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	<title>mapa da fome - Em Dia ES</title>
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	<title>mapa da fome - Em Dia ES</title>
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		<title>Lula se encontra com papa Leão XIV no Vaticano</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-se-encontra-com-papa-leao-xiv-no-vaticano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 10:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
		<category><![CDATA[papa Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da primeira-dama Janja, os ministros Mauro Vieira, Wellington Dias e Paulo Teixeira também integraram o grupo que participou do encontro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com o papa Leão XIV no Vaticano nesta segunda-feira (13). Nas redes sociais, o líder brasileiro disse que a conversa passou por temas como <em>&#8220;religião, fé, o Brasil e os imensos desafios que temos que enfrentar no mundo&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Parabenizei o Santo Padre pela Exortação Apostólica Dilexi Te e a sua mensagem de que não podemos separar a fé do amor pelos mais pobres. Disse a ele que precisamos criar um amplo movimento de indignação contra a desigualdade e considero o documento uma referência, que precisa ser lido e praticado por todos&#8221;</strong>, relatou Lula no X.</p>
<p>O presidente afirmou ainda ter convidado o papa para a COP30, que acontece em novembro, em Belém. O líder católico teria dito, no entanto, que por conta do Jubileu não poderá participar, mas enviará um representante do Vaticano.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Ficamos muito felizes em saber que sua Santidade pretende visitar o Brasil no momento oportuno. Será muito bem recebido, com o carinho, o acolhimento e a fé do povo brasileiro&#8221;</strong>, acrescentou Lula.</p>
<p>Participaram do encontro a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Wellington Dias (Desenvolvimento) e Paulo Teixeira (Agricultura), a senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), a presidenta da Embrapa Silvia Massruhá e o embaixador do Brasil junto ao Vaticano, Everton Vieira.</p>
<p>Esta foi a primeira vez que Lula encontrou o papa Leão XIV desde que ele tomou posse como bispo de Roma, em maio. O presidente embarcou rumo à Itália no sábado (11) para participar do Fórum Mundial da Alimentação 2025, principal evento anual da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) nesta segunda-feira (13).</p>
<p>Segundo Lula, o evento também foi tópico de conversa com o pontífice. <strong>&#8220;Falei ao Papa sobre minha participação hoje no encontro da FAO e como em dois anos e meio tiramos pela segunda vez o Brasil do Mapa da Fome. E, agora, estamos levando este debate para o mundo por meio da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza&#8221;</strong>, contou.</p>
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		<title>ONU atribui a Bolsa Família e auxílios saída do Brasil do mapa da fome</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/onu-atribui-a-bolsa-familia-e-auxilios-saida-do-brasil-do-mapa-da-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 10:33:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílios]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economista-chefe da FAO, Máximo Torero comentou relatório e destacou avanços no combate à fome no Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O economista-chefe da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), Máximo Torero, atribuiu avanços no combate à fome no Brasil especialmente a “programas de transferência de renda” — não limitando a menção ao Bolsa Família, mas também às suas versões anteriores.</p>
<p>Torero comentou a publicação anual da FAO sobre segurança alimentar, lançada nesta segunda-feira (28), em um breve vídeo. Segundo o economista, a América Latina, especialmente a América do Sul, foi a “boa notícia” do relatório, apontando avanços no combate à fome.</p>
<p>Com o relatório, o Brasil saiu do mapa da fome (do qual fazia parte desde 2021). Para ficar fora da lista, é necessário que menos de 2,5% da população esteja em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente em uma média trienal. O país viabilizou este cenário entre 2022 e 2024.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://emdiaes.com.br/politica/brasil-sai-novamente-do-mapa-da-fome-segundo-relatorio-da-onu/">Brasil sai novamente do Mapa da Fome, segundo relatório da ONU</a></p>
<p>Segundo o porta-voz, a América do Sul se notabilizou por programas sociais de “sucesso”, com destaque aos “programas de transferência de renda condicionada”. Torero mencionou impacto “muito significativo” destas políticas e citou nominalmente os casos de Brasil e México.</p>
<p>O Bolsa Família é um exemplo de programa de transferência de renda condicionada: a política transfere renda para famílias pobres, e os beneficiários são obrigados a garantir matrículas e frequência escolar de crianças e adolescentes, além de vacinações e acompanhamentos médicos.</p>
<p>No vídeo, o porta-voz também fez menção ao Auxílio Emergencial, destacando que durante a pandemia de covid-19, as transferências de rendas impediram que famílias ficassem mais vulneráveis. O economista disse que o Brasil foi o único país do mundo em que a pobreza caiu durante a crise da doença.</p>
<p>Até 2019, o valor médio do Bolsa Família era inferior a R$ 200. O Auxílio Emergencial para a pandemia distribuiu R$ 600 mensais, antes de ser substituído pelo Auxílio Brasil, que pagava R$ 400. A partir de 2023, o Bolsa Família foi recriado, com o benefício no valor de R$ 600.</p>
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		<title>Brasil sai novamente do Mapa da Fome, segundo relatório da ONU</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brasil-sai-novamente-do-mapa-da-fome-segundo-relatorio-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 16:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[governo lula]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País havia retornado à listagem em 2021, como efeito da pandemia, após passar sete anos fora da publicação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU (Organização das Nações Unidas) para a Alimentação e a Agricultura anunciou, nesta segunda-feira (28), que o Brasil saiu oficialmente do Mapa da Fome. O anúncio foi feito durante evento oficial da 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, em Adis Abeba, na Etiópia.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o resultado reflete a média entre 2022 e 2024, que colocou o país abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>
<p>O Brasil havia retornado ao Mapa da Fome em 2021, como efeito da pandemia, após passar sete anos fora da compilação. Da última vez, o país levou quase 12 anos para conseguir sair da listagem.</p>
<p>Retirar novamente o Brasil do Mapa da Fome até 2026 foi uma das promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>O Mapa da Fome é um índice internacional elaborado pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) que aponta os países onde mais de 2,5% da população vive em situação de subalimentação grave, ou seja, sem acesso contínuo a uma quantidade mínima de alimentos necessária para uma vida saudável.</p>
<p>A principal métrica utilizada nesse monitoramento é a “Prevalência de Subnutrição”, que mede o percentual de pessoas em risco de desnutrição em cada país. Quando esse número ultrapassa o limite de 2,5%, a nação passa a integrar o Mapa da Fome.</p>
<p>Os dados são divulgados anualmente, mas a inclusão ou exclusão de um país do Mapa leva em conta uma média dos últimos três anos, justamente para evitar que variações pontuais, como crises econômicas ou desastres naturais, distorçam os resultados.</p>
<p><strong>Presidente Lula comemora</strong><br />
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou a saída do Brasil do Mapa da Fome em suas redes sociais:</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DMqCvhMO4Mb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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</div>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div>
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</div>
<div style="margin-left: 8px;">
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<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DMqCvhMO4Mb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>De acordo com com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), até o final de 2023, o país removeu cerca de 24 milhões de pessoas da insegurança alimentar grave. Isso porque, em 2022, agravado pela pós-pandemia, 33,1 milhões de brasileiros não tinham o que comer.</p>
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		<title>Mais de 2,5 milhões de brasileiros deixaram de passar fome em 2023</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/mais-de-25-milhoes-de-brasileiros-deixaram-de-passar-fome-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 17:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados fazem parte do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial (Sofi 2024), divulgado nesta quarta-feira (24)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil avançou no combate à fome, mas ainda integra o chamado Mapa da Fome. Em todo o país, 14,7 milhões de pessoas deixaram de passar fome. A insegurança alimentar severa, que atingia 17,2 milhões de brasileiros em 2022, caiu para 2,5 milhões em 2023. Os dados fazem parte do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial (Sofi 2024), divulgado nesta quarta-feira (24).</p>
<p>Diante dos avanços, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias, está otimista e acredita que o Brasil deixará o Mapa até 2026. <strong><em>&#8220;Digo com segurança, no caminho que estamos, é possível, dentro do governo Lula, até 2026, sair do Mapa da Fome&#8221;,</em></strong> afirmou em entrevista à imprensa logo após a divulgação oficial dos dados..</p>
<p>Esta é a primeira vez que o relatório é divulgado fora de Roma ou Nova York. O documento foi apresentado durante as reuniões do G20 e logo antes da apresentação da Aliança Global contra a Fome, principal aposta da presidência brasileira do G20 para erradicar a fome no mundo, por meio da cooperação tanto financeira quanto técnica entre os países.</p>
<p>Em 2014, o Brasil havia conseguido deixar o Mapa da Fome. No entanto, a insegurança alimentar aumentou ao longo dos anos e o país voltou a constar no relatório em 2021. Desde então, Dias diz que a erradicação da fome tem sido prioridade do governo e elenca uma série de programas voltados para esse fim, como Bolsa Família, Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos.</p>
<p>Segundo o ministro, o país coloca-se a disposição, até mesmo por meio da Aliança Global contra a Fome, a compartilhar as iniciativas com outros países. <strong><em>&#8220;Estamos no caminho certo, essa é a lição do brasil, a mensagem de esperança que o relatório traz, não apenas pra o Brasil, mas para o mundo.&#8221;</em></strong></p>
<p>Apesar dos dados de 2023 terem sido destacados pelo ministro, o relatório considera o período dos últimos três anos, traçando uma média trienal. Os dados mostram que, nesse período, a insegurança alimentar severa caiu de 8,5%, no triênio 2020-2022, para 6,6%, no período 2021-2023, o que corresponde a uma redução de 18,3 milhões para 14,3 milhões de brasileiros nesse grau de insegurança alimentar.</p>
<p>Em números absolutos, isso significa que 4 milhões saíram da insegurança alimentar severa na comparação entre os dois períodos de três anos.</p>
<p><strong>Fome no mundo</strong><br />
O relatório traz dados alarmantes. Em todo o mundo, uma em cada 11 pessoas pode ter passado fome no mundo em 2023. Em números absolutos, isso significa entre 713 e 757 milhões de pessoas.</p>
<p>As perspectivas não são boas. A projeção é que, em 2030, 582 milhões de pessoas ainda enfrentem desnutrição severa. Mais de metade deles deverão estar em África. De acordo com o texto, a falta de melhoras globais na segurança alimentar e o acesso desigual a recursos para custear a dietas saudáveis estão entre os motivos.</p>
<p>O relatório argumenta que somente fontes oficiais e públicas de financiamento não serão suficientes para preencher a lacuna de financiamento para acabar com a fome.<strong><em> “Aumentar o financiamento privado, através de parcerias público-privadas, também será essencial para complementar os esforços”.</em></strong></p>
<p>Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODS são uma agenda mundial para acabar com a pobreza e as desigualdades. Eles foram pactuados pelos 193 Estados-Membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e devem ser cumpridos até 2030.</p>
<p>O relatório argumenta que somente fontes oficiais e públicas de financiamento não serão suficientes para preencher a lacuna de financiamento para acabar com a fome e afirma que aumentar o financiamento privado, através de parcerias público-privadas, também será essencial para complementar os esforços.</p>
<p>A FAO argumenta que não atender à agenda de 2030 acarreta custos sociais, econômicos e ambientais incomensuráveis.<strong><em> “Não há tempo a perder, já que o custo da inação excede em muito o custo da ação”.</em></strong></p>
<p>Durante o lançamento, a importância do financiamento foi enfatizada em todos os discursos. <strong><em>&#8220;Não podemos permitir que os mais vulneráveis não tenham acesso a esse financiamento&#8221;,</em></strong> defendeu o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), QU Dongyu.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;É importante reconhecer essa nova realidade e entender que os desafios são globais e os riscos e incertezas também. Precisamos estar prontos para isso e precisamos aumentar também [o financiamento] em todas as dimensões, unindo recursos financeiros de maneira colaborativa. Sem o setor privado não conseguiremos atingir isso&#8221;,</em> </strong>ressaltou.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>47 mil famílias passaram fome no ES em um ano, diz IBGE</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/47-mil-familias-passaram-fome-no-es-em-um-ano-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O percentual de residências com algum grau de insegurança alimentar no Espírito Santo é o quarto menor do país Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (17), apontou que 47 mil famílias do Espírito Santo passaram fome ao menos uma vez entre 2017 e 2018. Do total de residências [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/geral/47-mil-familias-passaram-fome-no-es-em-um-ano-diz-ibge/">47 mil famílias passaram fome no ES em um ano, diz IBGE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">O percentual de residências com algum grau de insegurança alimentar no Espírito Santo é o quarto menor do país</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (17), apontou que 47 mil famílias do Espírito Santo passaram fome ao menos uma vez entre 2017 e 2018. Do total de residências analisadas pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), cuja marca é de 1,385 milhões, cerca de 30,7% (425 mil) dos domicílios capixabas possuíam algum grau de Insegurança Alimentar (IA).</span></div>
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<div><font size="3">A proporção de famílias com IA leve foi de 21,1% (293 mil); 6,2% (85 mil) dos domicílios estavam com IA moderada e 3,4% (47 mil) com IA grave. Outras 69,3% foram enquadrados dentro dos padrões da Segurança Alimentar (SA), ou seja, não correram o risco de sofrer com a falta de alimentos.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar, as residências que tiveram IA leve são marcadas pela incerteza quanto ao acesso aos alimentos no futuro. Já as de IA moderado registraram, apenas entre os adultos, uma ruptura nos padrões de alimentação devido à falta de alimentos. O nível mais grave da IA acomete todos os moradores da residência, incluindo crianças. Nesta situação, a fome já acometeu ao menos uma vez a família.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Já entre a população total do estado, estimada em 3,948 milhões de habitantes, 2,627 milhões eram moradores em domicílios com Segurança Alimentar (SA), enquanto 1,321 milhão habitavam aqueles com alguma IA, assim distribuídos: 926 mil moradores (23,5%) em domicílios com IA leve, 260 mil (6,6%) em domicílios com IA moderada e 134 mil (3,4%) em domicílios com IA grave.</font></div>
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<div><font size="3">Na comparação com outros estados, o percentual de domicílios com algum grau de insegurança alimentar no Espírito Santo é o quarto menor do país. Os três menores valores foram verificados nos Estados da Região Sul: 13,1% em Santa Catarina, 23,5% no Rio Grande do Sul e 22,5% no Paraná. O percentual de domicílios em situação de IA grave no Espírito Santo também está entre os menores do país.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Nacional</span></font></div>
<div><font size="3">Mais de um terço da população brasileira apresentou algum grau de insegurança alimentar no biênio, maior índice registrado pelo IBGE desde 2004, quando o levantamento foi feito pela 1ª vez. A pior situação está no Norte e no Nordeste, onde menos da metade das casas teve garantia de alimento.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Quanto maior o índice de insegurança alimentar, menor é o consumo por pessoa de hortaliças, frutas, produtos panificados, carnes, aves, ovos, laticínios, açúcares, doces e produtos de confeitaria, sais e condimentos, óleos e gorduras, bebidas e infusões, além de alimentos preparados e misturas industriais. A preferência, nesses casos, é por cereais e leguminosas, farinhas, féculas e massas, e pescados. A compra de arroz e feijão é maior nos domicílios que apontam dificuldade no acesso a alimentos em relação àqueles que não apresentam.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Foi a primeira vez que o índice de SA no Brasil apresentou queda. Em 2004, 65,1% da população do país dizia ter acesso garantido à alimentação. O número passou para 69,8% em 2009 e para 77,4%, em 2013. Na mais pesquisa mais recente, porém, caiu para 63,3%.</font></div>
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