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	<title>indústria extrativa - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>indústria extrativa - Em Dia ES</title>
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		<title>Indústria do ES avança 14,5% e tem o segundo maior crescimento do país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/industria-do-es-avanca-145-e-tem-o-segundo-maior-crescimento-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 14:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Findes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[metalurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho estadual supera expressivamente a média nacional e é tracionado pelos setores de extração de gás natural e metalurgia, apontam dados do IBGE</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção da indústria do Espírito Santo registrou um crescimento de 14,5% em janeiro de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os dados integram a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), divulgada nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e garantem ao estado a segunda posição no ranking nacional de avanço produtivo. O resultado capixaba, que superou a média brasileira no período, foi motivado pelos saldos operacionais das indústrias extrativa e de transformação.</p>
<p>De acordo com o levantamento compilado pelo Observatório Findes, a média de crescimento da indústria em todo o país foi de 0,2% no primeiro mês do ano. O desempenho do Espírito Santo dá continuidade ao indicador consolidado em 2025, ano em que o estado obteve o maior crescimento industrial do Brasil.</p>
<p>No ranking nacional aferido pelo IBGE em janeiro de 2026, os cinco estados com as maiores taxas de expansão interanual foram:</p>
<ul>
<li>Pernambuco (+27,7%)</li>
<li>Espírito Santo (+14,5%)</li>
<li>Mato Grosso do Sul (+8,7%)</li>
<li>Maranhão (+6,2%)</li>
<li>Rio de Janeiro (+5,6%)</li>
</ul>
<p>O presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Paulo Baraona, avalia a manutenção do ritmo econômico estadual. &#8220;O Espírito Santo encerrou 2025 na liderança dos estados com a maior produção industrial do país e começa 2026 mantendo essa expansão. Vale destacar o crescimento da indústria extrativa, que tem um papel estratégico nesse desempenho e foi determinante para os bons números do Espírito Santo no ano passado&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Alta no gás natural compensa recuo do petróleo</strong><br />
O principal vetor do índice geral do estado em janeiro foi a indústria extrativa, que registrou uma expansão de 21,2%. Dentro desse segmento, a extração de gás natural alcançou o volume de 4,4 milhões de metros cúbicos por dia, correspondendo a um aumento de 16,4% em relação a janeiro do ano anterior.</p>
<p>Por outro lado, a produção de petróleo no estado retraiu 5,3% na mesma base de comparação, fixando-se em 159 mil barris por dia, conforme as medições da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>O gerente de Ambiente de Negócios do Observatório Findes, Nathan Diirr, esclarece o fator que motivou o recuo na extração de óleo. <strong>&#8220;Em dezembro houve uma parada operacional do navio-plataforma Maria Quitéria, que opera na Bacia de Campos, litoral sul capixaba, o que impactou temporariamente a produção de petróleo. Ainda assim, aconteceu um aumento significativo na produção de gás natural por outras plataformas, o que contribuiu para manter o bom desempenho da indústria extrativa no Espírito Santo&#8221;,</strong> explica.</p>
<p>Apesar da interrupção temporária do FPSO Maria Quitéria, o campo de Jubarte, administrado pela Petrobras, anotou um acréscimo de 6,6% na comparação anual. Esse crescimento específico resultou da ampliação produtiva da plataforma P-58 (+41,2%) e do FPSO Cidade de Anchieta (+13,5%).</p>
<p><strong>Metalurgia atinge o maior patamar produtivo desde 2022</strong><br />
O segundo pilar do crescimento capixaba foi a indústria de transformação, que avançou 2,3% no primeiro mês do ano. O segmento foi liderado pela metalurgia, que cresceu 13%, o maior nível de produção da área desde março de 2022. O índice foi resultante da fabricação de ferro-gusa, bobinas a quente de aço e ligas como lingotes, blocos, tarugos e placas de aço. A fabricação de produtos de minerais não metálicos também apresentou resultado positivo, com alta de 8,7%.</p>
<p>Segundo Paulo Baraona, a evolução deste setor reflete qualitativamente na economia. <strong>&#8220;Esse é um segmento muito importante para o Estado, porque mostra que, além de produzirmos, estamos entregando produtos com maior valor agregado&#8221;,</strong> pontua o presidente da Findes.</p>
<p>Para a economista-chefe da instituição e gerente executiva do Observatório Findes, Marília Silva, o salto metalúrgico responde a dinâmicas de mercado<strong>. &#8220;Esse desempenho da metalurgia pode estar associado a estratégias operacionais das empresas instaladas no Estado, como recomposição de estoques e aumento de pedidos, tanto no mercado interno quanto no externo. Um indicativo desse movimento é o crescimento das exportações do setor capixaba no início do ano&#8221;,</strong> detalha.</p>
<p>As estatísticas de comércio exterior corroboram a análise: no primeiro bimestre de 2026, as exportações da metalurgia do Espírito Santo registraram aumento de 24,2% em valor e de 42,4% em volume, na comparação com igual período de 2025.</p>
<p><strong>Impactos do cenário global</strong><br />
Enquanto o ambiente econômico interno apresentou desaceleração da inflação e estabilidade no mercado de trabalho no início do ano, o panorama internacional impõe variáveis de risco à indústria local. Marília Silva recorda que a conjuntura global exige cautela.<strong> &#8220;Antes mesmo do acirramento das tensões geopolíticas no Oriente Médio em março, o ambiente global já era marcado por incertezas, especialmente relacionadas às disputas comerciais e à volatilidade nos mercados de commodities, entre elas o petróleo e de capitais&#8221;,</strong> alerta a economista.</p>
<p>Na mesma linha, Baraona projeta como os conflitos internacionais podem afetar a cadeia logística do Espírito Santo. O dirigente ressalta que as tensões podem encarecer o petróleo e, consequentemente, o frete internacional das cargas embarcadas ou recebidas pelos portos capixabas<strong>. &#8220;Estes custos repassados pelas companhias marítimas aos importadores e exportadores tendem a ser transferidos para os produtos comercializados. Para as importações, isso significa insumos e produtos mais caros no mercado nacional. Já para as exportações, pode impactar na competitividade dos nossos produtos no mercado externo&#8221;,</strong> conclui.</p>
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		<title>Economia do Espírito Santo cresce 3,9% em 2025 e supera média nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café Conilon]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[indústria extrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Jones dos Santos Neves]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[PIB Espírito Santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impulsionada pela safra de café conilon, retomada da indústria extrativa e taxa de desemprego nas mínimas históricas, a economia capixaba atinge R$ 248,2 bilhões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia do Espírito Santo encerrou o ano de 2025 com uma expansão de 3,9% em seu Produto Interno Bruto (PIB), superando a média nacional de 2,3% e alcançando resultados superiores aos observados em 2022, 2023 e 2024. Os dados, divulgados na manhã desta sexta-feira (06) pela Coordenação de Estudos Econômicos do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), mostram que o Estado totalizou um PIB nominal de R$ 248,2 bilhões no acumulado do ano. O crescimento foi sustentado pelo avanço conjunto dos setores de agropecuária, indústria e serviços, aliado ao aquecimento do mercado de trabalho capixaba.</p>
<p><strong>Destaques na agropecuária e indústria</strong><br />
O desempenho anual capixaba teve como principal destaque o setor agropecuário, que registrou uma expansão de 11,2%. De acordo com o diretor de Integração e Projetos Especiais do IJSN, Antonio Rocha, o resultado foi impulsionado majoritariamente pela lavoura do café conilon, que apresentou previsão de crescimento de 32%. Esse avanço compensou a retração de 11,7% no café arábica, afetado por um ano de bienalidade negativa. Na média nacional, o agronegócio teve alta ligeiramente superior, de 11,7%, tracionada pelo milho e pela soja.</p>
<p>Na indústria, o Estado obteve um crescimento de 5,7%, consolidando-se como o setor industrial que mais cresceu entre os estados brasileiros no ano passado. O motor desse avanço foi a indústria extrativa, que saltou 38,8% no período. Os fatores determinantes para o índice foram a retomada da produção da Samarco e o aumento na exploração de petróleo, reconduzindo o Espírito Santo à posição de segundo maior produtor nacional. Em comparação, a indústria nacional fechou o ano com alta de apenas 1,4%.</p>
<p><strong>Serviços e comércio</strong><br />
O setor de serviços, segmento com maior peso na economia capixaba, e que engloba o comércio, contribuiu com um aumento de 2,6%, superando o índice nacional de 1,8%.</p>
<p>Dentro do comércio, o destaque estadual foi o setor atacadista especializado. O segmento de produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceu 21%, seguido pelos artigos farmacêuticos, que avançaram 12,3%. A área de logística e os serviços auxiliares aos correios também registraram expansão, reforçando o papel estratégico do Estado no setor.</p>
<p><strong>Mercado de trabalho e consumo</strong><br />
A base para o aumento no setor de serviços reside nos indicadores sociais e trabalhistas. O Espírito Santo registrou uma taxa de desocupação de 2,4%, a menor em 40 anos. O alto índice de ocupação e o consequente aumento do rendimento médio impulsionaram o consumo interno.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>“Esse cenário resulta de um mercado de trabalho aquecido, com uma taxa de desocupação de 2,4%. São mais pessoas ocupadas ao longo do ano e um rendimento crescente, que desencadeia em uma massa de rendimento maior. Com mais dinheiro circulando na economia, as pessoas consomem mais. Por isso que o segmento de Serviços prestados à família apresentou um desempenho expressivo, registrando aumento de 12,2%, seguido por Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 3%”,</strong> explicou o diretor Antonio Rocha.</p>
</blockquote>
<p><strong>Trimestre em alta e perspectivas para 2026</strong><br />
Apenas no quarto trimestre de 2025, o PIB capixaba foi estimado em R$ 62,9 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 5,9%, o maior patamar dos últimos dois anos e muito acima do índice brasileiro de 1,8% para o mesmo recorte. Em relação ao trimestre imediatamente anterior (terceiro trimestre de 2025), o avanço foi de 1,9%. O Estado superou a média nacional nas quatro bases de comparação analisadas.</p>
<p>Para o diretor-presidente do IJSN, Pablo Lira, o cenário evidencia o dinamismo da economia estadual e a importância da sua diversidade estrutural. <strong>&#8220;Isso mostra que a gente está tendo crescimento econômico acima da média nacional e também gerando emprego e renda. Isso tudo conflui para o bom momento que o Espírito Santo está vivendo&#8221;,</strong> afirmou Lira.</p>
<p><strong>&#8220;Esses resultados são a confirmação de uma expectativa que já tínhamos para 2025. São dados que refletem a trajetória de expansão que a economia capixaba está vivendo, indicadores que apontam para um cenário positivo para 2026&#8221;,</strong> complementou o diretor-geral.</p>
<p>Para este ano, a expectativa técnica é de que o Espírito Santo mantenha a tendência de crescimento acima da média brasileira. Entre os fatores que sinalizam um cenário favorável para 2026 estão a entrada em operação do Porto da Imetame, os novos investimentos em exploração de gás e a continuidade da atividade plena na mineração.</p>
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