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	<title>novo serviço - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>novo serviço - Em Dia ES</title>
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		<title>Novo serviço de Terapia Renal Substitutiva amplia número de vagas na Grande Vitória</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/novo-servico-de-terapia-renal-substitutiva-amplia-numero-de-vagas-na-grande-vitoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 10:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[novo serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Número]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa do Governo do Estado, em parceria com a Clínica NEFRUS, beneficia mais de 1.500 pacientes da região metropolitana</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há três meses, pacientes em estágio avançado da Doença Renal Crônica (DRC), que residem na região Metropolitana de Saúde do Espírito Santo, passaram a contar com um novo serviço de Terapia Renal Substitutiva (TRS). O serviço, ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da contratualização da Clínica NEFRUS, em Vila Velha, oferece 186 vagas ao tratamento que busca garantir uma melhor qualidade de vida.</p>
<p>A TRS inclui hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal, e é indicada para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica que apresentam deterioração da função renal, quando já estão no estágio 5 da doença, o último. A região Metropolitana de Saúde concentra mais 50% do número de pacientes com DRC no Estado, que dependem da TRS. Ao todo, 2.788 pacientes estão em tratamento no Espírito Santo.</p>
<p>Atualmente, a Clínica NEFRUS já conta com 82 pacientes em tratamento pelo SUS, sendo um desses beneficiados o aposentado Edsmar Spagnol, de 64 anos. Morador de Vila Velha, o aposentado foi o primeiro paciente do SUS a iniciar o tratamento no novo serviço, e contou o diferencial. <strong>“É um espaço que dá prazer de ir. Ali somos uma família, eles cuidam bem dos pacientes e já entramos com vontade de fazer o tratamento. Quando acaba a sessão, encontro todos com bom humor, de funcionários aos pacientes”</strong>, disse Edsmar.</p>
<p>Para o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, o atendimento diferencial ofertado pela clínica vai ao encontro das iniciativas que o Governo do Estado vem se propondo realizar para a modernização e qualificação dos serviços do SUS, assim como a ampliação da oferta. <strong>“É importante que paciente faça o seu tratamento em um espaço acolhedor e de qualidade. Assim como a expansão da oferta na região Metropolitana para TRS, a Sesa vem trabalhando para ampliar não só os exames, como consultas e cirurgias, de maneira regionalizada, para trazer mais qualidade de vida aos cidadãos capixabas”</strong>, salientou Hoffmann.</p>
<p>O paciente Edsmar contou ainda que está em tratamento de TRS desde 2021, e que chega a ir à clínica três vezes na semana e, devido a sua condição clínica, também aguarda por um transplante de rim. Com o tempo na clínica, ele destacou o cuidado para com todos. <strong>“Lá é um técnico para cada quatro pacientes e esse técnico fica o tempo todo com a gente. Além disso, toda hora o médico e as enfermeiras vêm falar conosco, somos bem assistidos”</strong>, disse.</p>
<p>De acordo com o subsecretaria de Estado de Regulação do Acesso em Saúde, Gleikson Barbosa, o novo serviço pela clínica NEFRUS representa um avanço significativo para a região Metropolitana. A Subsecretaria abrange a operacionalização do fluxo de acesso ao serviço de TRS no Estado, por meio da regulação. <strong>“A implantação do novo serviço com a habilitação da NEFRUS para a oferta no âmbito do SUS auxiliou o Estado a ampliar a nossa capacidade assistencial e a oferta de TRS na região, permitindo maior resolutividade regional, redução de deslocamento e tempo de espera. Além disso, temos a clínica NEFRUS, que traz qualidade no serviço, além de nova e bem equipada”</strong>, ponderou Barbosa.</p>
<p>O serviço é contratualizado pela Secretaria da Saúde (Sesa), por meio da Superintendência Regional Metropolitana de Saúde, e abrange uma gama de serviços e exames, como procedimentos dialíticos, consulta médica, complementação de tratamento dialítico, acesso para diálise, intervenções cirúrgicas em acessos para diálise, órteses, próteses e materiais especiais.</p>
<p><strong>Pacientes DRC em tratamento com TRS no Estado</strong><br />
Até final de julho, o Espírito Santo contava com 2.788 pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) em Terapia Renal Substitutiva (TRS). O cenário de oferta e demanda por vagas de TRS é dinâmico e monitorado continuamente pela Central Estadual de Regulação da Terapia Renal Substitutiva (CET-TRS).</p>
<p>A regulação segue, principalmente, o princípio da regionalização, ofertando o serviço em unidades credenciadas mais próximas dos pacientes. Desta forma, a TRS é ofertada por região de saúde. Atualmente, 2.788 pacientes estão em tratamento no Espírito Santo, sendo 1.591 na região Metropolitana; 524 na região Central; 370 na região Norte e; 303 na região Sul.</p>
<p><strong>Sobre as DRCs</strong><br />
As Doenças Renais Crônicas (DRC) são um termo geral para alterações heterogêneas que afetam tanto a estrutura quanto a função renal, com múltiplas causas e múltiplos fatores de risco. Trata-se de uma doença de curso prolongado, que pode parecer benigno, mas que muitas vezes se torna grave e que na maior parte do tempo tem evolução assintomática.</p>
<p>De acordo com a médica nefrologista e referência técnica da Rede de Doenças Crônicas, da Secretaria da Saúde, Alice Pignaton Naseri, a principal função do rim é remover os resíduos e o excesso de água do organismo, sendo que a classificação da DRC se dá quando há uma redução dessa capacidade por, pelo menos, três meses consecutivos.</p>
<p>A profissional conta que, na maior parte do tempo, a evolução da doença renal crônica é assintomática, fazendo com que o diagnóstico seja feito tardiamente. <strong>“A doença pode ser classificada por estágios do 1 ao 5, conforme a perda renal. A indicação de iniciar TRS é com ritmo de filtração glomerular menor que 10mL/min, que é o estágio 5. Os estágios 1,2,3 e 4 são estágios em que o tratamento é conservador”</strong>, explicou Alice Pignaton Naseri.</p>
<p>Ainda, segundo a médica, por ser uma doença que tem a evolução assintomática, a população precisa se atentar aos principais fatores de riscos para o desenvolvimento de uma DRC, especialmente pacientes com diabetes e hipertensos. <strong>“Os principais fatores de risco para a doença renal crônica são a diabetes e a hipertensão, ambas cuidadas na Atenção Básica. Por isso, é importante o tratamento e o controle dos fatores, com foco nessas duas condições, como o controle adequado da pressão arterial e manejo do diabetes”</strong>, detalhou a médica.</p>
<p>Para além desses dois, ela citou também como fatores de riscos: idade avançada; tabagismo; ser portador de obesidade; ter histórico de doença do aparelho circulatório (doença coronariana, acidente vascular cerebral, doença vascular periférica, insuficiência cardíaca); ter histórico de Doença Renal Crônica na família.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A prevenção das doenças renais crônicas está diretamente relacionada a estilos e condições de vida das pessoas, por isso, a promoção de hábitos alimentares adequados e saudáveis, assim como a prática de atividade física regular, são essenciais para a sua prevenção”</strong>, complementou Alice Pignaton Naseri.</p>
<p><strong>A importância do transplante de rins</strong><br />
O transplante renal é uma opção terapêutica para pacientes com doença renal crônica avançada, quando o paciente atinge o estágio 5, isto é, quando os rins não são mais capazes de desempenhar suas funções adequadamente. O procedimento envolve a substituição do rim doente por um rim saudável, proveniente de um doador vivo ou falecido.</p>
<p>Além disso, o transplante renal é uma das formas de tratamento utilizada com objetivo de melhorar a qualidade de vida desses pacientes. Segundo a nefrologista e referência técnica Alice Pignaton Naseri, o transplante é o tratamento mais fisiológico para DRC em grau 5. <strong>“É o melhor tratamento”</strong>, disse.</p>
<p>No Espírito Santo, de acordo com dados da Central Estadual de Transplantes (CET-ES), do início do ano até esta segunda-feira (18), foram realizados 42 transplantes de rim. Em 2024, durante todo o ano, foram feitos 102 transplantes. Atualmente, 1.069 pacientes estão inscritos para transplante renal.</p>
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		<title>Espírito Santo inicia teleconsultas domiciliares para pacientes acamados pelo SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 13:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[novo serviço]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[teleconsultas]]></category>
		<category><![CDATA[teleconsultas domiciliares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviço começou por Linhares e leva atendimento especializado diretamente à casa dos usuários. Primeira consulta foi com uma criança de 12 anos, acamada desde bebê por conta de um AVC</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo serviço para levar consultas com médicos especialistas ao domicílio de usuários acamados do Sistema Único de Saúde (SUS) foi iniciado no Espírito Santo na última quinta-feira (31). A iniciativa da Secretaria da Saúde (Sesa), que visa ampliar e qualificar o acesso à saúde, teve sua primeira implementação na cidade de Linhares, no Norte do Estado.</p>
<p>A primeira teleconsulta domiciliar foi realizada com uma paciente de 12 anos, Laysa Claudino, que é acamada devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido aos cinco meses de vida. Ela recebeu atendimento na especialidade de neuropediatria em sua própria casa.</p>
<p>Para a mãe de Laysa, Alessandra Santos Claudiano, o serviço representa uma melhoria significativa no cuidado da filha. “Em casa a consulta é mais cômoda e confortável. Antes, era preciso solicitar uma ambulância para levá-la. Amamos receber a equipe aqui. Essa inovação com a teleconsulta vai abençoar muitas famílias que têm entes queridos acamados”, disse.</p>
<p>O secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, declarou que o objetivo é levar o modelo a todo o Estado. <strong><em>“A teleconsulta é uma ferramenta poderosa para democratizar o acesso ao especialista. Com o atendimento domiciliar, damos um passo além, aproximando ainda mais os serviços do cidadão. Nosso objetivo é que esse modelo chegue a todos os municípios do Estado”,</em></strong> reforçou.</p>
<p><strong>Como funciona o atendimento</strong><br />
Para que o atendimento especializado chegue à casa do paciente, a identificação do usuário acamado é feita pela equipe da Atenção Primária à Saúde (APS) do município. A partir daí, uma equipe do serviço de saúde municipal se desloca até a residência com os equipamentos técnicos necessários, como computador, câmera e impressora para a emissão de receitas médicas.</p>
<p>Durante todo o procedimento, os pacientes são acompanhados por um profissional de saúde local, que oferece suporte durante a consulta por vídeo com o médico especialista.</p>
<p>A implementação do serviço em Linhares contou com a parceria da Superintendência Regional Central de Saúde. &#8220;Esse é um marco importante para a nossa região e para o Espírito Santo. Ampliar o acesso, levando atendimento especializado até a casa do paciente, é uma forma concreta de garantir dignidade, equidade e cuidado a quem mais precisa”, afirmou a superintendente Kamila Roldi.</p>
<p><strong>Teleconsultas no Estado</strong><br />
O serviço de teleconsultas foi implementado no primeiro semestre deste ano pela Secretaria da Saúde em 19 especialidades médicas, atendendo os 78 municípios capixabas. Desde o início do projeto, em janeiro, mais de 20 mil usuários já foram atendidos.</p>
<p>A teleconsulta é uma consulta médica realizada a distância por meio de tecnologias digitais. No modelo padrão do Estado, elas ocorrem em serviços de saúde de referência em cada município. Nestes locais, o paciente se dirige a uma sala equipada e realiza a consulta por vídeo com o médico especialista, com o suporte de um profissional de enfermagem. A realização da consulta diretamente no domicílio é autorizada em casos específicos, como o dos pacientes acamados.</p>
<p><strong>Acesso e atualização de cadastro</strong><br />
O acesso às teleconsultas, incluindo as domiciliares, segue o fluxo padrão do SUS. As unidades básicas de saúde fazem a solicitação da consulta especializada, e o agendamento é realizado pela Regulação Estadual.</p>
<p>Para que o cidadão seja informado sobre a marcação da consulta, é fundamental que mantenha seus dados cadastrais atualizados no sistema. A atualização pode ser feita online, por meio do portal Integra Saúde. Ao acessar<strong><a href="https://integra.saude.es.gov.br/"> este site</a>,</strong> o usuário deve fazer o login com sua conta Gov.br, acessar a opção “Meu Perfil” no menu e corrigir as informações necessárias.</p>
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