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	<title>vale refeição - Em Dia ES</title>
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		<title>Governo muda regras e vale-alimentação será aceito em qualquer maquininha; confira mudanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 11:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Abras]]></category>
		<category><![CDATA[decreto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decreto assinado nesta terça (11) reduz prazo de pagamento a restaurantes, proíbe "cashback" em benefícios e prevê que qualquer cartão funcione em qualquer máquina. Medida afeta 22,1 milhões de trabalhadores</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (11), um decreto que moderniza o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), alterando regras do vale-alimentação e vale-refeição. A medida, que beneficia mais de 22,1 milhões de trabalhadores em todo o país, estabelece limites para taxas cobradas pelas operadoras, reduz o prazo de repasse a restaurantes e determina a interoperabilidade entre bandeiras de cartão. A assinatura ocorreu em cerimônia com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.</p>
<p>O objetivo do decreto é garantir mais transparência, concorrência e integridade ao sistema, assegurando que os recursos sejam usados exclusivamente para a alimentação. O PAT, a mais antiga política pública do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), completará 50 anos em 2026 e conta atualmente com 327.736 empresas beneficiárias cadastradas.</p>
<p>O decreto define regras claras para o funcionamento do sistema de pagamento, com prazos de adequação para as empresas.</p>
<p><strong>Entre as principais mudanças, destacam-se:</strong></p>
<p><strong>Limites de taxas:</strong> Em até 90 dias, as operadoras deverão se adequar aos novos tetos. A taxa cobrada dos estabelecimentos (MDR) não poderá ultrapassar 3,6%, e a tarifa de intercâmbio terá teto de 2%, sendo vedada qualquer cobrança adicional.</p>
<p><strong>Redução do prazo de repasse:</strong> O prazo para o repasse financeiro aos estabelecimentos (restaurantes, supermercados e similares) será reduzido dos atuais 30 dias para um máximo de 15 dias corridos após a transação. Esta norma entra em vigor em até 90 dias.</p>
<p><strong>Interoperabilidade plena: </strong>Em até 360 dias, qualquer cartão do programa deverá funcionar em qualquer maquininha de pagamento. A medida visa implantar a interoperabilidade total entre as bandeiras.</p>
<p><strong>Abertura de arranjos de pagamento:</strong> Sistemas com mais de 500 mil trabalhadores deverão ser abertos em até 180 dias. Atualmente, em arranjos fechados, a mesma empresa pode exercer as funções de instituidor, emissor e credenciador, o que reduz a concorrência.</p>
<p><strong>Proibição de práticas abusivas:</strong> Com vigência imediata, fica proibido o chamado &#8220;deságio&#8221;, além de descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação (como &#8220;cashback&#8221;).</p>
<p>Um Comitê Gestor Interministerial do PAT será responsável por definir parâmetros técnicos e regulamentar o funcionamento do sistema.</p>
<p><strong>Impacto para trabalhadores e empresas</strong><br />
As novas regras buscam fortalecer a fiscalização e garantir que os recursos sejam usados exclusivamente para a compra de alimentos, vedando o uso para outras finalidades, como academias, farmácias ou planos de saúde.</p>
<p>Para os trabalhadores, a principal mudança será a maior liberdade de escolha e melhor aceitação dos cartões, com a interoperabilidade. O valor do benefício não sofrerá alteração.</p>
<p>Para os estabelecimentos, o benefício será um melhor fluxo de recebimentos, com o repasse em até 15 dias, além da ampliação da rede de aceitação.</p>
<p>Para as empresas beneficiárias (empregadores), o governo afirma que não haverá aumento de custos ou necessidade de alterar o valor dos benefícios, trazendo maior segurança jurídica e previsibilidade.</p>
<p><strong>Supermercados veem medida como &#8220;marco histórico&#8221;</strong><br />
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) classificou o novo decreto como &#8220;um marco histórico&#8221;. Em nota, a entidade afirmou que as mudanças <strong>&#8220;eliminam cobranças abusivas e &#8216;penduricalhos&#8217; que elevavam os custos para o varejo e, consequentemente, para o consumidor&#8221;.</strong></p>
<p>Segundo a Abras, o decreto tornará o programa mais justo e eficiente, &#8220;beneficiando diretamente o trabalhador brasileiro e fortalecendo toda a cadeia de abastecimento de alimentos&#8221;. A associação destacou que os limites de taxas e a redução do prazo de repasse darão mais previsibilidade ao setor e estimularão a concorrência.</p>
<p><strong>&#8220;Com custos menores e prazos mais curtos, todo comércio poderá aceitar o voucher alimentação e refeição, fortalecendo o pequeno varejo e ampliando o acesso da população. O resultado será uma cesta básica mais barata e um sistema mais justo para todos&#8221;,</strong> disse o presidente da entidade, João Galassi.</p>
<p><strong>O que é o PAT</strong><br />
Coordenado pelo MTE, o PAT foi criado em 1976 e permite que empresas, de adesão voluntária, ofereçam acesso a refeições subsidiadas (vales, cestas ou refeitórios). O trabalhador pode contribuir com até 20% do valor, que não integra o salário, isentando ambos de encargos como INSS e FGTS.</p>
<p>Empresas tributadas com base no lucro real podem deduzir parte das despesas com o PAT no Imposto de Renda. O programa atende trabalhadores formais, terceirizados, temporários, estagiários e aprendizes, priorizando os de baixa renda.</p>
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		<title>Haddad defende redução de taxas de vale-refeição para baratear comida</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/haddad-defende-reducao-de-taxas-de-vale-refeicao-para-baratear-comida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 16:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[baratear comida]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[vale refeição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear a taxa de 1,5% a 3% cobrada pelas administradoras dos cartões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação de uma lei de 2022 que permite a portabilidade dos vales-refeição e alimentação ajudará a baratear o preço da comida, disse nesta quinta-feira (23) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ao retornar de reunião na Granja do Torto, ele negou que o governo pretenda usar recursos do Orçamento para baratear o preço dos alimentos.</p>
<p>Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear a taxa de 1,5% a 3% cobrada pelas administradoras dos cartões. O ministro informou que o governo federal estuda a regulamentação da Lei 14.422, sancionada há três anos, que mudou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e cria a portabilidade, por meio da qual o trabalhador poderá escolher a empresa gestora dos tíquetes, atualmente definida pelos recursos humanos de cada empresa.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Penso que tem um espaço ali, regulatório, que caberia ao Banco Central, já pela lei, mas que não foi feito até o término da gestão anterior. Eu penso que há um espaço regulatório que nós pretendemos explorar no curto prazo”,</em> </strong>afirmou Haddad, ao retornar de encontro de cerca de nove horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira.</p></blockquote>
<p>Para Haddad, a maior concorrência entre as bandeiras de vale-alimentação e refeição poderá resultar na redução das taxas de cartões. De acordo com o ministro, isso, em tese, barateará o preço dos alimentos, tanto nos restaurantes quanto nos supermercados. A lei também prevê que as máquinas serão obrigadas a aceitar todas as bandeiras de cartões, em vez de serem atreladas apenas aos estabelecimentos credenciados.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Regulando melhor a portabilidade, nós entendemos que há espaço para queda do preço da alimentação. Tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição. Porque a alimentação fora de casa é tão importante quanto a compra de gêneros alimentícios no supermercado. Entendendo que, regulando bem a portabilidade, dando mais poder ao trabalhador, ele vai encontrar um caminho de fazer valer o seu recurso, daquele benefício [a] que ele tem direito”,</em> </strong>declarou o ministro.</p></blockquote>
<p>A regulamentação do tema depende do Banco Central, que seguirá diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nesta quinta-feira, haveria a reunião de janeiro do órgão, mas o encontro foi cancelado por falta de temas a serem votados.</p>
<p><strong>Sem recursos públicos</strong><br />
Uma nova reunião de Haddad com o presidente Lula está prevista para as 9h desta sexta-feira (24), na residência oficial da Granja do Torto para estudar medidas de redução no preço dos alimentos. Haddad negou que o governo pretenda recorrer a subsídios, que consomem recursos do Orçamento, para intervir no mercado de alimentos.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Ninguém está pensando em utilizar espaço fiscal para esse tipo de coisa. O que nós sabemos é que o que afetou o preço dos alimentos, especialmente leite, café, carne, frutas, é porque são commodities [bens primários com cotação internacional], são bens exportáveis, fazem parte da nossa pauta de exportações”,</em></strong> explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo o ministro, além da regulamentação da portabilidade dos vales-refeição e alimentação, a queda do dólar e a previsão de nova safra recorde para este ano ajudarão a reduzir os preços dos alimentos. Ele atribuiu as notícias de uso de recursos públicos para intervir no mercado a boatos espalhados por quem quer que o dólar suba.</p>
<blockquote><p><strong><em>“É uma boataria que interessa a algumas pessoas. Porque uma pessoa pode fazer o que ela quiser em uma reunião. Agora, transformar isso em política pública, tem que passar por ministro, pelo presidente, pelo Congresso, tem que passar por muita gente”,</em> </strong>afirmou Haddad.</p></blockquote>
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