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	<title>HPV - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>HPV - Em Dia ES</title>
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		<title>Jovens de 15 a 19 anos podem se vacinar contra HPV até junho de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 11:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde quer vacinar cerca de 7 milhões de adolescentes</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens de 15 a 19 anos que ainda não tomaram a vacina contra o HPV ganharam mais 6 meses para se imunizarem. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal (retomada da cobertura vacinal) para essa faixa etária.</p>
<p>O prazo para a imunização acabaria agora em dezembro. Segundo o Ministério da Saúde, a medida tem como objetivo reforçar a proteção desse público em todo o país.</p>
<p>A estratégia seguirá vigente até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, permitindo que adolescentes e jovens que perderam a oportunidade de vacinar-se dos 9 aos 14 anos ainda possam garantir a imunização.</p>
<p><strong>Meta </strong><br />
Segundo o Ministério da Saúde, a estimativa é alcançar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não foram vacinados contra o papilomavírus humano (HPV).</p>
<p>Até dezembro deste ano, a estratégia de resgate aplicou 208,7 mil doses da vacina, dos quais 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos. De acordo com o ministério, a ampliação do prazo possibilita que adolescentes e jovens garantam a proteção individual e contribuam para reduzir a circulação do vírus na população.</p>
<p><strong>Onde se vacinar</strong><br />
A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada:</p>
<ul>
<li>nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);</li>
<li>em ações externas, como vacinação em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings</li>
</ul>
<p>As ações têm o apoio de estados e municípios para ampliar o alcance e facilitar o acesso do público-alvo.</p>
<p>A vacina é considerada segura e é fundamental na prevenção de diversos tipos de câncer associados ao HPV, como:</p>
<ul>
<li>câncer do colo do útero;</li>
<li>câncer de vulva;</li>
<li>câncer de pênis;</li>
<li>câncer de garganta e pescoço.</li>
</ul>
<p>A estratégia de resgate vale para todos os 5.569 municípios brasileiros e busca reduzir os impactos do vírus a longo prazo.</p>
<p><strong>Esquema vacinal</strong><br />
A vacinação contra o HPV faz parte do calendário nacional de imunização para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil passou a adotar o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses e facilitando o acesso à vacina.</p>
<p><strong>Atenção a exceções</strong><br />
Para alguns grupos, o esquema continua sendo de três doses, como:</p>
<ul>
<li>pessoas imunocomprometidas (vivendo com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados);</li>
<li>usuários de PrEP de 15 a 45 anos;</li>
<li>vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvida, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação e atualização da carteira de vacinação.</p>
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		<item>
		<title>Dia D da Multivacinação acontece neste sábado (18) em todo o Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dia-d-da-multivacinacao-acontece-neste-sabado-18-em-todo-o-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 17:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[capixabas]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[doses]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Multivacinação]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação mobiliza todos os municípios capixabas para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (18), os municípios capixabas participam do Dia D de mobilização da Campanha de Multivacinação. A ação é nacional, em parceria com os estados e municípios, e visa, além de atualizar a caderneta vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos, ofertar o serviço de vacinação de forma a ampliar o acesso à população.</p>
<p>A Campanha de Multivacinação teve início no último dia 06 de outubro em todo Espírito Santo com mais de 350 mil doses distribuídas pelo Ministério da Saúde, e acontece de forma seletiva, a fim de alcançar crianças e adolescentes menores de 15 anos que ainda não receberam as vacinas previstas no Calendário Nacional ou daqueles que estão com esquemas incompletos. Ela segue até o dia 31 de outubro. As doses foram distribuídas aos 78 municípios capixabas.</p>
<p>Até o momento 57.530 mil doses foram aplicadas para a estratégia de Multivacinação no Espírito Santo. A expectativa é que outras 15 mil sejam aplicadas neste sábado (18).</p>
<p>Para a Campanha de Multivacinação, são disponibilizadas as vacinas da BCG, Hepatite B, Penta (DTP/Hib/HB), Polio inativada, Rotavírus, Pneumocócica 10 valente (conjugada), Meningocócica C (conjugada), Meningocócica ACWY (conjugada), Influenza, Covid-19, Febre amarela, Tríplice viral, Tetra viral, DTP, Hepatite A, Varicela, Difteria e tétano adulto, dTpa e HPV quadrivalente, seguindo os calendários das crianças e dos adolescentes.</p>
<p>Além desse público, a estratégia de vacinação também oferta a vacina contra o HPV a adolescentes de 15 a 19 anos que que não foram imunizados e a vacina contra o Sarampo a pessoas com até 59 anos e profissionais de saúde que estejam com a situação vacinal desatualizada.</p>
<p><strong>A importância de alcançar a meta de cobertura vacinal</strong><br />
A manutenção de uma alta e homogênea cobertura vacinal tem como objetivo garantir a saúde individual e coletiva, prevenindo surtos, controlando doenças e protegendo os grupos mais vulneráveis das doenças que podem ser preveníveis por meio da vacinação.</p>
<p>Desta forma, além da proteção individual e comunitária, alcançar a cobertura vacinal ideal auxilia no controle, eliminação e erradicação de doenças, assim como na redução da mortalidade infantil, protegendo crianças de doenças como sarampo, meningites, tétano, entre outras.</p>
<p><strong>Dados de cobertura vacinal de rotina no Espírito Santo</strong><br />
Desde 2023, a Secretaria da Saúde (Sesa) atua de maneira conjunta aos municípios capixabas na recuperação das metas de coberturas vacinais, por meio da implementação do <em>“Plano Estadual para Recuperação das Metas de Coberturas Vacinais”</em>.</p>
<p>Seguindo o Plano, as ações estratégicas visam a recuperação das coberturas de imunizantes ofertados na rotina de crianças menores de dois anos de idade, especialmente de vacinas cujas doenças prevenidas atualmente correm risco de reintrodução ou descontrole epidemiológico devido às baixas taxas de coberturas vacinais em todo País.</p>
<p>As metas de cobertura atendem aos imunizantes da BCG e Rotavírus, com 90%; e os imunizantes Pentavalente, Poliomielite, Pneumo 10, Rotavírus, Meningo C, Febre Amarela, Hepatite A Tríplice Viral e Varicela, todas essas com 95% de meta de cobertura. Para além do Plano, há ainda as ações voltadas a outros imunizantes da rotina, como é o caso da Influenza, que possui meta de 90%. Atualmente o Estado apresenta a cobertura de 64,21% para a Influenza no público infantil.</p>
<p>Além disso, há ações voltadas aos adolescentes para a imunização contra a HPV e contra a meningite com a vacina Meningo ACWY, imunizantes esses que colocam o Espírito Santo como referência em cobertura vacinal.</p>
<p>Abaixo, os dados de 2025 (de janeiro a agosto) das coberturas vacinais dos imunizantes listados. A fonte de dados é o sistema de informação Vacina e Confia (VeC).</p>
<ul>
<li>BGG: 96,04%</li>
<li>Pentavalente: 84,35%</li>
<li>Poliomielite: 83,11%</li>
<li>Pneumo 10: 84,01%</li>
<li>Rotavírus: 89,49%</li>
<li>Meningo C: 86,38%</li>
<li>Febre amarela: 70,27%</li>
<li>Hepatite A: 89,38%</li>
<li>Tríplice viral: 94,55%</li>
<li>Varicela: 83,61%</li>
<li>HPV meninas: 97,82%</li>
<li>HPV meninos: 92,11%</li>
<li>Meningo ACWY: 91,72%</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Vacina contra HPV reduz em 58% casos de câncer de colo de útero</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacina-contra-hpv-reduz-em-58-casos-de-cancer-de-colo-de-utero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[colo de útero]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imunizante também reduz em 67% as lesões pré-cancerosas graves</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado entre 2019 e 2023, avaliou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) de mais de 60 milhões de mulheres a cada ano, com idade de 20 a 24 anos, para analisar o impacto da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) no Brasil. A pesquisa envolveu cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com apoio da Royal Society e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p>Os resultados indicaram que tomar a vacina reduziu em 58% os casos de câncer do colo do útero e em 67% as lesões pré-cancerosas graves (NIC3).</p>
<p>Publicada pela revista The Lancet, a pesquisa indicou que o efeito da vacina foi consistente mesmo antes da idade indicada para o rastreamento (25 anos). De acordo com os pesquisadores, os resultados demonstram o potencial do imunizante como uma das estratégias mais eficazes de saúde pública para salvar vidas e reduzir desigualdades no acesso à saúde.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“O impacto observado no Brasil confirma que a vacinação contra o HPV é eficaz não apenas em países de alta renda, mas também em contextos com recursos limitados. Esse é um passo fundamental rumo à eliminação global do câncer do colo do útero”</strong>, destacam os autores do estudo. A análise foi conduzida pelos pesquisadores da Fiocruz Bahia, Thiago Cerqueira-Silva, Manoel Barral-Netto e Viviane Sampaio Boaventura.</p>
<p><strong>Avanços</strong><br />
Desde 2014, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o HPV gratuitamente pelo SUS. Em 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, alinhado às evidências científicas mais recentes. Em 2025, novas diretrizes ampliaram a vacinação para adolescentes de 15 a 19 anos, além de grupos prioritários como usuários de PrEP, imunossuprimidos e pacientes com papilomatose respiratória recorrente.</p>
<p>O câncer do colo do útero ainda é o segundo mais comum entre mulheres brasileiras e representa uma das principais causas de mortalidade feminina. A vacinação é uma ferramenta decisiva para reduzir desigualdades em saúde e aproximar o Brasil da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminar a doença como problema de saúde pública.</p>
<p><strong>Vacina </strong><br />
Estima-se que 50% a 70% das pessoas sexualmente ativas terão contato com o HPV em algum momento da vida. A vacina protege contra até 98% dos tipos oncogênicos mais perigosos.</p>
<p>Vacinar-se contra o HPV é a medida mais eficaz de prevenir a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS e é indicada para: meninas e meninos de 9 a 14 anos; mulheres e homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos; vítimas de abuso sexual, imunocompetentes, de 15 a 45 anos (homens e mulheres) que não tenham tomado a vacina HPV ou estejam com o esquema incompleto.</p>
<p>Também podem ser imunizados, usuários de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de HIV, com idade de 15 a 45 anos, que não tenham tomado a vacina HPV ou estejam com esquema incompleto (de acordo com o preconizado para a idade ou em situação especial); e pacientes portadores de Papilomatose Respiratória Recorrente/PRR a partir de 2 anos de idade.</p>
<p>A vacina contra o HPV está disponível em unidades básicas de Saúde. A vacinação é gratuita. Os centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) disponibilizam a vacina para pessoas com HIV/Aids, transplantados e pacientes oncológicos de até 45 anos.</p>
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		<item>
		<title>Governo amplia mobilização de vacina contra HPV em jovens até dezembro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/governo-amplia-mobilizacao-de-vacina-contra-hpv-em-jovens-ate-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 16:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meta é alcançar cerca de 7 milhões de jovens de 15 a 19 anos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde ampliou até dezembro a mobilização para vacinar adolescentes com idade entre 15 e 19 anos contra o HPV. A meta é alcançar cerca de 7 milhões de jovens que perderam a imunização na idade recomendada, de 9 a 14 anos.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que a estratégia conta com o apoio de estados e municípios e que, para facilitar o acesso, a dose está sendo ofertada em unidades básicas de saúde (UBS) e também em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“A vacina contra o HPV é segura e fundamental na prevenção de cânceres de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço. As ações de resgate buscam assegurar que todos os adolescentes e jovens dessa faixa etária sejam imunizados, garantindo um futuro mais saudável para as próximas gerações.”</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Balanço</strong><br />
Dados do ministério apontam que, até o início do mês, mais de 115 mil adolescentes haviam sido imunizados nessa nova etapa da estratégia. Os estados com maior número de vacinados são Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p>Em 2024, o Brasil registrou mais de 82% de cobertura vacinal contra o HPV entre meninas de 9 a 14 anos, índice acima da média global, de 37%. Entre meninos da mesma faixa etária, a cobertura foi de 67%.</p>
<p><strong>Esquema vacinal</strong><br />
Desde o ano passado, o Brasil passou a adotar o esquema de dose única contra o HPV para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, substituindo o modelo anterior de duas doses. A medida, de acordo com o ministério, segue recomendações internacionais e reforça o compromisso do país de eliminar o câncer de colo do útero até 2030.</p>
<p>Para pessoas imunocomprometidas, como as que vivem com HIV/aids e pacientes oncológicos e transplantados, o esquema contra o HPV permanece o de três doses. A mesma regra também vale para usuários de profilaxia pré-exposição (PrEP) com idade entre 15 e 45 anos e para vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</p>
<p><strong>Entenda</strong><br />
O HPV (papilomavírus humano) afeta pele e mucosas. Atualmente, figura como a infecção sexualmente transmissível mais comum em todo o mundo. Existem mais de 200 tipos de HPV – alguns podem causar verrugas genitais enquanto outros estão associados a tumores malignos, como o câncer do colo do útero, ânus, pênis, boca e garganta.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação, oferecida gratuitamente via Sistema Único de Saúde (SUS), é considerada a forma mais eficaz de prevenção do HPV, aliada ao uso de preservativos, que ajudam a reduzir o risco de contágio.</p>
<p>A infecção, na maioria das pessoas, não apresenta sintomas. Em alguns casos, o HPV pode ficar latente de meses a anos, sem manifestar sinais visíveis a olho nu ou subclínico.</p>
<p>As primeiras manifestações da infecção surgem, geralmente, entre dois e oito meses, mas pode demorar até 20 anos e costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com baixa imunidade.</p>
<p>O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais, dependendo do tipo de lesão.</p>
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		<item>
		<title>SUS vai substituir papanicolau por exame mais sensível ainda este ano</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/sus-vai-substituir-papanicolau-por-exame-mais-sensivel-ainda-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exame molecular de DNA-HPV para rastreio terá intervalo de cinco anos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste ano, o teste citopatológico para a detecção do HPV, popularmente conhecido como papanicolau, deve ser gradualmente substituído, no Sistema Único de Saúde, pelo exame molecular de DNA-HPV. Com isso, o tempo de intervalo entre as coletas, quando não houver diagnóstico do vírus, passará a ser de cinco anos. Já a faixa-etária para o exame de rastreio, quando não houver sintomas ou suspeita de infecção, permanece a mesma: de 25 a 49 anos.</p>
<p>A mudança faz parte das novas diretrizes para o diagnóstico do câncer do colo do útero, apresentadas nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). O conjunto de orientações já foi aprovado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde e pela Comissão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (Conitec). Resta apenas a avaliação final da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde para entrar em vigor.</p>
<p>O papilomavírus humano, ou HPV, é o causador de mais de 99% dos casos de câncer decolo do útero, que é o terceiro mais incidente entre as mulheres brasileiras, com cerca de 17 mil novos casos por ano. Com altas coberturas de vacinação e de exames de rastreio organizado, especialistas acreditam que a doença pode ser erradicada em cerca de 20 anos.</p>
<p>O teste molecular é recomendado como exame primário para detectar o HPV pela Organização Mundial da Saúde desde 2021, porque é mais eficaz para a redução de casos e óbitos, em decorrência da sua maior sensibilidade. Ele também permite identificar o subtipo do vírus, caso o resultado seja positivo, o que oferece uma grande vantagem, já que apenas algumas variantes têm risco de provocar lesões que podem evoluir para câncer.</p>
<p>O pesquisador da Divisão de Detecção Precoce do Inca Itamar Bento explica que essas vantagens permitem um espaçamento maior entre as coletas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O teste DNA-HPV tem um valor preditivo negativo muito forte, ou seja, se a pessoa tiver resultado negativo, a gente pode de fato confiar nesse resultado. E, conhecendo a história natural da doença, a evolução das lesões, é uma margem segura aguardar cinco anos para fazer um novo teste.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>Além disso, a implementação do novo teste deverá ser combinada com a realização de rastreio organizado, quando o sistema de saúde busca ativamente as pessoas, em vez de esperar que elas procurem as unidades de saúde.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;É necessário que a população alvo seja identificada e convocada ativamente e individualmente. E é preciso garantir que ela terá acesso à confirmação diagnóstica e ao tratamento das lesões havendo essa necessidade&#8221;</strong>, complementa o pesquisador do Inca.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com dados do Sistema de Informação do Câncer, entre 2021 e 2023, apenas três estados tiveram cobertura de realização de papanicolau próxima de 50% do público-alvo. Todos os outros tiveram uma porcentagem abaixo desse patamar, e alguns não têm dados completos para análise. Além disso, há estados, como Acre, Maranhão e Mato Grosso, onde a maior parte dos resultados foi entregue após 30 dias, o que dificulta a realização de exames confirmatórios para que a paciente inicie o tratamento em até 60 dias, como determina a legislação.</p>
<p>Por isso, o rastreamento organizado também prevê uma linha de conduta organizada, como explica Itamar Bento:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A pessoa faz um teste de DNA-HPV, e, se não foi detectado, ela só vai repetir o exame após 5 anos. Se foi detectado um tipo oncogênico, como o 16 e o 18, que são responsáveis por 70% das lesões precursoras de câncer, ela vai ser encaminhada diretamente à colposcopia. Se a colposcopia identificar uma doença cervical, vai seguir para condutas específicas.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>As novas diretrizes também trazem outras duas inovações: a autocoleta do material para teste em populações de difícil acesso ou resistentes ao exame feito por profissional de saúde; e orientações para o atendimento de pessoas trangênero, não binárias e intersexuais.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo tem maior cobertura vacinal de HPV do país em 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-tem-maior-cobertura-vacinal-de-hpv-do-pais-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 21:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura Vacinal]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cobertura capixaba supera e muito a média do país</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo desponta como o estado com a maior cobertura vacinal da vacina HPV em 2024 no Brasil, tanto para o público feminino quanto para o masculino. Os dados, ainda preliminares, são do Ministério da Saúde e contabilizam as doses aplicadas durante todo o ano, mostrando uma cobertura no Estado de 98,64% em meninas de 9 a 14 anos e de 89,75% em meninos na mesma faixa etária.</p>
<p>A cobertura capixaba supera e muito a média do país, que é de 82,33% em meninas e 66,76% em meninos. A meta preconizada de cobertura vacinal para a vacina contra o HPV é de 90%. A fonte dos dados é da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Mesmo que ainda preliminares, são dados que podemos comemorar e muito, com o alcance do primeiro lugar na cobertura vacinal HPV em meninas e meninos no ano de 2024. É o Espírito Santo mostrando que o trabalho desempenhado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, e em parceria com os 78 municípios capixabas, na recuperação das coberturas vacinais, está dando resultados e se consolidando como uma importante estratégia para a saúde pública no Brasil”</strong>, comemorou o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann.</p>
</blockquote>
<p>Em 2024, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de esquema de dose única para a vacina HPV em crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Esta vacina ajuda a prevenir o câncer cervical e outras neoplasias relacionadas ao vírus Papilomavírus Humano.</p>
<p>Para a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde, Danielle Grillo, esses dados refletem o trabalho intersetorial desempenhado entre a Saúde e a Educação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A vacinação de adolescentes tem relação direta com ações extramuros, ou seja, ampliação da oferta de vacinas fora da Unidade Básica de Saúde, por meio da busca ativa, especialmente com a vacinação nas escolas. O êxito da vacinação contra a HPV tem muita relação com a ação intersetorial entre a Saúde e Educação”</strong>, explicou a profissional.</p>
<p>A coordenadora lembrou que a relação entre a Saúde e a Educação foi fortalecida ainda mais desde 2019, com a publicação da regulamentação da Lei Estadual nº 10.913, de 1º de novembro de 2018, que estabeleceu a obrigatoriedade de apresentação do Cartão de Vacinação no ato da matrícula em escolas da rede pública ou privada.</p>
<p>E, embora os dados ainda sejam preliminares, Danielle Grillo destacou que há a possibilidade de o Estado, após a sua consolidação, alcançar também a meta no público masculino, resultado de um trabalho importante de recuperação das coberturas vacinais iniciado pela Secretaria da Saúde (Sesa), com apoio dos municípios.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Tivemos nos últimos três anos no Espírito Santo um trabalho muito importante de qualificação dos dados de vacinação por meio do sistema de informação capixaba Vacina e Confia, além disso, os municípios estão muito engajados com a Sesa nas estratégias de vacinação. Está muito bonito de se ver o trabalho conjunto”</strong>, pontuou a coordenadora do PEI.</p>
<p>No Brasil, a vacina HPV é fornecida pelo Instituto Butantan. Ela é quadrivalente e protege contra o HPV de baixo risco tipos 6 e 11, que causam verrugas anogenitais, e de alto risco tipos 16 e 18, que causam câncer de colo uterino, de pênis, anal e oral.</p>
<p><strong>Estado é primeiro lugar na cobertura da Influenza em 2024</strong><br />
Na campanha de vacinação contra a Influenza de 2024, que já apresenta os dados já consolidados, o Espírito Santo aparece em primeiro lugar entre os 26 estados e o Distrito Federal com a maior cobertura, com 69,03%. Os dados são da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).</p>
<p>Apesar da posição ser importante, o número alcançado pelo Estado, assim como a média de cobertura vacinal do país, que foi de 55,15%, está abaixo da meta preconizada, que é de 90%.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Acreditamos que, principalmente a desinformação provocada pelas fake news da Covid-19, tem interferido na adesão da população à campanha da gripe. Ainda tem muita associação da vacina influenza com a covid. E é importante que possamos reverter esse cenário, principalmente trabalhando nos territórios com educação em saúde, em especial com ações voltadas ao público de idosos, que historicamente sempre foi um grupo que atingia a cobertura vacinal primeiro que os demais grupos”</strong>, explicou a coordenadora do PEI, Danielle Grillo.</p>
<p>A cobertura vacinal no público de idosos com mais de 60 anos foi, em 2024, de 53,46%. O único grupo com meta na campanha que alcançou mais de 90% foi o de crianças, com 106,09%.</p>
<p><strong>Mais vacinas alcançam cobertura em 2024</strong><br />
O trabalho contínuo em busca da recuperação das coberturas vacinais no Estado por parte dos profissionais de saúde da Secretaria da Saúde (Sesa), com os municípios, trouxe resultados ainda mais expressivos para o Espírito Santo em 2024. Das dez vacinas prioritárias previstas no Plano Estadual de Saúde para menores de 2 anos com meta a serem alcançadas, seis delas foram superadas. Os dados são preliminares, segundo informação do Sistema Vacina e Confia e do painel do DEMAS/Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Foram alcançadas as metas de cobertura vacinal das vacinas de:</strong></p>
<ul>
<li>BCG: 93,79% (meta de 90%)</li>
<li>Rotavírus: 94,82% (meta de 90%)</li>
<li>Pentavalente: 95,15% (meta de 95%)</li>
<li>Meningo C: 96,06% (meta de 95%)</li>
<li>Pneumo 10: 98,30% (meta de 95%)</li>
<li>Tríplice Viral: 96,98% (meta de 95%)</li>
</ul>
<p>Além disso, com os dados ainda preliminares, a vacina da Poliomielite (VIP) aparece com uma cobertura vacinal de 94,63%, tendo uma meta de 95%.</p>
<p>As demais vacinas são a de Febre Amarela (72,35%), Hepatite A (85,79%) e Varicela (60%), cujas metas são de 95%. Em relação à vacina contra a Varicela e Hepatite A, o ano de 2024 foi marcado pelo desabastecimento das doses em todo país, o que afetou diretamente em sua cobertura.</p>
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		<item>
		<title>Mais de 30 mil jovens devem ser vacinados contra o HPV no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/mais-de-30-mil-jovens-devem-ser-vacinados-contra-o-hpv-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[vacinados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde promove estratégia nacional para imunizar adolescentes de 15 a 19 anos; municípios capixabas estão entre os prioritários</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, na última semana, uma nova estratégia para ampliar a cobertura vacinal contra o HPV (papilomavírus humano) entre adolescentes de 15 a 19 anos no Brasil. No Espírito Santo, a expectativa é vacinar mais de 30 mil jovens, com foco especial nos municípios de Cariacica, Serra e Vila Velha, onde cerca de 37,2 mil adolescentes ainda não receberam a imunização. A ação visa corrigir o déficit de vacinação acumulado desde 2014, quando a vacina foi introduzida no país, e proteger essa faixa etária contra doenças associadas ao HPV, como o câncer de colo do útero.</p>
<p>A estratégia nacional tem como objetivo alcançar ao menos 90% do público-alvo e será implementada em 121 municípios brasileiros com os maiores índices de não vacinação. Ao todo, estima-se que 2,95 milhões de adolescentes ainda não tenham sido imunizados no Brasil. No Espírito Santo, a mobilização será realizada por meio de ações de microplanejamento, que envolvem a articulação de estados e municípios para ampliar o acesso à vacina em locais estratégicos, como escolas, faculdades e salas de vacinação.</p>
<p>Os municípios capixabas deverão elaborar seus próprios planos de ação, com base em dados locais, para garantir que a vacinação chegue até os adolescentes que perderam a oportunidade de serem imunizados anteriormente. Eder Gatti, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), destaca a importância dessa abordagem direcionada.<em><strong> &#8220;Temos vacinas suficientes e um planejamento sólido para garantir a vacinação dos nossos adolescentes, incluindo aqueles que não foram vacinados na idade recomendada e que agora estão fora dessa faixa&#8221;,</strong></em> afirma.</p>
<p><strong>Painel de monitoramento</strong><br />
Para auxiliar os gestores municipais na implementação da estratégia, o Ministério da Saúde disponibilizou um painel específico para o HPV no sistema de monitoramento da pasta. A ferramenta permitirá visualizar as coberturas vacinais por faixa etária desde 2014, identificar áreas mais críticas e comparar a evolução dos indicadores de vacinação ao longo dos anos. <em><strong>&#8220;Esse painel será essencial para o planejamento local, ajudando a direcionar esforços para as populações mais vulneráveis&#8221;,</strong></em> explica Gatti.</p>
<p>Dados apontam que os estados com os maiores índices de adolescentes não vacinados contra o HPV são o Rio de Janeiro (54%), Acre (40%), Distrito Federal (38%), Roraima (36%) e Amapá (32%). Em nível nacional, a estimativa é que, em 2024, cerca de 7 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos ainda não tenham recebido a vacina.</p>
<p><strong>Resgate dos não vacinados</strong><br />
Todas as diretrizes para a execução da estratégia poderão ser consultadas no documento “<em><strong>Recomendações para o resgate dos não vacinados com a vacina HPV”,</strong> </em>disponível no site do Ministério da Saúde. A iniciativa pretende garantir que a população jovem receba a proteção necessária contra o HPV e doenças associadas, reforçando a importância da imunização como medida de saúde pública.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo institui política estadual de combate ao HPV</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-institui-politica-estadual-de-combate-ao-hpv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova legislação visa conscientização, vacinação e tratamento para reduzir o impacto do papilomavírus humano no estado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, sancionou a Lei nº 12.354, que institui a Política Estadual de Conscientização sobre a Proteção e o Combate ao papilomavírus humano (HPV). A medida, publicada no Diário Oficial do Estado na segunda-feira (30), estabelece diretrizes para conscientização, imunização, diagnóstico e tratamento, visando ampliar o combate à doença no estado.</p>
<p>A lei estrutura suas ações em quatro eixos principais. O primeiro, de conscientização, inclui programas educativos, palestras e pesquisas para ampliar o conhecimento sobre o HPV e combater preconceitos. A imunização é outro ponto central, com foco na vacinação de crianças e adolescentes de 9 a 14 anos e grupos prioritários, como pessoas vivendo com HIV e pacientes oncológicos. Um calendário estadual de vacinação será iniciado em março de cada ano, com imunizações preferencialmente realizadas em escolas.</p>
<p>No campo do diagnóstico, a rede pública de saúde oferecerá exames de Papanicolau para mulheres entre 25 e 64 anos, visando detectar alterações relacionadas ao HPV. Já o tratamento garantirá atendimento individualizado, acesso à rede de saúde integral e orientações vacinais antes e após o tratamento.</p>
<p>O governador destacou que a implementação da lei mobilizará diversos órgãos públicos e a sociedade civil para reduzir o impacto do HPV no Espírito Santo. O texto prevê ainda monitoramento de indicadores e a divulgação de dados pela Secretaria de Estado da Saúde. A execução será custeada por dotações orçamentárias próprias, com suplementações, se necessário.</p>
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		<item>
		<title>Usuários da PrEP no ES são incluídos no grupo prioritário da vacinação contra o HPV</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/usuarios-da-prep-no-es-sao-incluidos-no-grupo-prioritario-da-vacinacao-contra-o-hpv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 17:14:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[PrEP]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliação permitirá que a prevenção, tratamento das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e cânceres causados pela doença sejam melhores tratados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O público da vacina contra o HPV foi ampliado pelo Ministério da Saúde. Agora, pessoas de 15 a 45 anos que tomam Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) serão incluídas no grupo prioritário. Com a decisão, 1.592 usuários de PrEP do Espírito Santo vão ser beneficiados. A ampliação permitirá que a prevenção, tratamento das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e cânceres causados pela doença sejam melhores tratados.</p>
<p>O HPV é uma IST e está associada a verrugas nos órgãos genitais e ao desenvolvimento de câncer de colo do útero, vulva, pênis, anus e orofaringe. Além da transmissão sexual, o vírus também pode ser passado por contato direto com a pele ou mucosa infectada. Existem mais de 100 tipos, sendo pelo menos 14 cancerígenos, conhecidos como de alto risco.</p>
<p>No Brasil, a prevalência de papilomavírus humano foi avaliada pelo Estudo Epidemiológico sobre Prevalência Nacional HPV (POP- Brasil), que incluiu homens e mulheres entre 16 e 25 anos sexualmente ativos.</p>
<p>O quantitativo geral de HPV foi de 53,6%, sendo 35,2% com, no mínimo, um dos genótipos de alto risco. Dos entrevistados, 50,7% afirmou usar preservativos rotineiramente e 12,7% relataram a presença de uma IST prévia.</p>
<p>O diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Draurio Barreira, explica que oportunizar o acesso à vacina HPV4 para usuários da PrEP é uma ação com impacto na prevenção das neoplasias relacionadas ao HPV para populações de maior vulnerabilidade às ISTs.</p>
<blockquote><p><em><strong>“Até março de 2024, 82% das pessoas que estavam em uso de PrEP eram homens que fazem sexo com homens e 3,2% mulheres trans e travestis. Sabemos que diversas barreiras relacionadas aos determinantes sociais, em especial ao estigma, tornam esses segmentos populacionais mais vulneráveis ao HIV, às ISTs e aos cânceres causados por HPV”,</strong></em> detalha.</p></blockquote>
<p><strong>Imunização</strong><br />
Uma forma segura e eficaz de prevenção da infecção é a vacinação. O SUS oferece o imunizante quadrivalente (HPV4), que protege contra as principais complicações da doença.</p>
<p>Atualmente, o público-alvo é composto por crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, no esquema de dose única; pessoas de 9 a 45 anos que vivem com HIV e Aids; pacientes oncológicos, pessoas com papilomatose respiratória recorrente (PRR), e transplantados com três doses; e pessoas de 15 a 45 anos de idade imunocompetentes vítimas de violência sexual.</p>
<p>Com essas recomendações, o Brasil é um dos países das Américas que mais ofertam a vacina.</p>
<p>Segundo a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), desde o início da vacinação contra o HPV no SUS, em 2014, 75,8% do público feminino tomou a primeira dose e 58,2% tomou a segunda em todo o Brasil.</p>
<p>O registro de imunização do sexo masculino, que começou em 2017, está em 53,1% na primeira dose e 33,2% na segunda. Os dados são disponibilizados pelos estados e municípios e podem sofrer alterações conforme o sistema é alimentado.</p>
<p>O esquema de dose única para crianças e adolescentes imunocompetentes foi adotado recentemente pelo Ministério da Saúde. A ideia é intensificar a proteção contra o câncer de colo do útero e outras complicações associadas ao vírus. A estratégia segue as recomendações mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<p>Com isso, a pasta praticamente dobra a capacidade de imunização dos estoques disponíveis no país.</p>
<p><strong>Entenda o que é a PrEP</strong><br />
A PrEP é uma das formas de prevenir a infecção pelo HIV, caso ocorra exposição ao vírus. Para isso, é necessário tomar diariamente uma pílula que contém dois medicamentos: tenofovir e entricitabina. No entanto, é importante ressaltar que a profilaxia pré-exposição não impede a infecção por outras ISTs.</p>
<p>O medicamento é indicado para pessoas a partir dos 15 anos, sexualmente ativas e que apresentam risco aumentado para aquisição da infecção pelo HIV. Pode ser prescrita por enfermeiros, farmacêuticos e médicos da atenção primária à saúde ou dos serviços especializados. Atualmente, existem 939 unidades dispensadoras (UDMs) de PrEP em 540 municípios brasileiros.</p>
<p>Em março de 2024, aproximadamente 84.926 pessoas usavam a PrEP. Destes, 82% são homens que fazem sexo com homens, 3,2% mulheres trans e travestis, 6,7% homens cisgêneros heterossexuais e 5,8% mulheres cisgêneros.</p>
<p>O acesso à vacina contra o HPV para os usuários de PrEP é uma ação de impacto na prevenção de neoplasias nas populações desproporcionalmente afetadas, como gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) e as mulheres trans. Além disso, a ampliação não afeta o público inicialmente contemplado.</p>
<p><strong>Recursos</strong><br />
Em 2023, o governo federal retomou temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV/ISTs nas escolas.</p>
<p>O Ministério da Saúde destinou mais de R$ 90 milhões para os municípios que aderiram ao Programa Saúde na Escola (PSE). O ciclo 2023/2024 alcançou recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas ao recebimento do recurso.</p>
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		<item>
		<title>Baixa cobertura vacinal contra HPV favorece casos de câncer</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/baixa-cobertura-vacinal-contra-hpv-favorece-casos-de-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 11:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2019, 87% de meninas receberam primeira dose, contra 75,8% em 2022</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez casos de câncer de colo de útero são causados por um vírus contra o qual existe vacina disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde. Esse vírus é o papilomavírus humano (HPV), que também causa nove em cada dez casos de câncer de ânus e está relacionado a neoplasias malignas no pênis, vagina, vulva, boca e garganta.</p>
<p>Mesmo com tantas evidências do perigo que representa estar desprotegido contra essa infecção sexualmente transmissível (IST), o Programa Nacional de Imunizações (PNI) constatou queda na proteção do público-alvo dessa vacina no ano passado.</p>
<p>Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde em 21 de fevereiro, 87,08% das meninas brasileiras entre 9 e 14 anos de idade receberam a primeira dose da vacina em 2019, e em 2022, a cobertura caiu para 75,81%. Entre os meninos, a cobertura vacinal caiu de 61,55%, em 2019, para 52,16%, em 2022.</p>
<p>Procurado para atualizar os dados, o ministério informou que, entre as meninas, a cobertura da vacina contra o HPV, em 2022, alcançou 77,37% na primeira dose, e 58,29%, na segunda dose. Entre os meninos, 56,76% receberam a primeira dose, e apenas 38,39%, a segunda.</p>
<p>Infectologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto I&#8217;Dor, José Cerbino Neto explica que poucos dos mais de 100 tipos de HPV são relacionados ao câncer, e os tipos 16 e 18 são os mais perigosos.</p>
<p>Indicada no Sistema Único de Saúde (SUS) para adolescentes de 9 a 14 anos e pessoas com situações específicas da saúde, a vacina contra o HPV protege contra esses dois tipos e também contra duas cepas responsáveis por verrugas genitais. Além do público-alvo do PNI, pessoas de até 45 anos podem obter a vacina em clínicas privadas de imunização, segundo autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p><em>&#8220;Se entende que a vacinação nessa população vai ter um maior impacto, porque essas pessoas estarão vacinadas desde antes de iniciar sua vida sexual. Mas para qualquer pessoa não vacinada até 45 anos, há um benefício com a vacinação&#8221;</em>, destaca o pesquisador.</p>
<p><em>&#8220;A vacina tem a capacidade de proteger as pessoas da infecção sexualmente transmissível, e, em última análise, protegê-las de um câncer que elas poderiam vir a desenvolver&#8221;</em>.</p>
<p>Pessoas que vivem com HIV/aids, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos também podem ser vacinados gratuitamente no SUS, em algum centro de referência de imunobiológicos especiais, com o esquema de três doses.</p>
<p>As estimativas do Ministério da Saúde dão conta de que cerca de metade de todas as mulheres diagnosticadas com câncer do colo de útero têm entre 35 e 55 anos de idade e muitas, provavelmente, foram expostas ao HPV na adolescência ou na faixa dos 20 anos de idade.</p>
<p><strong>Incidência</strong><br />
Apesar de ser associado a casos de câncer, a grande maioria dos casos de infecção pelo HPV não evolui dessa forma. Em grande parte dos casos, o próprio sistema imunológico se encarrega de combater o vírus antes do surgimento de sintomas.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, os primeiros sintomas podem aparecer de dois a oito meses após a infecção pelo HPV, mas continuam a existir chances mesmo duas décadas após o contato. As manifestações sintomáticas são mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa. O vírus pode causar lesões visíveis e invisíveis a olho nu, e a manifestação mais frequentes são verrugas na região genital ou anal. Essas verrugas, em geral, estão associadas aos tipos não cancerígenos de HPV.</p>
<p>Cerbino destaca que a maioria da população adulta vai ser infectada pelo HPV em algum momento da vida. Como os tipos do vírus associados ao câncer são os que provocam lesões mais graves, eles são os mais frequentemente diagnosticados e testados laboratorialmente, o que não significa que sejam os que mais circulam.</p>
<p><em>&#8220;Eles são os mais identificados por serem os que causam mais doenças&#8221;</em>, destaca. <em>&#8220;Como existe mais de um subtipo, há benefícios em tomar a vacina para quem já teve o HPV, porque você estaria aumentando sua proteção contra uma eventual nova infecção, embora isso não seja comum&#8221;</em>.</p>
<p>O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) citam estudos internacionais que apontam que chega a 80% o percentual de mulheres sexualmente ativas que terão contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas, e essa porcentagem pode ser ainda maior em homens. Pesquisadores que se debruçam sobre o tema estimam que entre 25% e 50% da população feminina e 50% da população masculina mundial esteja infectada por HPV.</p>
<p>Para o infectologista da Fiocruz, campanhas antivacina e boatos se somam à dificuldade de mobilizar a faixa etária alvo da vacinação como alguns dos obstáculos a uma cobertura maior para a imunização contra o HPV.</p>
<p><em>&#8220;O nosso calendário vacinal tem vacinas recomendadas para todas as faixas etárias, mas a nossa cultura é vacinar as crianças. Então, o fato de a vacina ser aplicada dos 11 aos 14 anos pode ter contribuído para a cobertura ter sido mais baixa&#8221;</em>, avalia ele, que destaca que a vacina é segura e eficaz, além de ser aplicada em mais de 100 países.</p>
<p><strong>Vacina nova</strong><br />
O imunizante contra o HPV disponível no PNI e nas clínicas privadas até este ano é o quadrivalente, que protege contra quatro tipos do vírus, entre eles o 16 e 18, considerados mais perigosos. As clínicas privadas devem começar a aplicar nas próximas semanas uma nova versão da vacina, contra nove cepas, também incluindo o 16 e o 18 e mais cinco tipos de HPV de alto risco.</p>
<p>Responsável pelo setor de Imunização Humana do Richet Medicina &amp; Diagnóstico, Patrícia Rosa Vanderborght explica que essa nova vacina vai aumentar a proteção contra o câncer de colo de útero e de outros tipos. A pesquisadora também destaca que a comunicação sobre a prevenção do HPV vem sendo muito restrita aos adolescentes, por causa das campanhas oficiais de vacinação, e às mulheres, por conta da prevenção do câncer de colo de útero.</p>
<p><em>&#8220;A incidência é muita alta, e homens não têm a cultura de ir ao médico e fazer exames como a mulher, que vai ao ginecologista. A gente observa muita falta de informação entre os homens, que acham que a vacina só é importante para mulheres&#8221;</em>, alerta. <em>&#8220;Outra população importante é a população LGBT. A gente tem conversado com os infectologistas sobre a necessidade de essa população ter ciência da prevenção e da incidência de câncer&#8221;</em>.</p>
<p>Patrícia acrescenta que a vacinação contra o HPV na adolescência tem a vantagem de ser em esquema de apenas duas doses. Nas clínicas privadas, que vacinam o público adulto, a vacina passa a precisar de três doses.</p>
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