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	<title>Gabriel Galípolo - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Gabriel Galípolo - Em Dia ES</title>
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		<title>Banco Central abre investigação interna para apurar condução do caso Master</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/banco-central-abre-investigacao-interna-para-apurar-conducao-do-caso-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[BRB]]></category>
		<category><![CDATA[crimes financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sindicância ordenada pelo presidente da autoridade monetária apura eventuais falhas na fiscalização da instituição liquidada em 2025. Servidores que deixaram funções de confiança comandavam áreas estratégicas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central (BC) instaurou uma investigação interna sob sigilo para apurar as circunstâncias e eventuais falhas no processo de fiscalização e liquidação do Banco Master. Em meio ao avanço da sindicância, iniciada por determinação do presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, no fim do ano passado, dois altos executivos do Departamento de Supervisão Bancária (Desup) entregaram seus cargos de confiança. O objetivo da apuração é realizar uma radiografia completa do caso, comparada por servidores a uma análise de &#8220;queda de avião&#8221;, para entender as causas do colapso da instituição financeira controlada por Daniel Vorcaro.</p>
<p>A abertura da sindicância ocorre após a liquidação extrajudicial do Master, decretada em 18 de novembro de 2025, e a liquidação da gestora Reag DTVM, ocorrida em 15 de janeiro deste ano. Ambas as instituições são investigadas pela Polícia Federal (PF) por suspeitas de fraudes bilionárias e operações irregulares de crédito.</p>
<p><strong>Mudanças no comando da supervisão</strong><br />
Os servidores que deixaram os postos de comando são Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana. Até o momento, não há acusações formais contra eles.</p>
<p>Paulo Souza, servidor de carreira e ex-diretor de Fiscalização, atuava como chefe-adjunto do Desup. Ele foi o responsável por autorizar a compra do antigo Banco Máxima por Daniel Vorcaro, operação que deu origem ao Master. Sua saída foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (29), após pedido para deixar a função comissionada.</p>
<p>Já Belline Santana, que chefiava o Departamento de Supervisão Bancária, também entregou o cargo. Ele chegou a ser cotado para a diretoria de Fiscalização, atualmente ocupada por Aílton de Aquino Santos, e assinou diversos ofícios enviados ao Ministério Público Federal (MPF) sobre o caso. Em um desses documentos, citado pela defesa de Vorcaro, Belline relatou que uma operação suspeita de compra de carteiras fictícias havia sido desfeita e que não haviam sido identificados indícios de irregularidades em transações de crédito consignado.</p>
<p>Procurado, o Banco Central afirmou que <strong>&#8220;a alternância de nomes em cargos comissionados é uma prática normal no âmbito da administração pública&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O esquema e a liquidação</strong><br />
O Banco Master ganhou notoriedade no mercado ao oferecer Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com taxas de retorno muito acima da média, chegando a 140% do CDI, enquanto concorrentes operavam com teto de 98%. O modelo de negócios, insustentável a longo prazo, levou a dificuldades de honrar compromissos a partir de 2024.</p>
<p>As investigações da PF e do BC apontam para um complexo esquema de fraudes. Um dos focos é a relação com o Banco de Brasília (BRB). No dia da liquidação do Master, a PF deflagrou operação para apurar irregularidades na venda de carteiras de crédito no valor de R$ 12,2 bilhões ao banco estatal do Distrito Federal.</p>
<p>Em depoimento à Polícia Federal no dia 30 de dezembro de 2025, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, confirmou que o banco comprou carteiras do Master para evitar a quebra da instituição de Vorcaro. Uma anotação na agenda da ex-diretora de Controle e Riscos do BRB, Luana de Andrade Ribeiro, corroborou a tese de que Costa teria determinado a compra para &#8220;salvar&#8221; o Master. Aos investigadores, Costa alegou que precisava &#8220;ganhar tempo&#8221; para substituir ativos podres e zelar pelo BRB.</p>
<p><strong>Conexão com a Reag DTVM</strong><br />
Outra frente de investigação envolve a gestora Reag DTVM. O esquema identificado consistia em empréstimos do Master para empresas que, ato contínuo, repassavam os recursos para inflar fundos da Reag. O dinheiro retornava ao Master via aplicações em CDBs, em operações relâmpago.</p>
<p>Um caso citado no inquérito envolve um empréstimo de R$ 459 milhões à Brain Realty Consultoria. O montante circulou por três fundos em questão de horas e foi utilizado para liquidar a aquisição de papéis do Besc pelo fundo FIDC High Tower. Segundo a apuração, esse fundo reavaliou ativos de baixa liquidez para R$ 10,8 bilhões, registrando uma rentabilidade exorbitante de 10.502.205% em 2024.</p>
<p><strong>Repercussão política e gestão anterior</strong><br />
A apuração interna do BC também lança luz sobre a atuação da gestão anterior da autoridade monetária. Em entrevista recente, o ex-presidente do BC, Armínio Fraga, afirmou que a autarquia &#8220;demorou a agir&#8221; e que os sinais de problemas eram visíveis há tempos.</p>
<p>Reportagens recentes indicam que o ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, teria priorizado uma &#8220;solução de mercado&#8221; e evitado a liquidação do Master em duas ocasiões durante 2024. O atual Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que Gabriel Galípolo &#8220;herdou um problema constituído na gestão anterior&#8221; e que precisou &#8220;descascar o abacaxi&#8221;.</p>
<p><strong>Posicionamento das defesas</strong><br />
As defesas do Banco Master e da Reag negam irregularidades. Advogados de Daniel Vorcaro afirmam que as carteiras de crédito negociadas com o BRB foram substituídas por outros ativos regularmente registrados e auditados. O BRB, por sua vez, sustenta que aprovou as aquisições dentro de parâmetros técnicos vigentes à época e que colabora com as autoridades.</p>
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		<title>Haddad diz que caso Master pode ser a maior fraude bancária do país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/haddad-diz-que-caso-master-pode-ser-a-maior-fraude-bancaria-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[fraude bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Garantidor de Créditos]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Haddad informou que tem conversado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e fez questão de manifestar apoio público ao trabalho conduzido pelo BC no caso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O caso envolvendo o Banco Master pode se configurar como a maior fraude bancária da história do país, disse nesta terça-feira (13) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, o governo acompanha de perto a atuação do Banco Central (BC) e mantém diálogo permanente com a autoridade monetária desde a decretação da liquidação da instituição financeira.</p>
<blockquote><p><strong>“O caso [Master] inspira muito cuidado, podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país, podemos estar diante disso. Então temos que tomar todas as cautelas devidas, com as formalidades, garantindo todo o espaço para a defesa se explicar, mas, ao mesmo tempo, sendo bastante firmes em relação àquilo que tem que ser defendido, que é o interesse público”,</strong> disse o ministro ao chegar ao Ministério da Fazenda.</p></blockquote>
<p>Haddad informou que tem conversado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e fez questão de manifestar apoio público ao trabalho conduzido pelo BC no caso. <strong>“Estou absolutamente seguro com o trabalho que o Galípolo e a equipe fizeram”,</strong> afirmou Haddad, durante conversa com jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda, em Brasília.<strong> “Eu já disse isso, é um trabalho muito robusto”,</strong> reforçou.</p>
<p>Haddad ressaltou que a condução do processo exige rigor técnico e transparência, diante da gravidade das suspeitas e do potencial impacto sobre o sistema financeiro nacional.</p>
<p><strong>Articulação com o TCU</strong><br />
O ministro também revelou que tratou do assunto com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo. Segundo ele, houve avanços na interlocução entre os órgãos de controle e o Banco Central.</p>
<p>De acordo com Haddad, a reunião realizada na segunda-feira (12) entre Galípolo, Vital do Rêgo e o relator da apuração no TCU, Jhonatan de Jesus, indicou uma convergência de entendimento sobre os procedimentos adotados pelo BC na liquidação do Banco Master.<strong> “Aparentemente, houve uma boa convergência em relação à leitura dos fatos e à importância da apuração”,</strong> disse Haddad.</p>
<p><strong>Impacto sobre FGC</strong><br />
Ao comentar os desdobramentos do caso, o ministro destacou a relevância do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por proteger depositantes em situações de quebra bancária. O ministro lembrou que o fundo é abastecido não apenas por bancos privados, mas também por instituições públicas. <strong>“O FGC é composto por recursos de todo o sistema, inclusive de bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal”,</strong> afirmou.</p>
<p>Após a liquidação do Banco Master, o FGC deverá honrar depósitos elegíveis de até R$ 250 mil por pessoa física, conforme as regras vigentes. O titular da Fazenda ressaltou que o episódio reforça a importância de mecanismos de proteção ao sistema financeiro e aos correntistas. Para Haddad, a investigação completa do caso será fundamental para esclarecer responsabilidades e evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer.</p>
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		<title>Galípolo diz que mercado de trabalho é o mais exuberante em 3 décadas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/galipolo-diz-que-mercado-de-trabalho-e-o-mais-exuberante-em-3-decadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 17:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado não vê inflação na meta até 2028, explicou presidente do BC</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que o mercado de trabalho no Brasil é “o mais exuberante” das últimas três décadas. Disse também que, pelas expectativas do mercado, não se vê a inflação atingindo a meta pelo menos até 2028.</p>
<p>A afirmação foi feita nesta segunda-feira (6) durante palestra proferida no Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A série histórica dá a entender que talvez estejamos em pleno emprego. Temos dados bastante fortes do que vem acontecendo [em relação a isso]. A massa salarial e o rendimento médio real têm uma alta bastante acentuada nesse sentido. Então acho que é difícil dizer que a gente não tem, provavelmente, o mercado de trabalho mais exuberante que a gente viu nas últimas três décadas”</strong>, disse o presidente do BC.</p>
<p>Galípolo disse, ainda que para o país continuar crescendo sem ter uma pressão inflacionária, é muito importante que esse crescimento se dê por aumento de produtividade. <strong>“Mas por uma produtividade que permita a gente ter uma sustentabilidade, [de forma a termos] uma duração mais longa nesse crescimento”</strong>, complementou.</p>
<p>Ele reiterou que a elevação dos juros se deve às pressões inflacionárias. <strong>“A gente sabe que 15% é uma taxa de juros elevada, mas percebam a situação que a gente tinha em abril: 57% dos itens que compõem o IPCA estavam superiores ao dobro da meta de inflação”</strong>, disse.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A gente não vê a inflação na meta em nenhum dos horizontes, nem até 2028, pelas expectativas do Focus. É óbvio que o BC tem suas próprias projeções. E a gente incorpora todas essas projeções. Dentro das expectativas do Focus e dentro das nossas projeções, esse é um indicativo de bastante incômodo”</strong>, complementou.</p>
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		<title>Gabriel Galípolo é indicado por Lula para presidir o Banco Central</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/gabriel-galipolo-e-indicado-por-lula-para-presidir-o-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 19:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se aprovado, Galípolo substituirá Roberto Campos Neto, cujo mandato se encerra no dia 31 de dezembro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O economista Gabriel Galípolo é o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência do Banco Central. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Palácio do Planalto.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;O presidente da República me incumbiu de fazer um comunicado aqui, de que hoje ele está encaminhando ao Senado Federal, ao presidente [Rodrigo] Pacheco e ao senador Vanderlan, presidente da CAE [Comissão de Assuntos Econômicos], o indicado dele para a presidência do Banco Central, que vem a ser o Gabriel Galípolo, que hoje ocupa da diretoria de Política Monetária do banco&#8221;, </em></strong>revelou o ministro.</p></blockquote>
<p>Para assumir o cargo, Galípolo ainda precisará ter o nome aprovado pelo Senado Federal, que realizará uma sabatina com o indicado, para um mandato de quatro anos à frente do BC. Se aprovado, ele substituirá Roberto Campos Neto, cujo mandato se encerra no dia 31 de dezembro.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Na mesma magnitude, é uma honra, um prazer e uma responsabilidade imensa ser indicado à presidência do Banco Central do Brasil pelo ministro Fernando Haddad e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva&#8221;,</em></strong> disse Galípolo ao lado de Haddad após o anúncio da indicação. Ele se recusou a responder perguntas em<strong><em> &#8220;respeito ao processo e à institucionalidade&#8221;.</em></strong></p></blockquote>
<p>Ex-secretário de Economia e de Transportes do governo de São Paulo, Galípolo trabalhou na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no Centro Brasileiro de Relações Internacionais e no Banco Fator, instituição que ele fundou. Em 2023, assumiu o cargo de secretário-executivo do Ministério da Fazenda, até ser indicado e aprovado para a diretoria de Política Monetária do BC, que ele ocupa desde julho do ano passado.</p>
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