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	<title>saidinhas - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>saidinhas - Em Dia ES</title>
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		<title>OAB vai acionar STF contra lei que proibiu saidinhas de presos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/oab-vai-acionar-stf-contra-lei-que-proibiu-saidinhas-de-presos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 10:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Presos]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[saidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[vetou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade deve apresentar ação para questionar a constitucionalidade da norma nos próximos dias</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) confirmou que irá acionar o Supremo Tribunal Federal para questionar a norma que proibiu as “saidinhas” e que ficou ainda mais restrita após o Congresso Nacional derrubar um veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei.</p>
<p>A OAB pretende entrar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). A expectativa é para que isso já ocorra nos próximos dias, em virtude da derrubada recente do ponto vetado pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>Ao vetar, o governo permitiu a saída temporária de presos do regime semiaberto para visitar familiares. Ao derrubar o veto, na prática, o Congresso permite as saidinhas apenas em casos de atividades educacionais.</p>
<p><strong>Histórico da OAB sobre a saidinha</strong><br />
A OAB chegou a dar sugestões em um parecer encaminhado ao Palácio do Planalto durante a fase de análise pela Casa Civil do projeto de lei aprovado pelo Congresso, que posteriormente foram aceitas.</p>
<p>Para a entidade, a lei é um retrocesso em termos de direitos humanos e uma violação da dignidade humana. A OAB também argumenta que, ao proibir as saídas, se impede a ressocialização dos presos e é criado um obstáculo à reintegração efetiva na sociedade.</p>
<p>A Ordem também entende que saída temporária, como era prevista, era um instrumento de execução da pena privativa de liberdade voltado a fortalecer vínculos familiares, reduzir tensões carcerárias e possibilitar a reintegração social do preso.</p>
<p>Para a OAB, o Estado tem como dever garantir que a execução da pena ocorra de modo humanizado.</p>
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		<title>Ministério da Justiça propõe a Lula manter saidinhas em datas comemorativas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/ministerio-da-justica-propoe-a-lula-manter-saidinhas-em-datas-comemorativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 16:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[saidinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outras pastas também sugeriram veto à proposta que acaba com as saidinhas, mas com uma posição ainda mais firme sobre o tema</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, aconselhou o presidente Lula (PT) a manter a saidinha temporária de presos em datas comemorativas.</p>
<p>Lewandowski sugere um veto parcial ao texto que foi aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado, contando com grande apoio dos parlamentares, incluindo integrantes da bancada governista.</p>
<p>Outras pastas também sugeriram veto à proposta que acaba com as saidinhas, mas com uma posição ainda mais firme sobre o tema, sugerindo ao Palácio do Planalto que rejeite integralmente a proposta do Congresso.</p>
<p>Os pareceres dos ministérios servem para subsidiar a decisão do presidente sobre a proposta. O prazo acaba nesta quinta (11).</p>
<p>A ministra Anielle Franco (Igualdade Racial) pede veto integral à lei que acaba com a saidinha temporária de presos em datas comemorativas.</p>
<p>A expectativa de integrantes do governo é que o Ministério de Direitos Humanos siga o entendimento contrário à proposta, de maneira integral.</p>
<p>Já a pasta de Relações Institucionais deve sugerir veto parcial ao texto —ou seja, apoiar a manutenção de alguns trechos da proposta.</p>
<p>O projeto de lei que acaba com a saidinha foi aprovado em votação simbólica na Câmara no final de março. Defendida por bolsonaristas, a lei opõe as alas política e progressista do governo.</p>
<p>A primeira defende que a medida seja sancionada integralmente por considerar que um eventual veto seria derrubado pelos parlamentares e ainda azedaria o clima com o Congresso. A segunda pressiona para que Lula não ceda à pressão de conservadores e mantenha coerência com o discurso progressista sobre a necessidade de implementar medidas de ressocialização de presos.</p>
<p>A decisão de Lula também acontece em um momento em que pesquisas indicam queda de sua popularidade, sobretudo entre parcelas mais conservadoras, como os evangélicos.</p>
<p>Por isso, a possibilidade de veto ou a sanção do presidente tem sido tratada com muita cautela por auxiliares palacianos. Lula deve despachar sobre o tema apenas nesta quinta-feira.</p>
<p>O texto foi aprovado na Câmara no dia 20 de março. Ele estava sob relatoria de Guilherme Derrite (PL-SP), que foi exonerado do cargo de secretário da Segurança Pública do estado de São Paulo, no governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), para reassumir a vaga de deputado federal e se dedicar ao projeto contra a saída temporária de presos.</p>
<p>Foi sob sua relatoria que o texto foi aprovado em agosto de 2022, quando passou pela primeira vez pela Câmara. A versão inicial acabava com qualquer tipo de saída temporária para presos do sistema semiaberto, inclusive saídas para estudar e trabalhar.</p>
<p>O benefício da saída temporária é concedido há quase quatro décadas pela Justiça a presos do sistema semiaberto que já tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de réu primário, e um quarto da pena, em caso de reincidência, entre outros requisitos.</p>
<p>Como mostrou a Folha em janeiro, menos de 5% dos detentos que tiveram direito à saidinha de Natal em 2023 não retornaram aos presídios no Brasil, taxa considerada baixa por especialistas.</p>
<p>O projeto também prevê exame criminológico —que abrange questões de ordem psicológica e psiquiátrica— como requisito para a progressão de regime.</p>
<p>No Senado houve um acordo, e a nova redação da proposta continuou colocando fim às saidinhas em datas comemorativas, mas manteve a autorização para estudar e trabalhar fora do sistema prisional. O exame para progressão de regime também foi mantido.</p>
<p>Em razão das mudanças, o texto precisou passar novamente pelo plenário da Câmara. E foi aprovado na Casa sem alterações.</p>
<p>O tema se tornou foco de discussões e mobilizou setores da classe política após a morte do sargento da Polícia Militar Roger Dias da Cunha, 29, baleado durante uma perseguição por um homem que estava em saída temporária em Belo Horizonte.</p>
<p>Outro caso que gerou repercussão foi a fuga de dois dos condenados por chefiar a maior facção de tráfico de drogas do Rio de Janeiro, Saulo Cristiano Oliveira Dias, 42, conhecido como SL, e Paulo Sérgio Gomes da Silva, 47, o Bin Laden, após saidinha de Natal.</p>
<p>Mais de 60 entidades, movimentos e órgãos públicos que atuam no sistema prisional expressam preocupação em relação ao projeto. Segundo essas entidades, a previsão de exigência para realização de exame criminológico para toda e qualquer progressão de regime fará com que os processos tramitem de forma ainda mais lenta.</p>
<p><strong>ENTENDA O QUE MUDA NA SAIDINHA</strong></p>
<p><strong>Como é na lei atual:</strong><br />
&#8211; Vale para presos do regime semiaberto que tenham cometido qualquer tipo de delito, exceto para casos de crime hediondo com resultado em morte;</p>
<p>&#8211; Podem sair temporariamente em datas comemorativas, para visita à família, cursos profissionalizantes e atividades de ressocialização quem cumprir os seguintes requisitos: 1) comportamento adequado; 2) cumprimento de 1/6 da pena em caso de réu primário e de 1/4 se for reincidente; 3) obtiver autorização judicial;</p>
<p>&#8211; Progressão de regime: exame criminológico é exceção, a lei não impõe, mas pode ser exigido pelo juiz mediante decisão fundamentada.</p>
<p><strong>Como ficou após aprovação no Congresso:</strong><br />
&#8211; Além dos crimes hediondos, ficam vedadas saidinhas para condenados por crimes com violência ou grave ameaça;</p>
<p>&#8211; Acaba com saidinhas em datas comemorativas e permite apenas saídas temporárias para estudo e trabalho externo;</p>
<p>&#8211; Progressão de regime: obriga o detento a passar por exame criminológico.</p>
<p><strong>Proposta do Ministério da Justiça:</strong><br />
&#8211; Manter a saída temporária em datas comemorativas para presos do semiaberto, além da liberação para estudar e trabalhar;</p>
<p>&#8211; Além dos crimes hediondos, ficam vedadas saidinhas para condenados por crimes com violência ou grave ameaça;</p>
<p>&#8211; Progressão de regime: obriga o detento a passar por exame criminológico.</p>
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