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	<title>internações - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>internações - Em Dia ES</title>
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		<title>Vacina contra dengue protege contra hospitalização mesmo após 7 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacina-contra-dengue-protege-contra-hospitalizacao-mesmo-apos-7-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 17:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo conduzido com mais de 20 mil crianças mostrou que vacinação com Qdenga tem eficácia de 84,1% contra internações causadas por qualquer um dos quatro sorotipos do vírus da doença</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados de um estudo divulgado na segunda-feira (3) pela farmacêutica Takeda, fabricante da vacina Qdenga contra a dengue, mostram que o imunizante continua oferecendo alta eficácia contra hospitalização relacionada à doença mesmo sete anos depois da vacinação. O trabalho reforça que o esquema de duas doses da vacina proporciona proteção sustentada contra a dengue.</p>
<p>Segundo a pesquisa, após 4,5 anos, duas doses da vacina Qdenga proporcionam uma eficácia de 61,2% na prevenção da dengue. Uma dose de reforço administrada aos 4,5 anos aumentou a eficácia para 74,3% após dois anos.</p>
<p>Além disso, a Qdenga apresentou eficácia de 84,1% na prevenção de hospitalizações relacionadas à dengue aos 4,5 anos. Essa eficácia permaneceu consistentemente alta em 90,6% após a dose de reforço. A eficácia geral foi observada em todos os quatro sorotipos do vírus da dengue ao longo de sete anos, de acordo com o estudo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O Brasil, consistentemente entre os países mais afetados pela dengue, contribuiu para o número recorde de casos e para o aumento da gravidade e das mortes. Esse aumento destaca a necessidade urgente de métodos de prevenção como a Qdenga&#8221;</strong>, afirma Edson Moreira, pesquisador sênior da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em comunicado à imprensa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A inclusão da QDENGA no programa público de vacinação do Brasil reduziu os casos sintomáticos de dengue e as internações hospitalares relacionadas à doença&#8221;</strong>, completa.</p>
</blockquote>
<p>A Qdenga é indicada para prevenção da dengue causada por qualquer sorotipo do vírus em indivíduos de quatro a 60 anos de idade, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p><strong>Como foi feito o estudo?</strong><br />
O estudo TIDES foi um trabalho de fase 3 que avaliou a segurança e a eficácia de duas doses de TAK-003 na prevenção da dengue sintomática (ou seja, que apresentou sintomas) confirmada por laboratório, de qualquer gravidade e causada por qualquer um dos quatro sorotipos do vírus da dengue.</p>
<p>No total, foram mais de 20 mil crianças e adolescentes saudáveis de quatro a 16 anos de idade que participaram do estudo. O ensaio clínico foi realizado em locais em oito países endêmicos de dengue na América Latina (Brasil, Colômbia, Panamá, República Dominicana e Nicarágua) e na Ásia (Filipinas, Tailândia e Sri Lanka).</p>
<p>O trabalho foi dividido em cinco partes: a parte 1 e a análise do desfecho primário avaliaram a eficácia da vacina e a segurança até 12 meses após a segunda dose. A parte 2 continuou por mais seis meses para completar a avaliação dos resultados de eficácia por sorotipo, sorologia basal e gravidade da doença, incluindo eficácia contra dengue que levou à hospitalização.</p>
<p>A parte 3 avaliou a eficácia e a segurança da vacina a longo prazo, acompanhando os participantes por mais dois anos e meio a três anos, conforme as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A parte 4 avaliou a eficácia e segurança durante 13 meses após a vacinação de reforço, e a parte 5 avaliou a eficácia e segurança a longo prazo durante um ano após a conclusão da parte 4.</p>
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		<item>
		<title>Internações por inflamações intestinais cresceram 61% em dez anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/internacoes-por-inflamacoes-intestinais-cresceram-61-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 11:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As principais formas de doenças inflamatórias intestinais são a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças inflamatórias intestinais são enfermidades que afetam o trato gastrointestinal e que resultaram, nos últimos dez anos, em 170 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Os dados são de um levantamento da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), com base no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, do Ministério da Saúde.</p>
<p>Esses dados mostram ainda um crescimento de 61% nas internações em 2024 (23.825), na comparação com 2015 (14.782).</p>
<p>As principais formas de doenças inflamatórias intestinais são a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. São condições crônicas para as quais ainda não há uma cura definitiva, segundo a SBCP.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O número de internações aumentou exponencialmente nos últimos anos não só pela severidade dos casos, mas também pelo aumento da incidência, isto é, aparecimento de novos pacientes sem tratamento”</strong>, destaca a diretora de comunicação da SBCP, a coloproctologista Ana Sarah Portilho.</p>
</blockquote>
<p>Ana ressalta que há um número maior de casos em capitais e em regiões com maior industrialização e urbanização.</p>
<p>As doenças inflamatórias intestinais, também conhecidas como DIIs, são o alvo de uma campanha de conscientização realizada pela SBCP neste mês, apelidado de Maio Roxo. O dia 19 de maio, aliás, é o Dia Mundial das Doenças Inflamatórias Intestinais.</p>
<p>De acordo com a SBCP, é importante ter um diagnóstico correto e iniciar um tratamento o mais cedo possível.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Nosso objetivo é alertar para a importância do diagnóstico precoce e em seguida do tratamento adequado, a fim de proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente e até mesmo remissão dos sintomas”</strong>, afirma o presidente da SBCP, Sergio Alonso Araújo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Doenças</strong><br />
Segundo a coloproctologista Mariane Savio, as DIIs “podem acometer pessoas de todas as idades, mas são muito comuns em adultos jovens, que estão em uma fase produtiva da vida. Então, são doenças que, se não forem tratadas adequadamente e controladas, podem tirar a qualidade de vida do paciente, causar faltas ao trabalho e prejudicar muito esses pacientes e a família deles. São doenças que exigem um diagnóstico e um acompanhamento médico contínuos.”</p>
<p>Entre os principais sintomas das DIIs estão diarreia crônica (podendo haver sangue, muco ou pus), dor abdominal, urgência de evacuar, falta de apetite, cansaço e perda de peso.</p>
<p>Em casos mais graves, as doenças podem provocar anemia, febre e distensão abdominal, além de afetar outras partes do corpo, como as articulações (artrite), a pele (dermatite e piodermas) e oftalmológicas (uveítes).</p>
<p>A retocolite atinge a mucosa do intestino grosso. Já a doença de Crohn pode atingir todo o trato gastrointestinal, ou seja, da boca até o ânus, mas é mais comum no intestino, onde afeta todas as camadas desse órgão: os revestimentos interno (mucosa) e externo (serosa), além dos tecidos internos (submucosa e músculo).</p>
<p>Os mecanismos que levam ao surgimento dessas doenças ainda não foram esclarecidos, mas sabe-se que elas são resultado de uma conjunção de fatores genéticos, ambientais e imunológicos.</p>
<p>O fumo, por exemplo, é um fator que agrava essas enfermidades.</p>
<p>O diagnóstico é feito através da análise do histórico clínico da pessoa e de exames como endoscopia, colonoscopia, tomografia e ressonância magnética.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O tratamento precoce da doença, ou seja, nos primeiros dois anos de sintomas, reduz muito o risco de o paciente vir a precisar de cirurgias, por exemplo, e melhora a resposta dele aos tratamentos. Os estudos mostram que os tratamentos, quando são instituídos mais precocemente, têm uma resposta muito melhor do que quando tardiamente”</strong>, afirma Mariane.</p>
</blockquote>
<p>Como ainda não há cura para essas condições, o tratamento envolve controlar os sintomas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, através de medidas como adotar uma alimentação saudável, parar de fumar e praticar exercícios físicos.</p>
<p>Medicamentos como aminossalicilatos, imunossupressores e imunobiológicos podem ser usados, dependendo do caso.</p>
<p>Mariane destaca que, nos últimos, anos houve muitos avanços no tratamento dessas doenças e que a aprovação de novas terapias amplia as opções para os pacientes.</p>
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		<item>
		<title>Internações provocadas por trombose venosa profunda aumentam no país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/internacoes-provocadas-por-trombose-venosa-profunda-aumentam-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 May 2024 09:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alerta na saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envelhecimento da população, sedentarismo, uso de hormônios e pandemia de Covid-19 são alguns fatores que explicam a elevação dos casos da doença</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), com dados do Ministério da Saúde obtidos de janeiro de 2012 a agosto de 2023, revela dados preocupantes: mais de 489 mil brasileiros foram hospitalizados devido a trombose venosa no período. No último ano do levantamento, a média diária de internações superou a marca de 165 pacientes, um recorde para o período analisado.</p>
<p>De acordo com especialistas ouvidos pela Agência Einstein, esses valores tendem a continuar subindo. As causas para a elevação dessa enfermidade — que é provocada pela formação de um coágulo no interior de uma veia, podendo dificultar ou até mesmo obstruir o retorno do sangue ao coração — estão cada vez mais presentes no dia a dia. O envelhecimento da população, por exemplo, é uma delas.</p>
<blockquote><p><strong>“Quanto mais avançada a idade, maiores são os riscos”</strong>, diz o cirurgião vascular e endovascular Henrique Lamego Jr., coordenador de relacionamento com o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.</p></blockquote>
<p>Os médicos explicam que o sedentarismo é outro importante fator de risco, especialmente para as pessoas que passam muito tempo sentadas. <strong>“Hoje consideramos o ficar sentado o nosso novo cigarro, pois o corpo do ser humano foi desenhado para estar em movimento e o imobilismo favorece o surgimento de muitas doenças, entre elas a trombose”</strong>, afirma a cirurgiã vascular Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e do American College of Lifestyle Medicine.</p>
<p>Isso acontece porque os músculos da panturrilha são uma ajuda essencial para bombear o sangue das pernas de volta ao coração e, quando a pessoa fica muito tempo parada, eles não trabalham como deveriam. O uso de hormônios, que muitas vezes acontece indiscriminadamente, a obesidade, o tabagismo, as varizes e o histórico familiar são outras causas da doença.</p>
<p>Para quem trabalha sentado ou precisa passar horas na mesma posição, a especialista recomenda levantar a cada hora e andar por cinco minutos.</p>
<blockquote><p><strong>“Movimentar as pernas, se espreguiçar, usar meias elásticas de compressão e beber bastante água, que melhora a fluidez do sangue, também ajuda bastante”, acrescenta. “Deixe o copo com água um pouco distante, o suficiente para fazer você se levantar da cadeira para pegar, mas não para se esquecer de beber”</strong>, orienta a cirurgiã vascular.</p></blockquote>
<p><strong>Aumento de casos pós-pandemia</strong><br />
A Covid-19 também tem participação nesse cenário, já que estudos revelaram que em casos mais sérios ela pode desencadear a doença trombótica. “Nos últimos anos, tivemos o aumento expressivo do número de tromboses provocadas pelo coronavírus. Hoje sabemos que o índice do problema em um portador de Covid-19 chega a 16% e pode se manifestar até em pacientes assintomáticos”, afirma a especialista. Além disso, a pandemia fez com que muitas pessoas ficassem internadas por muito tempo e elevou o sedentarismo.</p>
<p>Outro ponto que fez diferença na época foi o aumento do conhecimento da população sobre a trombose venosa profunda.</p>
<blockquote><p><strong>“Houve uma grande e maciça divulgação sobre a enfermidade pela mídia, o que fez com que muitas pessoas desconfiassem dos sintomas que estavam sentindo e procurassem os hospitais para diagnóstico e tratamento”</strong>, conta o angiologista e cirurgião vascular Armando Lobato, presidente da SBACV nacional.</p></blockquote>
<p><strong>O diagnóstico precoce é muito importante</strong><br />
Dor e inchaço na perna afetada, muitas vezes começando da panturrilha, vermelhidão ou calor na pele, veias inchadas e visíveis e dor e sensibilidade ao toque são indícios da presença da trombose venosa profunda. O tratamento inclui medicamentos anticoagulantes, que ajudam na diminuição da viscosidade do sangue e na dissolução do coágulo. Também é indicada uma terapia anticoagulante para prevenir a formação de novos coágulos.</p>
<p>Procurar ajuda médica o mais rápido possível diante dos primeiros sinais da enfermidade é muito importante. “O diagnóstico precoce minimiza os riscos de complicações, como a migração do coágulo para as artérias do pulmão, o que pode provocar poucos sintomas, caso o trombo seja pequeno, ou desencadear a hipertensão pulmonar, quando a pressão arterial dos pulmões e no lado direito do coração é mais elevada do que o normal”, afirma o angiologista Lobato.</p>
<blockquote><p><strong>“A constatação precoce do quadro também evita ou diminui o risco da ocorrência de tromboembolismo pulmonar, quadro que pode ser muito grave e acontece quando o coágulo que se desprendeu e foi até os pulmões bloqueia a passagem do sangue em um dos vasos do órgão, causando a morte progressiva do local afetado e desencadeando tosse, falta de ar e dor ao respirar, o que pode até levar à morte”</strong>, acrescenta o médico do Einstein.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>50% das internações por Covid no ES são de crianças até 4 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/50-das-internacoes-por-covid-no-es-sao-de-criancas-ate-4-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com Nésio Fernandes, secretário da Sesa, esse dado é o resultado do impacto da cobertura vacinal nas outras idades As crianças entre 0 a 4 anos correspondem a 50% dos casos de internações pela Covid-19 no Estado, segundo a Secretaria estadual de Saúde (Sesa). Essa faixa etária ainda não é autorizada a receber [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">De acordo com Nésio Fernandes, secretário da Sesa, esse dado é o resultado do impacto da cobertura vacinal nas outras idades</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">As crianças entre 0 a 4 anos correspondem a 50% dos casos de internações pela Covid-19 no Estado, segundo a Secretaria estadual de Saúde (Sesa). Essa faixa etária ainda não é autorizada a receber a vacina contra a doença, pois o Ministério da Saúde (MS) não aprovou nenhuma das fabricantes disponíveis até o momento.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">De acordo com Nésio Fernandes, secretário da Sesa, esse dado é o resultado do impacto da cobertura vacinal nas outras idades: “essa informação alerta para a necessidade da liberação dos imunizantes para esse grupo.”</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Por isso, segundo o diretor da pasta, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) formalizou na Anvisa o pedido de urgência na aprovação imediata de vacinas para o público infantil sem imunizantes disponíveis.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Temos a Coronavac já aplicada em crianças, a da Moderna nos EUA e o MS avança nas negociações. As crianças merecem ser protegidas com vacinas passadas por fase de avaliação e seurança”, pontou o secretário.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Um auxilio na busca pela liberação da imunização para as crianças é o projeto Curumim, que vai liberar os resultado parciais nos próximos 15 dias. O estudo investiga a eficácia da proteção da vacina Coronavac em crianças entre 3 a 17 anos, e é realizado por pesquisadores do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam-Ufes/Ebserh) com apoio da Fiocruz/Insituto René Rachou, do Instituto Butantan e da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>NENHUM IDOSO COM 4º DOSE MORREU</b></font></div>
<div><font size="3">Não foram registradas mortes entre idosos com a quarta dose ao longo de abril e maio, conforme dados da Sesa. Nésio afirmou terem registrado dois óbitos da população acima de 60 anos depois da segunda vacina de reforço, “mas não se considera porque adoeceu nos dois dias seguinte após a aplicação, e não deu tempo de dar efeito da vacina.”</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O secretário pediu aos capixabas a procurarem postos de vacinação, pois a maioria das pessoas internadas não se vacinaram ou completaram o esquema vacinal.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Ele também confirmou o aumento na procura pela vacinação nessa quinta onda da Covid-19. Entre abril e maio aconteciam, em média, 6 mil vacinações em um dia, no inicio dessa onda quase duplicou com 15 mil aplicações, e agora já são registradas 22 mil imunizações por dia.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>42% das internações por covid no ES são de pessoas não vacinadas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/42-das-internacoes-por-covid-no-es-sao-de-pessoas-nao-vacinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Secretário da Saúde Nésio Fernandes, o estado mantém alta de internações registradas em agosto Das internações em leitos de UTI e enfermarias da covid-19 na rede hospitalar do Espírito Santo, 42% dos pacientes são pessoas que não receberam nenhuma dose da vacina contra o novo coronavírus. O anúncio foi feito no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">De acordo com o Secretário da Saúde Nésio Fernandes, o estado mantém alta de internações registradas em agosto</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Das internações em leitos de UTI e enfermarias da covid-19 na rede hospitalar do Espírito Santo, 42% dos pacientes são pessoas que não receberam nenhuma dose da vacina contra o novo coronavírus. O anúncio foi feito no início da tarde desta terça-feira (5) pelo secretário de Estado da Saúde Nésio Fernandes.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">De acordo com ele, a análise foi feita com base em 826 solicitações de vagas registradas pela regulação de internações na última quinzena de setembro. Destas, cerca de 347 eram pessoas não vacinadas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Esse percentual pressiona a rede hospitalar em quase metade das solicitações de leitos no Estado. Se não tivéssemos o avanço da vacinação, sem dúvidas, estaríamos vivendo uma quarta grande onda de casos, internações e óbitos. No entanto, não é aceitável em um contexto onde já temos vacinas disponíveis que a população não tenha uma adesão plena a esse instrumento de combate à pandemia que é extremamente seguro e eficaz”, disse Fernandes.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Ainda segundo o secretário, a Sesa registrou nessa segunda-feira (4) a média de 263 pacientes em leitos de UTI. Se comparado a períodos anteriores, o dado representa uma alta nas internações em decorrência da doença. Diante dos números, Nésio voltou a defender a vacinação, principalmente daqueles que se negam a receber o imunizante.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Estamos falando de pessoas de 50 e 60 anos. Adultos esclarecidos e responsáveis pela sua condição e saúde. Não há razões científicas, morais ou de qualquer tipo para que aqueles que não tenham contraindicações médicas, e esses são casos raríssimos, não sejam vacinados. A vacinação seguirá sendo a principal aposta do governo do Espírito Santo no enfrentamento da pandemia”, frisou.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não bastasse a preocupação em lidar com esse grupo, o secretário da Saúde destacou também que o Espírito Santo já acumula cerca de 25 mil idosos que estão com a dose de reforço em atraso. Por esse motivo, pediu a cooperação de todos.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Alterações na Matriz de Risco</b></font></div>
<div><font size="3">Após manifestar sua preocupação em torno dos dados apresentados, Nésio Fernandes disse que a Matriz de Risco que classifica a situação dos municípios capixabas poderá ser alterada em breve.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Teremos uma reunião amanhã (6) da Sala de Situação Extraordinária e o governador poderá fazer anúncios importantes sobre a reorientação da estratégia e metodologia de classificação da Matriz. E a cobertura vacinal possivelmente será um fator determinante para que o município seja reconhecido como baixo risco”.</font></div>
</div>
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