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	<title>réus - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>réus - Em Dia ES</title>
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		<title>Pedidos para que Fux participe de julgamento são “absurdos”, diz Moraes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/pedidos-para-que-fux-participe-de-julgamento-sao-absurdos-diz-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[luiz fux]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defesa de Mário Fernandes e de Filipe Martins pediram inclusão do ministro no julgamento alegando necessidade de igualdade entre os réus</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta terça-feira (9) que os pedidos para que o ministro Luiz Fux participe do julgamento do núcleo 2 da trama golpista são “absurdos” e &#8220;causam espanto”.</p>
<p>No início da sessão desta manhã, a defesa do general Mário Fernandes apresentou uma questão de ordem. Sustentou que a ação penal do núcleo 2 não é um processo avulso, mas a continuidade de um único contexto fático. Por isso, argumentou que Fux (que participou dos julgamentos dos núcleos 1 e 4) deveria integrar também o do núcleo 2, com base no princípio de que os réus devem ter os mesmos direitos e condições.</p>
<p>Ao responder, Moraes afirmou que o pedido não tem “a mínima pertinência” e classificou como absurdo permitir que um ministro atue em duas turmas ao mesmo tempo. Segundo ele, as solicitações surgem provavelmente porque os advogados não estão acostumados a atuar no Supremo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Não tem a mínima pertinência, com o devido respeito. Além de protelatório, chega a ser absurdo o pedido de que um ministro da Segunda Turma faça parte de um julgamento da Primeira Turma. O regimento interno diz claramente que bastam três ministros, e nenhum ministro pode integrar as duas turmas ao mesmo tempo. Isso é tão óbvio que causa espanto o pedido, talvez isso aconteça porque os advogados não estão acostumados a atuar no Supremo. Obviamente afasto a solicitação por impossibilidade jurídica do pedido”</strong>, disse Moraes.</p>
</blockquote>
<p>Na segunda-feira (8), a defesa de Filipe Martins havia feito o mesmo pedido por meio do sistema virtual do STF. Moraes rejeitou a solicitação com base nos mesmos argumentos.</p>
<p>O ministro Luiz Fux pediu para trocar de turma do STF e teve o pedido atendido pelo presidente da Corte, Edson Fachin, em outubro. No requerimento, porém, colocou-se à disposição para continuar nos julgamentos já agendados no colegiado ao qual pertencia, incluindo os da trama golpista, uma hipótese que não está prevista no regimento interno.</p>
<p>Desde a mudança, julgamentos relevantes que estavam na Primeira Turma têm ocorrido com apenas quatro ministros: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Com quórum reduzido e sem a voz dissonante de Fux, casos como os recursos de Jair Bolsonaro e de outros réus contra as condenações por tentativa de golpe, o julgamento do núcleo 3 da trama golpista e a denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo foram decididos de forma unânime.</p>
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		<title>Lula diz que &#8220;Brasil deu lição de democracia ao mundo&#8221; após prisão de Bolsonaro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-diz-que-brasil-deu-licao-de-democracia-ao-mundo-apos-prisao-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 18:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[condenados]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Tentativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-presidente já começou a cumprir pena pela tentativa de golpe</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quarta-feira (26), que o Brasil “deu uma lição de democracia ao mundo” com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e de militares que tramaram um golpe de Estado no Brasil.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Eu estou feliz. Não pela prisão de ninguém, estou feliz porque esse país demonstrou que está maduro para exercer a democracia na sua mais alta plenitude”</strong>, disse.</p>
</blockquote>
<p>Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula sancionou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e comentou o fim do processo da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) para sete réus.</p>
<p>Com isso, foi determinado o início da execução das penas, no caso de Bolsonaro, de 27 anos e três meses de prisão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Sem nenhum alarde, a Justiça brasileira mostrou a sua força, não se amedrontou com as ameaças de fora e fez um julgamento primoroso onde não tem uma acusação de oposição. É tudo acusação de dentro da quadrilha que tentou dar um golpe nesse país em [2022]”</strong>, disse o presidente Lula.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Pela primeira vez em 500 anos na história desse país, você tem alguém preso por tentativa de golpe. Você tem um ex-presidente da República e você tem quatro generais de quatro estrelas presos. Numa demonstração de que democracia vale para todos. Democracia não é privilégio de ninguém, é um direito de 215 milhões de brasileiros”</strong>, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>A condenação ocorreu no dia 11 de setembro. Por 4 votos a 1, a Primeira Turma do STF condenou os sete réus pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p><strong>Confira as penas e o local de prisão dos condenados:</strong></p>
<p><strong>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;</strong><br />
Local de prisão: Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.</p>
<p><strong>Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: 26 anos;</strong><br />
Local de prisão: Vila Militar, no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha: 24 anos;</strong><br />
Local de prisão: Instalações da Estação Rádio da Marinha, em Brasília.</p>
<p><strong>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;</strong><br />
Local de prisão: 19º Batalhão de Polícia Militar do DF, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.</p>
<p><strong>Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos;</strong><br />
Local de prisão: Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.</p>
<p><strong>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa: 19 anos;</strong><br />
Local de prisão: Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.</p>
<p><strong>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.</strong><br />
Está foragido em Miami, nos Estados Unidos. O mandado de prisão será incluído no Banco Nacional do Monitoramento de Prisões (BNMP).</p>
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		<item>
		<title>Justiça absolve sete acusados de incêndio e mortes no Ninho do Urubu</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/justica-absolve-sete-acusados-de-incendio-e-mortes-no-ninho-do-urubu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:34:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Absolvido]]></category>
		<category><![CDATA[clube]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez adolescentes que jogavam no Flamengo morreram</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase sete anos depois do incêndio no Ninho do Urubu, o Centro de Treinamento do Flamengo, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, a Justiça absolveu os sete acusados, que respondiam pelos crimes de incêndio culposo e lesão grave. Dez adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos, morreram e três ficaram feridos.</p>
<p>A decisão, da 36ª Vara Criminal da Capital ainda cabe recurso. O juiz Tiago Fernandes Barros considerou a ação improcedente.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro havia pedido, em maio deste ano, a condenação de todos os acusados após ouvir mais de 40 testemunhas.</p>
<p>O incêndio aconteceu em fevereiro de 2019, nos conteiners usados como alojamento para as categorias de base do clube. Vinte e seis atletas dormiam quando o fogo começou num aparelho de ar condicionado.</p>
<p><strong>Réus</strong><br />
Entre os réus, estão dois diretores do Flamengo, dois engenheiros responsáveis pelas partes técnicas dos conteiners, e sócios da empresa de refrigeração que realizava manutenção nos aparelhos de ar condicionado.</p>
<p>Antes da decisão anunciada agora, já havia sido extinto o processo contra o então presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. Outros três acusados já tinham sido absolvidos.</p>
<p>As famílias dos 10 adolescentes mortos receberam indenização do Flamengo.</p>
<p><strong>Clube</strong><br />
Em setembro, a 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou, por unanimidade, recurso do Clube de Regatas do Flamengo para incluir a empresa NHJ do Brasil no processo que trata das indenizações às vítimas do incêndio no Ninho do Urubu, que causou a morte de dez jovens do time de base em 2019.</p>
<p>A relatora do caso, desembargadora Sirley Abreu Biondi, manteve a decisão da primeira instância, ressaltando que <em>“a manobra jurídica pretendida pelo Flamengo buscava apenas transferir a responsabilidade para terceiros, o que é vedado pela jurisprudência”</em>.</p>
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		<item>
		<title>STF publica decisão que condenou Bolsonaro e abre prazo para recursos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/stf-publica-decisao-que-condenou-bolsonaro-e-abre-prazo-para-recursos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 10:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O STF (Supremo Tribunal Federal) publicou, nesta quarta-feira (22), a decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.</p>
<p>O acórdão — manifestação de um órgão judicial colegiado, no caso a Primeira Turma do STF — tem cerca de 2.000 páginas.</p>
<p>Agora, a defesa do ex-mandatário (que cumpre prisão domiciliar desde agosto) e dos outros sete réus do núcleo 1 condenados na ocasião têm até cinco dias para apresentar o principal recurso disponível: os embargos de declaração.</p>
<p>Embora raramente mudem o resultado de um julgamento, eles permitem apontar eventuais contradições, omissões ou obscuridades nos votos dos ministros.</p>
<p>Na prática, os embargos costumam ser rejeitados pelo Supremo e são frequentemente interpretados como manobras para protelar o fim de uma ação penal.</p>
<p>Outra opção, considerada remota, é a apresentação dos chamados embargos infringentes, para os quais as defesas têm o prazo de 15 dias a partir da publicação do acórdão.</p>
<p>Este tipo de recurso permitiria um novo julgamento no plenário da Corte, composta pelos 11 magistrados.</p>
<p>O STF já decidiu em outros casos que esse recurso só é aceito quando há divergência significativa entre os ministros, com pelo menos dois votos favoráveis à absolvição, o que não ocorreu no processo contra Bolsonaro.</p>
<p>Mas não é uma regra expressa e regimentar, somente uma jurisprudência. Isso significa que os advogados podem tentar esse recurso, mas a chance de ser aceito é muito baixa.</p>
<p><strong>Quem são os condenados do núcleo 1 da trama golpista?</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República</li>
<li>Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens</li>
<li>Walter Braga Netto, general e ex-ministro da Defesa e da Casa Civil</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado e ex-diretor da Abin</li>
<li>Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF</li>
<li>Augusto Heleno, general e ex-ministro do GSI</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa</li>
</ul>
<p><strong>Quais as penas para os condenados do núcleo 1?</strong></p>
<ul>
<li><strong>Jair Bolsonaro:</strong> 27 anos e três meses de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 124 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários mínimos à época dos fatos);</li>
<li><strong>Mauro Cid:</strong> Dois anos de reclusão em regime aberto; restituição de seus bens e valores; extensão de benefícios da colaboração para pai, esposa e filha maior; e ações da Polícia Federal para garantir segurança do colaborador e familiares. A pena foi estabelecida em seu acordo de colaboração premiada;</li>
<li><strong>Walter Braga Netto:</strong> 26 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 100 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos);</li>
<li><strong>Alexandre Ramagem:</strong> 16 anos, um mês e 15 dias de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 50 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos);</li>
<li><strong>Almir Garnier:</strong> 24 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 100 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos);</li>
<li><strong>Anderson Torres:</strong> 24 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 100 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos);</li>
<li><strong>Augusto Heleno:</strong> 21 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 84 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos);</li>
<li><strong>Paulo Sérgio Nogueira:</strong> 19 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 84 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos).</li>
</ul>
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		<item>
		<title>STF retoma às 14h julgamento de Bolsonaro com voto decisivo de Cármen Lúcia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/stf-retoma-as-14h-julgamento-de-bolsonaro-com-voto-decisivo-de-carmen-lucia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 11:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após divergência integral de Fux para absolver seis réus, ministra pode formar maioria para condenar ex-presidente e outros acusados de plano de golpe</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta quinta-feira (11), a partir das 14h, o julgamento dos réus acusados de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>
<p>A ministra Cármen Lúcia será a primeira a votar no dia e terá papel decisivo para destino de réus. Sua manifestação pode empatar o placar pela absolvição de Bolsonaro ou formar maioria para condenar os acusados.</p>
<p>Os votos favoráveis à condenação integração vieram do relator, ministro Alexandre de Moraes, e de Flávio Dino. Segundo eles, todos os réus devem ser responsabilizados pelos crimes apontados pela PGR (Procuradoria-Geral da República). Apesar disso, Dino considera que Augusto Heleno, Alexandre Ramagem e Paulo Sérgio Nogueira devem ter penas reduzidas.</p>
<p>Luiz Fux abriu divergência ao absolver seis dos oito réus do núcleo considerado crucial para o plano de golpe pela PGR e condenando apenas o tenente-coronel Mauro Cid e Walter Braga Netto por tentativa de Abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Com o cenário, Braga Netto e Cid réus são os únicos réus com maioria formada pela condenação por pelo menos um crime.</p>
<p>A sessão desta quinta estava prevista para começar pela manhã, mas foi remanejada pelo presidente do colegiado, Cristiano Zanin, após o extenso voto do ministro Luiz Fux, que durou quase 14 horas, e terminou no fim da noite da quarta.</p>
<p>Restam apenas Cármen Lúcia e o próprio presidente do colegiado para encerrar a análise das questões preliminares e do mérito da acusação da PGR.</p>
<p>Em caso de formação de maioria para condenação, após todos os ministros votarem, o colegiado vai discutir a dosimetria das penas para os condenados.</p>
<p>Os réus são acusados de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio público da União e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Apenas Alexandre Ramagem é acusado de três crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Dois crimes foram suspensos após decisão da Câmara dos Deputados e homologação parcial pela Primeira Turma do STF.</p>
<p><strong>Quem são os réus?</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);</li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional);</li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e</li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022.</li>
</ul>
<p><strong>Votos sobre Bolsonaro</strong><br />
O placar referente ao ex-presidente está em 2 a 1 pela condenação nos cinco crimes. Para Moraes, Bolsonaro liderou o grupo que planejava a ruptura democrática. O relator citou inclusive a minuta do golpe, mencionando que o ex-presidente teria admitido discutir medidas de exceção em interrogatório.</p>
<p>Flávio Dino acompanhou Moraes. Segundo ele, Bolsonaro e o ex-ministro Walter Braga Netto exerciam comando sobre a organização criminosa e, por isso, devem receber penas mais severas. Dino também sustentou que houve atos executórios, isto é, que os acusados efetivamente iniciaram a tentativa de golpe.</p>
<p>Na divergência, Fux entendeu que os crimes de golpe de Estado e de abolição do Estado Democrático de Direito pressupõem a derrubada de um governo, o que, no caso de Bolsonaro, caracterizaria autogolpe, afastando por lógica a condenação.</p>
<p>No voto, o último ministro desconsiderou a “minuta do golpe” como prova de plano contra o Estado e acrescentou que não há provas de que Bolsonaro tenha tido contato com o documento ou conhecimento do plano denominado “Punhal Verde e Amarelo”.</p>
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		<item>
		<title>STF retoma nesta terça julgamento de Bolsonaro e mais sete réus</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/stf-retoma-nesta-terca-julgamento-de-bolsonaro-e-mais-sete-reus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 10:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela PGR</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (9) o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.</p>
<p>A partir de hoje, será iniciada a votação que resultará na condenação ou absolvição dos réus. Também foram reservadas as sessões dos dias 10,11 e 12 de setembro para finalização do julgamento.</p>
<p>Os acusados respondem pela suposta participação na elaboração do plano &#8220;Punhal Verde e Amarelo&#8221;, com planejamento voltado ao sequestro e homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.</p>
<p>Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse de Lula.</p>
<p>A denúncia cita ainda o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p><strong>Quem são os réus</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p><strong>Crimes</strong><br />
Todos os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição.</p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p><strong>Relator</strong><br />
A sessão será aberta, às 9h, pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin.</p>
<p>Em seguida, será passada a palavra ao relator, ministro Alexandre de Moraes, que será o primeiro a votar.</p>
<p>Em sua manifestação, o ministro vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.</p>
<p>Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito.</p>
<p>Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.</p>
<p><strong>Sequência de votação</strong><br />
Após o voto do relator, os demais integrantes da turma vão proferir seus votos na seguinte sequência:</p>
<ul>
<li>Flávio Dino;</li>
<li>Luiz Fux;</li>
<li>Cármen Lúcia;</li>
<li>Cristiano Zanin.</li>
</ul>
<p>A maioria de votos pela condenação ou absolvição ocorrerá com três dos cinco votos do colegiado.</p>
<p>Se as penas forem maiores que oito anos de prisão, o regime inicial de cumprimento de pena será o fechado. Penas menores que oito anos darão direito ao semiaberto.</p>
<p><strong>Prisão</strong><br />
A eventual prisão dos réus que forem condenados não vai ocorrer de forma automática. Somente após a análise dos recursos contra a condenação, a prisão será efetivada.</p>
<p><strong>Recursos</strong><br />
Em caso de condenação, Bolsonaro e os demais réus terão direito a recorrer para evitar a prisão.</p>
<p>Com a publicação do acórdão com eventual placar desfavorável, as defesas poderão apresentar os chamados embargos de declaração, recurso que tem o objetivo de esclarecer omissões e contradições no texto final do julgamento. Em geral, esse tipo de recurso não tem poder para rever o resultado do julgamento e costuma ser rejeitado. Os embargos são julgados pela própria turma.</p>
<p>Para conseguir que o caso seja julgado novamente e levado a plenário, os acusados precisam obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2. Nesse caso, os embargos infringentes poderão ser protocolados contra a decisão.</p>
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		<item>
		<title>Trama golpista: STF inicia julgamento de Bolsonaro e mais sete aliados</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/trama-golpista-stf-inicia-julgamento-de-bolsonaro-e-mais-sete-aliados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 10:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira Turma vai decidir se réus devem ser condenados ou absolvidos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (2), às 9h, o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Foram destinadas oito sessões para análise do caso, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.</p>
<p>A expectativa é que o primeiro dia do julgamento seja destinado às manifestações das defesas e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que fará a acusação.</p>
<p>A votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. As penas podem passar de 30 anos de prisão.</p>
<p><strong>Quem são os réus?</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p><strong>Crimes</strong><br />
Os réus respondem no Supremo pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A possibilidade de suspensão está prevista na Constituição.</p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p>Ramagem continua respondendo pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
<p><strong>Primeira sessão</strong><br />
A sessão de hoje será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, o ministro chamará o processo para julgamento e dará a palavra a Alexandre de Moraes, relator do caso, que fará a leitura do relatório. O documento contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.</p>
<p>Após a leitura do relatório, Zanin passará a palavra para a acusação e às defesas dos réus.</p>
<p>O procurador-geral da República será responsável pela acusação. Paulo Gonet terá a palavra pelo prazo de até duas horas para defender a condenação dos réus.</p>
<p>Após a sustentação da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor de seus clientes. Eles terão prazo de até uma hora para suas considerações.</p>
<p>O julgamento será interrompido para o almoço por volta das 12h. À tarde, a sessão será retomada por volta das 14h.</p>
<p>Além de Moraes, relator do caso, fazem parte da Primeira Turma os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.</p>
<p><strong>Votos</strong><br />
Nas próximas sessões, o primeiro a votar será Alexandre de Moraes. Em sua manifestação, o ministro vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.</p>
<p>Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre a questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito.</p>
<p>Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.</p>
<p>A condenação ou absolvição ocorrerá com o voto da maioria de três dos cinco ministros da turma.</p>
<p><strong>Acusações</strong><br />
Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano &#8220;Punhal Verde e Amarelo&#8221;, com planejamento voltado ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.</p>
<p>Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Lula.</p>
<p>A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
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		<item>
		<title>Bolsonaro será primeiro ex-presidente a ser julgado por tentativa de golpe</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/bolsonaro-sera-primeiro-ex-presidente-a-ser-julgado-por-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 11:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-presidente]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Julgamento do ex-mandatário começa nesta terça-feira (2); condenação pode levar a mais de 40 anos de prisão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O STF (Supremo Tribunal Federal) inicia nesta terça-feira (2) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de articular um golpe de Estado após perder as eleições de 2022. É a primeira vez que um ex-presidente brasileiro será julgado por tentativa de ruptura democrática.</p>
<p>O Brasil nunca havia levado um presidente ao banco dos réus por conspiração golpista. Em 1964, quando os militares depuseram João Goulart e instauraram a ditadura, nenhum presidente foi punido, já que o golpe foi consolidado.</p>
<p>Em 1979, João Baptista Figueiredo, o último presidente da ditadura militar, sancionou a Lei da Anistia. Além de perdoar aqueles que manifestavam contra a ditadura, a impunidade também se estendeu aos militares que cometeram abusos em nome do Estado desde o golpe de 1964, incluindo a tortura e a execução de adversários da ditadura.</p>
<p>Agora, quase 50 anos depois, o Supremo julga um ex-presidente acusado de atentar contra a democracia.</p>
<p>Bolsonaro e outros 30 réus foram denunciados por golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Segundo apuração da CNN, a condenação é considerada certa. Uma possível discordância entre os ministros deve se concentrar na dosimetria da pena, que pode ultrapassar 40 anos.</p>
<p>No parecer enviado ao Supremo, que recomenda a condenação dos réus, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que Bolsonaro exerceu papel central no plano de ruptura democrática.</p>
<p>Segundo ele, o grupo que reunia aliados do governo e membros das Forças Armadas montou um esquema “progressivo e sistemático” para corroer as instituições e impedir a alternância de poder após as eleições de 2022. O roteiro previa inclusive o assassinato de autoridades.</p>
<p>Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, por decisão do ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Ele é o quarto ex-presidente preso desde a redemocratização, ao lado de Fernando Collor (sem partido), Michel Temer (MDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também se tornou o sexto a responder a uma ação penal. Desde 1985, apenas Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso nunca responderam à Justiça.</p>
<p>Além de Bolsonaro, outros sete réus serão julgados a partir desta terça-feira. São eles:</p>
<ul>
<li>Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, candidato a vice-presidente em 2022;</li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente;</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);</li>
<li>Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro;</li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Bolsonaro; e</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Quem são os ministros que vão julgar Bolsonaro e mais 7 por plano de golpe</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/quem-sao-os-ministros-que-vao-julgar-bolsonaro-e-mais-7-por-plano-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 13:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ministros]]></category>
		<category><![CDATA[plano de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira Turma do STF será responsável por decidir se condena ou absolve os réus do núcleo 1 da ação penal que apura tentativa de golpe de Estado em 2022</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar na próxima terça-feira (2) os réus do núcleo 1, ou &#8220;núcleo crucial&#8221;, da ação penal que apura uma tentativa de golpe de Estado no país em 2022.</p>
<p>O colegiado terá sessões extraordinárias nos dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro para análise do caso que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus.</p>
<p>No julgamento, os ministros votarão pela condenação ou absolvição dos réus e definirão uma pena. O relator, ministro Alexandre de Moraes, começará a sessão com a leitura de seu relatório, no qual deve retomar todas as provas colhidas e produzidas durante o processo.</p>
<p><strong>Veja quem são os réus do núcleo 1:</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente;</li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, candidato a vice-presidente em</li>
<li>2022;</li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente;</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);</li>
<li>Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro;</li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Bolsonaro;</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p><strong>Perfil dos ministros</strong><br />
<strong>Cristiano Zanin:</strong> o presidente da Primeira Turma nasceu em Piracicaba (SP). É formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O ministro é especialista em litígios estratégicos e decisivos, empresariais ou criminais, nacionais e transnacionais. Antes de ser nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao STF, atuou como advogado de 2000 a 2023.</p>
<p><strong>Alexandre de Moraes:</strong> natural de São Paulo (SP), o ministro é formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), onde também obteve o doutorado em Direito do Estado. Sua carreira inclui atuação como promotor de Justiça em São Paulo, secretário de Justiça e de Segurança Pública do estado, além de ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi nomeado ao STF em 2017 pelo presidente Michel Temer.</p>
<p><strong>Cármen Lúcia:</strong> nascida em Montes Claros (MG), a ministra se formou em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e obteve mestrado em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Antes de ingressar no STF, atuou como procuradora do Estado de Minas Gerais e professora universitária. Foi nomeada ao STF em 2006 pelo presidente Lula.</p>
<p><strong>Flávio Dino:</strong> natural de São Luís (MA), o magistrado é formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e obteve mestrado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Sua trajetória profissional inclui atuação como juiz federal, deputado federal, senador, governador do Maranhão e ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi nomeado ao STF em 2024 pelo presidente Lula.</p>
<p><strong>Luiz Fux:</strong> nascido no Rio de Janeiro (RJ), ele é graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Tem atuação como advogado, promotor de Justiça e juiz e desembargador no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em 2011, foi nomeado ministro do STF pela presidente Dilma Rousseff (PT).</p>
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		<item>
		<title>Bolsonaro &#8220;enxugou documento&#8221; para &#8220;somente&#8221; prender Moraes, diz Cid</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/bolsonaro-enxugou-documento-para-somente-prender-moraes-diz-cid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[documento]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro confirmou que ex-presidente recebeu e editou minuta do golpe</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante depoimento, o coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou, nesta segunda-feira (9), que o ex-presidente recebeu e editou o documento da chamada “minuta do golpe”.</p>
<p>Ao ser questionado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se Bolsonaro tinha recebido e também lido o suposto documento, Cid respondeu: <strong>“Sim senhor, recebeu e leu”</strong>.</p>
<p>O ex-ajudante de ordens confirmou que, ao recebê-lo, o ex-presidente teria enxugado o texto, que previa a prisão de ministros do Supremo, do presidente do Senado da época, Rodrigo Pacheco e outras autoridades do Judiciário e do Legislativo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Ele enxugou o documento, ele enxugou o documento. Basicamente, retirando as autoridades das prisões, somente o senhor ficaria como preso&#8221;</strong>, disse se referindo à Moraes, que é relator do caso na Primeira Turma da Suprema Corte.</p>
</blockquote>
<p>Cid justificou que não estava na sala onde Bolsonaro teria feito as alterações no documento da minuta, junto com o ex-assessor Filipe Martins, mas que depois disso, teriam lhe mostrado o documento.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Eu não estava na sala no momento em que foram feitas as alterações. Depois quando ele [Filipe Martins] saiu, que ele sentou do meu lado ali, que ali que eu tive, que eu vi o documento (&#8230;) e já estava com as correções, ele estava com o computador para fazer essas alterações solicitadas pelo presidente”</strong>, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Início das oitivas com réus</strong><br />
O STF começou a realizar, nesta segunda (9), os interrogatórios dos réus do chamado &#8220;núcleo crucial&#8221; da ação penal que apura uma tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. Ao todo, serão ouvidos oito réus:</p>
<ul>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;</li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado e ex-chefe da Abin;</li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;</li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do GSI;</li>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;</li>
<li>e Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e vice de Bolsonaro na eleição em 2022.</li>
</ul>
<p>A Primeira Turma do STF reservou os cinco dias desta semana para os interrogatórios.</p>
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