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	<title>Tráfico de Abelhas - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Tráfico de Abelhas - Em Dia ES</title>
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		<title>PRF apreende carga de cocaína avaliada em R$ 3 milhões que viria de MG para o ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 16:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Tráfico de Abelhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apreensão aconteceu em Betim, Minas Gerais. Droga foi encontrada dentro do tanque de combustível e também no forro do banco traseiro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na segunda-feira (26), 21 tabletes de pasta base de cocaína e três tabletes de cloridrato de cocaína que saíram de Uberlândia, em Minas Gerais, com destino ao Espírito Santo. </p>
<p>Os policiais realizavam ação de combate ao crime no km 360 da BR-262, em Betim, quando abordaram um carro modelo Fiat Siena. O homem apresentou a documentação solicitada e informou que tinha como destino o município de Cariacica. </p>
<p>Durante a fiscalização, o motorista disse que dentro do veículo continha algo de ilícito. Os policiais iniciaram as buscas e, dentro do tanque de combustível, foram encontrados 21 tabletes de pasta base de cocaína. </p>
<p>Os policiais localizaram, escondidos no forro do banco traseiro, três tabletes de cloridrato de cocaína. Após a pesagem oficial, contabilizou-se 21 kg de pasta base de cocaína e 2,5 de cloridrato de cocaína, estimando-se um prejuízo de cerca de 3 milhões de reais aos criminosos.</p>
<p>Diante dos fatos, o condutor foi preso e conduzido, juntamente com as drogas, para a Polícia Judiciária de Betim, em Minas Gerais.</p>
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		<title>Rede nacional de tráfico de abelhas é descoberto e valores chegam a R$ 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 21:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Tráfico de Abelhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram encontrados 85 vendedores em 308 anúncios na internet O biólogo Antônio F. Carvalho, pesquisador do Instituto Nacional da Mata Atlântica (Inma), em Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo, realizou um estudo que desvendou uma rede on-line de tráfico de abelhas sem ferrão em todo o Brasil, com valores que variam de R$ [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Foram encontrados 85 vendedores em 308 anúncios na internet</b></font></span></div>
<div><font size="3">O biólogo Antônio F. Carvalho, pesquisador do Instituto Nacional da Mata Atlântica (Inma), em Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo, realizou um estudo que desvendou uma rede on-line de tráfico de abelhas sem ferrão em todo o Brasil, com valores que variam de R$ 700 a R$ 5 mil.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Em artigo publicado nesta quarta-feira (1º) na revista &#8220;Insect Conservation and Diversity&#8221;, o pesquisador revelou que o comércio ilegal de ninhos de abelhas sem ferrão realizado na internet é uma das principais ameaças à conservação de espécies brasileiras.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As abelhas sem ferrão são responsáveis por polinizar árvores em florestas tropicais e de plantas comerciais, sendo muito utilizados no Brasil para a produção de mel, atividade conhecida como meliponicultura.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo o Inma, o tráfico dessas espécies para regiões em que não são nativas facilita a disseminação de parasitas e predadores, o que contribui para o desaparecimento das abelhas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Muitas discussões estão focadas nos efeitos do aquecimento global na biodiversidade, mas temos questões muito urgentes para tratar. Espécies sumirão da natureza devido ao tráfico muito antes que o clima seja capaz de afetá-las negativamente”, esclarece o pesquisador.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Entre as espécies mais cobiçadas para a venda ilegal estão a uruçu-capixaba (Melipona capixaba) e a uruçu-nordestina (Melipona scutellaris), abelhas em perigo de extinção.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Preços podem chegar a R$ 5 mil</b></font></div>
<div><font size="3">A pesquisa localizou vendedores em 85 cidades brasileiras, sendo a maioria em regiões próximas da Mata Atlântica. Foram 308 anúncios de venda observados no estudo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As colônias são vendidas a preços que variam de R$ 700 a R$ 5 mil, sendo comercializadas em caixas de madeira de diversos modelos ou em iscas de garrafas pet.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os ninhos são retirados da natureza e as abelhas são levadas para longas distâncias, sobretudo para localidades fora das áreas de onde são nativas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Além das abelhas produtoras de mel, também são vendidas ilegalmente espécies sem potencial para a produção melífera, como a boca-de-sapo (Partamona helleri) e mombucão (Cephalotrigona capitata), cujo mel não apresenta sabor palatável.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Esses dados revelam um preocupante mercado de criadores e de colecionadores ávidos pelos mais diferentes grupos, independente do potencial produtivo da espécie em alguns casos”, analisou o pesquisador.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Abelhas em áreas urbanas</b></font></div>
<div><font size="3">De acordo com Antônio, o Brasil é o maior produtor de mel do mundo e, apesar da atividade ser o desejo de quem comercializa de forma ilegal as abelhas, não pode ser colocada como culpada.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;A meliponicultura não é a vilã dessa história. A atividade pode, ao contrário, contribuir para a conservação das abelhas, evitando a ação dos meleiros, pessoas que exterminam colônias somente para retirar o mel. Ninhos manejados por meliponicultores podem produzir mel e ser multiplicados por muitos anos&#8221;, explicou.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O aparecimento dessas abelhas em áreas urbanas com poucos recursos naturais pode ser o principal fator para a extinção de algumas espécies.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Parasitas podem ser levados ‘na carona’ com essas colônias, afetando populações de abelhas nativas e manejadas, e as condições climáticas nas novas localidades podem não ser adequadas para as espécies, o que também colabora com o alto potencial de perda de colônias”, destacou Antônio.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Possíveis soluções</b></font></div>
<div><font size="3">O estudo realizado pelo Inma traz como prováveis soluções para o tráfico das espécies a educação de meliponivultores e o cumprimento de leis ambientes, com aplicação de sanções para os crimes ambientais cometidos por vendedores que comercializam grandes quantidades de ninhos de forma clandestina.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“É preciso que os meliponicultores – os principais prejudicados por doenças e pragas de abelhas – entendam que ao comprar ninhos de outras áreas de forma ilegal estão colocando suas abelhas nativas em perigo. Levar abelhas da Amazônia para a Mata Atlântica, por exemplo, é uma das medidas que mais contribuem para o desaparecimento de populações desses insetos, uma realidade que ocorre sem punições e, infelizmente, está às nossas vistas – à distância de um clique”, concluiu o biólogo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Para realizar as vendas das espécies de forma legal, criadores devem estar cadastrados no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou em um órgão de fiscalização estadual, e são obrigados a emitir uma Guia de Trânsito Animal (GTA) para cada colônia comercializada.</font></div>
<div></div>
<div>Com G1 ES</div>
</div>
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