<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>etarismo - Em Dia ES</title>
	<atom:link href="https://emdiaes.com.br/tag/etarismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/etarismo/</link>
	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Mar 2025 12:34:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.6</generator>

<image>
	<url>https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2023/09/icone-86x86.png</url>
	<title>etarismo - Em Dia ES</title>
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/etarismo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">235663259</site>	<item>
		<title>Demi Moore e os desafios enfrentados pelas mulheres que ousam envelhecer</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/entretenimento/demi-moore-e-os-desafios-enfrentados-pelas-mulheres-que-ousam-envelhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[a substância]]></category>
		<category><![CDATA[Demi Moore]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecer]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[etarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor Atriz]]></category>
		<category><![CDATA[mês da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[the substance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=189290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indústria cinematográfica mantém padrão de glorificar a juventude enquanto descarta a maturidade feminina, como evidenciado na última cerimônia do Oscar</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/entretenimento/demi-moore-e-os-desafios-enfrentados-pelas-mulheres-que-ousam-envelhecer/">Demi Moore e os desafios enfrentados pelas mulheres que ousam envelhecer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que poderia ser uma noite histórica acabou como uma reprise de um filme já ultrapassado. Na noite do último domingo (2), Hollywood mostrou que continua a perpetuar um ciclo que glorifica a juventude feminina enquanto descarta aquelas que ousam envelhecer.</p>
<p>Esse padrão, que há décadas molda a carreira de atrizes, se repetiu quando Demi Moore perdeu a estatueta de Melhor Atriz para Mikey Madison, jovem estrela do longa Anora. A escolha reacendeu debates sobre o preconceito etário e a forma como a indústria trata suas estrelas femininas, e a vitória foi vista como uma surpresa. Mesmo com Madison já tendo vencido o BAFTA &#8211; considerado o &#8220;Oscar britânico&#8221;, Moore era apontada como a favorita da noite. Até mesmo Fernanda Torres, que concorria com elas, revelou em entrevista ao Jornal Nacional, na véspera da premiação, que acreditava que o prêmio deveria ir para Demi Moore.</p>
<p>Não que Madison não merecesse ganhar, pelo contrário. Desde a estreia de Anora em Cannes, em maio de 2024, sua atuação vinha sendo amplamente elogiada, com razão, e desde então seu nome estava no páreo para levar o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas devido a sua incrível performance no longa do diretor Sean Baker, que também levou o Oscar de Melhor Filme, Roteiro, Direção e Montagem. Contudo, a derrota de Moore expôs mais uma vez a dificuldade que atrizes veteranas enfrentam para serem reconhecidas na indústria, mesmo entregando atuações surpreendentes.</p>
<p>Demi Moore, de 62 anos, foi celebrada por sua performance em A Substância, filme que mistura terror e ficção científica para abordar o &#8220;prazo de validade&#8221; imposto às mulheres na indústria do entretenimento. Dirigido por Coralie Fargeat, o longa já havia conquistado o Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes 2024 e rendido a Moore um Globo de Ouro, além da indicação ao Oscar e diversos outros prêmios ao longo da temporada. No longa, Moore interpreta Elisabeth Sparkle, uma ex-estrela de cinema que vê sua carreira desmoronar ao ser substituída por uma mulher mais jovem. A trama explora a obsessão pela juventude e os sacrifícios feitos para mantê-la, com Elisabeth ingerindo uma substância que a transforma em uma versão mais jovem de si mesma, interpretada por Margaret Qualley &#8211; que também merecia uma indicação a atriz coadjuvante, o que acabou não acontecendo. A narrativa, que mistura elementos de horror corporal e crítica social, reflete a realidade enfrentada por muitas mulheres em Hollywood.</p>
<p>A história de Elisabeth é marcada por sentimentos de comparação, solidão e autodestruição, que se intensificam à medida que sua versão jovem, Sue, começa a tomar o controle de sua vida. O filme não apenas choca com as transformações físicas apresentadas &#8211; que incluisve rendeu a vitória na categoria de Melhor Cabelo e Maquiagem no Oscar &#8211; mas também com os pensamentos e medos mais íntimos da protagonista. &#8220;O monstro já estava lá desde o começo&#8221;, sugere a narrativa, apontando para a pressão constante enfrentada pelas mulheres na indústria.</p>
<p>A derrota de Demi Moore no Oscar não pode ser vista apenas como uma questão de mérito artístico, mas sim como um reflexo de um sistema que persiste em privilegiar a juventude em detrimento da maturidade feminina. Moore, que ao longo de sua carreira enfrentou duras críticas, especialmente por papéis como o de Striptease (1996), carrega o estigma de ter explorado sua sexualidade em cena – algo que, infelizmente, a indústria cinematográfica tende a punir severamente quando se trata de mulheres. Ao contrário, atores masculinos como Al Pacino e Robert De Niro, que desempenharam papéis igualmente polêmicos, continuam sendo celebrados em Hollywood.</p>
<p>A vitória de Mikey Madison e a derrota de Moore não apenas alimentam o debate sobre a valorização da juventude na indústria, mas também levantam questões sobre o futuro das mulheres no cinema. Atrizes como Anya Taylor-Joy, Jenna Ortega e Zendaya são apresentadas como as promissoras estrelas da nova geração, mas muitas vezes vistas como substitutas para as mulheres das gerações anteriores. A dúvida é saber até quando elas poderão manter esse lugar de destaque, apesar do talento indiscutível das atrizes citadas. A juventude em Hollywood não é uma dádiva eterna e a pressão sobre essas atrizes para permanecerem relevantes é imensa. A indústria, infelizmente, parece não ter espaço para a longevidade de carreiras quando se trata de mulheres.</p>
<p>Demi Moore, apesar de não ter conquistado o Oscar, continua sendo uma figura importante no debate sobre a representação feminina em Hollywood. Sua performance em A Substância foi aclamada, e seu impacto na indústria continuará sendo discutido, uma prova de relevância e talento não se mede por prêmios ou estatuetas. A sua trajetória, marcada por altos e baixos, serve como um lembrete de que a maturidade não deve ser vista como um fardo, mas como uma riqueza que traz consigo a experiência e a complexidade que a indústria cinematográfica frequentemente deixada de lado.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/entretenimento/demi-moore-e-os-desafios-enfrentados-pelas-mulheres-que-ousam-envelhecer/">Demi Moore e os desafios enfrentados pelas mulheres que ousam envelhecer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">189290</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O que é etarismo e como a discriminação por idade impacta a vida de idosos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/o-que-e-etarismo-e-como-a-discriminacao-por-idade-impacta-a-vida-de-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 16:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[etarismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=98471</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tema ganhou repercussão no Brasil após a divulgação de um vídeo em que estudantes de uma universidade particular de Bauru (SP) debocham de uma colega de 40 anos</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/geral/o-que-e-etarismo-e-como-a-discriminacao-por-idade-impacta-a-vida-de-idosos/">O que é etarismo e como a discriminação por idade impacta a vida de idosos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os idosos correspondem a quase 15% da população brasileira. Apesar das estatísticas de aumento da longevidade nos últimos tempos, eles ainda sofrem preconceito.</p>
<p>Em meio às limitações no mercado de trabalho e estereótipos que ditam os locais, roupas e estilo de vida que devem ser adotados, essa parcela da população tem se mostrado cada vez mais ativa, revelando como a longevidade pode ser positiva.</p>
<p><em>“A gente já vivenciou tanta coisa, que muitas delas se tornaram assim: o depois é agora, tem que ser agora. E para a gente decidir isso, realmente temos que ter coragem e segurança, porque os medos e as inseguranças, nós já tivemos. Agora, o nosso pensamento está mais estável e seguro”</em>, contou a modelo Rosa Saito em entrevista à CNN.</p>
<p>Embora seja positiva para Rosa, a velhice pode chegar junto a apontamentos que definem a forma como pessoas com mais de 60 anos devem agir. Conforme descrito no Relatório Mundial sobre Idadismo, da Organização Mundial da Saúde (OMS), o etarismo se refere a <em>“estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) direcionadas às pessoas com base na idade que têm”</em>.</p>
<p>O tema ganhou repercussão no Brasil na última semana após a divulgação de um vídeo em que estudantes do curso de Biomedicina de uma universidade particular de Bauru, no interior de São Paulo, debocham de uma colega de 40 anos.</p>
<p>No vídeo, uma das estudantes ironiza: <em>“Gente, quiz do dia: como ‘desmatricula’ um colega de sala?”</em>. Logo na sequência, outra jovem responde: <em>“Mano, ela tem 40 anos já. Era para estar aposentada”</em>. <em>“Realmente”</em>, concorda a terceira fazendo uma cara de deboche.</p>
<p><strong>Consequências do etarismo</strong><br />
Segundo a médica e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Ivete Berkenbrock, o etarismo aumenta a cada ano que a pessoa envelhece, tendo consequências até mesmo psicológicas.</p>
<p><em>“O preconceito afeta a saúde mental da pessoa, porque ela tende a ficar em isolamento, não se sente confortável no ambiente onde ela é basicamente rejeitada por de ter mais de 60 anos. Isso pode levar à depressão, porque a cada vez que a pessoa pensa em fazer algo, ela interioriza isso”</em>.</p>
<p>Além do impacto na saúde mental da população idosa, o etarismo também afeta o cotidiano. Em entrevista, Ivete explicou que atividades de lazer e locais para prática de atividade física, por exemplo, não contam com acessibilidade. Para a especialista, promover acesso apenas à área da saúde é uma forma de resumir os idosos às doenças, negligenciando a realização de seus prazeres.</p>
<p>Ainda assim, a saúde da pessoa idosa também é algo a se orgulhar: <em>“O aumento da longevidade é a maior conquista coletiva da humanidade nos últimos tempos. Isso é um privilégio e mostra o quanto nós já fomos capazes de vencer doenças infecciosas, de passar por guerras e fenômenos climáticos, de vencer doenças”</em>, afirmou Ivete.</p>
<p>Conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 a expectativa de vida no Brasil era de 76,6 anos.</p>
<p><strong>Impactos no mercado de trabalho</strong><br />
A gerente de projetos da Maturi Fabiana Granzotti explica a origem do termo. <em>“O etarismo ou ageísmo, que é derivado do termo aging, do inglês, é o preconceito por idade”</em>, disse.</p>
<p>Segundo ela, o preconceito contra pessoas mais velhas interfere em todas as idades – como uma pessoa vista como jovem demais para ocupar um cargo de liderança, por exemplo.</p>
<p><em>“No entanto, ele é mais acentuado para os mais velhos, devido a estereótipos, de que eles são desatualizados, desconectados da tecnologia e não acompanharam as mudanças. Mas isso não está ligado à idade, mas às oportunidades de cada um”</em>, completou.</p>
<p>Fabiana, que comanda uma empresa especializada no tema, afirma que o Brasil já tem 37,7 milhões de idosos, que estão aptos a contribuir de diversas formas para o mercado de trabalho, incluindo a mentoria.</p>
<p><em>“Ela é muito positiva, uma pessoa com mais experiência passou inclusive por situações mais difíceis, pode contribuir para aqueles que estão começando agora no mercado de trabalho, que não conseguem ter visão mais sistêmica, e os jovens, por outro lado, que já nasceram conectados, conseguem dar o suporte tecnológico”</em>.</p>
<p>Esta parceria é positiva, segundo ela, para a criação de novos produtos, resiliência e ambientes mais produtivos e felizes. <em>“Hoje em dia se fala da necessidade da saúde mental e se observa bastante como a troca é positiva, cada qual tem sua vivência, esse aporte é superimportante”</em>.</p>
<p>As mudanças, no entanto, não devem partir apenas do profissional. <em>“As corporações olham de forma estereotipada, de custo maior, mas tem um outro ponto que o mercado vem oferecendo, os dois lados chegam a um comum acordo, o que as pessoas maduras esperam e como as corporações podem ser remanejadas para absorver as pessoas mais experientes, com programas de consultores, por exemplo”</em>.</p>
<p><em>“O mercado de trabalho não é mais o que era há dois anos, a pandemia acelerou todo esse processo. A população 50+ deve se manter atualizada, buscar carreiras transversais e as corporações devem ter essa visão de novas formas de contratações, com aporte de conhecimento, sem sofrer com altos salários”</em>, avaliou.</p>
<p>A especialista afirma acreditar que é necessária a <em>“queda de paradigmas dos dois lados”</em> para absorver a população que daqui a pouco será maioria no Brasil.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/geral/o-que-e-etarismo-e-como-a-discriminacao-por-idade-impacta-a-vida-de-idosos/">O que é etarismo e como a discriminação por idade impacta a vida de idosos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">98471</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
