<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>obesidade - Em Dia ES</title>
	<atom:link href="https://emdiaes.com.br/tag/obesidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/obesidade/</link>
	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Mar 2026 14:16:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.6</generator>

<image>
	<url>https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2023/09/icone-86x86.png</url>
	<title>obesidade - Em Dia ES</title>
	<link>https://emdiaes.com.br/tag/obesidade/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">235663259</site>	<item>
		<title>Dia Mundial da Obesidade: 33% dos adultos atendidos pelo SUS no ES estão acima do peso</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dia-mundial-da-obesidade-33-dos-adultos-atendidos-pelo-sus-no-es-estao-acima-do-peso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso infantil]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=206073</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doença crônica afeta de crianças a idosos e atua como porta de entrada para enfermidades graves. No Estado, tratamento inclui acompanhamento multidisciplinar e intervenções cirúrgicas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/dia-mundial-da-obesidade-33-dos-adultos-atendidos-pelo-sus-no-es-estao-acima-do-peso/">Dia Mundial da Obesidade: 33% dos adultos atendidos pelo SUS no ES estão acima do peso</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste 4 de março, data em que se marca o Dia Mundial da Obesidade, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) revelam que 32,8% dos adultos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Espírito Santo em 2025 apresentavam sobrepeso.</p>
<p>A Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) alerta que a condição não se restringe a uma faixa etária específica e constitui uma doença crônica não transmissível de origem multifatorial. O enfrentamento exige desde mudanças no estilo de vida até políticas públicas intersetoriais, uma vez que a obesidade é fator de risco direto para o desenvolvimento de outras patologias graves.</p>
<p><strong>Definição, diagnóstico e riscos associados</strong><br />
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a obesidade como o excesso de gordura corporal em quantidade que determine prejuízos à saúde. O diagnóstico padrão é feito por meio do Índice de Massa Corporal (IMC), que divide o peso do indivíduo (em quilos) pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. O peso saudável é classificado com um IMC entre 18,5 e 24,9; o sobrepeso entre 25 e 29,9; e a obesidade é caracterizada por índices iguais ou superiores a 30.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A Obesidade por muitos anos foi vista como apenas estar acima do peso na balança, mas hoje sabemos que é uma doença crônica, que envolve múltiplos fatores, como genética, hormonal, ambiental, e que é recidivante, ou seja, com chance de reganho de peso em períodos da vida. Portanto, deve ser acompanhada e tratada de forma contínua&#8221;,</strong> explica Alice Bravim, médica endocrinologista do Centro de Referência de Especialidades (CRE) Metropolitano.</p></blockquote>
<p>A médica detalha que a obesidade agrava e desencadeia enfermidades em diversos sistemas do corpo. Entre os riscos estão o desenvolvimento de diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, complicações ortopédicas e pulmonares (como apneia do sono). Há também o aumento da probabilidade de ocorrência de cânceres, como os de mama, intestino e útero, além de forte correlação com impactos na saúde mental, a exemplo da depressão.</p>
<p><strong>Alerta redobrado na infância e adolescência</strong><br />
Os dados do SISVAN demonstram que a condição atinge expressivamente o público infantil capixaba. Em 2025, entre crianças de 5 a 10 anos atendidas pelo SUS, 16,44% apresentaram sobrepeso e quase 10% (9,52%) foram diagnosticadas com obesidade.</p>
<p>A endocrinologista Alice Bravim alerta que as crianças obesas têm altíssimas chances de se tornarem adultos obesos, sofrendo precocemente com doenças antes restritas aos mais velhos, além de enfrentarem baixa autoestima.</p>
<p>Para combater esse cenário, o Estado atua de forma intersetorial. Raiany Boldrini, referência em Promoção da Saúde e nutricionista da Sesa, destaca o uso do Programa Saúde na Escola (PSE), uma política do Ministério da Saúde e da Educação, para conscientizar os jovens. &#8220;<strong>Aproveitamos o ambiente escolar para incentivar o desenvolvimento, por parte dos municípios, de ações de prevenção à saúde e também nutricional&#8221;,</strong> pontua Boldrini, reforçando que a manifestação da obesidade no início da vida aumenta a probabilidade de sua manutenção ao longo dos anos.</p>
<p><strong>Prevenção e a porta de entrada para o tratamento</strong><br />
A prevenção primária envolve mudanças no estilo de vida. A Sesa e a OMS recomendam a melhora nas escolhas alimentares (priorizando alimentos in natura como frutas, verduras e legumes), ingestão adequada de água, manejo do estresse e do sono, além de evitar alimentos ultraprocessados e bebidas alcoólicas ou açucaradas. A prática regular de exercícios também é fundamental, com a indicação de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana para adultos.</p>
<p>Quando o tratamento médico se faz necessário, a porta de entrada no SUS é a Atenção Primária de Saúde (APS). O cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação, exames iniciais e encaminhamento. O tratamento inicia-se com medidas não farmacológicas (orientação nutricional e exercícios). O uso de medicamentos atua como coadjuvante na prevenção secundária, visando impedir a progressão da doença.</p>
<p>Em casos de obesidade grave com falha no tratamento clínico e presença de comorbidades associadas ao IMC, a cirurgia bariátrica é indicada. Em 2025, o SUS realizou 788 procedimentos do tipo no Espírito Santo. Atualmente, a fila de espera conta com 89 pacientes, sendo a ampla maioria formada por mulheres (88%), contra 12% de homens, com uma média de idade de 45 anos.</p>
<p><strong>Monitoramento e as causas sociais da doença</strong><br />
O monitoramento do estado nutricional da população (baixo peso, peso saudável, sobrepeso e obesidade) é feito por meio das medições de peso e altura durante os atendimentos na APS, alimentando o SISVAN. Em vídeo de orientação divulgado pela Sesa, a nutricionista Raiany Boldrini orienta sobre os cuidados contínuos e ressalta que o enfrentamento exige um olhar para além dos consultórios.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A Obesidade não é somente um problema de saúde. Precisamos pensar no esforço que vá além dos muros da saúde pública, como o trabalho da qualidade de vida, da condição digna de vida, do combate à fome, do acesso à renda, pois muitas vezes a Obesidade é resultado da insegurança alimentar&#8221;</strong>, adverte a nutricionista. Com esse foco social e multifatorial, o Estado atua na Câmara Técnica de Alimentação e Nutrição do Espírito Santo (CTANES), integrando as áreas de Saúde, Esporte e Educação.</p></blockquote>
<p><strong>Radiografia do Estado Nutricional no ES (Dados SISVAN &#8211; 2025)</strong></p>
<p><strong>Adultos:</strong></p>
<ul>
<li>Sobrepeso: 156.076 (32,8%)</li>
<li>Obesidade Grau I: 107.786 (22,65%)</li>
<li>Obesidade Grau II: 49.025 (10,3%)</li>
<li>Obesidade Grau III: 28.560 (6%)</li>
</ul>
<p><strong>Adolescentes:</strong></p>
<ul>
<li>Sobrepeso: 29.598 (19,35%)</li>
<li>Obesidade: 18.264 (11,94%)</li>
<li>Obesidade Grave: 5.819 (3,81%)</li>
</ul>
<p><strong>Crianças (de 5 a 10 anos):</strong></p>
<ul>
<li>Sobrepeso: 19.664 (16,44%)</li>
<li>Obesidade: 11.390 (9,52%)</li>
<li>Obesidade Grave: 6.907 (5,77%)</li>
</ul>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/dia-mundial-da-obesidade-33-dos-adultos-atendidos-pelo-sus-no-es-estao-acima-do-peso/">Dia Mundial da Obesidade: 33% dos adultos atendidos pelo SUS no ES estão acima do peso</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">206073</post-id>	</item>
		<item>
		<title>OMS emite 1ª diretriz sobre o uso de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/oms-emite-1a-diretriz-sobre-o-uso-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 14:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=202275</guid>

					<description><![CDATA[<p>Recomendação aconselha combinar o medicamento com uma dieta saudável e atividade física</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/oms-emite-1a-diretriz-sobre-o-uso-de-canetas-emagrecedoras/">OMS emite 1ª diretriz sobre o uso de canetas emagrecedoras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda-feira (1º), sua primeira diretriz sobre o uso de terapias com GLP-1 para obesidade, recomendando-as condicionalmente como parte do tratamento de longo prazo para a doença, que afeta mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, segundo a agência.</p>
<p>A Reuters foi a primeira a noticiar que a OMS provavelmente tomaria essa medida no início deste ano.</p>
<p>A orientação surge num momento em que a procura pela classe de medicamentos conhecida como agonistas do GLP-1 aumentou drasticamente em todo o mundo, e os governos estão a tentar encontrar formas de incluir estas terapias de grande sucesso nos sistemas de saúde pública.</p>
<p>A primeira recomendação condicional aconselha o uso de medicamentos GLP-1 por adultos, exceto mulheres grávidas, para o tratamento da obesidade a longo prazo, enquanto a segunda sugere combiná-los com uma dieta saudável e atividade física.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a medida <em>&#8220;reconhece que a obesidade é uma doença crônica que pode ser tratada com cuidados abrangentes e ao longo da vida&#8221;</em>, mas alertou que a medicação sozinha não resolverá essa crise global de saúde.</p>
<p>A Dra. Marie Spreckley, da Universidade de Cambridge, afirmou que as recomendações foram <em>&#8220;classificadas adequadamente como condicionais&#8221;</em>, levando em consideração as incertezas em torno do uso prolongado em doses mais elevadas, a acessibilidade financeira e a capacidade do sistema de saúde.</p>
<p>Autoridades da OMS enfatizaram que o acesso é atualmente o maior desafio. Mesmo com a rápida expansão da produção, prevê-se que as terapias com GLP-1 alcancem menos de 10% das pessoas que poderiam se beneficiar delas até 2030.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Nossa maior preocupação é o acesso equitativo; sem uma ação coordenada, esses medicamentos podem contribuir para ampliar a desigualdade entre ricos e pobres, tanto entre países quanto dentro deles&#8221;</strong>, disse Tedros.</p>
</blockquote>
<p>A medida mais recente baseia-se na decisão da agência, em setembro, de adicionar a semaglutida e a tirzepatida, ingredientes ativos do NOVOb.CO Ozempic, da Novo Nordisk e do LLY.N Mounjaro da Eli Lilly, à sua lista de medicamentos essenciais para o tratamento da diabetes tipo 2 em grupos de alto risco, mas não chegou a adicioná-las para o tratamento da obesidade.</p>
<p>Autoridades da OMS enfatizaram a necessidade de expandir a produção, melhorar a acessibilidade financeira e criar mecanismos de aquisição, como compras conjuntas, que têm funcionado em programas de saúde de grande escala, como o de HIV, para garantir o acesso equitativo aos GLP-1s.</p>
<p>A diretriz mais recente aplica-se a adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 30 e as recomendações são para três medicamentos: semaglutida, tirzepatida e um medicamento mais antigo da mesma classe, chamado liraglutida.</p>
<p>A OMS trabalhará com governos e partes interessadas em 2026 para ajudar a priorizar o acesso para as pessoas com maior necessidade, visto que o impacto econômico da obesidade deverá atingir US$ 3 trilhões anualmente até 2030.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/oms-emite-1a-diretriz-sobre-o-uso-de-canetas-emagrecedoras/">OMS emite 1ª diretriz sobre o uso de canetas emagrecedoras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202275</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Barriga de chopp&#8221; está ligada a danos cardíacos em homens, diz estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/barriga-de-chopp-esta-ligada-a-danos-cardiacos-em-homens-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 19:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações]]></category>
		<category><![CDATA[cardíacos]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=202241</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo a pesquisa, alterações no coração causadas pela obesidade abdominal podem ser ainda mais prejudiciais do que o peso corporal isoladamente</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/barriga-de-chopp-esta-ligada-a-danos-cardiacos-em-homens-diz-estudo/">&#8220;Barriga de chopp&#8221; está ligada a danos cardíacos em homens, diz estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade abdominal, também conhecida popularmente como &#8220;barriga de chopp&#8221; ou &#8220;barriga de cerveja&#8221;, está associada a danos estruturais no coração, especialmente em homens. É o que aponta um estudo apresentado nesta semana na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, que acontece em Chicago, nos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com o estudo, as alterações no coração causadas pela obesidade abdominal podem ser ainda mais prejudiciais do que o peso corporal total isoladamente &#8212; ou seja, do que apenas a obesidade em si.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Aparentemente, isso leva a uma forma potencialmente patológica de remodelamento cardíaco, a hipertrofia concêntrica, na qual o músculo cardíaco engrossa, mas o tamanho geral do coração não aumenta, resultando em volumes cardíacos menores&#8221;</strong>, afirma Jennifer Erley, residente de radiologia no Centro Médico Universitário de Hamburgo-Eppendorf, em comunicado à imprensa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Na verdade, as câmaras internas diminuem de tamanho, fazendo com que o coração comporte e bombeie menos sangue. Esse padrão prejudica a capacidade do coração de relaxar adequadamente, o que eventualmente pode levar à insuficiência cardíaca&#8221;</strong>, completa.</p>
</blockquote>
<p>O estudo foi feito a partir da análise de imagens de ressonância magnética cardiovascular de 2.244 adultos com idades entre 46 e 78 anos, sendo 43% mulheres, sem histórico de doença cardiovascular. Também foi levado em consideração o IMC [índice de massa corporal] e a relação cintura-quadril, uma medida de obesidade abdominal.</p>
<p>De acordo com o IMC, 69% dos homens e 56% das mulheres no estudo estavam com sobrepeso ou obesidade. Utilizando a relação cintura-quadril, 91% dos homens e 64% das mulheres atendiam aos critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde) para obesidade.</p>
<p>Segundo o estudo, a obesidade abdominal foi associada ao espessamento do músculo cardíaco e à redução do volume das câmaras cardíacas. Essas alterações foram mais proeminentes em homens, particularmente no ventrículo direito, responsável por bombear o sangue para os pulmões.</p>
<p>Para os autores do estudo, isso pode refletir um estresse cardíaco precoce relacionado à forma como a gordura abdominal afeta a respiração e a pressão pulmonar.</p>
<p>A obesidade também foi associada a alterações sutis no tecido cardíaco em homens, detectáveis ​​apenas com ressonância magnética cardíaca avançada, potencialmente sinalizando estresse cardíaco precoce antes do surgimento de sintomas ou doenças diagnosticáveis.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;As diferenças específicas de sexo sugerem que os pacientes do sexo masculino podem ser mais vulneráveis ​​aos efeitos estruturais da obesidade no coração, uma descoberta não amplamente relatada em estudos anteriores&#8221;</strong>, explica Erley.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, de acordo com a pesquisadora, o dano cardíaco mais extenso em homens pode estar relacionado ao início precoce da obesidade abdominal ou ao efeito cardioprotetor do estrogênio em mulheres. No entanto, mais estudos são necessários para confirmar essas teorias.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Em vez de se concentrarem na redução do peso total, os adultos de meia-idade devem se concentrar na prevenção do acúmulo de gordura abdominal por meio de exercícios regulares, uma dieta equilibrada e intervenção médica oportuna, se necessário&#8221;</strong>, finaliza.</p>
</blockquote>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/barriga-de-chopp-esta-ligada-a-danos-cardiacos-em-homens-diz-estudo/">&#8220;Barriga de chopp&#8221; está ligada a danos cardíacos em homens, diz estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202241</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pressão alta em crianças e adolescentes quase dobrou entre 2000 e 2020</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/pressao-alta-em-criancas-e-adolescentes-quase-dobrou-entre-2000-e-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 11:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=201513</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dado é de estudo global divulgado nesta quarta-feira (12); autores dizem que descobertas reforçam a necessidade de ações para enfrentar a crescente onda de hipertensão infantil</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/pressao-alta-em-criancas-e-adolescentes-quase-dobrou-entre-2000-e-2020/">Pressão alta em crianças e adolescentes quase dobrou entre 2000 e 2020</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de crianças e adolescentes com pressão alta em todo o mundo quase dobrou entre 2000 e 2020, passando de 3% para mais de 6%, segundo uma revisão publicada na revista The Lancet Child &amp; Adolescent Health. Esse é o maior estudo global realizado até o momento.</p>
<p>Segundo o levantamento, cerca de 114 milhões de jovens sofrem com hipertensão em todo o mundo. O estudo sugere que a obesidade é um fator para o aumento da pressão alta infantil, com quase 19% das crianças e adolescentes vivendo com ambas as condições, em comparação com menos de 3% em crianças e adolescentes que possuem peso saudável, mas têm hipertensão. O trabalho revisou dados de 96 grandes estudos envolvendo mais de 443 mil crianças em 21 países.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O aumento de quase duas vezes na pressão alta infantil ao longo de 20 anos deve soar o alarme para os profissionais de saúde e cuidadores&#8221;</strong>, afirma o autor do estudo, Igor Rudan, diretor do Centro de Pesquisa em Saúde Global do Instituto Usher, no Reino Unido, em comunicado. <strong>&#8220;Mas a boa notícia é que podemos tomar medidas agora, como melhorar os esforços de triagem e prevenção, para controlar a pressão alta em crianças e reduzir os riscos de complicações adicionais de saúde no futuro.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Obesidade e hipertensão</strong><br />
O estudo sugere que crianças e adolescentes com obesidade têm um risco quase oito vezes maior de desenvolver pressão alta, com aproximadamente 19% das crianças com obesidade tendo hipertensão. Isso acontece porque a obesidade pode causar outros problemas de saúde, como resistência à insulina e alterações nos vasos sanguíneos, que dificultam a manutenção da pressão arterial dentro de uma faixa saudável.</p>
<p>O estudo também sugere que mais 8,2% das crianças e adolescentes têm pré-hipertensão, o que significa que os níveis de pressão arterial são mais altos do que o normal, mas ainda não atendem aos critérios para hipertensão. Os mais afetados são os adolescentes (11,8%), em comparação com cerca de 7% das crianças mais novas. Os níveis de pressão arterial também tendem a aumentar acentuadamente durante o início da adolescência, atingindo o pico por volta dos 14 anos, especialmente entre os meninos.</p>
<p><strong>Taxas de hipertensão variam conforme a forma de medição</strong><br />
Apesar dos resultados do estudo, os autores reconhecem algumas limitações, incluindo a variabilidade dos dados devido a diferenças nos métodos de medição. Os pesquisadores descobriram que a forma como a pressão arterial é medida em crianças e adolescentes pode afetar as estimativas de prevalência.</p>
<p>Quando a hipertensão é confirmada por um profissional de saúde em pelo menos três consultas no consultório, a prevalência foi estimada em aproximadamente 4,3%. No entanto, quando os pesquisadores também incluíram avaliações fora do consultório, como monitoramento ambulatorial ou domiciliar da pressão arterial, a prevalência de hipertensão sustentada subiu para cerca de 6,7%.</p>
<p>Além disso, a pesquisa destacou que condições como hipertensão mascarada — quando a hipertensão não é detectada durante exames de rotina — afetam quase 9,2% das crianças e adolescentes em todo o mundo, indicando potencial subdiagnóstico.</p>
<p>Por outro lado, a prevalência de hipertensão do jaleco branco (uma condição em que a pressão arterial de uma pessoa é elevada apenas quando ela está em um ambiente médico, como um consultório médico, mas é normal em casa ou quando medida com um monitor de pressão arterial doméstico) foi estimada em 5,2%, o que sugere que uma proporção notável de crianças pode ser classificada incorretamente.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Critérios diagnósticos harmonizados, monitoramento expandido de ausência temporária e vigilância sensível ao contexto são os próximos passos essenciais. A educação de profissionais de saúde, famílias e formuladores de políticas também é crucial&#8221;</strong>, afirma o autor Rahul Chanchlani, da Universidade McMaster, no Canadá, em comentário vinculado ao estudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A integração e implementação da hipertensão infantil em estratégias mais amplas de prevenção de doenças não transmissíveis é uma prioridade, reconhecendo que o risco cardiovascular começa não na meia-idade, mas na infância. A tarefa à frente é simples: garantir que a pressão arterial elevada de nenhuma criança passe despercebida, não reconhecida ou tratada&#8221;</strong>, finaliza.</p>
</blockquote>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/pressao-alta-em-criancas-e-adolescentes-quase-dobrou-entre-2000-e-2020/">Pressão alta em crianças e adolescentes quase dobrou entre 2000 e 2020</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">201513</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova Mounjaro para tratamento de apneia do sono</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-mounjaro-para-tratamento-de-apneia-do-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mounjaro]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=200337</guid>

					<description><![CDATA[<p>A condição é causada, principalmente, pela obesidade e redução do peso gerada pelo uso do medicamento melhora os sintomas</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-mounjaro-para-tratamento-de-apneia-do-sono/">Anvisa aprova Mounjaro para tratamento de apneia do sono</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira (20) o uso do Mounjaro, medicamento para diabetes tipo 2 e obesidade, para o tratamento de apneia obstrutiva do sono em adultos obesos. Com a aprovação, a caneta se torna a primeira terapia para a condição.</p>
<p>A apneia obstrutiva do sono é uma doença grave caracterizada pela parada da respiração por tempo suficiente para interromper o sono. A maioria das pausas dura entre 10 e 30 segundos durante o sono, mas algumas podem persistir por um minuto ou mais.</p>
<p>De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono (AASM), a apneia acontece quando os músculos relaxam durante o sono, causando colapso do tecido mole na parte posterior da garganta e bloqueando as vias aéreas superiores. Os sintomas da apneia incluem o ronco alto, o sono não reparador, fadiga, problemas de concentração, entre outros.</p>
<p>O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para a apneia obstrutiva do sono, de acordo com a AASM. A condição, a longo prazo, pode afetar a progressão de complicações cardiometabólicas como hipertensão, doença coronariana, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, fibrilação atrial e diabetes tipo 2.</p>
<p>O tratamento padrão da apneia do sono consiste no uso de suporte mecânico durante o sono, incluindo a terapia com pressão positiva nas vias aéreas (CPAP) para melhorar o índice de apneia-hipopneia (IAH), que mede o número de apneias e hipopneias durante uma hora de sono.</p>
<p>Com a aprovação do Mounjaro para o tratamento da apneia do sono, os pacientes com obesidade passam a ter uma nova opção para abordar a causa da doença, na visão de Luiz André Magno, diretor médico sênior da Lilly, farmacêutica responsável pelo medicamento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A aprovação de Mounjaro® para a apneia obstrutiva do sono é um marco transformador para os pacientes, já que se trata de uma condição subdiagnosticada e com opções de tratamento limitadas. Mounjaro® oferece uma nova esperança ao abordar a causa subjacente da doença em pacientes com obesidade. Estamos orgulhosos de trazer essa inovação que pode melhorar significativamente a qualidade de vida e reduzir os riscos cardiometabólicos associados a esta condição&#8221;</strong>, destaca Magno.</p>
<p><strong>Estudos demonstram a eficácia de Mounjaro para apneia do sono</strong><br />
A aprovação da Anvisa é baseada nos resultados do estudo clínico de fase 3 SURMOUNT-OSA, que demonstrou a eficácia e segurança da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, em adultos com obesidade e AOS moderada a grave, tanto em pacientes que não utilizavam pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) quanto naqueles que já faziam uso da terapia.</p>
<p>O estudo mostrou que o uso de Mounjaro nas doses de 10 mg ou de 15 mg foi cerca de cinco vezes mais eficaz do que o placebo na redução das interrupções respiratórias em adultos que não utilizavam a terapia com CPAP, resultando em 27 interrupções respiratórias a menos por hora com a medicação e cinco a menos com o placebo.</p>
<p>Além disso, o Mounjaro levou a 30 interrupções respiratórias a menos por hora em comparação com o grupo placebo. Após um ano, 42% dos adultos em uso da medicação e 50% dos adultos em uso da medicação e do aparelho CPAP apresentaram remissão ou apneia obstrutiva do sono leve, sem sintomas, em comparação com 16% e 14% nos grupos placebo, respectivamente.</p>
<p>Além da melhora nos sintomas da apneia, adultos em uso de Mounjaro perderam, em média, 20,4 kg (18%) do peso corporal, enquanto adultos em uso de Mounjaro associado a CPAP perderam, em média, 22,7 kg (20%) do peso corporal, em comparação com 1,8 kg (2%) e 2,7 kg (2%) nos grupos placebo, respectivamente.</p>
<p>O SURMOUNT-OSA é um conjunto de estudos que comparou a eficácia e segurança da tirzepatida com placebo em adultos com obesidade e apneia obstrutiva do sono moderada a grave.</p>
<p>No estudo 1, eles não podiam ou não queriam usar a terapia com pressão positiva nas vias aéreas (CPAP), enquanto no estudo 2 eles já usavam e planejavam permanecer com CPAP durante toda a duração do estudo.</p>
<p>Os ensaios randomizados contaram com 469 participantes de diversos países, como EUA, Austrália, Brasil, China, República Tcheca, Alemanha, Japão, México e Taiwan, e eles receberam a dose máxima tolerada de tirzepatida (de 10 mg ou 15 mg) ou placebo.</p>
<p><strong>O que é Mounjaro?</strong><br />
Considerado o principal concorrente do Ozempic e do Wegovy, ambos da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, o Mounjaro é composto de tirzepatida, uma molécula agonista duplo de GLP-1 e GIP, hormônios gerados no intestino e liberados depois das refeições, aumentando a produção de insulina pelo pâncreas para manter o controle do açúcar no sangue.</p>
<p>O Mounjaro foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil em setembro de 2023 para o tratamento do diabetes tipo 2 e em junho deste ano para o tratamento de sobrepeso e obesidade. O medicamento deve ser usado associado a mudanças de estilo de vida, como a adoção de uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-mounjaro-para-tratamento-de-apneia-do-sono/">Anvisa aprova Mounjaro para tratamento de apneia do sono</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">200337</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Unicef: obesidade infantil supera desnutrição pela 1ª vez no mundo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/unicef-obesidade-infantil-supera-desnutricao-pela-1a-vez-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 10:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=198190</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatório da agência traz dados dados de mais de 190 países</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/unicef-obesidade-infantil-supera-desnutricao-pela-1a-vez-no-mundo/">Unicef: obesidade infantil supera desnutrição pela 1ª vez no mundo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada cinco crianças ou adolescentes do mundo está acima do peso, o que representa cerca de 391 milhões de indivíduos. Quase metade delas &#8211; 188 milhões &#8211; apresenta obesidade. Com isso, pela primeira vez na história, o excesso de peso grave superou a desnutrição como a maior forma de má nutrição infantil. Os dados são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que alerta para o risco de adoecimento.</p>
<p>Em um relatório com dados de mais de 190 países, a organização mostra que a prevalência de desnutrição entre crianças de 5 a 19 anos caiu de quase 13% para 9,2%, entre 2000 e 2025. Enquanto isso as taxas de obesidade aumentaram de 3% para 9,4%. A obesidade só não superou a desnutrição em duas regiões do mundo: a África Subsaariana e o Sul da Ásia.</p>
<p>No Brasil, esse já é o panorama há algumas décadas. No ano 2000, 5% das crianças e adolescentes apresentavam obesidade, contra 4% afetados pela desnutrição. Até 2022, o índice de obesidade triplicou, chegando a 15%, enquanto a desnutrição continuou caindo para 3% dessa população. Além disso, o sobrepeso dobrou de 18% para 36%.</p>
<p>Segundo o relatório, as maiores taxas de obesidade entre crianças e adolescentes foram encontradas em países das Ilhas do Pacífico, passando de 30%. A principal razão, segundo o Unicef, é a substituição da alimentação tradicional por alimentos ultraprocessados, que são mais baratos.</p>
<p>Mas as taxas de obesidade e o consumo de ultraprocessados também preocupam em países de alta renda, de continentes e com contextos culturais diferentes. No Chile, 27% das habitantes entre 5 a 19 anos vivem com obesidade, e a proporção é de 21% nos Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos, ou seja, 2 a cada 10.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>“A obesidade é uma preocupação crescente que pode impactar a saúde e o desenvolvimento das crianças. Os alimentos ultraprocessados estão substituindo cada vez mais frutas, vegetais e proteínas, justamente quando a nutrição desempenha um papel crítico no crescimento, desenvolvimento cognitivo e saúde mental das crianças”</strong></em>, lamenta Catherine Russell, Diretora Executiva do Unicef.</p>
<p>De acordo com a organização, a mudança não se deve a escolhas pessoais, mas a <em>&#8220;ambientes alimentares prejudiciais que estão moldando a dieta das crianças, para privilegiar alimentos ultraprocessados e fast foods&#8221;</em>, que contém altas concentrações de açúcar, amido refinado, sal, gorduras não saudáveis e aditivos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Esses produtos dominam comércios e escolas, enquanto o marketing digital dá à indústria de alimentos e bebidas acesso poderoso ao público jovem&#8221;</strong>, alerta a publicação.</p>
</blockquote>
<p>O relatório mostra também que a desnutrição continua sendo uma preocupação significativa entre crianças menores de 5 anos em muitos países de baixa e média renda, enquanto o excesso de peso é mais prevalente entre as crianças em idade escolar e adolescentes.</p>
<p>De acordo com o relatório, a condição aumenta o risco de desenvolver resistência à insulina, pressão alta e doenças graves ao longo da vida, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer.</p>
<p>O Unicef calcula que, se os países não intervirem para prevenir o excesso de peso infantil, podem enfrentar grandes impactos econômicos, por causa das consequências na saúde pública. Até 2035, o impacto econômico global do sobrepeso e da obesidade deve ultrapassar US$ 4 trilhões por ano.</p>
<p>Por outro lado, alguns países aparecem como exemplos positivos, incluindo o Brasil. A organização destaca: a restrição progressiva da compra de ultraprocessados no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); a vedação de propagandas de alimentos não saudáveis para crianças; a rotulagem frontal, que destaca quando um produto é rico em substâncias nocivas, como açúcar e sódio; e a proibição do uso de gorduras trans na produção de alimentos.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/unicef-obesidade-infantil-supera-desnutricao-pela-1a-vez-no-mundo/">Unicef: obesidade infantil supera desnutrição pela 1ª vez no mundo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">198190</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Obesidade adulta e anemia entre mulheres são preocupantes, aponta FAO</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-adulta-e-anemia-entre-mulheres-sao-preocupantes-aponta-fao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=179337</guid>

					<description><![CDATA[<p>Documento também mostra menos crianças com atraso no crescimento</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-adulta-e-anemia-entre-mulheres-sao-preocupantes-aponta-fao/">Obesidade adulta e anemia entre mulheres são preocupantes, aponta FAO</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendências crescentes de obesidade de adultos e também de anemia entre mulheres de 15 a 49 anos são consideradas preocupantes, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na manhã desta quarta-feira (24).</p>
<p>O documento mostra que a prevalência de obesidade entre adultos teve um aumento constante ao longo das últimas décadas, de 12,1% (591 milhões de pessoas, em 2012) para 15,8% (881 milhões de pessoas, em 2022). A previsão é do número aumentar para mais de 1,2 bilhão até 2030. Sobre a anemia de mulheres de 15 a 49 anos, aumentou de 28,5%, em 2012, para 29,9%, em 2019 e há uma projeção para atingir 32,3% até 2030.</p>
<p>Por outro lado, o documento identificou que haveria menos crianças afetadas pelo atraso no crescimento. Aliás, o relatório aponta que o atraso no crescimento infantil pode ter diminuído em um terço nas últimas duas décadas, o que mostraria uma mudança positiva global. Na avaliação da FAO, são mudanças positivas, como o <strong>“direito à alimentação adequada e um padrão de vida que garanta a dignidade, saúde e bem-estar de todas as pessoas, especialmente para gerações futuras”</strong>.</p>
<p><strong>Longe da meta </strong><br />
Conforme mostra o relatório, o mundo estaria longe de alcançar o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS-2) de erradicar a fome até 2030 e haveria uma prevalência global de subnutrição em nível semelhante por três anos consecutivos depois de ter aumentado acentuadamente após a pandemia de covid-19.</p>
<blockquote><p><strong>“Entre 713 e 757 milhões de pessoas podem ter enfrentado a fome em 2023 – uma em cada 11 pessoas no mundo, e uma em cada cinco em África”</strong>. São diferentes motivos que impactam os povos em maior vulnerabilidade, como conflitos, mudanças climáticas, desacelerações econômicas e as recessões.</p></blockquote>
<p>No ano passado, a estimativa era que 28,9% da população mundial (ou 2,33 bilhões de pessoas) estava em moderada ou grave insegurança alimentar.</p>
<p><strong>“O aumento da fome é maior nos países pobres afetados por mais do que um grande impulsionador. Isso porque o sistema agroalimentar nestes países não são resilientes a essas forças externas”</strong>. Um alerta é que a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição continuam a aumentar “e afetam desproporcionalmente as crianças”. Outros públicos mais vulneráveis têm sido as mulheres, os jovens e os povos indígenas, de acordo com o documento.</p>
<p><strong>Financiamento</strong><br />
A FAO avalia que um problema grave é a falta de uma solução comum em relação ao financiamento para a segurança alimentar e nutricional.<strong> &#8220;No caso de financiamento para a segurança alimentar e nutricional, não é possível avaliar adequadamente os níveis existentes, muito menos monitorar progressos ou retrocessos (para cumprir as metas)”</strong>.</p>
<p>A entidade explica que existe uma necessidade urgente de avançar para uma ação comum para o financiamento da segurança alimentar. Uma análise de 10 países de baixa e média renda (que inclui o Brasil) mostra que os gastos públicos com segurança alimentar e nutrição estavam crescendo antes da pandemia de covid-19.</p>
<p>Na avaliação da FAO, governos em alguns países de renda média também parecem estar gastando relativamente mais parte do seu orçamento para resolver as principais causas da insegurança alimentar e da desnutrição em comparação com países de baixa renda. A FAO argumenta que o relatório é um apelo “forte e urgente” à ajuda global e também às ações nacionais para resolver este problema como parte da agenda global de ação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. <strong>“Há desigualdades no acesso ao financiamento para segurança alimentar e nutrição entre países e dentro dos países”</strong>.</p>
<p>O estudo identifica que cerca de 63% dos países com alta ou crescente fome, insegurança alimentar e desnutrição lutam para obter financiamento para a segurança alimentar e nutrição. <strong>“A maioria destes países (82%) são afetados por um ou mais dos principais impulsionadores da fome (&#8230;). E, por isso, é importante aumentar o financiamento para países com níveis mais elevados de fome&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>Parcerias</strong><br />
O relatório argumenta que somente fontes oficiais e públicas de financiamento não serão suficientes para preencher a lacuna de financiamento para acabar com a fome. <strong>“Aumentar o financiamento privado, através de parcerias público-privadas, também será essencial para complementar os esforços”</strong>. A FAO argumenta que não atender à agenda de 2030 acarreta custos sociais, econômicos e ambientais incomensuráveis. <strong>“Não há tempo a perder, já que o custo da inação excede em muito o custo da ação”</strong>.</p>
<p>Os dados do relatório servirão de base para discussões, segundo a FAO, na Cúpula do Futuro, em setembro deste ano, e na Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, no ano que vem.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-adulta-e-anemia-entre-mulheres-sao-preocupantes-aponta-fao/">Obesidade adulta e anemia entre mulheres são preocupantes, aponta FAO</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">179337</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Quase metade dos brasileiros terão obesidade até 2044, diz estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/quase-metade-dos-brasileiros-terao-obesidade-ate-2044-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=177900</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa apresentada no Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO) sugere que 48% dos adultos no Brasil terão obesidade em até 20 anos, com outros 27% vivendo com sobrepeso</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/quase-metade-dos-brasileiros-terao-obesidade-ate-2044-diz-estudo/">Quase metade dos brasileiros terão obesidade até 2044, diz estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase metade dos brasileiros adultos (48%) terá obesidade e mais 27% terão sobrepeso até 2044, conforme alerta um novo estudo apresentado no Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO) 2024. O evento, organizado pela Federação Mundial de Obesidade, é um dos principais congressos sobre o tema no mundo e acontece em São Paulo de 26 a 29 de junho.</p>
<p>De acordo com as estimativas do estudo, três quartos dos adultos brasileiros terão obesidade ou sobrepeso dentro de 20 anos. Os autores também estimam que, se as tendências atuais se mantiverem, 130 milhões de brasileiros viverão acima do peso.</p>
<p>O trabalho foi realizado por Eduardo Nilson, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e colegas. Os autores usaram um modelo de tabela de vida para estimar os impactos do sobrepeso e da obesidade sobre 11 doenças associadas ao Índice de Massa Corporal (IMC) elevado no Brasil até 2044, supondo que as tendências atuais sejam mantidas.</p>
<p>O modelo estima mortes atribuídas e casos incidentes de doenças cardiovasculares, diabetes, doença renal crônica, cirrose e cânceres com base em dados demográficos e epidemiológicos de pesquisas nacionais e do Estudo de Carga Global da Doença (GBD).</p>
<p>Segundo as estimativas, a prevalência de sobrepeso e obesidade entre adultos brasileiros aumentará de 57%, em 2023, para 75%, em 2024. Consequentemente, estima-se que sejam desenvolvidos 10,9 milhões de novos casos de doenças crônicas associadas ao sobrepeso e à obesidade nos próximos 20 anos, e 1,2 milhão de mortes atribuíveis ao sobrepeso e à obesidade durante esse período.</p>
<p>Apesar de a distribuição de novos casos entre homens e mulheres não diferir significativamente, o estudo estima que 64% das mortes relacionadas à obesidade devem ocorrer entre os homens até 2044. Nesse cenário, o diabetes representou mais de 51% dos novos casos, e as doenças cardiovasculares atribuíveis ao excesso de peso representaram, aproximadamente, 57% das mortes até 2044.</p>
<blockquote><p><strong>“Com base nas tendências atuais, a carga epidemiológica e econômica do sobrepeso e da obesidade no Brasil aumentará significativamente, portanto políticas robustas precisam ser implementadas no país, incluindo o tratamento dos casos existentes e a prevenção do sobrepeso e da obesidade em todas as faixas etárias”</strong>, comentam os autores do estudo.</p>
<p><strong>“Esses dados são alarmantes e deixam claro que precisamos focar em políticas de prevenção e nos afastar do discurso ‘conveniente’ de que a obesidade é uma questão de hábitos e escolhas”</strong>, afirma Bruno Halpem, presidente da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).</p>
<p><strong>“Se não unificarmos esforços, com governo e sociedade civil, estaremos, ano após ano, congresso após congresso, apenas divulgando novos dados assustadores. Felizmente, a América Latina está na vanguarda dessa discussão e podemos aprender muito com as experiências de outros países da região”</strong>, completa.</p></blockquote>
<p><strong>Mulheres, negros e outras pessoas não brancas serão mais atingidos</strong><br />
O estudo mostrou que o sobrepeso e a obesidade em adultos no Brasil estão aumentando rapidamente ao longo do tempo. A prevalência da obesidade quase dobrou de 2006 a 2019, atingindo 20,3% da população adulta. Até 2030, a estimativa é de que 68,1% dos adultos tenham sobrepeso e obesidade, com mulheres, negros e outras etnias minoritárias apresentando maior prevalência da doença.</p>
<p>Para as mulheres, a estimativa de obesidade para 2030 é de 30,2%, e de sobrepeso, 37,7%. Já para os homens, a estimativa é de 28,8% e 39,7% para obesidade e sobrepeso, respectivamente. Para o mesmo ano, a estimativa para a obesidade em pessoas brancas é de 27,6%, e para sobrepeso, 38,8%. Para negros e outras etnias não brancas combinadas é de 31,1% para obesidade e 38,2% para sobrepeso.</p>
<p>O estudo também aponta para disparidades relacionadas à escolaridade. Para aqueles com alto nível educacional, a estimativa para obesidade é de 26,2%, para obesidade, enquanto para pessoas com baixo nível educacional é de 35,4%.</p>
<p><strong>Obesidade em meninos e meninas de todas as idades também deve aumentar</strong><br />
A pesquisa mostra, ainda, que, se mantidas as tendências atuais, as taxas de obesidade também aumentarão em meninos e meninas de todas as idades nos próximos 20 anos. A previsão é que a doença alcance 24% das crianças entre 5 e 9 anos, 15% das de 10 a 14 anos, e 12% entre os adolescentes e jovens adultos de 15 a 19 anos.</p>
<p>Os autores do estudo estimam que a prevalência de obesidade em meninos de 5 a 9 anos aumente de 22,1% para 28,6% entre 2023 e 2044. Para as meninas dessa faixa etária, a projeção é que aumente de 13,6% para 18,5%.</p>
<p>No mesmo período de 20 anos, a porcentagem de meninos de 10 a 14 anos vivendo com obesidade aumentará de 7,9% para 17,6%, enquanto a porcentagem de meninas com obesidade na mesma faixa etária aumentará de 7,9% para 11,6%. Por fim, a prevalência de obesidade entre os meninos na faixa etária de 15 a 19 anos aumentará de 8,6% para 12,4%, enquanto a prevalência entre as meninas aumentará de 7,6% para 11,0%.</p>
<blockquote><p><strong>“Os resultados do estudo apoiam a necessidade urgente de políticas públicas para prevenir e tratar o sobrepeso e a obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS) e demonstram prováveis impactos epidemiológicos da obesidade infantil no Brasil se não forem tomadas medidas apropriadas. Além dessas outras abordagens no âmbito do SUS, para resolver efetivamente essa questão, é essencial implementar políticas fiscais e regulatórias que promovam ambientes alimentares mais saudáveis, especialmente para crianças e adolescentes”</strong>, comentam os autores do estudo.</p></blockquote>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/quase-metade-dos-brasileiros-terao-obesidade-ate-2044-diz-estudo/">Quase metade dos brasileiros terão obesidade até 2044, diz estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">177900</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/criancas-brasileiras-estao-mais-altas-e-mais-obesas-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=172716</guid>

					<description><![CDATA[<p>Obesidade infantil é preocupante, diz responsável pela pesquisa</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/criancas-brasileiras-estao-mais-altas-e-mais-obesas-revela-estudo/">Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College London.</p>
<p>Os resultados do estudo indicaram que, entre 2001 e 2014, a estatura infantil, em média, aumentou 1 centímetro. A prevalência de excesso de peso e obesidade também teve aumento considerável entre os dados analisados. A prevalência de obesidade entre os grupos analisados subiu até cerca de 3%.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na revista The Lancet Regional Health – America e baseou-se na observação das medidas de mais de 5 milhões de crianças brasileiras. Segundo os pesquisadores, tais resultados indicam que o Brasil, assim como os demais países em todo o mundo, está longe de atingir a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de deter o aumento da prevalência da obesidade até 2030.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora associada ao Cidacs/Fiocruz Bahia e líder da investigação, Carolina Vieira, a obesidade infantil é preocupante. O Ministério da Saúde explica que tanto o sobrepeso quanto a obesidade referem-se ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para enfermidades como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer.</p>
<blockquote><p><strong>“Tem estudos que indicam que a criança que vive com obesidade aumenta a chance de persistir com essa doença durante todo o ciclo da vida dela”</strong>, diz Carolina. <strong>“Em termos de saúde pública, pensamos que a carga dessas doenças crônicas não transmissíveis e os custos associados à obesidade aumentam ao longo do tempo. Então, é necessária uma ação efetiva e coordenada, porque senão as repercussões dessa doença para a saúde pública nos próximos anos serão bem alarmantes.”</strong></p></blockquote>
<p><strong>A pesquisa</strong><br />
O estudo analisou dados de 5.750.214 crianças, de 3 a 10 anos, que constam em três sistemas administrativos: o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc) e o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). Isso possibilitou uma análise longitudinal, ou seja, ao longo da vida de cada uma das crianças, por meio de informações coletados ao longo dos anos.</p>
<p>Os dados analisados foram divididos em dois grupos: nascidos de 2001 a 2007 e nascidos de 2008 a 2014. Foram levadas em conta também as diferenças entre os sexos declarados. Com isso, estimou-se uma trajetória média de índice de massa corporal (IMC) – indicador usado para determinar o peso ideal e variações que indicam magreza, sobrepeso ou obesidade – e altura para as meninas, e outra para os meninos.</p>
<p>Na comparação entre os dois grupos, ou seja, dos nascidos até 2007 e dos nascidos até 2014, considerados aqueles com idades de 5 a 10 anos, a prevalência de excesso de peso aumentou 3,2% entre os meninos e 2,7% entre as meninas. No caso da obesidade, a prevalência entre os meninos passou de 11,1% no primeiro grupo (nascidos até 2007) para 13,8% no segundo grupo (nascidos até 2014) o que significa aumento de 2,7%. Entre as meninas, a taxa passou de 9,1% para 11,2%, aumento de 2,1%.</p>
<p>Na faixa etária de 3 e 4 anos, o aumento foi menor na comparação entre os dois grupos. Quanto ao excesso de peso, houve alta de 0,9% entre os meninos e de 0,8% entre as meninas. Em termos de obesidade, a prevalência passou de 4% para 4,5% entre os meninos e de 3,6% para 3,9% entre as meninas, ou seja, houve crescimento de 0,5% e 0,3%, respectivamente.</p>
<p>O estudo constatou ainda o aumento na trajetória média de altura do grupo de nascidos entre 2008 e 2014 de aproximadamente 1 centímetro em ambos os sexos. De acordo com Carolina Vieira, tal crescimento reflete a melhoria nas condições de vida e de saúde.</p>
<blockquote><p><strong>“Os estudos demonstram que ter mais altura tem sido associado a alguns desfechos positivos na saúde, como menor probabilidade de doenças cardíacas e derrames e mais longevidade. Mas a altura do indivíduo, a altura da criança, reflete muito o desenvolvimento econômico, a melhoria das condições de vida. Maior escolaridade materna, mais pessoas vivendo na área urbana, são alguns dos exemplos de melhoria dessas condições no Brasil nos últimos anos”</strong>, diz a pesquisadora.</p></blockquote>
<p><strong>Má nutrição</strong><br />
Além do aumento da obesidade, o Brasil enfrenta a fome. Estudo do Instituto Fome Zero revela que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar grave no Brasil chegou a 20 milhões no quarto trimestre do ano passado.</p>
<p>Apesar de estar aumentando a prevalência da obesidade, o Brasil hoje vive a dupla carga de má nutrição: prevalência de crianças desnutridas e de crianças com obesidade.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;É preciso olhar realmente para esses dois extremos – da desnutrição e da obesidade – ocorrendo simultaneamente”</strong>, destaca Carolina Vieira.</p></blockquote>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/criancas-brasileiras-estao-mais-altas-e-mais-obesas-revela-estudo/">Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">172716</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Obesidade é um dos problemas de saúde mais graves, segundo OMS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-e-um-dos-problemas-de-saude-mais-graves-segundo-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 13:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emdiaes.com.br/?p=98201</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo estão obesas, sendo que mais de 30% delas são crianças ou adolescente</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-e-um-dos-problemas-de-saude-mais-graves-segundo-oms/">Obesidade é um dos problemas de saúde mais graves, segundo OMS</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) vê a obesidade como um dos problemas de saúde mais graves que existem atualmente. Segundo dados publicados pela entidade, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo estão obesas, sendo que mais de 30% delas são crianças ou adolescentes. Estimativa é de que 2,3 bilhões de adultos estarão acima do peso até 2025.</p>
<p><em>&#8220;A obesidade é uma doença crônica que muitas vezes não é tratada como tal. A gente acha que é simplesmente uma condição, mas é mais do que isso, é uma doença extremamente preocupante&#8221;</em>, diz Maria Teresa Luis Luis, pediatra nutróloga. Ainda de acordo com a médica, a obesidade é uma doença multifatorial, que pode ter colaboração genética ou estar relacionada ao estilo de vida.</p>
<p>Em 2022, de janeiro a outubro, o Sistema Único de Saúde (SUS) acompanhou mais de 4,4 milhões de adolescentes entre 10 e 19 anos de idade e, desses, quase 1,4 milhão foram diagnosticados com sobrepeso, obesidade ou obesidade grave. Os dados são do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde.</p>
<p>Consumo excessivo de açúcar, gordura saturada, alimentos processados e ultraprocessados, anúncios de alimentos não saudáveis direcionados a crianças e adolescentes e a falta de exercícios são alguns dos fatores que preocupam os médicos. &#8220;Essa geração está cada vez mais focada nas telas de celular, computador e televisão ao invés de se mover, brincar e correr. Muitos estudos mostram que o sedentarismo tem relação com a obesidade&#8221;, comenta a médica.</p>
<p><strong>O segredo é a prevenção</strong></p>
<p>Para a OMS, a chave para prevenir a obesidade é agir cedo, idealmente antes mesmo de o bebê ser concebido. Diante disso, uma boa nutrição na gravidez, seguida de amamentação exclusiva até os seis meses de idade e continuada até dois anos ou mais, é um excelente início nutricional para todos os bebês e crianças pequenas.</p>
<p>Embora ter uma alimentação saudável seja muito importante para prevenir a obesidade na infância e na adolescência, essa é uma questão que vale para a família inteira. <em>&#8220;Antes de qualquer coisa, a gente tem de educar pelo exemplo, por isso não dá para dissociar a família desse processo, já que a alimentação é um aprendizado para a vida&#8221;</em>, explica Maria Teresa.</p>
<p>A médica garante que crianças e adolescentes obesos serão, muito provavelmente, adultos obesos com sérios riscos de sofrer consequências psicológicas, cardiovasculares, endócrinas e reprodutivas. <em>&#8220;Incentivar a prática de exercícios físicos por, pelo menos, 60 minutos por dia, contribuir com um sono saudável e limitar o uso de eletrônicos são apenas algumas dicas de como podemos proteger nossos jovens&#8221;</em>, finaliza.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/obesidade-e-um-dos-problemas-de-saude-mais-graves-segundo-oms/">Obesidade é um dos problemas de saúde mais graves, segundo OMS</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">98201</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
