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	<title>Projeção - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Projeção - Em Dia ES</title>
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		<title>Fazenda eleva projeção de inflação para 2026 com alta do petróleo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/fazenda-eleva-projecao-de-inflacao-para-2026-com-alta-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 20:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IPCA sobe para 3,7%, enquanto PIB segue estimado em 2,3%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A volatilidade no mercado internacional de petróleo em meio às tensões no Oriente Médio fez o Ministério da Fazenda revisar para cima a projeção de inflação para 2026.</p>
<p>Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (13) pela Secretaria de Política Econômica (SPE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o próximo ano em 3,7%, ante estimativa anterior de 3,6%.</p>
<p>Apesar da revisão na inflação, a pasta manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,3% para 2026.</p>
<p>Segundo o governo, a atualização reflete principalmente o impacto do aumento no preço do petróleo no mercado internacional, que elevou as projeções de custos de combustíveis no Brasil.</p>
<p><strong>Petróleo</strong><br />
A SPE elevou a estimativa do preço médio do petróleo para US$ 73,09 por barril em 2026, contra projeção anterior de US$ 65,97, alta de cerca de 10,8%.</p>
<p>O aumento foi incorporado às projeções macroeconômicas considerando que parte da elevação dos preços nas refinarias será repassada ao consumidor final.</p>
<p>De acordo com o estudo, o cálculo considera um repasse de 20% a 30% do preço praticado pelas distribuidoras para o valor final dos combustíveis.</p>
<p>Por outro lado, a valorização do real em relação ao dólar ajuda a reduzir parte dessa pressão inflacionária.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
A atualização das projeções considera também o comportamento recente do câmbio. A estimativa para a cotação média do dólar em 2026 caiu de R$ 5,43 para R$ 5,32, o que contribui para moderar parte do impacto inflacionário.</p>
<p><strong>Segundo a SPE:</strong></p>
<ul>
<li>Cada alta de 1% no preço do petróleo pode elevar o IPCA em 0,02 ponto percentual</li>
<li>Cada apreciação de 1% do real frente ao dólar pode reduzir a inflação em 0,06 ponto percentual</li>
</ul>
<p>Além do IPCA, outros indicadores também tiveram revisão:</p>
<ul>
<li>INPC: passou de 3,7% para 3,8%;</li>
<li>IGP-DI: subiu de 4,6% para 4,9%.</li>
</ul>
<p>O IGP-DI é mais sensível ao petróleo porque inclui itens do atacado, como produtos da indústria extrativa, derivados de petróleo e fertilizantes.</p>
<p><strong>Crescimento</strong><br />
Mesmo com o choque de preços, o governo manteve a projeção de crescimento econômico de 2,3% para 2026.</p>
<p>Segundo a SPE, a alta do petróleo tende a estimular a atividade econômica brasileira porque o país se tornou exportador líquido de petróleo e derivados.</p>
<p>A valorização da commodity pode:</p>
<ul>
<li>ampliar o superávit comercial;</li>
<li>elevar a arrecadação com royalties e tributos do setor;</li>
<li>impulsionar a atividade extrativa e segmentos relacionados.</li>
</ul>
<p>Em cenário de choque mais intenso, as simulações da SPE indicam que o PIB poderia ganhar até 0,36 ponto percentual adicional, embora com pressão maior sobre a inflação.</p>
<p><strong>Projeções por setor</strong><br />
As estimativas de crescimento para os principais setores da economia em 2026 foram mantidas com pequenas alterações:</p>
<ul>
<li>Agropecuária: crescimento de 1,2%</li>
<li>Indústria: alta de 2,2%</li>
<li>Serviços: expansão de 2,4%</li>
</ul>
<p>Segundo a equipe econômica, o desempenho da indústria em 2025 ficou abaixo do esperado, o que reduziu o chamado <em>“carregamento estatístico”</em> para o crescimento do setor em 2026.</p>
<p><strong>Cenários</strong><br />
A SPE também simulou cenários mais severos ligados ao conflito no Oriente Médio, incluindo impactos de uma guerra prolongada envolvendo o Irã.</p>
<p>No cenário mais extremo:</p>
<ul>
<li>O PIB poderia crescer 0,36 ponto percentual adicional;</li>
<li>A inflação subir até 0,58 ponto percentual;</li>
<li>A arrecadação federal aumentar até R$ 96,6 bilhões.</li>
</ul>
<p>Segundo o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, projeções mais adversas dependeriam de interrupções relevantes na oferta global de petróleo.</p>
<p><strong>Medidas</strong><br />
As projeções divulgadas não consideram ainda as medidas anunciadas pelo governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis.</p>
<p><strong>Entre elas estão:</strong></p>
<ul>
<li>redução a zero do PIS/Cofins sobre o diesel;</li>
<li>subvenção de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores;</li>
<li>criação de imposto sobre exportação de petróleo.</li>
</ul>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o foco no diesel ocorre porque o combustível tem forte impacto sobre a inflação, já que é amplamente utilizado no transporte de cargas e no escoamento da produção agrícola.</p>
<p>O governo estima que as medidas podem impedir o preço do diesel de subir R$ 0,64 por litro nas bombas. Nesta sexta, a Petrobras anunciou aumento de R$ 0,38 no litro do diesel nas distribuidoras.</p>
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		<title>Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 18:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa para expansão da economia este ano é 2,16%, diz BC</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2025 – a expansão da economia e o índice de inflação &#8211; ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (10) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).</p>
<p>A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país – ficou em 4,55% este ano. Para 2026, a projeção da inflação também permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para este ano ainda está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Depois de queda em agosto, em setembro a inflação oficial subiu 0,48%, com influência da alta da conta de luz. Em 12 meses, o IPCA acumula 5,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Juros básicos</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic na última reunião, na semana passada, mas o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.</p>
<p>A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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		<title>Terceiro mandato de Lula pode ter a menor inflação acumulada desde 1999, aponta projeção</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/terceiro-mandato-de-lula-pode-ter-a-menor-inflacao-acumulada-desde-1999-aponta-projecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 11:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[FGV Ibre]]></category>
		<category><![CDATA[governo lula]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o índice de 19,11% se confirmar, superará o recorde do segundo mandato do presidente. Governo, no entanto, vê desafio na percepção popular para 2026</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode terminar com a inflação acumulada mais baixa desde a implementação do regime de metas no país, em 1999. Segundo cálculo do economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), feito a pedido da Folha de S. Paulo, a inflação pode chegar ao final do governo acumulada em 19,11%. Se as projeções para este e o próximo ano se concretizarem, será o menor índice observado em um mandato presidencial nos últimos 25 anos, batendo o recorde anterior de 22,21%, registrado no segundo mandato de Lula (2006-2010).</p>
<p>A perspectiva de que a gestão petista alcance um novo recorde de menor inflação acumulada em 2026, ano eleitoral, tem sido celebrada no governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é um dos que tem incorporado esse discurso.</p>
<p><strong>&#8220;O senhor [Lula] vai terminar o terceiro mandato com a menor inflação acumulada da história do Brasil. O mais importante é que o senhor está batendo esse próprio recorde. Porque antes desse mandato, o senhor já tinha batido esse recorde no segundo mandato&#8221;,</strong> disse Haddad durante o evento de lançamento do programa Reforma Casa Brasil.</p>
<p>No Brasil, o sistema de metas para inflação foi adotado em 1999, quando o alvo foi fixado inicialmente em 8% ao ano. Desde o início deste ano, está em vigor o regime de avaliação contínua, com alvo central de 3% e margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (oscilando entre 1,5% e 4,5%).</p>
<p><strong>Desafio na percepção popular</strong><br />
Mesmo com a perspectiva de queda na inflação acumulada, o sentimento do brasileiro ainda é de peso no orçamento. De acordo com Braz, isso pode ser explicado porque esse indicador se difere de outros, como o IPCA, podendo gerar diferenças entre os números realizados e a percepção pública com relação aos preços. Para o economista, é necessário avaliar quais itens subiram acima da média durante o governo.</p>
<p>Uma pesquisa Datafolha de abril deste ano mostrou que, para 54% dos brasileiros, o governo Lula seria o principal responsável pelo aumento dos preços dos alimentos nos meses anteriores.</p>
<p>Para integrantes da equipe de comunicação do governo, ouvidos pela Folha sob reserva, essa disparidade entre os números realizados e a percepção popular ainda pode demonstrar um desafio a ser enfrentado para a campanha eleitoral de 2026.</p>
<p>Na avaliação desses interlocutores, isso deve ser atenuado com pautas voltadas à renda, emplacadas pela gestão petista, como o Auxílio Gás e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês (ainda em tramitação no Congresso). Eles apontam, ainda, que os efeitos de indicativos como a queda da inflação demoram mais a serem sentidos na ponta, pois a queda dos preços não significa que os itens estejam tão baratos quanto a população gostaria.</p>
<p><strong>A questão dos alimentos</strong><br />
Na última campanha eleitoral, a promessa de que as famílias poderiam voltar a comer picanha e tomar uma &#8220;cervejinha&#8221; foi um mote de Lula. A queda dos preços é uma pauta cara ao governo desde 2022.</p>
<p>Em 2023, os preços das carnes registraram queda de janeiro a agosto, mas voltaram a subir a partir de setembro daquele ano. Em dezembro de 2024, a inflação da picanha estava em 8,74%, acima do IPCA cheio, que havia fechado o ano em 4,83%. O cenário em 2022 ia na direção oposta: enquanto o índice oficial fechou o ano em 5,79%, a inflação da picanha estava em 0,49%.</p>
<p><strong>&#8220;Os salários dos trabalhadores são corrigidos pela inflação, então, se a picanha sobe igual ao IPCA, por exemplo, isso não é um problema, porque o seu salário vai acompanhar&#8221;,</strong> afirma Braz. <strong>&#8220;Só que o que acontece é que às vezes a carne sobe 20% e o seu salário sobe 4%. Então, um item de primeira necessidade subir 20% significa que você vai comer menos carne, você vai substituir carne por ovo, vai comer menos vezes na semana, vai comprar uma quantidade de quilo menor. Então você vai perder qualidade de vida&#8221;,</strong> complementa o economista.</p>
<p>A estrategista de inflação da Warren Investimentos, Andréa Angelo, afirma que a alta de preços é o aspecto de maior impacto para a população.<strong> &#8220;É você chegar no mercado com R$ 100 e não conseguir comprar o que a sua cesta de consumo precisa&#8221;,</strong> diz. <strong>&#8220;Quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) vai pesquisar todos os meses os preços na economia [&#8230;] ele vê uma média. Então, uma variação de preço mais contida, mas com sinal positivo, ainda é uma inflação. Os preços estão crescendo, mas crescendo em ritmo de um pouco mais devagar&#8221;,</strong> completa.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,56% em 2025</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-456-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 19:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativa para o PIB é 2,16% este ano, diz BC</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estimativa do mercado financeiro do Brasil para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,70% para 4,56%, em 2025.</p>
<p>A previsão foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (27), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,27% para 4,20%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,82% e 3,54%, respectivamente.</p>
<p><strong>Meta de inflação</strong><br />
A estimativa de inflação para 2025 está acima do teto da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) neste ano é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Depois de queda em agosto, em setembro a inflação oficial subiu 0,48%, com influência da alta da conta de luz. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 5,17%. O dado de setembro é o maior desde março (0,56%).</p>
<p><strong>Juros básicos</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em 17 de setembro, o colegiado manteve a Selic em 15% ao ano.</p>
<p>As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic, na última reunião, no mês passado.</p>
<p>A última ata do órgão do Banco Central afirma que a intenção do Copom é manter a taxa de juros atual (15%) “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</p>
<p>A estimativa dos analistas sobre a taxa básica que encerrará 2025 se manteve em 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB</strong><br />
Na edição do boletim Focus desta segunda-feira, a estimativa das instituições financeiras para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma dos bens e serviços produzidos no país – crescimento da economia brasileira este ano recuou de 2,17% para 2,16%.</p>
<p>Para 2026, a projeção para o crescimento da atividade econômica brasileira é 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro está mais otimista e calcula a expansão do PIB para 1,83% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</p>
<p>O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p><strong>Câmbio</strong><br />
A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2026, a estimativa para a moeda norte-americana se manteve em R$ 5,50.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-456-em-2025/">Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,56% em 2025</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<title>Brasileiros têm menos de 1% de chance de título no Mundial; veja projeção</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/brasileiros-tem-menos-de-1-de-chance-de-titulo-no-mundial-veja-projecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[clubes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[mundial de clubes]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=193881</guid>

					<description><![CDATA[<p>Supercomputador da Opta calculou as possibilidades dos brasileiros avançarem até um possível título</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a possibilidade de um dos quatro brasileiros do Mundial de Clubes levantar o troféu de campeão? Para o supercomputador da Opta, que faz levantamentos sobre futebol, a chance é ínfima.</p>
<p>Segundo a previsão, apenas Palmeiras e Flamengo têm alguma chance de ser campeão. Tanto o Verdão como o rubro-negro possuem 0,3% cada de ficar com a taça da Copa do Mundo.</p>
<p>Se o título está distante para a dupla, a classificação para o mata-mata parece ser uma realidade. O Palmeiras tem 51,3% de chance de avançar às oitavas, enquanto o Flamengo possui 51,8%.</p>
<p>Por outro lado, se depender do supercomputador, Fluminense e Botafogo não levantam a taça do Mundial, já que a probabilidade da dupla é zerada.</p>
<p>O Tricolor das Laranjeiras tem 39,4% de possibilidade de avançar para as oitavas de final, enquanto a chance do Glorioso é de 15,6%.</p>
<p><strong>As previsões dos brasileiros na Copa do Mundo:</strong></p>
<ul>
<li>Palmeiras: 51,3% (oitavas), 15% (quartas), 4,7% (semifinal), 1,3% (final) e 0,3% (campeão)</li>
<li>Flamengo: 51,8% (oitavas), 14,4% (quartas), 4,8% (semifinal), 1,3% (final) e 0,3% (campeão)</li>
<li>Fluminense: 39,4% (oitavas), 9,7% (quartas), 1,8% (semifinal), 0,3% (final) e 0% (campeão)</li>
<li>Botafogo: 15,6% (oitavas), 6,7% (quartas), 1,5% (semifinal), 0,3% (final) e 0% (campeão)</li>
</ul>
<p><strong>Os favoritos ao título:</strong></p>
<ul>
<li>PSG: 18,5%</li>
<li>Manchester City: 17,8%</li>
<li>Bayern de Munique: 12,8%</li>
<li>Inter de Milão: 12,3%</li>
<li>Real Madrid: 9,8%</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Projeção de alta do PIB em 2025 sobe para 2,06%, segundo Boletim Focus</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/projecao-de-alta-do-pib-em-2025-sobe-para-206-segundo-boletim-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 16:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inflação, juros e câmbio também são destaques no relatório divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (27)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2025 subiu de 2,04% para 2,06%, conforme dados do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC). O relatório semanal reúne as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos do país. A previsão anterior, divulgada há um mês, era de 2,01%.</p>
<p>Considerando apenas as 81 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa recuou de 2,10% para 2,06%. Para 2026, a expectativa de crescimento do PIB caiu de 1,77% para 1,72%. A previsão para 2027, após 78 semanas estável, passou de 2,0% para 1,96%. Para 2028, a projeção manteve-se em 2%, estável há 46 semanas.</p>
<p>O Banco Central também prevê um crescimento de 3,50% para a economia brasileira em 2024 e de 2,10% em 2025, conforme o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) mais recente.</p>
<p><strong>Inflação acima da meta</strong><br />
O relatório Focus também trouxe a previsão para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para este ano, a estimativa subiu de 5,08% para 5,5%, acima do teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta de inflação para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite superior de 4,5%.</p>
<p>Em 2024, o IPCA fechou em 4,83%, também acima do limite da meta, enquanto em 2023 a inflação foi de 4,62%. Para 2026, a projeção passou de 4,1% para 4,22%. As estimativas para 2027 e 2028 são de 3,9% e 3,73%, respectivamente.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024, o grupo alimentos e bebidas foi o que mais impactou o orçamento dos brasileiros.</p>
<p><strong>Taxa Selic e política monetária</strong><br />
O Banco Central mantém a taxa Selic como principal instrumento para controlar a inflação. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano, após um aumento de 0,5 ponto percentual na última reunião de 2024, realizada em dezembro. Esse foi o terceiro aumento consecutivo, encerrando o ciclo de cortes iniciado em agosto de 2023, quando a taxa estava em 13,75% ao ano.</p>
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) indicou que, caso os cenários previstos se confirmem, a Selic poderá ser elevada em mais um ponto percentual nas próximas duas reuniões, previstas para os dias 28 e 29 de janeiro, e em março. O mercado financeiro espera que a Selic alcance 13,25% ao ano na reunião desta semana.</p>
<p>A previsão para o final de 2025 é de uma taxa básica de 15% ao ano, com reduções projetadas para os anos seguintes: 12,5% em 2026, 10,38% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p><strong>PIB e câmbio</strong><br />
Além das projeções para o crescimento do PIB de 2025 e anos subsequentes, o relatório trouxe dados consolidados de 2024. No terceiro trimestre, o PIB brasileiro cresceu 0,9% em comparação ao segundo trimestre, acumulando alta de 3,3% entre janeiro e setembro.</p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil apresentou crescimento econômico superior ao previsto, com o PIB aumentando 3,2% em 2023 e 3% em 2022.</p>
<p>A cotação do dólar também foi revisada no Boletim Focus. Para o final de 2025 e 2026, a moeda norte-americana deve atingir R$ 6, com expectativa de estabilidade nesse patamar.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e reflete a mediana das projeções de economistas do mercado financeiro para indicadores como inflação, crescimento econômico, taxa de juros e câmbio.</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva projeção para juros em 2025 a 12% e vê inflação mais alta, mostra Focus</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-eleva-projecao-para-juros-em-2025-a-12-e-ve-inflacao-mais-alta-mostra-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 11:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para 2024, a projeção para a Selic, atualmente em 11,25%, manteve-se em 11,75% pela sétima semana consecutiva</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Analistas consultados pelo Banco Central subiram novamente sua projeção para o nível da Selic no próximo ano, em meio a expectativas mais altas para o avanço do IPCA neste ano e nos próximos dois, elevando também as previsões para as cotações do dólar, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira (18).</p>
<p>O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, mostrou que a mediana das expectativas para a taxa básica de juros ao fim do próximo ano agora é de 12,00%, de 11,50% na semana anterior.</p>
<p>Para 2024, a projeção para a Selic, atualmente em 11,25%, manteve-se em 11,75% pela sétima semana consecutiva. O BC volta a se reunir em dezembro para a última decisão de política monetária do ano.</p>
<p>A mudança na previsão ocorre na esteira da divulgação da ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na terça-feira. No documento, os membros afirmaram que deterioração adicional das expectativas de mercado para a inflação à frente pode levar a um prolongamento do ciclo de aperto dos juros básicos.</p>
<p>O BC também reforçou a defesa da adoção de medidas fiscais pelo governo, argumentando que ações nesse sentido podem induzir o crescimento econômico. O Executivo tem prometido o anúncio de um pacote de medidas de contenção de gastos a fim de garantir a sustentação do arcabouço fiscal.</p>
<p>Neste mês, o Copom decidiu acelerar o ritmo de aperto nos juros ao elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, em decisão unânime de sua diretoria que não indicou os próximos passos da política monetária.</p>
<p>A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda um aumento na projeção para o IPCA neste ano pela sétima semana consecutiva, agora com alta de 4,64% — acima do teto da meta perseguida pelo BC –, ante 4,62% há uma semana.</p>
<p>Em 2025, o avanço do índice deve chegar a 4,12%, acima dos 4,10% projetados anteriormente, e em 2026 a conta subiu a 3,70%, de 3,65%.</p>
<p>O centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Houve aumento ainda na expectativa para a cotação do dólar em 2024, agora em 5,60 reais, de 5,55 reais na semana anterior. No final do próximo ano, a moeda norte-americana deve atingir 5,50 reais, segundo os analistas, ante 5,48 reais há uma semana.</p>
<p>Sobre o PIB brasileiro, a previsão é de que a economia do país cresça 3,10% neste ano, mesma expectativa da semana anterior. Em 2025, a projeção é de que a expansão seja de 1,94%, também repetindo o dado da pesquisa anterior.</p>
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		<item>
		<title>FMI eleva para 3% projeção de crescimento do PIB do Brasil em 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/fmi-eleva-para-3-projecao-de-crescimento-do-pib-do-brasil-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 10:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundo estima desaceleração para 2025, com expansão de 2,2%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou, de 2,1% para 3%, a projeção de crescimento da economia brasileira neste ano. Apesar da melhoria nas expectativas para este ano, o fundo estima desaceleração para 2025, com o crescimento caindo de 2,4% para 2,2%.</p>
<p>As estimativas para 2024 estão abaixo das previsões oficiais. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda projeta crescimento de 3,2% neste ano.</p>
<p>O FMI atualizou as previsões de crescimento para todos os países durante a reunião anual do órgão, que ocorre em Washington nesta semana. Segundo o Fundo, a economia brasileira crescerá mais que o previsto por causa de resultados melhores que o esperado no primeiro semestre, o mercado de trabalho forte, a inflação sob controle e o aumento da renda. O FMI também citou impacto menor que o esperado das enchentes no Rio Grande do Sul sobre o Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>Para 2025, no entanto, o panorama é menos otimista. O FMI justificou a redução da estimativa de crescimento por causa da redução dos estímulos fiscais concedidos desde o ano passado e dos juros elevados. Em elevação desde setembro, a Taxa Selic (juros básicos da economia) está em 10,75% ao ano e deverá encerrar 2024 em 11,75% ao ano segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado.</p>
<p>Somente em 3 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o PIB do terceiro trimestre. No segundo trimestre, a economia brasileira cresceu 1,4% em relação aos três meses anteriores, acima de todas as estimativas.</p>
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		<item>
		<title>BC melhora projeção de alta do PIB para 3,2% este ano, mas vê desaceleração em 2025</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/bc-melhora-projecao-de-alta-do-pib-para-32-este-ano-mas-ve-desaceleracao-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 13:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=182126</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova projeção para este ano se alinha aos cálculos do Ministério da Fazenda, que também prevê expansão de 3,2% para o PIB</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/bc-melhora-projecao-de-alta-do-pib-para-32-este-ano-mas-ve-desaceleracao-em-2025/">BC melhora projeção de alta do PIB para 3,2% este ano, mas vê desaceleração em 2025</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central melhorou sua projeção de crescimento econômico em 2024 a 3,2%, ante patamar de 2,3% estimado em junho, conforme Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira (26), com impacto menor que o esperado das enchentes no Rio Grande do Sul, mas prevendo uma desaceleração no país em 2025.</p>
<p>A nova projeção para este ano se alinha aos cálculos do Ministério da Fazenda, que também prevê expansão de 3,2% para o PIB. Já o mercado, segundo a pesquisa Focus mais recente, estima que a economia crescerá 3,00% em 2024.</p>
<p>O BC afirmou que a revisão para cima para o PIB deste ano decorre principalmente da “elevada surpresa” positiva no segundo trimestre, mas ponderou que espera um menor ritmo na segunda metade deste ano e ao longo de 2025, ano para o qual a autarquia projeta um crescimento de 2,0%.</p>
<p>Entre as razões para a desaceleração, o relatório citou “expectativa de menor impulso fiscal, interrupção da flexibilização monetária iniciada em 2023, menor grau de ociosidade dos fatores de produção e ausência de forte impulso externo.”</p>
<p>A autoridade monetária disse esperar que a agropecuária registre recuo de 1,6% em 2024 e alta de 2,0% em 2025. Para a indústria, o BC vê crescimentos de 3,5% em 2024 e 2,4% no próximo ano. No caso de serviços, a previsão é de altas de 3,2% neste ano e 1,9% em 2025.</p>
<p>Em fatores analisados de perto pelo risco de gerarem pressões sobre a inflação, a autoridade monetária afirmou que a atividade econômica continuou expandindo em ritmo forte e o mercado de trabalho se mantém aquecido.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
No documento, o BC afirmou que as projeções de inflação subiram em todo o horizonte apresentado na comparação com a análise feita em junho, aumentando assim o distanciamento em relação à meta.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>“O aumento da projeção de inflação no horizonte relevante resultou principalmente da atividade econômica mais forte que o esperado, que levou a uma elevação no hiato do produto estimado, da depreciação cambial e do aumento das expectativas de inflação”</strong>, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>A autarquia destacou que a inflação acumulada em 12 meses voltou a subir, assim como as expectativas de inflação de curto e médio prazos.</p>
<p>Na reunião deste mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) piorou suas próprias projeções, vendo inflação de 4,3% em 2024 e de 3,7% em 2025, com o relatório desta quinta apontando uma estimativa de 3,3% em 2026.</p>
<p>O centro da meta de inflação é de 3% para este e os próximos anos, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</p>
<p>Pelos cálculos do BC, a probabilidade de a inflação ultrapassar o limite superior de tolerância da meta em 2024 aumentou de 28% para 36%. Em 2025, a chance aumentou de 21% para 28%. Em 2026, o BC projetou uma probabilidade de 19% de estouro do teto da meta.</p>
<p>Em relação à condução dos juros básicos, o BC reiterou mensagem da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) de que vai acompanhar os cenários ao longo do tempo, sem dar indicação futura de seus próximos passos, insistindo no “firme compromisso” de convergência da inflação à meta.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/bc-melhora-projecao-de-alta-do-pib-para-32-este-ano-mas-ve-desaceleracao-em-2025/">BC melhora projeção de alta do PIB para 3,2% este ano, mas vê desaceleração em 2025</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado eleva para 2,96% projeção de expansão da economia em 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-eleva-para-296-projecao-de-expansao-da-economia-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 16:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Projeção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=181679</guid>

					<description><![CDATA[<p>Previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,35</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,68% para 2,96%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>A revisão de 0,28 ponto percentual para cima ocorre após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre do ano, que surpreendeu e subiu 1,4% em comparação ao primeiro trimestre.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o PIB permaneceu em 1,9. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,35.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 passou de 4,3% para 4,35%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,95%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,61% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em agosto, puxado principalmente pelas quedas de preços em alimentos e despesas com habitação, houve deflação de 0,02% no país, após o IPCA ter registrado inflação de 0,38% em julho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,24%.</p>
<p><strong>Taxa de juros</strong><br />
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião, no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta nos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para esta terça-feira (17) e quarta-feira (18). Para o mercado financeiro, a Selic deve subir novamente para 10,75% ao ano nesta reunião e encerrar 2024 em 11,25% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10,5% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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