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	<title>propostas - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>propostas - Em Dia ES</title>
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		<title>ES lança programa inédito com encontros regionais para ouvir pessoas com deficiência</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/es-lanca-programa-inedito-com-encontros-regionais-para-ouvir-pessoas-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[encontros]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa vai percorrer as dez microrregiões do Estado para elaborar plano de políticas públicas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado, por meio da Subsecretaria de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência da Casa Civil e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo, em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo, lançou, nesta terça-feira (17), o Programa de Fortalecimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Entidades Afins do Estado do Espírito Santo.</p>
<p>O programa foi lançado pelo governador Renato Casagrande em evento realizado no Centro de Excelência de Esportes para Pessoas com Deficiência Sidney de Carvalho Rosadas, em Vitória. Inaugurado no ano passado, o espaço é a segunda maior estrutura do Brasil voltada exclusivamente ao paradesporto e a primeira obra desse tipo construída por um governo estadual no País.</p>
<p>Pelo programa, em uma iniciativa inédita no Brasil, serão realizados cinco encontros nas dez microrregiões do Espírito Santo, entre maio e agosto deste ano, para ouvir pessoas com deficiência dos 78 municípios capixabas. As propostas serão organizadas em cinco eixos: Educação, Saúde, Trabalho, Assistência Social e Acessibilidade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Estamos estruturando e ampliando as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência no Espírito Santo. Esse trabalho só é possível com diálogo e parceria com as instituições e, principalmente, com a escuta de quem vive essa realidade no dia a dia. Nosso objetivo é avançar na construção de um Estado mais justo, inclusivo e com oportunidades para todos”</strong>, afirmou o governador Renato Casagrande.</p>
</blockquote>
<p>A proposta é ouvir entidades representativas, conselhos municipais e demais interessados para a definição conjunta de políticas públicas voltadas à inclusão, assegurando que as pessoas com deficiência tenham seus direitos garantidos de forma plena e equitativa, considerando a diversidade de necessidades e potencialidades desse público. Atualmente, cerca de 276 mil pessoas no Espírito Santo têm algum tipo de deficiência.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Esse trabalho é uma construção coletiva. O que queremos é democratizar o processo de elaboração das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência no nosso Estado, e ninguém melhor que eles para apontar suas principais necessidades. Serão reuniões regionais participativas nas dez microrregiões, em uma iniciativa inédita no Brasil, que já desperta o interesse de outros estados”</strong>, explicou o subsecretário de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência da Casa Civil, Martoni Sampaio.</p>
</blockquote>
<p><strong>Plano Estadual de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência</strong><br />
Além das reuniões presenciais em unidades do Ifes — em Alegre, Colatina, Santa Teresa, Nova Venécia e no Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância, em Vitória — os participantes terão acesso a um curso de formação com conteúdos sobre legislação brasileira, programas voltados às pessoas com deficiência, acessibilidade e inclusão na prática.</p>
<p>A formação tem como objetivo qualificar os participantes para contribuir ativamente na elaboração do Plano Estadual de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“É gratificante para a Fapes colaborar com esse projeto, que se apresenta como ponto de partida para uma política pública em prol das pessoas com deficiência. Nossa expectativa é que, com a parceria entre o Governo do Estado e a academia, representada pelo Ifes, o projeto alcance seus objetivos e fortaleça iniciativas que contribuam para a qualidade de vida dos capixabas”</strong>, destacou o diretor-geral da Fapes, Rodrigo Varejão.</p>
</blockquote>
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		<title>Brics defende nova ordem global e avança em propostas sobre tecnologia, clima e economia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brics-defende-nova-ordem-global-e-avanca-em-propostas-sobre-tecnologia-clima-e-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[BRICS]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[nova ordem global]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Declaração após encontro no Brasil propõe infraestrutura de dados própria, renegociação de dívidas e reforma do Conselho de Segurança da ONU. Bloco se posiciona sobre conflitos no Irã, Gaza, Ucrânia e outras regiões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 17ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro neste domingo (6) e que segue nesta segunda (7), resultou na &#8220;Declaração do Rio&#8221;, um documento que consolida a posição do bloco em defesa de uma ordem internacional mais justa e representativa para o Sul Global. Os líderes dos 11 países-membros e nações parceiras estabeleceram diretrizes para aprofundar a cooperação econômica, tecnológica e de segurança, além de se posicionarem sobre os principais conflitos globais e desafios como as mudanças climáticas e a governança da inteligência artificial.</p>
<p>O documento final, com 126 pontos, expressa a visão do Brics de que o Sul Global é um &#8220;motor de mudanças positivas&#8221; diante do agravamento das tensões geopolíticas e da desaceleração econômica. Durante o encontro, sob a presidência do Brasil, foram aprovadas propostas para a criação de uma infraestrutura de comunicação independente, parcerias para a eliminação de doenças, e uma declaração específica sobre a governança da Inteligência Artificial.</p>
<p>O Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Juntos, representam 39% da economia mundial e 48,5% da população do planeta.</p>
<p><strong>Cooperação econômica e financeira</strong><br />
No campo econômico, o Brics defendeu a renegociação das dívidas de países de renda baixa e média, pedindo a implementação do Marco Comum do G20 para Tratamento da Dívida. O presidente Lula criticou o FMI e o Banco Mundial, afirmando que as instituições <strong><em>&#8220;sustentam um Plano Marshall às avessas, em que as economias emergentes e em desenvolvimento financiam o mundo mais desenvolvido&#8221;.</em></strong></p>
<p>A declaração também propôs o início das discussões sobre uma iniciativa de Garantias Multilaterais (GMB) a ser incubada dentro do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do Brics. O mecanismo visa reduzir o risco de investimentos estratégicos no Sul Global, com um projeto piloto a ser desenvolvido ao longo de 2025.</p>
<p><strong>Tecnologia, clima e desenvolvimento social</strong><br />
O avanço tecnológico foi um tema prioritário. O Brics aprovou a realização de um &#8220;Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica&#8221; para criar uma rede de comunicação de alta velocidade com cabos submarinos próprios. Segundo a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, o projeto busca aumentar<strong><em> &#8220;a velocidade, a segurança e a soberania na troca de dados&#8221;, </em></strong>que hoje dependem de uma infraestrutura concentrada no Norte Global. O estudo deve ser financiado pelo NDB.</p>
<p>Em uma declaração específica, o grupo defendeu uma governança global para a Inteligência Artificial (IA) centrada na ONU, com desenvolvimento em código aberto para garantir acesso equitativo. O documento aborda os riscos da tecnologia, como a disseminação de desinformação, vieses algorítmicos e impactos no mercado de trabalho. <strong><em>&#8220;O desenvolvimento da Inteligência Artificial não pode se tornar privilégio de poucos países ou um instrumento de manipulação na mão de bilionários&#8221;,</em></strong> declarou Lula.</p>
<p><strong>Outras áreas de cooperação incluem:</strong><br />
<strong>. Saúde:</strong> Foi aprovada a &#8220;Parceria para a Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas&#8221;, inspirada em programas brasileiros. A iniciativa visa combater doenças como tuberculose, hanseníase e malária, que afetam principalmente populações em vulnerabilidade social.<br />
<strong>. Clima:</strong> O bloco reafirmou que o financiamento climático é uma &#8220;responsabilidade dos países desenvolvidos&#8221; e apoiou a COP30, que será realizada em Belém. O grupo também rejeitou medidas protecionistas unilaterais sob o pretexto de preocupações ambientais.<br />
<strong>. Direitos Humanos:</strong> A Carta do Rio incluiu um capítulo de compromisso contra &#8220;todas as formas de discriminação&#8221;, citando o combate ao racismo, xenofobia, intolerância religiosa e a promoção da igualdade para mulheres e pessoas com deficiência.</p>
<p><strong>Paz, segurança e a reforma da governança global</strong><br />
Um dos eixos centrais da cúpula foi a discussão sobre paz e segurança. Na declaração, o Brics expressou<strong><em> &#8220;preocupação com os conflitos em curso em diversas partes do mundo e com o atual estado de polarização e fragmentação da ordem internacional&#8221;.</em></strong> O grupo também manifestou apreensão com o aumento dos gastos militares globais em detrimento do financiamento para o desenvolvimento.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a demora na reforma do Conselho de Segurança da ONU torna o mundo &#8220;mais instável e perigoso&#8221;. A declaração final do Brics referendou as aspirações de Brasil, Índia e dos países africanos por assentos permanentes no conselho, buscando torná-lo mais democrático e representativo.</p>
<p><strong>Sobre os conflitos específicos, o Brics:</strong><br />
<strong>. Irã:</strong> Pela primeira vez, condenou diretamente os ataques militares contra o Irã ocorridos desde 13 de junho de 2025, classificando-os como &#8220;uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas&#8221;.<br />
<strong>. Gaza:</strong> Apelou por um &#8220;cessar-fogo imediato, permanente e incondicional&#8221;, a retirada das forças israelenses do Território Palestino Ocupado e a libertação de todos os reféns e detidos. O bloco reafirmou o apoio à solução de dois Estados, com um Estado da Palestina soberano nas fronteiras de 1967. O Irã, em nota, divergiu, defendendo a solução de um Estado único.<br />
<strong>. Ucrânia:</strong> Registrou as &#8220;posições nacionais&#8221; dos membros sobre o conflito e manifestou apreço por propostas de mediação, esperando que os esforços &#8220;conduzam a um acordo de paz sustentável&#8221;. O documento também condenou ataques contra infraestrutura civil em território russo.<br />
<strong>. Outros conflitos:</strong> Manifestou preocupação com as crises no Sudão, Síria, Líbano e Haiti, defendendo soluções diplomáticas e lideradas localmente, com apoio da comunidade internacional e da ONU.</p>
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