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	<title>Febre Oropouche - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Febre Oropouche - Em Dia ES</title>
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		<title>Febre Oropouche: Especialista alerta para cuidados após ES registrar primeira morte</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/febre-oropouche-especialista-alerta-para-cuidados-apos-es-registrar-primeira-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2025 12:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vítima de Colatina morreu em janeiro, mas causa só foi confirmada em maio; doença é transmitida pelo mosquito-pólvora e tem sintomas semelhantes aos da dengue</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo confirmou nesta terça-feira (20) a primeira morte por Febre Oropouche no estado. O caso ocorreu em Colatina, na região Noroeste, em 16 de janeiro deste ano. A vítima, que não teve a identidade divulgada, apresentava histórico de cardiopatia e hipertensão. A causa da morte foi confirmada somente após exames laboratoriais concluídos nesta semana.</p>
<p>Outras duas mortes suspeitas estão sob investigação, segundo informou a pasta estadual. A Febre Oropouche é uma arbovirose causada pelo vírus Oropouche e transmitida principalmente pelo mosquito-pólvora (Culicoides paraensis), que se prolifera em ambientes úmidos e com matéria orgânica em decomposição.</p>
<p><strong>Sintomas exigem atenção imediata</strong><br />
A coordenadora do curso de Biomedicina da Faculdade Anhanguera, Cláudia Mara Mognato, alerta para a importância da população estar atenta aos sintomas da doença, que são semelhantes aos da dengue e da Chikungunya. <strong><em>“O mosquito transmissor pode deixar manchas vermelhas no local da picada. Alguns sintomas muito comuns são dor muscular, dor de cabeça, dor nas articulações, diarreia e náusea. O diagnóstico clínico, epidemiológico e laboratorial deve ser notificado de forma imediata. Portanto, ao sentir esses sintomas, procure um posto médico”,</em> </strong>orienta.</p>
<p>O diagnóstico da Febre Oropouche é feito por meio de exames laboratoriais, como RT-PCR — que detecta o RNA viral no sangue — e sorologia, que identifica anticorpos específicos contra o vírus. Ainda não há tratamento específico para a doença. O manejo é sintomático e inclui o uso de antitérmicos, analgésicos, hidratação adequada e repouso.</p>
<p>Para conter a proliferação do mosquito-pólvora, a especialista destaca que é essencial eliminar locais úmidos e com matéria orgânica em decomposição.<strong><em> “Os ovos que causam a Febre Oropouche são depositados em ambientes úmidos e eclodem entre dois e sete dias. As larvas se desenvolvem em três semanas, depois se enterram na lama ou areia e se transformam em pupas, tornando-se insetos adultos em três dias”,</em> </strong>explica Cláudia.</p>
<p><strong>Entre as principais recomendações de prevenção estão:</strong></p>
<p><strong>. Eliminar criadouros:</strong> Evitar o acúmulo de água em vasos de plantas, pneus, garrafas e outros recipientes;<br />
<strong>. Manter recipientes limpos:</strong> Trocar regularmente a água de bebedouros e vasos, limpando para evitar larvas;<br />
<strong>. Utilizar telas e mosquiteiros:</strong> Impedir a entrada de mosquitos em casa e proteger áreas de descanso;<br />
<strong>. Aplicar repelentes:</strong> Usar produtos apropriados, especialmente no amanhecer e entardecer;<br />
<strong>. Usar roupas protetoras:</strong> Cobrir o corpo em áreas com alta presença de mosquitos;<br />
<strong>. Eliminar abrigos:</strong> Manter a casa e arredores limpos, evitando lixo e entulho;<br />
<strong>. Apoiar ações públicas:</strong> Colaborar com campanhas e ações de controle realizadas por órgãos de saúde.</p>
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		<item>
		<title>Saúde confirma primeiros óbitos por dengue e Oropouche no ES em 2025</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/saude-confirma-primeiros-obitos-por-dengue-e-oropouche-no-es-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 16:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[confirmado]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[óbitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 30 dias, o Espírito Santo notificou 6.515 casos de dengue, sendo 1.818 confirmados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Saúde (Sesa) confirmou o primeiro óbito por dengue no Espírito Santo neste ano de 2025. O óbito, de um paciente de 69 anos, aconteceu em 19 de abril, no município de Anchieta. Além desse óbito por dengue, a Sesa confirmou, nessa segunda-feira (19), o primeiro óbito por Oropouche em 2025. Ambos os casos tiveram o diagnóstico confirmado por exame de biologia molecular (RT-PCR), realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES).</p>
<p>O óbito por dengue é de um paciente com comorbidade, como diabetes, residente no município de Anchieta, no Sul do Estado. Entretanto, por meio das investigações epidemiológicas realizadas pela Sesa, em conjunto com os profissionais do município, foi esclarecido uma especificidade do caso: o histórico de viagem. O paciente havia viajado para o Rio de Janeiro e retornado para casa com sintomas, como febre, cefaleia, mialgia, dor retro-orbital e náusea.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Esse paciente, após quatro dias de retorno para sua residência, em Anchieta, evoluiu com sinais de gravidade incluindo dor abdominal intensa, desconforto respiratório, entre outros sintomas, e veio a óbito no dia 19 de abril”</strong>, explicou o subsecretário de Estado da Saúde, Orlei Cardoso.</p>
</blockquote>
<p>Ele pontuou ainda que, mesmo havendo essa especificidade em relação ao primeiro óbito por dengue no Estado, os cuidados e alertas à população sobre a doença devem ser mantidos. <strong>“Mesmo estando em período considerado frio e de redução de casos, não podemos abaixar a guarda em relação ao Aedes aegypti”</strong>, afirmou o subsecretário.</p>
<p>Por meio do exame de RT-PCR, realizado pelo Lacen/ES, foi confirmada a infecção por dengue sorotipo 2 (DENV-2).</p>
<p>Nos últimos 30 dias, o Espírito Santo notificou 6.515 casos de dengue, sendo 1.818 confirmados. Desses, 38 eram casos graves ou com sinais de alarme. Durante todo o ano, já foram 60.792 casos notificados e 17.698 casos confirmados, sendo 354 casos graves ou com sinais de alarme. O Estado soma agora um óbito por dengue, com uma taxa de letalidade de 0,29%.</p>
<p><strong>Óbito de Oropouche é de Colatina</strong><br />
Nessa segunda-feira (19), a Secretaria da Saúde (Sesa) confirmou o primeiro óbito por Oropouche no Espírito Santo neste ano de 2025, e o segundo desde o início dos casos no Estado, que se iniciou em 2024. O caso é de um paciente de 52 anos, com histórico de hipertensão e cardiopatia, residente de Colatina, no Noroeste do Estado.</p>
<p>O óbito ocorreu em 16 de janeiro deste ano, e a confirmação do vírus feita por meio do exame de RT-PCR.</p>
<p>A Sesa esclarece, entretanto, que os óbitos suspeitos pela doença passam por investigações epidemiológicas e laboratoriais minuciosas, utilizando diferentes métodos para eliminar possíveis causadores e confirmar, de fato, o Oropouche.</p>
<p>Os primeiros casos de Oropouche no Estado foram detectados em abril de 2024, e o primeiro óbito pela doença confirmada em 10 de dezembro daquele ano. Em 2025, o Espírito Santo soma 6. 524 casos confirmados de Oropouche e um óbito, com taxa de letalidade de 0,01%.</p>
<p><strong>Cuidados e prevenção</strong><br />
Para a redução de casos notificados, confirmados e, consequentemente, de óbitos por arboviroses, a Secretaria da Saúde reforça continuamente a importância da prevenção por parte da população, com ações voltadas à educação e saúde, e da capacitação dos profissionais por meio do manejo clínico adequado. Ao longo do ano, a Sesa vem trabalhando nesse reforço por meio do Centro Integrado de Comando e Controle de Arboviroses (CICC Arboviroses), com ações intersetoriais que englobam diferentes setores.</p>
<p>Entre as ações realizadas, têm-se a Semana de Mobilização contra a Dengue, que aconteceu entre os dias 31 de março e 05 de abril, além da capacitação de, aproximadamente, dois mil profissionais de saúde em todas as regionais de saúde sobre manejo clínico e controle de vetores.</p>
<p>A adesão da população em campanhas de educação e saúde, com maior conscientização das medidas que devem ser tomadas diariamente para a redução de casos, como a eliminação de água parada em recipientes que possam se tornar criadouros de mosquitos, e a manutenção das caixas d’água fechadas, são exemplos de ações que contribuem significativamente para a redução de casos.</p>
<p>Outra medida está na importância do manejo clínico, principalmente em relação aos casos de dengue grave ou com sinais de alarme. Em comparação à semana epidemiológica (SE) 20 de 2024 com a SE 20 de 2025, tem-se uma redução de 82,4% casos graves de dengue.</p>
<p>Com isso, a Sesa vem orientando à população na busca ao serviço de saúde mais próximo, de forma imediata, diante de sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas, vômitos, manchas na pele ou sangramentos. E reforça que o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado dos casos são fundamentais para evitar o agravamento da doença e possíveis óbitos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O desempenho das ações da Sesa, especialmente no que diz respeito à qualificação profissional para o manejo clínico adequado da dengue, tem se mostrado fundamental para a melhoria do cenário epidemiológico das Arboviroses. Essas iniciativas contribuíram para a redução do número de casos graves e de óbitos pela doença, quando comparados os dados dos anos de 2024 e 2025. A qualificação dos profissionais permitiu diagnósticos mais precisos e intervenções oportunas, refletindo diretamente na diminuição da letalidade e na maior eficiência do atendimento à população”</strong>, explicou a referência técnica das Arboviroses do Núcleo Especial de Vigilância Epidemiológica da Sesa, João Paulo Cola.</p>
</blockquote>
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		<title>Capixabas precisam ficar atentos à Febre do Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/capixabas-precisam-ficar-atentos-a-febre-do-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 11:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[capixabas]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>72% dos casos registrados no Brasil em 2025 foram no Espírito Santo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros três meses do ano, o Brasil registrou um total de 7.320 casos de Febre do Oropouche, sendo 5.310 apenas no estado do Espírito Santo, resultando em 72% das ocorrências, com as cidades de Santa Teresa, Itarana, Laranja da Terra, Colatina e Domingos Martins tendo o maior registro em número de casos. De acordo com o Ministério da Saúde, o estado do Rio de Janeiro é o segundo maior em número de notificações confirmadas, com 990.</p>
<p>No último mês de janeiro, o subsecretário de Vigilância em Saúde do Espírito Santo, Orlei Cardoso, comentou o número expressivo do estado e citou os possíveis motivos para tal.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“A expressividade dos números se deve ao grande número de testes. Somos um estado pequeno territorialmente e de fácil acesso. A gente foca muito na transparência, busca informações e não esconde os dados. Além disso, temos quatro regionais de saúde que dão esse suporte e o estado é o único do Brasil que tem o e-SUS VS, que faz a comunicação imediata dos casos, pelo celular mesmo, de qualquer lugar”</strong>, disse.</p>
</blockquote>
<p>O monitoramento epidemiológico da Febre Oropouche do Ministério da Saúde aponta que 13.842 casos foram confirmados no país em 2024. E, por conta disso, a população, principalmente capixaba, precisa ficar atenta aos sinais e sintomas.</p>
<blockquote><p><strong>“Náusea, calafrios, diarreia, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações são os principais sintomas, que aliás são bem parecidos com os da dengue, mas o diagnóstico desta febre deve ser obtido por meio de exames laboratoriais”</strong>, afirma a Dra. Silvia Fonseca, infectologista e pediatra.</p></blockquote>
<p>Segundo a especialista, a Febre do Oropouche é causada por um arbovírus (mosquito) do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no país na década de 60. Tal feito só foi possível porque o vírus foi encontrado a partir de uma amostra de sangue de um bicho-preguiça, que foi pego durante a construção da rodovia Belém-Brasília. Daí em diante, diversos casos isolados e alguns surtos foram relatados no Brasil, principalmente na região amazônica.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Ressalto ainda que os sintomas são parecidos com outras viroses, mas raramente a Febre Oropouche pode causar doença grave ou óbito&#8221;</strong>, comenta Silvia.</p>
</blockquote>
<p><strong>Saiba como se prevenir</strong></p>
<blockquote><p>Dra. Nicolle Oliveira, biomédica, dá algumas dicas para evitar a doença.<strong> “As pessoas podem fazer uso de repelentes, especialmente ao realizar atividades ao ar livre. Se possível, evitar áreas de muita exposição a picadas de vetores”</strong>, opina Nicolle.</p>
<p>De acordo com a biomédica, outras ações também podem contribuir para evitar a doença, removendo a água parada e limpando ambientes com acúmulo de matéria orgânica. <strong>“A instalação de telas em janelas, também irá contribuir para a proteção. Caso haja o surgimento de qualquer sintoma, busque a unidade de saúde mais próxima&#8221;</strong>, comenta a especialista.</p></blockquote>
<p><strong>É importante seguir alguns cuidados para a população reforçar a consciência social sobre o problema.</strong> <em>Confira: </em></p>
<p><strong>Eliminar locais de reprodução:</strong> O mosquito-pólvora se reproduz em água parada, portanto, é essencial eliminar ou evitar o acúmulo de água em recipientes ao ar livre, como vasos de plantas, pneus velhos, garrafas vazias e recipientes de armazenamento;</p>
<p><strong>Manter recipientes de água limpos:</strong> Se você tem recipientes de água ao ar livre, como bebedouros de animais de estimação, vasos de plantas ou piscinas infantis, certifique-se de trocar a água regularmente e de limpá-los para evitar o acúmulo de larvas de mosquito;</p>
<p><strong>Utilizar telas e mosquiteiros:</strong> Mantenha as portas e janelas fechadas ou protegidas por telas para impedir a entrada de mosquitos em sua casa. Além disso, utilizar mosquiteiros em torno de camas e berços pode ajudar a proteger você e sua família enquanto dormem;</p>
<p><strong>Usar repelentes:</strong> Aplique repelentes de insetos, especialmente durante o amanhecer e o entardecer, quando os mosquitos-pólvora são mais ativos. Certifique-se de seguir as instruções de uso dos produtos e evite aplicar repelente em áreas sensíveis, como os olhos e a boca;</p>
<p><strong>Usar roupas protetoras:</strong> Se estiver em áreas onde há muitos mosquitos, use roupas que cubram a maior parte do corpo, como calças compridas, camisas de manga comprida e sapatos fechados;</p>
<p><strong>Eliminar locais de abrigo:</strong> Os mosquitos-pólvora também se abrigam em locais escuros e úmidos durante o dia. Mantenha sua casa limpa e livre de acúmulos de lixo e entulho, o que pode servir como abrigo para os mosquitos;</p>
<p><strong>Colaborar com programas de controle de vetores:</strong> Contribua com programas de controle de vetores realizados pelas autoridades de saúde locais, como a aplicação de larvicidas em áreas propensas à reprodução de mosquitos e ações de conscientização na comunidade.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo investiga morte por suspeita de Febre Oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/espirito-santo-investiga-morte-por-suspeita-de-febre-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 19:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[suspeita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o último boletim da doença, publicado no dia 17 de outubro, o estado já tem confirmados 507 Febre Oropouche. A cidade onde o óbito foi registrado não foi divulgada</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa) investiga, desde setembro deste ano, uma morte por suspeita de Febre do Oropouche, doença transmitida pelo mosquito maruim.</p>
<p>De acordo com o último boletim da doença, publicado no dia 17 de outubro, o estado já tem confirmados 507 Febre Oropouche. A cidade onde o óbito foi registrado não foi divulgada.</p>
<p>Já as cidades capixabas onde a doença foi registrada em pacientes são: Afonso Cláudio (2), Alfredo Chaves (4), Anchieta (63), Aracruz (1), Baixo Guandu (2), Brejetuba (1), Cachoeiro de Itapemirim (1), Colatina (50), Fundão (19), Governador Lindenberg (7), Guaçuí (1), Guarapari (1), Ibatiba (1), Ibiraçu (22), Iconha (12), Itaguaçu (37), Laranja da Terra (118), Linhares (8), Marilândia (5), Mimoso do Sul (11), Pedro Canário (1), Piúma (1), Rio Bananal (76), Santa Maria de Jetibá (4), Santa Teresa (3), São Gabriel da Palha (22), Serra (3), Sooretama (5), Vila Pavão (4), Vila Valério (8), Vila Velha (5) e Vitória (9).</p>
<p>Segundo o professor do Departamento de Patologia do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Ufes Edson Delatorre, a doença costumava ficar restrita à região amazônica, porém, no início de 2024, o vírus se espalhou por diversos países e por todas as regiões do Brasil.</p>
<p>Acredita-se que a variante que provocou a disseminação tenha surgido entre 2010 e 2014 na região central do Amazonas, devido a um rearranjo genético. Os primeiros casos foram detectados na cidade de Tefé (Amazonas) em 2015 e, posteriormente, na Guiana Francesa, em 2020, sugerindo uma dispersão silenciosa ao longo dos anos.</p>
<p>O contexto da doença no Espírito Santo é investigado por pesquisadores da Ufes. Segundo as análises, muitos pacientes capixaba que tiveram a doença não relataram viagens para regiões endêmicas, o que indica que o vírus já circula localmente no estado, e não apenas por introduções externas.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Recentemente, o Ministério da Saúde confirmou os primeiros óbitos atribuídos à febre do Oropouche no Brasil, com dois casos registrados no interior da Bahia, envolvendo mulheres jovens e sem comorbidades prévias. Houve ainda um óbito fetal causado por transmissão vertical do vírus (quando ele passa da mãe para o feto durante a gestação). Outros oito casos de transmissão vertical estão em investigação. Esses podem estar associados a outras manifestações graves, como malformações congênitas. Atualmente, há um caso de óbito sob investigação no Espírito Santo. Tudo isso reforça a necessidade de vigilância constante e de medidas de controle para prevenir a disseminação da doença no país”,</em></strong> afirma Delatorre.</p></blockquote>
<p><strong>Sintomas e prevenção</strong><br />
Os sintomas da Febre do Oropouche são muito parecidos com os da dengue. Duram entre dois e sete dias e incluem febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor nas costas e na lombar e dor articular. Também pode haver tosse, tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos.</p>
<p>Não existe tratamento específico. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.</p>
<p>A principal medida preventiva é evitar a exposição ao inseto. No entanto, o pesquisador da Ufes alerta que repelentes e inseticidas convencionais não são tão eficazes contra o maruim. Outra dificuldade é que esse mosquito pode atravessar telas convencionais por ser muito pequeno. Diante disso, é recomendada a utilização de malhas ultrafinas ou até mesmo o fechamento completo de portas e janelas. Outra alternativa é eliminar os criadouros da espécie, que incluem água parada rica em matéria orgânica.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde confirma duas mortes por febre oropouche</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-confirma-duas-mortes-por-febre-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São as primeiras registradas no mundo, conforme informativo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (25) duas mortes por febre oropouche no país. Até o momento, não havia relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de óbito pela doença, informou a pasta, em nota.</p>
<p>As mortes são de mulheres que viviam no interior da Bahia. Elas tinha menos de 30 anos de idade, sem comorbidades, e apresentaram sinais e sintomas semelhantes ao de dengue grave.</p>
<p><strong>Casos sob investigação</strong><br />
O ministério investiga uma morte em Santa Catarina e se quatro casos de interrupção de gestação e dois de microcefalia em bebês têm relação com a doença (Pernambuco, Bahia e Acre). Foi descartado relação da febre com uma morte no Maranhão.</p>
<p>No último dia 11, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica a todos os estados e municípios recomendando o reforço da vigilância em saúde sobre a possibilidade de transmissão vertical do vírus. Com a nota técnica, o ministério pretende também orientar a sociedade sobre a arbovirose.</p>
<p>A medida foi adotada após o Instituto Evandro Chagas detectar a presença do genoma do vírus em um caso de morte fetal, e de anticorpos em amostras de quatro recém-nascidos com microcefalia.</p>
<p>No entanto, o ministério destacou que não há evidências científicas consistentes sobre a transmissão do vírus Orov da mãe infectada para o bebê durante a gestação e nem sobre o efeito da infecção sobre malformação de bebês ou aborto.</p>
<p>Este ano, já foram registrados 7.236 casos de febre do oropouche, em 20 estados. A maior parte foi identificado no Amazonas e em Rondônia. Desde 2023, foi ampliada a detecção de casos da doença no Brasil, por meio de testes de diagnóstico na rede pública em todas as regiões.</p>
<p><strong>Febre Oropouche</strong><br />
A febre Oropouche é uma doença viral. O vírus Orov é transmitido, principalmente, por meio da picada de um mosquito conhecido como maruim (Culicoides paraensis), bem como por espécies do mosquito Culex. No Brasil, o vírus foi isolado pela primeira vez em 1960.</p>
<p>O ministério explicou que a febre oropouche pode ser confundida com a dengue. A doença evolui com febre de início súbito, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular) e artralgia (dor articular). Outros sintomas como tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos também são relatados.</p>
<p>Os sintomas duram cerca de dois a sete dias. Mas, até 60% dos pacientes podem apresentar recorrência dos sintomas, após uma a duas semanas a partir das manifestações iniciais. A maioria das pessoas tem evolução benigna e sem sequelas, mesmo nos casos mais graves.</p>
<p>Até o momento, não há tratamento específico para a febre oropouche. A terapia atual apenas alivia os sintomas.</p>
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		<title>Febre Oropouche: sobe para 90 número de casos no ES; veja sintomas e tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 13:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Febre Oropouche é provocada por um vírus, isolado pela primeira vez no Brasil em 1960. Desde então é detectado principalmente nos estados da região amazônica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa) atualizou, nesta quarta-feira (22), o número de casos da Febre do Oropouche no estado. De acordo com os dados, agora são 90 confirmações. A cidade de Colatina, no Noroeste do Estado, tem a maioria dos doentes, com 28 casos.</p>
<p><strong>Confira as cidades com casos confirmados da doença:</strong><br />
ANCHIETA: 2<br />
COLATINA: 28<br />
IBATIBA: 1<br />
IBIRAÇU: 4<br />
LARANJA DA TERRA: 9<br />
LINHARES: 3<br />
NOVA VENÉCIA: 1<br />
RIO BANANAL: 19<br />
SANTA MARIA DE JETIBÁ: 2<br />
SÃO GABRIEL DA PALHA: 7<br />
SERRA: 1<br />
SOORETAMA: 3<br />
VILA PAVÃO: 1<br />
VILA VALÉRIO: 5<br />
VITÓRIA: 4</p>
<p>A febre Oropouche é provocada por um vírus, isolado pela primeira vez no Brasil em 1960. Desde então é detectado principalmente nos estados da região amazônica. É transmitido por mosquitos e pode circular em ambientes silvestres e urbanos.</p>
<p>Os sintomas são muito parecidos com os da dengue. Duram entre dois e sete dias e incluem febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor nas costas e na lombar e dor articular. Também pode haver tosse, tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos.</p>
<p>Não existe tratamento específico. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.</p>
<blockquote><p><strong><em>“É uma doença que não apresenta letalidade, até o momento. É essencial o diagnóstico laboratorial para um acompanhamento efetivo dos casos, bem como as ações de vigilância epidemiológica municipais para monitoramento da situação”,</em> </strong>destacou o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso.</p></blockquote>
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		<title>Sobe para 25 o número de casos de Febre Oropouche no Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 18:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cidade com o maior número de casos é Colatina, com 12, seguida por Rio Bananal com quatro </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) informou, nesta segunda-feira (29), que o estado tem 25 casos confirmados da Febre Oropouche.</p>
<p>A cidade com o maior número de casos é Colatina, com 12, seguida por Rio Bananal com quatro, Laranja da Terra, Sooretama, Vitória com dois casos cada, Ibiraçu, São Gabriel da Palha e Vila Valério com um caso cada.</p>
<blockquote><p><em><strong>“É uma doença que não apresenta letalidade, até o momento, e tem sintomas muito parecidos com os da dengue – febre, dor no corpo e dores nas articulações. É essencial o diagnóstico laboratorial para um acompanhamento efetivo dos casos, bem como as ações de vigilância epidemiológica municipais para monitoramento da situação”,</strong> </em>destacou o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso.</p></blockquote>
<p><strong>O que é a Febre do Oropouche</strong><br />
A Febre do Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.</p>
<p>O vetor da febre do Oropouche é um inseto bem pequeno, de um a três milímetros, popularmente conhecido como “maruim” ou “mosquito pólvora”. Sua coloração varia de cinza a castanho escuro e possui asas curtas e largas. Está geralmente associado a regiões com maior umidade e presença de matéria orgânica.</p>
<p>Entre as características do OROV, destaca-se seu elevado potencial de transmissão e disseminação, com capacidade de causar surtos e epidemias em áreas urbanas. Não há vacina e tratamento específico disponíveis.</p>
<p><strong>Como ocorre a transmissão</strong><br />
Há dois ciclos de transmissão descritos: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, bichos preguiça e primatas não-humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros.</p>
<p>Há registros de isolamento do OROV em algumas espécies de mosquitos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus.</p>
<p>No entanto, o suposto vetor primário é o Culicoides paraensis (Diptera: Ceratopogonidae), conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo urbano, o homem é o hospedeiro principal, e o vetor primário também é o C. paraensis. Eventualmente, o mosquito Culex quinquefasciatus pode transmitir o vírus em ambientes urbanos.</p>
<p>Até o momento não há evidência de transmissão direta de pessoa a pessoa. Após a infecção, o vírus permanece no sangue dos indivíduos infectados por 2-5 dias após o início dos primeiros sintomas.</p>
<p>O período de incubação intrínseca do vírus (em humanos) pode variar entre 3 e 8 dias após a infecção pela picada do vetor.</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
As manifestações clínicas da infecção por OROV são parecidas com o quadro clínico de outras arboviroses, como dengue, chikungunya e febre amarela, embora os aspectos ecoepidemiológicos dessas arboviroses sejam distintos.</p>
<p>Os casos agudos de OROV evoluem com febre de início súbito, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular) e artralgia (dor articular). Outros sintomas como tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos também são relatados.</p>
<p>Casos com acometimento do sistema nervoso central (por exemplo, meningite asséptica e meningoencefalite), especialmente em pacientes imunocomprometidos, e com manifestações hemorrágicas (petéquias, epistaxe, gengivorragia) podem ocorrer.</p>
<p>Parte dos pacientes pode apresentar recidiva, com manifestação dos mesmos sintomas ou apenas febre, cefaleia e mialgia após 1 a 2 semanas a partir das manifestações iniciais. Os sintomas duram de 2 a 7 dias, com evolução benigna e sem sequelas, mesmo nos casos mais graves. Não há relatos de óbitos associados à infecção pelo OROV.</p>
<p>As picadas do vetor costumam causar bastante incômodo e reações alérgicas. Não existe tratamento específico para a doença. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Como prevenir</strong><br />
O habitat em que o vetor se desenvolve varia de espécie para espécie. De modo geral, três elementos são necessários: umidade, sombra e matéria orgânica.</p>
<p>Dessa forma, as medidas para a prevenção da febre de Oropouche envolvem o manejo mecânico do ambiente e medidas de proteção individual. No manejo mecânico é necessário manter árvores e arbustos podados, de forma a aumentar a insolação no solo, retirar o excesso de matéria orgânica (folhas, frutos e etc.); manter terrenos baldios livre de matos, dependendo da situação, e o plantio de grama pode ajudar a manter a população de maruins sob controle; e manter os abrigos de animais (aves, suínos, bovinos e outros) sempre limpos.</p>
<p>Com relação às medidas de proteção individual, o uso de repelentes e roupas compridas pode ajudar a diminuir as picadas.</p>
<p>Já o uso de telas em portas e janelas, como barreiras físicas, recomendados em alguns casos, não surtem muito efeito devido à necessidade dessas telas terem uma gramatura muito pequena, e esse fato acaba por reduzir a circulação de ar dentro dos imóveis.</p>
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		<title>Sobe o número de casos confirmados de Febre Oropouche no Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 18:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[casos confirmados]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (24) os dados referentes ao monitoramento da Febre do Oropouche no estado, no período de 23 a 24 de abril de 2024. Segundo o relatório oficial, foram registrados 12 novos casos da doença, sem ocorrência de óbitos.</p>
<p>As localidades afetadas pelos novos casos são <strong>Colatina</strong>, com 6 registros, <strong>Rio Bananal</strong> com 1, <strong>São Gabriel da Palha</strong> com 1, <strong>Sooretama</strong> com 2 e <strong>Vitória</strong> com 2 casos.</p>
<p>A Sesa informou que, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, bem como em respeito aos princípios da liberdade e privacidade, não serão fornecidos detalhes sobre os perfis dos pacientes.</p>
<p>A secretaria também destaca a importância da busca por atendimento médico em caso de sintomas como febre, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, além de outros sinais característicos da doença.</p>
<p><strong>O que é a Febre do Oropouche</strong><br />
A Febre do Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.</p>
<p>O Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir de amostra de sangue de um bicho preguiça (Bradypus tridactylus) capturada durante a construção da rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados no Brasil, principalmente nos estados da região Amazônica.</p>
<p>O vetor da febre do Oropouche é um inseto bem pequeno, de um a três milímetros, popularmente conhecido como &#8220;maruim&#8221; ou &#8220;mosquito pólvora&#8221;. Sua coloração varia de cinza a castanho escuro e possui asas curtas e largas. Está geralmente associado a regiões com maior umidade e presença de matéria orgânica.</p>
<p>Entre as características do OROV, destaca-se seu elevado potencial de transmissão e disseminação, com capacidade de causar surtos e epidemias em áreas urbanas. Não há vacina e tratamento específico disponíveis.</p>
<p><strong>Como ocorre a transmissão</strong><br />
Há dois ciclos de transmissão descritos: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, bichos preguiça e primatas não-humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do OROV em algumas espécies de mosquitos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus.</p>
<p>No entanto, o suposto vetor primário é o Culicoides paraensis (Diptera: Ceratopogonidae), conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo urbano, o homem é o hospedeiro principal, e o vetor primário também é o C. paraensis. Eventualmente, o mosquito Culex quinquefasciatus pode transmitir o vírus em ambientes urbanos.</p>
<p>Até o momento não há evidência de transmissão direta de pessoa a pessoa. Após a infecção, o vírus permanece no sangue dos indivíduos infectados por 2-5 dias após o início dos primeiros sintomas. O período de incubação intrínseca do vírus (em humanos) pode variar entre 3 e 8 dias após a infecção pela picada do vetor.</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
As manifestações clínicas da infecção por OROV são parecidas com o quadro clínico de outras arboviroses, como dengue, chikungunya e febre amarela, embora os aspectos ecoepidemiológicos dessas arboviroses sejam distintos.</p>
<p>Os casos agudos de OROV evoluem com febre de início súbito, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular) e artralgia (dor articular). Outros sintomas como tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos também são relatados.</p>
<p>Casos com acometimento do sistema nervoso central (por exemplo, meningite asséptica e meningoencefalite), especialmente em pacientes imunocomprometidos, e com manifestações hemorrágicas (petéquias, epistaxe, gengivorragia) podem ocorrer.</p>
<p>Parte dos pacientes pode apresentar recidiva, com manifestação dos mesmos sintomas ou apenas febre, cefaleia e mialgia após 1 a 2 semanas a partir das manifestações iniciais. Os sintomas duram de 2 a 7 dias, com evolução benigna e sem sequelas, mesmo nos casos mais graves. Não há relatos de óbitos associados à infecção pelo OROV.</p>
<p>As picadas do vetor costumam causar bastante incômodo e reações alérgicas. Não existe tratamento específico para a doença. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Como prevenir</strong><br />
O habitat em que o vetor se desenvolve varia de espécie para espécie. De modo geral, três elementos são necessários: umidade, sombra e matéria orgânica.</p>
<p>Dessa forma, as medidas para a prevenção da febre de Oropouche envolvem o manejo mecânico do ambiente e medidas de proteção individual. No manejo mecânico é necessário manter árvores e arbustos podados, de forma a aumentar a insolação no solo, retirar o excesso de matéria orgânica (folhas, frutos e etc.); manter terrenos baldios livre de matos, dependendo da situação, e o plantio de grama pode ajudar a manter a população de maruins sob controle; e manter os abrigos de animais (aves, suínos, bovinos e outros) sempre limpos.</p>
<p>Com relação às medidas de proteção individual, o uso de repelentes e roupas compridas pode ajudar a diminuir as picadas. Já o uso de telas em portas e janelas, como barreiras físicas, recomendados em alguns casos, não surtem muito efeito devido à necessidade dessas telas terem uma gramatura muito pequena, e esse fato acaba por reduzir a circulação de ar dentro dos imóveis.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/sobe-o-numero-de-casos-confirmados-de-febre-oropouche-no-espirito-santo/">Sobe o número de casos confirmados de Febre Oropouche no Espírito Santo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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