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	<title>Gaza - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Gaza - Em Dia ES</title>
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		<title>Papamóvel usado por Francisco vira clínica móvel para crianças de Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/papamovel-usado-por-francisco-vira-clinica-movel-para-criancas-de-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 20:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Papamóvel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo foi usado pelo pontífice em 2014 durante uma visita à cidade de Belém</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O papamóvel usado pelo papa Francisco durante uma visita à cidade de Belém há mais de uma década foi transformado em uma clínica móvel.</p>
<p>Líderes cristãos esperam que, em breve, o veículo seja usado para fornecer atendimento a crianças palestinas em Gaza.</p>
<p>A iniciativa foi autorizada por Francisco antes de sua morte, em abril, e confiada à organização católica Cáritas, que supervisionou o projeto de conversão do veículo, apresentado na terça-feira (25).</p>
<p>Francisco usou a picape Mitsubishi adaptada e doada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, durante sua visita a Belém em 2014.</p>
<p>A plataforma aberta na parte traseira do veículo, onde o papa ficou enquanto percorria a cidade, foi agora fechada e transformada em uma área de tratamento infantil.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Este veículo é um testemunho de que o mundo não se esqueceu das crianças de Gaza&#8221;</strong>, disse o cardeal Anders Arborelius, de Estocolmo.</p>
</blockquote>
<p>Anders abordou Francisco antes de sua morte sobre a ideia da Cáritas de converter o antigo papamóvel em uma clínica pediátrica móvel.</p>
<p>O secretário-geral da Cáritas Suécia, Peter Brune, afirmou que a clínica móvel tem capacidade para atender cerca de 200 crianças por dia.</p>
<p>Ainda não está claro quando o veículo vai entrar em Gaza, onde um cessar-fogo ainda se mantém formalmente, apesar dos frequentes ataques aéreos israelenses ao território palestino.</p>
<p>O COGAT, órgão do governo israelense responsável por coordenar a entrada de ajuda humanitária no território, se recusou a comentar quando questionado sobre o pedido.</p>
<figure id="attachment_201948" aria-describedby="caption-attachment-201948" style="width: 559px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-201948" src="https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/11/Papamovel-usado-por-Francisco-vira-clinica-movel-para-criancas-de-Gaza-260x140.jpg" alt="" width="559" height="301" srcset="https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/11/Papamovel-usado-por-Francisco-vira-clinica-movel-para-criancas-de-Gaza-260x140.jpg 260w, https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/11/Papamovel-usado-por-Francisco-vira-clinica-movel-para-criancas-de-Gaza-160x86.jpg 160w, https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/11/Papamovel-usado-por-Francisco-vira-clinica-movel-para-criancas-de-Gaza.jpg 693w" sizes="(max-width: 559px) 100vw, 559px" /><figcaption id="caption-attachment-201948" class="wp-caption-text">Foto: Jack Guez-AFP</figcaption></figure>
<p>O padre Ibrahim Faltas, representante dos Frades Franciscanos junto ao Estado da Palestina, disse esperar que o veículo seja levado para Gaza em um &#8220;futuro próximo&#8221;, afirmando à agência Reuters que o veículo transformado em clínica está pronto para ajudar crianças em Gaza.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Sabemos o quanto o papa Francisco amava o povo da Terra Santa, o povo de Belém e, especialmente, o povo de Gaza&#8221;</strong>, afirmou Faltas.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Hamas entrega os 20 reféns vivos a Israel; Trump diz que guerra acabou</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/hamas-entrega-os-20-refens-vivos-a-israel-trump-diz-que-guerra-acabou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 11:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas x Israel]]></category>
		<category><![CDATA[palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez em mais de dois anos, grupo radical Hamas e aliados não mantêm nenhum refém vivo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo palestino Hamas libertou nesta segunda-feira (13) todos os 20 reféns ainda vivos que eram mantidos na Faixa de Gaza há mais de dois anos. Enquanto Israel também soltou palestinos detidos em prisões no país, como parte da primeira fase do plano de cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p>Pela primeira vez em mais de dois anos, o grupo radical e seus aliados não mantêm nenhum refém vivo no território palestino. Todos os 20 que foram sequestrados e ainda estavam vivos estão agora sob custódia israelense.</p>
<p>O Hamas sequestrou 251 pessoas do sul de Israel e as levou para a faixa de Gaza no ataque de 7 de outubro de 2023, que marcou o início da guerra no território palestino.</p>
<p>Mais quatro reféns eram mantidos pelo grupo antes do ataque. Os corpos de 26 pessoas, que foram declarados mortas, continuam na Faixa de Gaza e devem ser libertados em breve.</p>
<p>Há ainda outros dois reféns adicionais cujo status é incerto. O governo israelense já havia declarado haver “graves preocupações” sobre os destinos deles.</p>
<p>O governo israelense deve libertar 250 palestinos que cumprem longas penas de prisão.</p>
<p>Além disso, 1.718 detidos que estavam presos em Israel sem acusação desde o início da guerra em Gaza também serão libertados. O primeiro ônibus já está na Faixa de Gaza, informou a Sociedade de Prisioneiros Palestinos.</p>
<p>Multidões se reuniram no território palestino para aguardar o retorno, hospitais se preparam para receber os detidos.</p>
<p>O governo israelense afirmou que 26 reféns estão mortos. Além disso, os restos mortais de outro refém, o soldado Hadar Goldin, das Forças de Defesa de Israel, estão mantidos lá desde 2014, quando ele foi morto e teve o corpo levado para a Faixa de Gaza.</p>
<p>Uma mulher, Inbar Hayman, está entre as pessoas que foram declaradas mortas.</p>
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		<item>
		<title>Papa Leão XIV diz que manterá políticas de Francisco na Igreja Católica</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/papa-leao-xiv-diz-que-mantera-politicas-de-francisco-na-igreja-catolica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 18:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[papa Leão XIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em primeira entrevista divulgada, pontífice falou sobre acolher católicos da comunidade LGBT e discutir ordenação de mulheres</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O papa Leão XIV disse em sua primeira entrevista divulgada nesta quinta-feira (18) que manterá as políticas características do falecido papa Francisco. Isso inclui acolher católicos da comunidade LGBT, discutir a ordenação de mulheres e dar sugestões à China sobre nomeações de bispos.</p>
<p>O pontífice também falou que não planeja grandes mudanças nos ensinamentos da Igreja Católica.</p>
<p>Leão XIV, que se tornou o primeiro papa dos Estados Unidos em maio, também expressou preocupação com o ambiente político nos EUA e a situação humanitária em Gaza.</p>
<p>Demonstrando a reserva característica do antecessor, o pontífice evitou criticar diretamente o presidente americano Donald Trump ou dizer que Israel cometeu genocídio.</p>
<p>A entrevista foi realizada no final de julho para uma biografia publicada pela editora Penguin Peru. Os trechos iniciais foram publicados no último domingo (14).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Não pretendo me envolver em política partidária&#8221;</strong>, disse o papa Leão XIV, que foi criado em Chicago. <strong>&#8220;Há questões significativas que podem ser levantadas, mas seria impossível para o papa se envolver em países individuais ao redor do mundo.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>Ele também repetiu a firme condenação de Francisco aos escândalos de abuso sexual que afligem a Igreja de 1,4 bilhão de fiéis em todo o mundo, mas também expressou preocupação com as falsas alegações contra padres.</p>
<p><strong>Papa Leão XIV se preocupa com Gaza</strong><br />
Leão XIV, de 70 anos, demonstrou um estilo mais reservado do que seu antecessor, que frequentemente dava entrevistas, falava francamente sobre os eventos mundiais e criticava duramente tanto Trump quanto Israel.</p>
<p>Francisco, que liderou a Igreja por 12 anos, sugeriu no final de 2024 que Israel poderia estar cometendo genocídio em Gaza, provocando uma reação negativa dos líderes israelenses.</p>
<p>Na entrevista, o atual pontífice disse ter uma &#8220;grande preocupação&#8221; com a situação em Gaza.<strong> &#8220;A palavra genocídio está sendo usada cada vez mais&#8221;</strong>, declarou ele. <strong>&#8220;A Santa Sé não acredita que possamos fazer qualquer declaração neste momento sobre isso.&#8221;</strong></p>
<p>O papa Leão XIV também falou que ainda não havia conversado com Trump, mas indicou que havia levantado preocupações sobre a repressão do governo aos migrantes quando se encontrou com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, em maio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Falei sobre dignidade humana e como isso é importante para todas as pessoas, onde quer que você tenha nascido&#8221;</strong>, afirmou Leão XIV sobre o encontro.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Obviamente, há algumas coisas acontecendo nos Estados Unidos que são preocupantes&#8221;</strong>, acrescentou. <strong>&#8220;Continuamos buscando maneiras de, pelo menos, responder e levantar algumas das questões que precisam ser levantadas.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Feitos do papa Francisco</strong><br />
O papa Francisco aprovou um acordo histórico com a China em 2018, que dá às autoridades governamentais alguma influência nas nomeações papais no país.</p>
<p>Alguns católicos conservadores criticaram o acordo por dar muita influência a Pequim, mas autoridades do Vaticano enfatizam que o papa mantém o poder de decisão final.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A longo prazo, não pretendo dizer que isso é o que farei ou não farei&#8221;</strong>, falou Leão XIV sobre o acordo. <strong>&#8220;A curto prazo, darei continuidade à política que a Santa Sé vem seguindo há alguns anos&#8221;</strong>, disse.</p>
</blockquote>
<p>Sobre os escândalos de abuso, que prejudicaram a posição da Igreja como voz moral, o pontífice afirmou que as vítimas <em>&#8220;devem ser tratadas com grande respeito e com a compreensão de que aqueles que sofreram&#8230; carregam essas feridas por toda a vida&#8221;</em>.</p>
<p>Ele também expressou preocupação com as falsas alegações.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;As estatísticas mostram que bem mais de 90% das pessoas que se apresentam e fazem acusações são autenticamente vítimas&#8221;</strong>, declarou ele. <strong>&#8220;Mas também houve casos comprovados de algum tipo de acusação falsa.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>Francisco tentou, em grande parte, abrir a Igreja pacata ao mundo moderno, atraindo críticas de católicos conservadores, até mesmo de alguns cardeais, que temiam que ele estivesse diluindo os ensinamentos rigorosos da Igreja.</p>
<p>Ele emitiu um decreto em 2023 permitindo que padres administrassem bênçãos a casais do mesmo sexo, caso a caso.</p>
<p>O antigo líder da Igreja Católica também criou duas comissões para estudar a ordenação de mulheres como diáconos, uma questão que papas anteriores haviam proibido de discutir. A Igreja Católica tem um clero exclusivamente masculino.</p>
<p>Leão XIV disse que manteria a abertura de Francisco tanto em relação à liderança feminina na Igreja quanto aos católicos LGBT, mas não sugeriu novos passos adiante.</p>
<p><strong>Ensinamento da Igreja Católica &#8220;continuará como está&#8221;</strong><br />
<strong>&#8220;Espero continuar nos passos de Francisco&#8221;</strong>, disse o papa Leão XIV sobre a iniciativa do falecido pontífice de nomear mais mulheres para altos cargos no Vaticano.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O tema se torna um assunto delicado quando se faz a pergunta específica sobre ordenação&#8221;</strong>, afirmou ele. <strong>&#8220;No momento, não tenho intenção de mudar o ensinamento da Igreja sobre o assunto.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>O papa deu uma resposta semelhante sobre se a Igreja poderia mudar seu ensinamento para permitir casamentos entre pessoas do mesmo sexo.</p>
<p><strong>&#8220;Os indivíduos serão aceitos e acolhidos&#8221;</strong>, declarou Leão, referindo-se aos católicos da comunidade LGBT. <strong>&#8220;O ensinamento da Igreja continuará como está, e é isso que tenho a dizer sobre isso por enquanto.&#8221;</strong></p>
<p>O pontífice americano também abordou os problemas financeiros do Vaticano, que incluem um déficit orçamentário de 83 milhões de euros e um déficit de financiamento muito maior em seu fundo de pensão.</p>
<p>Ele disse que o financiamento está melhorando. <strong>&#8220;Não acho que a crise tenha acabado&#8230; mas não estou perdendo o sono por causa disso&#8221;</strong>.</p>
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		<title>Comissão da ONU diz que Israel cometeu genocídio em Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/comissao-da-onu-diz-que-israel-cometeu-genocidio-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comissão]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório aponta intenção de destruir o povo palestino</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório independente encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu que <em>“Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza”</em>. Tendo por base as definições apresentadas na Convenção de Genocídio de 1948, o documento divulgado nesta terça-feira (16) afirma que Israel cometeu quatro dos cinco atos classificados como genocidas.</p>
<p>Os atos seriam o de assassinato de palestinos; causar sérios danos físicos ou mentais ao povo palestino; impor deliberadamente a esse grupo “condições de vida calculadas para provocar sua destruição física total ou parcial”; e impor medidas destinadas a impedir nascimentos de crianças palestinas.</p>
<p><strong>Evidências claras</strong><br />
Em comunicado à Imprensa, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) afirma que, segundo o relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre o Território Palestino Ocupado, foram identificadas condutas e declarações de autoridades civis e militares israelenses que seriam <em>“evidências claras de uma intenção genocida”</em>.</p>
<p>Tais declarações estariam combinadas com o padrão de conduta das forças de segurança, demonstrando intenção de destruir, no todo ou em parte, o povo palestino em Gaza como um grupo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;É claro que existe uma intenção de destruir os palestinos em Gaza por meio de atos que atendem aos critérios estabelecidos na Convenção de Genocídio&#8221;</strong>, disse a presidente da comissão, Navi Pillay, em nota divulgada pela ONU.</p>
</blockquote>
<p><strong>Campanha genocida</strong><br />
Segundo Pillay, <em>“a responsabilidade por esses crimes de atrocidade recai sobre as autoridades israelenses nos escalões mais altos, que orquestraram uma campanha genocida por quase dois anos com a intenção específica de destruir o grupo palestino em Gaza”</em>.</p>
<p>Ainda segundo a comissão, o presidente israelense Isaac Herzog, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o então ministro da Defesa Yoav Gallant,<em> “incitaram o cometimento de genocídio e que as autoridades israelenses falharam em tomar medidas contra eles para punir essa incitação”</em>.</p>
<p>A comissão, então, pede a Israel que interrompa imediatamente o genocídio; que cumpra as ordens da Corte Internacional de Justiça; e que facilite a entrada de ajuda humanitária. Pede também que os Estados-membros da ONU cessem o fornecimento de armas a Israel, e que adotem medidas legais contra indivíduos ou empresas envolvidos.</p>
<p><strong>Comunidade internacional </strong><br />
A comissão enfatiza que a comunidade internacional tem a obrigação legal de agir para deter o genocídio. <strong>&#8220;A comunidade internacional não pode permanecer de braços cruzados enquanto o genocídio se desenrola diante de nossos olhos&#8221;</strong>, disse a presidente da comissão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Cada dia de inação custa vidas e erode a credibilidade da comunidade internacional. Todos os Estados têm a obrigação legal de usar todos os meios razoavelmente disponíveis para eles para deter o genocídio em Gaza”</strong>, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Apesar de encomendado pela ONU, o relatório é independente. Portanto, não se traduz como pensamento e posicionamento da entidade – o que só ocorrerá após ter o endosso de seus Estados-membros.</p>
<p><strong>Críticas de Israel</strong><br />
Segundo agências internacionais de notícias, o relatório já recebeu críticas de autoridades israelenses, e foi rejeitado pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel, que o classificou como &#8220;tendencioso e mentiroso&#8221;.</p>
<p>O embaixador israelense na ONU em Genebra, Daniel Meron, acusou os especialistas da comissão da ONU de serem representantes do Hamas.</p>
<p>Citado nominalmente no relatório, o presidente israelense, Isaac Herzog, disse que suas palavras foram mal interpretadas pelo relatório.</p>
<p>Perguntada sobre como responderia aos comentários das autoridades israelenses, Pillay pediu que Israel apontasse onde estariam os erros do relatório. Pediu também, segundo a Reuters, cooperação de Israel, caso não sejam identificados tais erros.</p>
<p>Israel enfrenta um processo de genocídio na Corte Internacional de Justiça em Haia. A guerra subsequente em Gaza matou mais de 64 mil pessoas, segundo autoridades de saúde de Gaza. Observadores internacionais têm dito reiteradamente que a fome está assolando boa parte da região.</p>
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		<item>
		<title>Israel aprova plano de Netanyahu para assumir controle da cidade de Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/israel-aprova-plano-de-netanyahu-para-assumir-controle-da-cidade-de-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 14:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabinete de Segurança diz que forças de defesa devem se preparar para a tomada do território</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após quase 10 horas de votação, o gabinete de segurança de Israel aprovou, nesta sexta-feira (8), o plano do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para ocupar a Cidade de Gaza.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O Gabinete de Segurança aprovou a proposta do primeiro ministro para derrotar o Hamas”</strong>, confirmou o gabinete em um comunicado. <strong>“As IDF (Forças de Defesa de Israel) se prepararão para a tomada da Cidade de Gaza, garantindo ao mesmo tempo o fornecimento de ajuda humanitária à população civil fora das zonas de combate.”</strong></p>
</blockquote>
<p>Mais cedo, o premiê afirmou em entrevista à FoxNews que pretendia assumir o controle militar de Gaza e, eventualmente, entregá-la a forças árabes, que a &#8220;governariam adequadamente&#8221;. Ele negou que Israel quer manter controle sobre Gaza e governá-la.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Não queremos mantê-la. Queremos ter um perímetro de segurança. Não queremos governá-la. Não queremos estar lá como um órgão governamental&#8221;</strong>, pontuou.</p>
</blockquote>
<p>A declaração aconteceu pouco tempo antes da votação do gabinete de segurança israelense sobre a reocupação total de Gaza.</p>
<p>A medida surge após o fracasso nas negociações de cessar-fogo com o Hamas. No último final de semana, o grupo palestino divulgou vídeos de reféns fracos e desnutridos, gerando protestos e reações das famílias israelenses.</p>
<p>O grupo palestino se pronunciou nesta quinta-feira (7) sobre o plano de Netanyahu chamando a iniciativa de &#8220;golpe&#8221; em meio às negociações de cessar-fogo.</p>
<p>Em um comunicado, o grupo palestino disse que os planos de Israel para expandir a ofensiva no enclave palestino mostram que o objetivo do premiê é sacrificar os próprios reféns para &#8220;servir seus interesses pessoais&#8221;.</p>
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		<title>Brasil vai ingressar em ação contra Israel por genocídio em Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/brasil-vai-ingressar-em-acao-contra-israel-por-genocidio-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Processo foi movido pela África do Sul na Corte da ONU</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil irá ingressar formalmente em ação movida pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça contra Israel por genocídio na Faixa de Gaza.</p>
<p>Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informa nesta quarta-feira (23) que a decisão tem como base a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio e &#8220;o dever dos Estados de cumprir com suas obrigações de Direito Internacional e Direito Internacional Humanitário frente à plausibilidade de que os direitos dos palestinos de proteção contra atos de genocídio estejam sendo irreversivelmente prejudicados, conforme conclusão da Corte Internacional de Justiça, em medidas cautelares anunciadas em 2024&#8221;.</p>
<p>A Convenção do Genocídio foi firmada pelos membros das Nações Unidas após a Segunda Guerra Mundial como forma de prevenir crimes contra a humanidade.</p>
<p>A África do Sul apresentou a ação na Corte, órgão judicial das Nações Unidas, em janeiro de 2024, em que acusa Israel de violar a convenção internacional, ter uma &#8220;conduta genocida&#8221; e promover “assassinato em massa de civis em Gaza&#8221;.</p>
<p>Na sustentação oral, representantes do país africano justificaram que há uma tentativa de &#8220;destruição da vida palestina&#8221;, com uso de arsenal destrutivo, ataques de áreas consideradas seguras e campos de refugiados, impedimento de assistência humanitária, destruição de casas e infraestruturas. As autoridades israelenses negam as acusações.</p>
<p>Para o governo brasileiro, na nota em que anunciou nesta quarta os trâmites finais para adesão ao processo, a comunidade internacional não pode ficar inerte diante das violações que vêm ocorrendo em Gaza e na Cisjordânia.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A comunidade internacional segue testemunhando, de forma rotineira, graves violações de Direitos Humanos e Humanitário: ataques à infraestrutura civil, inclusive a sítios religiosos, como à paróquia católica em Gaza, e às instalações das Nações Unidas, como à Organização Mundial da Saúde; violência indiscriminada e vandalismo por colonos extremistas na Cisjordânia, como o incêndio às ruínas da antiga Igreja de São Jorge e ao cemitério bizantino em Taybeh; massacres de civis, a maior parte dos quais mulheres e crianças, que se tornaram cotidianos durante a entrega de ajuda humanitária em Gaza; e a utilização despudorada da fome como arma de guerra&#8221;</strong>, afirma o comunicado.</p></blockquote>
<p>Outras violações apontadas pelo Brasil são dominação à força de territórios e ampliação de assentamentos ilegais.</p>
<p>As forças israelenses mataram quase 60 mil palestinos em ataques aéreos, bombardeios e tiroteios desde que lançaram sua ofensiva contra Gaza em resposta aos ataques a Israel pelo grupo Hamas, que matou 1,2 mil pessoas e capturou 251 reféns em outubro de 2023.</p>
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		<title>Ativista brasileiro retorna ao país após ser preso por Israel em missão humanitária a Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/ativista-brasileiro-retorna-ao-pais-apos-ser-preso-por-israel-em-missao-humanitaria-a-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 14:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ativista]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[missão humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Preso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Thiago Ávila relata os dias que passou em uma cela solitária, acusa o governo israelense de "manobra publicitária" e defende o rompimento de relações diplomáticas pelo Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ativista Thiago Ávila, um dos 12 tripulantes da Coalizão Flotilha da Liberdade, interceptada por Israel quando se dirigia à Faixa de Gaza, chegou hoje (13) ao Brasil. A embarcação participava de uma missão humanitária com o objetivo de oferecer ajuda aos palestinos.</p>
<p>Thiago desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, onde foi recebido por um grupo de militantes pró-Palestina que portavam bandeiras e cartazes com mensagens de apoio.</p>
<p>Cercado por apoiadores da causa, que ecoaram palavras de ordem e apoio pelo saguão do terminal, o ativista explicou que ainda vestia o uniforme que recebeu ao ser encaminhado para uma cela solitária, onde permaneceu por dois dias. Ele classificou a atuação da representação diplomática brasileira, que o auxiliou durante a detenção, como &#8220;extremamente solícita&#8221;.</p>
<p>Como forma de protesto, ele fez greve de fome. Aos jornalistas, ressaltou que sua cela ficava em uma masmorra que aparentava ser muito antiga, embora soubesse que tinha cerca de 80 anos. Segundo ele, a ação contra os tripulantes da flotilha não foi mais intensa devido à presença da eurodeputada Rima Hassan.</p>
<p><strong>Agressões e pressões</strong><br />
Em entrevista após o desembarque, Ávila foi questionado sobre eventuais agressões que as forças israelenses teriam infligido contra ele. Com tranquilidade, respondeu que as violações de direito que sofreu, especialmente por sua visibilidade pública, são &#8220;uma fração&#8221; muito pequena se comparadas à violência a que os palestinos são submetidos.</p>
<p>Ávila afirmou que Israel tentou realizar uma &#8220;manobra publicitária&#8221; para criar a impressão de que os ativistas estavam sendo bem tratados, enquanto, na realidade, eram forçados a assinar documentos declarando que haviam entrado ilegalmente na região.</p>
<p>Ele esclareceu não ter assinado nenhum documento e que, por isso, as autoridades determinaram seu banimento do país por um século.</p>
<p>O ativista acredita que o governo brasileiro deveria romper relações com Israel e avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia interpretar o cenário atual como uma oportunidade para fortalecer sua posição com esse gesto. Para Ávila, é urgente que o Brasil &#8220;se desligue dessa ideologia odiosa&#8221;.</p>
<p><em><strong>&#8220;Tudo que eles têm são suas armas, seu ódio, seu exército&#8221;,</strong></em> declarou. No aeroporto, ele se reencontrou com a esposa e a filha de sete meses.</p>
<p>Em relação à cobertura midiática do conflito, Ávila disse estar ciente de que, muitas vezes, os repórteres pretendem contar a verdade, mas esbarram em posições editoriais de seus superiores.<strong><em> &#8220;Nem sempre as estruturas permitem [isso] aos trabalhadores&#8221;,</em> </strong>observou.</p>
<p>Ávila argumentou ser preciso separar antissemitismo de antissionismo, lembrando que há judeus em todo o mundo que apoiam os palestinos e se opõem ao que classifica como um massacre promovido por Israel.<strong><em> &#8220;O imperialismo britânico e o sionismo destruíram esse sonho de viver em paz&#8221;,</em> </strong>acrescentou, ao notar que os povos já conviveram em harmonia.</p>
<p>Por fim, ele defendeu a união de todos contra &#8220;o inimigo número 1&#8221;, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.<strong><em> &#8220;A resposta que os opositores de Israel dão é a corrente de solidariedade, afeto, amor e a persistência&#8221;</em></strong>, finalizou.</p>
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		<title>Brasil estuda medidas para romper relações militares com Israel</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brasil-estuda-medidas-para-romper-relacoes-militares-com-israel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 13:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação seria resposta à guerra em Gaza, tida como genocídio pelo Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro estuda medidas para romper relações militares com Israel em resposta às ações de Tel Aviv na Faixa de Gaza, classificadas pelo Executivo como um genocídio do povo palestino. A informação foi confirmada pela Assessoria Especial do presidente da República.</p>
<p>O assessor-chefe especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, disse à Agência Brasil que é preciso tomar medidas coerentes com princípios humanitários.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Pessoalmente, acredito que a escalada dos massacres em Gaza, que constituem verdadeiro genocídio com milhares de civis mortos, incluindo crianças, é algo que não pode ser minimizado. O Brasil precisa, inclusive, por meio das medidas apropriadas, ser coerente com os princípios humanitários e de direito internacional que sempre defendeu&#8221;</strong>, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Nesta semana, Amorim recebeu um grupo de 20 parlamentares e outras lideranças que vieram pedir ao governo que rompa relações diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel.</p>
<p>No início deste ano, o governo já havia cancelado a compra de blindados israelenses que estava prevista pelo Ministério da Defesa em função da situação de Gaza.</p>
<p>O governo avalia que o rompimento de relações diplomáticas seria algo delicado e complexo e que poderia prejudicar tanto os brasileiros que vivem em Israel, quanto os palestinos, diante do fim da possibilidade de contato com Tel Aviv.</p>
<p>Por isso, o governo considera que o rompimento de relações militares, com suspensão de contratos e cooperação nesse setor, pode ser uma resposta adequada à escalada da violência e do cerco contra a Faixa de Gaza e os palestinos, incluindo a expansão dos assentamentos israelenses na Cisjordânia, considerados ilegais pelo direito internacional.</p>
<p><strong>Pressão social e política</strong><br />
Ao sair da reunião com Amorim, a deputada Natália Bonavides (PT-RN), que articulou o encontro, explicou que o governo estuda essas medidas e pode anunciar “nos próximos dias” ações relacionadas a esse tema.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Simplesmente, um extermínio que está sendo televisionado. O Brasil tem tido um papel importante nesse tema ao longo da história. E o presidente Lula, inclusive, vem denunciando o genocídio desde o início e viemos pedir que o Brasil tome medidas efetivas, adote sanções, que inclusive são respaldadas pelo direito internacional. É desumano. Se a gente naturaliza a barbárie, a maldade no mundo não tem limites”</strong>, informou em uma rede social.</p>
</blockquote>
<p>Tem crescido o movimento pelo rompimento das relações entre Brasil e Israel. As federações de petroleiros têm solicitado que a Petrobras pare de vender petróleo a Israel.</p>
<p>A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) publicaram carta aberta ao governo pedindo que a Petrobras pare de vender petróleo ao governo de Israel.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Hoje, é evidente a necessidade urgente de um embargo global total de energia e armas para frear o genocídio, além de desmantelar o apartheid e a ocupação ilegal por Israel. Exigir a responsabilização por crimes de guerra e impor sanções não apenas como um dever moral, mas também como responsabilidade legal de todos os Estados”</strong>, disseram as federações, em nota conjunta.</p>
</blockquote>
<p>O movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), liderado por palestinos, pede há anos boicote contra Israel em resposta à ocupação ilegal da Cisjordânia e ao cerco contra a Faixa de Gaza, que ocorre pelo menos desde 2007.</p>
<p>Israel considera que o BDS representa ameaça à existência do Estado israelense e encara o movimento como tentativa de deslegitimar Israel frente à comunidade internacional, além de visar prejudicar sua economia.</p>
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		<title>Israel bloqueia ajuda humanitária para Gaza e prende ativistas, incluindo brasileiro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/israel-bloqueia-ajuda-humanitaria-para-gaza-e-prende-ativistas-incluindo-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 12:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Itamaraty exige libertação imediata de Thiago Ávila e dos outros 11 tripulantes da embarcação Madleen, interceptada em águas internacionais por forças navais de Israel</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A embarcação Madleen, que transportava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, foi interceptada por forças armadas de Israel neste domingo (8), em águas internacionais, a cerca de 160 quilômetros do território palestino. Entre os 12 tripulantes detidos está o brasileiro Thiago Ávila, integrante da missão internacional Flotilha da Liberdade. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil em nota oficial divulgada nesta segunda-feira (9).</p>
<p>O governo brasileiro cobrou a libertação imediata dos ativistas e reafirmou o princípio da liberdade de navegação em águas internacionais. “O Brasil insta o governo israelense a libertar os tripulantes detidos”, diz o comunicado do Itamaraty, que também condena as restrições impostas por Israel à entrada de suprimentos em Gaza e exige a remoção imediata dessas barreiras, conforme as obrigações legais do país como potência ocupante.</p>
<p><strong>Prisão e isolamento dos ativistas</strong><br />
De acordo com informações da rede Al Jazeera e do jornal israelense Israel Hayom, os tripulantes do Madleen foram levados para a prisão de Givon, em Ramla, e estão mantidos em celas separadas, sob regras mais rígidas determinadas pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir. Os detidos estão proibidos de acessar rádios, televisores ou objetos com símbolos palestinos.</p>
<p>Antes da transferência, os ativistas foram levados à base militar em Ashdod, onde, segundo o Exército israelense, passaram por interrogatório. As autoridades também divulgaram imagens da abordagem e informaram que os detidos assistiriam a um vídeo sobre os ataques realizados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.</p>
<p>Durante a operação naval, que ocorreu ainda em águas internacionais, ativistas denunciaram interferência na radiofrequência da embarcação e o lançamento de um líquido branco, possivelmente químico, por drones israelenses. A coordenadora da missão, Huwaida Arraf, classificou a ação como um sequestro. <strong><em>“Todas as pessoas a bordo foram raptadas […] enquanto navegavam pacífica e legalmente em águas internacionais”,</em> </strong>afirmou.</p>
<p>Em publicação na rede social X (antigo Twitter), o brasileiro Thiago Ávila denunciou a abordagem. <strong><em>“Estamos sendo atacados. Está sendo cometido um crime de guerra”,</em> </strong>escreveu.</p>
<p><strong>Apoio diplomático e mobilização internacional</strong><br />
As embaixadas brasileiras na região estão mobilizadas para prestar assistência consular a Thiago Ávila, conforme estabelece a Convenção de Viena sobre Relações Consulares. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou solidariedade ao ativista brasileiro e aos demais tripulantes.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Manifestamos solidariedade aos ativistas a bordo, entre eles, o brasileiro Thiago Ávila e a sueca Greta Thunberg. Não se pode tolerar qualquer forma de violência contra defensores dos direitos humanos que, de maneira pacífica, buscavam levar ajuda ao povo palestino”,</em> </strong>publicou em suas redes sociais.</p></blockquote>
<p>A operação israelense teve ampla repercussão internacional. A relatora da ONU para os Direitos Humanos nos Territórios Palestinos Ocupados, Francesca Albanese, manifestou apoio à Flotilha da Liberdade e encorajou novas tentativas de envio de ajuda humanitária. A Coalizão Internacional para Romper o Cerco a Gaza acusou Israel de crimes de guerra e anunciou planos para novas embarcações.</p>
<p>O governo espanhol convocou o representante diplomático de Israel para prestar esclarecimentos. O Irã classificou o episódio como<em><strong> “pirataria”,</strong></em> e a Turquia afirmou que Israel<strong><em> “mais uma vez age como um Estado terrorista”.</em></strong> A Anistia Internacional reforçou que, como potência ocupante, Israel tem obrigação legal de permitir o acesso de alimentos e medicamentos à população civil de Gaza.</p>
<p><strong>Crise humanitária em Gaza e missão da flotilha</strong><br />
A embarcação Madleen zarpou da Itália no dia 1º de junho como parte de uma missão internacional para romper o bloqueio à Faixa de Gaza, vigente desde 2007. A bordo estavam ativistas de países como Brasil, Suécia, França, Alemanha, Turquia, Espanha e Holanda. A flotilha levava alimentos, remédios e outros itens básicos à população palestina, que enfrenta escassez severa de recursos, agravada pela escalada de violência desde outubro de 2023.</p>
<p>O bloqueio, imposto por Israel e Egito, tem sido alvo de críticas constantes por parte de entidades humanitárias, que alertam para o risco iminente de colapso total das condições de vida em Gaza.</p>
<p>Organizações palestinas reagiram imediatamente à interceptação. O Movimento Hamas qualificou a ação como <strong><em>“terrorismo de Estado organizado”</em> </strong>e elogiou a coragem dos ativistas. Já o Movimento Mujahidim Palestino descreveu a operação como <strong><em>“ato de pirataria internacional”</em> </strong>e exigiu a libertação da tripulação.</p>
<p>A organização israelense de direitos humanos Adalah cobrou das autoridades informações detalhadas sobre o paradeiro dos ativistas. O Exército de Israel afirma que todos estão ilesos, mas ainda não divulgou prazos ou procedimentos para a possível liberação dos detidos.</p>
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		<item>
		<title>Papamóvel será transformado em unidade de saúde para crianças em Gaza</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/papamovel-sera-transformado-em-unidade-de-saude-para-criancas-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Papamóvel]]></category>
		<category><![CDATA[unidade de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Santa Sé, pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice.</p>
<p>Em nota, a Santa Sé destacou que o legado de paz deixado por Francisco “continua a brilhar” em um mundo assolado por conflitos. “<strong><em>A proximidade que ele demonstrou aos mais vulneráveis ​​durante sua missão terrena continua irradiando mesmo após sua morte”,</em> </strong>completou. O 266º papa, e o primeiro das Américas, morreu no último dia 21 de abril.</p>
<p><strong><em>“Foi seu último desejo para um povo a quem demonstrou tanta solidariedade ao longo do seu pontificado, sobretudo ao longo dos últimos anos”,</em></strong> destacou o Vaticano. De acordo com o comunicado, o pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Em meio à guerra terrível, à infraestrutura em colapso, a um sistema de saúde mutilado e à falta de educação, as crianças são as primeiras a pagar o preço, com a fome, as infecções e outras doenças evitáveis ​​colocando suas vidas em risco”</em></strong>, ressaltou a Santa Sé. <strong><em>“Papa Francisco costumava dizer: ‘Crianças não são números. São rostos. Nomes. Histórias. E cada uma delas é sagrada’ e, com este último presente, suas palavras se tornaram ações.”</em></strong></p></blockquote>
<p>Ainda segundo o Vaticano, o papamóvel está sendo adaptado com equipamentos para diagnóstico, exame e tratamento – incluindo testes rápidos para infecções, instrumentos de diagnóstico, vacinas, kits de sutura e outros suprimentos considerados vitais para manter a saúde de crianças em zonas de conflito.</p>
<p>A equipe que utilizará o veículo em Gaza será composta por médicos e paramédicos, “<strong><em>que alcançarão crianças aos cantos mais isolados de Gaza assim que o acesso humanitário à faixa for restabelecido”,</em></strong> concluiu o comunicado.</p>
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