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	<title>TCU - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>TCU - Em Dia ES</title>
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		<title>Cariacica alcança 1º lugar no Brasil em transparência de recursos federais, aponta TCU</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/cariacica-alcanca-1o-lugar-no-brasil-em-transparencia-de-recursos-federais-aponta-tcu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[cariacica]]></category>
		<category><![CDATA[emendas parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[transparência pública]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Contas da União]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cidade capixaba obteve 80% de conformidade na fiscalização de emendas parlamentares, sendo citada como modelo de boas práticas por ministro da Corte</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Cariacica obteve a maior pontuação do Brasil em uma auditoria de transparência pública realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), conforme dados divulgados nesta quarta-feira (04). A cidade alcançou 80% de conformidade no Indicador de Transparência Ativa de Emendas Parlamentares (TAEP), superando todos os outros 23 municípios selecionados para a fiscalização nacional sobre a gestão de recursos federais.</p>
<p>A auditoria teve como foco avaliar os mecanismos utilizados pelas prefeituras para prestar contas sobre os recursos recebidos via emendas parlamentares, verbas indicadas por deputados e senadores destinadas a obras e serviços locais. O grupo auditado foi composto por 24 cidades que estão entre as que mais recebem investimentos da União. Dentro desse recorte, Cariacica consolidou-se como a principal referência.</p>
<p><strong>Modelo de boas práticas</strong><br />
No relatório oficial da auditoria, o ministro do TCU, Jorge Oliveira, destacou o portal de transparência de Cariacica, classificando-o como uma &#8220;boa prática&#8221; a ser seguida por outras administrações.</p>
<p>O fator determinante para o reconhecimento foi a clareza e o detalhamento das informações oferecidas à população. A plataforma permite que qualquer cidadão filtre os dados por ano e por categoria da emenda (individual, de bancada ou de comissão). Além disso, o sistema possibilita o acompanhamento em tempo real, informando se o recurso já foi aplicado ou em qual estágio a obra se encontra.</p>
<p><strong>Controle e modernização</strong><br />
O secretário de Controle e Transparência de Cariacica, Jorge Saadi, avaliou o desempenho do município como um reflexo das políticas de modernização e integridade administrativa adotadas pela gestão.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Esse resultado reforça o nosso compromisso com a ética e com o dinheiro público. Não basta realizar a obra, é preciso dar ao cidadão a ferramenta para que ele seja o fiscal do nosso trabalho. Ser o número um do Brasil em transparência mostra que estamos modernizando Cariacica no caminho certo&#8221;,</strong> afirmou Saadi.</p></blockquote>
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		<title>TCU abre votação online para população decidir o que será fiscalizado em 2026</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/tcu-abre-votacao-online-para-populacao-decidir-o-que-sera-fiscalizado-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 14:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta pública]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
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		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha “Você escolhe, o TCU fiscaliza!” recebe contribuições pelo Portal do Cidadão até 1º de fevereiro. Cinco temas mais votados entrarão no plano operacional do Tribunal</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou a consulta pública “Você escolhe, o TCU fiscaliza!”, com o objetivo de permitir que a sociedade indique quais temas devem ser priorizados nas fiscalizações do órgão em 2026. Lançada na última quarta-feira (19), a iniciativa disponibiliza votação no Portal do Cidadão, onde os interessados podem selecionar demandas entre cinco grandes eixos temáticos e 18 problemas apresentados.</p>
<p>O prazo para participação segue aberto até o dia 1º de fevereiro de 2026. De acordo com o cronograma do Tribunal, a partir de março, os cinco assuntos que receberem o maior número de votos serão incorporados aos planos operacionais das unidades técnicas, resultando na abertura de novas auditorias.</p>
<p><strong>Eixos temáticos e participação social</strong><br />
O sistema de votação divide as opções em cinco áreas centrais: assistência a populações vulneráveis; energia e conectividade; infraestrutura e logística; segurança pública e defesa; e serviços públicos essenciais. Além de votar nos tópicos pré-estabelecidos, a plataforma oferece um espaço para que o cidadão proponha outros problemas que considere relevantes para a fiscalização.</p>
<p>O TCU informou que os participantes poderão acompanhar os desdobramentos práticos de suas contribuições, visto que os trabalhos de fiscalização contarão com mecanismos de retorno à sociedade. A ação integra as diretrizes da gestão 2025-2026, que têm como foco a transparência e o incentivo à participação social.</p>
<p>O presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, destacou o posicionamento da instituição frente à consulta<strong>. “Queremos reafirmar nosso compromisso de caminhar lado a lado com a sociedade, sendo o Tribunal do Cidadão. Tenho a plena convicção de que somente colocando as pessoas no centro de nossas ações conseguiremos promover uma gestão pública verdadeiramente transparente, acessível e participativa”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Histórico das consultas</strong><br />
Esta não é a primeira vez que o Tribunal recorre ao voto popular para definir pautas. No primeiro semestre de 2025, uma consulta semelhante resultou na seleção de cinco temas prioritários: imóveis abandonados, fila do INSS, obras em rodovias, obras paralisadas na saúde e prevenção de desastres naturais. Segundo o órgão, todos esses tópicos tornaram-se auditorias e foram levados a julgamento em sessão plenária.</p>
<p>Para participar da votação e escolher os temas para 2026, o cidadão deve acessar <strong><a href="https://cidadao.tcu.gov.br/">este site.</a></strong></p>
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		<title>TCU vai auditar certificação de plataformas legalizadas de apostas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/tcu-vai-auditar-certificacao-de-plataformas-legalizadas-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 18:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[apostas]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[jogos]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal de Contas da União autoriza auditoria para avaliar se plataformas legalizadas têm certificações eficazes contra lavagem de dinheiro no mercado de apostas online</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou uma auditoria operacional inédita para verificar se os controles federais são eficazes no combate à lavagem de dinheiro no setor de apostas esportivas e jogos online.</p>
<p>A iniciativa surge após a identificação de vulnerabilidades pela CPI das Bets do Senado e marca um novo capítulo na regulação das bets no país. Em especial, das empresas que fazem parte da lista de <a href="https://ndmais.com.br/bets/plataformas-legalizadas-lista-de-bets-autorizadas/" target="_blank" rel="noopener">plataformas legalizadas</a> no Brasil.</p>
<p>A fiscalização, aprovada pelo ministro Jorge Oliveira, terá como foco principal avaliar os requisitos de certificação de algoritmos exigidos pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. O objetivo é entender se essas certificações são, de fato, eficazes para mitigar riscos de manipulação algorítmica que podem facilitar a lavagem de capitais.</p>
<p>O TCU também verificará se as entidades certificadoras independentes são devidamente supervisionadas pela SPA, garantindo que seus processos cumpram as exigências legais e técnicas vigentes.</p>
<p>Esse movimento ocorre em um momento de crescente atenção governamental ao setor. A Receita Federal incluiu pela primeira vez as <a href="https://jornadacontabil.com.br/fiscalizacao-da-receita-federal-em-bets-e-airbnb/" target="_blank" rel="noopener">apostas online entre as prioridades de fiscalização</a> para o ano de 2025. A iniciativa busca garantir a conformidade com o marco regulatório implementado em janeiro de 2025 e coibir plataformas ilegais que atuam sem licença, colocando os consumidores em risco e comprometendo a arrecadação fiscal.</p>
<p><strong>Mercado ilegal</strong><br />
Além da atuação do TCU e da Receita Federal, dados recentes reforçam a urgência de ações mais eficazes contra o mercado ilegal. Segundo pesquisa do Instituto Locomotiva, 61% dos apostadores brasileiros usaram plataformas irregulares em 2025.</p>
<p>O estudo aponta que 78% dos entrevistados têm dificuldade em distinguir plataformas legalizadas das ilegais e 72% admitem não conseguir verificar a legalidade de um site antes de apostar. Como consequência, quase metade dos participantes (46%) já fez depósitos</p>
<p>As empresas não licenciadas ganham terreno no país sem pagar os mesmos impostos e obedecer às limitações impostas pelo governo durante a regulamentação do setor. Enquanto isso, as bets autorizadas enfrentam restrições para oferecer <a href="https://www.acidadeon.com/bets/plataforma-que-da-bonus-de-aposta-5-opcoes-em-2025/" target="_blank" rel="noopener">bônus de cadastro</a> ou aceitar alguns métodos de pagamento, como cartão de crédito ou criptomoedas.</p>
<p>Esse cenário de confusão entre plataformas legalizadas e ilegais tem gerado perdas bilionárias. O estudo <em>“Fora do Radar”</em>, elaborado pela LCA Consultores e apoiado pelo Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), estima que entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2,7 bilhões deixaram de ser arrecadados em apenas três meses por causa do mercado não regulamentado. A projeção anualizada pode chegar a R$ 10,8 bilhões.</p>
<p><strong>Aumento da carga tributária</strong><br />
Além do mercado ilegal, o ambiente regulado enfrenta outro desafio: o aumento da carga tributária. A Medida Provisória 1.303/2025, enviada ao Congresso Nacional, prevê o aumento da alíquota sobre o faturamento das plataformas legalizadas de 12% para 18%.</p>
<p>O governo justifica a medida como uma forma de compensar o recuo inicial na proposta de elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Apesar da revogação pelo Congresso, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, <a href="https://emdiaes.com.br/politica/stf-alexandre-de-moraes-decide-validar-decreto-do-iof/" target="_blank" rel="noopener">decidiu validar o decreto</a> do governo que reajusta as alíquotas do IOF em outros moldes, reafirmando o compromisso com o equilíbrio fiscal.</p>
<p>O aumento da carga tributária, no entanto, foi recebido com críticas pelas entidades do setor. Para o presidente executivo do IBJR, Fernando Vieira, a mudança de regras após a pactuação inicial com o governo compromete a previsibilidade e aumenta a insegurança jurídica. Ele alerta que a elevação dos impostos pode sufocar ainda mais as plataformas legalizadas e, paradoxalmente, incentivar o crescimento do mercado ilegal.</p>
<p>O Despacho completo está disponível no <a href="https://portal.tcu.gov.br/btcu" target="_blank" rel="noopener">site do TCU</a>. Processo 014.657/2025-2</p>
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		<item>
		<title>TCU decide liberar pagamentos do programa Pé-de-Meia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/educacao/tcu-decide-liberar-pagamentos-do-programa-pe-de-meia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 10:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educacao]]></category>
		<category><![CDATA[pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pé-de-Meia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal havia bloqueado R$ 6 bi de R$ 13 bi previstos para o programa</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Tribunal de Contas de União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (12) liberar os pagamentos do programa Pé-de-Meia que estavam bloqueados. O programa é promovido pelo governo federal para estimular a permanência de estudantes do ensino médio na escola.</p>
<p>O tribunal também concedeu ao governo federal prazo de 120 dias para regularizar o programa e inserir os gastos no Orçamento de 2025, que ainda está em tramitação no Congresso.</p>
<p>O TCU aceitou um recurso do governo federal para liberar os repasses. Em janeiro deste ano, o ministro Augusto Nardes determinou o bloqueio de R$ 6 bilhões dos R$ 13 bilhões previstos para o programa em 2025. Em seguida, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a revisão da decisão.</p>
<p>Durante a sessão, Nardes manteve o entendimento de que os recursos devem estar no Orçamento da União e disse que a falta de previsão afronta os &#8220;princípios legais que regem as contas públicas&#8221;. Contudo, o ministro reconheceu que o programa não pode continuar suspenso e prejudicar os beneficiários. O entendimento pela liberação foi seguido pelos demais ministros.</p>
<p>A legislação que criou o Pé-de-Meia estabelece que o programa seja financiado por meio do Fundo de Incentivo à Permanência no Ensino Médio (Fipem), gerido pela Caixa Econômica Federal. O fundo pode ser abastecido tanto com recursos do Orçamento do ano vigente como por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO) e do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).</p>
<p>Na liminar proferida em janeiro, Nardes acatou ação do subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), que alegava que os valores utilizados para o crédito do programa estavam fora do Orçamento porque, ao não passarem pela conta única do Tesouro Nacional, os recursos dos fundos burlavam o limite de gastos do arcabouço fiscal, que restringe o crescimento dos gastos a 70% do crescimento real (acima da inflação) da receita no ano anterior. Em sessão plenária ainda em janeiro, o TCU manteve decisão do ministro Augusto Nardes.</p>
<p><strong>Pé-de-meia</strong><br />
Lançado em novembro de 2023, o Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional voltado a estudantes matriculados no ensino médio público beneficiários do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).</p>
<p>Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante recebe o pagamento de incentivo mensal, no valor de R$ 200, dinheiro que pode ser sacado a qualquer momento.</p>
<p>No caso da educação de jovens e adultos, ao comprovar matrícula, o estudante recebe um incentivo de R$ 200, além de incentivo mensal de R$ 225 pela frequência, ambos disponíveis para saque.</p>
<p>O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1 mil ao final de cada ano concluído. O dinheiro só pode ser retirado da poupança após a formatura no ensino médio.</p>
<p>Considerando as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno.</p>
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		<item>
		<title>TCU suspende R$ 6 bilhões do Pé de Meia; MEC nega irregularidades</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/educacao/tcu-suspende-r-6-bilhoes-do-pe-de-meia-mec-nega-irregularidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 13:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educacao]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Pé-de-Meia]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 3,9 milhões de estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas de ensino médio de todo o país recebem o apoio financeiro. A decisão foi tomada por unanimidade, mas cabe recurso</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sessão plenária nesta quarta-feira (22), o Tribunal de Contas da União (TCU) manteve decisão cautelar do ministro Augusto Nardes que suspende a execução de R$ 6 bilhões do programa de apoio educacional Pé de Meia. Cerca de 3,9 milhões de estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas de ensino médio de todo o país recebem o apoio financeiro. A decisão foi tomada por unanimidade, mas cabe recurso.</p>
<p>Com investimento anual em torno de R$ 12,5 bilhões, o Pé de Meia paga uma mesada de R$ 200 por aluno durante o ano letivo, além de uma poupança anual de R$ 1 mil a quem for aprovado, mas que só pode ser sacada ao final da conclusão do ensino médio. Ao todo, cada aluno pode receber até R$ 9,2 mil ao final dos três anos desta etapa de ensino. Instituído pela Lei 14.818/2024, o programa foi criado para estimular a permanência de estudantes pobres na escola, já que o Brasil enfrenta graves problemas de evasão escolar há décadas.</p>
<p>Na última sexta-feira (19), Nardes já havia concedido uma decisão provisória para suspender os pagamentos, diante de uma ação proposta pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), que alegou que os valores utilizados para o crédito do programa estavam fora do Orçamento. O alerta foi mantido pela área técnica do tribunal.</p>
<p>Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação (MEC), responsável pelo programa, informou que vai <strong><em>&#8220;complementar os esclarecimentos tempestivamente&#8221;</em></strong>, assim que a pasta for notificada da decisão. O órgão também alegou que <strong><em>&#8220;todos os aportes feitos para o programa Pé de Meia foram aprovados pelo Congresso Nacional e cumpriram as normas orçamentárias vigentes&#8221;.</em></strong></p>
<p>Já a Advocacia Geral da União (AGU) informou em nota ter recorrido da decisão, alegando não haver &#8220;qualquer ilegalidade&#8221; na transferência de recursos entre fundos e que o bloqueio cautelar e repentino de mais de R$ 6 bilhões &#8220;causará transtornos irreparáveis ao programa e aos estudantes&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Caso a decisão do TCU não seja revertida, a AGU pede que seus efeitos ocorram somente em 2026 e, que, nesse caso, seja concedido um prazo de 120 dias para que o governo federal apresente um plano para cumprimento da decisão sem prejuízo da continuidade do programa&#8221;,</em></strong> diz o órgão.</p></blockquote>
<p><strong>Financiamento</strong><br />
O financiamento do programa Pé de Meia se dá por meio de recursos do Fundo de Incentivo à Permanência no Ensino Médio (Fipem), de natureza privada, mas que é integralizado por aplicações e aportes financeiros da própria União, e administrado pela Caixa Econômica Federal. A lei permite que a governo federal transfira recursos ao fundo para que o programa seja operacionalizado, mas, de acordo com a conclusão do ministro, o fluxo de pagamentos não estaria passando pelo Orçamento Geral da União e, por isso, Nardes determinou à Caixa o bloqueio de R$ 6 bilhões da conta.</p>
<p>Já o MEC fica proibido de utilizar recursos oriundos do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc) e do Fundo Garantidor de Operações (FGO) sem que previamente tais recursos sejam recolhidos à Conta Única do Tesouro Nacional e incluídos na lei orçamentária do exercício em que se pretenda realizar a integralização de cotas do Fipem.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Na instrução inicial, a Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal) apontou a utilização de valores do Fgeduc e do FGO para a integralização de cotas do Fipem sem o necessário trânsito pela CUTN [Conta Única do Tesouro Nacional] e pelo OGU [Orçamento Geral da União] e, dessa forma, à margem das regras orçamentárias e fiscais vigentes, como, por exemplo, o limite de despesas primárias instituído pelo Regime Fiscal Sustentável (ou Novo Arcabouço Fiscal) e dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (arts. 9º e 26) e Regra de Ouro (art. 167, inciso III, da Constituição Federal)&#8221;,</em></strong> diz um trecho do acórdão que manteve o bloqueio do programa.</p></blockquote>
<p>O tribunal ainda analisará o mérito do caso, sobre eventuais descumprimentos de regras orçamentárias, e aguarda novas manifestações.</p>
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