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	<title>Meta - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Meta - Em Dia ES</title>
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		<title>Meta confirma remoção de contas e queda no número de seguidores</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/meta-confirma-remocao-de-contas-e-queda-no-numero-de-seguidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Contas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instabilidade no número de seguidores gera queixas de internautas e influenciadores; entenda o comunicado emitido pela plataforma nesta quinta-feira (7)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instagram realizou uma limpeza em massa de perfis nesta semana, resultando em uma queda perceptível no número de seguidores para diversos usuários.</p>
<p>A Meta, controladora da rede social, confirmou nesta quinta-feira (7) que a redução é fruto de uma ação deliberada para desativar contas inativas, classificando o movimento como um &#8220;processo rotineiro&#8221; da plataforma.</p>
<p>A diminuição nos números começou a ser notada na quarta-feira (6) e gerou repercussão imediata em outras redes, como o X (antigo Twitter).</p>
<p>Relatos de influenciadores e usuários comuns apontam perdas que variam de dezenas a centenas de conexões em poucas horas. <strong>&#8220;Instagram bugou de novo? Acordei com menos 200 seguidores&#8221;</strong>, questionou um internauta, enquanto outros relataram perdas ainda maiores.</p>
<p><strong>O que diz o Instagram?</strong><br />
Em nota enviada à CNN, a Meta esclareceu que a medida visa manter a integridade das métricas da rede, removendo perfis que não apresentam atividade há longo período. Segundo a empresa:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Como parte do nosso processo rotineiro de remoção de contas inativas, algumas contas do Instagram podem ter notado atualizações na contagem de seguidores. Os seguidores ativos não foram afetados, e qualquer conta suspensa que tenha sido restaurada será incluída novamente na contagem após a verificação.”</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Prática comum nas redes sociais</strong><br />
A limpeza de bases de dados é uma prática padronizada entre gigantes da tecnologia para otimizar o armazenamento e garantir que o engajamento seja real. Outras plataformas do grupo seguem diretrizes similares; o WhatsApp, por exemplo, costuma apagar contas que permanecem sem uso por mais de 120 dias.</p>
<p>Embora a atualização possa causar frustração momentânea para quem monitora métricas de crescimento, o Instagram reitera que a ação não atinge usuários reais e engajados, focando estritamente em perfis considerados &#8220;fantasmas&#8221; ou abandonados.</p>
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		<title>ECA digital e julgamento nos EUA contribuem para internet mais segura, avaliam especialistas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/eca-digital-e-julgamento-nos-eua-contribuem-para-internet-mais-segura-avaliam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direitos digitais]]></category>
		<category><![CDATA[ECA Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[proteção de menores]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança na internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisões judiciais inéditas por design viciante e a recente legislação brasileira impõem às plataformas a obrigação de alterar algoritmos e proteger a saúde mental de crianças e adolescentes na internet</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês de março de 2026, vereditos de júris nos Estados Unidos e a entrada em vigor do ECA Digital (Lei 15.211/2025) no Brasil criam um novo precedente para a responsabilização das grandes empresas de tecnologia. As medidas obrigam corporações como Meta e Google a responderem financeiramente e legalmente pelos danos causados por mecanismos virtuais viciantes e pela exposição de menores a conteúdos nocivos, alterando o foco de análise judicial do conteúdo postado para o design e funcionamento das próprias plataformas.</p>
<p><strong>Condenações nos Estados Unidos</strong><br />
No dia 24 de março, um júri na cidade de Santa Fe, capital do Novo México, decidiu que a Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, falhou em não adotar medidas para impedir a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos inapropriados, incluindo materiais de abuso sexual. A justiça estipulou o pagamento de cerca de US$ 375 milhões como pena à coletividade.</p>
<p>No dia seguinte, a 1,3 mil quilômetros dali, em Los Angeles (Califórnia), outro júri condenou a Meta e o Google (proprietário do YouTube) a pagarem US$ 6 milhões em indenização a uma jovem de 20 anos, identificada como Kaley. O tribunal entendeu que as plataformas foram projetadas propositalmente para viciar. Mecanismos que disparam &#8220;gatilhos emocionais&#8221;, como notificações constantes, rolagem infinita, reprodução automática e o sistema de &#8220;curtidas&#8221;, foram responsabilizados por fazer a jovem desenvolver depressão na adolescência, ideações suicidas e Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), uma preocupação obsessiva com a aparência física.</p>
<p><strong>Fim da imunidade e o design manipulativo</strong><br />
Historicamente, processos na justiça norte-americana esbarravam na Seção 230 do The Communications Decency Act (CDA), de 1996, que impede a responsabilização das plataformas em ações civis por conteúdos postados por terceiros. No entanto, os dois julgamentos recentes fogem dessa cláusula ao focarem nos algoritmos e no funcionamento das redes.</p>
<p>Paulo Rená da Silva Santarém, pesquisador do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (Iris), aponta o ineditismo das decisões, que podem gerar repercussão em outras jurisdições ao redor do globo.<strong> &#8220;A grande mudança que fica marcada é o direcionamento. A alteração de perspectiva: do conteúdo para como as redes sociais funcionam&#8221;, e</strong>xplica.</p>
<p>Segundo Ricardo Horta, diretor de segurança e prevenção de riscos no ambiente digital do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) do Brasil, as redes sociais e os jogos operam com mecanismos desenhados para manter o usuário conectado pelo maior tempo possível. Especialistas classificam essa prática como um design &#8220;manipulativo&#8221;, com algoritmos que seguem padrões &#8220;obscuros&#8221;, desconhecidos pelas instituições de defesa do consumidor. <strong>&#8220;Pela primeira vez, fica evidenciado que esses mecanismos existem e que eles têm impacto na saúde e no bem-estar do consumidor&#8221;,</strong> analisa Horta.</p>
<p>A prática abastece a chamada &#8220;economia da atenção&#8221;. A professora Georgia Cruz, da Universidade Federal do Ceará (UFC), ressalta que o impacto nas telas é diretamente proporcional ao faturamento das corporações. <strong>&#8220;As empresas têm lucrado cada vez mais com essas atividades econômicas em detrimento da qualidade de vida dos usuários&#8221;,</strong> afirma. O advogado Marcos Bruno, sócio do Opice Blum Advogados, reforça: <strong>&#8220;É um debate não sobre a tecnologia, mas como ela é concebida para manter a atenção, especialmente no caso de crianças&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O ECA Digital no Brasil</strong><br />
As condenações nos EUA coincidem com as novas legislações brasileiras. O ECA Digital entrou em vigor no dia 17 de março e foi regulamentado no dia seguinte pelo Decreto 12.880, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Maria Góes de Mello, coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, classifica o ECA Digital e as sentenças americanas como &#8220;ferramentas poderosas&#8221; no combate aos vícios tecnológicos.</p>
<p>O novo regramento brasileiro complementa uma decisão de 2025 do Supremo Tribunal Federal (STF), que alterou a interpretação do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (2014) para responsabilizar diretamente as redes por postagens ilegais. Agora, as empresas devem atuar de forma preventiva.</p>
<p>A professora Mylena Devezas Souza, da Universidade Federal Fluminense (UFF), destaca que a legislação <strong>&#8220;impõe às plataformas o dever de prevenir e mitigar riscos relacionados ao acesso de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados&#8221;.</strong> Conforme a nova lei, os serviços digitais precisam disponibilizar ferramentas acessíveis de supervisão parental, permitindo controle de tempo e restrição de conteúdo.</p>
<p><strong>O papel das famílias na fiscalização</strong><br />
Apesar da responsabilização do Estado e das empresas, o ECA Digital reitera que a segurança infantojuvenil online é uma responsabilidade compartilhada, exigindo supervisão constante por parte dos responsáveis. Pais e mães devem assegurar o uso de filtros de verificação de idade para bloquear o acesso a materiais impróprios, pornografia e plataformas de apostas.</p>
<p>Wladimir Gramacho, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), compara a atualidade com as antigas regras para assistir à TV, pontuando que a tela dos smartphones oferece riscos em maior escala<strong>. &#8220;A presença do adulto é ainda mais importante do que era no passado&#8221;, </strong>alerta, ressaltando o desafio contemporâneo: <strong>&#8220;A situação grave que a gente tem hoje é que esses adultos também estão capturados [pelas telas]&#8221;.</strong></p>
<p>Para assegurar o cumprimento das novas normas, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) orienta a população: qualquer pessoa que presencie a violação de direitos na internet deve utilizar os canais formais de denúncia, que agora são de oferta obrigatória pelas empresas de tecnologia.</p>
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		<title>Pesquisa da Meta revela que 19% dos adolescentes no Instagram foram expostos a nudez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento foi feito com usuários da plataforma, que falaram sobre suas experiências no ambiente digital</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase um em cada cinco usuários do Instagram, com idades entre 13 e 15 anos, disseram à Meta ter vito “nudez ou imagens sexuais&#8221; indesejadas na plataforma.</p>
<p>A informação consta em um processo judicial divulgado na última sexta-feira (20), no estado da Califórnia (EUA), e analisado pela Reuters. O documento inclui trechos de um depoimento prestado em março de 2025 pelo chefe do Instagram, Adam Mosseri.</p>
<p>Na ocasião, o executivo afirmou que a empresa não compartilha resultados gerais de pesquisas e acrescentou que pesquisas auto-relatadas são “notoriamente problemáticas”, de acordo com o depoimento. A pesquisa foi realizada em 2021, disse Andy Stone, porta-voz da Meta.</p>
<p>A Meta, proprietária do Facebook e do Instagram, enfrenta alegações de líderes globais de que os produtos da empresa prejudicam os usuários jovens. Nos Estados Unidos, milhares de ações judiciais acusam a empresa de projetar produtos viciantes e alimentar uma crise de saúde mental nos jovens.</p>
<p>A estatística sobre imagens explícitas veio de uma pesquisa com usuários do Instagram sobre suas experiências na plataforma, disse Stone, e não de uma análise das próprias publicações.</p>
<p>No final de 2025, a empresa disse que, para usuários adolescentes, removeria imagens e vídeos <strong>“contendo nudez ou atividade sexual explícita, incluindo quando gerados por IA”</strong>, com exceções consideradas para conteúdo médico e educacional.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Estamos orgulhosos do progresso que fizemos e sempre trabalhando para melhorar”</strong>, disse Stone.</p>
</blockquote>
<p>Cerca de 8% dos usuários na faixa etária de 13 a 15 anos também disseram ter <strong>“visto alguém se machucar ou ameaçar fazer isso no Instagram”</strong>, de acordo com o depoimento.</p>
<p>A maioria das imagens sexualmente explícitas foi enviada por meio de mensagens privadas entre usuários, disse Mosseri em seu depoimento, e a Meta deve considerar a privacidade dos usuários ao analisá-las. <strong>“Muitas pessoas não querem que a gente leia suas mensagens”</strong>, disse ele.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo atinge meta ideal em 12 das 16 vacinas para crianças menores de 2 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 20:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde apontam que o Estado superou os índices de imunizantes essenciais como BCG e Tríplice Viral; seis vacinas alcançaram a classificação de "meta ótima"</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo alcançou em 2025, segundo balanço do Ministério da Saúde, a meta ótima ou de avanço significativo em 12 das 16 vacinas do Calendário Nacional de crianças menores de 02 anos que têm meta de cobertura. Das 12, seis delas estão acima da meta ideal preconizada. Os dados são preliminares e têm como fonte o LocalizaSUS, por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).</p>
<p>As metas superadas foram relacionadas às vacinas de BCG, Hepatite B, Pneumo 10, Rotavírus, Tríplice Viral (1ª dose) e Meningocócica Conjugada (1º reforço). De acordo com análise do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do órgão federal, as metas foram classificadas como “meta ótima”.</p>
<p>Já as vacinas de Pólio Injetável (VIP), Meningo C, Penta, Hepatite A, DTP, Tríplice Viral (2ª dose), Pneumo 10 (1º reforço), Pólio Injetável (VIP reforço) e Varicela foram classificadas como “avanço significativo”, isto é, coberturas que vêm aumentando ao longo dos anos, em especial, pós-pandemia da covid-19. Apenas a vacina contra a Febre Amarela apresenta classificação amarela, que é voltada aos imunizantes que alcançaram cobertura entre 61% a 80%.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O Espírito Santo vem acompanhando o cenário nacional de avanços nas coberturas vacinais e os dados nos mostram esse esforço que é um trabalho conjunto, do Estado e dos municípios, mas principalmente de todos os profissionais que atuam diretamente na imunização”</strong>, parabenizou o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann.</p>
</blockquote>
<p>O alcance de metas ideais é uma estratégia que visa evitar a circulação de doenças imunopreveníveis, isto é, aquelas que podem ser evitadas por meio da vacinação. Além disso, o alcance de metas preconizadas auxilia ainda a evitar surtos e epidemias, a proteger aqueles que ainda não podem ser imunizados e, principalmente, reduzir casos graves e mortes.</p>
<p>As vacinas da BCG e a Rotavírus são as únicas do calendário das crianças menores de 2 anos com meta de cobertura preconizada de 90%, os demais imunizantes têm meta de 95% de cobertura.</p>
<p>Segundo explicou a referência técnica do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde (Sesa), Danielle Grillo, o aumento das coberturas é resultado de um trabalho contínuo das equipes de imunização, especialmente no período pós-pandemia. <strong>“Durante a pandemia da Covid-19, assim como em todo o País, as coberturas vacinais no Estado estavam muito abaixo do que era preconizado. Após o ano de 2022, intensificamos as estratégias de resgate de crianças não imunizadas nos territórios, e os esforços vêm sendo mostrados nos dados atuais”</strong>, disse.</p>
<p><strong>Evolução nas coberturas vacinais</strong><br />
O período pandêmico da covid-19 interferiu de maneira direta nas coberturas vacinais dos principais imunizantes do Calendário das Crianças, em especial durante os anos de 2020 e 2021. Em 2022, segundo conta a referência do Programa Estadual de Imunizações, Danielle Grillo, a Sesa intensificou as ações e estratégias para ampliar e alcançar as metas preconizadas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Nos últimos anos desenvolvemos novas estratégias a fim de alcançar cada vez mais pais e responsáveis de crianças que estivessem com esquema incompleto ou não iniciado, como envio de SMS e mensagens no WhatsApp, também projetos que levam a temática da saúde para dentro das escolas, em parceria com o Programa Saúde na Escola (PSE), por meio do Programa Zé Gotinha nas Escolas, por exemplo e a parceria com a educação, por meio da atualização em 2025 da Portaria que define os procedimentos de gestão e operacionalização da apresentação da situação vacinal na matrícula e rematrícula nas escolas, bem como estabelece o Programa Estadual de Vacinação nas Escolas”</strong>, lembrou a referência técnica.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, o Estado passou a orientar os municípios a ampliação de estratégias extramuros em seus territórios, isto é, com a imunização para além das salas de vacinação.</p>
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		<item>
		<title>Himaba supera meta em 128% e realiza mais de 9 mil consultas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 11:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[consultas]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Himaba]]></category>
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		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital em Vila Velha encerra o ano com novo tomógrafo e conquista de selo de qualidade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2025 foi marcante para a saúde materno-infantil capixaba. O Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), localizado em Vila Velha, realizou mais de 9 mil consultas ambulatoriais, superando em 128% a meta estabelecida para o período. Com investimentos do Governo do Estado, a unidade também inaugurou o primeiro tomógrafo da rede estadual infantil, equipado com tecnologia de ponta e inteligência artificial, ampliando a resolutividade e a eficiência assistencial aos pacientes.</p>
<p>Segundo o diretor-geral do Himaba, Claudio Amorim, os resultados refletem a consolidação de uma governança madura, com rotinas estáveis, núcleos fortalecidos e monitoramento diário de indicadores.<strong> “O ano de 2025 marcou o retorno do Himaba como referência estadual, aliando acolhimento, segurança e modernização. Em 2026, seguimos comprometidos em avançar ainda mais. A conquista do Selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) traduz o empenho das equipes e reforça a qualificação dos nossos serviços”</strong>, afirma.</p>
<p>Houve crescimento significativo na realização de exames, especialmente na área de imagem, com 12,5 mil procedimentos realizados até novembro e a expectativa é ampliar ainda mais os exames complexos com a utilização do novo tomógrafo.</p>
<p>Em parceria com a Secretaria da Educação (Sedu), o hospital manteve o projeto Classe Hospitalar, garantindo a continuidade das atividades escolares para crianças internadas. Em 2025, mais de 1.800 alunos foram atendidos, com previsão de ampliação para as classes iniciais e de alfabetização em 2026.</p>
<p><strong>Qualidade e segurança em primeiro lugar</strong><br />
O ano também foi estratégico pela reorganização dos fluxos assistenciais, com foco permanente na segurança do paciente e na eficiência do cuidado. O fortalecimento de núcleos como o Escritório de Gestão de Altas (EGA), Núcleo Interno de Regulação (NIR), Núcleo de Educação Permanente e Centro de Pesquisa e Ensino (NEP/CEP), além do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), consolidou a governança como prática cotidiana.</p>
<p>De acordo com Claudio Amorim, os avanços resultaram em um ambiente mais seguro e estruturado, atendimento mais rápido e acolhedor, exames mais ágeis, diagnósticos mais precisos, redução do tempo de internação, melhor comunicação com familiares e uma estrutura física renovada, garantindo mais dignidade ao cuidado pediátrico.</p>
<p>Para 2026, sob gestão do Instituto Acqua, o Himaba deve avançar na ampliação da capacidade hospitalar, com novos leitos, expansão de setores críticos e implantação de novas unidades assistenciais. <strong>“Também estão previstas melhorias tecnológicas, como ampliação do prontuário eletrônico, inteligência de dados e automação de processos, com o objetivo de tornar o Himaba o melhor hospital pediátrico público do Brasil”</strong>, destacou Claudio Amorim.</p>
<p><strong>Emergência qualificada</strong><br />
No próximo ano, o hospital dará continuidade à participação na iniciativa Lean nas Emergências, do Ministério da Saúde, executada de forma colaborativa pelos hospitais BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês, no âmbito do PROADI-SUS.</p>
<p>A iniciativa tem como foco reduzir a superlotação, eliminar desperdícios, diminuir tempos de espera e ampliar a resolutividade dos atendimentos. A iniciativa qualifica o Pronto-Socorro do Himaba por meio de princípios Lean e ferramentas como Mapeamento do Fluxo de Valor, 5S, gestão visual, fluxo contínuo e ciclos Kaizen, apoiando o redesenho de processos, a criação de rotinas sustentáveis e a melhoria contínua da assistência ao paciente.</p>
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		<title>Falha no WhatsApp permite mapear 3,5 bilhões de contas e expõe dados de usuários no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vazamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Whatsapp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da Universidade de Viena aponta que sistema de busca ilimitado possibilitou coleta em massa de números e fotos de perfil. Plataforma afirma ter corrigido vulnerabilidade e reforçado segurança</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores de ciência da computação da Universidade de Viena, na Áustria, identificaram uma falha no WhatsApp que permitiu descobrir números de celular de 3,5 bilhões de usuários em todo o mundo. A vulnerabilidade, localizada no sistema de busca para iniciar novas conversas, possibilitou a coleta massiva de dados públicos, como fotos e frases de perfil, embora o conteúdo das mensagens tenha permanecido protegido pela criptografia de ponta a ponta.</p>
<p>De acordo com o estudo divulgado, a brecha residia na falta de limites para a pesquisa de contatos dentro do aplicativo. A funcionalidade é utilizada para iniciar trocas de mensagens com pessoas que não estão na lista de contatos do usuário. Contudo, a ausência de bloqueios eficazes permitiu que os acadêmicos realizassem uma varredura em larga escala, identificando um número de perfis superior aos 2 bilhões divulgados oficialmente pela plataforma.</p>
<p><strong>&#8220;Censo&#8221; global e dados do Brasil</strong><br />
A partir da exploração da falha, os pesquisadores conseguiram elaborar o que classificaram como uma espécie de &#8220;Censo do WhatsApp&#8221;. O levantamento detalhou números de usuários por país, sistemas operacionais utilizados e a quantidade de fotos de perfil disponíveis publicamente.</p>
<p>Os dados revelam que o Brasil é o terceiro maior mercado do aplicativo, contabilizando 206 milhões de usuários ativos. O país fica atrás apenas da Índia, com 749 milhões, e da Indonésia, com 235 milhões.</p>
<p><strong>O estudo apontou ainda características técnicas da base de usuários brasileira:</strong><br />
81,4% utilizam o sistema operacional Android;<br />
18,6% utilizam iPhone (iOS);<br />
Foi possível identificar a foto de perfil de 61% dos usuários no país.</p>
<p>O relatório alerta que, caso tais informações fossem obtidas por agentes maliciosos, poderiam ser utilizadas para a aplicação de golpes, campanhas de spam, ataques de phishing (roubo de dados) ou chamadas automáticas. A prática de coleta automatizada é tecnicamente conhecida como &#8220;raspagem de dados&#8221; ou scraping.</p>
<p><strong>Metodologia da falha</strong><br />
Os testes foram realizados entre dezembro de 2024 e abril de 2025. Utilizando um programa alternativo conectado aos servidores do WhatsApp e uma biblioteca do Google com padrões telefônicos de 245 países, os pesquisadores geraram uma lista de 63 bilhões de números possíveis. A listagem incluiu especificidades locais, como a variação no padrão brasileiro (com e sem o nono dígito).</p>
<p>Durante a execução, o grupo afirmou ter conseguido realizar 7 mil pesquisas de números de celular por segundo, a partir de um único servidor, sem sofrer bloqueios de endereço IP ou limitações de taxa por parte da plataforma.</p>
<p><strong>&#8220;Embora a limitação da taxa [de quantidade de buscas] seja uma defesa padrão contra abusos, revisamos o problema e mostramos que o WhatsApp continua altamente vulnerável à enumeração em larga escala&#8221;,</strong> destaca o texto do estudo.</p>
<p>Os pesquisadores afirmaram que todo o material coletado durante os testes foi excluído antes da publicação do artigo acadêmico.</p>
<p><strong>Cronologia e resposta da plataforma</strong><br />
O grupo de pesquisa informou ter notificado a Meta, empresa proprietária do WhatsApp, sobre o risco de enumeração de números ainda em setembro de 2024. Segundo os autores, a empresa comunicou que encaminharia o alerta aos engenheiros, mas não forneceu atualizações até agosto de 2025.</p>
<p><strong>A postura da empresa teria mudado a partir de setembro de 2025, quando os pesquisadores avisaram que o conteúdo seria tornado público. Após esse período, o WhatsApp implementou medidas para limitar a quantidade de buscas por números e restringiu a visualização de fotos e frases de perfil de desconhecidos.</strong></p>
<p>Posicionamento do WhatsApp<br />
Procurado, o WhatsApp informou que a colaboração com a universidade identificou uma técnica inédita de enumeração e que não foram encontradas evidências de exploração da falha por agentes mal-intencionados.</p>
<p>Em nota oficial, Nitin Gupta, vice-presidente de Engenharia do WhatsApp, comentou o caso:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Somos gratos aos pesquisadores da Universidade de Viena pela parceria responsável e diligência no âmbito do nosso programa de Bug Bounty. Essa colaboração identificou com sucesso uma técnica de enumeração inédita que superou nossos limites previstos, permitindo que os pesquisadores coletassem informações básicas disponíveis publicamente. Já estávamos trabalhando em sistemas anti-scraping líderes do setor, e este estudo foi fundamental para testar e confirmar a eficácia imediata dessas novas defesas&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Gupta reforçou ainda que as mensagens dos usuários permaneceram privadas e que &#8220;nenhum dado não público esteve acessível aos pesquisadores&#8221;.</p>
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		<title>Espírito Santo bate meta de 2025 com mais de 150 mil cirurgias eletivas já feitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 11:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgias eletivas]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[OperaES]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meta de 130 mil procedimentos foi superada em 16%. Estratégia inclui cirurgias aos sábados. Plano é executado em 35 hospitais e conta com investimento de R$ 130 milhões neste ano</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Estadual de Redução de Filas de Cirurgias Eletivas (OperaES) atingiu a marca de 151.100 procedimentos realizados no Espírito Santo até esta sexta-feira (14). O número ultrapassa em 16% a meta estipulada para 2025, que era de 130 mil cirurgias. A execução do plano, coordenada pela Secretaria da Saúde (Sesa), representa um investimento de R$ 130 milhões neste ano e é realizada em 35 unidades hospitalares.</p>
<p>As cirurgias eletivas são definidas como procedimentos que podem ser programados, sem caráter de urgência. Para a execução do OperaES, a Sesa utiliza serviços em 35 hospitais, que incluem a rede própria, contratada e contratualizada. Com o investimento de R$ 130 milhões em 2025, o plano atingiu uma média de 475 procedimentos por dia.</p>
<p>Em 2024, o programa também havia superado a meta, realizando mais de 153 mil procedimentos, um volume 23% acima do estipulado para aquele ano.</p>
<p><strong>Especialidades e estratégia</strong><br />
As especialidades com maiores volumes de procedimentos são cirurgia oftalmológica, cirurgia geral, cirurgia ortopédica, ginecológica e urológica, além de procedimentos clínicos.</p>
<p>O secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, atribuiu o resultado a um esforço estratégico. <strong>“Estamos muito felizes em ultrapassar a meta estipulada. O OperaES está proporcionando um aceleramento do tempo de espera e esse desempenho recorde é fruto de um trabalho integrado e estratégico. Ampliamos os horários para realização de procedimentos e também estamos realizando cirurgias em um sábado por mês”,</strong> disse.</p>
<p>Os procedimentos ocorrem em todas as quatro regionais de saúde do Estado: Norte, Central, Metropolitana e Sul. Cada unidade hospitalar que integra o OperaES, seja da rede própria da Sesa ou contratada, possui metas de produção que devem ser cumpridas ao longo do ano.</p>
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		<item>
		<title>Após prisão de Hytalo Santos, Governo manda Meta tirar do ar chatbots com conteúdo sexual infantil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/apos-prisao-de-hytalo-santos-governo-manda-meta-tirar-do-ar-chatbots-com-conteudo-sexual-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 19:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[adultização infantil]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[chatbots]]></category>
		<category><![CDATA[legislação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[proteção infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação da AGU ocorre em meio à prisão do influenciador Hytalo Santos e à mobilização para criar regras mais rígidas para as plataformas digitais após denúncias de exploração de menores</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) notificou extrajudicialmente a Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, para que remova do ar robôs de bate-papo que simulam conversas de teor erótico com perfis que aparentam ser de crianças. A medida ocorre em um momento de intensa mobilização social e política sobre a proteção de menores no ambiente digital, impulsionada pela prisão do influenciador Hytalo Santos e por denúncias sobre a adultização infantil nas redes sociais, o que levou o Congresso Nacional a acelerar a criação de uma legislação específica para coibir essas práticas.</p>
<p>A ação do governo federal se baseia em uma reportagem do Núcleo Jornalismo que expôs o uso da plataforma “Meta AI Studio” para a criação de chatbots com linguagem e aparência infantil que mantêm diálogos de cunho sexual. No documento enviado à companhia, a AGU exige a derrubada dos robôs e solicita esclarecimentos sobre as medidas adotadas para impedir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos eróticos e sexuais.</p>
<p><strong>A notificação à Meta</strong><br />
Segundo a AGU, os chatbots se aproveitam da falta de mecanismos de moderação eficazes para disseminar conteúdo ilícito. A denúncia aponta que tais ferramentas têm o potencial de alcançar um público amplo nas plataformas da Meta,<strong><em> &#8220;ampliando de forma exponencial o risco do contato de menores de idade com material sexualmente sugestivo e potencialmente criminoso&#8221;.</em></strong></p>
<p>A reportagem que baseou a notificação testou robôs com nomes como “Safadinha”, “Bebezinha” e “Minha novinha”. Em uma das conversas usadas como exemplo, uma inteligência artificial que simula ser uma criança pergunta se o “papai quer tocá-la” e, ao comando “quero tocar mais embaixo”, responde com uma voz fofa:<strong><em> “Bebê ri e se esconde atrás de um travesseiro, fazendo uma voz fofa: Papai, você é muito curioso!”.</em></strong></p>
<p>A AGU sustenta que a prática oferece <strong><em>&#8220;risco concreto à integridade psíquica de crianças e adolescentes&#8221;,</em> </strong>dificultando o direito à proteção integral previsto no artigo 227 da Constituição. O órgão também citou o Código Penal, que tipifica como crime de estupro de vulnerável a prática de ato libidinoso com menor de 14 anos, com pena de oito a 15 anos de reclusão.</p>
<p>O documento menciona ainda uma reportagem da agência Reuters, na qual a Meta teria confirmado que sua IA estava autorizada a ter conversas de teor sexual com crianças e que, após o questionamento, removeu as partes que permitiam o envolvimento romântico. Para a AGU, no entanto,<strong><em> &#8220;os chatbots que propagam conteúdo ilícito continuam disponíveis e sem qualquer filtro verificador de faixa etária. Isso viola os próprios Padrões da Comunidade da Meta&#8221;.</em> </strong>A notificação recorda a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Marco Civil da Internet, que estabeleceu a possibilidade de responsabilizar plataformas que não removem conteúdos criminosos após tomar conhecimento deles.</p>
<p><strong>Prisão de influenciador repercute</strong><br />
O debate sobre a exploração de menores online ganhou força com a prisão do influenciador Hytalo Santos e de seu marido, Israel Nata Vicente. Nesta terça-feira (19), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a prisão preventiva do casal. O ministro Rogerio Schietti Cruz considerou o decreto de prisão devidamente fundamentado, citando <strong><em>&#8220;a exposição reiterada e inadequada de crianças e adolescentes, bem como para a tentativa de destruição de provas relevantes&#8221;.</em></strong></p>
<p>Hytalo e o marido foram presos em São Paulo em cumprimento a um mandado da Justiça da Paraíba. Eles são investigados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) desde o fim de 2023 por suspeitas de exploração e exposição de crianças e adolescentes em conteúdos para redes sociais, abuso sexual e tráfico humano. Na segunda-feira (18), foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) 1 de Pinheiros, na capital paulista. A defesa do casal alega inocência.</p>
<p>O caso ganhou notoriedade nacional após denúncias feitas pelo youtuber Felca, que expôs perfis que utilizam crianças para promover a adultização infantil.</p>
<p><strong>Resposta do Congresso e o debate da regulação</strong><br />
A repercussão levou o Congresso a reagir. Na última semana, a Câmara dos Deputados criou um grupo de trabalho para elaborar, em até 30 dias, um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. Um dos textos que servirão de base é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que já passou pelo Senado. A proposta exige que as empresas criem mecanismos para evitar a erotização infantil e prevê multas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprimento.</p>
<p>Especialistas ouvidos pela Agência Brasil defendem que é preciso estabelecer regras claras para as plataformas. <strong><em>“As plataformas de redes sociais precisam ter limites do que é possível explorar comercialmente. Explorar a infância adultizada, sexualizada, exposta sem nenhum tipo de cuidado, não é, em lugar nenhum, aceitável como modelo de negócio”,</em></strong> afirma o psicólogo Rodrigo Nejm, do Instituto Alana.</p>
<p>O influenciador Felca demonstrou como os algoritmos das próprias plataformas incentivam a divulgação desses conteúdos, que geram mais engajamento e, consequentemente, lucro. Débora Salles, coordenadora do Netlab da UFRJ, aponta que as empresas têm capacidade técnica para moderar, mas pouco fazem por não serem obrigadas.<strong><em> “A regulamentação ajuda a garantir que as plataformas vão ser responsabilizadas e vão agir”,</em></strong> diz.</p>
<p>Na esteira do debate, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que enviaria ao Congresso uma proposta para a regulamentação das redes sociais.</p>
<p><strong>Riscos da exposição</strong><br />
A exposição precoce a conteúdos e comportamentos inadequados, conhecida como “adultização”, representa um grave risco. Pesquisa do Cetic.br revela que 93% da população brasileira de 9 a 17 anos usa a internet, o que corresponde a 24,5 milhões de pessoas. Desses, 83% possuem perfil em redes sociais.</p>
<p>Especialistas alertam que, além do impacto no desenvolvimento psicológico, a exposição de imagens e vídeos de crianças na internet, mesmo que por familiares, pode alimentar redes de pedofilia.<strong><em> “Os pais não têm noção de que tão colocando os seus filhos e seus familiares em risco, porque imaginam que aquilo ali é um ambiente seguro. Mas é importante reforçar que, hoje em dia, as redes sociais não são lugar seguro”,</em> </strong>finaliza Débora Salles. A recomendação é que o uso da internet por crianças e adolescentes seja sempre monitorado por um responsável.</p>
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		<item>
		<title>Governo estimula aumento da produção leiteira com entrega de ensacadoras de forragem no sul capixaba</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/governo-estimula-aumento-da-producao-leiteira-com-entrega-de-ensacadoras-de-forragem-no-sul-capixaba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 14:05:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento faz parte das ações do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cadeia do Leite</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A meta do Espírito Santo para a pecuária de leite é produzir quase 700 milhões de litros até 2032, quase o dobro do que é registrado atualmente. É por isso que o Governo do Estado entregou, nesta quarta-feira (02), 40 ensacadoras de forragem para atender coletivamente produtores de leite distribuídos por 21 municípios das regiões sul e serrana. As máquinas são fundamentais para embalar e armazenar corretamente o alimento que será usado para a nutrição do gado nos períodos de seca.</p>
<p>A entrega dos equipamentos, também conhecidos como ensiladeiras, aconteceu na Fazenda Experimental Bananal do Norte, em Cachoeiro de Itapemirim, durante o Dia Especial ‘Pecuária de Leite e Ensilagem’. O evento faz parte das ações do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cadeia do Leite, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).</p>
<p>Com o uso das ensacadoras, mais de 2,5 mil pecuaristas poderão garantir melhores condições para armazenamento e conservação de forragem, permitindo o enfrentamento dos períodos de estiagem com mais segurança alimentar para o rebanho. A ação se soma a outras iniciativas que visam fortalecer a produção leiteira capixaba, promovendo mais eficiência e sustentabilidade ao setor.</p>
<p>O secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento sustentável da pecuária leiteira no Espírito Santo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Nosso compromisso é oferecer aos produtores as ferramentas necessárias para melhorar a produção e garantir a segurança alimentar do rebanho. A entrega dessas ensacadoras representa um avanço na capacidade dos pecuaristas de armazenar e conservar alimentos de forma eficiente, reduzindo perdas e garantindo a continuidade da produção, mesmo nos períodos mais desafiadores&#8221;</strong>, ressaltou Bergoli.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, a Fazenda Bananal do Norte — base de pesquisa do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) — recebeu dois tratores adquiridos por meio do convênio com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no valor de R$ 577 mil, e uma caminhonete comprada pela Seag, a partir do investimento de R$ 215 mil.</p>
<p><strong>Tecnologia e capacitação para os pecuaristas</strong><br />
Junto à entrega dos equipamentos, os pecuaristas participaram de um dia especial sobre pecuária de leite, que incluiu palestras técnicas e demonstrações sobre ensilagem e o uso correto das ensacadoras. O coordenador de Produção Animal da Seag, Filipe Barbosa Martins, reforçou a importância da adoção de boas práticas para maximizar a eficiência dos equipamentos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A correta utilização das ensiladeiras é essencial para aumentar a durabilidade e eficiência do equipamento. Durante o evento, demonstramos as melhores formas de operação e armazenamento, garantindo que os produtores aproveitem ao máximo esse recurso e assegurem a nutrição adequada do rebanho&#8221;</strong>, explicou Martins.</p>
</blockquote>
<p>A utilização das máquinas foi realizada durante o evento, com a participação do sócio-diretor da Silare, Luiz Ricardi. O Dia Especial ‘Pecuária de Leite e Ensilagem’ também contou com a palestra do pesquisador do Incaper Ismael Nacarati da Silva sobre a determinação do ponto de colheita de forrageiras. Por fim, foi ministrada a palestra sobre as estratégias de alimentação das vacas leiteiras, com o coordenador técnico da Cooperativa Agrária Mista de Castelo (Cacal) Alexandre Crukil Raasch.</p>
<p><strong>Leia também: </strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="isuA5MvmK3"><p><a href="https://emdiaes.com.br/agricultura/governo-fortalece-pecuaria-de-leite-com-entrega-de-ensacadoras-de-forragem-no-norte-capixaba/">Governo fortalece pecuária de leite com entrega de ensacadoras de forragem no norte capixaba</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Governo fortalece pecuária de leite com entrega de ensacadoras de forragem no norte capixaba&#8221; &#8212; Em Dia ES" src="https://emdiaes.com.br/agricultura/governo-fortalece-pecuaria-de-leite-com-entrega-de-ensacadoras-de-forragem-no-norte-capixaba/embed/#?secret=I0lgZUWrWg#?secret=isuA5MvmK3" data-secret="isuA5MvmK3" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/agricultura/governo-estimula-aumento-da-producao-leiteira-com-entrega-de-ensacadoras-de-forragem-no-sul-capixaba/">Governo estimula aumento da produção leiteira com entrega de ensacadoras de forragem no sul capixaba</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pesquisadores dizem que decisões da Meta ameaçam liberdade no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/pesquisadores-dizem-que-decisoes-da-meta-ameacam-liberdade-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 12:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a pesquisadora, esse tipo de moderação permite que se dê liberdade somente às pessoas escolhidas pela empresa</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/geral/pesquisadores-dizem-que-decisoes-da-meta-ameacam-liberdade-no-brasil/">Pesquisadores dizem que decisões da Meta ameaçam liberdade no Brasil</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em audiência pública em Brasília (DF), nesta quarta-feira (22), pesquisadores e membros de organizações da sociedade civil manifestaram contrariedade às novas políticas da empresa Meta, que alteraram as formas de moderação e que até permitem a publicação de conteúdos preconceituosos. Representantes das plataformas digitais foram convidados, mas não compareceram. A companhia controla as redes Facebook, Instagram e Whatsapp.</p>
<p>Na audiência pública, realizada pela Advocacia-Geral da União (AGU), os pesquisadores chamaram atenção para o fato que essas políticas aumentam as dificuldades de grupos já vulnerabilizados. A professora Rose Marie Santini, diretora do laboratório de estudos de internet da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirmou que as decisões da empresa de remodelar programas de checagem de fatos e relaxar os trabalhos de moderação sobre a formação de discursos de ódio representam ameaça à sociedade.</p>
<p>Para ela, uma mudança muito significativa anunciada pelo presidente da Meta, Mark Zuckerberg, foi sobre as alterações dos algoritmos, ao decidir quais vozes serão divulgadas e silenciadas.<strong><em> “Esses algoritmos, programados pela curadoria e moderação de conteúdo, operam sem nenhuma transparência sobre a realidade e sobre seus critérios. Não sabemos quais conteúdos são efetivamente moderados”,</em></strong> ponderou.</p>
<p>A professora afirma que a divulgação dos critérios de moderação demonstrou “graves inconsistências”.<strong><em> “Essa opacidade mina a confiança pública na real preocupação da empresa com a liberdade de expressão. Afinal, a liberdade só é efetiva quando acompanhada de transparência”,</em></strong> argumentou.</p>
<p>Para a pesquisadora, esse tipo de moderação permite que se dê liberdade somente às pessoas escolhidas pela empresa.<strong><em> “O discurso das empresas induz a um entendimento de que a censura só poderia vir do Estado. Contudo, na realidade atual, as plataformas digitais se constituem como a principal estrutura de censura dos usuários na internet”.</em></strong></p>
<p>Ela entende que essas grandes plataformas detêm mais informações sobre seus usuários do que qualquer Estado tem de seus cidadãos. <strong><em>“(As empresas) Usam dados das pessoas, inclusive os sensíveis, para distribuir anúncios personalizados, independente se são legítimos ou não, se contêm crimes de qualquer ordem ou se colocam os usuários em risco”.</em></strong></p>
<p><strong>Conteúdos sexistas</strong><br />
A professora de direito Beatriz Kira, da Universidade de Sussex, no Reino Unido, avaliou que a prioridade e o engajamento dos algoritmos das plataformas contribuem para a disseminação de conteúdos sexistas e misóginos que não conseguiriam o mesmo impacto não fosse pela internet. “<strong><em>Tecnologias emergentes com inteligência artificial generativa geraram esse cenário, facilitando novas formas de violência”.</em></strong></p>
<p>Ela cita a divulgação de conteúdos íntimos, como deep nudes, que evidenciam o uso estratégico da necrologia para reforçar a violência de gênero no âmbito político. <strong><em>“Nesse contexto, mudanças recentes nas políticas de discurso de ódio e a reivindicação do sistema de automatização de organização de conteúdo são profundamente preocupantes. Essas mudanças evidenciam a necessidade urgente de um papel mais ativo do Estado na regulação das plataformas digitais”.</em></strong></p>
<p><strong>Atenção às crianças</strong><br />
O diretor de políticas e direitos das crianças do Instituto Alana, Pedro Hartung, ressaltou que a moderação de conteúdo por parte das plataformas para a proteção de crianças e prevenção de violências não é só uma necessidade, mas também um dever constitucional.<strong><em> “No caso das crianças, já temos a legislação para basear ações de responsabilização objetiva por conduta própria ou ação por omissão das plataformas”,</em></strong> defendeu.</p>
<p>Hartung contextualizou que 93% de crianças e adolescentes usam a internet no Brasil, 71%, o WhatsApp, além de uma expressiva participação no Instagram e TikTok.<strong><em> “Essa é uma internet que não é uma praça pública, mas sim um shopping, que busca por uma economia da atenção, a exploração comercial das crianças”,</em> </strong>explicou.</p>
<p>Ele exemplificou que, como parte desse conteúdo prejudicial, houve no Brasil os ataques nas escolas principalmente no ano de 2023. Ele cita que uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) conseguiu avaliar a influência do mundo on-line na radicalização desses adolescentes<strong><em>. “É importantíssimo, para a gente, olhar para a moderação de conduta nas plataformas”.</em></strong></p>
<p>Outro tema que preocupa em relação à infância, segundo Hartung, é o impacto significativo das publicidades e também do crescimento do trabalho infantil artístico nas redes.<strong><em> “É importante ressaltar que a culpa não pode ser colocada exclusivamente em cima das famílias, mas em empresas”.</em></strong></p>
<p><strong>Violência contra homossexuais</strong><br />
O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos, Victor De Wolf, também participou da audiência pública, manifestou que a política de monitoramento da Meta já era equivocada e intolerante. <strong><em>“A gente já vê graves crimes de ódio acontecendo, violações, calúnias e golpes. A nossa comunidade não é incomum”.</em></strong></p>
<p>No texto da Meta, que aponta uma nova política de moderação, há textualmente a informação que haveria permissão para relacionar doença mental a questões de gênero ou orientação sexual.</p>
<p><strong><em>“Ainda somos um país que mais persegue a comunidade LGBT, e principalmente travestis e transexuais no mundo. Nós ainda somos o país com mais assassina em qualquer relação de direitos”,</em></strong> contextualizou. Para ele, é necessário que a justiça faça o papel de responsabilizar redes que violem os direitos dos cidadãos.<strong><em> “A anarquia digital proposta por esse grupo de empresários, na verdade, nada mais é do que uma ditadura”,</em> </strong>disse.</p>
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