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	<title>marcas de azeite - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>marcas de azeite - Em Dia ES</title>
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		<title>Mais de 4.600 litros de azeite falsificado apreendidos no comércio no ES</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/policia/mais-de-4-600-litros-de-azeite-falsificado-apreendidos-no-comercio-no-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 10:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Falsificados]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa comercializava óleo composto como se fosse azeite</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil e o Ministério da Agricultura (MAPA) apreenderam 4.650 litros de óleo composto vendido como azeite em supermercados, atacados e distribuidoras de Vitória, Viana e Linhares.</p>
<p>A empresa responsável pelo produto tinha autorização para vender o óleo composto, mas o produto era apresentado como azeite puro extravirgem.</p>
<p>Análises demonstraram que o produto era apenas 30% azeite e o restante era óleo de soja. No ano passado, outra marca fantasia do fabricante foi retirada de circulação pelo mesmo motivo.</p>
<p>Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura, Guilherme Gomes, não há sequer informações sobre o processo de produção do óleo e quais produtos foram utilizados</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Não sabemos nada do processo de fabricação, não sabemos nem qual o produto eles realmente utilizaram ali”</strong>, disse.</p></blockquote>
<p>De acordo com o delegado Eduardo Passamani, o produto é muitas vezes adquirido por restaurantes e pizzarias, por conta de seu preço mais baixo do que os originais.</p>
<p>Os suspeitos responderão por crime contra a relação de consumo, com penas que variam de dois a cinco anos de reclusão. Além disso, por serem reincidentes, poderão também responder por organização criminosa.</p>
<p><strong>Leia também: </strong><span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://emdiaes.com.br/geral/cafe-fake-e-outros-produtos-similares-chamam-atencao-do-procon-es/">“Café fake” e outros produtos similares chamam atenção do Procon-ES</a></span></p>
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		<item>
		<title>Governo proíbe a venda de 11 marcas de azeite: saiba como escolher o produto com segurança</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-proibe-a-venda-de-11-marcas-de-azeite-saiba-como-escolher-o-produto-com-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 11:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[azeite]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de azeite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Agricultura e Pecuária considerou que os itens estavam impróprios para o consumo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) proibiu a venda de 11 marcas de azeite de oliva consideradas impróprias para o consumo. A lista foi divulgada nesta quinta-feira (3).</p>
<p><strong>As marcas proibidas foram:</strong> Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira, Serrano, Oviedo, Imperial, Ouro Negro, Carcavelos, Pérola Negra e La Ventosa.</p>
<p>Não é a primeira vez que marcas ou lotes de azeite vendidos no Brasil são considerados impróprios para consumo pelo Mapa. Segundo o órgão, inclusive, o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado.</p>
<p>Por isso, é preciso ter cuidado na hora de escolher esse produto.</p>
<p><strong>Confira algumas dicas de especialistas para escolher azeite com segurança:</strong></p>
<p>Para comprar um azeite de boa qualidade, é importante optar pelos que foram envasados mais recentemente.</p>
<p>Isso porque a palavra azeite, em sua origem árabe, significa &#8220;suco de azeitona&#8221;; portanto, é importante ter o máximo de frescor, explica Ana Beloto, azeitóloga e considerada a sexta mulher mais poderosa do agro pelo ranking da revista Forbes.</p>
<p><strong>O azeite tem três inimigos que o fazem estragar rapidamente:</strong> a luz, o oxigênio e o calor. Por causa da influência da luz, as embalagens costumam ser vidros escuros, isolando, assim, o contato com a claridade. Também existe o produto em lata.</p>
<p><strong>Como é feita a fiscalização</strong><br />
A fiscalização de azeite é um trabalho bastante minucioso no Brasil. O processo é feito pelo Ministério da Agricultura e conta com testes de fraude e qualidade.</p>
<p>Depois de apreender garrafas nos supermercados, o governo envia amostras para um laboratório, que investiga se o azeite é verdadeiro – isto é, se está misturado a um outro óleo e se realmente se trata de azeite. Esses são os chamados testes de fraude.</p>
<p>Uma vez que o produto for classificado como azeite, segue para a próxima etapa, os testes de qualidade. Nessa parte do processo, os especialistas vão investigar se o produto é extravirgem, virgem tipo único ou mesmo um lampante, que não pode ser consumido.</p>
<p>A equipe conta com pessoas especializadas em descobrir irregularidades pelo cheiro e pelo paladar.</p>
<p><strong>Tipos de azeite</strong><br />
<strong>Extravirgem:</strong> é o tipo de azeite de maior qualidade, produzido a partir de azeitonas em ótimo estado, com acidez menor que 0,8%. Nas análises sensoriais, predominam atributos positivos de frutado, amargo e picante. Tem ausência de defeitos;<br />
<strong>Virgem:</strong> é um azeite de qualidade intermediária, que também provém de extração de frutos de qualidade, mas com algum estágio de oxidação e com acidez menor que 2%. Nas análises sensoriais, aparecem defeitos, mas sem muita intensidade;<br />
<strong>Lampante:</strong> é um azeite de péssima qualidade, com acidez maior que 2% e que não pode ser destinado ao consumo humano. É muito provável que tenha sido feito a partir de azeitonas em péssimo estado de qualidade (colhidas estragadas, do chão ou armazenadas inadequadamente). Nas análises sensoriais, predominam os defeitos;<br />
<strong>Tipo Único:</strong> é um azeite geralmente derivado da mistura com refinado, ou seja, que foi alterado quimicamente para eliminar impurezas e ser destinado ao consumo humano. É misturado com o azeite de oliva virgem. Ele não chega a ser avaliado sensorialmente, mas é bastante neutro, traz aromas e defeitos diluídos, indicado para fritar por exemplo.</p>
<p><strong>Prejuízos à saúde</strong><br />
Nas fraudes de azeite de oliva, diversos componentes podem ser usados, por isso, é difícil determinar os riscos para saúde do consumidor, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério da Agricultura e Pecuária, Hugo Caruso.</p>
<p>Por exemplo, na década de 80, mais de mil pessoas morreram na Espanha depois de consumirem o produto fraudado. O caso ficou conhecido como &#8220;a síndrome do azeite tóxico&#8221;.</p>
<p>Caruso afirma que, no Brasil, é muito comum serem adicionados corantes e aromatizantes que não possuem autorização como ingrediente em óleos e que ainda não se sabe os riscos desses produtos para a saúde do consumidor.</p>
<p>Outro problema seria o fato de o azeite ser recomendado pelos médicos para pacientes cardiovasculares, como um alimento que ajuda no sistema circulatório. Assim, pessoas que o adquirem com esse fim podem comprometer ainda mais a saúde em caso de adulteração, explica.</p>
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		<item>
		<title>Marcas de azeite proibidas pela Anvisa: saiba como não cair em golpe na hora de comprar o produto</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/marcas-de-azeite-proibidas-pela-anvisa-saiba-como-nao-cair-em-golpe-na-hora-de-comprar-o-produto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 13:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão de vigilância proibiu a venda de duas marcas sem CNPJ no Brasil: a Serrano e Cordilheira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de duas marcas azeite nesta terça-feira (24) por terem sido importadas e distribuídas por empresas sem CNPJ no Brasil. São elas a Serrano e Cordilheira.</p>
<p>Como a origem não foi identificada, não há garantias sobre a segurança e qualidade dos azeites.</p>
<p>A escolha de um azeite de qualidade precisa ter alguns cuidados. A seguir, confira dicas de especialistas na hora de comprar.</p>
<p><strong>Como não cair em golpe</strong><br />
Para comprar um azeite de boa qualidade, é importante optar pelos que foram envasados mais recentemente.</p>
<p>Isso porque a palavra azeite, em sua origem árabe, significa &#8220;suco de azeitona&#8221;; portanto, é importante ter o máximo de frescor, explica Ana Beloto, azeitóloga e considerada a sexta mulher mais poderosa do agro pelo ranking da revista Forbes.</p>
<p>O azeite tem três inimigos que o fazem estragar rapidamente: a luz, o oxigênio e o calor. Por causa da influência da luz, as embalagens costumam ser vidros escuros, isolando, assim, o contato com a claridade. Também existe o produto em lata.</p>
<p><strong>Como é feita a fiscalização</strong><br />
A fiscalização de azeite é um trabalho bastante minucioso no Brasil. O processo é feito pelo Ministério da Agricultura e conta com testes de fraude e qualidade.</p>
<p>Depois de apreender garrafas nos supermercados, o governo envia amostras para um laboratório, que investiga se o azeite é verdadeiro – isto é, se está misturado a um outro óleo e se realmente se trata de azeite. Esses são os chamados testes de fraude.</p>
<p>Uma vez que o produto for classificado como azeite, segue para a próxima etapa, os testes de qualidade. Nessa parte do processo, os especialistas vão investigar se o produto é extravirgem, virgem tipo único ou mesmo um lampante, que não pode ser consumido.</p>
<p>A equipe conta com pessoas especializadas em descobrir irregularidades pelo cheiro e pelo paladar.</p>
<p><strong>Tipos de azeite</strong></p>
<ul>
<li><strong>Extravirgem:</strong> é o tipo de azeite de maior qualidade, produzido a partir de azeitonas em ótimo estado, com acidez menor que 0,8%. Nas análises sensoriais, predominam atributos positivos de frutado, amargo e picante. Tem ausência de defeitos;</li>
<li><strong>Virgem:</strong> é um azeite de qualidade intermediária, que também provém de extração de frutos de qualidade, mas com algum estágio de oxidação e com acidez menor que 2%. Nas análises sensoriais, aparecem defeitos, mas sem muita intensidade;</li>
<li><strong>Lampante:</strong> é um azeite de péssima qualidade, com acidez maior que 2% e que não pode ser destinado ao consumo humano. É muito provável que tenha sido feito a partir de azeitonas em péssimo estado de qualidade (colhidas estragadas, do chão ou armazenadas inadequadamente). Nas análises sensoriais, predominam os defeitos;</li>
<li><strong>Tipo Único:</strong> é um azeite geralmente derivado da mistura com refinado, ou seja, que foi alterado quimicamente para eliminar impurezas e ser destinado ao consumo humano. É misturado com o azeite de oliva virgem. Ele não chega a ser avaliado sensorialmente, mas é bastante neutro, traz aromas e defeitos diluídos, indicado para fritar por exemplo.</li>
</ul>
<p><strong>Prejuízos à saúde</strong><br />
Nas fraudes de azeite de oliva, diversos componentes podem ser usados, por isso, é difícil determinar os riscos para saúde do consumidor, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério da Agricultura e Pecuária , Hugo Caruso.</p>
<p>Por exemplo, na década de 80, mais de mil pessoas morreram na Espanha depois de consumirem o produto fraudado. O caso ficou conhecido como &#8220;a síndrome do azeite tóxico&#8221;.</p>
<p>Caruso afirma que, no Brasil, é muito comum serem adicionados corantes e aromatizantes que não possuem autorização como ingrediente em óleos e que ainda não se sabe os riscos desses produtos para a saúde do consumidor.</p>
<p>Outro problema seria o fato de o azeite ser recomendado pelos médicos para pacientes cardiovasculares, como um alimento que ajuda no sistema circulatório. Assim, pessoas que o adquirem com esse fim podem comprometer ainda mais a saúde em caso de adulteração, explica.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/marcas-de-azeite-proibidas-pela-anvisa-saiba-como-nao-cair-em-golpe-na-hora-de-comprar-o-produto/">Marcas de azeite proibidas pela Anvisa: saiba como não cair em golpe na hora de comprar o produto</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Agricultura proíbe venda de nove marcas de azeite</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/ministerio-da-agricultura-proibe-venda-de-nove-marcas-de-azeite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de azeite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rótulos são suspeitos de falsificação O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) proibiu a comercialização de nove marcas de azeite. São produtos investigados como fraudados e falsamente declarados como azeite de oliva extra virgem. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) foi comunicada sobre a proibição. As marcas sob investigação, que seriam rótulos fictícios, são: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Rótulos são suspeitos de falsificação</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) proibiu a comercialização de nove marcas de azeite. São produtos investigados como fraudados e falsamente declarados como azeite de oliva extra virgem. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) foi comunicada sobre a proibição.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As marcas sob investigação, que seriam rótulos fictícios, são: Casalberto, Conde de Torres, Donana (Premium), Flor de Espanha, La Valenciana, Porto Valência, Serra das Oliveiras, Serra de Montejunto e Torezani (Premium). Os investigados criavam as marcas, supostamente importadas, e colocavam para venda no mercado nacional.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A determinação do Mapa é um desdobramento de operação da Polícia Civil do Espírito Santo, que desarticulou, semana passada, uma organização criminosa especializada em falsificação de azeites.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo as investigações, os produtos vendidos como azeite de oliva extra virgem eram, na verdade, óleo de soja. “A adulteração e falsificação de azeite de oliva não se trata exclusivamente de fraude ao consumidor, mas de crime contra a saúde pública”, explicou o coordenador-geral de Qualidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Hugo Caruso.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Assim, os mercados que tiverem algum desses rótulos à venda em suas prateleiras deverão informar as Superintendências Federais de Agricultura nos estados. Os produtos deverão ser destruídos, com apoio de uma empresa habilitada por órgão estadual de meio ambiente ou recicladora de óleos e embalagens.</font></div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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