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	<title>fungo - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>fungo - Em Dia ES</title>
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		<title>Surto em hospital de Vitória foi causado por fungo Histoplasma, confirma Secretaria de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[fungo]]></category>
		<category><![CDATA[Histoplasmose]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Santa Rita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigação aponta que a maioria dos casos está ligada ao fungo, enquanto dois casos mais graves envolveram também a bactéria Burkholderia cepacia. Vigilância Sanitária apura origem da contaminação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou, nesta segunda-feira (10), que o surto registrado no Hospital Santa Rita de Cássia, em Vitória, foi causado pelo fungo Histoplasma capsulatum. Segundo o secretário de Saúde, Tyago Hoffmann, 33 dos 141 casos investigados tiveram exames positivos para o agente. Também foi constatado que os dois casos mais graves foram provocados pela bactéria Burkholderia cepacia, identificada em uma amostra de água da unidade hospitalar.</p>
<p>Durante a atualização das investigações, Hoffmann explicou que o fungo foi responsável pela maior parte das contaminações, enquanto a bactéria apareceu de forma paralela, atingindo duas profissionais que apresentaram os quadros clínicos mais severos. <strong>Concluímos a investigação sobre o surto e agora podemos afirmar que foi causado pelo fungo histoplasma. Temos mais de 30 casos confirmados de amostras de pessoas que estavam como casos suspeitos”,</strong> afirmou o secretário.</p>
<p><strong>Casos graves e a bactéria</strong><br />
Os dois casos considerados mais graves foram de técnicas de enfermagem que também contraíram a bactéria Burkholderia cepacia.<strong> “Não por acaso foram os casos mais graves”,</strong> explicou Hoffmann.</p>
<p>A técnica de enfermagem Gleice Coutinho foi uma das profissionais cujos exames apontaram a presença dos dois agentes.<strong> “Por isso o caso dela foi o mais grave. Ela testou positivo tanto para o fungo quanto para a bactéria, os dois patógenos identificados”,</strong> detalhou o secretário.</p>
<p>Na semana passada, a Sesa já havia confirmado a presença da Burkholderia cepacia em uma amostra de água de um bebedouro do setor E, onde todos os casos foram registrados. Testes metagenômicos comprovaram que as duas profissionais estavam infectadas pela bactéria.</p>
<p>A Burkholderia cepacia é um microrganismo típico de ambiente hospitalar, transmitido principalmente por contato com água contaminada ou de pessoa para pessoa, podendo causar infecções pulmonares severas.</p>
<p><strong>Números atualizados do surto</strong><br />
De acordo com o boletim mais recente da Sesa, divulgado no domingo (9), o número de casos em investigação chegou a 141, sendo 113 colaboradores do hospital, 17 acompanhantes e 11 pacientes.</p>
<p>Três pessoas permanecem internadas, duas em UTIs, uma em Vitória e outra em Vila Velha, e uma em enfermaria, na Capital.</p>
<p>O número de confirmações para o fungo Histoplasma vem crescendo gradualmente. Inicialmente, nove amostras enviadas à Fiocruz haviam confirmado a presença de anticorpos. O total subiu para 10 na quinta-feira (6), para 30 na sexta-feira (7) e chegou a 33 nesta segunda (10).</p>
<p>O diretor do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), Rodrigo Rodrigues, explicou que a demora na confirmação ocorreu devido ao período de “soroconversão”, quando o organismo passa a produzir anticorpos detectáveis. <strong>“Na primeira leva de amostras analisadas, tivemos apenas um caso confirmado. Mas agora temos 33 casos no total”,</strong> afirmou.</p>
<p>A investigação considera pessoas que apresentaram sintomas específicos, como febre, tosse, dores e alterações em raio-x, e que estiveram na ala oncológica do hospital entre 20 de setembro e 22 de outubro.</p>
<p><strong>Nova fase da investigação</strong><br />
Com a identificação dos agentes biológicos, a Vigilância Sanitária inicia uma nova etapa de apuração dentro do Hospital Santa Rita, para investigar como o fungo e a bactéria entraram na unidade e se houve falhas nos processos internos.</p>
<p><strong>“Agora tem o papel da vigilância de conformidades, para podermos identificar o que pode ter causado essa contaminação dentro do hospital e evitar novos casos”,</strong> explicou Hoffmann. <strong>“A vigilância intensificou as investigações para saber se houve falha no hospital e nos ajudar a atualizar nossas normas em todas as unidades de saúde do Espírito Santo.”</strong></p>
<p>O secretário ressaltou que o hospital tem colaborado com o processo.<strong> “A unidade tem sido parceira e colaborado com tudo. Não temos nenhum tipo de dificuldade na relação com o Santa Rita”,</strong> declarou.</p>
<p>O fungo Histoplasma capsulatum, causador da histoplasmose, é encontrado em fezes de pássaros e morcegos. A contaminação ocorre pela inalação de esporos, e a doença não é transmitida de pessoa para pessoa.</p>
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		<title>Micose de unhas: o que é e como tratar!</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/micose-de-unhas-o-que-e-e-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 13:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[fungo]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Causada por fungos que se alimentam da queratina, essa infecção pode se proliferar rapidamente tanto nas unhas das mãos quanto nas dos pés</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Micose de unha é uma infecção fúngica que pode acometer as unhas das mãos e dos pés. Ela também é chamada de fungo de unha e de onicomicose.</p>
<p>Na maior parte dos casos, a infecção é causada por fungos dermatófitos como Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton, que podem causar micoses tanto em humanos como em animais e se alimentam de queratina, a proteína presente na superfície da pele, nos cabelos e nas unhas.</p>
<p>Outro tipo de fungo, o Candida albicans, também infecta as unhas, causando uma micose chamada paroníquia, popularmente conhecida como unheiro. A infecção por Candida albicans também é frequente na região vaginal.</p>
<p><strong>Como saber se você está com onicomicose?</strong><br />
Estes são alguns sinais que podem indicar onicomicose: descolamento da borda livre da unha, que geralmente se inicia nos cantos e cria uma área oca em que pode haver acúmulo de queratina, de bactérias e de fungos, que adquire coloração amarelada ou mesmo esbranquiçada.</p>
<p>No início, isso aparece apenas na ponta da unha, mas, com o avanço da micose, essa alteração “toma” toda a unha; em alguns casos, a unha se torna tão fina que pode ser facilmente retirada; ela também pode rachar e esfarelar.</p>
<p><strong>Quem pode pegar micose de unha?</strong><br />
Qualquer pessoa pode contrair esse tipo de micose, mas ele é mais prevalente a partir dos 40 anos, especialmente em idosos, e pessoas com doenças como câncer e diabetes, que provocam imunossupressão, aumentando a vulnerabilidade às infecções por fungos.</p>
<p>Outros fatores que podem favorecer o aparecimento do problema: histórico familiar; microtraumas repetidos nas unhas (geralmente relacionados à prática esportiva); uso prolongado de antibióticos; e lavagem frequente das mãos, já que os fungos se proliferam na umidade.</p>
<p><strong>O que fazer para evitar o problema?</strong><br />
Uma recomendação muito importante é não compartilhar tesouras, alicates, espátulas, lixas e outros itens nos salões de beleza. Caso não seja possível levar seu próprio kit, certifique-se que o estabelecimento esteriliza os instrumentos em uma autoclave e utiliza materiais descartáveis.</p>
<p><strong>Outros cuidados:</strong> manter as unhas curtas, limpas e secas; usar chinelos em locais úmidos como banheiros públicos (da academia incluído), saunas e áreas de piscina; manter os pés limpos e secos; evitar o uso prolongado de sapatos fechados; trocar as meias com frequência e evitar as feitas de materiais que retêm a umidade — o nylon é um deles.</p>
<p><strong>Como é o tratamento?</strong><br />
Quando a pessoa acredita estar com micose nas unhas, o primeiro passo é procurar um dermatologista. Ele pode identificar o tipo de fungo que está causando o problema e verificar se não há outras micoses concomitantes — como a frieira, por exemplo.</p>
<p>Estudos comprovam que é mais eficaz associar antifúngicos locais (cremes, soluções ou esmaltes) e orais. O tratamento pode durar de seis meses a um ano, dependendo da velocidade de crescimento das unhas. Em alguns casos, é indicado fazer a remoção da unha para melhorar a absorção dos medicamentos de uso local.</p>
<p>Respeitar o período de tratamento recomendado pelo médico é muito importante. A melhora dos sintomas leva algumas pessoas a interromper a medicação porque acreditam que estão curadas — o que não é verdade, já que os fungos demoram para ser totalmente eliminados. Por essa razão, não é aconselhável o uso de remédios caseiros.</p>
<hr />
<p><em><span style="color: #999999;">Revisão Técnica: Luiz Antônio Vasconcelos, especialista em clínica médica, medicina interna, cardiologia e ecocardiografia. É cardiologista e clínico das unidades de pronto atendimento e do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.</span></em></p>
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