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	<title>Solidão - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Solidão - Em Dia ES</title>
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		<title>Solidão na velhice aumenta em 31% risco de desenvolver demência</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/solidao-na-velhice-aumenta-em-31-risco-de-desenvolver-demencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 11:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revisão de estudos analisou autorrelatos de solidão e saúde neurológica de mais de 600 mil pessoas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sentir-se solitário na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demências e eleva em 15% a probabilidade de comprometimento das funções cognitivas, caso da memória e da concentração. É o que constata uma revisão de estudos que analisou autorrelatos de solidão e saúde neurológica de mais de 600 mil pessoas. Os resultados foram publicados em outubro na revista Nature Mental Health.</p>
<p>Cada vez mais, a solidão vem sendo estudada como um problema de saúde pública. Isso porque crescem as evidências de que a falta de conexão social está associada a várias doenças. Na nova pesquisa — liderada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos — esse foi um fator de risco para demências por todas as causas, incluindo Alzheimer e demência vascular.</p>
<p>A associação persistiu mesmo quando foram feitos ajustes para controlar a depressão, o isolamento social e outros fatores de risco modificáveis para essas condições.</p>
<blockquote><p><strong>“Esses resultados ressaltam a importância de examinar mais profundamente o tipo de solidão e os sintomas cognitivos para desenvolver intervenções eficazes que reduzam o risco de demência”</strong>, escrevem os autores no artigo.</p></blockquote>
<p><strong>Solidão x isolamento social</strong><br />
Solidão e isolamento social são coisas diferentes. O isolamento social acontece quando a pessoa não tem uma rede de suporte: mora sozinha, não tem família, não tem amigos, nem uma comunidade próxima com quem ela possa interagir e socializar. A solidão, por sua vez, é um sentimento que pode surgir mesmo que o indivíduo tenha uma convivência social.</p>
<blockquote><p><strong>“A pessoa pode viver em uma casa de repouso cheia de idosos e rodeada de profissionais, mas sentir solidão porque não está sendo amparada ou por entender que não recebe o suporte emocional de que precisa. Ou ela pode morar em uma casa com seus familiares, mas sentir solidão porque não recebe atenção”</strong>, explica a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein.</p></blockquote>
<p>Também existem diferenças entre comprometimento cognitivo e demência. Segundo Ioshimoto, o comprometimento cognitivo acontece quando uma pessoa passa a ter problemas envolvendo suas funções cerebrais: a memória começa a falhar, ela tem dificuldade de executar uma tarefa do dia a dia, não consegue lembrar palavras, tem problemas de linguagem ou compreensão. <strong>“Com a idade, todos vão ter algum grau de comprometimento cognitivo, mas são comprometimentos leves e não devem impactar nas atividades do dia a dia”</strong>, observa a médica.</p>
<p>Quando esse comprometimento começa a impactar nas atividades cotidianas, pode ser indício de um quadro de demência. Seria o caso, por exemplo, de uma pessoa que não consegue mais ir sozinha ao banco ou não se lembra de tomar seus remédios.</p>
<p>Segundo Ioshimoto, a interação social estimula diferentes regiões do cérebro. <strong>“Muito provavelmente, a solidão piora o comprometimento cognitivo devido à não interação com outras pessoas, além do sentimento de não se sentir amparada”</strong>, analisa.</p>
<p><strong>Cuidado e inclusão</strong><br />
A boa notícia é que esse é um fator de risco modificável e, por isso, existem várias ações que podem ser trabalhadas para reduzir o risco de demência. O mais importante é a velha fórmula conhecida: ter uma dieta saudável, praticar atividade física regularmente e manter interações sociais. Mas existem outros comportamentos que também são preventivos: reduzir a exposição à poluição, prevenir o déficit auditivo, ter escolarização e não fumar são alguns deles.</p>
<p>Na avaliação da geriatra do Einstein, os resultados do novo estudo são importantes porque a população mundial está envelhecendo e é preciso criar estratégias de cuidado e inclusão social das pessoas mais velhas como forma de evitar o etarismo (que é o preconceito baseado na idade de um indivíduo) e prevenir o desenvolvimento de demências.</p>
<blockquote><p><strong>“Muitas vezes, deixamos de interagir com as pessoas idosas porque é difícil, porque elas não ouvem direito, porque a compreensão está mais lenta, porque precisamos ter mais paciência. Muitas vezes, elas vão sentir mais solidão porque nós isolamos os idosos do convívio social”</strong>, pontua Thaís Ioshimoto. <strong>“Vivemos em uma sociedade que não valoriza o idoso e o deixa marginalizado. Precisamos trabalhar a cultura da inclusão”</strong>.</p></blockquote>
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		<title>Isolamento tem levado idosos a sofrerem mais com a depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 14:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhamento com especialistas pode ajudar a diminuir a ansiedade e a tristeza para aqueles que se sentem solitários A pandemia tem nos levado, em algum nível, a readaptar nossos hábitos, nossas vidas. Para um grupo em especial, os idosos, esse momento tem sido mais difícil. Por fazerem parte da população de maior risco de contaminação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div align="center"><b><font size="4">Acompanhamento com especialistas pode ajudar a diminuir a ansiedade e a tristeza para aqueles que se sentem solitários</font></b></div>
<p><font size="3">A pandemia tem nos levado, em algum nível, a readaptar<br />
nossos hábitos, nossas vidas. Para um grupo em especial, os idosos, esse<br />
 momento tem sido mais difícil. Por fazerem parte da população de maior<br />
risco de contaminação pela Covid, eles seguem reclusos e, com isso,<br />
muitos se sentem solitários. “A pressão psicológica é grande para que<br />
fiquem em casa e evitem o perigo de contrair a Covid. Muitos idosos<br />
moram sozinhos, e há casos de alguns que tomam conta da mãe ou do pai<br />
idoso também. Tudo isso agrava o estado mental”, ressalta a psicóloga do<br />
 Viver Bem da Unimed Vitória Naira Delboni.<br />&nbsp;<br />Neste último ano,<br />
muitos idosos não têm saído, estão mais isolados dentro de casa. Quando<br />
moram sozinhos, o sentimento de solidão bate mais forte e pode se<br />
transformar em depressão. Por meio de alguns programas do Viver Bem os<br />
idosos são acompanhados por psicólogos, que oferecem suporte para que<br />
eles possam atravessar essa fase com a mente e o corpo mais saudáveis. <br />&nbsp;<br />“A<br />
 gente tenta trabalhar intervindo com alguma ajuda para que esse dia a<br />
dia gere menos ansiedade, para avaliar se há algum grau de depressão,<br />
pânico, e para que se sintam menos solitários. Há pacientes que estão há<br />
 um ano sem sair de casa porque estão com muito medo”, revela a<br />
especialista. As terapias têm sido feitas por telefone e por<br />
videochamada. <br />&nbsp;<br />A psicóloga tem orientado os idosos que atende a<br />
buscarem algum tipo de atividade física dentro de casa, como<br />
alongamentos, por exemplo. Exercícios de meditação e relaxamento também<br />
ajudam. “Para não se sentirem tão sozinhos indico que liguem para seus<br />
conhecidos, conversem. Alguns começaram a se interessar pela internet,<br />
sabem fazer videochamada, gostam de assistir um filme. Isso tudo<br />
contribui para melhor saúde mental”.<br />&nbsp;<br /><b>Esperança na vacina</b><br />Apesar<br />
 de assustados, os idosos estão cheios de esperança para que venha logo a<br />
 segunda dose da vacina contra a Covid e possam sair um pouco de casa.<br />
“A gente sempre orienta para que eles continuem mantendo os cuidados,<br />
usando a máscara e seguindo os protocolos”, avisa Naira. Importante<br />
ressaltar que a segunda dose da vacina só começa a oferecer seu efeito<br />
completo após 14 dias. <br />&nbsp;<br />A vacina vem trazendo muita esperança a<br />
esse grupo da população. No entanto, as autoridades da saúde alertam que<br />
 a conscientização da população para que siga firme nos cuidados de<br />
prevenção contra a Covid, com o uso de máscaras, higienização das mãos e<br />
 isolamento social, é ainda o melhor remédio já que nem todos foram<br />
imunizados ainda.<br /></font></div>
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