rota de fuga, para <strong>&#8220;preservar vidas inocentes&#8221;.</strong></p>
<p>O secretário de Segurança Pública fluminense, Victor Santos, declarou que <strong>&#8220;a alta letalidade era previsível, mas não desejada&#8221;</strong> e que, pelo horário e local, <strong>&#8220;temos base para dizer que os 117 mortos [número citado pelo secretário no momento] são criminosos&#8221;.</strong></p>
<p>O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, exibiu vídeos de câmeras corporais e alegou que moradores teriam retirado roupas táticas e camufladas dos corpos, afirmando que essas pessoas serão investigadas por fraude processual. Moradores, por sua vez, alegam que cortaram as roupas para facilitar a identificação e mostrar marcas nos corpos.</p>
<p>Na quarta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governador Cláudio Castro preste informações detalhadas sobre a megaoperação, no âmbito da ADPF 635, conhecida como a &#8220;ADPF das Favelas&#8221;.</p>
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