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	<title>Friedrich Merz - Em Dia ES</title>
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	<title>Friedrich Merz - Em Dia ES</title>
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		<title>Trump manda chanceler alemão &#8220;consertar seu país em crise&#8221; e não interferir no Irã</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/trump-manda-chanceler-alemao-consertar-seu-pais-em-crise-e-nao-interferir-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Friedrich Merz]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente dos EUA também declarou que Friedrich Merz deve se concentrar em acabar com conflito entre Rússia e Ucrânia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, nesta quinta-feira (30), dizendo que ele deveria se concentrar em tentar acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia e gastar &#8220;menos tempo interferindo&#8221; nos esforços para lidar com &#8220;a ameaça nuclear iraniana&#8221;.</p>
<p>Trump tem trocado farpas com Merz sobre a guerra no Irã nos últimos dias. Na terça-feira (28), ele disse que Merz não sabia do que estava falando, <a href="https://emdiaes.com.br/geral/eua-estao-sendo-humilhados-pelo-ira-diz-chanceler-da-alemanha/">depois que o líder alemão afirmou que os iranianos estavam humilhando os EUA nas negociações</a> para encerrar a guerra, que já dura dois meses.</p>
<p>O presidente fez seus comentários em uma publicação na rede Truth Social.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O chanceler da Alemanha deveria gastar mais tempo em acabar com a guerra com a Rússia/Ucrânia (onde ele tem sido totalmente ineficaz!) e em consertar seu país em crise, especialmente nas questões de imigração e energia, e menos tempo interferindo naqueles que estão se livrando da ameaça nuclear iraniana, tornando assim o mundo, incluindo a Alemanha, um lugar mais seguro!&#8221;</strong>, escreveu Trump.</p>
</blockquote>
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		<title>Lula critica guerras, cobra reforma na ONU e defende acordos comerciais na Europa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-critica-guerras-cobra-reforma-na-onu-e-defende-acordos-comerciais-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 11:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul-UE]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Europa, presidente brasileiro assina acordos estratégicos com a Alemanha, condena ameaças de intervenção em Cuba e aponta impactos econômicos da instabilidade no Oriente Médio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu agenda oficial na Europa nesta segunda (20) e terça-feira (21), com passagens pela Alemanha e por Portugal, onde criticou a escalada das tensões no Oriente Médio e a inoperância da Organização das Nações Unidas (ONU) na resolução diplomática das crises. Ao lado do chanceler federal alemão, Friedrich Merz, e em encontro com autoridades portuguesas, o mandatário brasileiro firmou parcerias comerciais e tecnológicas, debateu o futuro do acordo Mercosul-União Europeia e sugeriu a entrega do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o encerramento das hostilidades globais.</p>
<p><strong>&#8220;Guerra da insensatez&#8221; e a paralisia da ONU</strong><br />
Durante a abertura da 42.ª edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hannover, Lula classificou a atual situação no Oriente Médio como uma &#8220;guerra da insensatez&#8221;, referindo-se aos riscos de retomada do conflito no Irã e da escalada no Líbano. O presidente afirmou que os Estados Unidos, por serem um país forte, não precisam demonstrar força diariamente e defendeu que a situação poderia ser resolvida<strong> &#8220;sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentados à mesa de negociação&#8221;.</strong></p>
<p>Lula relembrou o acordo firmado em 2010 entre Brasil, Turquia e Irã sobre a questão do urânio, que acabou rejeitado pelos Estados Unidos e pela União Europeia. <strong>&#8220;Não quiseram aceitar o acordo e, agora, estão, outra vez, discutindo a mesma coisa que teria sido resolvida em 2010&#8221;</strong>, disse. Ele ressaltou que as consequências econômicas do conflito afetam o cotidiano da população global, impactando o preço dos alimentos e dos combustíveis.</p>
<p>Ao lado do chanceler alemão, Friedrich Merz, o presidente cobrou uma reformulação no Conselho de Segurança da ONU, afirmando que a instituição se encontra paralisada <strong>&#8220;entre a ação dos que provocam guerra e a omissão dos que preferem se calar&#8221;.</strong> Merz endossou a preocupação e informou ter solicitado uma reunião extraordinária nas Nações Unidas.</p>
<p><strong>Nobel da Paz para Trump</strong><br />
Na terça-feira (21), após encontro com o primeiro-ministro em Lisboa, Portugal, o tom sobre a resolução de conflitos se voltou para a política norte-americana. Lula declarou que é necessário &#8220;dar logo&#8221; o Prêmio Nobel da Paz a Donald Trump.</p>
<blockquote><p><strong>“A gente vê, todo santo dia, declarações – que eu não sei se são brincadeira ou não – do presidente Trump dizendo que já acabou com oito guerras e que ainda não ganhou o Prêmio Nobel da Paz. É importante que a gente dê logo um Prêmio Nobel para o presidente Trump para não ter mais guerra. Aí, o mundo vai viver em paz, tranquilamente”,</strong> completou o presidente, reiterando que o cenário atual concentra a maior quantidade de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.</p></blockquote>
<p><strong>Ameaças a Cuba e intervenções unilaterais</strong><br />
A possibilidade de os Estados Unidos deflagrarem uma intervenção militar em Cuba, baseada em reiteradas ameaças de Donald Trump, também foi pauta do encontro bilateral na Alemanha. Friedrich Merz declarou que o governo alemão não identifica base legal ou perigo a países terceiros que justifique uma ação militar na ilha caribenha.<strong> &#8220;Poder se defender não quer dizer poder interferir em outros países que têm sistemas políticos que não nos agradam&#8221;,</strong> pontuou o chanceler.</p>
<p>Lula reafirmou sua posição contrária a intervenções unilaterais e desrespeito à integridade territorial, citando nações como Venezuela, Ucrânia, Irã e a Faixa de Gaza. O brasileiro também criticou o embargo econômico dos EUA a Cuba, em vigor há quase sete décadas.</p>
<p><strong>Acordo Mercosul-UE e métricas ambientais</strong><br />
No campo econômico, Lula e Merz celebraram a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, previsto para entrar em vigor provisoriamente a partir de maio. Merz destacou o empenho brasileiro para a conclusão do tratado, prevendo fomento em áreas como tecnologia, agricultura e economia circular.</p>
<p>Contudo, Lula aproveitou a oportunidade para criticar as medidas europeias que impõem mecanismos unilaterais de cálculo de carbono. Segundo o presidente, essas métricas desconsideram o baixo nível de emissões da indústria brasileira, baseada em fontes renováveis.<strong> &#8220;É legítimo impulsionar políticas de descarbonização (&#8230;), mas não é correto adotar métricas que não são fidedignas à realidade nem compatíveis com regras multilaterais&#8221;,</strong> argumentou.</p>
<p><strong>Minerais críticos, biocombustíveis e novos acordos</strong><br />
A visita à Alemanha, que este ano homenageia o Brasil em sua feira industrial (Hannover Messe), resultou na assinatura de acordos nas áreas de defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, eficiência energética e bioeconomia.</p>
<p>A Alemanha, quarto principal parceiro comercial do Brasil, manifestou interesse direto no setor de minerais críticos brasileiro, essencial para a transição energética e fabricação de painéis solares e baterias. Lula respondeu ressaltando que o Brasil não deseja atuar apenas como exportador de commodities, mas busca atrair cadeias de processamento para desenvolver tecnologia nacionalmente.</p>
<p>Por fim, ambos concordaram sobre a importância dos biocombustíveis. Lula cobrou a superação da &#8220;resistência ideológica&#8221; da Europa ao etanol e biodiesel, classificando-os como opções baratas e confiáveis para a descarbonização dos transportes sem comprometer a produção alimentar. Merz reconheceu o avanço brasileiro no setor e afirmou que a Alemanha pode &#8220;aprender com o Brasil&#8221; na adoção dessas tecnologias.</p>
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		<title>Lula negocia parcerias industriais na Alemanha e exige reforma da ONU na Espanha</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brasil-cansou-de-ser-tratado-como-terceiro-mundo-diz-lula-durante-agenda-na-alemanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 10:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em agenda na Europa, presidente defende o mercado de trabalho frente à inteligência artificial, propõe acordos de energia limpa e critica os impactos econômicos das guerras sobre os países em desenvolvimento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste fim de semana (18 e 19 de abril de 2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu agendas oficiais na Espanha e na Alemanha, com o objetivo de firmar parcerias tecnológicas e comerciais, além de debater a governança global. Durante os compromissos em Barcelona e Hannover, o chefe de Estado brasileiro defendeu a integração energética sustentável do Brasil com a Europa, assinou acordos estratégicos e fez duras críticas à atuação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) frente aos atuais conflitos militares internacionais.</p>
<p><strong>Feira de Hannover e reindustrialização</strong><br />
No domingo (19), Lula desembarcou na cidade de Hannover, na Alemanha, onde foi recebido com honras de chefe de Estado pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, no Palácio de Herrenhausen. O foco da visita é a abertura da Hannover Messe, a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo, na qual o Brasil figura como país homenageado nesta edição.</p>
<p>A participação nacional conta com um pavilhão de 2.700 metros quadrados e a representação de 440 empresas (140 presenciais). O governo brasileiro tem a expectativa de assinar cerca de dez acordos bilaterais em áreas como defesa, infraestrutura, inteligência artificial, bioeconomia e financiamento climático. A Alemanha é, atualmente, a quarta maior parceira comercial do Brasil, com movimentação de US$ 20,9 bilhões em 2025, e o principal parceiro na Europa em cooperação técnico-financeira.</p>
<p>O presidente também tem participação agendada para segunda-feira (20) na 42ª edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha e na 3ª Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível. Está prevista ainda uma possível visita à sede global da Volkswagen, em Wolfsburg.</p>
<p><strong>Matriz energética e acordo Mercosul-União Europeia</strong><br />
Durante o discurso na feira industrial, Lula destacou o potencial do Brasil para auxiliar a União Europeia na descarbonização, ressaltando que 90% da energia elétrica do país é limpa. Ele informou a redução de 50% do desmatamento na Amazônia e 32% no Cerrado nos últimos três anos, além de reforçar o uso de biocombustíveis, com a atual mistura de 30% de etanol na gasolina e 15% no biodiesel.</p>
<p>O presidente cobrou que o bloco europeu considere os processos produtivos verdes do Brasil. <strong>“Para isso, é essencial que as regras do bloco levem em conta a matriz energética limpa utilizada em nossos processos produtivos. Criar barreiras adicionais ao acesso de biocombustíveis é contraproducente”,</strong> afirmou Lula.</p>
<p>Ele também comemorou a proximidade da entrada em vigor do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, prevista para ocorrer em menos de duas semanas, criando um mercado integrado de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 22 trilhões. Sobre a exploração de minerais críticos, como nióbio, grafita, terras raras e níquel, Lula declarou que o Brasil busca parcerias que garantam transferência de tecnologia, não apenas a exportação de matéria-prima.</p>
<p><strong>Mercado de trabalho e inteligência artificial</strong><br />
O avanço tecnológico também pautou os discursos presidenciais. Em Hannover, Lula fez um apelo aos empresários sobre os impactos da inteligência artificial (IA). Embora reconheça o aumento de produtividade proporcionado pela tecnologia, o presidente alertou para a necessidade de proteger os trabalhadores e defendeu o fim da escala de trabalho 6&#215;1.</p>
<p><strong>“Se a inteligência artificial causar o bem que nós queremos, é preciso que nos lembremos que, por trás de cada invenção, tem um ser humano. Se ele não tiver mercado de trabalho, o mundo só tende a piorar”,</strong> ponderou.</p>
<p>A necessidade de regulamentação digital global já havia sido tratada na sexta-feira (17), na Espanha, ao lado do presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, quando ambos defenderam regras comuns para as redes sociais como forma de proteger a soberania eleitoral contra a desinformação. Na mesma ocasião, no Palácio Real de Pedralbes, os líderes assinaram um Memorando de Entendimento sobre minerais críticos.</p>
<p><strong>Críticas aos conflitos bélicos e apelo por reforma na ONU</strong><br />
Antes de chegar à Alemanha, Lula encerrou, no sábado (18), a Mobilização Progressista Global e participou do Fórum em Defesa da Democracia, em Barcelona. Na ocasião, o presidente apontou a necessidade de reestruturação dos órgãos de governança global, com foco na ONU e em seu Conselho de Segurança, composto por Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido.</p>
<p>O mandatário classificou como &#8220;maluquice&#8221; o conflito militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, e criticou o volume de gastos militares globais, orçados em US$ 2,7 trilhões, em detrimento do combate à fome, que atinge mais de 760 milhões de pessoas.</p>
<p>Lula argumentou que os conflitos causam inflação mundial, encarecimento do transporte, escassez de fertilizantes e insegurança alimentar, fatores que afetam majoritariamente as nações do Sul Global.<strong> “O Trump invade o Irã e aumenta o preço do feijão no Brasil. Aumenta o preço do milho no México. É o pobre que vai pagar a irresponsabilidade de guerras que ninguém quer”,</strong> declarou.</p>
<p>Demandando o fim do poder de veto irrestrito que paralisa a intervenção humanitária, o presidente foi taxativo sobre os atuais membros permanentes do conselho: <strong>“Hoje as Nações Unidas não representam aquilo para o qual ela foi criada. Os cinco membros do Conselho de Segurança (&#8230;) viraram os senhores da guerra”.</strong></p>
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