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	<title>Desemprego - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Desemprego - Em Dia ES</title>
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		<title>Espírito Santo bate recorde com a menor taxa de desemprego da história</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-bate-recorde-com-a-menor-taxa-de-desemprego-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho formal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela que mais de 2 milhões de capixabas estão ocupados. Estado registra o segundo menor índice de desocupação do Brasil e saldo positivo na criação de vagas formais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), vinculado à Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado, divulgou em abril de 2026 uma publicação especial em alusão ao Dia do Trabalhador. O estudo, fundamentado em dados do quarto trimestre de 2025 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do IBGE, aponta que o Espírito Santo registrou uma taxa de desocupação de 2,4%. O índice é o menor de toda a série histórica do indicador e posiciona o estado com a segunda menor taxa de desemprego do país. Com esse percentual, o contingente de desocupados chegou a 51 mil pessoas, ante um total de 2,05 milhões de pessoas ocupadas.</p>
<p><strong>Nível de ocupação e perfil demográfico</strong><br />
A população em idade de trabalhar no Espírito Santo é de 3,38 milhões de pessoas, das quais 2,10 milhões compõem a força de trabalho atual. O nível de ocupação geral registrado no estado alcançou 60,6%.</p>
<p>A análise demográfica revela disparidades na ocupação por gênero e grau de instrução. A taxa de ocupação entre os homens é de 71,8% (cerca de 7 em cada 10 homens trabalham), enquanto entre as mulheres o índice é de 50,0% (5 em cada 10). No recorte educacional, o mercado de trabalho absorve 78,3% das pessoas com ensino superior.</p>
<p>Entre aqueles que possuem apenas o ensino médio, a ocupação é de 67,6%, e para os que têm o ensino fundamental, o índice cai para 45,7%. Além disso, a estabilidade é uma característica para parte dos trabalhadores: 68,0% estão no emprego principal há dois anos ou mais, e a esmagadora maioria (96,6%) possui apenas um trabalho.</p>
<p><strong>Renda, formalidade e características do emprego</strong><br />
No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio do trabalhador capixaba foi de R$ 3.508. O valor coloca o Espírito Santo com o décimo maior salário médio da federação, embora fique abaixo da média nacional, que fechou o período em R$ 3.613. O Distrito Federal apresentou a maior média, com R$ 6.217.</p>
<p>Em relação à posição na ocupação, mais da metade dos trabalhadores (54,9%) atua no setor privado com carteira assinada, somando 795 mil pessoas. Os trabalhadores que operam por conta própria representam 23,1% do mercado (474 mil). O levantamento aponta também que existem 298 mil empregados sem carteira assinada e 98 mil trabalhadores domésticos.</p>
<p>A taxa de informalidade no Espírito Santo encerrou o trimestre em 37,0%, o que equivale a 758 mil pessoas trabalhando informalmente. No cenário nacional, esse índice figura como o décimo menor do Brasil.</p>
<p><strong>Criação de vagas formais e saldos setoriais</strong><br />
Com base em números consolidados do Novo CAGED para o ano de 2025, o estado gerou um saldo de 13.590 empregos com carteira assinada. Com esse resultado, o estoque total de vínculos formais ativos no estado chegou a 922.956.</p>
<p>O setor que mais gerou postos de trabalho foi o Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, com a criação de 5.029 vagas. O segmento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação e saúde humana aparece em segundo lugar, com saldo positivo de 2.463 vagas, seguido pelo setor de Informação, comunicação e atividades financeiras e imobiliárias, com 2.399 novas oportunidades. Em contrapartida, o setor de Construção registrou retração, fechando com saldo negativo de 755 postos formais.</p>
<p><strong>Turismo e economia criativa</strong><br />
A publicação do IJSN trouxe também detalhamentos sobre setores específicos da economia capixaba. A chamada Economia Criativa emprega 201,6 mil pessoas no Espírito Santo, o que corresponde a 9,8% de todos os ocupados do estado. A taxa de informalidade neste setor é de 35,0% (5,2 pontos percentuais abaixo da média brasileira para a área).</p>
<p>Já a Economia do Turismo reúne 168 mil pessoas ocupadas (8,2% do total estadual). Deste total, mais da metade dos profissionais, 89 mil (53,0%), trabalha no ramo de Alimentação. A informalidade no setor de turismo é de 35,7%. Em termos de relevância no cenário nacional, o Espírito Santo ocupa a 13ª posição em participação de ocupados na Economia Criativa e o 19º lugar no Turismo.</p>
<p>A íntegra da publicação está disponível <strong><a href="https://ijsn.es.gov.br/publicacoes/sinteses/ijsn-especial">neste link.</a></strong></p>
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		<title>Desemprego no Brasil cai para 5,1% e fecha 2025 com o menor índice da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[economia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de desocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renda média do trabalhador sobe para R$ 3.560 e total de carteiras assinadas bate recorde com 38,9 milhões de pessoas. Dados são da Pnad Contínua divulgada pelo IBGE</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro, atingindo o nível mais baixo da série histórica iniciada em 2012, quando o índice era de 8,0%. O resultado consolida a recuperação do mercado de trabalho ao longo de 2025, ano que registrou uma média anual de desemprego de 5,6%, também o menor patamar já registrado desde o início da pesquisa. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada na manhã desta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Segundo o levantamento, a queda na desocupação reflete diretamente na redução do número de brasileiros em busca de trabalho. A média de pessoas desocupadas caiu de 7,2 milhões em 2024 para 6,2 milhões em 2025. No recorte específico dos últimos três meses do ano, cerca de 5,5 milhões de pessoas tentaram encontrar uma vaga. O cenário atual contrasta com os picos observados durante a pandemia de Covid-19, quando a taxa chegou a 14,0% em 2021, somando 14 milhões de desocupados.</p>
<p>A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, explica que a melhora nos índices não decorre de pessoas desistindo de procurar emprego, mas sim da efetiva criação de vagas.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Importante registrar que a queda da desocupação não foi provocada por aumento da subutilização da força de trabalho ou do desalento, reduzindo a pressão por trabalho. A trajetória de queda da taxa de desocupação em 2025 foi sustentada pela expansão da ocupação, principalmente nas atividades de serviços&#8221;,</strong> destaca Beringuy.</p></blockquote>
<p><strong>Recorde na população ocupada e carteira assinada</strong><br />
O ano de 2025 encerrou com um contingente recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas no país, superando os 101,3 milhões de 2024. O nível de ocupação, percentual de ocupados na população em idade de trabalhar, subiu para 59,1%, o maior da série.</p>
<p>Um dos destaques qualitativos da pesquisa foi o crescimento do emprego formal. O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada cresceu 2,8% no ano, alcançando o teto histórico de 38,9 milhões de pessoas. Isso representa a inclusão de cerca de 1 milhão de trabalhadores no regime formal em comparação ao ano anterior.</p>
<p>Paralelamente, o trabalho por conta própria também atingiu seu maior nível, com 26,1 milhões de pessoas, uma alta de 2,4% ante 2024. Já a informalidade apresentou recuo: a taxa anual passou de 39,0% para 38,1%. Contudo, Beringuy pondera que a informalidade permanece como uma característica estrutural do mercado brasileiro, dada a dependência de trabalhadores no comércio e serviços.</p>
<p>Em contrapartida, houve redução em outras categorias: o setor privado sem carteira assinada recuou 0,8% (13,8 milhões) e o trabalho doméstico teve queda de 4,4%, totalizando 5,7 milhões de pessoas.</p>
<p><strong>Renda em alta e massa salarial recorde</strong><br />
O aquecimento do mercado de trabalho veio acompanhado de valorização nos ganhos. O rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas foi estimado em R$ 3.560, um aumento de 5,7% (R$ 192 a mais) em relação a 2024. Consequentemente, a massa de rendimento real habitual, a soma de todos os salários, atingiu o recorde de R$ 361,7 bilhões, uma expansão de 7,5% no ano.</p>
<p>De acordo com a coordenadora do IBGE, dois fatores impulsionaram a renda: a expansão de setores que exigem maior qualificação e a política de valorização do salário-mínimo.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Setorialmente, as atividades que mais expandiram a ocupação foram as de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas. Essas atividades concentram contingentes de trabalhadores mais escolarizados, com vínculos mais formalizados e rendimentos mais altos&#8221;,</strong> afirma Beringuy, acrescentando que o aumento do salário-mínimo garantiu ganhos reais também nas atividades mais elementares.</p></blockquote>
<p><strong>Queda na subutilização</strong><br />
A taxa composta de subutilização, que inclui desocupados, subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial, caiu para 14,5% em 2025, o menor índice da série. Em números absolutos, a população subutilizada recuou 10,8%, passando de 18,7 milhões em 2024 para 16,6 milhões em 2025. Apesar da melhora significativa, esse contingente ainda se mantém acima do mínimo histórico registrado em 2014, que foi de 16,3 milhões.</p>
<p><strong>Análise do último trimestre</strong><br />
Considerando apenas o quarto trimestre de 2025 (outubro a dezembro), a taxa de desocupação de 5,1% representou uma queda de 0,5 ponto percentual frente ao trimestre anterior e de 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2024.</p>
<p>Neste período final do ano, o setor de Comércio apresentou recuperação, impulsionado pelas vendas de fim de ano, especialmente em vestuário e calçados, adicionando 299 mil pessoas à força de trabalho. O setor de Administração pública, defesa, saúde e educação também cresceu, absorvendo mais 282 mil trabalhadores no trimestre.</p>
<p><strong>Sobre a pesquisa</strong><br />
A PNAD Contínua é o principal instrumento de monitoramento da força de trabalho no Brasil. A amostragem abrange 211 mil domicílios em 3.500 municípios, visitados trimestralmente por cerca de dois mil entrevistadores do IBGE.</p>
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		<title>Taxa de desemprego chega a 5,2%, a menor desde 2012</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/taxa-de-desemprego-chega-a-52-a-menor-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 13:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número de pessoas ocupadas também é recorde: 103,2 milhões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro ficou em 5,2%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Trata-se da menor taxa de desocupação desde 2012, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua.</p>
<p>Segundo o IBGE, de setembro a novembro, 5,6 milhões de pessoas estavam desempregadas, o menor número de desocupados já registrado pela pesquisa.</p>
<p>Ao longo da série histórica, o maior contingente de desocupados ocorreu no trimestre encerrado em março de 2021, auge da pandemia de covid-19, quando esse o indicador registrou 14,9 milhões de pessoas sem emprego formal.</p>
<p><strong>Ocupação</strong><br />
A menor desocupação da série histórica foi também, de acordo com o IBGE, acompanhada por um novo recorde no número de pessoas ocupadas no país: 103,2 milhões.</p>
<p>O nível de ocupação, isto é, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, chegou ao maior percentual da série histórica da PNAD Contínua: 59,0%.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo cria quase 4 mil empregos formais em setembro e acompanha alta nacional</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/espirito-santo-cria-quase-4-mil-empregos-formais-em-setembro-e-acompanha-alta-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado contribui para o saldo positivo de 213 mil vagas com carteira assinada no país. Taxa de desemprego nacional cai para 5,6% e iguala mínima histórica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo registrou saldo positivo de 3.893 novos empregos com carteira assinada em setembro de 2025, acompanhando a tendência nacional, que contabilizou 213.002 vagas formais no mesmo período. Todas as 27 unidades da federação apresentaram resultado positivo, conforme dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>O desempenho capixaba contribuiu para o bom resultado da Região Sudeste, que liderou a geração de vagas no país com 80.639 novos postos formais. Em seguida vieram as regiões Nordeste (72.347), Sul (27.302), Norte (18.151) e Centro-Oeste (14.569).</p>
<p><strong>Panorama nacional do Caged</strong><br />
Em todo o Brasil, o saldo de 213.002 postos resultou de 2.292.492 admissões e 2.079.490 desligamentos. Com isso, o número total de vínculos formais atingiu 48,9 milhões de trabalhadores, novo recorde histórico.</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o país soma 1,71 milhão de empregos criados. Desde janeiro de 2023, já são 4,8 milhões de novas vagas. O salário médio real de admissão em setembro foi de R$ 2.286,34.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, comentou o resultado. <strong>“Nosso saldo de setembro talvez contrarie os especialistas do mercado, que projetaram no máximo 175 mil, e o número é de 213 mil”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Setores e demografia no Brasil</strong><br />
Todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados pelo Novo Caged tiveram saldo positivo em setembro. O setor de Serviços liderou com 106.606 novas vagas, seguido por Indústria (43.095), Comércio (36.280), Construção (23.855) e Agropecuária (3.167).</p>
<p>No acumulado do ano, o ranking se mantém: Serviços (773.385), Indústria (273.231), Construção (194.545), Comércio (153.483) e Agropecuária (107.297).</p>
<p>Entre os grupos populacionais, os homens ocuparam 117.145 vagas, enquanto as mulheres preencheram 95.857 postos. A maioria das contratações (142.789) foi de pessoas com ensino médio completo. Jovens de 18 a 24 anos se destacaram, com 110.953 vagas preenchidas, e os pardos representaram a maior parte dos vínculos (156.079).</p>
<p><strong>Desemprego atinge menor nível da série histórica</strong><br />
Dados da Pnad Contínua, divulgados nesta sexta-feira (31) pelo IBGE, mostram que a taxa de desemprego no Brasil foi de 5,6% no trimestre encerrado em setembro, considerando tanto o mercado formal quanto o informal.</p>
<p>O índice caiu em relação aos 5,8% registrados até junho e voltou ao menor patamar da série histórica iniciada em 2012. A mínima de 5,6% já havia sido observada nos trimestres encerrados em julho e agosto de 2025, embora o IBGE evite comparações diretas entre períodos com meses repetidos.</p>
<p>O resultado ficou próximo da previsão do mercado financeiro, estimada em 5,5%, segundo a agência Bloomberg.</p>
<p>Especialistas apontam que o mercado de trabalho segue em recuperação, impulsionado pelo desempenho da economia, medidas de estímulo federal, mudanças demográficas e avanços tecnológicos. A expansão do emprego e da renda tem estimulado o consumo de bens e serviços.</p>
<p>Por outro lado, a demanda aquecida pode pressionar a inflação. Para conter o avanço dos preços, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, o que tende a desacelerar a economia, reflexo já perceptível no Produto Interno Bruto (PIB).</p>
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		<item>
		<title>Desemprego cai para 5,6% no trimestre até julho, menor taxa desde 2012</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/desemprego-cai-para-56-no-trimestre-ate-julho-menor-taxa-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 12:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgado]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[menor taxa]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dado foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (16)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego caiu a 5,6% no trimestre encerrado em julho, segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (16).</p>
<p>No trimestre, a população desocupada caiu para 6,118 milhões, o menor contingente desde o último trimestre de 2013 (6,100 milhões). Com o resultado, a taxa de desocupação tem o menor patamar da série histórica, que iniciou em 2012.</p>
<p>Na outra ponta, a população inserida no mercado de trabalho subiu novamente e foi a 102,4 milhões, atingindo recorde. Do total, o número de empregados com carteira assinada foi a 39,1 milhões, também estabelecendo novo recorde.</p>
<p>William Kratochwill, analista do IBGE, destacou que “esses números sustentam o bom momento do mercado de trabalho, com crescimento da ocupação e redução da subutilização da mão de obra, ou seja, um mercado de trabalho mais ativo”.</p>
<p>A população fora da força de trabalho ficou em 65,6 milhões, o que mostra estabilidade na comparação com o dado anterior. Já a população desalentada caiu para 2,7 milhões, recuo de 11,0% (332 mil pessoas a menos) no trimestre e de 15,0% (menos 475 mil pessoas) no ano.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Os indicadores demonstram que as pessoas que deixaram a população desocupada não estão se retirando da força de trabalho ou caindo no desalento, elas estão realmente ingressando no mercado de trabalho, o que é corroborado pelo recorde na ocupação”</strong>, acrescentou.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Desemprego cai a 5,8% no 2º trimestre, menor nível da série histórica</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/desemprego-cai-a-58-no-2o-trimestre-menor-nivel-da-serie-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 13:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[menor nível]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desocupação ainda atinge 6,3 milhões de pessoas. Número de ocupados chega ao recorde de 102,3 milhões</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,8% no segundo trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A taxa do trimestre encerrado em junho de 2025 foi a menor da série histórica iniciada em 2012. A partir deste mês, os dados do IBGE foram recalculados com base no Censo 2022.</p>
<p>Em relação ao trimestre imediatamente anterior, encerrado em março, houve queda de 1,2 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupação, que era de 7%. No mesmo trimestre de 2024, a taxa era de 6,9%.</p>
<p>Ao todo, 6,3 milhões de pessoas estão sem emprego no país, o que representa uma queda de 17,4% (ou mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior, e um recuo de 15,4% (menos 1,1 milhão de pessoas) em comparação com 2024.</p>
<p>No trimestre encerrado em junho, a população ocupada foi estimada em 102,3 milhões de pessoas — novo recorde da série histórica iniciada em 2012. A alta foi de 1,8% no trimestre, ou 1,8 milhão de pessoas. No ano, o aumento foi de 2,4%, com mais 2,4 milhões de pessoas ocupadas.</p>
<p>Com isso, 58,8% das pessoas em idade de trabalhar no Brasil (14 anos ou mais) estão empregadas — é o que o IBGE chama de nível de ocupação. O aumento foi de 0,69 p.p. contra o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a alta é de 1 p.p.</p>
<p><strong>Veja os destaques da pesquisa:</strong></p>
<ul>
<li>Taxa de desocupação: 5,8%</li>
<li>População desocupada: 6,3 milhões de pessoas</li>
<li>População ocupada: 102,3 milhões</li>
<li>População fora da força de trabalho: 65,5 milhões</li>
<li>População desalentada: 2,8 milhões</li>
<li>Empregados com carteira assinada: 39 milhões</li>
<li>Empregados sem carteira assinada: 13,5 milhões</li>
<li>Trabalhadores por conta própria: 25,8 milhões</li>
<li>Trabalhadores informais: 38,7 milhões</li>
<li>Taxa de informalidade: 37,8%</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Desemprego recua para 6,2% no trimestre encerrado em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/desemprego-recua-para-62-no-trimestre-encerrado-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 13:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 6,4% no período</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,2% nos três meses até maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (27).</p>
<p>O resultado representa uma redução de 0,6 ponto porcentual em relação ao trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (6,8%) e queda de 1,0 ponto percentual (p.p.) frente ao mesmo trimestre do ano anterior (7,1%).</p>
<p>A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 6,4% no período.</p>
<p>Segundo o instituto, o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado atingiu patamar recorde (39,8 milhões), registrando estabilidade (0,8%) em relação ao trimestre anterior e crescendo 3,7% ante igual trimestre do ano passado.</p>
<p>Outro destaque citado pelo IBGE foi a quantidade de desalentados, com fortes quedas, de 10,6% comparada ao trimestre encerrado em abril, e de 13,1% ante o mesmo período de 2024.</p>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego é a menor para o trimestre desde 2012</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/taxa-de-desemprego-e-a-menor-para-o-trimestre-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 14:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informalidade recuou no mercado de trabalho brasileiro no trimestre</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego de 6,6% registrada no trimestre encerrado em abril deste ano é a menor para o período desde 2012, quando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua começou a ser realizada. Em abril do ano passado, por exemplo, a taxa era de 7,5%.</p>
<p>Segundo os dados da Pnad, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as taxas vêm apresentando quedas nas comparações anuais há 46 trimestres, isto é, desde o trimestre encerrado em julho de 2021.</p>
<p>Ainda de acordo com esses dados, nos últimos 12 meses, todos os trimestres apresentaram suas menores taxas desde 2012 (é o caso dos encerrados em abril e em março deste ano, além daqueles finalizados no período de julho a dezembro de 2024) ou desde 2014 (janeiro e fevereiro deste ano, além de maio e junho de 2024).</p>
<p>Outro dado positivo divulgado pelo IBGE é o rendimento médio do trabalhador, que atingiu o maior valor para um trimestre encerrado em abril (R$ 3.426) e também o maior patamar da série histórica, considerando todos os trimestres comparáveis (aqueles encerrados em janeiro, em julho e em outubro).</p>
<p><strong>Informalidade</strong><br />
O mercado de trabalho do país registrou uma taxa de informalidade de 37,9% no trimestre encerrado em abril deste ano, apresentando, portanto, quedas em relação ao trimestre finalizado em janeiro deste ano (38,3%) e na comparação com o trimestre findo em abril de 2024 (38,7%).</p>
<p>Havia, de acordo com o IBGE, no trimestre encerrado em abril deste ano, 39,2 milhões de trabalhadores informais, em um total de 103,3 milhões de pessoas ocupadas no país, no período. A informalidade inclui trabalhadores sem carteira assinada, ocupados sem CNPJ, empregadores sem CNPJ e trabalhadores auxiliares familiares.</p>
<p>Nas comparações trimestral e anual, houve estabilidade nos empregos sem carteira assinada (tanto no setor privado quanto nos serviços domésticos) e nos trabalhos sem CNPJ. Portanto, a queda da informalidade foi puxada pelo aumento dos empregos formais.</p>
<p>Os trabalhadores com carteira assinada, por exemplo, cresceram 0,8% no trimestre e 3,8% no ano, segundo o IBGE.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O mercado de trabalho está absorvendo [mão de obra] e está seguindo forte e resiliente, mantendo a população ocupada e melhorando a qualidade, com a população com carteira de trabalho assinada sendo a única a crescer”</strong>, explica o pesquisador do IBGE William Kratochwill.</p>
</blockquote>
<p><strong>Setores</strong><br />
Na comparação trimestral, apenas o segmento de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais teve alta (2,2%), enquanto o restante manteve estabilidade.</p>
<p>Já na comparação anual, cinco grupamentos cresceram: indústria geral (3,6%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,7%), transporte, armazenagem e correio (4,5%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,4%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4%). Houve redução em agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-4,3%).</p>
<p><strong>Subutilização</strong><br />
A população subutilizada, isto é, a parcela dos desempregados e daqueles que poderiam trabalhar mais do que trabalham atualmente, ficou em 18 milhões, estável na comparação trimestral e 10,7% menor que no ano anterior.</p>
<p>A taxa composta de subutilização (15,4%) mostrou estabilidade no trimestre e teve queda na comparação anual (17,4%).</p>
<p>A população desalentada, que inclui aqueles que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, mas que não buscaram trabalho por vários motivos, ficou em 3,1 milhões, estável no trimestre e com redução de 11,3% no ano. O percentual de desalentados (2,7%) também mostrou estabilidade no trimestre e recuou no ano (3,1%).</p>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego no Brasil atinge menor nível para o primeiro trimestre em 13 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/taxa-de-desemprego-no-brasil-atinge-menor-nivel-para-o-primeiro-trimestre-em-13-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 13:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[menor nível]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rendimento médio dos trabalhadores chega a R$ 3.410, o maior da série histórica iniciada em 2012, segundo dados do IBGE</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desocupação no Brasil foi de 7,0% no primeiro trimestre de 2025, o menor percentual para o período desde 2012. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). Apesar da alta de 0,8 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2024, o índice representa uma queda de 0,9 ponto percentual frente ao mesmo período do ano passado, quando a taxa estava em 7,9%.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o aumento da taxa em relação ao último trimestre se deve principalmente à elevação de 13,1% na população desocupada — 891 mil pessoas a mais buscando emprego. Ao todo, o número de desocupados permanece 10,5% inferior ao registrado no mesmo trimestre de 2024.</p>
<p>A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, explicou que o crescimento da desocupação tem caráter sazonal e não compromete o desempenho recente do mercado de trabalho. <strong><em>“Mesmo com expansão trimestral, a taxa de desocupação do 1º trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores”,</em></strong> afirmou.</p>
<p>A população ocupada recuou 1,3% em relação ao trimestre anterior, com 1,3 milhão de pessoas a menos trabalhando. Ainda assim, o número de ocupados é 2,3% maior do que o verificado no primeiro trimestre de 2024, o que representa 2,3 milhões de pessoas a mais.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada no setor privado se manteve estável no trimestre, em 39,4 milhões de pessoas. Já o total de trabalhadores sem carteira assinada caiu 5,3%, o que equivale a uma redução de 751 mil pessoas. A queda foi puxada principalmente pelos setores de Construção, Serviços Domésticos e Educação.</p>
<p>A análise por setores de atividade não identificou crescimento no contingente de ocupados em nenhum dos grupamentos na comparação com o trimestre anterior. Houve queda em Construção (5,0%, ou menos 397 mil pessoas), Alojamento e Alimentação (3,3%, ou menos 190 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,6%, ou menos 297 mil pessoas) e Serviços Domésticos (4,0%, ou menos 241 mil pessoas).</p>
<p>Por outro lado, na comparação com o primeiro trimestre de 2024, houve aumento de ocupação em setores como Indústria Geral (3,3%, ou mais 431 mil pessoas), Comércio e reparação de veículos (3,1%, ou mais 592 mil pessoas), Transporte e armazenagem (4,4%, ou mais 253 mil pessoas), Informação e atividades financeiras (4,1%, ou mais 518 mil pessoas) e Administração pública e serviços sociais (4,0%, ou mais 713 mil pessoas). Os setores de Agricultura e Serviços Domésticos apresentaram retração.</p>
<p>No mesmo período, o rendimento médio dos trabalhadores chegou a R$ 3.410, o maior valor da série histórica iniciada em 2012. O crescimento foi de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 4,0% em comparação ao mesmo período de 2024. Entre os setores com aumento de rendimento no trimestre estão Agricultura (4,1%, ou mais R$ 85) e Administração pública e serviços sociais (3,2%, ou mais R$ 145).</p>
<p>Comparando com o mesmo trimestre do ano anterior, também houve crescimento nos rendimentos dos setores de Construção (5,7%, ou mais R$ 141), Informação e atividades financeiras (4,1%, ou mais R$ 189) e Serviços Domésticos (3,6%, ou mais R$ 45).</p>
<p>A PNAD Contínua é o principal instrumento do IBGE para monitoramento do mercado de trabalho. A pesquisa utiliza uma amostra trimestral de 211 mil domicílios e conta com cerca de dois mil entrevistadores em todo o país. A próxima divulgação está prevista para o dia 29 de maio, com os dados referentes ao trimestre encerrado em abril.</p>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego vai a 6,5% no trimestre encerrado em janeiro, diz IBGE</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/taxa-de-desemprego-vai-a-65-no-trimestre-encerrado-em-janeiro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 12:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dado mostra aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2024, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego avançou a 6,5% no trimestre encerrado em janeiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). O dado foi divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Trata-se da segunda variação positiva em sequência, após o menor nível de desocupação da série histórica registrado no trimestre móvel de setembro a novembro (6,1%).</p>
<p>A variação ficou abaixo da expectativa do mercado. De acordo com a mediana das previsões feita pela Reuters, os agentes financeiros esperavam que a taxa ficaria em 6,6% no trimestre encerrado em janeiro.</p>
<blockquote><p><strong>“A taxa de desocupação para este trimestre, de 6,5%, foi menor do que em 2024 no mesmo trimestre (7,6%), ou seja, houve grande evolução. No entanto, a variação de 0,3 pontos percentuais em relação ao trimestre terminado em outubro do ano passado foi a maior desde 2017 (0,8 p.p.), igualando 2019”</strong>, destacou William Kratochwill, analista da pesquisa.</p></blockquote>
<p><strong>Informalidade cai</strong><br />
A taxa de informalidade (proporção de trabalhadores informais na população ocupada) foi de 38,3%, o equivalente a 39,5 milhões de trabalhadores informais.</p>
<p>O índice do trimestre encerrado em janeiro foi inferior ao registrado no trimestre móvel anterior (38,9%) e no mesmo período de 2024 (39,0%).</p>
<p>Segundo o IBGE, a queda na informalidade é consequência da redução do contingente de trabalhadores sem carteira assinada (13,9 milhões), acompanhada da estabilidade do número de trabalhadores por conta própria (25,8 milhões) nas comparações trimestral e anual.</p>
<p>Ainda assim, o contingente de ocupados no setor privado com carteira (39,3 milhões) ficou estável na comparação trimestral e cresceu 3,6% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p><strong>Rendimento estável</strong><br />
O rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.343 no trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025, o equivalente a uma alta de 1,4% em relação ao trimestre encerrado em outubro e de 3,7% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p>A massa de rendimento real habitual (a soma das remunerações de todos os trabalhadores) atingiu R$ 339,5 bilhões, ficando estável no trimestre e crescendo 6,2% (mais R$ 19,9 bilhões) no ano.</p>
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