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Alinhamento de 6 planetas, fenômeno raro pode ser observado a olho nu

14 fev 2026 - 08:27

Redação Em Dia ES

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O dia em que o Sistema Solar vai "parar", o alinhamento de 6 planetas pode ser visto a olho nu e promete um show no céu
O fenômeno, conhecido popularmente como “desfile de planetas”. Sistema Solar Crédito: Valera268268/Pixabay

O céu noturno do fim de fevereiro vai oferecer um espetáculo raro. Seis planetas do Sistema Solar ficarão visíveis ao mesmo tempo, formando um alinhamento que poderá ser observado a olho nu em várias partes do mundo.

O fenômeno, conhecido popularmente como “desfile de planetas”, acontece quando os astros parecem se agrupar em uma mesma faixa do céu. Embora seja apenas um efeito de perspectiva, o resultado visual impressiona e tem despertado o interesse de astrônomos e curiosos.

Quando e onde observar
O ponto alto do alinhamento está previsto para o dia 28 de fevereiro de 2026, data em que os planetas estarão mais próximos entre si no céu. A observação pode ser feita entre 25 de fevereiro e inicio de março.

No Brasil, o melhor horário para observar o evento astronômico será logo após o pôr do sol.

Para aproveitar o momento, especialistas recomendam procurar locais com horizonte oeste livre — sem prédios, morros ou árvores — e torcer por um céu limpo e sem nuvens.

O que será possível ver
Durante o fenômeno, Mercúrio, Vênus, Júpiter e Saturno poderão ser vistos a olho nu. Enquanto isso, Urano e Netuno, por serem mais distantes e com brilho mais fraco, aparecem com o uso de binóculos ou telescópios.

Vênus e Saturno vão estar mais próximos do Sol, enquanto Júpiter surgirá um pouco mais afastado, em direção ao norte. Mercúrio, o menor e mais próximo do Sol, será o mais difícil de identificar sem ajuda óptica.

Como acontece o alinhamento planetário
Os planetas do Sistema Solar orbitam o Sol quase no mesmo plano, como objetos em uma mesa. Por isso, em determinados períodos, parecem alinhados quando vistos da Terra.

Cada planeta leva um tempo diferente para completar sua órbita — a Terra, por exemplo, leva um ano; Júpiter, cerca de 12. Essas diferenças fazem com que os alinhamentos sejam eventos ocasionais, mas previsíveis.

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