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	<title>mercado de carbono - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>mercado de carbono - Em Dia ES</title>
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		<title>ES sedia evento de reciclagem para debater o futuro da economia circular</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/es-sedia-evento-de-reciclagem-para-debater-o-futuro-da-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 13:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Recicla Summit ES]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apenas 8% dos resíduos sólidos urbanos reciclados no Brasil, encontro busca fortalecer o setor no estado, que já conta com 78 empresas e se posiciona como um polo estratégico na área</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo se prepara para sediar o Recicla Summit ES, o maior evento do segmento no estado, que acontece nos dias 15 e 16 de outubro, na Federação das Indústrias (Findes). Aberto ao público, o encontro reunirá especialistas e líderes do setor em âmbitos nacional e estadual para debater as estratégias e tecnologias da indústria de resíduos sob o tema &#8220;Reciclagem 360º: inovação, sustentabilidade e competitividade na nova economia circular&#8221;. A organização é do Sindicato das Empresas de Reciclagem do Estado do Espírito Santo (SimReciclo).</p>
<p>O objetivo central do evento, segundo o presidente do SimReciclo, Luiz Alberto Baptista, é criar um ambiente para a troca de conhecimento e conectar produtores, recicladores e o mercado, visando impulsionar a economia verde capixaba.</p>
<p><strong>&#8220;A reciclagem é uma pauta do presente e do futuro. Vamos abordar temas como o mercado de carbono, a inteligência artificial e as finanças verdes. É a oportunidade para os empresários capixabas se atualizarem sobre a nova economia circular, uma nova forma de desenvolver produtos e serviços, alinhada aos cuidados com o meio ambiente e processos como o da descarbonização&#8221;,</strong> destacou Baptista.</p>
<p><strong>Cenário da reciclagem</strong><br />
Dados de 2024 da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema) indicam que o índice de reciclagem no Brasil atingiu apenas 8% do total de resíduos sólidos urbanos. A necessidade de ampliar esse percentual é reforçada por estudos de 2025 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da própria Abrema e pelo Plano Nacional de Economia Circular (Enec). Entre os desafios apontados por essas entidades e pelo governo federal estão questões de logística, a qualidade da matéria-prima e o pleno cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).</p>
<p>Neste contexto, o Espírito Santo tem se posicionado como um polo relevante. O estado já possui 78 empresas dedicadas à coleta, tratamento de resíduos e recuperação de materiais. A maioria dessas companhias é classificada como microempresa e fomenta o mercado local, com a geração de empregos que registram um salário médio de R$ 3.828,68. A força de trabalho no setor é composta majoritariamente por homens com ensino médio completo.</p>
<p>A cidade da Serra concentra o maior número de empresas do segmento no território capixaba, consolidando-se como a capital da reciclagem no estado.</p>
<p>Luiz Alberto Baptista reforça que, apesar do avanço, há um longo caminho a ser percorrido.<strong> &#8220;A reciclagem no Brasil atinge apenas 8% dos resíduos sólidos urbanos, um número que precisa crescer para que o país e o Espírito Santo aproveitem todo o potencial da economia circular. É nesse ponto que o Recicla Summit ES entra. O evento se propõe a ser o catalisador dessa mudança, conectando empresários, especialistas e o poder público para discutir o futuro do setor&#8221;,</strong> afirma o presidente do SimReciclo.</p>
<p><strong>Estratégias e inovação em debate</strong><br />
A programação do evento está dividida para abordar os principais eixos da economia circular. O primeiro dia, 15 de outubro, será focado no cenário e nas estratégias do setor. Fabiano Duarte, do Instituto Brasileiro de Economia Circular, abrirá as discussões falando sobre como a economia circular pode impulsionar a reciclagem. Em seguida, Vitor Seravalli, autor do livro &#8220;Liderança e Sustentabilidade&#8221;, abordará a &#8220;Liderança com Propósito&#8221;, discutindo o alinhamento entre reputação, lucro e sustentabilidade nas empresas.</p>
<p>A tecnologia também será um tema central. Vinícius Bernardi, sócio e diretor técnico da Resitech e fundador da startup Valores, apresentará o conceito de &#8220;Reciclagem 4.0&#8221;, detalhando como a transformação digital está redefinindo a indústria. O painel será complementado pela participação de Caio Scheidegger, do Ecossistema Recife, que explicará o uso de Inteligência Artificial e Big Data na gestão de resíduos.</p>
<p><strong>Mercado de carbono e finanças verdes</strong><br />
Outros temas de destaque no Recicla Summit ES serão o mercado de carbono e o financiamento sustentável. Maria Haniya, da Bolsa de Valores Ambientais (BVRio), ministrará uma palestra sobre como as empresas recicladoras podem atuar em mercados como o regulado de carbono. A pauta de finanças verdes contará com a presença de Ezequiel Loureiro Nascimento, gerente comercial e de relacionamento do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), que apresentará as formas de acesso a recursos para o desenvolvimento de iniciativas sustentáveis.</p>
<p>A comunicação e o engajamento também serão abordados. Lygia Bellotti, CEO da agência capixaba TIPZ, discutirá estratégias para criar valor compartilhado na comunicação e fortalecer a conexão entre geradores e recicladores de resíduos.</p>
<p><strong>Serviço &#8211; Recicla Summit ES</strong><br />
<strong>Datas e Horários:</strong> 15 de outubro (quarta-feira), das 8h às 17h, e 16 de outubro (quinta-feira), das 8h30 às 18h.<br />
<strong>Local:</strong> Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes).<br />
<strong>Entrada:</strong> Gratuita.<br />
<strong>Inscrições:<a href="https://jacredenciei.com.br/e/reciclasummit2025"> https://jacredenciei.com.br/e/reciclasummit2025</a></strong><br />
<strong>Mais informações: a2eventosenegocios@gmail.com</strong></p>
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		<title>Governo do Estado lança sondagem para mapear soluções para mercado de carbono</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/governo-do-estado-lanca-sondagem-para-mapear-solucoes-para-mercado-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 20:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituições e empresas ao redor do mundo estão adotando medidas para reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e conter os impactos do aquecimento global</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), por meio da Subsecretaria de Fomento a Negócios Sustentáveis e Investimento de Impacto (SUFNS), está criando um mecanismo de escuta para receber empresas e organizações da sociedade civil que queiram desenvolver projetos de carbono ou Soluções Baseadas na Natureza (SbN).</p>
<p>Instituições e empresas ao redor do mundo estão adotando medidas para reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e conter os impactos do aquecimento global.</p>
<p>A busca por maneiras de diminuir as emissões e promover o sequestro de GEE na atmosfera tem se tornado uma prioridade global. Por isso, o Governo do Estado tem firmado compromisso em contribuir para o esforço global de atingir a meta de Net Zero, que consiste em equilibrar as emissões de GEE, por meio de ações de compensação, redução, remoção e captura.</p>
<blockquote><p><em>“É crucial incluir entes privados em ações de compensação de carbono. Na verdade, não é possível sonhar em alcançar a meta de net zero sem ações da iniciativa privada. O trabalho que queremos fazer é mapear e entender como podemos contribuir”,</em> salientou o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni.</p></blockquote>
<p>A subsecretária de Estado de Fomento a Negócios Sustentáveis e Investimento de Impacto, Eizen Monteiro Wanderley, ressaltou a importância de ouvir as experiências do mercado privado.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A melhor forma para o Estado aprender a estruturar o mercado de carbono e Soluções Baseadas na Natureza é ouvindo de quem já o faz no mercado privado. Essa troca de conhecimento é fundamental para o nosso sucesso nessa empreitada&#8221;,</em> pontuou.</p></blockquote>
<p>A Sondagem de Mercado não é uma ferramenta nova para o Estado. Ela já foi utilizada com êxito pelo ES Parcerias, da Secretaria de Desenvolvimento (Sedes), em projetos como a concessão do Pavilhão de Carapina, por exemplo.</p>
<p>Empresas e organizações da sociedade civil interessadas em abrir um diálogo com o Governo do Estado poderão agendar reuniões que acontecerão entre os dias 13 de novembro de 2023 até 31 de janeiro de 2024, preenchendo o seguinte formulário:<a href="http://bit.ly/sondagem-carbono-es"> http://bit.ly/sondagem-carbono-es</a></p>
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		<title>Alckmin: regulamentação do mercado de carbono ainda será definida</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/alckmin-regulamentacao-do-mercado-de-carbono-ainda-sera-definida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 16:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo avalia melhor forma para encaminhar medida ao Congresso. Os operadores que emitirem menos do que a cota poderão vender no mercado regulado a quantidade economizada</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente em exercício Geraldo Alckmin disse, nesta terça-feira (20), que ainda não há prazo para o governo apresentar a proposta sobre o mercado regulado de carbono no Brasil. </p>
<p>Segundo ele, o núcleo político está avaliando a melhor maneira para encaminhar a medida ao Congresso Nacional, por um novo projeto de lei ou junto às relatorias de propostas que já tramitam no Legislativo, para que as posições do governo sejam incorporadas ao texto em negociação pelos parlamentares.</p>
<p>“Eu acho que é questão de semanas para o governo definir. Porque você tem bons projetos no Congresso e o governo também elaborou, fruto de um trabalho interministerial, um projeto de mercado regulado de carbono. É uma avaliação política agora sobre a melhor maneira de fazê-lo e o momento”, disse.</p>
<p>O vice-presidente Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, participou hoje de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o tema. Segundo ele, o mercado de carbono pode trazer um ganho de 5% do Produto Interno Bruto (PIB – soma dos bens e serviços produzidos no país) e render ao Brasil cerca de US$ 120 bilhões até 2030.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o governo e a CNI defendem, na regulamentação do setor, o modelo de cap-and-trade. Por esse formato, a autoridade competente define um limite máximo de emissões de gases de efeito estufa para os responsáveis pelas instalações reguladas. A distribuição será feita em forma de cotas, conforme o Plano Nacional de Alocação.</p>
<p>Os operadores que emitirem menos do que a cota poderão vender no mercado regulado a quantidade economizada. Os operadores que superarem a cota estipulada poderão fazer a compensação com a compra da diferença no mercado regulado – ou parcialmente, no mercado voluntário.</p>
<p>Com a regulamentação do mercado de carbono, o governo e o setor produtivo atuam para adequar o Brasil à agenda de redução das emissões de carbono. A medida se baseia na Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), estabelecida em 2009 pela Lei nº 12.187, de 2009, e no Acordo de Paris, de 2015, conforme o Decreto nº 9.073, de 2017.</p>
<p>O objetivo é a redução de 50% das emissões até 2030 e de emissões zero até 2050.</p>
<p>A economia de baixo carbono é destinada a conter as emissões de gases de efeito estufa e as consequências das mudanças climáticas. Para precificar o mercado, países têm criado o chamado mercado de carbono, um mecanismo que permite a venda de créditos por nações que limitam as emissões desses gases para nações com maiores dificuldades de cumprir as metas de redução.</p>
<p>A precificação do mercado de carbono tem potencial de direcionar a demanda dos consumidores e investidores para produtos que emitem menos gases de efeito estufa e estimular investimentos em projetos e tecnologias mais limpas.</p>
<p><strong>Redução de emissões</strong><strong><br />
Além da descarbonização da atividade econômica, Alckmin destacou que o Brasil tem compromisso com a transição energética para o uso de fontes menos poluentes e, principalmente, com o desmatamento ilegal zero. Para isso, segundo ele, é preciso desenvolver economicamente a Amazônia e buscar alternativas de renda para a população que vive na região. No mês passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto para impulsionar bionegócios na Amazônia.</p>
<p>“Se nós somarmos o escapamento de todas as motocicletas, carros, caminhões, ônibus, trens, aviões, navios, chaminés das fábricas, esgoto, lixão, os bois, se juntar tudo dá metade [das emissões de gases de efeito estufa]. A outra metade é só desmatamento da Amazônia”, argumentou.</p>
<p>Entre outras medidas, sobre o uso de energias renováveis, ele citou que o governo estuda o aumento do teor obrigatório de etanol na gasolina para 30%, nos próximos anos. Desde 2015, o porcentual obrigatório do etanol anidro ao combustível é de 27,5%.</p>
<p>Neste ano, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) já elevou para 12% o teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel fóssil. O aumento será progressivo até chegar a 15% em 2026. A mistura de biodiesel no diesel, assim como a mistura de etanol na gasolina, foi instituída com o objetivo de reduzir as emissões de poluentes prejudiciais ao meio ambiente e à saúde da população.</p>
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		<title>Governadores vão à COP e querem lei do mercado de carbono</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governadores-vao-a-cop-e-querem-lei-do-mercado-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador do Estado, Renato Casagrande, é coordenador da coalizão dos governadores pelo clima Em mais um passo em torno da coalizão dos governadores pelo clima, que reúne 25 chefes de Executivos estaduais, pela primeira vez uma dezena deles está se articulando para ir à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">O governador do Estado, Renato Casagrande, é coordenador da coalizão dos governadores pelo clima</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Em mais um passo em torno da coalizão dos governadores pelo clima, que reúne 25 chefes de Executivos estaduais, pela primeira vez uma dezena deles está se articulando para ir à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26), em Glasgow. A estimativa é do coordenador da coalizão, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB).</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Esta será a primeira vez que os governadores vão compor uma comitiva desse tipo. Entre os que pretendem comparecer à conferência estão, segundo Casagrande, João Doria (São Paulo), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Paulo Câmara (Pernambuco). Em agosto, os governadores haviam participado de um encontro com o presidente da COP-26, Alok Sharma. Em julho, se encontraram com o enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Eram apenas sete no encontro com o Kerry. O movimento cresceu&#8221;, disse o diretor executivo do Centro Brasil no Clima (CBC), Guilherme Syrkis, que trabalha com a coalizão. O objetivo dos governadores é &#8220;reforçar o compromisso subnacional com a pauta ambiental&#8221;. Eles também estão criando um consórcio nacional, chamado Brasil Verde, que deve ser responsável pela governança de um fundo de inovação que receberá recursos internacionais para financiar projetos contra mudanças climáticas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Casagrande disse esperar que, em um mês, esteja pronta a minuta do protocolo que deve ser aprovado pelas Assembleias Legislativas para a criação do consórcio nacional. Ele estima a adesão de 14 a 15 Estados de imediato. &#8220;Outros virão depois.&#8221;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A um mês da conferência, um único obstáculo preocupa os governadores: a quarentena de cinco dias que o governo do Reino Unido está exigindo dos integrantes vacinados das delegações brasileiras &#8211; tanto as dos entes estaduais quanto as das organizações não governamentais. Quem não tomou a vacina deve cumprir dez dias de quarentena. &#8220;O Ibaneis (Rocha, governador do Distrito Federal) está tratando com o Itamaraty sobre a quarentena&#8221;, afirmou o governador do Espírito Santo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O jornal O Estado de S. Paulo apurou que há receio entre as ONGs de que o histórico da passagem do presidente Jair Bolsonaro na convenção da ONU &#8211; pelo menos quatro integrantes de sua comitiva contraíram covid &#8211; influencie o governo britânico a manter as restrições aos brasileiros. Há a expectativa de que o governo britânico permita aos brasileiros vacinados a dispensa da quarentena. A decisão deve ser tomada nesta quinta-feira.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Carbono</b></font></div>
<div><font size="3">Até lá, os governadores estão se articulando para aprovar na Câmara o projeto de lei do deputado Marcelo Ramos (PL-AM) que cria no Brasil um mercado regulado de carbono. Pelo projeto, seriam criados um sistema de compensação de emissões de gases de efeito estufa e o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), com base na Política Nacional sobre Mudança do Clima.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Nesta segunda-feira, Casagrande, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e o do Amapá, Waldez Góes (PDT), vão discutir em Manaus a participação dos Estados da Amazônia Legal na COP-26, em um evento promovido pela coalizão dos governadores, pelo CBC e pelo Instituto Clima e Sociedade (ICS). Ramos e Góes vão debater o projeto sobre os créditos de carbono.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Atualmente, as transações no Brasil com esses créditos ocorrem no chamado mercado voluntário. Haveria, portanto, potencial no País para explorar a economia de baixo carbono com a venda desses créditos no exterior a partir da regulação do mercado. É justamente sobre as normas para esse mercado &#8211; regulado pelo artigo 6.º do Acordo de Paris &#8211; que deve ocorrer a maior parte das discussões na COP-26 envolvendo o governo Bolsonaro e outros países.</font></div>
</div>
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