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	<title>sarampo - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>sarampo - Em Dia ES</title>
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		<title>Casos de sarampo disparam 32 vezes nas Américas e Brasil reforça alerta para viajantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alerta epidemiológico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças contagiosas]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice viral]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto continente registra quase 15 mil infecções e 29 mortes em um ano, puxado pela América do Norte, Brasil sustenta certificação de área livre da doença, mas especialistas alertam para riscos com a Copa do Mundo de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) emitiu um alerta epidemiológico nesta terça-feira (3) após constatar um aumento vertiginoso nos casos de sarampo na região das Américas. O continente registrou um crescimento de 32 vezes no número de infecções em apenas um ano, saltando de 466 notificações em 2024 para 14.891 casos confirmados em 2025. Embora o epicentro do surto esteja na América do Norte, o Brasil contabilizou 38 diagnósticos no ano passado, associados majoritariamente à importação do vírus, e mantém o monitoramento ativo para preservar o certificado de país livre da doença.</p>
<p>O cenário epidemiológico de 2026 já apresenta indicadores preocupantes. Apenas nas primeiras três semanas de janeiro, a OPAS registrou 1.031 novos casos nas Américas, um número quase 45 vezes superior aos 23 casos identificados no mesmo período de 2025.</p>
<p><strong>América do Norte concentra infecções</strong><br />
Os dados do relatório apontam que México, Canadá e Estados Unidos são responsáveis por cerca de 95% dos casos registrados em 2025. O México liderou com 6.428 infecções, seguido pelo Canadá (5.436) e Estados Unidos (2.242).</p>
<p>A falta de cobertura vacinal é apontada como o principal fator para a disseminação. Nos Estados Unidos, 93% dos infectados não eram vacinados ou tinham status vacinal desconhecido. No México e no Canadá, esses índices foram de 91,2% e 89%, respectivamente.</p>
<p>O perfil das vítimas revela a alta vulnerabilidade de grupos específicos. Crianças menores de cinco anos concentram as maiores taxas de incidência, especialmente bebês com menos de um ano. Das 29 mortes confirmadas no continente em 2025, 22 ocorreram em populações indígenas, representando 73% dos óbitos.</p>
<p><strong>Situação no Brasil: casos importados e controle</strong><br />
O Brasil confirmou 38 casos de sarampo em 2025. Até o momento, nas primeiras semanas de 2026, não houve registro de novos infectados. Segundo a OPAS, dos casos brasileiros no ano passado, 10 foram importados (infecção no exterior), 25 foram relacionados à importação e três tiveram fonte desconhecida.</p>
<p><strong>A distribuição geográfica das infecções em 2025 foi a seguinte:</strong></p>
<ul>
<li>Tocantins: 25 casos</li>
<li>Mato Grosso: 6 casos</li>
<li>São Paulo: 2 casos</li>
<li>Rio de Janeiro: 2 casos</li>
<li>Distrito Federal: 1 caso</li>
<li>Maranhão: 1 caso</li>
<li>Rio Grande do Sul: 1 caso</li>
</ul>
<p>Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica a dinâmica do surto ocorrido no Tocantins. <strong>&#8220;A maioria foi no Tocantins, depois que uma família de caminhoneiros foi à Bolívia e voltou com sarampo, o que acabou gerando um surto em uma comunidade com baixíssima cobertura vacinal por questões religiosas&#8221;</strong>, detalha.</p>
<p>Apesar dos registros, o Brasil recuperou em novembro de 2024 a certificação de país livre do sarampo. <strong>&#8220;A recertificação trouxe mais segurança; o reconhecimento foi reconquistado não apenas pelas altas coberturas vacinais, mas também pela vigilância ativa&#8221;,</strong> afirma Kfouri. Ele ressalta que os casos importados atuais não se traduzem em &#8220;circulação ativa do vírus&#8221; no território nacional.</p>
<p><strong>Vacinação é a principal barreira</strong><br />
Dados preliminares do Ministério da Saúde indicam que a cobertura da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) no Brasil subiu de 80,7% em 2022 para 93,78% em 2025 na primeira dose. No entanto, a aplicação da segunda dose, essencial para a proteção completa, está em 78,9%. A meta para evitar surtos é de 95%.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou que intensificou a vacinação nos estados que fazem fronteira com a Bolívia, Argentina e Uruguai, além de doar mais de 640 mil doses para o governo boliviano.<strong> &#8220;As medidas incluem a investigação rápida de casos suspeitos e a ampliação das coberturas vacinais&#8221;,</strong> comunicou a pasta.</p>
<p><strong>Copa do Mundo de 2026 e alerta aos viajantes</strong><br />
A proximidade da Copa do Mundo da FIFA 2026, que ocorrerá na América do Norte, preocupa autoridades sanitárias devido ao intenso fluxo de turistas. A OPAS destaca o evento como um fator de risco.</p>
<p><strong>&#8220;Voos diários do Canadá, México e Estados Unidos para cá fazem com que seja inexorável a entrada de alguém com sarampo no nosso território&#8221;,</strong> alerta Renato Kfouri. Ele reforça que a vacinação deve ocorrer pelo menos 14 dias antes da viagem.</p>
<p>As recomendações para viajantes incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Vacinação antecipada:</strong> Viajantes com mais de 6 meses devem se vacinar duas semanas antes do embarque.</li>
<li><strong>Dose zero:</strong> Bebês de 6 a 11 meses que viajam para áreas de transmissão devem receber uma dose extra, que não substitui o esquema de rotina.</li>
<li><strong>Monitoramento</strong>: Ao retornar, deve-se estar atento a sintomas como febre, manchas vermelhas (exantema), tosse, coriza e conjuntivite.</li>
</ul>
<p><strong>Entenda a doença</strong><br />
O sarampo é uma doença viral grave e altamente contagiosa, transmitida por vias aéreas. Pode causar sequelas permanentes, como cegueira e encefalite, ou levar à morte.</p>
<p><strong>Principais sintomas:</strong></p>
<ul>
<li>Manchas vermelhas na pele (começam no rosto e descem para o corpo).</li>
<li>Manchas brancas na parte interna da bochecha.</li>
<li>Febre alta.</li>
<li>Tosse persistente.</li>
<li>Irritação nos olhos (conjuntivite) e fotofobia.</li>
<li>Coriza.</li>
</ul>
<p>A vacina tríplice viral está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). O esquema padrão prevê a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses de idade. Adultos até 29 anos devem ter duas doses; entre 30 e 59 anos, é necessária apenas uma dose.</p>
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		<item>
		<title>Brasil acende alerta para surto de sarampo após queda na cobertura vacinal</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/brasil-acende-alerta-para-surto-de-sarampo-apos-queda-na-cobertura-vacinal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura Vacinal]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[surto de sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos importados e surtos em três estados revelam falhas na imunização e ameaçam o controle da doença no país. Ministério da Saúde pede reforço na vigilância e nas campanhas de vacinação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou um alerta para que estados e municípios reforcem a vigilância e as ações voltadas a indivíduos com sinais e sintomas de sarampo. De acordo com a pasta, 34 casos foram confirmados neste ano até a Semana Epidemiológica 38, que corresponde ao período de 29 de setembro a 5 de outubro. A preocupação é evitar a reintrodução do vírus no país.</p>
<p>Dos casos confirmados, nove foram importados por pessoas que retornaram do exterior, 22 ocorreram após contato com indivíduos infectados fora do país e três apresentaram compatibilidade genética com vírus em circulação em outras nações. Até o momento, os estados do Tocantins, Maranhão e Mato Grosso estão classificados como em surto de sarampo.</p>
<p>A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, explica que a baixa cobertura vacinal tem contribuído para o retorno da doença ao Brasil.</p>
<p><strong>“Os casos importados sempre existiram — tanto estrangeiros que vinham para cá quanto brasileiros que viajavam e voltavam com sarampo —, mas a situação era controlada porque a vigilância era eficiente. O vírus encontrava uma população vacinada e não causava surtos. Agora, ele chega e encontra muitas pessoas suscetíveis”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Surtos</strong><br />
No Tocantins, o surto começou em julho, no município de Campos Lindos, região nordeste do estado. O caso está relacionado ao retorno de quatro brasileiros que haviam passado um mês na Bolívia. A comunidade onde vivem apresenta baixa adesão à vacinação, o que favoreceu a rápida disseminação do vírus.</p>
<p>No Maranhão, há apenas um caso confirmado: o de uma mulher de 46 anos, não vacinada, moradora de Carolina, que teve contato com pessoas da comunidade de Campos Lindos. Os dois municípios ficam na divisa entre os estados.</p>
<p>Em Mato Grosso, os casos não têm relação com Campos Lindos, mas também foram originados em brasileiros que estiveram na Bolívia. O surto teve início em Primavera do Leste e atingiu três pessoas da mesma família, todas não vacinadas.</p>
<p><strong>Cobertura vacinal</strong><br />
Dados da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) mostram que, em 2024, o Brasil registrou cobertura vacinal da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) de 95,7% na primeira dose e 74,6% na segunda.</p>
<p>Em 2025, houve queda, colocando o índice abaixo da meta de 95%. As coberturas das doses 1 e 2 são, respectivamente, de 91,2% e 74,6%.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, percentuais abaixo da média evidenciam vulnerabilidade à reintrodução do vírus, reforçando a necessidade de intensificar a vacinação.</p>
<p>Isabella Ballalai explica que o tamanho do país e as desigualdades regionais dificultam a uniformidade das coberturas vacinais.<strong> “As médias nacionais estão próximas da meta, mas não há homogeneidade. Dentro de um mesmo estado, há realidades muito diferentes. No Rio de Janeiro, por exemplo, a cobertura na capital é boa, mas a do estado é a segunda mais baixa do país”,</strong> destacou.</p>
<p>A especialista também aponta que a baixa percepção de risco por parte da população é um fator que dificulta a imunização. <strong>“A ciência do comportamento mostra que, se a pessoa não percebe o risco, não se mobiliza. Mas, quando o perigo é visível, há reação imediata. Foi assim com a febre amarela: a cobertura era de 40%, até que começaram os surtos e as mortes. Aí, vieram as filas nos postos de saúde.”</strong></p>
<p><strong>Casos no mundo</strong><br />
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre o início do ano e 9 de setembro, foram registrados 360.321 casos suspeitos de sarampo em 173 países, dos quais 164.582 foram confirmados.</p>
<p>As regiões com maior número de ocorrências são o Mediterrâneo Oriental (34%), África (23%) e Europa (18%).</p>
<p>Nas Américas, foram confirmados 11.691 casos e 25 mortes em dez países. Os maiores números ocorreram no Canadá (5.006), México (4.703) e Estados Unidos (1.514). Na América do Sul, há surtos ativos na Bolívia (320 casos), Paraguai (50) e Peru (quatro). A Argentina também registrou surto, com 35 casos confirmados.</p>
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		<item>
		<title>Governo lança campanha para vacinar crianças e jovens até 15 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/governo-lanca-campanha-para-vacinar-criancas-e-jovens-ate-15-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 17:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Caderneta de Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Multivacinação]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação ocorre em outubro com foco em imunizantes com baixa adesão, como os de febre amarela e varicela. Cerca de 40 milhões de pessoas devem receber alertas sobre a mobilização pelo aplicativo Meu SUS Digital</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (1º), uma campanha de multivacinação voltada para crianças e adolescentes de até 15 anos. A estratégia, segundo a pasta, é atualizar a caderneta de jovens que, por algum motivo, ainda não foram imunizados ou que estão com doses em atraso.</p>
<p>A campanha será realizada de 6 a 31 de outubro em todo o país, com o &#8220;Dia D&#8221; agendado para 18 de outubro, um sábado.</p>
<p><strong>“Todas as vacinas do calendário estarão disponíveis. A ideia é oferecer e intensificar a vacinação para todas as vacinas”, e</strong>xplicou o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.</p>
<p>Segundo ele, o ministério fez um repasse financeiro extraordinário de R$ 150 milhões a estados e municípios no início do ano, com o objetivo de financiar ações de multivacinação e estimular a imunização em nível municipal.</p>
<p>Para a campanha, foram distribuídas 6,8 milhões de doses extras, além da grade regular já enviada aos estados e municípios. Do total, 1,8 milhão são da vacina tríplice viral; 1,6 milhão, da febre amarela; 1,1 milhão, da varicela (catapora); e 2,3 milhões das demais vacinas que compõem o calendário.</p>
<p><strong>Cobertura vacinal</strong><br />
Dados da pasta indicam que, de janeiro a julho deste ano, a vacina tríplice viral, por exemplo, alcançou quase 91% de cobertura. Já o imunizante contra a febre amarela registrou 78%, enquanto a dose contra a varicela apresentou o índice mais baixo: 67%.</p>
<p><strong>“A ideia é que, com essa multivacinação, a gente consiga não apenas manter até o final do ano essa cobertura, mas fecharmos o ano com indicadores ainda melhores de cobertura vacinal”,</strong> avaliou Gatti.</p>
<p><strong>Meu SUS Digital</strong><br />
O aplicativo Meu SUS Digital enviará alertas a usuários informando sobre a campanha de multivacinação. A previsão é que mais de 40 milhões de pessoas recebam a notificação. Segundo o diretor do PNI, serão inseridas ainda funcionalidades como lembretes de doses pendentes e a vinculação do cadastro de crianças ao perfil de seus cuidadores.</p>
<p><strong>Febre amarela</strong><br />
De acordo com Gatti, o governo planeja “um esforço adicional” durante a campanha com foco na distribuição de doses contra a febre amarela. “Vamos aproveitar o período da multivacinação e estabelecer a necessidade de se vacinar, não apenas crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas também adultos até 59 anos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná”.</p>
<p><strong>“Por isso enviamos doses extras contra a febre amarela – muito concentradas nesses estados – porque temos uma preocupação adicional, considerando o último ciclo de casos que tivemos. A ideia é aproveitar que estamos no período pré-sazonal, ou seja, não está acontecendo a doença, para melhorar a cobertura vacinal”,</strong> completou.</p>
<p><strong>HPV</strong><br />
Outra ação adicional, segundo o diretor, é a imunização contra o HPV. A recomendação da pasta é vacinar crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Atualmente, a cobertura vacinal chega a 82% entre as meninas e a 67% entre os meninos nessa faixa etária.</p>
<p><strong>“Na multivacinação, vamos manter o resgate de pessoas que não se vacinaram durante o período regular de 9 a 14 anos, para que possam se vacinar agora. A vacinação vai continuar aberta, durante a multivacinação, para pessoas de 15 a 19 anos”,</strong> disse.</p>
<p><strong>Sarampo</strong><br />
A vacinação contra o sarampo também será intensificada durante a campanha, por meio da distribuição da vacina tríplice viral. A proposta do ministério é vacinar a faixa etária que vai dos 12 aos 59 anos.<strong> “A gente vai dar a oportunidade para que as pessoas que não se vacinaram resgatem a sua dose e coloquem a vacinação em dia”,</strong> afirmou Gatti.</p>
<p><strong>“Embora o Brasil seja reconhecido como área livre da doença, já que não temos a livre circulação do vírus no nosso país, infelizmente, a gente observa muitos casos acontecendo em outros países, com destaque para a ascensão da doença aqui no continente americano”,</strong> pontuou.</p>
<p>O surto de sarampo, segundo ele, permanece muito concentrado na América do Norte, sobretudo nos Estados Unidos, no Canadá e no México, que respondem por 7 mil dos 10 mil casos notificados no continente. Contudo, já há registros em países latino-americanos, como Bolívia, Paraguai e o próprio Brasil.</p>
<p><strong>“São casos relacionados à importação, isolados, que estamos trabalhando para conter. E, obviamente, aproveitamos a multivacinação para aumentar a proteção da nossa população e, consequentemente, evitar a reintrodução do sarampo no nosso país”,</strong> detalhou o diretor.</p>
<p>Dados do ministério mostram que, até 13 de setembro, foram confirmados 31 casos de sarampo no país, enquanto 1.734 foram descartados.</p>
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		<item>
		<title>Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 11:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.</p>
<p>Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos.</p>
<blockquote><p><strong>“O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”</strong></p></blockquote>
<p>A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.</p>
<p>A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.</p>
<p>O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registaram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.</p>
<blockquote><p><strong>“Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”</strong>, avaliou a OMS.</p>
<p><strong>“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Brasil livre do sarampo</strong><br />
Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu na última semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.</p>
<p>Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.</p>
<p>Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.</p>
<p>O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro).<strong> “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”</strong>, ressaltou a pasta.</p>
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		<title>Vacinação contra sarampo está abaixo da meta, diz Ministério da Saúde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacinacao-contra-sarampo-esta-abaixo-da-meta-diz-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 12:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2022, menos de 50% do público infantil foi imunizado até agora</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ainda está abaixo da meta de vacinação contra o sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, 47,08% das crianças receberam o imunizante em 2022, sendo que a meta de cobertura vacinal é 95%. A proteção contra o sarampo é feita com a vacina tríplice viral, que imuniza também contra a caxumba e rubéola, e faz parte do calendário de vacinação. O imunizante é oferecido nas unidades de saúde do país em qualquer época do ano.</p>
<p>A tríplice viral é geralmente aplicada em duas doses. A primeira, tomada com um ano de idade, e a segunda, com 15 meses. A campanha de 2022 começou em janeiro e vai até dezembro deste ano. A cobertura em 2021 foi baixa, somente 50,1% do público-alvo no Brasil recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral.</p>
<p>Uma das consequências da queda da vacinação é o avanço da doença. Depois de ter recebido a certificação de país livre do sarampo pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas), em 2016, o Brasil passou a registrar, nos últimos anos, o avanço da doença em todo o território nacional. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais de 40 mil casos e 40 mortes causadas pelo sarampo desde 2018, sendo mais da metade em crianças menores de 5 anos.</p>
<p><strong>Fiocruz</strong><br />
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, este ano, uma nota na qual chama a atenção para a importância da vacinação contra a doença. A Fiocruz explica que o sarampo é uma doença infecciosa aguda, muito contagiosa e grave, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade, pessoas adultas desnutridas ou com algum problema de imunidade, como as pessoas transplantadas, as que convivem com o vírus do HIV, ou que estão em quimioterapia, além das gestantes.</p>
<p>A Fiocruz ressalta que, independentemente disso, o sarampo afeta indivíduos de todas as idades e não necessariamente com doenças crônicas ou algum problema de imunidade.</p>
<p><strong>Ministério da Saúde</strong><br />
À Agência Brasil, o Ministério da Saúde disse, por meio de nota, que por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vem desenvolvendo e intensificando estratégias necessárias para enfrentamento dos desafios e reversão das baixas coberturas vacinais, em parceria com estados e municípios.</p>
<p>“O Ministério da Saúde incentiva a população a se vacinar contra as doenças imunopreveníveis, e esclarece o benefício e segurança das vacinas, por meio dos seus canais oficiais de comunicação”, diz a pasta. Os dados detalhados das coberturas vacinais estão disponíveis na internet.</p>
<p><strong>OMS e Unicef</strong><br />
Na sexta-feira (15), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgaram dados que mostram que a queda da vacinação infantil não ocorreu apenas no Brasil. Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos.</p>
<p>Segundo as organizações, até mesmo pela dimensão territorial e pelo tamanho da população, o Brasil está entre os dez países no mundo com a maior quantidade de crianças com a vacinação atrasada. Considerada apenas a vacina contra o sarampo, o país é o 8º com a maior quantidade de crianças com o esquema vacinal atrasado.</p>
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		<item>
		<title>Sarampo: suspenção da dose zero para crianças de seis a onze meses no Estado</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/sarampo-suspencao-da-dose-zero-para-criancas-de-seis-a-onze-meses-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 19:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suspensão ocorre devido ao fato de o Estado não apresentar casos de sarampo no ano de 2020 O Espírito Santo é uma das 23 unidades federativas que receberam do Ministério da Saúde a recomendação para suspender a dose zero da vacina tríplice viral destinada às crianças de seis a onze meses. A suspensão ocorre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style="font-size: large; color: inherit;">A suspensão ocorre devido ao fato de o Estado não apresentar casos de sarampo no ano de 2020</b></div>
<div><font size="3">O Espírito Santo é uma das 23 unidades federativas que receberam do Ministério da Saúde a recomendação para suspender a dose zero da vacina tríplice viral destinada às crianças de seis a onze meses. A suspensão ocorre devido ao fato de o Estado não apresentar casos de sarampo no ano de 2020.&nbsp;&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A imunização pela dose zero a crianças de seis a onze meses foi instituída no País em agosto de 2019, para a proteção precoce do grupo em virtude da situação epidemiológica à época. Atualmente, os estados do Amapá, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo devem manter a dose zero, pois apresentam a transmissão ativa do vírus do Sarampo.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Danielle Grillo, a vacinação para este público-alvo deverá acontecer em casos especiais, como viagem aos estados que ainda registram circulação ativa do vírus, em casos de bloqueio vacinal ou a volta da circulação ativa nos municípios capixabas.&nbsp;&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Em situações na qual crianças de seis a onze meses, que, por ventura, sejam contato de casos suspeitos de Sarampo, elas deverão tomar a dose zero. Além disso, se houver a necessidade para viajar em locais onde há circulação ativa do vírus do sarampo, também deverá ser administrada a dose. E, no cenário em que o Estado volte a registrar casos de Sarampo, também retornaremos com a imunização a este público”, explicou Danielle Grillo.</font></div>
<div><font size="3">&nbsp;&nbsp;</font></div>
<div><font size="3">A coordenadora ressalta que, embora o Espírito Santo esteja em situação epidemiológica satisfatória, é importante que os pais possam garantir a imunização de seus filhos a partir de um ano de idade. “Precisamos garantir a vacinação oportuna das crianças de um ano de vida com a primeira dose da vacina tríplice viral, e, aos 15 meses, com a tetra viral, que podem ser administradas em qualquer unidade de saúde do Estado”, salienta.&nbsp;&nbsp;</font></div>
<div><font size="3">&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><b>Dados Sarampo&nbsp;</b></font></div>
<div><font size="3">A coordenação do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis informa que, até o dia 12 de dezembro de 2020, o Espírito Santo tinha 48 casos suspeitos de sarampo notificados, 47 descartados, um caso em investigação e nenhum confirmado.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Avanço do sarampo em estados vizinhos alerta para manutenção da imunização</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/avanco-do-sarampo-em-estados-vizinhos-alerta-para-manutencao-da-imunizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora no Estado não haja casos desde agosto de 2019, os três estados que fazem divisa com o Espírito Santo somam 669 casos e um óbito A queda nas coberturas vacinais, devido à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), é uma preocupação mundial. Em relação ao sarampo, a cobertura vacinal no Brasil tem registrado baixa e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Embora no Estado não haja casos desde agosto de 2019, os três estados que fazem divisa com o Espírito Santo somam 669 casos e um óbito</span></font></b></div>
<div><font size="3">A queda nas coberturas vacinais, devido à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), é uma preocupação mundial. Em relação ao sarampo, a cobertura vacinal no Brasil tem registrado baixa e os casos avançam em 19 estados brasileiros.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde, durante a Semana Epidemiológica 1 a 16 (29/12/2019 a 11/04/2020), o país registrou 2.805 casos confirmados de sarampo e três óbitos.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Embora no Espírito Santo não haja casos confirmados desde agosto de 2019, os três estados que fazem divisa com o Estado somam 669 casos e um óbito: Rio de Janeiro (659 casos e um óbito), Minas Gerais (7 casos); e Bahia (3 casos).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, da Secretaria da Saúde, Danielle Grillo, a realização da vacinação e a adesão do público são essenciais. “Pois assim, garantimos a devida proteção da população contra o sarampo e possibilitamos a interrupção da circulação do vírus no país”, destacou.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A coordenadora lembra que, apesar da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), os serviços de vacinação estão mantidos. “O atraso das vacinações de rotina, principalmente das crianças, traz o risco de surtos de doenças. Lembramos que tanto para a vacinação de rotina quanto para outras estratégias que visem a interromper a cadeia de transmissão do sarampo, são adotadas medidas de proteção, buscando realizar a vacinação de forma segura e ao mesmo tempo minimizar o risco de disseminação da Covid-19”, pontuou.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Além disso, Danielle Grillo faz o alerta para que “pessoas com sintomas respiratórios ou febre não compareçam para a vacinação, enquanto houver sintomatologia, devendo ser vacinados após a resolução do quadro”.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Dados sarampo&nbsp;</span></font></div>
<div><font size="3">De janeiro deste ano até o último dia 02 de maio, o Espírito Santo teve 22 notificações de casos suspeitos da doença. Desses, 21 foram descartados e um segue em investigação.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo dados preliminares do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, a cobertura vacinal das crianças no ano de 2020 está abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 95%. Na primeira dose da vacina tríplice viral, a cobertura está em 70,62% e, em 61%, na segunda dose da vacina.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">A doença</span></font></div>
<div><font size="3">O Sarampo é uma doença viral de elevada contagiosidade, cuja transmissão ocorre por meio de secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar e falar. Casos graves podem levar ao óbito.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal, além de mal-estar intenso. Após esses sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Esquema vacinal</span></font></div>
<div><font size="3">Deve ser aplicada uma dose de vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e uma dose de vacina tetra viral aos 15 meses de idade. Além disso, continua sendo administrada a dose zero da tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses de vida, devido ao risco epidemiológico do sarampo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os indivíduos de 1 a 19 anos devem ter duas doses de vacina com o componente sarampo e rubéola. Para aqueles de 20 a 49 anos deve ser dada uma dose extra da vacina com o componente sarampo e rubéola, caso não tenham cartão de vacinação ou a última dose comprovada seja anterior a 23 de março de 2020. E aqueles de 50 a 59 anos de idade devem ter, pelo menos, uma dose da vacina contendo o componente sarampo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os trabalhadores da saúde devem receber duas doses da vacina tríplice viral, independentemente da idade.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Campanha de vacinação contra o Sarampo termina na próxima sexta-feira</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/campanha-de-vacinacao-contra-o-sarampo-termina-na-pr0xima-sextafeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem perdeu o cartão de vacinação ou quem não sabe se está com esquema vacinal completo deve procurar uma unidade de saúde A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo termina nesta sexta-feira (13). No entanto, as doses continuarão disponíveis em todas as unidades de saúde do Estado. O objetivo da campanha é imunizar crianças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><b style=""><font size="4">Quem perdeu o cartão de vacinação ou quem não sabe se está com esquema vacinal completo deve procurar uma unidade de saúde</font></b></span></div>
<div><font size="3">A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo termina nesta sexta-feira (13). No entanto, as doses continuarão disponíveis em todas as unidades de saúde do Estado. O objetivo da campanha é imunizar crianças de 5 anos até jovens de 19 anos, público-alvo definido pelo Ministério da Saúde que não recebeu nenhuma ou apenas uma dose da vacina tríplice ou tetra viral.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">No Espírito Santo, de acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria da Saúde, Danielle Grillo, a estimativa é imunizar um total de 39.927 crianças e jovens, porém com ressalva desse quantitativo de pessoas, uma vez que a estimativa de não vacinados se encontra em atualização, portanto os dados podem estar superestimados e precisam ser avaliados com cautela.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Mudanças no calendário nacional de vacinação</span></font></div>
<div><font size="3">Este ano, houve aumento da faixa etária de recomendação de vacinação contra o sarampo no Brasil. Até 2019 a vacinação de rotina era para pessoas de até 49 anos. Este ano, a vacinação passou a valer para quem tem até 59 anos de idade.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">A doença</span></font></div>
<div><font size="3">O Sarampo é uma doença viral de elevada contagiosidade, a transmissão ocorre por meio de secreções nasofaríngeas expelidas ao tossir, espirrar e falar. Casos graves podem levar ao óbito.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal-estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Esquema vacinal</span></font></div>
<div><font size="3">Deve ser aplicada uma dose de vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e uma dose de vacina tetra viral aos 15 meses de idade. Além disso, continua sendo administrada a dose zero da tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses de vida, devido ao risco epidemiológico do sarampo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os indivíduos de 1 a 29 anos devem receber duas doses de vacina com o componente sarampo e rubéola (dupla viral, tríplice viral ou tetra viral). Para aqueles de 30 a 59 anos, uma dose do componente sarampo é suficiente (monovalente, dupla viral ou tríplice viral).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os trabalhadores da Saúde devem receber duas doses da vacina tríplice viral, independentemente da idade.</font></div>
</div>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/campanha-de-vacinacao-contra-o-sarampo-termina-na-pr0xima-sextafeira/">Campanha de vacinação contra o Sarampo termina na próxima sexta-feira</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo segue com apenas dois casos de sarampo confirmados</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-segue-com-apenas-dois-casos-de-sarampo-confirmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 15:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sarampo é uma doença viral de elevada contagiosidade e os casos graves podem levar ao óbito A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou este ano, até essa quarta-feira (09), um total de 243 notificações de casos suspeitos de sarampo no Espírito Santo. Desses, 203 casos foram descartados, dois foram confirmados (em Cariacica) e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>O sarampo é uma doença viral de elevada contagiosidade e os casos graves podem levar ao óbito</b></font></span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou este ano, até essa quarta-feira (09), um total de 243 notificações de casos suspeitos de sarampo no Espírito Santo. Desses, 203 casos foram descartados, dois foram confirmados (em Cariacica) e 38 seguem em investigação.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença divulgado na tarde desta quinta-feira pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 6.640 casos confirmados de sarampo em 21 estados: São Paulo (6.387), Pará (56), Rio de Janeiro (40), Paraná (39), Minas Gerais (29), Pernambuco (24), Santa Catarina (12), Rio Grande do Sul (9), Paraíba (8), Ceará (5), Amazonas (4), Goiás (4), Maranhão (4), Rio Grande do Norte (4), Distrito Federal (3), Sergipe (3), Bahia (2), Espírito Santo (2), Mato Grosso do Sul (2), Piauí (2), Roraima (1).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>A doença</b></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O sarampo é uma doença viral de elevada contagiosidade, cuja a transmissão ocorre por meio de secreções nasofaríngeas expelidas ao tossir, espirrar e falar. Casos graves podem levar ao óbito.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza, congestão nasal e mal-estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo promovida pelo Ministério da Saúde em conjunto com as secretarias de saúde estaduais teve início nessa segunda-feira (07).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A ação é voltada ao público infantil, com o objetivo de vacinar crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade que ainda não foram imunizadas ou que estejam com o cartão de vacina incompleto.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A campanha ocorrerá até o dia 25 de outubro, sendo no 19, sábado, o dia D- dia de mobilização nacional. O Ministério da Saúde está enviando ao Estado 37.854 mil doses de tríplice viral. Esta vacina, além de proteger contra o sarampo, também protege contra caxumba e rubéola. As vacinas voltadas ao público-alvo estarão disponíveis em 493 salas de vacinas de norte a sul do Espírito Santo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A meta mínima preconizada pelo Ministério da Saúde a ser alcançada corresponde a 95% de cobertura vacinal, de forma homogênea, do público-alvo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Esquema vacinal</b></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Deve ser aplicada uma dose da vacina tríplice viral em todas as crianças de 6 meses a menores de 1 ano (dose zero). A partir dos 12 meses de idade, a primeira dose da vacina tríplice viral e uma dose da vacina tetra viral aos 15 meses.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os indivíduos de 1 a 29 anos devem ter duas doses de vacina com o componente sarampo. Para aqueles de 30 a 49 anos, uma dose é o suficiente.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os trabalhadores da Saúde devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.</font></div>
</div>
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		<title>Espírito Santo bate o recorde de vacinação contra o sarampo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-bate-o-recorde-de-vacinacao-contra-o-sarampo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 13:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O anúncio foi realizado durante o balanço das ações do Ministério da Saúde O Brasil conseguiu atingir a meta de vacinação contra o sarampo neste ano. A cobertura atingiu 95% da população alvo, principalmente das crianças de 1 ano. Quatorze estados e o Distrito Federal ainda precisam buscar a meta para que a doença seja [&#8230;]</p>
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<div style="text-align: center;"><b><font size="4"><span style="color: inherit;">O anúncio foi realizado durante o balanço das ações do Ministério da Saúde</span><br /></font></b></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div><font size="3">O Brasil conseguiu atingir a meta de vacinação contra o sarampo neste ano. A cobertura atingiu 95% da população alvo, principalmente das crianças de 1 ano. Quatorze estados e o Distrito Federal ainda precisam buscar a meta para que a doença seja evitada.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O anúncio foi realizado durante o balanço das ações do Ministério da Saúde da primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, que aconteceu na última terça-feira (29), em Brasília.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O Espírito Santo está entre os estados que atingiram as metas. Além do estado capixaba, também atingiram o objetivo Alagoas, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Ceará, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Rio Grande do Sul, Tocantins, Goiás, São Paulo e Paraíba.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa), registrou um total de 263 notificações de casos de suspeita da doença somente neste ano. De todos, 230 foram descartados, dois confirmados e 31 seguem sendo investigados.</font></div>
</div>
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