<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Oropouche - Em Dia ES</title>
	<atom:link href="https://emdiaes.com.br/tag/oropouche/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/oropouche/</link>
	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 22 Nov 2025 01:27:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.6</generator>

<image>
	<url>https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2023/09/icone-86x86.png</url>
	<title>Oropouche - Em Dia ES</title>
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/oropouche/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">235663259</site>	<item>
		<title>ES lança painel online que monitora casos de dengue, Zika e Oropouche em cada cidade</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/es-lanca-painel-online-que-monitora-casos-de-dengue-zika-e-oropouche-em-cada-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 11:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=201733</guid>

					<description><![CDATA[<p>Plataforma gratuita é atualizada diariamente com dados sobre infecções e óbitos em todo o estado. Ferramenta ajuda a identificar sintomas e reforça transparência na saúde</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/es-lanca-painel-online-que-monitora-casos-de-dengue-zika-e-oropouche-em-cada-cidade/">ES lança painel online que monitora casos de dengue, Zika e Oropouche em cada cidade</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado do Espírito Santo lançou, nesta quarta-feira (19), o painel “Monitoramento das Arboviroses no Espírito Santo”, um novo ambiente virtual destinado à apresentação de dados diários sobre casos de dengue, chikungunya, Zika e Oropouche em todo o território capixaba. A iniciativa, articulada pelo Centro Integrado de Comando e Controle das Arboviroses (CICC – Arbovirose), utiliza a base de dados do sistema de notificação compulsória e-SUS Vigilância em Saúde (e-SUS VS) para oferecer um panorama atualizado das doenças transmitidas por vetores no estado.</p>
<p>Funcionalidades e abrangência dos dados<br />
A nova plataforma digital concentra informações sobre as quatro principais arboviroses monitoradas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O sistema distingue as doenças pelos seus vetores: aquelas transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e Zika) e a Febre do Oropouche, transmitida pelo maruim.</p>
<p>Ao acessar o sistema, o usuário encontra abas específicas para cada enfermidade. Além dos dados estatísticos, o ambiente virtual fornece informações sobre os sintomas característicos de cada doença. A atualização das métricas ocorre diariamente.</p>
<p>Em termos de série histórica, os painéis disponibilizam dados acumulados desde o ano de 2022 para dengue, chikungunya e Zika. No caso da Febre do Oropouche, o monitoramento exibe registros a partir de 2024, ano em que o início dos casos foi documentado no Espírito Santo.</p>
<p>Entre os indicadores disponíveis para consulta pública estão:</p>
<ul data-path-to-node="11">
<li>
<p data-path-to-node="11,0,0">Total de notificações;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,1,0">Casos confirmados e suspeitos;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,2,0">Dados estratificados por municípios;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,3,0">Evolução por semanas epidemiológicas;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,4,0">Taxa de incidência;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,5,0">Registro de óbitos;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="11,6,0">Evolução dos casos prováveis.</p>
</li>
</ul>
<p><strong>Transparência e gestão integrada</strong><br />
O lançamento da ferramenta contou com a presença de autoridades estaduais, incluindo o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann; o subsecretário de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso; o diretor-geral do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira; o coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Benicio Ferrari; e o diretor-geral do Prodest, Marcelo Azeredo Cornélio.</p>
<p>Segundo o secretário Tyago Hoffmann, a plataforma visa ampliar a transparência e fomentar a participação social.<strong> “Logo no início do CICC, discutíamos sobre a importância dos dados e informações a respeito das arboviroses estarem dispostos de forma clara e transparente a toda população, e direcionamos os esforços para o desenvolvimento deste novo painel, com apoio de muitos profissionais em um trabalho intersetorial. Além disso, acreditamos que com mais informações dispostas, a população pode se engajar cada vez mais no enfrentamento a essas doenças”,</strong> afirmou Hoffmann.</p>
<p>A integração entre diferentes órgãos foi um ponto central destacado durante o evento. O diretor-geral do IJSN, Pablo Lira, ressaltou que o painel é fruto de um esforço coletivo. <strong>“Temos convicção de que políticas públicas mais eficazes nascem do trabalho conjunto entre diferentes áreas e instituições. Por isso, fazemos questão de participar ativamente das reuniões do Comitê, pois reconhecemos a importância do diálogo, da escuta qualificada e da construção coletiva como fundamentos para soluções duradouras”,</strong> disse Lira.</p>
<p>O coronel Benicio Ferrari, da Defesa Civil, classificou as epidemias como a dengue na categoria de &#8220;desastres biológicos&#8221;, reforçando a necessidade de dados precisos para a resposta operacional. <strong>“O CICC de Arboviroses tem um papel fundamental de integração das forças da saúde, defesa civil e segurança para uma resposta rápida e coordenada. A missão da Defesa Civil Estadual é apoiar e articular com os diversos órgãos envolvidos, para ações diretas, concentração de dados confiáveis e mobilização de equipes para reduzir os impactos”,</strong> explicou o coronel.</p>
<p>O painel de monitoramento está disponível para acesso gratuito por meio do site oficial de combate ao mosquito do Governo do Estado ou diretamente pelo link do observatório do IJSN.</p>
<ul data-path-to-node="19">
<li>
<p data-path-to-node="19,0,0"><b>Site do Mosquito:</b> <a class="ng-star-inserted" href="http://mosquito.saude.es.gov.br" target="_blank" rel="noopener" data-hveid="0" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwiv54_olf-QAxUAAAAAHQAAAAAQPQ">mosquito.saude.es.gov.br</a> (clicar no banner)</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="19,1,0"><b>Link direto:</b> <a class="ng-star-inserted" href="https://ijsn.es.gov.br/observatorios/niee/arboviroses/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank" rel="noopener" data-hveid="0" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwiv54_olf-QAxUAAAAAHQAAAAAQPg">Monitoramento das Arboviroses</a></p>
</li>
</ul>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/es-lanca-painel-online-que-monitora-casos-de-dengue-zika-e-oropouche-em-cada-cidade/">ES lança painel online que monitora casos de dengue, Zika e Oropouche em cada cidade</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">201733</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudo sobre primeiro óbito por Oropouche no Espírito Santo ganha destaque na revista The Lancet</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/estudo-sobre-primeiro-obito-por-oropouche-no-espirito-santo-ganha-destaque-na-revista-the-lancet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=193056</guid>

					<description><![CDATA[<p>O vírus Oropouche é, desde a década de 1960, endêmico na região Amazônica, e que, a partir do ano de 2022, expandiu sua distribuição geográfica pelo Brasil</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/estudo-sobre-primeiro-obito-por-oropouche-no-espirito-santo-ganha-destaque-na-revista-the-lancet/">Estudo sobre primeiro óbito por Oropouche no Espírito Santo ganha destaque na revista The Lancet</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A análise minuciosa para investigar o primeiro óbito atribuído ao Oropouche no Espírito Santo garantiu aos pesquisadores do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) um importante destaque no cenário internacional de saúde pública. O artigo científico referente a esse óbito, que foi confirmado oficialmente em dezembro de 2024 pela Secretaria da Saúde (Sesa), foi publicado na última segunda-feira (19), na renomada revista científica inglesa The Lancet.</p>
<p>Com o título “Unravelling the pathogenesis of Oropouche virus”, em português como “Desvendando a patogênese do vírus Oropouche”, a pesquisa apresenta a primeira investigação detalhada de um óbito provocado pelo Oropouche, utilizando diversas técnicas disponíveis no Lacen/ES e na Ufes, além da boa descrição do caso disponível no sistema de notificação e-SUS Vigilância em Saúde.</p>
<p>Desta forma, o estudo descreve os resultados obtidos nas diversas técnicas utilizadas durante a investigação, confirmando que de fato o vírus Oropouche foi o causador do óbito no paciente. Além disso, a investigação conseguiu analisar como o Oropouche agiu no corpo humano e quais consequências que levaram a esse óbito, integrando resultados multidisciplinares obtidos por meio de análises virológicas, histopatológicas, imunológicas, moleculares e até, via microscopia eletrônica.</p>
<p>O diretor do Lacen/ES e responsável pela coordenação da investigação, Rodrigo Ribeiro Rodrigues, conta que o vírus Oropouche é, desde a década de 1960, endêmico na região Amazônica, e que, a partir do ano de 2022, expandiu sua distribuição geográfica pelo Brasil, com surtos relatados em regiões não endêmicas, como Espírito Santo e Bahia. Motivo pelo qual, ele relata, que a investigação do óbito capixaba necessitava ser realizada de forma minuciosa.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Para garantir que o óbito havia sido causado de fato pelo Oropouche, utilizamos diversas metodologias de análise diferentes para eliminar a presença e impacto de outros possíveis patógenos e confirmar o Oropouche como agente causador. Durante a investigação, testamos as amostras do paciente para 295 patógenos diferentes, sendo encontrado apenas o Oropouche”</strong>, explicou Rodrigues.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, por meio do estudo, os profissionais buscaram compreender alterações genéticas sofridas pelo vírus obtidos por meio de rearranjo genético e mutações, isto é, uma mudança na sequência genética que o vírus adquiriu, tornando o vírus Oropouche, que circula na região não endêmica, diferente e mais agressivo que o vírus original endêmico na região Amazônica.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O caso nos chamou atenção pela rápida evolução do paciente, que foi a óbito em menos de 24 horas depois do início dos sintomas. Dados de nossa pesquisa sugerem que o vírus sofreu evolução através de mutações. O fato foi confirmado pelo sequenciamento genético e, com isso, pode ter aumentado sua virulência”</strong>, destacou o diretor do Lacen/ES e coordenador da investigação.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com a doutora em Biotecnologia Anna Clara Gregório Có, que atua no Núcleo de Biologia Médica do Lacen/ES, por meio do estudo, os profissionais puderam mostrar os insights da patologia que causou o óbito, auxiliando outros profissionais a identificarem casos parecidos, seguindo as mesmas técnicas utilizadas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“A gente investigou um caso de óbito com vários detalhes que não são encontrados em outros artigos, porque, às vezes, os estudos utilizam apenas uma técnica e, no nosso, foram utilizadas diversas técnicas de várias disciplinas. Com isso, conseguimos ter uma compreensão melhor do que aconteceu com paciente e provocou seu óbito”</strong>, contou Anna Clara Gregório Có.</p>
</blockquote>
<p>Além do material descritivo, a pesquisadora ressaltou que o estudo traz como possibilidade também o alerta às vigilâncias no monitoramento de futuros casos e na identificação de casos semelhantes. A profissional destacou ainda a importância do trabalho ter integrado um grupo de pesquisa de diferentes setores, por meio de uma equipe multidisciplinar. <strong>“Envolveu um grupo de pesquisa de vários setores, com colaboração de pesquisadores da Ufes, uma equipe multidisciplinar que permitiu um olhar mais amplo e aprofundado”</strong>, disse.</p>
<p>A “Unravelling the pathogenesis of Oropouche virus” foi produzida por profissionais que atuam no Lacen/ES; na Subsecretaria de Vigilância em Saúde, da Sesa; e na Universidade Federal do Espírito Santo.</p>
<p><strong>Fazem parte da equipe responsável os pesquisadores:</strong> Anna Clara Gregório Có, Gabriela Colombo de Mendonça, Felipe Donateli Gatti, Thiago de Jesus Sousa, Eric Arrivabene Tavares, Joana Zorzal Nodari, Renan Garcia de Moura, Paola de Oliveira Lopes, Julia Del Piero Pereira, Lyvia Neves Rebello Alves, Tadeu Ériton Caliman Zanardo, Flávio Cunha Monteiro, Claudia N Duarte dos Santos, Isabela Ribeiro Rodrigues, Jaqueline Pegoretti Goulart, Carlos Henrique Fantecelle, Luciana Polaco Covre, Daniel Claudio Oliveria Gomes, Marco Cesar Cunegundes Guimarães, Andressa Alves Martins Cadete Salles, Dijoce Prates Bezerra, Wanderson de Souza Lugão, Felipe Gomes Naveca, Suwellen Sardinha Dias de Azevedo, Edson Delatorre, Fausto Edmundo Lima Pereira e Rodrigo Ribeiro-Rodrigues.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/estudo-sobre-primeiro-obito-por-oropouche-no-espirito-santo-ganha-destaque-na-revista-the-lancet/">Estudo sobre primeiro óbito por Oropouche no Espírito Santo ganha destaque na revista The Lancet</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">193056</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Espírito Santo registra mais de 8 mil casos de Febre do Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-registra-mais-de-8-mil-casos-de-febre-do-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 10:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=187751</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doença é causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Bras</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-registra-mais-de-8-mil-casos-de-febre-do-oropouche/">Espírito Santo registra mais de 8 mil casos de Febre do Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde do Espírito Santo (SESA) confirmou 8.169 casos de Febre do Oropouche no estado entre a primeira semana epidemiológica de 2024 e a quarta semana epidemiológica de 2025. O boletim divulgado nesta quinta-feira (30) também mostra a primeira morte decorrente da doença no município de Fundão, além de três óbitos em investigação. O município com maior número de casos é Alfredo Chaves, com 1.281 registros.</p>
<p><strong>Situação no Brasil</strong><br />
Entre os dias 1º e 25 de janeiro de 2025, o Brasil contabilizou 2.791 casos da doença, sendo 2.652 no Espírito Santo, 99 no Rio de Janeiro e 30 em Minas Gerais. Outros casos foram identificados na Paraíba (7), no Ceará (1), no Paraná (1) e em Roraima (1).<strong><em> &#8220;Quase três mil casos de Oropouche nas quatro primeiras semanas do ano, no Brasil – 95%, aproximadamente, registrados no Espírito Santo. É uma preocupação adicional em relação ao verão passado que enfrentamos&#8221;,</em> </strong>afirmou o secretário-adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Venâncio.</p>
<p><strong>Sobre a Febre do Oropouche</strong><br />
A Febre do Oropouche é causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram registrados, especialmente na região amazônica, considerada endêmica para a doença. Em 2024, a doença passou a ser motivo de preocupação para autoridades sanitárias brasileiras, com transmissão autóctone em diferentes estados.</p>
<p>A transmissão ocorre principalmente pelo mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não-humanos atuam como hospedeiros. No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros, e o mosquito Culex quinquefasciatus (pernilongo) também pode transmitir o vírus.</p>
<p><strong>Sintomas e prevenção</strong><br />
Os sintomas da Febre do Oropouche são semelhantes aos da dengue, incluindo febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor muscular, dor nas articulações, tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos. Em alguns casos, pode haver manifestações hemorrágicas e complicações no sistema nervoso central, como meningite asséptica e meningoencefalite, especialmente em pacientes imunocomprometidos.</p>
<p>Até o momento, não há tratamento específico para a doença. O tratamento consiste em repouso, controle dos sintomas e acompanhamento médico.</p>
<p>A prevenção envolve evitar a exposição ao mosquito vetor. Entretanto, repelentes e inseticidas convencionais não são considerados eficazes contra o maruim. Devido ao pequeno tamanho do inseto, ele pode atravessar telas convencionais, sendo recomendada a utilização de malhas ultrafinas ou o fechamento completo de portas e janelas. A eliminação de criadouros, como água parada rica em matéria orgânica, também é apontada como medida preventiva.</p>
<p><strong>Histórico de óbitos</strong><br />
Em 2024, a Bahia registrou duas mortes pela Febre do Oropouche. As vítimas eram uma mulher de 24 anos, residente em Valença, que faleceu em 27 de março, e outra mulher de 21 anos, de Camamu, cujo óbito ocorreu em 10 de maio. Até então, não havia registros de óbitos relacionados à doença no mundo.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-registra-mais-de-8-mil-casos-de-febre-do-oropouche/">Espírito Santo registra mais de 8 mil casos de Febre do Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">187751</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Casos de Febre do Oropouche ultrapassam 6 mil no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/casos-de-febre-do-oropouche-ultrapassam-6-mil-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[Febre do Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=186994</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com três mortes suspeitas em investigação, o estado concentra 90% dos casos registrados no Brasil e reforça ações de combate ao mosquito transmissor</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/casos-de-febre-do-oropouche-ultrapassam-6-mil-no-espirito-santo/">Casos de Febre do Oropouche ultrapassam 6 mil no Espírito Santo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo segue em alerta por conta da Febre do Oropouche, doença transmitida pelo mosquito maruim. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) nesta quinta-feira (16), o número de casos confirmados no estado já ultrapassa 6 mil.</p>
<p>A cidade com mais pessoas infectadas pela doença é Alfredo Chaves, na região serrana, com 1.268 casos confirmados. Na sequência, aparecem Laranja da Terra, com 658 casos, e Itarana, com 396. No total, o Espírito Santo soma 6.424 casos da doença.</p>
<p>Em Fundão, uma pessoa morreu em decorrência da doença. A vítima era uma mulher de 61 anos. Outras três mortes suspeitas de Febre do Oropouche estão sob investigação no estado.</p>
<p>No início da semana, representantes do Ministério da Saúde estiveram em Vitória para discutir ações de enfrentamento às arboviroses, como dengue, chikungunya, Zika e Febre do Oropouche.</p>
<p>Na ocasião, o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, destacou a gravidade da situação local e a necessidade de intensificar medidas preventivas.</p>
<blockquote><p><strong><em>“O Espírito Santo concentra cerca de 90% dos casos de Oropouche do país e estamos no verão, com altas temperaturas e dias chuvosos, que favorecem a proliferação do Aedes aegypti. Receber o Ministério da Saúde reforça a parceria necessária para garantir uma saúde de qualidade e a prevenção da doença, envolvendo os municípios e a sociedade civil organizada também”,</em></strong> afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>Como identificar o mosquito maruim?</strong><br />
A transmissão do Oropouche ocorre principalmente pela picada do Culicoides paraensis, conhecido popularmente como “maruim” ou “mosquito-pólvora”, dependendo da região.</p>
<p>Após picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Quando o mosquito pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.</p>
<p>Entre as principais características do inseto está o tamanho diminuto, variando de 1,5 a 3 milímetros. É muitas vezes visível apenas como um ponto na pele. Diferentemente do Aedes aegypti, o maruim pica preferencialmente no início da manhã e no final da tarde, podendo, em áreas de alta infestação, atacar ao longo de todo o dia.</p>
<p>De acordo com a bióloga Karina Bertazo, técnica em Zoonoses e Doenças Vetoriais da Sesa, o maruim se alimenta de sangue apenas na fase adulta e nas fêmeas.<strong><em> “O maruim necessita de umidade, matéria orgânica e sombra. Assim, plantações como as de banana, café e cacau, margens de rios, solos úmidos e até lixo são locais propícios”,</em> </strong>explicou.</p>
<p><strong>Recomendações e cuidados</strong><br />
Com o aumento da infestação no verão, é recomendável evitar áreas de alta presença do mosquito, especialmente para gestantes, já que foi identificada a transmissão vertical do Oropouche no estado, além de um caso de má-formação congênita.</p>
<p><strong>Outras orientações incluem:</strong><br />
&#8211; Usar roupas de manga longa, calças compridas e sapatos fechados;<br />
&#8211; Aplicar repelente nas áreas expostas;<br />
&#8211; Fechar janelas nos horários de pico do mosquito;<br />
&#8211; Limpar terrenos e áreas próximas de casa;<br />
&#8211; Recolher folhas e frutos caídos no solo;<br />
&#8211; Instalar telas de malha fina em portas e janelas.</p>
<p><strong>Sintomas e tratamento</strong><br />
Os sintomas da Febre do Oropouche surgem entre 3 e 8 dias após a picada do mosquito e duram de 2 a 7 dias. Entre os sinais mais comuns estão febre de início súbito, dores de cabeça, musculares e articulares.</p>
<p>Ao apresentar os sintomas, é fundamental buscar a unidade de saúde mais próxima e informar a possível exposição à doença.</p>
<p>O diagnóstico é feito por exames laboratoriais de biologia molecular (RT-qPCR), realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES). Não há tratamento específico para a doença, sendo os sintomas tratados com medicamentos indicados por profissionais de saúde.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/casos-de-febre-do-oropouche-ultrapassam-6-mil-no-espirito-santo/">Casos de Febre do Oropouche ultrapassam 6 mil no Espírito Santo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">186994</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ES concentra 90% dos casos de Oropouche, diz Ministério da Saúde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/es-concentra-90-dos-casos-de-oropouche-diz-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 16:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Febre do Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=186714</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, em o Estado tem 5.657 casos confirmados, uma morte em Fundão e outro óbito está em investigação</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/es-concentra-90-dos-casos-de-oropouche-diz-ministerio-da-saude/">ES concentra 90% dos casos de Oropouche, diz Ministério da Saúde</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário da Febre do Oropouche no país continua preocupando e o Espírito Santo está concentrando 90% dos casos. A fala é da a secretária de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Ethel Maciel. As informações são da Agência Brasil.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Estamos com uma concentração grande de casos no Espírito Santo, com casos importados no Rio Grande do Norte, em Goiás, no Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul, mas 90% dos casos estão concentrados no Espírito Santo, com aumento significativo das notificações. Estamos, neste momento, com uma equipe lá”,</em> </strong>disse Ethel.</p></blockquote>
<p>De acordo com a secretária, na primeira semana de 2024, 471 casos de febre do Oropouche foram identificados no país. Já na primeira semana de 2025, 98 casos da doença foram contabilizados no Brasil.</p>
<p>Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), em atualização feita na quinta-feira (9), o ES tem 5.657 casos confirmados de Oropouche, contabilizados da Semana Epidemiológica (SE) 01 de 2024 (31/12/2023 a 06/01/2024) até a SE 01 de 2025 (29/12/2024 a 04/01/2025). Uma mulher morreu pela febre em Fundão e outro óbito está em investigação.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/es-concentra-90-dos-casos-de-oropouche-diz-ministerio-da-saude/">ES concentra 90% dos casos de Oropouche, diz Ministério da Saúde</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">186714</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Saiba como identificar o maruim, vetor principal da Febre Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/saiba-como-identificar-o-maruim-vetor-principal-da-febre-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=185704</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre as principais características do inseto está o seu tamanho diminuto</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/saiba-como-identificar-o-maruim-vetor-principal-da-febre-oropouche/">Saiba como identificar o maruim, vetor principal da Febre Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante do aumento de casos da Febre Oropouche no Espírito Santo, a Secretaria da Saúde (Sesa) apresenta as características mais importantes do inseto maruim, o principal vetor da doença.</p>
<p>A transmissão do Oropouche é feita, principalmente, pela picada de um inseto chamado Culicoides paraensis, popularmente conhecido como “maruim” ou “mosquito-pólvora”, a depender da região. Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias e, quando esse inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.</p>
<p>Entre as principais características do inseto está o seu tamanho diminuto. Diferentemente do Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e chikungunya, o maruim é considerado um inseto muito pequeno, medindo cerca de 1,5 milímetros, podendo atingir 3 milímetros, sendo visto, muitas vezes, apenas como um pontinho na pele.</p>
<p>O horário em que ele pica também se diferencia do Aedes. O maruim tem preferência pelo período do início da manhã e no final de tarde, sendo esse o preferido. Se a quantidade de maruim for muito alta na localidade, o inseto pode atacar ao longo de todo o dia e a sua presença está associada também ao incômodo à população, devido à picada dolorosa e persistência em se alimentar.</p>
<p>A referência técnica em Zoonoses e Doenças Vetoriais da Secretaria da Saúde, a bióloga Karina Bertazo, conta que apenas as fêmeas se alimentam de sangue e explica qual o local preferido do inseto para colocação dos ovos.</p>
<blockquote><p><strong>“O maruim necessita, de forma geral, de três coisas, que são: a umidade, matéria orgânica e sombra. Dessa forma, vários tipos de plantações, como a de banana, café, cacau, margens de rios, solos úmidos, matéria orgânica e até lixo são locais propícios”</strong>, disse.</p></blockquote>
<p>A profissional informa ainda que no Estado há relato da presença desse inseto em todo o território, entretanto, destaca que há mais de 500 espécies de maruins no Brasil, “sendo apenas uma, a Culicoides paraenses, incriminada como vetor da doença”.</p>
<p>Karina Bertazo complementa: <strong>“A principal característica ecológica do C.paraensis é a alta densidade populacional em área com plantação de bananas, hábitat primário dessa espécie. Porém, ela também é encontrada em outros tipos de plantações que oferecem a matéria orgânica, a umidade e a sobra necessárias. Essa, assim como as demais espécies do maruim, não são consideradas vetores urbanos, por isso os casos se concentram em áreas rurais e periurbanas”</strong>, ressaltou a referência técnica.</p>
<p><strong>Cuidados</strong><br />
Uma das principais recomendações, em especial neste momento com a chegada do verão, período que caracteriza o aumento da infestação do maruim, é evitar as áreas onde há infestação, principalmente para as gestantes, uma vez que a Secretaria da Saúde já identificou a transmissão vertical do Oropouche em quatro pacientes no Estado, além do caso de má-formação congênita em um recém-nascido.</p>
<p>Mas, caso isso não seja possível, a Sesa orienta o uso de roupas de manga longa, calça comprida e sapatos fechados, como forma de evitar a picada do maruim. Além disso, se houver infestação próximo de casa, é indicado fechar as janelas no horário de pico do vetor.</p>
<p><strong>Para o Ministério da Saúde, as recomendações em relação aos principais de cuidados a serem seguidos são:</strong></p>
<ul>
<li>Evitar o contato com áreas de ocorrência e/ou minimizar a exposição às picadas dos vetores;</li>
<li>Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplicar repelente nas áreas expostas da pele;</li>
<li>Limpeza de terrenos e de locais de criação de animais;</li>
<li>Recolhimento de folhas e frutos que caem no solo;</li>
<li>Uso de telas de malha fina em portas e janelas.</li>
</ul>
<p><strong>Moro em região de infestação do maruim e fui picado, o que fazer?</strong><br />
Os primeiros sintomas aparecem entre 3 e 8 dias após a picada do inseto, podendo durar de 2 a 7 dias. Os sintomas são parecidos com os da dengue e da chikungunya, com quadro clínico podendo evoluir com febre de início súbito, dor de cabeça, dor muscular e dor articular.</p>
<p>No início dos sintomas, é importante que a população procure imediatamente a unidade de saúde mais próxima, e relate ao profissional de saúde sobre sua exposição potencial à doença. O diagnóstico para a Febre Oropouche é realizado por exames laboratoriais de biologia molecular (RT-qPCR), feitos pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES).</p>
<p>Não há tratamento específico disponível para a doença, sendo tratada os sintomas, com prescrição de medicamentos que auxiliam no alívio dos sintomas.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/saiba-como-identificar-o-maruim-vetor-principal-da-febre-oropouche/">Saiba como identificar o maruim, vetor principal da Febre Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">185704</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Espírito Santo recebe evento nacional sobre vigilância do Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-recebe-evento-nacional-sobre-vigilancia-do-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 13:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=185599</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Espírito Santo soma até esta segunda-feira (16) cerca de 3,8 mil casos confirmados para a Febre do Oropouche</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-recebe-evento-nacional-sobre-vigilancia-do-oropouche/">Espírito Santo recebe evento nacional sobre vigilância do Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo recebeu, nesta segunda-feira (16), o evento nacional “Colóquio sobre Emergência de Oropouche na Região extra-Amazônica”. A abertura do encontro, que aconteceu em Vitória, reuniu profissionais de saúde de instituições de pesquisas e de estados brasileiros que vêm registrando casos da doença em seus territórios. O colóquio continua nesta terça-feira (17).</p>
<p>Sob a organização da Coordenação-Geral de Vigilância em Arboviroses, da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde (MS), com o apoio do Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), o encontro acontece com o objetivo de debater vigilâncias e pesquisas relacionadas à febre do Oropouche, a fim de avaliar ações de vigilância clínico-laboratorial, virológica, entomológica, além de compartilhar experiências e aprimorar a vigilância de óbitos relacionados à doença.</p>
<p>O Espírito Santo soma até esta segunda-feira (16) cerca de 3,8 mil casos confirmados para a Febre do Oropouche. No Estado, há um óbito confirmado e um óbito em investigação.</p>
<p>O secretário de Estado da Saúde, Miguel Duarte, destacou, durante a abertura do evento, a parceria do Estado junto ao Ministério da Saúde e a importância de estarem recebendo o evento.</p>
<blockquote><p><strong>“Precisamos trabalhar na forma de trazer a melhor conduta e o menor risco à população. Temos uma Arbovirose que tem o comportamento diferente, que tem um combate diferente da dengue e mesmo assim traz um desafio. O número de estados presentes aqui mostra a importância do tema e como isso está influenciando a vida dos brasileiros”</strong>, disse.</p></blockquote>
<p>Ainda durante a abertura do colóquio, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambientes, do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, falou sobre a novidade do cenário do vírus no Brasil. <strong>“Temos uma nova emergência no País e precisamos avaliar quais são as mudanças que o vírus têm ou podem estar causando”</strong>, destacou.</p>
<p>Ela pontuou também sobre importância do encontro. <strong>“Teremos nesses dois dias discussões muito importantes e que serão fundamentais para que o Ministério da Saúde possa construir protocolos, principalmente de manejo clínico, para estabelecer a nossa rede de atenção, pensando no Verão que se avizinha e a possibilidade de espalhamento maior desse vírus”</strong>, frisou Ethel Maciel.</p>
<p>A abertura do evento contou ainda com a presença do subsecretário de Estado da Vigilância em Saúde da Sesa, Orlei Cardoso; do superintendente Estadual do Ministério da Saúde no Espírito Santo, Luiz Carlos Reblin; do diretor-geral da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Rodrigo Varejão Andreão; e do secretário Municipal de Saúde de Iconha, Rocleison Gonçalves Costa.</p>
<p>O encontro teve também a participação de pesquisadores de instituições, como o Instituto Evandro Chagas e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de profissionais de estados como Pernambuco, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Roraima, Rondônia, e municípios capixabas prioritários no enfrentamento ao vírus.</p>
<p><strong>Experiências nacionais e cenário epidemiológico capixaba</strong><br />
Ainda pela manhã, os profissionais foram apresentados às experiências voltadas às ações de vigilância, assistência e pesquisa nos estados de Rondônia, Roraima, Bahia, Pernambuco, Ceará e do Rio de Janeiro. Mediada pelo representante da Escola de Saúde Pública do Ceará, Luciano Pamplona, a mesa contou também com a apresentação do cenário nacional dos casos, com representante da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, do Ministério da Saúde.</p>
<p>No início da tarde, o diretor do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES), Rodrigo Rodrigues, apresentou o cenário da emergência do Oropouche no Espírito Santo.</p>
<p>Ainda na segunda-feira (16), os profissionais participaram do painel sobre vigilância entomovirológica e outro sobre a vigilância genômica. Nesta terça-feira (17), as discussões serão a respeito dos óbitos e apresentações de estudos de casos.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-recebe-evento-nacional-sobre-vigilancia-do-oropouche/">Espírito Santo recebe evento nacional sobre vigilância do Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">185599</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Espírito Santo confirma primeiro óbito por Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-confirma-primeiro-obito-por-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 21:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[óbito]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=185324</guid>

					<description><![CDATA[<p>Caso de mulher de 61 anos em Fundão é o primeiro no estado; Sesa monitora aumento de casos da doença, dengue e chikungunya</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-confirma-primeiro-obito-por-oropouche/">Espírito Santo confirma primeiro óbito por Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em coletiva realizada nesta terça-feira (10), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou o primeiro óbito por Oropouche no Espírito Santo. A vítima é uma mulher de 61 anos, moradora do município de Fundão, que faleceu em 28 de agosto deste ano. O caso foi oficialmente confirmado após uma série de análises, que identificaram o vírus Oropouche como o agente causador da morte.</p>
<p>O subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, e o coordenador do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES), Rodrigo Rodrigues, apresentaram os detalhes da investigação e os dados atualizados sobre a doença no estado. De acordo com Rodrigues, <strong><em>&#8220;a investigação do óbito foi realizada de maneira muito minuciosa, utilizando diferentes métodos para eliminar possíveis causadores e confirmar, de fato, o Oropouche. Testamos a amostra para 295 patógenos e apenas o Oropouche apareceu&#8221;.</em> </strong>O óbito de Fundão é o primeiro registrado no estado, mas outros dois estão sob investigação.</p>
<p>Oropouche é uma arbovirose transmitida pelo mosquito Maruim, que se diferencia do Aedes aegypti, transmissor da dengue e chikungunya. Segundo o subsecretário Cardoso, <strong><em>&#8220;o maruim tem ciclo diferenciado, pois precisa de matéria orgânica, como folhas em decomposição encontradas na zona rural&#8221;.</em> </strong>Ele também observou que, embora o mosquito possa estar presente nas áreas urbanas, a maior parte dos casos no estado é registrada na zona rural. Cardoso enfatizou que não há recomendação para o uso de inseticidas, uma vez que o Maruim tem características distintas de outros mosquitos.</p>
<p>Até a terça-feira (10), o Espírito Santo registrou 2.840 casos confirmados de Oropouche, segundo o sistema e-SUS Vigilância em Saúde. No Brasil, o número total de casos é de 9.609, com óbitos confirmados em outros estados, incluindo dois na Bahia e um em Pernambuco.</p>
<p><strong>Protocolos e capacitação sobre Oropouche</strong><br />
Em abril deste ano, o estado confirmou o primeiro caso de Oropouche. Desde então, a Sesa tem implementado uma série de medidas, como a elaboração de protocolos clínicos para profissionais de saúde e capacitações em todo o território. Cardoso destacou que, nesta terça-feira, uma equipe do Instituto Evandro Chagas, referência no estudo da doença, está colaborando com os profissionais capixabas na coleta do Maruim, transmissor do vírus.</p>
<p>Na próxima semana, o estado contará com a visita de representantes do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Evandro Chagas para aprimorar os protocolos de combate ao Oropouche, com ênfase na proteção de gestantes, grupo vulnerável à doença.</p>
<p><strong>Transmissão vertical do Oropouche em gestantes</strong><br />
A Sesa também alertou para os cuidados necessários durante a gestação, uma vez que já foram identificados casos de transmissão vertical do Oropouche.<strong><em> &#8220;É importante que a gestante possa evitar as áreas onde há presença do mosquito transmissor, principalmente, porque estamos com uma alta incidência da doença e infestação do vetor&#8221;,</em></strong> afirmou o subsecretário Orlei Cardoso. Ele recomendou que, caso não seja possível evitar essas áreas, as gestantes usem roupas de mangas longas e repelentes específicos para o período gestacional. A Secretaria também reforçou a vigilância quanto a novos casos e publicou a Nota Técnica Nº 10/2024 sobre a transmissão vertical do Oropouche.</p>
<p><strong>Cenário de dengue e chikungunya</strong><br />
Além do Oropouche, a Sesa também atualizou os dados sobre outras arboviroses no estado, como dengue e chikungunya. Até a semana epidemiológica 49 de 2024, o Espírito Santo havia registrado 238.992 notificações de dengue, com 156.703 casos prováveis e 41 óbitos. Em relação ao ano passado, houve um aumento de 29,4% nos casos notificados de dengue e de 18,3% nos casos prováveis. Por outro lado, o número de óbitos e casos graves apresentou queda significativa, com uma redução de 57,2% nos óbitos e de 31,1% nos casos graves em comparação com 2023.</p>
<p>Nos casos de chikungunya, o número de notificações teve um aumento de 23,9%, com um aumento ainda mais expressivo de 165,6% nos casos prováveis.</p>
<p><strong>O Oropouche fora da região amazônica</strong><br />
O Espírito Santo foi um dos primeiros estados fora da região amazônica a registrar a circulação do Oropouche, em abril deste ano. A ampliação da detecção para estados não endêmicos foi possível devido à metodologia de Biologia Molecular adotada pelo Lacen/ES, que passou a realizar análises de todas as amostras de arboviroses negativas para dengue, Zika e chikungunya.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-confirma-primeiro-obito-por-oropouche/">Espírito Santo confirma primeiro óbito por Oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">185324</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde confirma duas mortes por febre oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-confirma-duas-mortes-por-febre-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=179469</guid>

					<description><![CDATA[<p>São as primeiras registradas no mundo, conforme informativo</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-confirma-duas-mortes-por-febre-oropouche/">Ministério da Saúde confirma duas mortes por febre oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (25) duas mortes por febre oropouche no país. Até o momento, não havia relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de óbito pela doença, informou a pasta, em nota.</p>
<p>As mortes são de mulheres que viviam no interior da Bahia. Elas tinha menos de 30 anos de idade, sem comorbidades, e apresentaram sinais e sintomas semelhantes ao de dengue grave.</p>
<p><strong>Casos sob investigação</strong><br />
O ministério investiga uma morte em Santa Catarina e se quatro casos de interrupção de gestação e dois de microcefalia em bebês têm relação com a doença (Pernambuco, Bahia e Acre). Foi descartado relação da febre com uma morte no Maranhão.</p>
<p>No último dia 11, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica a todos os estados e municípios recomendando o reforço da vigilância em saúde sobre a possibilidade de transmissão vertical do vírus. Com a nota técnica, o ministério pretende também orientar a sociedade sobre a arbovirose.</p>
<p>A medida foi adotada após o Instituto Evandro Chagas detectar a presença do genoma do vírus em um caso de morte fetal, e de anticorpos em amostras de quatro recém-nascidos com microcefalia.</p>
<p>No entanto, o ministério destacou que não há evidências científicas consistentes sobre a transmissão do vírus Orov da mãe infectada para o bebê durante a gestação e nem sobre o efeito da infecção sobre malformação de bebês ou aborto.</p>
<p>Este ano, já foram registrados 7.236 casos de febre do oropouche, em 20 estados. A maior parte foi identificado no Amazonas e em Rondônia. Desde 2023, foi ampliada a detecção de casos da doença no Brasil, por meio de testes de diagnóstico na rede pública em todas as regiões.</p>
<p><strong>Febre Oropouche</strong><br />
A febre Oropouche é uma doença viral. O vírus Orov é transmitido, principalmente, por meio da picada de um mosquito conhecido como maruim (Culicoides paraensis), bem como por espécies do mosquito Culex. No Brasil, o vírus foi isolado pela primeira vez em 1960.</p>
<p>O ministério explicou que a febre oropouche pode ser confundida com a dengue. A doença evolui com febre de início súbito, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular) e artralgia (dor articular). Outros sintomas como tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos também são relatados.</p>
<p>Os sintomas duram cerca de dois a sete dias. Mas, até 60% dos pacientes podem apresentar recorrência dos sintomas, após uma a duas semanas a partir das manifestações iniciais. A maioria das pessoas tem evolução benigna e sem sequelas, mesmo nos casos mais graves.</p>
<p>Até o momento, não há tratamento específico para a febre oropouche. A terapia atual apenas alivia os sintomas.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-confirma-duas-mortes-por-febre-oropouche/">Ministério da Saúde confirma duas mortes por febre oropouche</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">179469</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Febre do Oropouche: casos da doença confirmados no ES sobem para 33</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/febre-do-oropouche-casos-da-doenca-confirmados-no-es-sobem-para-33/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 16:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Febre do Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=174702</guid>

					<description><![CDATA[<p>Perfis dos pacientes não são informados em observância à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como ao princípio da liberdade e da privacidade, explica a Sesa</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/febre-do-oropouche-casos-da-doenca-confirmados-no-es-sobem-para-33/">Febre do Oropouche: casos da doença confirmados no ES sobem para 33</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo contabiliza 33 casos confirmados da Febre do Oropouche. Os dados foram atualizados nesta quinta-feira (2) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) por meio de boletim, que tem sido emitido desde a confirmação da circulação da doença em território capixaba na última semana e que, na última segunda-feira (29), trazia 25 registros. Não há registro de mortes pela doença. </p>
<p>A Sesa explicou que não informa idade, nome ou gênero dos pacientes com a doença, considerando a Lei Geral de Proteção de Dados e os princípios da liberdade e da privacidade.</p>
<p><strong>Casos por cidade:</strong><br />
&#8211; Colatina: 17<br />
&#8211; Rio Bananal: 5<br />
&#8211; São Gabriel da Palha: 3<br />
&#8211; Laranja da Terra: 2<br />
&#8211; Sooretama: 2<br />
&#8211; Vitória: 2<br />
&#8211; Ibiraçu: 1<br />
&#8211; Vila Valério: 1</p>
<p>A Febre do Oropouche é causada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. </p>
<p>Os sintomas da doença são parecidos com os da dengue, chikungunya e febre amarela, como: dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, náusea e diarreia. Não há tratamento específico para a doença. </p>
<p>A recomendação é que os pacientes permaneçam em repouso, com tratamento dos sintomas e acompanhamento médico.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/febre-do-oropouche-casos-da-doenca-confirmados-no-es-sobem-para-33/">Febre do Oropouche: casos da doença confirmados no ES sobem para 33</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">174702</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
