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	<title>Iema - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Iema - Em Dia ES</title>
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		<title>Parque Estadual de Itaúnas abre inscrições para programa de voluntariado</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/parque-estadual-de-itaunas-abre-inscricoes-para-programa-de-voluntariado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Itaúnas]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Iema oferece quatro vagas com direito a hospedagem no alojamento do parque e capacitação; interessados em atuar na conservação ambiental e atendimento ao público podem se inscrever até 21 de junho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) está com inscrições abertas para o Programa de Voluntariado em Unidades de Conservação no Parque Estadual de Itaúnas, localizado em Conceição da Barra. Ao todo, estão sendo ofertadas quatro vagas para atuação entre os dias 30 de junho e 30 de julho de 2026. <a href="https://iema.es.gov.br/Media/iema/Unidades%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o/EDITAL%20PVUC%20PEI%20-%20Julho%202026.pdf" target="_blank" rel="noopener">Para acessar o edital, clique aqui</a>.</p>
<p>A iniciativa busca aproximar a sociedade das ações de conservação ambiental desenvolvidas nas unidades de conservação administradas pelo Iema, promovendo experiências práticas ligadas à proteção dos recursos naturais, educação ambiental e atendimento ao público.</p>
<p>Os voluntários selecionados poderão atuar em atividades como orientação de visitantes, ações de educação ambiental, comunicação digital, monitoramento ambiental e mutirões de limpeza no Parque. O programa também prevê participação em ações de campo e apoio em demandas operacionais da unidade.</p>
<p>Segundo Terence Jorge Nascente, servidor do Iema responsável pelo Programa de Voluntariado, a iniciativa representa uma oportunidade de troca de experiências e fortalecimento da consciência ambiental. <strong>“Mais do que colaborar com as atividades do Parque, o voluntariado proporciona uma vivência direta com a conservação ambiental. É uma oportunidade de aprendizado, troca de experiências e formação de multiplicadores da proteção das nossas unidades de conservação”</strong>, destacou.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas até o dia 21 de junho de 2026, por meio de formulário on-line. O resultado da seleção será divulgado até o dia 23 de junho.</p>
<p>O programa oferece hospedagem em alojamento do Parque, transporte em dias específicos e capacitação teórica e prática nos primeiros dias de atuação. A carga horária prevista é de 30 horas semanais, incluindo atividades aos finais de semana.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Programa de Voluntariado em Unidades de Conservação – Parque Estadual de Itaúnas</strong></p>
<ul>
<li>Período do voluntariado: 30 de junho a 30 de julho de 2026</li>
<li>Inscrições até: 21 de junho de 2026</li>
<li>Resultado: até 23 de junho de 2026</li>
<li>Vagas: 4</li>
<li>Inscrições: <a href="https://form.jotform.com/pvuciema/inscricao" target="_blank" rel="noopener">https://form.jotform.com/pvuciema/inscricao</a></li>
<li>Informações: pvuciema@gmail.com</li>
<li>Confira o edital completo em: <a href="https://iema.es.gov.br/programadevoluntariado" target="_blank" rel="noopener">https://iema.es.gov.br/programadevoluntariado</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Iema inicia monitoramento de borboletas no Parque Estadual Paulo César Vinha</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/iema-inicia-monitoramento-de-borboletas-no-parque-estadual-paulo-cesar-vinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[parque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação faz parte do programa BioMonitora Capixaba e utiliza insetos como bioindicadores para avaliar impactos ambientais e mudanças climáticas em Unidades de Conservação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) iniciou uma ação de catalogação de borboletas no Parque Estadual Paulo César Vinha (PEPCV), em Guarapari, como parte do Programa Estadual de Monitoramento da Biodiversidade em Unidades de Conservação (BioMonitora Capixaba). A iniciativa decorre de uma portaria conjunta entre a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e o Iema, executando o programa que tem como objetivo acompanhar, ao longo de cinco anos, as respostas da biodiversidade frente às mudanças ambientais e às pressões decorrentes da ocupação humana.</p>
<p>A iniciativa utiliza táxons bioindicadores, que são grupos de organismos sensíveis a alterações ambientais, para compreender efeitos de fatores como desmatamento, introdução de espécies exóticas, expansão urbana, poluição e mudanças climáticas. O monitoramento ocorre de forma contínua em unidades piloto: o Parque Estadual Paulo César Vinha (PEPCV), a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Concha D’Ostra e a Reserva Biológica (Rebio) Duas Bocas.</p>
<p>No PEPCV, serão executados sete protocolos de monitoramento. O primeiro deles, já em andamento, avalia a abundância, distribuição e diversidade de borboletas frugívoras em diferentes habitats. Para isso, foram instaladas armadilhas específicas com iscas à base de banana e caldo de cana, que atraem os insetos pelo odor.</p>
<p>As armadilhas permanecem em campo por sete dias a cada campanha. Durante esse período, as borboletas capturadas são registradas, marcadas e, posteriormente, devolvidas ao ambiente natural, garantindo a continuidade do ciclo ecológico e a coleta de dados confiáveis ao longo do tempo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Esse monitoramento permite acompanhar, ao longo do tempo, como as espécies respondem às mudanças no ambiente. As borboletas são excelentes bioindicadoras, e os dados gerados ajudam a orientar decisões mais assertivas para a conservação da biodiversidade nas Unidades de Conservação”</strong>, explicou a gestora do PEPCV, Juliana Salgueiro.</p>
</blockquote>
<p>O Programa Estadual de Monitoramento da Biodiversidade em Unidades de Conservação (BioMonitora Capixaba) é coordenado pela Seama e executado pelo Iema.</p>
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		<item>
		<title>Iema remove quase 3 mil colônias de coral-sol em expedições nas ilhas de Guarapari</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/iema-remove-quase-3-mil-colonias-de-coral-sol-em-expedicoes-nas-ilhas-de-guarapari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[Guarapari]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Procedimento]]></category>
		<category><![CDATA[remoção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ações nas ilhas de Guarapari já somam 26 mergulhos para retirada das espécies invasoras Tubastrea tagusensis e Tubastrea coccinea</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) segue com as ações de monitoramento e controle do coral-sol nas ilhas de Guarapari. Até o dia 17 de abril, já foram realizadas 13 das 22 expedições planejadas, com a retirada de 2.952 colônias da espécie invasora, totalizando 66,7 quilos de material removido do ambiente marinho.</p>
<p>A região apresenta ocorrência das duas espécies de coral-sol, Tubastrea tagusensis e Tubastrea coccinea, sendo esta última a predominante nas áreas monitoradas até o momento. O trabalho tem como objetivo conter a dispersão dessas espécies exóticas invasoras, que competem com organismos nativos e impactam negativamente a biodiversidade marinha.</p>
<p>Cada expedição conta com a realização de dois mergulhos, somando, até agora, 26 operações subaquáticas. Em cada mergulho, participam oito mergulhadores organizados em duplas, com funções complementares para garantir a eficiência e a segurança do processo. Enquanto um dos profissionais é responsável pela remoção das colônias, o segundo profissional atua no isolamento imediato do material retirado, acondicionando as colônias em sacos plásticos ou em sacos feitos de tecido feitos com malha de 50 micras para evitar a dispersão de larvas, além de realizar o registro fotográfico do “antes” e “depois”, para ser registrado e catalogado.</p>
<p>Esse procedimento é essencial para evitar a dispersão de larvas (plânulas), frequentemente liberadas pelas colônias devido ao estresse causado pela remoção. As colônias removidas e isoladas são transportadas até a embarcação por meio de sacolas drenantes e são posteriormente armazenadas em bombonas.</p>
<p><strong>Registro e controle do coral-sol</strong><br />
Ao final de cada expedição, as colônias são levadas para a sede do Parque Estadual Paulo César Vinha (PEPCV), onde passam por triagem em que cada colônia é avaliada. Nessa etapa, é realizada a identificação das espécies, é feita a contagem do número de pólipos e a classificação por tamanho, que varia de classe A (até 1 cm) até classe F (acima de 15 cm), além da pesagem total das colônias removidas em cada mergulho.</p>
<p>A equipe de mergulhadores executa o trabalho de remoção dando ênfase também às colônias em estágio inicial de desenvolvimento. A remoção dessas colônias pequenas e recém-formadas é uma estratégia fundamental para a detecção precoce e o controle da infestação, reduzindo o potencial de expansão do coral-sol nos ambientes naturais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O controle do coral-sol exige um trabalho contínuo, técnico e cuidadoso. Não se trata apenas de retirar as colônias maiores, mas de atuar também na identificação e remoção das estruturas ainda iniciais. A metodologia que utilizamos, com o isolamento imediato das colônias, é essencial para evitar a dispersão das larvas e garantir maior efetividade no controle da espécie. Cada expedição representa um avanço importante na proteção dos nossos ecossistemas marinhos”</strong>, destacou Sandra Ribeiro, servidora do Iema.</p>
</blockquote>
<p>A ação de extração do coral-sol está sendo realizada por meio de conversão de condicionante ambiental, por meio do Termo de Compromisso de Compensação Ambiental (TCCA 001/2026).</p>
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		<item>
		<title>Feriado de Tiradentes: veja quais parques estaduais estarão abertos para visitação</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/feriado-de-tiradentes-veja-quais-parques-estaduais-estarao-abertos-para-visitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
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		<category><![CDATA[Parques estaduais]]></category>
		<category><![CDATA[unidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidades de conservação do Espírito Santo são excelente alternativa para quem busca contato com a natureza e descanso gratuito</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os parques estaduais gerenciados pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) funcionarão normalmente durante o feriado de Tiradentes, celebrado na próxima terça-feira (21). As unidades de conservação seguem abertas ao público, oferecendo uma excelente alternativa de lazer, descanso e conexão com a natureza.</p>
<p>Com paisagens que vão de áreas de dunas a regiões de mata atlântica, os parques estaduais são espaços ideais para quem busca atividades ao ar livre, como trilhas, banhos em lagoas e contemplação da biodiversidade capixaba. Além de promover bem-estar, a visitação também incentiva o turismo sustentável e a valorização do patrimônio natural do Espírito Santo.</p>
<p>Com a agenda do Parque Estadual da Pedra Azul já esgotada para o mês de abril, outras unidades de conservação se destacam como excelentes alternativas para visitação para aqueles que não conseguiram uma vaga.</p>
<p>Entre elas, o Parque Estadual Forno Grande, que abriga um dos pontos mais elevados do Espírito Santo e atrativos como as piscinas naturais conhecidas como Poços Amarelos. Informações detalhadas sobre cada parque, incluindo orientações de visitação, podem ser acessadas nas páginas oficiais disponíveis no site do Iema.</p>
<p><strong>Parque Estadual Cachoeira da Fumaça – Alegre</strong></p>
<ul>
<li>Funcionamento: diariamente, das 8h às 17h</li>
<li>Agendamento: não é necessário</li>
<li>Endereço: Rodovia ES-484, distrito de Araraí, Alegre.</li>
</ul>
<p><strong>Parque Estadual Itaúnas – Conceição da Barra</strong></p>
<ul>
<li>Funcionamento: diariamente, das 8h às 16h</li>
<li>Agendamento: não é necessário</li>
<li>Endereço: Rua Bento Daher, s/n. vila de Itaúnas, Conceição da Barra.</li>
</ul>
<p><strong>Parque Estadual Paulo César Vinha – Guarapari</strong></p>
<ul>
<li>Funcionamento: diariamente, das 8h às 17h</li>
<li>Agendamento: não é necessário</li>
<li>Endereço: Rodovia ES-060 &#8211; Km 37.5, Setiba, Guarapari.</li>
</ul>
<p><strong>Parque Estadual Forno Grande – Castelo</strong></p>
<ul>
<li>Funcionamento: diariamente, das 8h às 17h</li>
<li>Agendamento: não é necessário</li>
<li>Endereço: Rodovia ES-484, distrito de Araraí, Alegre.</li>
</ul>
<p><strong>Parque Estadual Pedra Azul – Domingos Martins</strong></p>
<ul>
<li>Funcionamento: terça a domingo, das 8h às 16h</li>
<li>Capacidade: 150 visitantes por dia</li>
<li>Endereço: Rota do Lagarto, s/n, Km 03. Distrito Pedra Azul, Domingos Martins-ES. CEP:29278-00</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Novo Centro de Visitantes é inaugurado na Reserva Biológica de Duas Bocas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/novo-centro-de-visitantes-e-inaugurado-na-reserva-biologica-de-duas-bocas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cariacica]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[Inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[reserva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espaço revitalizado em Cariacica fortalece a educação ambiental e a preservação da Mata Atlântica por meio de parcerias e infraestrutura científica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) inaugurou, nesta quinta-feira (12), o novo Centro de Visitantes Álvaro Gonçalves Ribeiro, localizado na Reserva Biológica de Duas Bocas, em Cariacica. O espaço foi revitalizado em parceria com a Vale e passa a integrar as ações de educação ambiental desenvolvidas na unidade de conservação.</p>
<p>O novo centro conta com exemplares de animais taxidermizados, painéis educativos e ambientes dedicados à divulgação científica e ambiental. A estrutura também apresenta a história da reserva, homenageia servidores e profissionais que contribuíram para a trajetória da unidade e reúne informações sobre a fauna da Mata Atlântica presente na região.</p>
<p>A iniciativa representa um avanço nas atividades de educação ambiental promovidas na reserva, ampliando as possibilidades de visitação e aprendizado para estudantes e pesquisadores.</p>
<p>Segundo o diretor técnico do Iema, Gilberto Sipioni, o novo espaço fortalece a relação entre conservação ambiental e educação. <strong>“A Reserva Biológica de Duas Bocas tem um papel fundamental na preservação da biodiversidade e dos recursos hídricos do Espírito Santo. Além disso, mantém uma relação próxima com escolas, pesquisadores e instituições voltadas à preservação ambiental. O novo centro oferece uma estrutura adequada para que as visitas ocorram com conteúdo qualificado, permitindo o contato com exemplares da fauna e com a história da unidade de conservação”</strong>, destacou.</p>
<p><strong>Educação ambiental na prática</strong><br />
Durante a visita de estudantes ao novo centro, a professora Sonia Cristina Santos Couto Valcher, da Escola Municipal Unidocente de Ensino Fundamental (EMUEF) Aila Paiva Lube, localizada em São Paulo de Cima, no município de Viana, destacou a importância da experiência proporcionada às crianças.</p>
<p>Segundo ela, o contato direto com a natureza e com o conhecimento sobre os animais contribui para despertar nos alunos uma reflexão sobre a preservação ambiental e a importância de proteger os ecossistemas para as futuras gerações.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Essa experiência não pode ser paga em dinheiro, porque nós vemos nos olhos delas o prazer de estar junto à natureza, de poder perceber o que acontece na natureza e refletir”</strong>, compartilhou a professora.</p>
</blockquote>
<p>O Centro de Visitantes é resultado do Acordo de Cooperação Técnica nº 003/2020 firmado entre o Iema e a Vale, voltado ao fortalecimento das ações de monitoramento da biodiversidade e de educação ambiental já realizadas na reserva. A revitalização do espaço integra as iniciativas do programa Preservando o Nosso Quintal.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pesquisadores encontram nova espécie de antúrio em formações rochosas de Linhares</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/pesquisadores-encontram-nova-especie-de-anturio-em-formacoes-rochosas-de-linhares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[nova espécie]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[São Rafael]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Batizada de antúrio-das-pedras, a planta foi encontrada em formações rochosas de Linhares por pesquisadores do Iema e parceiros</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de planta foi identificada no Espírito Santo durante expedição científica realizada em 2022, no âmbito do Plano de Ação Territorial (PAT) Capixaba-Gerais, iniciativa coordenada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), em conjunto com o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF). O antúrio-das-pedras, de nome científico Anthurium petraeum, foi encontrado crescendo sobre rochas no distrito de São Rafael, em Linhares.</p>
<p>O PAT tem como objetivo a proteção de espécies de fauna e flora ameaçadas de extinção na categoria criticamente em perigo e não contempladas por nenhuma estratégia de conservação, conhecidas como CR lacuna. Entre as ações previstas no plano, está a realização de levantamento de dados primários dessas espécies em áreas identificadas como lacunas de conhecimento.</p>
<p>Desse modo, o Iema contou com o apoio de pesquisadores especialistas em diferentes grupos taxonômicos e organizou, com recursos do Projeto Pró-Espécies, cinco expedições de campo em áreas de potencial ocorrência de algumas das espécies alvo. A primeira aconteceu em abril de 2022, com visitas a remanescentes de floresta na região do médio Rio Doce, no município de Linhares.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Entre as quase 100 amostras botânicas, encontramos um antúrio que crescia sobre rochas. Quando levamos o material ao especialista em antúrios do Espírito Santo, o biólogo e doutor em botânica Rodrigo Valadares (Ufes), ele suspeitou que se tratava de uma espécie nova. Após comparar a amostra com outros materiais no estado, confirmamos que era, de fato, uma nova espécie ainda não descrita de Antúrio”</strong>, explicou um dos pesquisadores participantes dessa expedição, Ricardo da Silva Ribeiro, pesquisador do Instituto Nacional da Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A descoberta de uma nova espécie durante ações vinculadas ao PAT Capixaba-Gerais demonstra a importância do trabalho de levantamento de dados em áreas ainda pouco exploradas cientificamente e contribui com informações sobre a riqueza de espécies no Estado. O plano permite reunir diferentes instituições e pesquisadores em torno de um objetivo comum, que é também ampliar o conhecimento sobre espécies ameaçadas e subsidiar estratégias de conservação. A atuação do Iema na coordenação do PAT fortalece essas iniciativas e contribui para a proteção da biodiversidade do Espírito Santo”</strong>, disse Savana Nunes, responsável pelo Núcleo de Informação e Conservação de Biodiversidade (Nubio) do Instituto Estadual de Meio Ambiente.</p>
</blockquote>
<p>No território abrangido pelo plano, que inclui o Espírito Santo e a porção leste de Minas Gerais, já foram identificadas 186 espécies nessa condição, que demandam levantamento de dados, monitoramento e estratégias de conservação.</p>
<p>O PAT Capixaba-Gerais foi instituído em 2021, como resultado do Projeto Pró-Espécies: Todos contra a extinção, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), finalizado em 2025.</p>
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		<title>Iema notifica Prefeitura de Vitória e Cesan após mancha escura aparecer na Curva da Jurema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cesan]]></category>
		<category><![CDATA[esclarecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão estadual cobra explicações sobre origem de material na Guarderia e inicia monitoramento especial de balneabilidade por cinco semanas para garantir segurança dos banhistas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) notificou a Prefeitura de Vitória e a Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan) solicitando esclarecimentos sobre a ocorrência registrada recentemente na região da Baía de Vitória, nas proximidades da Praia da Curva da Jurema (Guarderia), onde foi observada a presença de uma mancha escura na água.</p>
<p>No documento encaminhado aos órgãos responsáveis, o Iema solicita informações sobre as possíveis causas do incidente e as providências adotadas, considerando que o material observado poderia ter se originado de uma estrutura da rede de drenagem urbana municipal.</p>
<p>Como medida preventiva, o Instituto também dará início, a partir deste fim de semana, a um monitoramento da balneabilidade da água em dois pontos da região.</p>
<p>As coletas e análises serão realizadas pelo laboratório contratado pelo órgão, com o objetivo de avaliar a qualidade da água e acompanhar eventuais alterações.</p>
<p>O diretor-geral do Iema, Mário Louzada, destacou que o Instituto acompanha o caso e atua para assegurar a adequada apuração dos fatos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Estamos acompanhando a situação e atuando para compreender melhor o que ocorreu e identificar a origem do material observado. Nosso objetivo é contribuir para a adoção das medidas necessárias para solucionar o problema. Também iniciaremos, a partir deste fim de semana, o monitoramento da balneabilidade em pontos da região para avaliar a qualidade da água e dar transparência à população sobre os resultados, mesmo não sendo uma ação de competência do órgão”</strong>, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O Iema também vai compor o grupo de trabalho coordenado pelo Ministério Público, a fim de buscar soluções para a questão.</p>
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		<title>Iema: Saiba como agir ao encontrar animais silvestres em áreas públicas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/iema-saiba-como-agir-ao-encontrar-animais-silvestres-em-areas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximação excessiva para fotos ou alimentação pode causar estresse nos animais e gerar reações defensivas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) orienta a população a não interagir com animais silvestres encontrados em áreas de acesso público, como praias, praças, Unidades de Conservação, parques e zonas urbanas. Mesmo quando aparentam estar calmos ou habituados à presença humana, esses animais não devem ser tratados como domésticos.</p>
<p>A aproximação excessiva, o toque, a tentativa de alimentar, oferecer água ou até mesmo o registro de imagens muito próximas podem causar estresse, alterar o comportamento natural da fauna e apresentar perigo tanto para os animais quanto para os indivíduos, devido a reações defensivas como mordidas e arranhões. A recomendação é manter distância segura, evitar aglomerações e permitir que o animal tenha uma rota livre para se afastar espontaneamente.</p>
<p>Nos casos em que o animal esteja ferido, debilitado ou em situação de risco, a orientação é acionar imediatamente os órgãos ambientais competentes, como o Ibama ou a Polícia Militar Ambiental e o próprio Iema. Como medida de segurança, o cidadão deve permanecer em local protegido; se estiver em veículo, deve acionar as luzes de advertência (pisca-alerta) e fornecer a localização da ocorrência. Qualquer tentativa de manejo por conta própria deve ser evitada, pois pode agravar a situação e colocar a população em perigo.</p>
<p>Além dos riscos à segurança, a interação inadequada com animais silvestres pode caracterizar molestamento, o que é passível de sanções administrativas, conforme a legislação ambiental vigente. Espécies como a capivara, que têm sido registradas com mais frequência em áreas urbanas e praias, são animais silvestres protegidos por lei, podem transmitir zoonoses e apresentar comportamento defensivo quando se sentem ameaçadas.</p>
<p>Para o coordenador de Fauna do Iema, Cosme Damião Valim Carvalho, mesmo atitudes que parecem inofensivas podem trazer consequências. <strong>“O simples fato de cercar um animal silvestre para fotos ou interação já caracteriza uma interferência no comportamento natural, podendo resultar em situações de risco e configurar infração ambiental”</strong>, destaca.</p>
<p>O Iema reforça que a convivência segura entre pessoas e fauna silvestre depende do respeito aos limites naturais dos animais. Observar a distância é a melhor forma de proteger a população, preservar a vida silvestre e evitar acidentes, conflitos e impactos negativos ao equilíbrio ambiental.</p>
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		<item>
		<title>Governo do ES lança ‘Na Trilha das Meliponas’ para proteger e estudar abelhas sem ferrão</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-do-es-lanca-na-trilha-das-meliponas-para-proteger-e-estudar-abelhas-sem-ferrao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Abelhas sem Ferrão]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de promover o conhecimento e a meliponicultura, a iniciativa visa destinar colmeias resgatadas ou apreendidas a ambientes seguros</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicada nesta terça-feira (02) a Portaria Conjunta Seama/Iema nº 004-R, de 17 de novembro de 2025, que institui o programa “Na Trilha das Meliponas: Conhecendo para Preservar as Abelhas Nativas Capixabas” nas Unidades de Conservação do Espírito Santo. A iniciativa busca ampliar a proteção das abelhas nativas sem ferrão, promover educação ambiental e fortalecer serviços ecossistêmicos de polinização em áreas preservadas do Estado.</p>
<p>O programa prevê a criação de trilhas específicas dentro das Unidades de Conservação estaduais e de outras categorias, onde serão implantadas colmeias de espécies nativas, desenvolvidas ações educativas e realizadas pesquisas científicas. As atividades serão voltadas para o conhecimento da biologia e ecologia das abelhas, para a valorização da meliponicultura e para a manutenção da floresta por meio dos importantes serviços de polinização.</p>
<p>As trilhas também servirão como espaço para depósito de colmeias provenientes de resgates de fauna e apreensões em operações fiscalizatórias, garantindo que esses enxames sejam direcionados a ambientes adequados para sua sobrevivência e reprodução. Além disso, o programa estimulará a formação de um banco genético de espécies nativas, contribuindo para sua conservação de longo prazo.</p>
<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) será responsável pela coordenação e execução técnica do programa, incluindo a capacitação de servidores, gestores e monitores ambientais que atuarão diretamente nas ações de educação ambiental. Entre as atividades previstas estão visitas guiadas, oficinas de meliponicultura e a produção de materiais educativos como cartilhas, livretos e banners.</p>
<p>O texto da portaria também autoriza a realização de pesquisas científicas nas trilhas, mediante autorização do Iema e dos gestores das Unidades de Conservação. Esses estudos poderão abordar manejo de colmeias, comportamento, ecologia, genética e avaliação de subprodutos, desde que respeitados os limites das trilhas. Também é proibida a remoção das colmeias de seus sítios originais.</p>
<p>Para viabilizar o programa, poderão ser utilizados recursos do orçamento das próprias Unidades de Conservação, da Seama, do Iema, de fundos ambientais, de condicionantes de licenciamento ambiental, além de doações e outras fontes. Os investimentos serão aplicados na manutenção das colmeias, produção de materiais educativos e demais estruturas necessárias às atividades.</p>
<p>Para o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni, proteger as abelhas nativas é proteger a base da vida. <strong>“Elas sustentam nossos ecossistemas, garantem a regeneração das florestas e nos conectam ao conhecimento tradicional e científico. Este programa fortalece a conservação da biodiversidade e aproxima a sociedade de um dos grupos mais importantes da natureza, porque são justamente essas abelhas que mantêm vivas as próprias Unidades de Conservação, assegurando a polinização das espécies nativas, a continuidade dos ciclos ecológicos e a resiliência das áreas protegidas frente às pressões ambientais”</strong>.</p>
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		<item>
		<title>ES estabelece novas regras para licenciamento de usinas termoelétricas de pequeno porte</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/es-estabelece-novas-regras-para-licenciamento-de-usinas-termoeletricas-de-pequeno-porte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 14:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[energia no Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[matriz energética]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[usinas termoelétricas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normativa publicada nesta quarta-feira (10) define critérios para empreendimentos de até 50 megawatts. Objetivo é dar mais segurança jurídica e clareza aos processos, sem abrir mão das exigências ambientais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo para licenciamento ambiental de usinas termoelétricas consideradas de pequeno potencial de impacto no Espírito Santo passa a seguir novas diretrizes. A Instrução Normativa nº 013-N/2025, que detalha os procedimentos, foi publicada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) na edição dessa quarta-feira (10) do Diário Oficial do Estado. A medida tem como objetivo proporcionar maior clareza e segurança jurídica aos processos de licenciamento, ao mesmo tempo em que assegura o cumprimento das normas ambientais para a instalação e operação das usinas.</p>
<p><strong>Critérios para enquadramento</strong><br />
A nova normativa classifica como empreendimentos de pequeno potencial de impacto ambiental as usinas termoelétricas com capacidade de geração de até 50 megawatts (MW) que utilizem gás natural, biomassa ou biogás como fonte primária de energia.</p>
<p>Para se enquadrarem nas novas regras, os projetos não podem estar localizados em áreas consideradas ambientalmente sensíveis. A instrução veda a instalação em manguezais, dunas, planícies fluviais ou em locais com vegetação nativa em estágio médio ou avançado de regeneração. Além disso, é exigido um distanciamento mínimo de três quilômetros de unidades de conservação de proteção integral.</p>
<p><strong>Exigências para o licenciamento</strong><br />
Para a obtenção da Licença Prévia (LP), o empreendedor deverá apresentar um Plano de Controle Ambiental (PCA). Este documento precisa conter informações detalhadas sobre a viabilidade técnica e locacional do projeto, uma avaliação dos possíveis impactos ambientais e socioculturais, e a identificação de espécies ameaçadas na área de influência.</p>
<p>O plano também deve prever medidas de controle, mitigação e compensação dos impactos identificados. Outra exigência é a inclusão de programas socioambientais voltados para a melhoria da qualidade ambiental da região afetada pelo empreendimento.</p>
<p>De acordo com o diretor-geral do Iema, Mário Louzada, a instrução normativa busca equilibrar a necessidade de expansão da geração de energia com a proteção ambiental. <strong><em>“Esta Instrução Normativa é um avanço significativo, pois garante a expansão dos empreendimentos de geração termoelétrica e traz mais segurança na matriz energética do Espírito Santo, sem perder a qualidade ambiental e garantindo o desenvolvimento sustentável”,</em></strong> afirmou.</p>
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