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	<title>lesão - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>lesão - Em Dia ES</title>
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		<title>Lesão de Neymar às vésperas do Mundial revive trauma de Romário na Copa de 1998</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/esporte/lesao-de-neymar-as-vesperas-do-mundial-revive-trauma-de-romario-na-copa-de-1998/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[competição]]></category>
		<category><![CDATA[Copa]]></category>
		<category><![CDATA[jogadores]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes do Mundial da França, Baixinho foi cortado pela comissão da Seleção, liderada por Zagallo, após realização de exames</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O drama vivido por Neymar às vésperas da Copa do Mundo de 2026 lembra o caso que envolvendo Romário na Seleção Brasileira, pouco antes do Mundial de 1998, na França.</p>
<p>O camisa 10 do Santos está fora dos amistosos preparatórios — contra Marrocos e Egito — após o médico Rodrigo Lasmar confirmar, nesta quinta-feira (28), a lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita do craque.</p>
<p>Além dos jogos antes da Copa, Neymar também deve perder a estreia da Seleção Brasileira na competição. O primeiro jogo acontece no dia 13 de junho contra Marrocos, em Nova Jersey.</p>
<p><strong>Romário cortado em 1998</strong><br />
Romário também sofreu com problema na panturrilha durante a preparação para a Copa do Mundo de 1998, realizada na França. O Baixinho acabou sendo cortado da Seleção uma semana antes da estreia contra a Escócia.</p>
<p>Na época, o corte foi anunciado em uma coletiva de imprensa, onde contou com o técnico Zagallo, o coordenador Zico, o supervisor Américo Faria e o médico Lídio Toledo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Não podia garantir que ele fosse jogar o primeiro, segundo, nem mesmo o terceiro jogo. É uma lesão que requer tempo e pode provocar dor a qualquer momento&#8221;</strong>, afirmou o médico na época.</p>
</blockquote>
<p>Assim como Neymar, Romário também passou por ressonância magnética. Jogador do Flamengo na ocasião, ele já havia se apresentado à Seleção reclamando de dores.</p>
<p>Após o corte, Romário chorou bastante em uma coletiva emotiva e saiu da concentração em Château de Grande Romaine bastante chateado com integrantes da comissão do Brasil.</p>
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		<title>“Trend” nas redes sociais, raspar os cílios pode causar lesões nos olhos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/trend-nas-redes-sociais-raspar-os-cilios-pode-causar-lesoes-nos-olhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[olhos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendência que viralizou entre homens expõe os olhos a riscos de inflamações, infecções e até danos permanentes à visão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova tendência nas redes sociais, principalmente no TikTok, mostra homens raspando completamente os cílios como um suposto símbolo de masculinidade. A prática, que ganhou repercussão em países como Estados Unidos e Reino Unido e alcançou milhares de visualizações, agora começa a circular também entre jovens brasileiros e preocupa especialistas em saúde ocular.</p>
<p>O ato pode parecer inofensivo, mas traz uma série de riscos. <strong>“Os cílios não estão ao redor dos olhos apenas por uma questão estética, eles exercem funções essenciais para a proteção e o bom funcionamento da superfície ocular”</strong>, ressalta o oftalmologista Lucas Zago Ribeiro, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia.</p>
<p>Esses pequenos fios atuam como uma barreira física contra poeira, sujeira e micro-organismos, além de ajudarem na filtragem do ar e da radiação ultravioleta. Também são altamente sensíveis e disparam o reflexo de piscar ao detectar algo se aproximando. Eles ainda contribuem para reduzir a evaporação da lágrima e evitar o ressecamento ocular.</p>
<p>Ao removê-los desnecessariamente, todos esses mecanismos de proteção são comprometidos. O principal risco imediato é a lesão de estruturas delicadas, como a córnea e a borda palpebral. <strong>“O uso de lâminas ou objetos cortantes tão próximos aos olhos também pode causar ferimentos graves e dolorosos, com potencial de comprometer a visão”</strong>, alerta Zago.</p>
<p>Além do risco de cortes, partículas dos próprios cílios podem cair sobre a superfície ocular durante a raspagem, provocando irritação, inflamação ou infecção. A ausência prolongada dos fios também aumenta a exposição a poeira, vento e micro-organismos, favorecendo quadros de blefarite (inflamação das pálpebras), infecções recorrentes e ressecamento ocular crônico, que costuma causar sensação de areia, coceira e vermelhidão.</p>
<p>Cada olho tem entre 150 e 250 cílios, com crescimento médio de quatro a dez semanas após o corte. Porém, o trauma repetido pode danificar a raiz dos fios e causar falhas permanentes. <strong>“Quando há dano direto à borda palpebral, o cílio pode crescer mais fino, torto ou em menor quantidade”</strong>, avisa o oftalmologista.</p>
<p>Outro problema comum é o desequilíbrio das glândulas palpebrais, responsáveis pela produção da camada oleosa da lágrima e que ajudam a evitar que a lágrima evapore rápido demais. Quando a raspagem altera essa região, o olho fica mais seco e exposto, o que pode intensificar o desconforto.</p>
<p>Caso alguém já tenha raspado os cílios, Zago recomenda observar sinais de irritação, ardor, inchaço, dor, vermelhidão ou secreção ocular. É essencial procurar avaliação oftalmológica, já que o uso de colírios lubrificantes pode aliviar o desconforto. Somente o especialista pode identificar se há infecção ou inflamação mais grave.</p>
<p>Embora ainda não existam estudos específicos sobre a raspagem estética dos cílios, a literatura médica já descreve situações em que eles são removidos por indicação terapêutica, como em quadros de triquíase (crescimento invertido dos cílios) ou distiquíase (nascimento de fileiras extras). <strong>“Mesmo nesses casos, a remoção é feita sob supervisão médica e com técnicas especializadas. Fora desse contexto, o risco é desnecessário”</strong>, frisa o oftalmologista do Einstein Goiânia.</p>
<p>Além dos impactos físicos, o médico chama atenção para o papel das redes sociais na disseminação desse tipo de comportamento. <strong>“Influenciadores com milhões de seguidores precisam ter consciência de que suas ações têm impacto. Quando divulgam práticas sem base científica, podem induzir comportamentos perigosos, principalmente entre adolescentes que repetem o que veem por curiosidade ou estética”</strong>, alerta Lucas Zago.</p>
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		<title>Entorse de tornozelo é a lesão mais frequente em atletas, alerta especialista</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/entorse-de-tornozelo-e-a-lesao-mais-frequente-em-atletas-alerta-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 10:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[Entorse de tornozelo]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entorse de tornozelo representa cerca de 12% dos atendimentos de ortopedia em serviços de urgência e até 30% de todas as lesões ocorrem durante práticas esportivas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de Olimpíadas, fica claro o quanto alguns esportes, como a ginástica artística, o vôlei e o basquete, por exemplo, exigem dos tornozelos. Por isso, não é à toa que o entorse de tornozelo é uma das lesões mais comuns em atletas e em pessoas que praticam esportes, que demandam movimentos intensos na região dos tornozelos. A lesão também é comum na população em geral.</p>
<p>Segundo a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em Dores Crônicas e Saúde Postural, o entorse de tornozelo causa muita dor e restringe muito a amplitude de movimento dos pés. Essa lesão também pode levar à problemas funcionais, incapacidade, osteoartrite pós-traumática e instabilidade crônica do tornozelo. Geralmente, essas condições podem ocorrer em cerca de 44% dos pacientes com entorse, em até um ano após o entorse.</p>
<p><strong>Você sabia?</strong><br />
As lesões no tornozelo são responsáveis ​​por 45% de todas as lesões que ocorrem durante o basquete e de 31% durante o futebol. Da mesma forma, 29% de todas as lesões nas extremidades inferiores no futebol afetam essa articulação e 75% delas nos ligamentos laterais dos tornozelos.</p>
<blockquote><p><strong>Dor e inchaço são principais sintomas</strong><br />
<em>“O entorse de tornozelo têm diferentes níveis de gravidade. Contudo, em geral a dor e o inchaço costumam estar presentes em todas as lesões. As mais sérias podem afetar ossos e ligamentos. Nesses casos, a dor pode ser insuportável, bem como há um inchaço bem mais acentuado que pode estar acompanhado de hematomas. Os pacientes com lesões mais graves não conseguem colocar o pé no chão, por exemplo”</em>, explica Walkíria.</p></blockquote>
<p><em>“Normalmente, os sintomas mais intensos estão associados aos entorses que afetam os ligamentos, causam luxações ou fraturas. Há muitos ossos pequenos no tornozelo e, por isso, as fraturas ou luxações podem não ser tão evidentes no exame clínico. Por essa razão, é essencial realizar exames de imagem para confirmar ou descartar danos mais sérios”</em>, alerta a especialista.</p>
<p><strong>Causas e fatores de risco</strong><br />
Para além das práticas esportivas, existem alguns fatores que aumentam o risco de sofrer um entorse de tornozelo.</p>
<blockquote><p><em>“Na população em geral, vemos aqueles casos em que a pessoa pisou em falso, seja dentro de casa ou nas ruas. Aliás, há cidades que possuem calçadas e ruas com muitas irregularidades e buracos, o que favorece os entorses. Temos também casos em que a pessoa coloca a planta do pé de maneira inadequada ao correr, subir ou descer escadas, levantar-se de camas ou cadeiras”</em>, aponta Walkíria.</p></blockquote>
<p>Por fim, o entorses de tornozelo pode ocorrer em mulheres que usam saltos ou calçados que não dão tanta estabilidade para os pés, principalmente em superfícies irregulares.</p>
<p><strong>Tratamento envolve vários recursos</strong><br />
<em>&#8220;Após um entorse no tornozelo, o primeiro passo, importantíssimo, é aplicar compressas de gelo, várias vezes ao dia. Isso deve ser feito nos 3 primeiros dias depois da lesão. Caso o inchaço não melhore, o ideal é aplicar compressas frias e quentes, alternadamente, por volta do quarto ou quinto dia&#8221;</em>, orienta Walkíria.</p>
<p>O tratamento do entorse de tornozelo vai depender da gravidade da lesão. Quando há fratura ou luxação, por exemplo, pode ser preciso imobilizar por algum tempo, antes de iniciar a reabilitação por meio da fisioterapia. Em lesões mais leves, podem ser usadas talas e órteses que podem ser colocadas e retiradas pelo paciente.</p>
<p><em>“Como a dor é um sintoma importante, podemos usar recursos para tratar o quadro doloroso e reduzir a inflamação, como terapia manual, ultrassom, eletroterapia e laser. Quando a dor melhora, precisamos inserir exercícios terapêuticos para reduzir a instabilidade e recuperar a função articular do tornozelo”</em>, diz Walkíria.</p>
<blockquote><p><em>“Dessa maneira, é importante fortalecer a musculatura que dá estabilidade ao tornozelo, bem como aplicar técnicas de alongamento para aumenta a amplitude de movimento. Por fim, também precisamos exercitar e melhorar o equilíbrio. Todos esses aspectos são fundamentais para prevenir novas lesões e, claro, devolver a capacidade funcional do paciente após o entorse”</em>, completa a fisioterapeuta.</p></blockquote>
<p><strong>Sem tratamento, entorse de tornozelo pode causar instabilidade crônica</strong><br />
Muitas pessoas que passam por um entorse de tornozelo mais “leve” não procuram tratamento. Mas, esse descaso pode trazer consequências sérias. O principal problema de não tratar uma torção no tornozelo é o risco de evoluir para uma instabilidade crônica na região.</p>
<p><em>“Durante atividades físicas, caminhadas ou até mesmo quando a pessoa fica muito tempo em pé, podem surgir dores, inchaço e até quentura no tornozelo, principalmente no final do ida. Normalmente, a pessoa percebe esses sintomas na parte lateral dos pés. A torção pode enfraquecer os ligamentos e isso aumenta, de forma significativa, o rompimento dessas estruturas”</em>, alerta Walkíria.</p>
<p>A instabilidade costuma afetar, na maioria dos casos, a parte de fora do tornozelo, nas laterais dos pés. <em>“Toda vez que a pessoa sofre uma torção, os ligamentos podem ser alongados ou rasgados, principalmente se não houve uma reabilitação adequada. Os ligamentos ficam enfraquecidos e esse aspecto aumenta, significativamente, o risco de novas torções”</em>, reforça Walkíria.</p>
<blockquote><p><em>“Outro problema é quando a pessoa tem uma musculatura mais enfraquecida na região dos tornozelos, ou ainda uma pisada pronada ou supinada, que acaba afetando a estabilidade da articulação”</em>, finaliza a especialista.</p></blockquote>
<p><strong>Proteja seu tornozelo</strong><br />
Aposte em treinos de força focado no fortalecimento da musculatura que dá estabilidade aos tornozelos</p>
<p><strong>Faça alongamentos nos pés durante o dia</strong><br />
Invista em calçados que dão mais estabilidade aos pés, além de evitar saltos e plataformas para andar em superfícies irregulares</p>
<p>Durante as práticas esportivas de alto impacto, como correr, jogar basquete etc., use tênis com um bom sistema de amortecimento e com uma boa sustentação para o arco do pé e do tornozelo também. Para isso, o ideal são os tênis de cano alto, como àqueles usados no basquete, por exemplo.</p>
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