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	<title>pensões - Em Dia ES</title>
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		<title>CPMI do INSS: Governo Bolsonaro ignorou alertas de fraude desde 2019, revela diretora da CGU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 12:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eliane Viegas, da Controladoria-Geral da União, afirmou que alertas sobre descontos irregulares em aposentadorias foram feitos ainda em 2019; parlamentares da base governista acusam gestão anterior de inércia e conivência</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora de Auditoria de Previdência e Benefícios da Controladoria-Geral da União (CGU), Eliane Viegas, afirmou em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta quinta-feira (4), que o governo de Jair Bolsonaro tinha conhecimento sobre descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões desde 2019. Segundo Viegas, o primeiro alerta formal sobre as irregularidades foi feito pela CGU ao INSS naquele ano, com base em um comunicado do Ministério Público do Paraná, mas as providências para impedir a prática não foram tomadas de forma efetiva.</p>
<p>O depoimento da diretora foi corroborado por documentos e manifestações de parlamentares durante a sessão no Congresso Nacional. Eliane Viegas detalhou que o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI), que incluía órgãos como INSS, CGU, Ministério Público Federal e Dataprev, cobrou ações do instituto para coibir os descontos indevidos. <strong><em>“O primeiro alerta feito pela CGU ao INSS ocorreu em 2019, a partir de auditorias feitas em várias entidades que verificaram que, a maioria, não haviam autorizado descontos associativos, a partir de uma denúncia do Ministério Público do Paraná”,</em> </strong>afirmou a diretora.</p>
<p><strong>Entidades fantasmas e crescimento exponencial</strong><br />
Durante a sessão, parlamentares apontaram a falta de controle da gestão anterior como um fator que permitiu a proliferação de entidades fraudulentas. O deputado Alencar Santana (PT-SP) citou o caso da Ambec (Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos), que firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS em 2019, quando possuía apenas três associados. A entidade chegou a ter 650 mil filiados, e seu faturamento saltou de R$ 135 em 2019 para R$ 16 milhões no ano seguinte.</p>
<p>Outro exemplo mencionado foi o da Conafer, que iniciou seu acordo com o INSS com 718 filiados e, em três anos, passou a ter mais de 440 mil associados. Para o deputado Alencar Santana, a inércia do governo anterior foi decisiva. <strong><em>“Passaram-se quatro anos do governo anterior e a gente não viu nenhuma medida efetiva de controle, ou de suspensão dos descontos irregulares, seja provocada pela CGU, pelo Ministério Público Federal, ou pela própria Polícia Federal, em relação à roubalheira que existia”,</em></strong> disse.</p>
<p><strong>Acusações e conhecimento de autoridades</strong><br />
As acusações durante a CPMI se estenderam a altas autoridades do governo Bolsonaro. O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) levantou a hipótese de envolvimento direto do ex-presidente do INSS e ex-ministro da Previdência, José Carlos Oliveira. <strong><em>“A minha hipótese é que José Carlos Oliveira (&#8230;) é o patrocinador da formação dessa organização criminosa. O ministro do Bolsonaro era o chefe da quadrilha”,</em></strong> acusou.</p>
<p>Para reforçar a tese de que o governo anterior estava ciente do problema, o deputado Alencar Santana apresentou um documento que comprova a realização de uma reunião em 30 de julho de 2019. O encontro contou com a presença do então ministro da Justiça, Sergio Moro, do secretário nacional do Consumidor, Luciano Timm, e do então presidente do INSS, Renato Vieira, para tratar das denúncias.</p>
<p><strong>Tensão na comissão</strong><br />
O depoimento de Eliane Viegas gerou momentos de tensão, principalmente durante o questionamento do relator da CPMI, o deputado bolsonarista Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). Ao perguntar se a CGU havia comunicado alguma autoridade em 2021 sobre as irregularidades, Gaspar demonstrou irritação com a resposta da servidora.</p>
<p>Viegas começou a explicar:<strong><em> “Se nós pegarmos as atas do GTI (Grupo de Trabalho Interministerial) da Previdência, nós temos sim manifestações, e não só da CGU, mas do Ministério Público, da Defensoria Pública da União&#8230;”.</em></strong> Ela foi repetidamente interrompida pelo relator aos gritos de “não, não, não”, que insistia em uma resposta objetiva, mas não permitia que ela a completasse.</p>
<p><strong>Próximos passos da investigação</strong><br />
A CPMI aprovou 56 requerimentos na sessão desta quinta-feira. Entre eles, a quebra do sigilo das visitas de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e apontado como operador central do esquema, ao Senado. Antunes, que teria movimentado R$ 53 milhões, será intimado pela Polícia Legislativa para depor no dia 15.</p>
<p>A comissão também aprovou um requerimento de informação sobre as pessoas que atuaram com procuração em nome do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical (Sindnapi) entre 2015 e 2023. A entidade tem como vice-presidente José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Estão confirmados para a próxima semana os depoimentos de dois ex-ministros da Previdência: Carlos Lupi, que chefiou a pasta no atual governo, falará na segunda-feira (8), e José Carlos Oliveira, ministro durante o governo Bolsonaro, será ouvido na quinta-feira (11).</p>
<p>Enquanto as investigações avançam, o governo federal informou que já garantiu o ressarcimento de R$ 2,128 bilhões a aposentados e pensionistas lesados pelo esquema, com previsão de pagamento até o dia 9 de setembro.</p>
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		<title>Previdência quer proibir uso de aposentadorias e pensões em bets</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/previdencia-quer-proibir-uso-de-aposentadorias-e-pensoes-em-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 15:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[pensões]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro fez uma palestra no Instituto dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira e chegou a classificar o mercado das bets como um "sistema mafioso"</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Previdência Social pode proibir o uso de aposentadorias e pensões em sites de apostas esportivas, as bets. De acordo com o ministro Carlos Lupi, uma alternativa legal ainda está sendo estudada e ele espera colocá-la em prática &#8220;o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;O benefício da Previdência é para a subsistência da pessoa. O desafio da gente é que a gente não pode intervir no dinheiro privado. Mas como os pagamentos têm subsídio do governo, a nossa equipe jurídica está estudando a proibição baseada nisso, de que tem dinheiro do Tesouro e dinheiro público não foi feito pra entrar no jogo&#8221;.</em></strong></p>
<p>Lupi fez uma palestra no Instituto dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira e chegou a classificar o mercado das bets como um &#8220;sistema mafioso&#8221;. Em entrevista ao final do evento, também foi enfático: <strong><em>&#8221; Eu não quero ser arbitrário, nem autoritário. Eu entendo que é o dinheiro do cidadão, mas eu entendo também que não é para isso que existe aposentadoria e pensão. É para garantir o sistema de sobrevivência da pessoa. E jogo, em nenhuma parte do mundo, é sistema de sobrevivência &#8220;.</em></strong></p>
<p>O ministro argumentou que a medida seria semelhante à proibição do uso dos benefícios assistenciais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada &#8211; BPC. Lupi acrescentou que os bancos têm mecanismo para evitar que os clientes consigam fazer transferências para os sites de aposta: <strong><em>&#8220;O banco separa todos os pagamentos. Se você pega seu extrato está lá: mercado, compras, luz. Se proibir, o próprio sistema consegue coibir isso&#8221;.</em></strong></p>
<p>De acordo com Lupi, a equipe jurídica do Ministério está avaliando se a proibição pode ser feita diretamente pelo Instituto Nacional de Seguridade Social, via portaria, ou se precisa ser avaliada pelo Conselho Nacional da Previdência.</p>
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