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	<title>MERCADO DE TRABALHO - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>MERCADO DE TRABALHO - Em Dia ES</title>
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		<title>Aracruz supera Grande Vitória e dispara na geração de empregos no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/aracruz-supera-grande-vitoria-e-dispara-na-geracao-de-empregos-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo Caged]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Município é responsável por 59,8% das vagas geradas no estado no início de 2026 e supera os números absolutos de toda a região metropolitana da Grande Vitória</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Aracruz ocupa a primeira posição no ranking de geração de empregos formais no Espírito Santo referente ao primeiro trimestre de 2026. A cidade responde por 59,8% das vagas abertas no estado durante o período, alcançando a marca de 7.666 novos postos de trabalho e um saldo positivo de 1.970 vagas. O resultado, impulsionado pela expansão da indústria local e pela atração de investimentos, consolida a região como um dos principais polos de desenvolvimento econômico capixaba.</p>
<p>De acordo com os dados do Novo Caged e a análise do Connect Fecomércio-ES, o setor industrial foi o principal motor desse desempenho, sendo responsável pela criação de 1.169 postos de trabalho. Fatores logísticos estratégicos, como a presença de grandes empreendimentos, a estrutura portuária e os investimentos em infraestrutura, fortaleceram o ambiente de negócios. Esse aquecimento econômico também reflete positivamente em outros segmentos do município, impulsionando o comércio, os serviços e a construção civil.</p>
<p><strong>Desempenho regional e comparação com a Grande Vitória</strong><br />
O levantamento estatístico indica que 47 dos 78 municípios capixabas registraram saldo positivo na abertura de vagas formais. No ranking estadual, Vitória aparece na segunda colocação, com 1.810 novos postos, seguida pela Serra, com 1.707, e por Linhares, que gerou 1.268 empregos.</p>
<p>Os dados evidenciam que Aracruz, de forma isolada, gerou um volume de empregos superior à soma de todas as cidades da região metropolitana. Enquanto os municípios da Grande Vitória registraram um saldo conjunto de 5.148 vagas no primeiro semestre do ano, Aracruz alcançou 7.666 novos empregos formais. A diferença representa um número superior em 2.518 postos de trabalho em relação ao total da região metropolitana.</p>
<p><strong>Perspectivas do poder público</strong><br />
O avanço nas contratações impacta o desenvolvimento sustentável da cidade, contribuindo para o aumento da renda das famílias e a movimentação da economia local. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Aracruz, Eduardo Faria de Azevedo, a expectativa é de continuidade no crescimento.</p>
<blockquote><p><strong> &#8220;Aracruz tem um dinamismo muito forte na economia e na atração de novos projetos. Nossa expectativa é que esse crescimento continue nos próximos anos. A Prefeitura tem trabalhado para melhorar o ambiente de negócios, modernizar a legislação, fortalecer a logística e ampliar os investimentos em infraestrutura e serviços, garantindo as condições necessárias para que a cidade continue crescendo e gerando oportunidades para a população&#8221;,</strong> afirmou o secretário.</p></blockquote>
<p>O prefeito de Aracruz, Dr. Coutinho, pontuou o objetivo de converter os indicadores de empregabilidade em melhorias diretas para os moradores.<strong> &#8220;Ver Aracruz liderando a geração de empregos no Espírito Santo nos enche de orgulho, mas, acima de tudo, reforça nossa responsabilidade de continuar trabalhando para atrair investimentos, incentivar novos negócios e criar condições para que cada vez mais pessoas tenham acesso a oportunidades. Nosso compromisso é fazer com que o crescimento econômico da cidade se transforme em qualidade de vida e desenvolvimento para toda a população&#8221;,</strong> destacou o prefeito.</p>
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		<title>Exclusão no trabalho e falta de apoio reduzem bem-estar da população LGBTQIAPN+, mostra pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 13:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa nacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo nacional mostra que ambiente corporativo e falta de rede de apoio impactam negativamente a felicidade desse grupo, embora indicadores de esperança superem a média da população heterossexual</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas LGBTQIAPN+ apresentam índices de bem-estar inferiores à média da população brasileira em áreas como apoio social, liberdade de escolha e satisfação profissional. A constatação integra a pesquisa &#8220;O Mapa da Felicidade Real no Brasil 2026&#8221;, elaborada pela pesquisadora Renata Rivetti em parceria com o Instituto Ideia, que entrevistou 1.500 pessoas em todas as regiões do país no início deste ano. O levantamento identifica que a exclusão social e a falta de segurança psicológica nos ambientes de trabalho figuram como os principais fatores que influenciam a percepção de qualidade de vida e a felicidade desse público no país.</p>
<p><strong>O peso do ambiente de trabalho</strong><br />
O levantamento destaca a relação direta entre a identidade sexual e a satisfação no ambiente profissional, apontado como um termômetro de inclusão. Segundo os dados, 79% dos heterossexuais declaram que o trabalho contribui para a sua felicidade. Esse percentual apresenta queda acentuada entre os grupos da diversidade, registrando 76% entre homossexuais e 66% entre bissexuais, configurando uma das maiores variações de todo o estudo.</p>
<p>A pesquisadora Renata Rivetti explica que a atividade profissional ocupa uma parte significativa da vida adulta e influencia diretamente a percepção de cidadania dos indivíduos. <strong>&#8220;Quando existe pertencimento, respeito e segurança psicológica, o impacto vai além da carreira e alcança a saúde emocional, os relacionamentos e a qualidade de vida de forma geral&#8221;,</strong> afirma.</p>
<p>Para a especialista, as estatísticas impõem uma responsabilidade concreta às lideranças corporativas.<strong> &#8220;Não estamos falando apenas de benefícios ou satisfação profissional. Estamos falando da possibilidade de pertencer, de ser respeitado e de poder expressar quem se é sem receio. Ambientes psicologicamente seguros favorecem não apenas o bem-estar das pessoas, mas também inovação, engajamento e desempenho&#8221;,</strong> ressalta Rivetti.</p>
<p><strong>Apoio social e impacto das redes sociais</strong><br />
A pesquisa também mede a percepção de apoio social, evidenciando o impacto da exclusão e da solidão no bem-estar. Enquanto 88% dos heterossexuais afirmam ter familiares ou amigos com quem contar em momentos de dificuldade, a taxa recua para 84,1% entre homossexuais e 82,4% entre bissexuais. O mesmo padrão de queda ocorre na avaliação sobre a liberdade para tomar decisões importantes na vida: 90,5% para heterossexuais, 86,4% para homossexuais e 84,9% para bissexuais.</p>
<p><strong>&#8220;Um dos principais pilares do bem-estar humano são as relações, o senso de comunidade e a sensação de pertencimento. O que encontramos é que pessoas de grupos historicamente minorizados apresentam maiores níveis de solidão&#8221;,</strong> relata a pesquisadora. Ela complementa que a resolução dessa questão ultrapassa a esfera individual: <strong>&#8220;Felicidade, saúde mental e bem-estar não podem ser compreendidos apenas como responsabilidades individuais. Nossa responsabilidade, como sociedade, é reduzir o sofrimento de quem se sente marginalizado ou excluído&#8221;.</strong></p>
<p>No ambiente digital, o estudo investigou os efeitos do consumo de conteúdo. A comparação da própria vida com a de terceiros nas redes sociais é mais frequente entre a população LGBTQIAPN+, sendo relatada por 64% dos bissexuais e 61% dos homossexuais, contra 55% dos heterossexuais. Já a sensação de tristeza após o uso das redes se mostrou um desafio transversal e coletivo, afetando cerca de 50% dos entrevistados em todos os grupos analisados.</p>
<p><strong>Indicadores de resiliência e esperança</strong><br />
Apesar dos desafios relacionados ao isolamento e ao mercado de trabalho, a população LGBTQIAPN+ apresenta resultados superiores em recortes específicos do levantamento, o que adiciona complexidade aos dados. A avaliação da própria saúde física de forma positiva atinge 70% entre homossexuais e bissexuais, número superior aos 59% registrados no grupo de heterossexuais.</p>
<p>A expectativa em relação ao futuro também difere positivamente: 77% dos homossexuais afirmam acreditar fortemente em um futuro melhor, enquanto entre os heterossexuais esse índice é de 66%.</p>
<p><strong>&#8220;O estudo mostra que felicidade não pode ser analisada de forma simplista. Existem desafios importantes relacionados ao apoio social e ao ambiente de trabalho, mas também encontramos sinais de resiliência, esperança e capacidade de construção de bem-estar&#8221;,</strong> conclui Rivetti. <strong>&#8220;O que os dados reforçam é a importância de criar ambientes onde as pessoas possam ser autênticas, respeitadas e acolhidas.&#8221;</strong></p>
<p><strong>Metodologia</strong> da pesquisa<br />
O estudo &#8220;O Mapa da Felicidade Real no Brasil 2026&#8221; avalia a felicidade dos brasileiros a partir de múltiplos fatores, incluindo a experiência emocional, vínculos sociais, saúde percebida e liberdade de escolha. A coleta de dados ocorreu entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março de 2026, por meio de 1.500 entrevistas distribuídas por todas as regiões do Brasil. A pesquisa possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança estatística de 95%.</p>
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		<title>Mais de 89 mil famílias superaram a pobreza e deixaram o Bolsa Família no ES desde 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Beneficiários capixabas deixaram o programa após conseguirem emprego com carteira assinada ou abrirem o próprio negócio. Serra lidera o número de desligamentos recentes no estado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 89 mil famílias do Espírito Santo deixaram de receber o Bolsa Família entre março de 2023 e maio de 2026 devido ao aumento da renda familiar. O desligamento ocorreu após esses moradores superarem a linha da pobreza ao conseguirem emprego formal ou iniciarem atividades empreendedoras, o que resultou na ultrapassagem do limite financeiro da Regra de Proteção ou no cumprimento do prazo máximo previsto para permanência na modalidade.</p>
<p>Apenas no mês de maio de 2026, mais de 4 mil lares capixabas saíram do programa social. A Serra foi o município com o maior volume de desligamentos neste recorte, contabilizando 639 famílias. O ranking do estado segue com Cariacica (501), Vila Velha (366), Vitória (299) e São Mateus (177). A lista dos dez municípios com mais famílias que deixaram o benefício no Espírito Santo se completa com Cachoeiro de Itapemirim (155), Guarapari (106), Aracruz (102), Viana (89) e Linhares (87).</p>
<p><strong>Cenário nacional e capitais</strong><br />
No panorama brasileiro, 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família no mesmo período, de março de 2023 a maio de 2026, após ampliarem seus rendimentos. Os estados que registraram os maiores números absolutos de saídas foram São Paulo (745.600), Distrito Federal (546.000), Bahia (487.600), Minas Gerais (430.200) e Rio de Janeiro (393.700).</p>
<p>Quando observados os dados referentes especificamente às capitais brasileiras no mês de maio de 2026, São Paulo registrou a maior quantidade de famílias deixando o programa por aumento de renda, com 7.312 desligamentos. Na sequência do levantamento nacional aparecem Rio de Janeiro (4.387), Fortaleza (3.790), Salvador (3.095) e Brasília (1.896).</p>
<p><strong>Mercado de trabalho e regra de proteção</strong><br />
O avanço na renda está ligado à inserção no mercado de trabalho. O cruzamento de informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) com o Cadastro Único (CadÚnico) aponta que 80% das vagas com carteira assinada geradas no primeiro trimestre de 2026 foram ocupadas por pessoas inscritas na base de dados do governo.</p>
<p>Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV Social) indica ainda que a renda proveniente do trabalho entre a parcela mais pobre da população cresceu 10,7% em 2025. Esse índice, superior à média nacional, foi impulsionado pela geração de postos de trabalho formais e pela aplicação da Regra de Proteção.</p>
<p>Essa regra estabelece uma transição para as famílias que aumentam a renda. Caso o ganho financeiro supere a marca de R$ 218 por pessoa, o núcleo familiar pode continuar recebendo 50% do valor do Bolsa Família por um período de até 12 meses, sob a condição de que a renda per capita permaneça abaixo de R$ 706.</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, relacionou a saída dos beneficiários ao desenho atual do programa.<strong> “O novo modelo estimula o emprego. Só de 2023 para cá, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza. Saíram do Bolsa Família porque passaram a ter um emprego ou começaram a empreender”,</strong> afirmou.</p>
<p>O ministro também avaliou os dados sobre a contratação de pessoas cadastradas. “Os números confirmam as estatísticas relacionadas à presença dos beneficiários no mercado formal e refutam afirmações infundadas de que as famílias não querem arranjar emprego”, declarou Dias.</p>
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		<item>
		<title>Junho começa com quase 3 mil vagas de emprego disponíveis no ES; confira</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/concursos_e_empregos/junho-comeca-com-quase-3-mil-vagas-de-emprego-disponiveis-no-es-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos e Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[SINE]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oferta contempla dez municípios, englobando desde postos para quem busca o primeiro emprego até vagas exigindo ensino superior e experiência comprovada</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (1º), o mercado de trabalho do Espírito Santo registra a disponibilidade de 2.895 vagas de emprego formal, distribuídas em agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de dez cidades capixabas. As posições atendem a diversos perfis profissionais, englobando funções nos setores da indústria, comércio, construção civil e serviços, demandando ou não experiência anterior e abrangendo diferentes níveis de escolaridade. O processo de seleção exige que os candidatos compareçam presencialmente, munidos da documentação básica, para o cadastramento e triagem nas unidades municipais.</p>
<p>O município de <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20CARIACICA%2001-05-2026.pdf"><strong>Cariacica</strong> </a>concentra o maior volume da oferta estadual, disponibilizando 1.379 postos de trabalho. Entre as ocupações com maior demanda na cidade, estão as funções de auxiliar de logística, com 155 vagas, auxiliar de linha de produção, com 125 posições, ajudante de carga e descarga, com 104 vagas, e motorista de caminhão, que soma 97 postos. A indústria local também recruta 80 pintores industriais e 71 técnicos de ensaios elétricos.</p>
<p>Em <strong><a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20ARACRUZ%2028-11.pdf">Aracruz</a></strong>, o total chega a 321 vagas abertas. O mercado do município busca, em maior número, pintores industriais, com 80 oportunidades, além de 50 vagas para operador de depósito, 20 para encanador industrial e 20 para soldador TIG. Já em <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20S%C3%83O%20MATEUS%2001-06-2026.pdf"><strong>São Mateus</strong></a>, que dispõe de 291 vagas, os candidatos encontram ofertas expressivas para ceramistas, com 15 postos, ajudantes florestais, com 12 posições, além de operadores de caixa de supermercado e ajudantes de obras, com 10 vagas cada.</p>
<p>Na região Norte, a agência de <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20LINHARES%20%2001-06-2026.pdf"><strong>Linhares</strong> </a>cadastra trabalhadores para 246 vagas. As contratações de maior impacto numérico no local são para operador de depósito, com 20 vagas, trabalhador rural, totalizando 16 vagas, e auxiliar de logística, com 15 vagas. <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20CACHOEIRO%2028-7.pdf"><strong>Cachoeiro de Itapemirim</strong></a>, no Sul do estado, soma 241 oportunidades, com os empregadores buscando 50 serventes de obras, 30 alimentadores de linha de produção para a indústria frigorífica e 10 eletricistas de corrente contínua.</p>
<p>Em <strong><a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20%20NOVA%20VENECIA%2001-05-2026.pdf">Nova Venécia</a>,</strong> com 115 vagas totais, a principal demanda é para o cargo de operador de máquinas pesadas, que conta com 16 oportunidades destinadas a candidatos com experiência na função. No litoral Sul, <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20MARATAIZES%2001-06-2026.pdf"><strong>Marataízes</strong> </a>dispõe de 106 vagas, que incluem diversas oportunidades para auxiliares de linha de produção, açougueiros e operadores de maquinário específico. <a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20COLATINA%2027-7.pdf"><strong>Colatina</strong></a>, por sua vez, totaliza 82 vagas, com foco em operadores de caixa, que somam 10 postos, exigindo ensino fundamental incompleto e sem necessidade de experiência prévia.</p>
<p><strong><a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20BARRA%20DE%20S%C3%83O%20FRANCISCO%2001-06-2026.pdf">Barra de São Francisco</a></strong> registra 68 vagas, destacando-se 10 posições para ajudante de pátio e 8 para coletor de resinas. <strong><a href="https://setades.es.gov.br/Media/Seadh/Vagas%20de%20Emprego/VAGAS%20ANCHIETA%2028-8.pdf">Anchieta</a> </strong>oferece 46 vagas, sendo 10 para auxiliar de obras e 10 para auxiliar de pavimentação, com atuação voltada a intervenções na BR e direcionadas a moradores da própria cidade e municípios vizinhos.</p>
<p><strong>Como se candidatar</strong><br />
Os interessados devem procurar a agência do Sine de seu município para realizar a inscrição. É necessário apresentar currículo atualizado, carteira de trabalho, documento de identidade, CPF, título de eleitor, certificado de reservista (para pessoas do sexo masculino), comprovante de residência e comprovante de escolaridade.</p>
<p>As vagas são atualizadas diariamente e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seleção dos candidatos é feita com base nos requisitos definidos pelas empresas, e os selecionados na etapa inicial são encaminhados para entrevista com os empregadores. Os painéis completos com as vagas de cada município podem ser acessados por meio dos links disponibilizados pelas respectivas agências e prefeituras.</p>
<p><strong>Unidades de atendimento no ES</strong></p>
<ul>
<li><strong>SINE Anchieta:</strong> Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, esquina com a Rodovia do Sol, s/n, Centro (Casa do Cidadão). Horário: 8h às 17h. Telefone: (28) 99252-3584.</li>
<li><strong>SINE Aracruz:</strong> Rua José Coutinho da Rocha, nº 140, Vila Rica (próximo ao camelódromo). Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-2568.</li>
<li><strong>SINE Barra de São Francisco:</strong> Alameda Santa Terezinha, 100, Centro. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-4714.</li>
<li><strong>SINE Cachoeiro de Itapemirim:</strong> Rua Costa Pereira, 90. Horário: 8h às 17h. Telefone: (28) 99252-4935.</li>
<li><strong>SINE Cariacica:</strong> Rodovia Leste-Oeste, 154, Santo André. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 3636-0048.</li>
<li><strong>SINE Colatina:</strong> Av. Getulio Vargas, nº 98, Centro. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-3224.</li>
<li><strong>SINE Linhares:</strong> Avenida Governador Florentino Avidos, 80, N. Sra da Conceição. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-3609.</li>
<li><strong>SINE Marataízes:</strong> Ruas Rubens Rangel, nº 1489, Ed Itamaraty, Cidade Nova. Horário: 8h às 17h. Telefone: (28) 99252-6203.</li>
<li><strong>SINE Nova Venécia:</strong> Rua Jussara, 10, Margareth. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-4427.</li>
<li><strong>SINE São Mateus:</strong> Avenida José Tozzi, nº 2616, Boa Vista. Horário: 8h às 17h. Telefone: (27) 99204-3537.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Preconceito contra trabalhadores LGBTQIAPN+ custa R$ 94,4 bilhões por ano ao Brasil, mostra estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/preconceito-contra-trabalhadores-lgbtqiapn-custa-r-944-bilhoes-por-ano-ao-brasil-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo do Banco Mundial aponta que a taxa de desemprego na comunidade é o dobro da média nacional. Exclusão impulsiona a informalidade e gera impacto negativo de R$ 14,6 bilhões aos cofres públicos anualmente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A discriminação e a exclusão social de pessoas LGBT+ no mercado de trabalho brasileiro resultam em uma perda econômica anual de R$ 94,4 bilhões para o país, o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB). É o que revela um estudo desenvolvido pelo Banco Mundial, em parceria com o Instituto Matizes, o Instituto Mais Diversidade e uma rede de organizações, a partir de dados coletados em meados de 2025. A pesquisa demonstra que o preconceito impõe barreiras no acesso e na permanência no ambiente laboral, refletindo em taxas elevadas de desemprego, informalidade e prejuízos bilionários às contas públicas.</p>
<p>O levantamento, intitulado<strong> &#8220;Custo econômico da exclusão baseada em orientação sexual, identidade e expressão de gênero e características sexuais no mercado de trabalho brasileiro&#8221;,</strong> ouviu 11.231 pessoas em todas as regiões do Brasil ao longo de três meses. O objetivo foi avaliar como o estigma e a desigualdade afetam o emprego, a renda e a produtividade nacional.</p>
<p>Além do impacto direto no PIB, o cenário gera resultados negativos para as contas públicas. Os prejuízos fiscais atrelados à exclusão são estimados em R$ 14,6 bilhões por ano, consequência da combinação entre uma menor arrecadação de impostos e uma maior pressão sobre os gastos governamentais.</p>
<p><strong>Desemprego e fuga para a informalidade</strong><br />
Os indicadores do estudo detalham a disparidade no acesso ao trabalho. A taxa de desemprego entre profissionais LGBT+ atinge 15,2%, o dobro da média da população geral, que é de 7,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2024. A inatividade também é maior: 37,4% das pessoas LGBT+ estão fora da força de trabalho, ou seja, desistiram ou não estão procurando emprego, contra 33,4% da média nacional.</p>
<p>Diante das barreiras no mercado formal, a economia informal acaba se tornando uma alternativa para a obtenção de autonomia financeira e fuga de ambientes preconceituosos. Enquanto 40% da população geral depende da informalidade, esse índice sobe para 46% entre o público LGBT+. O trabalho autônomo, por sua vez, é a realidade de 30% desses profissionais, ante 25% dos brasileiros em geral.</p>
<p>Para Lucas Bulgarelli, diretor do Instituto Matizes, a análise econômica evidencia que o problema ultrapassa a esfera individual.<strong> &#8220;A escolha de mensurar o impacto da discriminação a partir de uma perspectiva econômica funciona como uma estratégia a mais, além da discussão dos direitos humanos. O que o argumento do custo econômico adiciona é que a violência sofrida por pessoas LGBTI+ não é prejudicial só para essa população, mas para o país como um todo&#8221;,</strong> afirma.</p>
<p><strong>Recrutamento e o &#8220;ocultamento estratégico&#8221;</strong><br />
As dificuldades começam antes mesmo da contratação. A pesquisa aponta que 7 em cada 10 profissionais LGBT+ deixam de se candidatar a vagas ou consideram desistir de oportunidades devido à preocupação com a cultura da empresa e com a segurança psicológica. A discriminação nos processos seletivos está ligada, sobretudo, à expressão de gênero, à cor da pele e ao enquadramento em normas de gênero consideradas &#8220;tradicionais&#8221;.</p>
<p>A administradora Isabela (nome fictício), de 41 anos, ilustra essa estatística. Desempregada há dois anos, ela possui uma carreira consolidada, incluindo 12 anos de atuação em um grande banco, onde iniciou sua transição de gênero aos 28 anos, permanecendo até 2020. Hoje, ela relata que avança nas etapas virtuais de seleção, mas é desclassificada nas entrevistas presenciais.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Sempre fui uma profissional de alta performance e, no processo seletivo, não me perguntaram se eu era transgênero. Quando eu fui presencialmente para conversar com a gestora da vaga, eles falaram que eram uma empresa tradicional e que não estavam preparados para receber alguém como eu&#8221;,</strong> relata a administradora sobre um episódio ocorrido no início deste ano.</p></blockquote>
<p>Para se proteger, Isabela adota cautela no preenchimento de formulários de emprego.<strong> &#8220;Quando não há a obrigatoriedade de responder, eu prefiro não responder para [minha identidade] não ser colocada contra mim mesma&#8221;,</strong> explica, ressaltando que nunca omitiu a verdade quando questionada e nunca tentou se passar por uma mulher cisgênero.</p>
<p><strong>Raça e gênero agravam exclusão</strong><br />
O mapeamento destaca que a exclusão é ainda mais severa para recortes específicos dentro da própria comunidade LGBT+, com o somatório de estigmas tornando as barreiras laborais mais intensas para mulheres e pessoas negras.</p>
<p><strong>A penalidade salarial ilustra essa disparidade:</strong></p>
<ul>
<li>Homens brancos LGBT+: penalidade salarial de -6%.</li>
<li>Mulheres pretas LGBT+: penalidade salarial de -13%.</li>
<li>Mulheres trans negras: enfrentam taxas de desemprego até três vezes maiores e rendimentos até 40% menores.</li>
</ul>
<p><strong>Hostilidade no ambiente de trabalho</strong><br />
Para os que conseguem ingressar e permanecer no mercado formal, o cotidiano é frequentemente marcado pela hostilidade. O estudo constatou que 72,7% dos entrevistados já sofreram preconceito no local de trabalho, e 64% relataram eventos repetidos de discriminação. Entre 30% e 65% afirmam ter ouvido ou testemunhado comentários ou condutas discriminatórias, e uma parcela entre 40% e 70% já teve de esconder sua identidade no ambiente corporativo.</p>
<p>As práticas excludentes variam desde demissões injustificadas, assédio e agressão, até condutas sutis, como pressão para adaptação a normas de gênero, questionamento rotineiro da competência de travestis e mulheres trans e a sexualização de interações cotidianas.</p>
<p>Esse cenário gera um quadro persistente de adoecimento. A exposição prolongada a essas dinâmicas e a necessidade constante de provar competência estão associadas a sofrimentos psicossociais severos, como exaustão, ansiedade, trauma e burnout, prejudicando a produtividade e a retenção de talentos.</p>
<p><strong>Perspectivas e avanços</strong><br />
De acordo com o presidente do Instituto Mais Diversidade, Ricardo Sales, os dados revelam que as empresas atuam como extensões da sociedade na reprodução de estigmas.<strong> &#8220;A pesquisa mostra que esta é uma agenda de desenvolvimento econômico fundamental para o país. Quando o preconceito ganha, toda a sociedade perde. Por isso, um dos maiores méritos do estudo é demonstrar como este é assunto de interesse de todas as pessoas&#8221;,</strong> analisa.</p>
<p>Apesar do cenário desafiador, Lucas Bulgarelli pontua que há movimentações institucionais recentes buscando reverter as estatísticas.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A recorrente violência e os preconceitos contra a população LGBT+, à medida que se somam ao longo da trajetória de vida dessa população, criam barreiras para ingresso no mercado de trabalho que são cumulativas e persistentes. Tivemos avanços recentes com a criação de um Plano Nacional do Trabalho Digno LGBT+. Isso significa dizer que não estamos propriamente na fase zero de criação das primeiras políticas e ações, e sim no momento de tornar efetivos os compromissos assumidos&#8221;,</strong> conclui o diretor do Instituto Matizes.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Agências de emprego do ES abrem a semana com milhares de vagas abertas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/concursos_e_empregos/agencias-de-emprego-do-es-abrem-a-semana-com-milhares-de-vagas-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos e Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Agências]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[SINE]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há chances para todos os níveis de escolaridade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem procura um espaço no mercado de trabalho capixaba pode aproveitar as milhares de vagas abertas nas agências do Sine e do Trabalhador do Espírito Santo nesta segunda-feira (25).</p>
<p>O maior número de oportunidades está na Agência do Trabalhador de Vila Velha, com 1.324 vagas.</p>
<p>Cariacica abriu 834 vagas; Serra, 745; e Vitória, 463 oportunidades. No interior do Estado, o Sine de Aracruz está com 215 vagas; o de Linhares, com 224; e o de São Mateus, com 339 postos de trabalho.</p>
<p>Os interessados devem se dirigir à agência mais próxima, portando CPF, RG, comprovante de residência e carteira de trabalho.</p>
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		<item>
		<title>STF valida, por unanimidade, lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/stf-valida-por-unanimidade-lei-que-garante-igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministros mantêm norma que prevê multa de dez vezes o salário em caso de discriminação e obriga transparência em empresas com mais de 100 funcionários</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta quinta-feira (14), em Brasília, a constitucionalidade da Lei 14.611 de 2023, que assegura a igualdade salarial entre homens e mulheres no exercício da mesma função. A decisão, tomada por unanimidade com um placar de 10 votos a 0, mantém a obrigatoriedade de relatórios de transparência e a aplicação de multas severas em casos de discriminação por gênero no mercado de trabalho.</p>
<p>Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para estabelecer punições financeiras equivalentes a dez vezes o valor do salário devido em episódios comprovados de disparidade salarial motivada por gênero. Além da sanção, a lei determina que empresas que possuam mais de 100 empregados devem divulgar, semestralmente, relatórios de transparência salarial para fiscalização e acompanhamento.</p>
<p>O julgamento conjunto analisou três processos distintos: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC) protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), favorável à manutenção da regra, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) movidas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e pelo Partido Novo, que contestavam os dispositivos da norma.</p>
<p><strong>Fundamentação do Relator</strong><br />
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou pela validade integral da lei, sendo acompanhado por todos os demais integrantes da Corte. Em seu voto, Moraes destacou que a legislação brasileira está em conformidade com regras internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU) relativas à igualdade de remuneração.</p>
<p>O ministro enfatizou o preceito constitucional de construção de uma sociedade justa e solidária. <strong>&#8220;Não é possível a construção de uma sociedade livre, justa e solidária se houver discriminação de gênero entre mulheres e homens, sendo que mulheres são 51,5% da população brasileira&#8221;,</strong> declarou Moraes durante a sessão.</p>
<p><strong>Manifestação da Ministra Cármen Lúcia</strong><br />
Única mulher na composição atual do tribunal, a ministra Cármen Lúcia ressaltou que, embora a lei dê efetividade jurídica ao direito de igualdade, o preconceito de gênero ainda persiste na sociedade<strong>. &#8220;O preconceito não passa. O preconceito contra a mulher continua na ordem do dia da maneira mais perversa e cruel. Falo de cátedra. Todas nós mulheres passamos de uma forma ou de outra&#8221;,</strong> afirmou.</p>
<p>A ministra utilizou uma referência à escritora Carolina de Jesus para ilustrar a situação atual do mercado de trabalho.<strong> &#8220;Antigamente o que oprimia era a palavra calvário, agora é o salário&#8221;,</strong> pontuou, acrescentando que o preconceito se manifesta de formas sutis, como em olhares ou risos debochados.</p>
<p><strong>Combate à misoginia e movimentos &#8220;redpill&#8221;</strong><br />
O ministro Flávio Dino abordou em seu voto os desafios para a concretização dos direitos femininos, citando o avanço de discursos misóginos e de movimentos como o &#8220;redpill&#8221;, que propaga a ideia de que homens seriam explorados por mulheres.</p>
<p>Para Dino, tais discursos estão ligados a problemas estruturais graves.<strong> &#8220;Os desafios se expressam na epidemia de estupros e feminicídios, na existência da proliferação de discursos misóginos, que estão não só na internet, mas que estão também em exotismos, como cursos ensinando homens a serem homens&#8221;,</strong> comentou o ministro. Ele relacionou essa mentalidade a uma interpretação distorcida da realidade, onde se prega que<strong> &#8220;os homens estariam sendo escravizados pelas mulheres&#8221;.</strong></p>
<p>Além do relator e dos ministros Cármen Lúcia e Flávio Dino, votaram pela constitucionalidade da lei os ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Nunes Marques.</p>
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		<item>
		<title>Inscritos do CadÚnico ocupam 81,2% dos empregos gerados no primeiro bimestre</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/inscritos-do-cadunico-ocupou-812-dos-empregos-gerados-no-primeiro-bimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro único]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos formais]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do desenvolvimento social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que público de baixa renda preencheu 300.728 vagas no primeiro bimestre de 2026. Mulheres, jovens e pardos com ensino médio completo compõem o perfil predominante</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O público inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) preencheu 81,2% do saldo de empregos formais gerados no Brasil durante o primeiro bimestre de 2026. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cruzados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), 300.728 das 370.339 vagas líquidas abertas no período foram ocupadas por pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O resultado é fruto de um cenário nacional que registrou 4.620.228 admissões e 4.249.889 desligamentos entre janeiro e fevereiro. Dentro do recorte do Cadastro Único, os beneficiários do programa Bolsa Família representaram uma parcela significativa das contratações, com um saldo de 207.900 vagas, o que equivale a 56,1% do total de empregos gerados no país no bimestre.</p>
<blockquote><p><strong>“A gente vem observando a mesma tendência nos últimos dois anos. O governo do presidente Lula alcançou a menor taxa de desemprego da história e quem ocupa essas vagas de emprego formais geradas é o público do Cadastro Único”,</strong> afirmou o ministro do MDS, Wellington Dias.</p></blockquote>
<p><strong>Perfil dos novos trabalhadores</strong><br />
Os dados detalham as características demográficas dos inscritos no CadÚnico que ingressaram no mercado formal. Pela primeira vez no período, as mulheres superaram os homens, respondendo por 50,2% do saldo líquido de empregos deste grupo. No índice geral do Caged, a participação feminina foi menor, registrando 47,2%.</p>
<p>No quesito raça e cor, a população parda predominou, representando 57,9% do saldo do público do Cadastro Único, com 174,1 mil postos ocupados. Em relação à escolaridade, 68,3% das vagas (206,42 mil) foram preenchidas por profissionais que possuem o ensino médio completo.</p>
<p>A faixa etária de 18 a 24 anos também apresentou protagonismo. Os jovens lideraram as contratações com 186,88 mil postos no saldo geral do país e 125,77 mil postos especificamente entre os inscritos no Cadastro Único, o que representa 41,8% do total do grupo.</p>
<p><strong>Setores e distribuição regional</strong><br />
O setor de serviços foi o principal motor de empregabilidade para esse público, sendo responsável por 156,58 mil postos, o equivalente a 52% do saldo do CadÚnico. Em seguida, aparecem a indústria (60,26 mil), a construção (38,17 mil), o comércio (27,33 mil) e a agropecuária (18,38 mil).</p>
<p>Geograficamente, a geração de empregos concentrou-se em cinco estados, que juntos somaram 71,6% do saldo total do Caged no bimestre: São Paulo (111.611 vagas), Rio Grande do Sul (42.301), Santa Catarina (41.528), Paraná (39.518) e Minas Gerais (30.318).</p>
<p>Para o público do Cadastro Único, essas mesmas cinco unidades da federação geraram 58,4% do saldo de empregos. O estado de São Paulo manteve a liderança isolada, concentrando 26,7% das vagas ocupadas por essa parcela da população no início do ano.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo bate recorde com a menor taxa de desemprego da história</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-bate-recorde-com-a-menor-taxa-de-desemprego-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IJSN]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho formal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela que mais de 2 milhões de capixabas estão ocupados. Estado registra o segundo menor índice de desocupação do Brasil e saldo positivo na criação de vagas formais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), vinculado à Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado, divulgou em abril de 2026 uma publicação especial em alusão ao Dia do Trabalhador. O estudo, fundamentado em dados do quarto trimestre de 2025 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do IBGE, aponta que o Espírito Santo registrou uma taxa de desocupação de 2,4%. O índice é o menor de toda a série histórica do indicador e posiciona o estado com a segunda menor taxa de desemprego do país. Com esse percentual, o contingente de desocupados chegou a 51 mil pessoas, ante um total de 2,05 milhões de pessoas ocupadas.</p>
<p><strong>Nível de ocupação e perfil demográfico</strong><br />
A população em idade de trabalhar no Espírito Santo é de 3,38 milhões de pessoas, das quais 2,10 milhões compõem a força de trabalho atual. O nível de ocupação geral registrado no estado alcançou 60,6%.</p>
<p>A análise demográfica revela disparidades na ocupação por gênero e grau de instrução. A taxa de ocupação entre os homens é de 71,8% (cerca de 7 em cada 10 homens trabalham), enquanto entre as mulheres o índice é de 50,0% (5 em cada 10). No recorte educacional, o mercado de trabalho absorve 78,3% das pessoas com ensino superior.</p>
<p>Entre aqueles que possuem apenas o ensino médio, a ocupação é de 67,6%, e para os que têm o ensino fundamental, o índice cai para 45,7%. Além disso, a estabilidade é uma característica para parte dos trabalhadores: 68,0% estão no emprego principal há dois anos ou mais, e a esmagadora maioria (96,6%) possui apenas um trabalho.</p>
<p><strong>Renda, formalidade e características do emprego</strong><br />
No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio do trabalhador capixaba foi de R$ 3.508. O valor coloca o Espírito Santo com o décimo maior salário médio da federação, embora fique abaixo da média nacional, que fechou o período em R$ 3.613. O Distrito Federal apresentou a maior média, com R$ 6.217.</p>
<p>Em relação à posição na ocupação, mais da metade dos trabalhadores (54,9%) atua no setor privado com carteira assinada, somando 795 mil pessoas. Os trabalhadores que operam por conta própria representam 23,1% do mercado (474 mil). O levantamento aponta também que existem 298 mil empregados sem carteira assinada e 98 mil trabalhadores domésticos.</p>
<p>A taxa de informalidade no Espírito Santo encerrou o trimestre em 37,0%, o que equivale a 758 mil pessoas trabalhando informalmente. No cenário nacional, esse índice figura como o décimo menor do Brasil.</p>
<p><strong>Criação de vagas formais e saldos setoriais</strong><br />
Com base em números consolidados do Novo CAGED para o ano de 2025, o estado gerou um saldo de 13.590 empregos com carteira assinada. Com esse resultado, o estoque total de vínculos formais ativos no estado chegou a 922.956.</p>
<p>O setor que mais gerou postos de trabalho foi o Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, com a criação de 5.029 vagas. O segmento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação e saúde humana aparece em segundo lugar, com saldo positivo de 2.463 vagas, seguido pelo setor de Informação, comunicação e atividades financeiras e imobiliárias, com 2.399 novas oportunidades. Em contrapartida, o setor de Construção registrou retração, fechando com saldo negativo de 755 postos formais.</p>
<p><strong>Turismo e economia criativa</strong><br />
A publicação do IJSN trouxe também detalhamentos sobre setores específicos da economia capixaba. A chamada Economia Criativa emprega 201,6 mil pessoas no Espírito Santo, o que corresponde a 9,8% de todos os ocupados do estado. A taxa de informalidade neste setor é de 35,0% (5,2 pontos percentuais abaixo da média brasileira para a área).</p>
<p>Já a Economia do Turismo reúne 168 mil pessoas ocupadas (8,2% do total estadual). Deste total, mais da metade dos profissionais, 89 mil (53,0%), trabalha no ramo de Alimentação. A informalidade no setor de turismo é de 35,7%. Em termos de relevância no cenário nacional, o Espírito Santo ocupa a 13ª posição em participação de ocupados na Economia Criativa e o 19º lugar no Turismo.</p>
<p>A íntegra da publicação está disponível <strong><a href="https://ijsn.es.gov.br/publicacoes/sinteses/ijsn-especial">neste link.</a></strong></p>
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		<title>Brasil abre 613 mil vagas de trabalho no trimestre e renda do trabalhador bate recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saldo positivo do Novo Caged eleva o estoque nacional para 49 milhões de vínculos. IBGE aponta que a massa salarial chegou a R$ 374,8 bilhões com queda na informalidade, mesmo diante de leve alta sazonal no desemprego</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou a geração de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2026, acumulando 613.373 novas vagas formais no primeiro trimestre do ano e elevando a massa salarial nacional ao patamar recorde de R$ 374,8 bilhões. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (29) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstram um cenário de expansão no número de trabalhadores formais em 24 unidades federativas, puxado majoritariamente pelo setor de Serviços, aliado a um recuo na taxa de informalidade do país.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, encerrados em março de 2026, o total de postos gerados alcançou 1.211.455. O estoque de empregos com carteira assinada atingiu a marca de 49.082.634 vínculos, o que representa um crescimento de 2,6% no país. O saldo mensal de março foi resultado de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do total de postos gerados no mês, 83,25% são considerados típicos e 16,75% não típicos, incluindo jornadas de até 30 horas semanais e contratos de aprendizagem.</p>
<p><strong>Expansão das vagas e setores em destaque</strong><br />
Entre os grupamentos de atividades econômicas, o maior crescimento em março ocorreu no setor de Serviços, responsável pela criação de 152.391 postos. Na sequência, registraram alta a Construção (38.316), a Indústria (28.336) e o Comércio (27.267). A exceção no mês foi a Agropecuária, que apresentou retração de 18.096 postos em função da finalização das safras de maçã, soja e uva.</p>
<p>No acumulado do ano (janeiro a março), o panorama se manteve positivo para quatro dos cinco grandes grupamentos. O setor de Serviços liderou com 382.229 postos, seguido pela Construção (120.547), Indústria (115.310) e Agropecuária (14.752). O Comércio foi o único a registrar resultado negativo no primeiro trimestre, com a redução de 19.525 postos.</p>
<p><strong>Demografia e desempenho regional</strong><br />
A criação de vagas em março beneficiou mais as mulheres, com um saldo positivo de 132.477 postos, ante 95.731 para os homens. Jovens de até 24 anos concentraram 72,6% do total do mês (165.785 vagas). Em relação à escolaridade, a maior parte das oportunidades foi preenchida por trabalhadores com ensino médio completo (183.037), enquanto aqueles com nível superior completo ocuparam 23.265 vagas.</p>
<p>Geograficamente, São Paulo obteve os maiores resultados absolutos, tanto em março (67.876) quanto no acumulado do trimestre (183.054). Em março, Minas Gerais (38.845) e Rio de Janeiro (23.914) completaram o topo da lista. Em termos relativos, os maiores avanços do trimestre ocorreram em Goiás (2,33%), Mato Grosso (2,27%) e Santa Catarina (2,26%).</p>
<p><strong>Taxa de desocupação e movimentos sazonais</strong><br />
Enquanto o emprego formal cresceu, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua revelou que a taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em março de 2026 subiu para 6,1%. O índice é 1,0 ponto percentual maior que o registrado no trimestre anterior (5,1%), mas 0,9 ponto percentual abaixo do aferido no mesmo período de 2025 (7,0%). Trata-se da menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em março desde o início da série histórica, em 2012.</p>
<p>A população desocupada somou 6,6 milhões, uma alta de 19,6% no trimestre. O total de trabalhadores do país ficou em 102,0 milhões, recuando 1,0% no trimestre, mas mantendo-se 1,5% acima do registrado no ano anterior. As reduções ocorreram no Comércio (-287 mil), Administração Pública (-439 mil) e Serviços Domésticos (-148 mil).</p>
<blockquote><p><strong>“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no Comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporários nas atividades de Educação e Saúde no setor público municipal”,</strong> explicou Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE.</p></blockquote>
<p><strong>Queda da informalidade e recorde na renda</strong><br />
A pesquisa do IBGE apontou ainda que a taxa de informalidade recuou para 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número de empregados com carteira assinada no setor privado (excluindo domésticos) atingiu 39,2 milhões.</p>
<blockquote><p><strong>“A redução observada do número de trabalhadores informais decorreu da retração dos contingentes de empregados sem carteira assinada no setor privado e de trabalhadores por conta própria sem CNPJ”,</strong> detalhou Beringuy.</p></blockquote>
<p>O cenário de maior formalização refletiu nos rendimentos. A massa de rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros bateu recorde e chegou a R$ 374,8 bilhões, uma alta de 7,1% no ano. O rendimento médio real habitual também atingiu o valor inédito de R$ 3.722, crescendo 1,6% no trimestre e 5,5% no ano.</p>
<p>Sobre o aumento salarial, Beringuy ressaltou: <strong>“O rendimento cresceu em atividades que reduziram a participação em seus contingentes de trabalhadores informais ou de formais com menores rendimentos. Dessa forma, relativamente à base de comparação trimestral com maior participação de ocupação informal, a média de rendimento do trabalho atual registrou alta”.</strong></p>
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