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	<title>Márcia Lopes - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Márcia Lopes - Em Dia ES</title>
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		<title>Governo federal anuncia ações diárias em março para frear violência contra a mulher</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-federal-anuncia-acoes-diarias-em-marco-para-frear-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Mulher Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[combate à violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Ligue 180]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Mês da Mulher, ministério inaugura novas unidades de acolhimento, regulamenta educação preventiva nas escolas e cobra adesão de governadores ao pacto contra o feminicídio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, detalhou nesta quarta-feira (25) um calendário diário de ações previstas para o mês de março com foco no combate à violência de gênero e ao feminicídio no Brasil. Em entrevista ao programa “Bom Dia, Ministra”, transmitido pelo Canal Gov, a titular da pasta cobrou a participação de estados e municípios na formulação de políticas públicas, anunciou a inauguração de novas Casas da Mulher Brasileira e confirmou a regulamentação de projetos educacionais voltados à prevenção do machismo.</p>
<blockquote><p><strong>“Nós sabemos que o machismo e o desprezo à política para as mulheres ainda é presente. Então, continuamos num processo de convencimento de todos os atores e os agentes públicos, no sentido de que coloque a centralidade na vida das mulheres”,</strong> afirmou a ministra, destacando que a mudança de realidade depende do compromisso direto de prefeitos, governadores e lideranças locais.</p></blockquote>
<p><strong>Abertura do Mês da Mulher e homenagem</strong><br />
Apesar de o Dia Internacional das Mulheres ser celebrado oficialmente em 8 de março, o governo federal estendeu a mobilização para todos os dias do mês. A primeira atividade oficial ocorrerá neste domingo (1º), às 10h, na Marginal Tietê, em São Paulo.</p>
<p>O ato será uma homenagem à memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos. Em 29 de novembro de 2025, ela foi atropelada e arrastada por mais de um quilômetro pelo ex-companheiro no local onde ocorrerá a manifestação. Com as pernas mutiladas, Tainara ficou internada por quase um mês e faleceu na véspera do Natal do ano passado. O agressor está preso e responde por feminicídio.</p>
<p>Durante a homenagem, que contará com a presença da família da vítima e de movimentos sociais em um trio elétrico, grafiteiras farão intervenções artísticas em muros de prédios da região e um mastro com mensagens contra o feminicídio será instalado.</p>
<blockquote><p><strong>“Vai ser um ato que marca não só uma homenagem à memória da Tainara, que foi brutalmente assassinada, que sofreu esse feminicídio, mas a todas as mulheres do Brasil”,</strong> pontuou Márcia Lopes.</p></blockquote>
<p><strong>Pacto Nacional e estatísticas de violência</strong><br />
A ministra ressaltou a urgência do enfrentamento à violência de gênero citando dados de 2025, ano em que o Brasil registrou o recorde de 1.518 vítimas de feminicídio, uma média de quatro mortes a cada 24 horas.</p>
<p>Para combater esses índices, o governo lançou o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, que envolve 11 ministérios e já conta com a adesão de 19 estados e do Distrito Federal. A ministra informou que visitará, no próximo mês, os estados que ainda não firmaram o compromisso.</p>
<blockquote><p><strong>“E eu não tenho nem palavras para tentar explicar por que alguns estados não entram no pacto. É inexplicável”,</strong> criticou. A ministra reforçou que a ausência de secretarias exclusivas de políticas para as mulheres em alguns estados dificulta a intersetorialidade necessária para a proteção das vítimas.</p></blockquote>
<p><strong>Expansão da rede de atendimento</strong><br />
Desde o início da atual gestão, o governo federal investiu R$ 373 milhões nos projetos da Casa da Mulher Brasileira e dos Centros de Referência, em contraste com os R$ 47 milhões investidos na gestão anterior. Já foram inaugurados 19 novos serviços especializados, sendo quatro Casas da Mulher e 15 Centros de Referência.</p>
<p>Essas unidades integram, em um único espaço, serviços de triagem, apoio psicossocial, delegacia, Juizado, Ministério Público, Defensoria Pública e alojamento de passagem. Atualmente, há 11 unidades em funcionamento no país e outras 31 em processo de implementação.</p>
<p>Além disso, a ministra anunciou a instalação de uma lavanderia coletiva em Mossoró (RN) e a meta de implantar, até o final do ano, mais de 20 &#8220;Cuidotecas&#8221;, espaços dentro de universidades e institutos federais dedicados ao cuidado de crianças enquanto as mães estudam.</p>
<p><strong>Canais de denúncia e educação</strong><br />
O fortalecimento do Ligue 180 foi outro ponto de destaque. O serviço, que funciona 24 horas por dia em quatro idiomas (português, inglês, espanhol e Libras) e é operado exclusivamente por 350 mulheres, registra atualmente cerca de 3 mil atendimentos diários, dos quais 425 são denúncias de violência.</p>
<p>Segundo a ministra, o canal foi reestruturado a partir de 2023 para corrigir os prejuízos causados pela fusão com outros números telefônicos ocorrida entre 2016 e 2022. Agora, o Ligue 180 aciona diretamente delegacias e a Patrulha Maria da Penha a partir da localização da vítima.</p>
<p>No âmbito da prevenção, Márcia Lopes antecipou que o Ministério da Educação (MEC) regulamentará em março o projeto &#8220;Maria da Penha vai à escola&#8221;. O objetivo é inserir a discussão sobre igualdade de gênero e respeito nos currículos escolares.</p>
<p><strong>Machismo no esporte</strong><br />
Ao final da entrevista, a ministra repudiou um caso recente de machismo no futebol. Ela criticou as declarações do zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, direcionadas à árbitra Daiane Muniz durante uma partida do Campeonato Paulista no último sábado (21).</p>
<p><strong>“Esse é mais um caso de violência de gênero, de absoluto desprezo, de absoluto machismo. Infelizmente. É inadmissível”,</strong> declarou. A ministra também mencionou que a pasta está trabalhando em parceria com a CBF para que a Copa do Mundo Feminina de 2027, sediada no Brasil, seja um marco de respeito e mobilização pelas mulheres no esporte.</p>
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		<title>Brasil registra 1.177 feminicídios em 2025 e recebe 2 mil denúncias de violência por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 12:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ligue 180]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista, ministra das Mulheres, classifica dados como "estarrecedores" e cobra mobilização de prefeitos e governadores para combater cultura de machismo e misoginia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou nesta quarta-feira (3) que a violência de gênero não pode ser naturalizada e revelou que o Brasil já registrou 1.177 casos de feminicídio somente no ano de 2025. Durante entrevista ao programa A Voz do Brasil, a titular da pasta classificou os números como &#8220;estarrecedores&#8221; e destacou que a central de atendimento Ligue 180 tem recebido cerca de 2 mil denúncias por dia, abrangendo desde agressões físicas e estupros até violência patrimonial e política.</p>
<p>De acordo com os dados apresentados pela ministra, o cenário atual reflete uma continuidade da violência observada no ano anterior. Em 2024, foram contabilizados 1.492 feminicídios e mais de 3.800 tentativas de assassinato contra mulheres. Para Márcia Lopes, essas estatísticas são reflexo de uma construção histórica baseada no machismo e na misoginia, que acaba por incorporar a agressão como um ato normal dentro das relações.</p>
<p><strong>&#8220;É inacreditável essa cultura, quase que incorporando a violência como um ato normal de uma relação. Não podemos, jamais, naturalizar essa situação, como parte da sociedade acaba fazendo ao longo dos anos&#8221;,</strong> declarou a ministra.</p>
<p><strong>A percepção da violência e casos emblemáticos</strong><br />
Para ilustrar a gravidade da naturalização da violência doméstica, a ministra citou uma informação compartilhada pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um seminário realizado também nesta quarta-feira. Segundo o relato, agressores chegam a questionar juízes se a violência cometida dentro de casa configura crime, demonstrando a crença de que atos ilícitos ocorreriam apenas &#8220;na rua&#8221;.</p>
<p>Lopes também mencionou o caso de Juliana Soares, moradora do Rio Grande do Norte. Vítima de um relacionamento tenso que durou dois anos, Juliana sofreu agressões severas que resultaram em 61 socos, a colocação de sete placas de titânio e 31 parafusos no rosto. Atualmente, a vítima atua como militante da causa das mulheres. <strong>&#8220;Ela sempre apostava que ia melhorar&#8221;,</strong> pontuou a ministra ao relatar a conversa que teve com a sobrevivente.</p>
<p><strong>Mobilização nacional e papel dos municípios</strong><br />
A estratégia do governo federal para conter o avanço da violência envolve uma articulação direta com estados e municípios. Nos últimos seis meses, Márcia Lopes visitou 18 estados para dialogar com governadores e prefeitos. O objetivo é que a pauta seja debatida diariamente pelas gestões locais, envolvendo escolas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Câmaras de Vereadores e igrejas.</p>
<p><strong>&#8220;Se cada gestor falasse todo dia neste município, isso já mudaria muito&#8221;,</strong> avaliou a ministra. Ela reforçou que o combate à violência exige entender o que acontece com os homens diante dessas situações e tratar o problema como uma responsabilidade de toda a sociedade.</p>
<p>Nesse sentido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comprometeu-se, em cerimônia realizada no Ceará na manhã desta quarta-feira, a liderar um movimento masculino pelo fim da violência.<strong> &#8220;Eu, Luiz Inácio Lula da Silva, 80 anos de idade, vou liderar o movimento dos homens que prestam nesse país para que a gente possa defender as mulheres brasileiras&#8221;,</strong> afirmou o presidente.</p>
<p><strong>Fortalecimento do Ligue 180 e ações intersetoriais</strong><br />
O Ministério das Mulheres informou ter investido R$ 85 milhões na reestruturação do Ligue 180. A central, que agora é exclusiva para mulheres, conta com 350 atendentes formadas para o serviço. Houve um aumento de 20% nos atendimentos, e o sistema opera com garantia de sigilo e articulação imediata com delegacias e o Ministério Público.</p>
<p>Além do reforço no canal de denúncias, a pasta aposta na transversalidade das políticas públicas. A ministra destacou parcerias com o Ministério da Educação para incluir a temática da violência nos currículos escolares e universitários, além de um protocolo firmado com universidades e institutos federais. Ações em outras áreas, como a entrega de chaves do programa Minha Casa, Minha Vida preferencialmente para mulheres e o Cadastro Único do Bolsa Família, também foram citadas como medidas que impactam na redução da vulnerabilidade feminina.</p>
<p><strong>&#8220;Não há como atender as mulheres sem passar por todas as políticas públicas setoriais e intersetoriais&#8221;,</strong> finalizou Márcia Lopes. O governo prepara agora o Plano Nacional de Política para Mulheres, baseado em 60 propostas retiradas da 5ª Conferência Nacional, realizada após um hiato de dez anos.</p>
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		<title>Lula empossa Márcia Lopes no Ministério das Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 18:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assistente social substitui Cida Gonçalves e retoma cargo ministerial após 14 anos, com foco em justiça social e direitos das mulheres</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A assistente social Márcia Lopes será a nova ministra das Mulheres, substituindo Cida Gonçalves. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu posse a Márcia nesta segunda-feira (5), durante reunião no Palácio do Planalto.</p>
<p>De acordo com a Presidência, a exoneração de Cida e a nomeação de Márcia serão publicadas ainda hoje, em edição extra do Diário Oficial da União.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, Márcia afirmou que aceitou o convite de Lula &#8220;com alegria e senso profundo de responsabilidade&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Assumo essa missão com humildade, coragem e o compromisso de toda uma trajetória dedicada à justiça social, à defesa dos direitos humanos e à construção de políticas públicas que transformam vidas, especialmente a vida das mulheres neste país”,</em> </strong>escreveu.</p></blockquote>
<p>Márcia Lopes já foi ministra no segundo governo Lula, em 2010, à frente do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Antes disso, ocupou a secretaria-executiva da mesma pasta, de 2004 a 2008. É formada em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, onde também atuou como professora, e possui mestrado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).</p>
<p>Em 2022, integrou a equipe de transição do terceiro governo Lula, no grupo de assistência social.</p>
<p>Paranaense, Márcia é irmã de Gilberto de Carvalho, nome histórico do PT, que foi chefe de gabinete de Lula durante seus dois primeiros mandatos, de 2003 a 2010. Atualmente, Carvalho é secretário nacional de Economia Popular e Solidária, no Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
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