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	<title>Sudeste - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Sudeste - Em Dia ES</title>
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		<title>Brasil atinge menor taxa de analfabetismo desde 2016, mas 8,4 milhões ainda não sabem ler e escrever</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/brasil-atinge-menor-taxa-de-analfabetismo-desde-2016-mas-84-milhoes-ainda-nao-sabem-ler-e-escrever/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 20:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do IBGE mostram que indicador ficou abaixo de 5% pela primeira vez em quase uma década. Apesar do avanço geral, pretos, pardos e idosos continuam como os grupos mais afetados, enquanto a necessidade de trabalhar e a falta de interesse afastam os jovens das salas de aula</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (19) os dados do módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua de 2025. O levantamento revela que a taxa de analfabetismo no Brasil caiu para 4,9%, atingindo a marca inédita de ficar abaixo de 5% pela primeira vez desde 2016. O avanço, contudo, esbarra em um desafio estrutural, pois o país ainda contabiliza 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais incapazes de ler e escrever um bilhete simples. A pesquisa evidencia que as maiores lacunas educacionais persistem entre a população idosa, nas populações preta e parda e na região Nordeste.</p>
<p><strong>Retrato do analfabetismo e o peso das desigualdades regionais e raciais</strong><br />
Com os resultados de 2025, o Brasil registrou uma redução de 592 mil pessoas analfabetas em relação a 2024. A série histórica foi reponderada com base nos resultados do Censo 2022. Apesar da melhora, o país não cumpriu o Plano Nacional de Educação (PNE), que previa a erradicação do analfabetismo até 2024.</p>
<p>A região Nordeste concentra mais da metade dos analfabetos do país, totalizando 4,8 milhões de pessoas, o que representa uma taxa local de 10,6%. O Norte aparece na sequência com 5,7%, seguido pelo Centro-Oeste com 3,3%, Sul com 2,4% e Sudeste com 2,3%. Na comparação com o ano anterior, o Sudeste, região que abriga o Espírito Santo, foi a única a apresentar redução na taxa, recuando 0,5 ponto percentual.</p>
<p>O perfil do analfabetismo brasileiro é predominantemente idoso. A população com 60 anos ou mais corresponde a 58% do total, somando 4,9 milhões de pessoas nessa faixa etária (uma taxa de 13,8%). Se a população idosa for desconsiderada, a taxa nacional despenca para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos.<strong> &#8220;A diferença entre esses grupos da população reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos. Portanto, o analfabetismo segue mais associado aos idosos&#8221;,</strong> pontua o analista da pesquisa, William Kratochwill.</p>
<p>Ainda no recorte de 60 anos ou mais, um marco foi atingido em 2025: a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez. Para o pesquisador, os números sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade. Por outro lado, a disparidade racial continua profunda. Entre os idosos, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) é quase três vezes superior à de brancos (7,3%).</p>
<p><strong>Educação básica, acesso a creches e o gargalo da evasão escolar</strong><br />
A média de anos de estudo da população com 25 anos ou mais subiu para 10,2 anos, superando os 9,1 anos registrados em 2016. Novamente, recortes de gênero e raça mostram disparidades. Mulheres possuem maior escolaridade média (10,4 anos) que os homens (10,0 anos). Em relação à cor ou raça, brancos alcançaram 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos atingiram 9,5 anos. Pela primeira vez na série histórica, mais da metade da população preta ou parda com 25 anos ou mais (51,3%) completou o ensino médio, embora a diferença em relação aos brancos (64,9%) ainda seja de 13,6 pontos percentuais.</p>
<p>Na primeira infância, a falta de infraestrutura é o principal obstáculo no Norte e Nordeste. No Norte, 35,2% dos bebês de 0 a 1 ano e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estão fora das creches por falta de vaga, falta de escola na localidade ou restrição de idade. No Nordeste, os índices chegam a 36,1% e 37,2%, respectivamente.</p>
<p>Já no ensino fundamental, a proporção de crianças de 6 a 14 anos na etapa ideal de ensino bateu a meta do PNE, alcançando 96,1%. O número é superior ao de 2024, mas ainda não retomou os níveis anteriores à pandemia de covid-19. O analista do IBGE explica que muitas crianças perderam um ou dois anos de estudo durante o período de aulas remotas, o que gerou atrasos contínuos.</p>
<p>O abandono escolar se mostra mais crítico no ensino médio. Entre os jovens de 15 a 17 anos, 80,6% frequentavam ou haviam concluído essa etapa em 2025, índice que ainda está abaixo da meta de 85% do PNE. Homens (77,4%) e pessoas pretas ou pardas (77,8%) apresentam menor frequência em comparação às mulheres (84,0%) e pessoas brancas (84,9%).</p>
<p>Ao todo, 7,7 milhões de jovens de 14 a 29 anos não completaram o ensino médio. Os maiores índices de evasão ocorrem a partir dos 16 anos (18,5%). O principal motivo relatado para o abandono é a necessidade de trabalhar, citada por 43,0% dos jovens, com forte impacto entre os homens (54,2%). Para as mulheres, além do trabalho (26,2%), a gravidez (24,7%) e os afazeres domésticos (8,6%) são fatores determinantes. O segundo motivo geral mais citado pelos jovens foi a falta de interesse em estudar (25,6%), apontando uma reversão na tendência de queda que vinha sendo observada.</p>
<p><strong>Ensino superior e o mercado de trabalho jovem</strong><br />
O acesso ao ensino superior expõe a manutenção das desigualdades. Entre as pessoas de 18 a 24 anos, 24,5% estavam cursando a etapa adequada. No entanto, a proporção de jovens brancos nessa faixa etária que já haviam concluído a graduação (6,2%) é mais que o dobro da registrada entre pretos ou pardos (3,0%).</p>
<p>Paralelamente, a busca por cursos técnicos e tecnológicos tem ganhado espaço. Cerca de 15,6% do total de estudantes do ensino superior frequentam graduações tecnológicas. No ensino médio, 8,8% dos alunos (787 mil pessoas) estão matriculados em cursos técnicos ou normais (magistério).</p>
<p><strong>Queda na proporção de jovens fora da escola e do trabalho</strong><br />
A PNAD Contínua também mapeou a situação dos jovens de 15 a 29 anos em relação à ocupação e aos estudos. O Brasil encerrou 2025 com 17,5% dessa população (8,2 milhões de pessoas) na condição de não trabalhar, não estudar e não se qualificar. O número representa uma queda expressiva em relação a 2019, quando o índice era de 22,4% (11 milhões de jovens).</p>
<p>As mulheres são as mais afetadas por essa condição, representando 22,8%, quase o dobro do índice masculino (12,4%). Jovens pretos ou pardos também figuram em maior proporção (19,8%) em comparação aos brancos (14,0%).</p>
<p>Por fim, a pesquisa aponta que 14,2% da população com 14 anos ou mais, o que equivale a 24,8 milhões de brasileiros, frequentou algum curso de qualificação profissional em 2025, sendo as instituições particulares não ligadas ao Sistema S a principal escolha, com 46,7% das matrículas.</p>
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		<title>Alerta de frio no ES: Termômetros despencam e fim de semana será de baixas temperaturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[baixas temperaturas]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[termômetro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com previsão de recorde na capital e marcas de um dígito nas áreas de altitude do Caparaó, aviso meteorológico do Inmet segue vigente para o território capixaba</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo deve registrar uma forte queda nas temperaturas ao longo deste sábado (06) e domingo (07). A mudança no tempo é provocada por uma massa de ar frio de origem polar que avança sobre a Região Sudeste do país.</p>
<p>De acordo com o Climatempo, o declínio térmico acontece logo após uma frente fria cruzar a região, gerando instabilidade em vários estados e abrindo caminho para o ar polar. No território capixaba, o frio mais intenso será sentido nas cidades serranas e na região do Caparaó, onde os termômetros devem despencar e ficar abaixo dos 10ºC nas áreas de maior altitude.</p>
<p>A queda nas temperaturas também deve ser sentida na Grande Vitória. A capital capixaba aparece entre as cidades com possibilidade de registrar um novo recorde de frio para este ano, ao lado de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Alerta vigente de declínio de temperatura</strong><br />
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Espírito Santo está sob vigência de um aviso amarelo de perigo potencial de queda de temperatura vigente até às 12h deste sábado (06).</p>
<p><strong>Veja a previsão do tempo no ES:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (05)</strong><br />
Previsão de chuva rápida pela manhã, somente no litoral sul capixaba. Sem previsão de chuva nas demais regiões.</p>
<p><strong>Sábado (06)</strong><br />
Previsão de chuva fraca em alguns momentos do dia, no litoral do Estado. Nas demais áreas, sol entre muitas nuvens mas sem previsão de chuva.</p>
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		<title>Frente fria traz chuva ao ES, mas bloqueio atmosférico garante maio com calor acima da média</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio atmosférico]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva no ES]]></category>
		<category><![CDATA[Clima no Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Incaper]]></category>
		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passagem de frente fria traz instabilidade passageira ao estado, porém "muro" de alta pressão impedirá avanço constante de ar polar nas próximas semanas, garantindo um mês atípico para o outono</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Espírito Santo registra tempo nublado com chances de chuvas de intensidade fraca a moderada nesta segunda-feira (4), sobretudo na faixa costeira da região Norte. A instabilidade é reflexo do transporte de umidade após a passagem de uma frente fria, o que derruba as temperaturas no curto prazo. No entanto, o alívio térmico será breve: um aquecimento anômalo das águas oceânicas está criando um bloqueio atmosférico que impedirá a chegada frequente de novas massas de ar polar ao longo de maio, resultando em um mês com temperaturas acima da média histórica para o período.</p>
<p><strong>Instabilidade e acumulados de chuva na semana</strong><br />
Para o período entre 4 e 7 de maio, as condições de tempo no Espírito Santo seguirão sob a influência de um sistema de alta pressão pós-frontal. A probabilidade de ocorrência de tempo severo em território capixaba é baixa. Atualmente, não há avisos meteorológicos ativos vigentes para o estado.</p>
<p>Durante esta segunda-feira (4), a previsão do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) indica chuva ao longo do dia em todas as regiões, sendo mais frequente na faixa litorânea. Na Grande Vitória, a capital registra mínima de 21 °C e máxima de 26 °C. A previsão é de que as temperaturas se mantenham amenas, com valores levemente abaixo da média climatológica nos próximos dias.</p>
<p>No levantamento estendido para a semana, entre 4 e 10 de maio, os modelos numéricos indicam a possibilidade de acumulados de chuva entre 40 e 60 milímetros em localidades pertencentes às regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo. Já nas regiões do Caparaó, Serrana, Oeste, Grande Vitória e nas demais áreas do Noroeste, há indicação de volumes acumulados menores, entre 20 e 40 milímetros.</p>
<p>A partir de terça-feira (5), a instabilidade perde força no estado. A chuva fraca fica restrita ao início do dia na Região Nordeste, na Grande Vitória e no litoral sul, enquanto as demais áreas apresentam variação de nuvens sem precipitação. Na quarta-feira (6), há previsão de chuva rápida na madrugada e pela manhã no Nordeste e chuva esparsa em áreas do norte. A Grande Vitória e as regiões Sul e Serrana terão poucas nuvens, sem chuva e com os termômetros voltando a registrar elevação.</p>
<p><strong>O &#8220;muro&#8221; das frentes frias e o impacto no outono</strong><br />
O padrão de outono verificado neste início de maio não será contínuo. De acordo com a análise climática da agência Climatempo, o aquecimento atípico das águas dos oceanos Pacífico e Atlântico ao redor da América do Sul favorece a manutenção de um sistema de alta pressão atmosférica posicionado sobre o Brasil.</p>
<p>Esse fenômeno meteorológico funciona como uma barreira de bloqueio, dificultando que as frentes frias, responsáveis pelo alívio térmico característico desta época do ano, avancem pela Região Sudeste. Enquanto estados da Região Sul, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, continuarão sentindo a passagem desses sistemas frontais, poucas massas de ar frio terão força para romper a barreira e alcançar o Espírito Santo.</p>
<p><strong>&#8220;A situação de oceanos quentes facilita a manutenção da alta pressão, impedindo que o ar frio se estabeleça de forma duradoura na Região Sudeste&#8221;,</strong> aponta o relatório técnico.</p>
<p><strong>Calor atípico e baixa umidade</strong><br />
Como consequência direta dessa configuração atmosférica, o mês de maio apresentará características de &#8220;veranico&#8221; no estado. Com a dificuldade de avanço das massas de ar frio, a tendência é de redução na probabilidade de chuvas significativas e predominância de dias ensolarados com pouca nebulosidade.</p>
<p>A amplitude térmica também será uma marca do período: as manhãs podem registrar temperaturas levemente frescas, mas as tardes serão marcadas por forte aquecimento e máximas elevadas. Os moradores e turistas que aguardavam o frio característico das regiões montanhosas do Espírito Santo em maio precisarão ter paciência, já que as condições globais impõem um clima mais quente do que o normal para a transição sazonal.</p>
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