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	<title>Fundeb - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Fundeb - Em Dia ES</title>
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		<title>Senado aprova novo piso salarial de R$ 5.130 para professores da educação básica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fundeb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida garante ganho real acima da inflação, altera o critério de cálculo anual atrelando o reajuste ao Fundeb e segue para sanção presidencial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (26), a Medida Provisória (MP) que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 no ano de 2026. O texto estabelece uma nova fórmula de atualização da remuneração, vinculando o cálculo à inflação e às receitas da educação, e agora foi convertido em projeto de lei (PLV 4/2026) que segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>Novo cálculo e impacto financeiro</strong><br />
Com a aprovação, o piso nacional para profissionais com carga horária de 40 horas semanais, incluindo professores temporários, registra um aumento de 5,4% em relação ao valor anterior, que era de R$ 4.867,77. A alteração assegura um ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.</p>
<p>Pelo novo critério, o reajuste anual passa a ser a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) registradas nos cinco anos anteriores. O governo federal indicou que a regra antiga resultaria em uma recomposição de apenas 0,37% neste ano.</p>
<p>A relatora da matéria, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), optou por incluir o valor nominal exato (R$ 5.130,63) diretamente no texto legislativo como forma de evitar disputas judiciais sobre a aplicação do critério já em 2026. De acordo com a senadora, caso aplicada por todos os entes federativos, a nova regra deve gerar um impacto de R$ 6,4 bilhões nas contas públicas em 2026. O Fundeb, que financia 70% dos salários dos professores, apresentou um crescimento de 120% em termos reais entre 2020 e 2026.</p>
<p><strong>Transparência e limites para correções</strong><br />
O projeto também estabelece um teto e um piso para os próximos reajustes da categoria. A correção salarial não poderá superar a variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos anteriores e também não poderá ser inferior ao índice do INPC.</p>
<p>Para permitir a auditagem dos números, o Ministério da Educação (MEC) fica obrigado a publicar anualmente, em uma plataforma digital de dados abertos, a memória de cálculo completa utilizada para a atualização do piso.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Essa medida provisória vem para dar segurança aos professores e também aos gestores, na medida em que define critérios claros em relação ao piso salarial do magistério. Não existe educação de qualidade se os profissionais não forem devidamente valorizados&#8221;,</strong> apontou a senadora Professora Dorinha.</p></blockquote>
<p>A relatora destacou que o texto traz segurança para municípios, estados, profissionais e entidades sindicais. <strong>“Em nenhum caso, nós vamos ter a correção do piso inferior à inflação ou até negativo. Criaram-se regras claras”,</strong> explicou. A parlamentar garantiu ainda que <strong>“nenhum profissional receberá menos que o piso correspondente à formação do normal, de nível médio, e à sua formação em termos de atuação”.</strong></p>
<p><strong>Inclusão de terrenos de marinha</strong><br />
Durante a tramitação da proposta, a relatoria incorporou ao texto um pedido do governo federal para prorrogar, até o fim de 2028, o prazo para a União identificar terrenos de sua propriedade situados no litoral e às margens de rios. Essa determinação constava originalmente na MP 1.332/25, que não teve sua comissão instalada no Congresso e perderia a validade no próximo dia 1º de junho.</p>
<p>A medida provisória do piso salarial (MP 1.334/2026) havia sido editada pelo governo em 22 de janeiro, entrando em vigor imediatamente. Para se tornar lei em definitivo, o texto precisou passar por uma comissão mista de deputados e senadores, ser aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados e, na etapa final concluída nesta terça-feira, receber o aval do Senado. As remunerações da educação básica são pagas pelas redes de ensino de estados e municípios utilizando recursos do Fundeb e complementações da União.</p>
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		<title>Lula garante ganho real e anuncia reajuste de 5,4% no piso salarial dos professores</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-garante-ganho-real-e-anuncia-reajuste-de-54-no-piso-salarial-dos-professores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 12:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Fundeb]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Salarial do Magistério]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste professores 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Salário de Professor]]></category>
		<category><![CDATA[valorização docente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida Provisória estabelece nova fórmula de cálculo que garante correção sempre acima ou igual à inflação. Novo valor é válido para jornada de 40 horas e depende de oficialização por estados e municípios</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (21), uma Medida Provisória (MP) que reajusta o piso salarial nacional do magistério em 5,4%. Com a nova determinação, o valor mínimo a ser pago aos professores da rede pública de todo o país passa de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 em 2026. A atualização garante, pelo segundo ano consecutivo, um aumento real acima da inflação, fixado em 1,5 ponto percentual sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que fechou em 3,9%.</p>
<p>A medida é válida para profissionais do magistério público da educação básica com jornada de 40 horas semanais. O texto da MP será publicado na edição desta quinta-feira (22) do Diário Oficial da União (DOU) e tem validade imediata, embora precise ser confirmada posteriormente pelo Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Nova fórmula de cálculo</strong><br />
A Medida Provisória altera a dinâmica de reajuste do piso, visando adequar a Lei do Piso (Lei nº 11.738/2008) às regras do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), instituído pela Emenda Constitucional nº 108.</p>
<p>Pelo texto assinado, a atualização anual do piso será calculada a partir da soma de dois fatores:</p>
<ul>
<li>O INPC acumulado do ano anterior;</li>
<li>50% da média da variação percentual da receita real (baseada no INPC) referente à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundeb, observando os cinco anos anteriores ao ano da atualização.</li>
</ul>
<p>O novo regramento estabelece uma &#8220;trava de segurança&#8221;: o índice de reajuste nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior. Segundo o governo federal, se a regra antiga fosse mantida, o crescimento real do piso seria de apenas R$ 18,00. Com os novos critérios, esse ganho real passa a ser de R$ 262,86.</p>
<p><strong>Valorização e diálogo</strong><br />
A portaria com a atualização oficial será assinada pelo ministro da Educação, Camilo Santana. Segundo o ministro, a mudança representa uma proteção salarial para a categoria.</p>
<blockquote><p><strong>“É uma vitória histórica dos professores de todo o Brasil. A medida garante ganho real e estabelece uma proteção fundamental: a correção do piso nunca deverá ficar abaixo da inflação do ano anterior. Investir na educação é garantir melhores condições de remuneração aos nossos professores”,</strong> declarou Santana.</p></blockquote>
<p>A construção da proposta envolveu negociações com entidades representativas, incluindo o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O objetivo, de acordo com o Executivo, é alinhar o piso à meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), assegurando a manutenção do poder de compra e o ganho real.</p>
<p><strong>Impacto nos cofres locais</strong><br />
Embora o piso seja nacional, os salários são pagos pelas redes de ensino estaduais e municipais, utilizando recursos do Fundeb e complementações da União. Portanto, para que o novo valor de R$ 5.130,63 chegue ao contracheque dos professores no Espírito Santo e nos demais estados, cada ente federado (Governo do Estado e Prefeituras) precisará oficializar o reajuste por meio de norma própria.</p>
<p>A Medida Provisória visa também oferecer maior segurança jurídica e previsibilidade fiscal aos gestores locais, evitando judicializações e incertezas no orçamento da educação.</p>
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		<title>Municípios do ES elevam em 13% investimento em educação, que chega a R$ 7,6 bilhões</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/municipios-do-es-elevam-em-13-investimento-em-educacao-que-chega-a-r-76-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
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		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento do anuário Finanças dos Municípios Capixabas mostra que, apesar do quarto ano de crescimento consecutivo, duas cidades não atingiram o piso constitucional de aplicação de recursos em 2024</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os municípios do Espírito Santo aplicaram R$ 7,63 bilhões em educação em 2024, um aumento de 13% em relação ao ano anterior, o que representa um acréscimo de R$ 879,3 milhões aos cofres da educação municipal. Este é o quarto ano consecutivo que o investimento na área registra um crescimento de dois dígitos, consolidando uma trajetória de alta iniciada em 2021, conforme apontam os dados do anuário Finanças dos Municípios Capixabas, produzido pela Aequus Consultoria.</p>
<p>Segundo Tânia Villela, economista e editora da publicação, a elevação dos investimentos é impulsionada por um conjunto de fatores. A atualização do Piso Salarial do Magistério e a regra constitucional que obriga os municípios a vincularem 25% de suas receitas à educação são os principais elementos.<strong><em> “Essa regra, somada ao crescimento real da receita vinculada, exige que os municípios direcionem mais recursos para a área&#8221;,</em> </strong>esclareceu a economista.</p>
<p><strong>Fundeb responde por mais da metade dos recursos</strong><br />
A principal fonte de financiamento para as despesas educacionais das prefeituras capixabas é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Em 2024, o fundo respondeu por R$ 4,21 bilhões, o equivalente a 55,2% do total investido. A contrapartida dos municípios, ou seja, a parte das receitas próprias que é destinada ao fundo, totalizou R$ 1,86 bilhão.</p>
<p>Após essa dedução, o saldo líquido positivo do Fundeb para as cidades do Espírito Santo atingiu R$ 2,34 bilhões, valor 16,5% superior ao registrado em 2023.</p>
<p>Além do fundo, os municípios contaram com outras fontes de receita. Os repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) somaram R$ 401,8 milhões, um aumento de 23,6% em relação ao ano anterior. As transferências voluntárias, majoritariamente provenientes do governo estadual, totalizaram R$ 294,7 milhões, com um crescimento de 2,9%. Já os recursos próprios aplicados diretamente pelas prefeituras subiram 11,9%, passando de R$ 2,43 bilhões em 2023 para R$ 2,72 bilhões em 2024, representando 35,7% do montante total.</p>
<p><strong>Investimentos por aluno e desafios</strong><br />
O investimento médio por aluno na rede municipal capixaba alcançou R$ 14.331,47 em 2024, uma alta de 11,1% frente aos R$ 12.892,27 registrados em 2023. Esse aumento ocorreu em um cenário de estabilidade no número de estudantes, que cresceu a uma média de 0,4% ao ano entre 2014 e 2024, totalizando 532.124 alunos na rede.</p>
<p>A análise por município, no entanto, revela uma expressiva diferença. Presidente Kennedy lidera com um investimento de R$ 77.566,76 por aluno, valor explicado por uma pequena rede municipal de apenas 3.119 matrículas, combinada a uma alta arrecadação. Excluindo o caso de Kennedy, o maior investimento foi observado em Divino de São Lourenço, com R$ 25.887,56 por estudante. Na outra ponta, Barra de São Francisco registrou o menor valor, com R$ 10.349,14 por aluno.</p>
<p><strong>Desempenho dos municípios</strong><br />
O anuário aponta que, enquanto em 2022 e 2023 todos os municípios do estado cumpriram o mínimo constitucional de 25% de aplicação em educação, o cenário mudou em 2024. Neste ano, dois municípios não atingiram o percentual exigido pela legislação: Linhares, que aplicou 24,98% de suas receitas, e Guaçuí, com 22,42%.</p>
<p>No comparativo da variação anual dos investimentos, São José do Calçado (69,8%) e Presidente Kennedy (55,4%) apresentaram as maiores elevações percentuais. Em contrapartida, as maiores reduções foram registradas em Águia Branca (-11,9%) e Alto Rio Novo (-9,0%).</p>
<p>A economista Tânia Vilella explica que as disparidades nos investimentos entre as cidades resultam de uma combinação de fatores, como o tamanho da população, a capacidade de arrecadação, a existência de receitas extras, a exemplo dos royalties do petróleo, a presença de escolas privadas e a estrutura salarial dos profissionais da educação.<strong><em> “Esses elementos determinam tanto os recursos disponíveis quanto as estratégias adotadas na oferta da educação”,</em></strong> finalizou.</p>
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		<item>
		<title>Senado aprova, com alterações, regulamentação do Fundeb</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/educacao/senado-aprova-com-alteracoes-regulamentacao-do-fundeb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Fundeb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Sistema S pode fazer convênio com estado e município do mesmo jeito, mas não com recursos do Fundeb”, disse o relator O Senado aprovou hoje (15) a regulamentação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O Fundeb foi estabelecido pela Emenda Constitucional nº [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><b style=""><font size="4">“O Sistema S pode fazer convênio com estado e município do mesmo jeito, mas não com recursos do Fundeb”, disse o relator</font></b></span></div>
<div><span style="font-size: medium; color: inherit;">O Senado aprovou hoje (15) a regulamentação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O Fundeb foi estabelecido pela Emenda Constitucional nº 108/20 promulgada em agosto, mas depende de regulamentação</span><font size="3">. Como foram feitas alterações em relação ao último texto aprovado na Câmara, ele volta para análise dos deputados.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O relator do projeto de lei (PL) no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF), atendeu os apelos dos colegas e retirou alterações polêmicas feitas pela Câmara. “[O relatório] preserva os recursos para a escola pública. A Câmara fez alguns destaques distorcendo um pouco, inclusive colocando [o fundo] para pagamento de folha, inclusive de terceirizados, das escolas púbicas e comunitárias. Isso estamos retirando e voltando com o texto original”, disse em plenário.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A Câmara dos Deputados incluiu, por meio de emenda de destaque, a possibilidade de destinação de 10% dos recursos do Fundeb para instituições filantrópicas comunitárias, confessionais e para educação profissionalizante, inclusive promovida por entidades do Sistema S. Izalci retirou também esse trecho. “O Sistema S pode fazer convênio com estado e município do mesmo jeito, mas não com recursos do Fundeb”, disse o relator.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Repercussão</font></div>
<div><font size="3">Os dias que se seguiram após a aprovação do texto na Câmara&nbsp; foram de críticas à mudança feita na Casa. Vários senadores se queixaram do trecho aprovado que reserva parte dos recursos para escolas privadas. Cid Gomes (PDT-CE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e Paulo Paim (PT-RS) foram alguns dos críticos da mudança no texto.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“O caminho é aprovar o Fundeb sem as privatizações que vieram da Câmara. Fundeb é dinheiro público e deve ser destinado para os que mais precisam”, afirmou Paim. Durante a sessão, Esperidião Amin (PP-SC) afirmou que não aprovaria o texto como saiu da Câmara e fez um apelo ao relator do projeto no Senado. “O texto que veio da Câmara eu não posso aprovar, mas espero que o senador Izalci reduza os danos e devolva ao ensino pública os meios que lhe faltam e que o novo Fundeb deverá oportunizar”.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O relator defendeu o texto inicial e foi acompanhado pelo Senado. Segundo Izalci, o seu relatório foi fechado com a concordância da autora do projeto, a deputada Professora Dorinha (DEM-TO), e do relator do texto na Câmara, Felipe Rigoni (PSB-ES).</font></div>
</div>
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