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	<title>surto hospitalar - Em Dia ES</title>
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	<title>surto hospitalar - Em Dia ES</title>
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		<title>Hospital Santa Rita reabre alas e centro cirúrgico após eliminar fungo do surto</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/hospital-santa-rita-reabre-alas-e-centro-cirurgico-apos-eliminar-fungo-do-surto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Histoplasmose]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Santa Rita]]></category>
		<category><![CDATA[saude es]]></category>
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		<category><![CDATA[Vitoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análises de engenharia ambiental não detectaram material genético do agente causador da histoplasmose nas áreas afetadas. Instituição afirma que fechamento foi medida preventiva</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital Santa Rita, localizado em Vitória, anunciou nesta segunda-feira (24) a reabertura da Ala E e do centro cirúrgico adjacente, locais que haviam sido fechados após um surto de infecções respiratórias. A retomada das atividades ocorre após a instituição receber um laudo técnico que atestou a eliminação do fungo Histoplasma capsulatum, identificado anteriormente como o agente causador do surto que atingiu profissionais e pacientes.</p>
<p>A decisão foi baseada em resultados fornecidos por uma empresa especializada em engenharia ambiental, contratada para realizar a desinfecção e testes de última geração. Segundo o hospital, as amostras de ar e superfícies coletadas nos setores afetados não apresentaram material genético do fungo, garantindo a segurança para trabalhadores, pacientes e acompanhantes.</p>
<p><strong>Medidas de segurança e desinfecção</strong><br />
Em nota, a instituição destacou que a interdição dos setores ocorreu por iniciativa própria e preventiva, sem determinação de fechamento pela Vigilância Sanitária. O hospital informou que segue as normas da legislação sanitária nacional.</p>
<p><strong>“Durante esse período, o hospital realizou uma série de medidas técnicas e estruturais com o objetivo de garantir a máxima segurança para pacientes, colaboradores e profissionais médicos”,</strong> comunicou a unidade de saúde.</p>
<p><strong>Entenda o surto</strong><br />
Os primeiros casos foram registrados no final de setembro, inicialmente entre funcionários que apresentavam alterações radiológicas sugestivas de pneumonia. Posteriormente, pacientes e acompanhantes que frequentavam a Ala E também manifestaram sintomas.</p>
<p>A identificação precisa dos agentes causadores ocorreu no dia 10 de novembro, após uma investigação conjunta envolvendo o Hospital, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen), a Vigilância em Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Além do fungo Histoplasma capsulatum, encontrado em fezes de morcegos e pombos e transmitido pela inalação de esporos, as análises detectaram a bactéria Burkholderia cepacia em duas técnicas de enfermagem. Estes foram considerados os casos mais graves da investigação.</p>
<p>Rodrigo Rodrigues, diretor do Lacen, explicou a dinâmica das infecções:<strong> “O fungo foi o agente causador do surto. A bactéria esteve presente em dois casos pontuais, e uma das pacientes chegou a ter coinfecção, ou seja, os dois patógenos ao mesmo tempo”.</strong></p>
<p><strong>Investigação das causas</strong><br />
Embora o agente biológico tenha sido identificado, a origem exata da contaminação ambiental ainda não foi conclusivamente confirmada. Técnicos do Lacen e da Vigilância Sanitária apontaram, à época, que obras em andamento na unidade, associadas a poeira e ao sistema de ar-condicionado, podem ter facilitado a dispersão dos esporos.</p>
<p>A Sesa informou que as investigações administrativas continuam em andamento para determinar como os patógenos entraram e se disseminaram no ambiente hospitalar.</p>
<p><strong>Balanço de casos</strong><br />
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) na última sexta-feira (21), o cenário atual do surto contabiliza 306 notificações totais.</p>
<p><strong>Os números detalhados são:</strong><br />
. Casos confirmados: 44 (sendo 31 funcionários, 8 pacientes e 5 acompanhantes).<br />
. Casos suspeitos: 106.<br />
. Casos descartados: 156.</p>
<p>Em relação às internações, o boletim aponta que há dois pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Não há registros de funcionários ou acompanhantes internados no momento.</p>
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		<title>Surto em hospital de Vitória fecha centro cirúrgico e mobiliza Ministério da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 13:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Santa Rita]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[surto]]></category>
		<category><![CDATA[surto hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Vitoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidade de saúde investiga 12 casos suspeitos em acompanhantes. Causa da infecção, que não passa entre pessoas, é apurada pela Secretaria de Estado da Saúde e Ministério da Saúde</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos três centros cirúrgicos do Hospital Santa Rita, em Vitória, foi fechado após um surto de contaminação afetar 33 funcionários da unidade, conforme informado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) do Espírito Santo nesta segunda-feira (27). O hospital, referência em tratamento de câncer, também apura 12 casos suspeitos de acompanhantes de pacientes internados em enfermarias de hospitais da Grande Vitória. Técnicos do Ministério da Saúde estão na capital para auxiliar na identificação da causa da contaminação, que, segundo a coordenação do hospital, não é transmitida de pessoa para pessoa.</p>
<p>A ala de internação contaminada é a que realiza procedimentos oncológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e possui cerca de 40 leitos. Segundo o secretário de saúde estadual, Tyago Hoffmann, o centro cirúrgico fechado por precaução é o que fica localizado ao lado desse setor. Os outros dois centros cirúrgicos do hospital continuam funcionando normalmente.</p>
<p><strong>Ministério da Saúde acompanha investigação</strong><br />
Dois técnicos do Ministério da Saúde estão em Vitória e acompanham o caso em uma sala de situação montada no hospital. A Sesa informou que a medida é considerada de &#8220;praxe&#8221; em situações de contaminação hospitalar.</p>
<p>As causas da infecção ainda não foram identificadas. A principal hipótese levantada pelas autoridades de saúde é que a contaminação possa ser causada por bactéria ou fungo, com origem em falhas nos sistemas de água ou ar-condicionado.</p>
<p>A coordenadora de Controle de Infecção Hospitalar do Santa Rita, Carolina Salume, afirmou que o agente infeccioso é restrito ao ambiente hospitalar.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A doença é restrita, não há risco para a população em torno do hospital. Todos os casos são de funcionários e acompanhantes que estiveram nesse setor. Não acreditamos que seja um novo agente, é um agente conhecido, mas que ainda não conseguimos determinar. Amostras foram coletadas, tanto no ambiente quanto de pacientes, mas elas ainda não foram liberadas, é um processo que demora&#8221;,</strong> disse Salume.</p></blockquote>
<p><strong>Situação dos infectados</strong><br />
Até a manhã desta segunda-feira (27), o balanço da Sesa indicava 33 funcionários com infecção confirmada. Desse total, seis permanecem internados, sendo três em enfermaria e três na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Dois colaboradores tiveram alta no domingo. Além dos funcionários, 12 acompanhantes que estiveram no hospital são investigados como casos suspeitos e estão internados em enfermarias.</p>
<p>O hospital reforçou que nenhum paciente oncológico foi infectado. Também não há registro de familiares dos profissionais de saúde contaminados. A Sesa informou que vai abrir uma sindicância para apurar a responsabilidade do hospital no caso e que divulgará um boletim diário para atualizar os números.</p>
<p><strong>Cronologia e sintomas</strong><br />
Segundo o hospital, os casos começaram a ser relatados por funcionários da área do setor oncológico. Os primeiros sintomas surgiram no dia 13 de outubro, incluindo febre, dor de cabeça, dor no corpo e mal-estar, sendo inicialmente tratados como virose ou quadro gripal.</p>
<p>Entre os dias 17 e 19 de outubro, os sintomas evoluíram para dor torácica, levando os funcionários a procurar o hospital. Ao realizar exames de imagem, a unidade notou semelhanças entre os padrões da tomografia, o que ativou o alerta para um surto atípico.</p>
<p>Desde então, a unidade isolou os colaboradores infectados, realizou um processo de higienização na ala afetada e transferiu os pacientes imunodeprimidos para outro setor. O hospital informou que não realiza novas internações na ala desde o dia 22 de outubro.</p>
<p><strong>Análises e protocolos de segurança</strong><br />
O Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Espírito Santo (Lacen/ES) e a Fiocruz estão realizando testes em amostras coletadas para identificar o agente causador, analisando mais de 300 possíveis patógenos. A expectativa é que os resultados saiam até o fim da próxima semana.</p>
<p>Testes já descartaram Covid-19, Influenza A e B e outros vírus respiratórios comuns. &#8220;Eliminamos boa parte dos vírus, identificamos que não é Covid-19, nem Influenza A e B. Ainda estamos investigando, pode ter sido alguma coisa trazida para o hospital, mas isso não tem como concluir&#8221;, afirmou o secretário Tyago Hoffmann.</p>
<p>O Hospital Santa Rita segue com os demais setores funcionando e informou que não houve cancelamento de cirurgias ou procedimentos.</p>
<p>A Sesa emitiu uma nota técnica no domingo (26) estabelecendo orientações para outros hospitais sobre procedimentos de prevenção e manejo de casos suspeitos. As medidas incluem evitar visitas a pacientes com suspeita, não movimentar pacientes desnecessariamente e reforçar a higiene das mãos entre profissionais, pacientes e acompanhantes. Unidades como a Unimed Vitória e o Vitória Apart, na Serra, informaram que reforçaram protocolos, incluindo a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas assistenciais.</p>
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