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	<title>Paris 2024 - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Paris 2024 - Em Dia ES</title>
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		<title>Brasil fecha Paralimpíadas em quinto lugar no quadro de medalhas com campanha histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 11:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Paralimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Paraolimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil contou com uma delegação de 280 atletas, que representaram o país em 20 das 22 modalidades da competição</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil atingiu seu recorde de medalhas na história de uma edição de Jogos Paralímpicos: 89 pódios em Paris 2024, superando os 72 conquistados nos jogos Rio 2016 e em Tóquio 2020. São 25 de ouro, 26 de prata e 38 de bronze. Com isso, o país se consolida entre as cinco maiores potências em Jogos Paralímpicos.</p>
<p>Nesse domingo (8), último dia da competição, a halterofilista carioca Tayana Medeiros levantou 156 quilos e conquistou o ouro da categoria até 86 quilos nos Jogos Paralímpicos de Paris, com direito a recorde paralímpico.</p>
<p>Já a Paracanoagem teve uma dobradinha histórica nos Jogos neste domingo: Fernando Rufino conquistou o bicampeonato, enquanto Igor Tofalini faturou a medalha de prata. É a primeira vez na história que ocorre uma dobradinha em Paralimpíadas numa prova masculina da modalidade que usa tronco e braços na remada.</p>
<p>No sábado (7), a acreana Jerusa Geber deu mais uma demonstração de que, aos 42 anos de idade, vive o ápice de sua carreira esportiva. Conquistou mais uma medalha de ouro no atletismo nos 200 metros classe T11, destinada a deficientes visuais, com o tempo de 24s51, igualando o recorde paralímpico da britânica Libby Clegg nos Jogos Rio 2016.</p>
<p>Outra conquista brasileira no atletismo no sábado foi o bronze que o paulista Thomaz Ruan alcançou na prova dos 400 metros classe T47, para amputados de braço. Ele conseguiu o tempo de 47s97, ficando atrás somente de dois marroquinos, Ayoub Sadni, prata com 47s16, e Aymane El Haddaoui, ouro com 46s65.</p>
<p>O Brasil conta com uma delegação de 280 atletas, que representaram o país em 20 das 22 modalidades da competição.</p>
<p>A primeira edição dos Jogos Paralímpicos aconteceu em 1960, em Roma. O Brasil ganhou sua primeira medalha em Jogos Paralímpicos em 1976, uma prata, em Toronto, na modalidade Lawn Bowls, um esporte semelhante à bocha.</p>
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		<title>Atletismo conquista mais três medalhas nos Jogos Paralímpicos de Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 16:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Paralímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Yeltsin fez o tempo de 3min55s82, quebrando os recordes mundial e paralímpico que eram dele mesmo, obtido nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 com 3min57s60</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil conquistou mais três medalhas no atletismo na manhã desta terça-feira (3), nos Jogos Paralímpicos de Paris. Um ouro, com o sul-mato-grossense Yeltsin Jacques, e um bronze, com o paulista Júlio César Agripino, nos 1500m da classe T11 (deficiência visual), e uma prata com a baiana Raissa Machado no lançamento de dardo da classe F56 (competem sentados).</p>
<p>Yeltsin fez o tempo de 3min55s82, quebrando os recordes mundial e paralímpico que eram dele mesmo, obtido nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 com 3min57s60. Júlio completou o percurso em 4min04s03. A prata ficou com o etíope Yitayal Yigzaw, que correu em 4min03s21.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Tive uma lesão, quando me recuperei sofri com uma virose, isso atrapalhou um pouco nos 5000m. Mas nos 1500m é mais força, já sou forte geneticamente e deu tudo certo. Eu até tinha apostado que viria o recorde com 3min53s, ou 3min54s, veio com 3min55s. Muito feliz por repetir o que fiz em Tóquio, fruto de muito trabalho. O Brasil se tornou uma força nas provas de meio fundo e de fundo, pesquiso bastante sobre fisiologia, somos muito fortes e só temos a crescer e conseguir ótimos resultados”,</em></strong> disse Yeltsin.</p></blockquote>
<p>Yeltsin conquistou sua quarta medalha paralímpica em Paris, somando aos dois ouros em Tóquio 2020, um nos 5.000m e outro nos 1.500m, ambos na classe T11. Ele ganhou o bronze em Paris nos 5000m, prova em que Júlio Agripino foi ouro.</p>
<p><strong>Dardo</strong><br />
Raissa Machado lançou em 23,51m e ficou atrás somente dos 24,99m de Diana Krumina, da Letônia. Essa é a segunda medalha de Raissa em Jogos. Em Tóquio 2020, ela também foi prata na mesma prova. No Mundial de Kobe 2024 ela conquistou a medalha de ouro.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Acordei sabendo que uma medalha seria minha, não importava a cor. Agora é começar a me preparar para buscar o ouro em Los Angeles (nos Jogos Paralímpicos de 2028)”,</em></strong> disse Raissa.</p></blockquote>
<p>O maranhense Bartolomeu Chaves garantiu sua vaga na final dos 400m T37 (paralisados cerebrais) ao vencer a sua bateria com o tempo de 52s34. A final acontece às 06h05 (de Brasília) desta quarta-feira.</p>
<p>A maranhense Rayane Soares avançou à final dos 100m T13 (deficiência visual) com o tempo de 11s90, novo recorde das Américas. O anterior era de 11s99, feito pela cubana Omara Duran em Guadalajara 2011.</p>
<p>Outra brasileira envolvida na disputa, a sul-mato-grossense Gabriela Mendonça também avançou à final, com 12s76. A final será às 15h08 (de Brasília).</p>
<p><strong>Atletismo</strong><br />
Entre as brasileiras, somente a potiguar Maria Clara Augusto avançou à final dos 100m T47 (deficiência nos membros superiores). Ela fez a sua melhor marca na temporada, 12s63, e avançou com o oitavo melhor tempo. A paraense Fernanda Yara, medalhista de ouro na prova dos 400m, fez o tempo de 12s64 e ficou fora da final, com o nono tempo geral. A final acontece às 15h16 (Brasília).</p>
<p>A mineira Izabela Campos terminou na quarta colocação na final do lançamento de disco F11 (deficiência visual). Ela lançou em 34,94m. A vencedora da prova foi a chinesa Liangmin Zhang, com 39,08m.</p>
<p>Nesta terça-feira à tarde, no horário de Brasília, o Brasil disputará ainda seis finais. A acreana Jerusa Geber, recordista mundial, está na final dos 100m da classe T11 (deficiência visual), junto com a paranaense Lorena Spoladore. A disputa será às 15h03 (horário de Brasília).</p>
<p>Às 15h44 (horário de Brasília), os paulistas Samuel Conceição e Daniel Martins disputam a final dos 400m da classe T20 (deficiências intelectuais) na briga por medalha.</p>
<p><strong>Natação</strong><br />
Os brasileiros da modalidade vão disputar seis finais ainda nesta terça-feira, a partir das 12h30 (de Brasília).</p>
<p>O paulista Victor Almeida dos Santos, 16, caçula da delegação brasileira nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, avançou às finais dos 100m costas da classe S9 (limitação físico-motora). Ele fez a distância em 1min04s78 – a sexta marca geral das eliminatórias. A final será às 12h37 (de Brasília).</p>
<p>Outro brasileiro envolvido na disputa, o paulista Lucas Mozela não se classificou. Ficou em 12⁰, com o tempo de 1min07s72.</p>
<p>A fluminense Mariana Gesteira avançou com o segundo tempo das classificatórias na Arena La Défense. Ela nadou os 100m costas, da classe S9 (limitação físico-motora), em 1min10s80. A final será às 12h44 (de Brasília).</p>
<p><strong>Finais</strong><br />
Maior medalhista de ouro brasileira em Jogos Paralímpicos, a nadadora pernambucana Carol Santiago, da classe S12 (deficiência visual), nadou os 200m medley SM13, ou seja, competiu contra atletas com menores limitações visuais.</p>
<p>Bronze no Mundial de Manchester 2023 nessa prova, Carol passou para a final em Paris com o sexto melhor tempo das eliminatórias: 2min32s84. A decisão por pódio acontecerá às 15h04 (de Brasília).</p>
<p>O paulista Gabriel Melone também estará nas finais. O nadador fez os 50m borboleta, da classe S6 (limitação físico-motora), em 33s05 e avançou com a sexta melhor marca para a decisão. A prova ocorrerá às 13h (de Brasília).</p>
<p>A mineira Mayara Petzold estará na disputa por medalhas nos 50m borboleta femininos, da classe S6 (limitação físico-motora), a partir 13h05 (de Brasília). Nas eliminatórias, ela fez o tempo de 38s – o terceiro geral.</p>
<p>O paulista Samuel Oliveira também voltará à piscina na noite de Paris, tarde do Brasil. Ele se classificou nos 50m costas, da classe S5 (limitação físico-motora), com a quinta marca – 36s47. A final será às 13h27 (de Brasília).</p>
<p>As brasileiras Maiara Barreto e Edênia Garcia não avançaram à final dos 100m livre da classe S3 (limitação físico-motora). A paulista Maiara Barreto fez o 10º tempo das eliminatórias (2min24s98), enquanto a cearense Edênia Garcia finalizou a distância em 2min40s86 – 16ª marca.</p>
<p><strong>Tênis de mesa</strong><br />
Pelas oitavas de final, a paranaense Danielle Rauen venceu na manhã desta terça a croata Mirjana Lucic por 3 a 0 (11/8, 12/10 e 11/6) e está na quarts de final da classe WS9 (para andantes) no individual. Já a paulista Jennyfer Parinos perdeu da ucraniana Iryna Shynkarova por 3 a 1 (11/9, 13/11, 7/11 e 11/1) e está eliminada também na categoria WS9 individual.</p>
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		<title>Brasil fatura primeiro ouro nas Paralimpíadas de Paris 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/brasil-fatura-primeiro-ouro-nas-paralimpiadas-de-paris-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 18:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Paralimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira medalha do Brasil no tênis de mesa dos Jogos Paralímpicos também já está garantida</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nadador Gabriel Araújo conquistou a primeira medalha para o Brasil na Paralimpíada de Paris 2024. Gabrielzinho, como é chamado, chegou na frente na prova dos 100 metros costas da classe S2 (para atletas com deficiência física severa) e alcançou seu quatro pódio na carreira. Três delas foram nos Jogos de Tóquio 2020. O nadador fez o percurso em 1min53s67 e cravou novo recorde das Américas.</p>
<p>Nos 100 metros borboleta da classe S14 (para atletas com deficiências intelectuais), o nadador Gabriel Bandeira terminou com o bronze na disputa masculina. Esta foi sua quinta medalha paralímpica na carreira.</p>
<p>Antes dele, Andrey Madeira, da classe S9 (para atletas com deficiência física mínima), estreou em Paralimpíadas com um oitavo lugar na prova dos 400 metros livre, com 4min27s25. Em seguida, José Ronaldo da Silva disputou os 100 m costas para a classe S1, acabou em quarto, mas foi desclassificado por errar na largada.</p>
<p>A primeira medalha do Brasil no tênis de mesa dos Jogos Paralímpicos também já está garantida. Cátia Oliveira e Joyce Oliveira (elas não são parentes) já podem comemorar ao menos o bronze na manhã desta quinta-feira (29/8) ao vencer pelas quartas de final da classe WD5 as egípcias Fawzia Elshamy e Ola Soliman, parciais de 11/1, 11/7 e 11/4. Nas semifinais, não há disputa pelo terceiro lugar na modalidade. Desse modo o pódio já está assegurado, mas Cátia e Oliveira, se passarem pelas sul-coreanas Seo Su Yeon e Yoon Jiu – como já fizeram há dois meses em outra competição, na condição de zebra –, podem ir à final e mudar a cor da medalha (foto: Silvio Ávila/CPB)</p>
<p>Carla Azevedo e Marliane Santos também jogaram pelas quartas de final, mas perderam na estreia para as chinesas Liu Jing e Xue Juan por 3 a 0 com parciais de 11/5, 11/4 e 11/2. Classificadas para a semifinal, as chinesas vão enfrentar as vencedoras do confronto entre as tailiandesas Dararat Asayut e Chilchitparyak Bootwansirina e as italianas Michela Brunelli e Giada Rossi.</p>
<p><strong>Goalball</strong><br />
A seleção brasileira feminina de goalball estreou bem ao empatar em 3 a 3 com Turquia por 3 a 3. O resultado diante da atual bicampeã olímpica acendeu a esperança de buscar um pódio inédito na modalidade feminina. O Brasil está no Grupo C, com Israel e China, além da Turquia (Foto: Ana Patrícia/CPB).</p>
<p>Já no masculino, a seleção brasileira de ouro no Japão começou bem, e derrotou a França por 8 a 5. André Dantas foi o grande nome da partida, com quatro gols, todos na primeira etapa, quando os donos da casa equilibravam bem o jogo. O Brasil está no grupo A, que tem também Irã e Estados Unidos – adversário dos brasileiros nesta sexta-feira (30/80 às 4h de Brasília). No dia seguinte será a vez de Brasil x Irã, às 12h30.</p>
<p><strong>Para-twaekwndo</strong><br />
Maria Eduarda Stumpf perdeu na estreia na categoria até 52kg da classe 44 do para-taekwondo. A atual campeã parapan-americana, ela começou a competir direto nas quartas de final devido à posição no ranking, mas terminou derrotada por 6 a 4 para a iraniana Zahra Rahimi. Desse modo, Rahimi enfrentará quem vender a disputa entre a turca Meryem Cavdar e a georgiana Ana Japaridze. A derrotada pega a brasileira na repescagem, na luta por pelo bronze.</p>
<p><strong>Badminton</strong><br />
Pelo grupo D na modalidade badminton, classe SL4, o brasileiro Rogério Oliveira estreou em Jogos Paralímpicos com derrota para o o indiano Tarun Tarun, campeão mundial em 2013 e 2015, por 2 sets a 0 (21/17 e 21/19). O atleta, porém, fez um bom jogo contra o quarto colocado em Tóquio-2020 e terá como próximo rival o francês Lucas Mazur, atual campeão paralímpico.</p>
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		<item>
		<title>Conheça os representantes do Espírito Santo terá na Paralimpíada de Paris 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/conheca-os-representantes-do-espirito-santo-tera-na-paralimpiada-de-paris-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 22:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[capixabas]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpiadas 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Sesport]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça um pouco da história de cada um que irão representar o Espírito Santo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Onze representantes do Espírito Santo, entre capixabas de nascimento ou que adotaram o Estado como casa, estarão na Paralimpíada de Paris 2024, evento que terá a cerimônia de abertura nesta quarta-feira (28).</p>
<p>Bruno Kiefer, Daniel Mendes, Lorraine Gomes, Luiza Fiorese, Marcos Vinícius de Oliveira, Mariana Gesteira, Patrícia Pereira e Thiago Costa são os nomes que vão disputar medalhas nesta edição dos Jogos, nas seguintes modalidades: atletismo, natação, tiro esportivo e vôlei sentado. Além deles, também foram convocados o técnico Leonardo Miglinas, o atleta-guia Fernando Martins e o apoio do tiro esportivo Mario Pinheiro Junior.</p>
<p>Entre os paratletas selecionados, Bruno Kiefer, Lorraine Gomes, Luiza Fiorese, Marcos Vinícius de Oliveira e Patrícia Pereira são beneficiados pelo Bolsa Atleta, já Mariana Gesteira é contemplada pelo Voe Atleta. Ambos os programas são desenvolvidos pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport). Conheça um pouco da história de cada um e de suas ligações com a Sesport:</p>
<p><strong>ATLETISMO</strong><br />
<strong>Daniel Mendes</strong> &#8211; Natural de Nova Venécia, mas morando atualmente no Estado de São Paulo, aos 45 anos Daniel Mendes vai para sua quarta edição dos Jogos Paralímpicos. Com três medalhas no currículo (prata em Londres, 2012, e ouro e bronze, no Rio, em 2016), ele é um dos homenageados na Calçada da Fama da Sesport.</p>
<p><strong>Lorraine Gomes</strong> &#8211; Nascida em Vitória, Lorraine Gomes vai participar de sua primeira edição dos Jogos Paralímpicos. Entre seus principais feitos na modalidade, estão as medalhas de bronze nas provas de 100 e 200 metros no Parapan-Americano de Santiago 2023. Ela compete ao lado do atleta-guia Fernando Martins, que também estará em Paris para acompanhá-la. Contemplada pelo Bolsa Atleta, Lorraine Gomes realiza parte de seus treinos físicos na Academia de Alto Rendimento José de Anchieta Fontana, na Sesport.</p>
<p><strong>Marcos Vinícius de Oliveira</strong> &#8211; Marcos Vinícius é natural de Jaguaré e, assim como Lorraine, vai disputar sua primeira Paralimpíada. Iniciou a carreira no atletismo em 2016 e atualmente é bicampeão brasileiro nos 200m e 400m, além de medalhista de prata nos 100m e 400m nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023. Também é contemplado pelo Bolsa Atleta e realiza parte de seus treinos na Academia de Alto Rendimento da Sesport.</p>
<p><strong>NATAÇÃO</strong><br />
<strong>Mariana Gesteira</strong> &#8211; Natural de Itaboraí, no Estado do Rio de Janeiro, Mariana Gesteira se mudou para o Espírito Santo em 2020 e atualmente treina no Clube Álvares Cabral. A nadadora vai para a sua segunda edição dos Jogos Paralímpicos e, em 2021, conquistou a medalha de bronze nos 100m livre na Paralimpíada de Tóquio, na Classe S9. A nadadora estará acompanhada pelo técnico Leonardo Miglinas. Mariana Gesteira é contemplada pelo programa Voe Atleta e realiza parte de seus treinos na Academia de Alto Rendimento da Sesport. O treinador da nadadora, Leonardo Miglinas, também estará em Paris como técnico da seleção brasileira e vai participar de sua terceira Paralimpíada (antes, esteve no Rio e em Tóquio).</p>
<p><strong>Patrícia Pereira</strong> &#8211; Criada em Cariacica, Patrícia Pereira é nadadora da classe S4 e, aos 46 anos, vai disputar sua terceira Paralimpíada. Ela já foi medalhista de prata no revezamento 4x50m livre misto no Rio 2016 e medalhista bronze no revezamento 4x50m livre misto em Tóquio 2020. Assim como Daniel Mendes, por seus feitos em prol do esporte capixaba, recebeu uma estrela na Calçada da Fama da Sesport. Patrícia Pereira é contemplada pelo Bolsa Atleta.</p>
<p><strong>TIRO ESPORTIVO</strong><br />
<strong>Bruno Kiefer</strong> &#8211; Natural de Vitória, o atirador vai para a disputa da classe SH2, em sua primeira Paralimpíada. Aos 38 anos, sua carreira é marcada por uma série de conquistas: medalha de bronze no R4 Carabina de Ar – 10 m – posição em pé no Mundial de Lima 2023; bronze na carabina de ar 10m e 50m misto no Parapan-Americanos Lima 2019; ouro na carabina de ar deitado e prata na em pé no Sul-Americano 2017, no Rio de Janeiro. É contemplado pelo Bolsa Atleta. Também do Álvares Cabral, o cachoeirense Mario Pinheiro Junior estará em Paris como apoio do tiro esportivo, ao lado de Bruno Kiefer.</p>
<p><strong>VÔLEI SENTADO</strong><br />
<strong>Luiza Fiorese</strong> &#8211; Nascida em Venda Nova do Imigrante, Luiza vai participar de sua segunda Paralimpíada. Em Tóquio, em 2021, faturou a medalha de bronze com a seleção brasileira. Quando adolescente, chegou a disputar os Jogos Escolares do Espírito Santo (JEES), mas praticava handebol, até que, aos 15 anos de idade, recebeu o diagnóstico de um osteossarcoma (tipo de câncer ósseo). Atualmente, a jogadora é destaque no vôlei sentado e conquistou ainda a medalha de ouro no Mundial da Bósnia, em 2022. É mais uma contemplada pelo Bolsa Atleta.</p>
<p>Thiago Costa &#8211; Natural de Vila Velha, Thiago Costa tem 24 anos e mora no Estado de São Paulo desde os 10 anos. Um dos integrantes da seleção brasileira masculina de vôlei sentado, irá para sua primeira Paralimpíada. Atualmente, Thiago é tetracampeão brasileiro e é considerado o melhor jogador do Brasil na modalidade, após conquistar o título MPV (jogador mais valioso) na última edição do Campeonato Brasileiro.</p>
<p><strong>Bolsa Atleta</strong><br />
O Bolsa Atleta tem como objetivo principal beneficiar atletas e paratletas de alto rendimento, com o auxílio financeiro mensal que deve ser utilizado para a manutenção dos resultados obtidos e da carreira esportiva do atleta no ano de recebimento do benefício.</p>
<p>Com um investimento de R$ 3,9 milhões, o edital 2024 atingiu o recorde de esportistas de alto rendimento selecionados, com 234 contemplados, 43 a mais do que no edital anterior. Serão pagos aos selecionados 12 parcelas mensais, de acordo com a categoria: estudantil (R$ 500), nacional (R$ 1.500), internacional (R$ 2 mil) e olímpico (R$ 4 mil).</p>
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		<title>Paris 2024: saiba quanto custam as medalhas olímpicas e quanto cada atleta brasileiro já faturou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 16:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[medalhas olímpicas]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
		<category><![CDATA[quanto custa]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 276 atletas classificados, Brasil tem mostrado um bom desempenho, especialmente na ginástica artística e no judô</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rebeca Andrade conquistou o ouro no solo da ginástica artística nesta segunda-feira (5) nas Olimpíadas de Paris, somando-se a outras três medalhas obtidas nesta edição dos Jogos. Com essa vitória, Rebeca alcançou um total de R$ 826 mil em bonificações do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).</p>
<p>As Olimpíadas de 2024, realizadas em Paris, começaram no dia 26 de julho e se estendem até 11 de agosto.</p>
<p>Com 276 atletas classificados, o Brasil tem mostrado um bom desempenho, especialmente na ginástica artística e no judô.</p>
<p>Rebeca Andrade, que já havia garantido a prata no salto, a prata no individual geral e o bronze na competição em equipe, agora acumula quatro medalhas nesta edição dos Jogos.</p>
<p>As bonificações do COB para as medalhas variam conforme a categoria do esporte: individual, em grupo (de 2 a 6 pessoas) ou coletiva (7 atletas ou mais).</p>
<p><strong>Valores das Bonificações por Medalha:</strong></p>
<p><strong>&#8211; Esportes Individuais:</strong><br />
Ouro: R$ 350 mil<br />
Prata: R$ 210 mil<br />
Bronze: R$ 140 mil</p>
<p><strong>&#8211; Esportes em Grupo (2 a 6 atletas):</strong><br />
Ouro: R$ 700 mil<br />
Prata: R$ 420 mil<br />
Bronze: R$ 280 mil</p>
<p><strong>&#8211; Esportes Coletivos (7 atletas ou mais):</strong><br />
Ouro: R$ 1,5 milhão<br />
Prata: R$ 630 mil<br />
Bronze: R$ 420 mil</p>
<p><strong>Ranking dos atletas brasileiros com maiores ganhos em Paris 2024:</strong></p>
<p>1. Rebeca Andrade (Ginástica Artística) &#8211; Bronze por equipes, prata individual geral, prata no salto e ouro no solo: R$ 826 mil.<br />
2. Beatriz Souza (Judô) &#8211; Ouro individual e bronze coletivo: R$ 392 mil.<br />
3. Willian Lima (Judô) &#8211; Prata individual e bronze coletivo: R$ 252 mil.<br />
4. Caio Bonfim (Marcha Atlética) &#8211; Prata individual: R$ 210 mil.<br />
5. Larissa Pimenta (Judô) &#8211; Bronze individual e bronze coletivo: R$ 182 mil.<br />
6. Rayssa Leal (Skate) &#8211; Bronze individual: R$ 140 mil.<br />
7. Flávia Saraiva (Ginástica Artística) &#8211; Bronze por equipes: R$ 56 mil.<br />
8. Júlia Soares (Ginástica Artística) &#8211; Bronze por equipes: R$ 56 mil.<br />
9. Jade Barbosa (Ginástica Artística) &#8211; Bronze por equipes: R$ 56 mil.<br />
10. Lorrane Oliveira (Ginástica Artística) &#8211; Bronze por equipes: R$ 56 mil.<br />
11. Rafaela Silva (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
12. Ketleyn Quadros (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
13. Daniel Cargnin (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
14. Rafael Macedo (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
15. Guilherme Schimidt (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
16. Léo Gonçalves (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.<br />
17. Rafael Silva (Judô) &#8211; Bronze coletivo: R$ 42 mil.</p>
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		<item>
		<title>Quem é Beatriz Souza, a judoca que faturou a primeira medalha de ouro do Brasil em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 16:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Souza]]></category>
		<category><![CDATA[judoca]]></category>
		<category><![CDATA[medalha de ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Beatriz Souza foi criada em Peruíbe (SP) e começou no judô ainda criança. Aos 26 anos, conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Beatriz Souza, de 26 anos, conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024. Criada em Peruíbe, no litoral de São Paulo, a judoca perdeu a avó materna há um mês, mas o luto não a desanimou da corrida ao pódio na Cidade da Luz.</p>
<p>Souza venceu Izayana Marenco, de Nicarágua, em sua estreia. Ela também derrotou Kim Hayun, da República da Coreia, nas quartas de final. Nesta sexta-feira (2), conquistou uma vaga na final ao enfrentar a francesa Dicko Romane e, para a decisão da medalha de ouro, lutou contra a israelense Raz Hershko.</p>
<p>Solange Rodrigues, mãe de Beatriz, disse ao g1 que a filha sempre foi dedicada e focada em seus objetivos. A jovem nasceu em um hospital de Itariri (SP), mas foi criada em Peruíbe, cidade litorânea onde realizou os primeiros treinos ainda com sete anos.</p>
<p>Segundo a mãe de Bia, a filha continuou firme na meta de participar dos jogos mesmo com a morte da avó, em 22 de junho deste ano. &#8220;Muito forte&#8221; são duas palavras que ela usou para definir a atleta.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Estamos juntos enviando energias positivas. Feliz por ela estar lá vivendo esse momento nas Olimpíadas”,</em></strong> afirmou Solange.</p></blockquote>
<p><strong>‘Não era uma novidade’</strong><br />
A principal influência para o ingresso de Bia no esporte foi o pai, judoca aposentado que teve a ideia de levá-la para assistir um treino.</p>
<p>O professor de judô Yago Lucas dos Santos, de 30 anos, recordou momentos com a amiga quando ainda eram adolescentes. Ambos treinavam na Associação de Judô Budokan, em Peruíbe, quando ele tinha entre 14 e 15 anos.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;O pai dela já treinava e colocou ela desde pequena. Por ela ser muito grande, sempre treinou com os adultos&#8221;,</em> </strong>contou. Feliz pela conquista da amiga, Yago reconheceu que Beatriz sempre se destacou na modalidade esportiva. Apesar disso, garantiu não ter ficado surpreso com o fato de ela estar nas Olimpíadas:<strong><em> &#8220;Ela chegar lá não era uma novidade. Isso é um trabalho de muito tempo&#8221;,</em></strong> destacou.</p></blockquote>
<p><strong>Conquistas</strong><br />
No final de 2012, a atleta se mudou para a capital paulista após ser chamada para integrar a equipe do Palmeiras para a temporada de 2013. Já no fim de 2013 foi chamada para o Esporte Clube Pinheiros. Ela passou nos testes e, desde então, representa o clube.</p>
<p>Em Campeonatos Mundiais, Beatriz tem duas medalhas de prata – em Budapeste-2017, no torneio por equipes mistas, e em Tashkent-2022, no torneio individual.</p>
<p>Além disso, tem quatro medalhas de bronze – Tóquio-2019 e Budapeste-2021, no torneio por equipes mistas – e Budapeste-2021 e Doha-2023, no torneio individual.</p>
<p>Nos Jogos Pan-Americanos, ela conquistou uma prata em Santiago-2023, no torneio por equipes mistas, e duas medalhas de bronze, em Lima-2019 e Santiago-2023, no torneio individual.</p>
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		<item>
		<title>Paris 2024: Rebeca Andrade brilha e conquista prata no individual geral da ginástica</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/paris-2024-rebeca-andrade-brilha-e-conquista-prata-no-individual-geral-da-ginastica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 20:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Rebeca Andrade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na primeira rotação, Andrade e Simone Biles passaram pelo salto sobre a mesa, prova em que a brasileira é a atual campeã olímpica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Rebeca Andrade é a segunda ginasta mais completa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Na tarde desta quinta-feira (1º), a atleta brasileira conquistou a medalha de prata na final do individual geral, sendo superada apenas por Simone Biles.</p>
<p><strong>Primeiras rotações</strong><br />
Na primeira rotação, Rebeca Andrade e Simone Biles passaram pelo salto sobre a mesa, prova em que a brasileira é a atual campeã olímpica. Ambas executaram saltos quase perfeitos e garantiram notas acima dos 15. Biles saiu na frente com a nota de 15.766, contra 15.100 de Rebeca.</p>
<p>Em seguida, as atletas foram para as barras assimétricas, único aparelho em que Rebeca e Simone não conseguiram classificação para a final. A brasileira teve uma série limpa e garantiu a nota de 14.666. Por sua vez, Biles se desequilibrou e apresentou falha em sua passagem. A estadunidense ficou com a nota de 13.733, inferior ao que costuma pontuar no aparelho.</p>
<p>Ao final das duas rotações, Rebeca passou a liderar a competição com o somatório parcial de 29.766, a frente de Biles com 29.499, que ocupava o terceiro lugar. Kaylia Nemour, da Argélia, assumiu o segundo lugar temporariamente após uma nota de 15.533 nas assimétricas.</p>
<p><strong>Pressão na trave</strong><br />
No terceiro aparelho, uma pressionada Simone Biles teve a responsabilidade de abrir as séries na trave. Precisando se recuperar da passagem pelas assimétricas e se manter viva na briga pelo ouro, Biles cravou sua apresentação e conseguiu a expressiva nota de 14.566.</p>
<p>Rebeca foi a última a passar pelo aparelho e sofreu leve desequilibro em um de seus movimentos. A brasileira precisava de um 14.300 para se manter na liderança, mas com os descontos, ficou com a nota de 14.133.</p>
<p>Biles passou a liderar a prova com somatório de 44.065, a frente de Rebeca, que acumulava 43.899 pontos. Sendo a diferença entre as duas de apenas 0.166 pontos, a decisão ficou para o quarto e derradeiro aparelho: o solo.</p>
<p><strong>Decisão no solo</strong></p>
<p><strong>Confira abaixo as notas das duas ginastas por aparelhos:</strong><br />
<strong>&#8211; Rebeca Andrade</strong><br />
• Salto sobre a mesa: 15.100<br />
• Barras assimétricas : 14.666<br />
• Trave: 14.133<br />
• Solo: 14.033</p>
<p><strong>&#8211; Simone Biles</strong><br />
• Salto sobre a mesa: 15.766<br />
• Barras assimétricas: 13.733<br />
• Trave: 14.566<br />
• Solo: 15.066</p>
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		<item>
		<title>Paris 2024: Com Marta expulsa, Brasil perde para Espanha, mas se classifica às quartas de final</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/paris-2024-com-marta-expulsa-brasil-perde-para-espanha-mas-se-classifica-as-quartas-de-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 19:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo regulamento olímpico, classificam-se para os mata-matas as duas melhores seleções de cada um dos três grupos, mais as duas melhores terceiras colocadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção feminina de futebol passou para as quartas de final das Olimpíadas de Paris mesmo ficando em terceiro lugar no Grupo C.</p>
<p>A seleção capitaneada por Marta e dirigida pelo técnico Arthur Elias perdeu nesta quarta-feira (31) por 2 a 0 para a Espanha, atual campeã mundial, em Bordeaux e permaneceu com 3 pontos (uma vitória e duas derrotas).</p>
<p>Pelo regulamento olímpico, classificam-se para os mata-matas as duas melhores seleções de cada um dos três grupos, mais as duas melhores terceiras colocadas.</p>
<p>Assim, as brasileiras passaram a torcer para que, nos dois outros grupos, pelo menos um dos países que terminasse em terceiro tivesse desempenho pior que o delas.</p>
<p>E isso aconteceu nos jogos seguintes, do Grupo B. Em Marselha, a Austrália perdeu por 2 a 1 para os EUA e terminou na terceira colocação, com os mesmos 3 pontos do Brasil (uma vitória e duas derrotas).</p>
<p>O Brasil, contudo, ficou à frente por ter um saldo de gols menos ruim que o das australianas (-2 ante -3).</p>
<p>Esse cenário assegurou a vaga para as brasileiras sem necessidade de aguardar o desfecho do Grupo A, que teria no fim do dia Colômbia x Canadá e França x Nova Zelândia..</p>
<p>O rival do Brasil nas quartas de final seria definido depois da conclusão dos jogos desse grupo. As quartas de final de Paris-2024 serão no sábado (3).</p>
<p><strong>Marta expulsa</strong><br />
Com a expulsão da atacante Marta ainda nos acréscimos do primeiro tempo, o Brasil não foi páreo para a atual campeã mundial Espanha.</p>
<p>A derrota poderia ter representado uma despedida melancólica de Marta com a camisa da seleção brasileira. Aos 50 minutos do primeiro tempo, quando o jogo já se encaminhava ao fim da primeira etapa, Marta foi expulsa após levantar o pé em uma disputa de bola e quase acertar a cabeça da adversária Carmona.</p>
<p>A craque de 38 anos, que declarou neste ano que as Olimpíadas podem ser sua última participação com o Brasil, saiu de campo aos prantos, no dia em que completou 201 jogos com a camisa da seleção brasileira. Ela é a segunda maior artilheira do futebol nos Jogos Olímpicos, com 13 gols em seis participações, atrás apenas de Cristiane, que tem 14 bolas na rede.</p>
<p>Marta tem duas pratas em Olimpíadas, em Atenas-2004 e Pequim-2008, perdendo nas duas edições para os Estados Unidos.</p>
<p>Mesmo com o resultado ruim, a seleção brasileira conseguiu se classificar para a fase quartas de final de Paris-2024 como uma das duas melhores terceira colocadas dos grupos.</p>
<p>No grupo C do Brasil, a Espanha se classificou em primeiro com 9 pontos, com o Japão, que venceu a Nigéria nesta quarta, em segundo, com 6 pontos.</p>
<p>O Brasil, que venceu a Nigéria na estreia e perdeu para o Japão na sequência, ficou com 3 pontos e foi beneficiado pela derrota da Austrália para os Estados Unidos por 2 a 1 nesta tarde. A Austrália também tem 3 pontos, mas ficou com -3 de saldo, o primeiro critério de desempate do torneio, enquanto o Brasil tem -2 de saldo.</p>
<p>Na partida desta quarta-feira, a Espanha dominou o Brasil durante praticamente todo o primeiro tempo e foi quem criou as principais jogadas de perigo, com as jogadoras da equipe comandada por Arthur Elias com bastante dificuldade de manter a posse de bola.</p>
<p>Aos 13 minutos, as espanholas chegaram a marcar com a atacante Lucía García, mas o gol acabou anulado por impedimento da companheira Patri Guijarro.</p>
<p>A seleção europeia voltou a levar perigo ao gol do Brasil em ao menos mais duas oportunidades, com papel decisivo da arqueira brasileira Lorena e da zagueira Tarciane para evitar o gol espanhol.</p>
<p>O lance de maior perigo criado pelo Brasil foi aos 10 minutos com a atacante Ludmila. Ela tentou cruzar na área para Kerolin, a espanhola Laia Codina cortou e a bola acertou a trave espanhola.</p>
<p>Na segunda etapa, o Brasil começou melhor, chegando ao gol espanhol com perigo duas vezes, com Ludmila e Kerolin.</p>
<p>No entanto, com o Brasil jogando com uma a menos, e com a entrada de Bonmatí e Putellas na Espanha —elas haviam começado no banco pela equipe já estar classificada para a próxima fase—, as espanholas equilibraram a partida e impediram novas investidas das brasileiras.</p>
<p><strong><em>&#8220;Você vê o Brasil inteiro se entregando, não só as 11 em campo, as reservas, está todo mundo unida por um só objetivo. A gente acredita muito na classificação e depois é um novo campeonato&#8221;,</em> </strong>afirmou após a partida a lateral Tamires, uma das mais experientes do grupo.</p>
<p>Em Tóquio-2020, o Brasil perdeu para o Canadá nas quartas de final, na decisão por pênaltis. Na Rio-2016, caiu nas semifinais para a Suécia também na decisão por pênaltis, perdendo a disputa pelo bronze para o Canadá por 2 a 1. Em Londres-2012, parou também nas quartas de final, diante do Japão, por 2 a 0.</p>
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		<item>
		<title>Paris 2024: Equipe feminina brasileira de ginástica artística conquista medalha inédita</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/paris-2024-equipe-feminina-brasileira-de-ginastica-artistica-conquista-medalha-inedita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 19:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica artística]]></category>
		<category><![CDATA[medalha inédita]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Time Brasil faz história ao alcançar a primeira medalha por equipes na ginástica artística feminina, consolidando-se como uma potência mundial na modalidade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terça-feira, 30 de julho de 2024, ficará marcada na história do esporte brasileiro com a conquista da primeira medalha por equipes da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos. Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares levaram o bronze para o Brasil, com uma nota de 164.497, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (171.296) e da Itália (165.494).</p>
<p>O bronze sela a quarta edição olímpica seguida com o país no pódio. Agora são sete medalhas. A primeira foi o ouro de Arthur Zanetti nas argolas em Londres 2012. Na Rio 2016 foram três: prata para Zanetti novamente nas argolas, e prata e bronze no solo masculino com Diego Hypolito e Artur Nory, respectivamente. Em Tóquio 2020, Rebeca Andrade quebrou o tabu da ginástica feminina com ouro no salto e prata no individual geral.</p>
<p>Esta foi a quarta medalha do Time Brasil em Paris. O país já conquistou prata com William Lima, no judô, e bronzes com Larissa Pimenta, também no judô, e Rayssa Leal, no skate street.</p>
<p>E vem mais por aí: o Brasil está ainda em outras cinco finais na ginástica artística. Rebeca e Julia estão na final na trave, e Rebeca e Flavinha na do individual geral. A campeã olímpica ainda defenderá o título no salto e disputará o solo. No masculino, Diogo Soares compete na final do individual geral.</p>
<p><strong>Acidente com Flávia e aparelhos mais desafiadores dão susto</strong><br />
Medalhista de prata no último mundial e quarta colocada geral na classificatória, a equipe feminina disputou a final contra Estados Unidos, Itália, China, Japão, Canadá, Grã-Bretanha e Romênia. Começou a primeira rotação junto às chinesas nas barras assimétricas, aparelho mais desafiador para o grupo.</p>
<p>Logo no aquecimento, um susto. Flávia Saraiva sofreu uma queda e bateu com o rosto na barra, abrindo o supercílio. Apesar de sair andando normalmente, deixou a arena para receber um curativo da médica do COB, Lara Ramalho.</p>
<p>Lorrane foi a primeira a se apresentar e quebrou o gelo, tendo apenas um leve desequilíbrio na aterrissagem. Recebeu nota 13.000. Na sequência, muita expectativa sobre Flavinha devido ao incidente no aquecimento. Ela não decepcionou. Foi precisa nos movimentos e levou 13.666 dos jurados. No único aparelho em que não foi finalista, Rebeca Andrade não cometeu falhas e recebeu 14.533. Com 41.199, a equipe terminou a rotação em quinto na classificação, atrás de EUA, China, Itália e Canadá.</p>
<p>Na sequência, a trave. Primeira a competir, Julia Soares infelizmente sofreu uma queda e foi penalizada, ficando com 12.400. Flavinha foi a segunda a executar a série e teve um desequilíbrio leve, sem maior comprometimento, e recebeu 13.433. O Brasil ainda protocolou um protesto pela nota de dificuldade, mas não foi atendido. Rebeca novamente fechou a sequência. Teve um desequilíbrio no meio da série, mas se recuperou e cravou a saída. Os 14.133 que recebeu levaram o Brasil a 81.165 no somatório, a sexta soma no geral.</p>
<p><strong>Solo e salto viram o jogo rumo à medalha inédita</strong><br />
No solo o jogo começou a virar. Com um misto de Raça Negra e Edith Piaf, Julia Soares esbanjou carisma e levou 13.233. Flavinha, ao som de um clássico Cancã, levantou o público e somou mais 13.533. Rebeca Andrade novamente encerrou a passagem do Brasil. Apesar de alguns desequilíbrios nas aterrissagens, Rebeca recebeu 14.200 e nos recolocou no páreo com 122.132, apenas 0.001 atrás da China.</p>
<p>No salto, nosso melhor aparelho, a obrigação para ir ao pódio era tirar pouco mais de dois pontos de diferença de Grã-Bretanha e Canadá. Jade abriu a série, mas infelizmente pisou fora da nota de aterrissagem e foi penalizada: 13.366. Flavinha também teve um leve desequilíbrio e um passo na chegada e recebeu 13.900. Rebeca executou um Cheng e fechou a apresentação do Brasil com 15.100 e 164.497. Era preciso esperar os adversários.</p>
<p>A tensão era gigante diante da expectativa. O Canadá ficou pelo caminho, mas a Grã-Bretanha ainda tinha duas apresentações na trave. Nem o maior esforço das britânicas foi suficiente para apagar o nosso brilho. A festa do Brasil e a medalha inédita estavam garantidas.</p>
<p>Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares se juntaram a Rebeca Andrade e hoje podem dizer que são medalhistas olímpicas. Que o legado de Luisa Parente, Soraya Carvalho, Daniele Hypolito, Daiane dos Santos, Lais Souza e tantas outras pioneiras foi honrado. E que as portas estão abertas para tantas outras gerações que virão.</p>
<p><strong>A escalação do Brasil por aparelho:</strong><br />
Assimétricas: Lorrane, Flávia e Rebeca<br />
Trave: Júlia, Flávia e Rebeca<br />
Solo: Júlia, Flávia e Rebeca<br />
Salto: Jade, Flávia e Rebeca</p>
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		<title>Paris 2024: Rayssa Leal ultrapassa Neymar em ranking e Brasil encerra domingo com 3 medalhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar]]></category>
		<category><![CDATA[Paris 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Rayssa Leal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Skatista conquistou a sua segunda medalha olímpica e se tornou a brasileira mais jovem a subir ao pódio em edições diferentes das Olimpíadas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A skatista Rayssa Leal é medalha de bronze no Skate Street Feminino nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Com apenas 16 anos de idade, a “Fadinha” conquistou a sua segunda medalha olímpica e se tornou a brasileira mais jovem a subir ao pódio em edições diferentes das Olimpíadas. Anteriormente, o recorde pertencia ao atacante Neymar.</p>
<p>O camisa 10 do Al-Hilal, da Arábia Saudita e da Seleção Brasileira, chegou a esta marca aos 24 anos. O jogador levou com a camisa canarinho a medalha de prata dos Jogos de Londres, em 2012, e a medalha de ouro no Rio 2016.</p>
<p>Dona do novo recorde no ranking Brasileiro em questão, Rayssa Leal conquistou a sua primeira medalha olímpica aos 13 anos de idade na Olimpíada de Tóquio, realizada em 2021. Na ocasião, a skatista conquistou a prata na modalidade que era estreante no maior evento esportivo do mundo.</p>
<p>Anteriormente, entre as mulheres, Thaísa, jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei, era a mais nova a atingir esse feito, com 25. A atleta foi medalhista de ouro em Pequim 2008 e Londres 2012.</p>
<p>Além da skatista, Willian Lima levou o prata no judô masculino e Larissa Pimenta fechou com o bronze no judô feminino.</p>
<p>Além das medalhas, outros atletas brasileiros também se classificaram para as próximas fases. As ginastas estão na final com Rebeca Andrade, Flavia Saraiva e Julia Soares. Veja os resultados do Brasil:</p>
<p><strong>Resultados do Brasil nas Olimpíadas neste domingo, 28</strong><br />
<strong>Judô</strong><br />
Foi Willian Lima quem garantiu a primeira medalha para o Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024. Na categoria de até 66kg, o judoca disputou a final contra o japonês Hifumi Abe e conquistou o prata.</p>
<p>Logo após Willian, a judoca Larissa Pimenta disputou o bronze contra a italiana Odette Giuffrida na categoria de até 52 kg.</p>
<p>Com o placar no 0 a 0 na rodada final, as duas disputaram o Golden Score. Foram mais de três minutos até a brasileira conseguir dominar a italiana e garantir a vitória.</p>
<p><strong>Skate street</strong><br />
Rayssa Leal conquistou o bronze na modalidade de skate street e se tornou a mais jovem atleta (entre homens e mulheres) a conquistar duas medalhas em Olimpíadas diferentes.</p>
<p>A &#8216;fadinha&#8217; também alcançou a impressionante nota de 92,88 durante a segunda manobra fase final, a segunda maior nota da história da modalidade. Ela só ficou atrás da japonesa Coco Yoshizawa, que conquistou a nota de 96.49 logo depois.</p>
<p><strong>Vôlei de praia</strong><br />
As brasileiras Carol Solberg e Bárbara Seixas estrearam com vitória no vôlei de praia feminino ao superarem por 2 sets a 0 a dupla japonesa formada por Akiko Hasegawa e Miki Ishii. O próximo compromisso da dupla será na terça-feira, às 11h, contra as lituanas Aine Raupelyté e Monika Paulikienė.</p>
<p>No vôlei de praia masculino, Evandro e Arthur Lanci levaram a melhor na estreia contra a dupla austríaca de Horl e Horst e estão classificados para a final. Os brasileiros venceram por 2 sets a 0 (21/18 e 21/19), na quadra que fica próxima à Torre Eiffel. Eles ficaram em 8º lugar no ranking mundial. O próximo compromisso da dupla será na quarta-feira, 31, contra a dupla canadense Schachter e Dearing.</p>
<p><strong>Futebol feminino</strong><br />
A seleção brasileira perdeu num jogo contra o Japão neste domingo, 28. O jogo estava empatado até os últimos dois minutos, quando a seleção japonesa fez o segundo gol e conquistou a vitória contra o Brasil.</p>
<p><strong>Handebol feminino</strong><br />
Depois de ter dominado toda a partida, a seleção brasileira feminina de handebol perdeu neste domingo, no último minuto, para a Hungria, por 24 a 25, na segunda rodada do torneio olímpico de Paris, e por isso terá de esperar para conseguir uma vaga nas quartas de final. O próximo rival da seleção brasileira será a anfitriã França, na próxima terça-feira, às 14h (horário de Brasília).</p>
<p><strong>Tênis feminino</strong><br />
A tenista Beatriz Haddad venceu a francesa Varvara Gracheva em sua partida de estreia nas Olimpíadas de Paris. Haddad venceu por 2 sets a 1 em uma partida tensa do início ao fim.</p>
<p><strong>Tênis masculino</strong><br />
O brasileiro Thiago Wild foi eliminado da chave de simples do tênis masculino com derrota por 2 sets a 0 para o argentino Tomás Martín Etcheverry. O brasileiro ainda disputará o torneio de duplas masculinas ao lado de Thiago Monteiro.</p>
<p><strong>Natação 200m feminino</strong><br />
A atleta Maria Fernanda Costa, conhecida como Mafê, fez o 11º tempo das semifinais, na Arena Paris La Défense. O resultado não foi suficiente para garantir uma vaga para a final e ela deixou a competição neste domingo.</p>
<p><strong>Surfe</strong><br />
Neste domingo, 28, o surfe foi marcado pela repescagem. Tatiana Weston-Webb venceu a disputa contra Candelaria Resano, da Nicarágua e está oficialmente nas oitavas de final. Tainá Hinckel também venceu a canadense Sanoa Demple-Olin e segue na competição.</p>
<p><strong>Boxe</strong><br />
A estreia do Brasil no boxe veio premiada: o baiano Keno Marley se classificou para as oitavas de final da modalidade após vencer do o britânico Patrick James Brown. Marley é o sexto cabeça de chave no peso-pesado (até 92kg).</p>
<p><strong>Tênis de mesa</strong><br />
Seguindo a lista de vitórias, Hugo Calderano venceu Andy Pereira, de Cuba, por 4 a 0 e está classificado para a próxima fase do tênis de mesa masculino.</p>
<p>Na modalidade feminina, no entanto, Giulia Takahashi acabou perdendo para Sun Yingsha-CHN por 4 a 0. Já Bruna Takahashi venceu Offiong Eden por 4 a 0.</p>
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