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	<title>economia verde - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>economia verde - Em Dia ES</title>
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		<title>Espírito Santo terá investimento de R$ 4,4 bilhões em projetos verdes até 2031</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/espirito-santo-tera-investimento-de-r-44-bilhoes-em-projetos-verdes-ate-2031/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Findes]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Findes identifica nove grandes iniciativas em metalurgia, mineração e saneamento voltadas para a descarbonização e eficiência energética no estado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo receberá um aporte de quase R$ 4,4 bilhões em investimentos verdes previstos até o ano de 2031, segundo dados do mapeamento da Bússola do Investimento do Observatório Findes. O montante abrange nove projetos estratégicos que contemplam iniciativas de energias renováveis, eficiência energética, economia circular, infraestrutura, eletrificação de processos produtivos e implementação de tecnologias de baixo carbono.</p>
<p>O presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Paulo Baraona, avalia que o cenário demonstra a confiança do investidor no potencial de negócios do estado, com o setor industrial liderando esse movimento.</p>
<blockquote><p><strong>“Dos mais de R$ 104 bilhões em investimentos previstos para os próximos cinco anos no Estado, cerca de 60% têm origem no setor industrial. Esse ciclo de investimentos se traduz no fortalecimento das cadeias produtivas e na ampliação de oportunidades econômicas em todas as regiões do Estado. E, é ainda mais positivo, com investimentos na economia verde”,</strong> declarou Baraona.</p></blockquote>
<p><strong>Definição e impacto ambiental</strong><br />
Os projetos mapeados pela Bússola representam atualmente cerca de 4,2% do total de investimentos monitorados pela ferramenta. Carolina Ferreira, gerente de Estudos Estratégicos do Observatório Findes, esclarece o conceito utilizado para classificar esses aportes.</p>
<blockquote><p><strong>“Investimentos verdes são aqueles investimentos direcionados a atividades, projetos e ativos que contribuem de forma mensurável para a descarbonização da economia e para a transição energética, promovendo a redução de emissões de gases de efeito estufa, o uso eficiente de recursos naturais e a substituição progressiva de matrizes intensivas em carbono por fontes limpas e renováveis”,</strong> explica a gerente.</p></blockquote>
<p><strong>Setores em destaque</strong><br />
A distribuição dos recursos aponta uma concentração expressiva nos setores de transformação e extração. De acordo com o levantamento, a metalurgia lidera o ranking, com previsão de R$ 1,9 bilhão, seguida pela extração de minerais metálicos, com R$ 1,8 bilhão. O setor de saneamento receberá R$ 270 milhões, enquanto a fabricação de veículos automotores projeta R$ 260 milhões em investimentos sustentáveis.</p>
<p><strong>Detalhamento dos projetos</strong><br />
O mapeamento detalha as empresas responsáveis, a localização e o valor destinado a cada iniciativa verde no estado:</p>
<ul>
<li><strong>ArcelorMittal (Serra):</strong> R$ 1,89 bilhão destinado ao Termo de Compromisso Ambiental.</li>
<li><strong>Vale (Vitória):</strong> R$ 1,84 bilhão para a ampliação da capacidade produtiva de briquete verde.</li>
<li><strong>GS Inima (Vitória):</strong> R$ 270 milhões para a construção de uma estação de produção de água de reuso.</li>
<li><strong>Marcopolo (São Mateus):</strong> R$ 260 milhões voltados para a ampliação da capacidade produtiva de ônibus elétricos.</li>
<li><strong>Hipermix Concretos (Cariacica):</strong> R$ 71 milhões para a ampliação da fábrica de cimento de baixo carbono.</li>
<li><strong>Marca Ambiental (Cariacica):</strong> R$ 70 milhões para a implantação de uma fábrica de biometano.</li>
<li><strong>Governo do Espírito Santo (Abrangência estadual):</strong> R$ 38 milhões para a construção de mini usinas solares.</li>
<li><strong>Marca Ambiental e Global Carbon (Cariacica):</strong> R$ 10 milhões para a ampliação de usina de bio-óleo.</li>
<li><strong>Marca Ambiental (Cariacica):</strong> R$ 10 milhões para a implantação de usina de tratamento termoquímico de resíduos plásticos.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Espírito Santo lança fundo de R$ 1 bilhão para financiar projetos de energia limpa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-lanca-fundo-de-r-1-bilhao-para-financiar-projetos-de-energia-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 16:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bandes]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[royalties do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pioneiro no uso de royalties de petróleo para investimentos verdes, mecanismo é gerido pelo BTG Pactual e já conta com R$ 500 milhões iniciais para apoiar projetos sustentáveis</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) lançou, nesta terça-feira (27), o Fundo de Descarbonização do Espírito Santo, uma iniciativa inédita voltada ao financiamento da transição energética e à redução das emissões de gases de efeito estufa. Apresentado em cerimônia no Palácio Anchieta, em Vitória, o fundo opera sob gestão da BTG Pactual Asset Management e utiliza a estrutura de blended finance (financiamento misto) para unir capital público e privado, com a expectativa de superar R$ 1 bilhão em investimentos nos próximos anos.</p>
<p>O lançamento posiciona o estado na vanguarda do financiamento sustentável no Brasil. O mecanismo é ancorado no Plano de Descarbonização e Neutralização das Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Espírito Santo, que estabelece metas de redução de 27% das emissões até 2030 e a neutralidade de carbono até 2050.</p>
<p>Para viabilizar a operação, o fundo nasce com um aporte inicial de R$ 500 milhões provenientes do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), recurso originado dos royalties da exploração de petróleo e gás. A estes valores somam-se os investimentos da iniciativa privada, captados pela gestora BTG Pactual. O objetivo é transformar receitas de combustíveis fósseis em alavancas para uma economia verde.</p>
<p><strong>Modelo financeiro e governança</strong><br />
Estruturado como um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), o projeto contou com a parceria técnica do Instituto Clima e Sociedade (iCS), que auxiliou no desenho do instrumento e na identificação de demandas. O modelo de financiamento misto permite que o fundo permaneça aberto a novos investidores, ampliando sua capacidade de atuação.</p>
<p>Segundo o governador Renato Casagrande, a iniciativa consolida uma agenda climática trabalhada há anos pelo Executivo estadual. <strong>“Temos tratado a agenda climática no Espírito Santo com ações concretas há muitos anos. Agora damos um passo ainda mais decisivo ao criar um fundo que transforma recursos provenientes de combustíveis fósseis em investimentos para financiar a transição energética. É assim que unimos desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e qualidade de vida para as próximas gerações”</strong>, afirmou.</p>
<p>O vice-governador Ricardo Ferraço reforçou o caráter inovador da medida.<strong> “Aqui no Estado trabalhamos com foco no futuro, alcançando pioneirismo ao criar um dos maiores fundos subnacionais de descarbonização do País e o primeiro a transformar royalties de petróleo em investimentos verdes dessa escala”,</strong> pontuou.</p>
<p><strong>Setores prioritários e critérios de investimento</strong><br />
O Fundo de Descarbonização financiará projetos de empresas com sede fiscal no Espírito Santo, por meio da aquisição de títulos de crédito. Os investimentos devem estar alinhados a quatro eixos transversais: minimização de emissões, aumento da eficiência, compensação de emissões e remoção/captura de carbono.</p>
<p><strong>De acordo com o edital, os principais segmentos contemplados incluem:</strong></p>
<ul>
<li>Geração de energia renovável (solar, eólica, biogás e biometano);</li>
<li>Tecnologias limpas na indústria;</li>
<li>Eficiência energética e eletrificação logística;</li>
<li>Reflorestamento e agricultura regenerativa;</li>
<li>Biocombustíveis e transporte de baixa emissão (eletrificação de frotas);</li>
<li>Gestão de resíduos e reciclagem.</li>
</ul>
<p>O diretor-presidente do Bandes, Marcelo Saintive, destacou que a política de investimentos possui critérios rigorosos.<strong> “O Fundo de Descarbonização é resultado de uma política pública desenhada para garantir que os investimentos contribuam efetivamente para o cumprimento do pacto de neutralidade de carbono assumido pelo Espírito Santo”,</strong> explicou Saintive.</p>
<p>Para acessar os recursos, os empreendimentos deverão comprovar conformidade com normas ambientais, de saúde e segurança do trabalho, além de manter a regularidade fiscal com a União e o Estado. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento, por meio da agência NOVA ES, atuará na atração de projetos e na conexão com o setor produtivo.</p>
<p><strong>Gestão e atração de capital privado</strong><br />
A BTG Pactual Asset Management foi selecionada em 2025 após uma chamada pública que envolveu 11 candidatas. A gestora será responsável pela análise dos projetos, originação e gestão do portfólio. Sergio Cutolo, sócio da BTG, ressaltou a união entre governança e impacto.</p>
<blockquote><p><strong>“O Fundo de Descarbonização do Espírito Santo representa um avanço relevante na forma como políticas públicas e capital privado podem atuar de maneira complementar. Nosso objetivo é levar essa agenda a um novo patamar, conectando empresas com projetos transformadores e investidores que buscam unir retorno financeiro consistente ao incentivo a políticas ESG”,</strong> disse Cutolo.</p></blockquote>
<p>Maria Netto, diretora-executiva do iCS, enfatizou o papel estratégico dos bancos de desenvolvimento na mobilização de capital. <strong>“O mecanismo criado pelo Bandes é pioneiro no Brasil ao direcionar recursos de origem fóssil para acelerar a transição energética. Trata-se de uma experiência que deve servir de inspiração para outros estados”,</strong> avaliou.</p>
<p>Os detalhes operacionais finais, incluindo procedimentos específicos para a submissão de propostas pelas empresas interessadas, serão divulgados em breve pelos organizadores.</p>
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		<title>Governo lança crédito verde com juros reduzidos para pequenos negócios na COP30; conferência debate custos da inação na Amazônia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-lanca-credito-verde-com-juros-reduzidos-para-pequenos-negocios-na-cop30-conferencia-debate-custos-da-inacao-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[crédito verde]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Empreender Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plataforma 'Empreender Clima' oferece taxas a partir de 4,4% ao ano para micro e pequenas empresas; evento em Belém também avança em pautas sobre financiamento global, equidade de gênero e proteção dos oceanos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Federal lançou na última segunda-feira (17), durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), o Empreender Clima, uma plataforma digital voltada para apoiar micro e pequenos empreendedores na transição para uma economia de baixo carbono. A ferramenta, apresentada como uma entrega concreta de crédito acessível, reúne capacitação e condições facilitadas de financiamento. Simultaneamente, a conferência sediou, nesta quarta-feira (19), a apresentação de estudos inéditos sobre os impactos econômicos da mudança climática na Bacia Amazônica e avançou nas discussões sobre o texto final do evento.</p>
<p><strong>Crédito acessível para a transição verde</strong><br />
O programa Empreender Clima oferece taxas de juros a partir de 4,4% ao ano, com possibilidade de financiamento de até 100% para projetos sustentáveis. O objetivo é superar barreiras técnicas históricas enfrentadas por pequenos negócios. Pela plataforma, o empreendedor pode criar o perfil do negócio, acessar cursos e gerar, em menos de dez minutos e sem custos, um pré-enquadramento no Fundo Clima.</p>
<p>Para o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Memp), Márcio França, a medida coloca o pequeno negócio no centro da transição ecológica. <strong>“Durante muito tempo, o crédito verde foi uma promessa distante da realidade dos pequenos. Agora, o governo criou uma alternativa com juros acessíveis e prazos reais de pagamento”,</strong> afirmou o ministro.</p>
<p>A iniciativa é uma parceria entre o Memp, a Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), o Sebrae e o BNDES. A plataforma contempla oito setores estratégicos, incluindo energia, logística, construção civil e gestão de resíduos.</p>
<p><strong>Condições e prazos</strong><br />
Os financiamentos possuem prazos longos e carências estendidas, variando conforme o projeto:</p>
<p>Mobilidade verde e transporte coletivo: Prazo de até 25 anos, com carência de até 5 anos.</p>
<p>Florestas nativas e recursos hídricos: Prazo de até 25 anos, com carência de até 8 anos.</p>
<p>Energia eólica: Prazo de até 24 anos, com carência de 6 anos.</p>
<p>Desenvolvimento urbano resiliente: Prazo de até 16 anos, com carência de 5 anos.</p>
<p>Renato Ferreira, chefe da Assessoria Especial do Memp, explicou que a plataforma visa resolver a dificuldade de estruturação de projetos.<strong> “O que a plataforma traz de novidade é facilitar o acesso para o pequeno empreendedor, porque na prática o pequeno sabia que podia acessar o Fundo Clima, mas se deparava com a dificuldade de não ter um projeto bem montado e não ter recursos para contratar uma consultoria”,</strong> detalhou.</p>
<p><strong>Custo bilionário da inação na Amazônia</strong><br />
Nesta quarta-feira (19), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), lançou o estudo “Medindo os custos de inação e as capacidades estatais na Bacia Amazônica”. O levantamento estima que, sem intervenções preventivas imediatas, o custo da inação pode representar entre 14% e 33% do PIB dos países amazônicos até 2070.</p>
<p>As perdas econômicas estimadas para os próximos quatro anos variam entre US$ 525 bilhões e US$ 915 bilhões anuais.</p>
<p><strong>Os principais custos identificados envolvem:</strong><br />
Cenários catastróficos: US$ 100-200 bilhões/ano.<br />
Biodiversidade e serviços ecossistêmicos: US$ 50-100 bilhões/ano.<br />
Perda de carbono armazenado: US$ 30-50 bilhões/ano.</p>
<p>Lyes Ferroukhi, diretor do Pnud, alertou para os riscos de colapso irreversível da floresta. <strong>“Nosso desafio, portanto, é claro: precisamos ir além da consciência ambiental e integrar o conhecimento ecológico ao valor econômico, para fundamentar a urgência da proteção”,</strong> disse.</p>
<p><strong>Rascunho da carta final da COP30</strong><br />
As negociações em Belém também giram em torno do rascunho da carta final da conferência. O documento propõe colocar o mundo no rumo de emissões líquidas zero até meados do século, visando limitar o aquecimento a 1,5°C. O texto defende a eliminação progressiva do carvão e a diminuição substancial do petróleo e gás, além de reforçar a necessidade de financiamento previsível para países em desenvolvimento.</p>
<p>O rascunho destaca que a adaptação climática deve ter o mesmo peso político da mitigação e sugere o fortalecimento do Fundo de Perdas e Danos para comunidades atingidas por eventos extremos.</p>
<p><strong>Justiça de Gênero e Ação Climática</strong><br />
O Ministério das Mulheres promoveu, entre quarta (19) e quinta-feira (20), o Dia de Gênero (Gender Day) na COP30. A ministra Márcia Lopes enfatizou o protagonismo feminino na agenda ambiental. <strong>“Não existirá justiça climática sem justiça de gênero”,</strong> declarou.</p>
<p>A pasta apresentou iniciativas como um protocolo internacional para fortalecimento de mulheres em situações de emergência climática e a cartilha &#8220;Mulheres nas Ações Climáticas&#8221;, que será distribuída em escolas.</p>
<p><strong>Estratégia para oceanos sem plástico</strong><br />
No âmbito da preservação marinha, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) celebrou, no domingo (16), a implementação da Estratégia Nacional do Oceano sem Plástico (Enop). O decreto visa coordenar políticas para eliminar a poluição por plástico, propondo normas como a proibição de microplásticos intencionalmente adicionados em cosméticos e a substituição gradual de plásticos de uso único.</p>
<p><strong>“O plástico representa a maior parte do lixo encontrado no mar, com impactos diretos e indiretos sobre a biodiversidade, a saúde humana, a pesca, o turismo e o clima”,</strong> afirmou Ana Paula Prates, diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do MMA.</p>
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		<item>
		<title>Fapes lança editais com foco na Economia Verde e Azul do Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/fapes-lanca-editais-com-foco-na-economia-verde-e-azul-do-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Editais]]></category>
		<category><![CDATA[Fapes]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ambos editais contam com eixos temáticos e áreas de interesse que visam a orientar a seleção e o fomento dos projetos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contribuir para a preservação, conservação e a recuperação do meio ambiente, buscando o uso eficiente dos recursos naturais e a geração de iniciativas sustentáveis e bioeconômicas. Foi com esse objetivo que a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), em colaboração com a Fundação Renova, lançou, na última segunda-feira (14), de forma inédita, dois editais de apoio a projetos de pesquisa aplicada e extensão nos eixos temáticos da Economia Verde e Economia Azul e áreas de interesse correlatas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Esses editais são resultados de uma parceria com a Fundação Renova, que está apoiando financeiramente. A construção das chamadas contou com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), e a Fapes está executando uma ação voltada para a rede de pesquisa, e outra voltada para projetos de extensão”</strong>, destacou o diretor-geral da Fapes, Rodrigo Varejão.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Desta forma, buscamos estimular projetos que desenvolvam soluções voltadas para a conservação, preservação e recuperação do nosso bioma. Essa iniciativa ganhou destaque no encontro do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), uma vez que outras FAPs que também têm o mesmo bioma nunca tinham executado edital semelhante&#8221;</strong>, complementou Rodrigo Varejão.</p>
</blockquote>
<p>Essas iniciativas devem fomentar atividades que gerem impacto positivo em termos ambientais, sociais e econômicos, incluindo práticas agropecuárias sustentáveis, aquícolas e pesqueiras. As ações devem abranger tanto áreas continentais quanto ecossistemas costeiro-marinhos e manguezais nas áreas do Espírito Santo impactadas pelo rompimento da barragem de fundão, em Mariana-MG.</p>
<p>Os projetos de pesquisa aplicada e/ou extensão propostos para estes editais deverão ser desenvolvidos obrigatoriamente nos municípios da área da Bacia do Rio Doce, nas regiões costeira e marinha: Afonso Cláudio, Águia Branca, Alto Rio Novo, Anchieta, Aracruz, Baixo Guandu, Brejetuba, Colatina, Conceição da Barra, Fundão, Governador Lindemberg, Ibatiba, Ibiraçu, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Jaguaré, João Neiva, Laranja da Terra, Linhares, Mantenópolis, Marilândia, Nova Venécia, Pancas, Rio Bananal, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São Mateus, São Roque do Canaã, Serra, Sooretama e Vila Valério.</p>
<p>Ambos editais contam com eixos temáticos e áreas de interesse que visam a orientar a seleção e o fomento dos projetos. As propostas deverão atender aos eixos temáticos descritos abaixo:</p>
<p><strong>&#8211; Economia Azul &#8211; Áreas de interesse:</strong><br />
Biodiversidade;<br />
Economia Circular;<br />
Educação e Capacitação;<br />
Pesca e Aquicultura;<br />
Turismo Sustentável.</p>
<p><strong>&#8211; Economia Verde &#8211; Áreas de interesse:</strong><br />
Economia Circular;<br />
Insumos Agrícolas;<br />
Produção Sustentável;<br />
Educação e Capacitação em Agroecologia e Produção Orgânica.</p>
<p><strong>Confira abaixo as diferenças de critérios de elegibilidade e recursos financeiros entre as chamadas públicas:</strong></p>
<p><strong>Apoio a projetos de Economia Verde e Azul no Espírito Santo</strong><br />
Esta chamada tem como público-alvo pesquisadores(as) e extensionistas vinculados a instituições de ensino e pesquisa pública ou privada sem fins lucrativos, localizada no Espírito Santo. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas na plataforma SigFapes (<span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="http://www.sigfapes.es.gov.br" target="_blank" rel="noopener">www.sigfapes.es.gov.br</a></span>) até o dia 14 de maio.</p>
<p>Os recursos financeiros disponíveis para a chamada serão de R$ 2,7 milhões, oriundos da Fundação Renova, e repassados ao Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Funcitec).</p>
<p><strong>Apoio a projetos em GRUPO de Economia Verde e Azul no Espírito Santo</strong><br />
Esta chamada tem como público-alvo pesquisadores(as) e extensionistas vinculados a instituições de ensino e pesquisa pública ou privada sem fins lucrativos, localizada no Espírito Santo. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas na plataforma SigFapes (<span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="http://www.sigfapes.es.gov.br" target="_blank" rel="noopener">www.sigfapes.es.gov.br</a></span>) até o dia 14 de maio.</p>
<p>Neste edital, no entanto, exige-se que o proponente tenha titulação mínima de mestre há pelo menos 5 anos no eixo temático e linha de pesquisa da proposta. Além disso, a equipe executora terá que ser multidisciplinar e interinstitucional, sendo composta pelo coordenador e pelo menos mais três pesquisadores(as) com titulação mínima de mestre, indicados(as) como pesquisadores principais. Dois deles devem ser vinculados(as) instituições diferentes entre si e distintas da de vínculo do(a) coordenador(a).</p>
<p>O valor total disponível para o edital é de R$ 4 milhões de reais, oriundos da Fundação Renova, e repassados ao Funcitec. No entanto, o valor máximo de cada projeto é de até R$ 1 milhão.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Lançamento do Edital 07/2025 – Apoio a projetos em GRUPO de Economia Verde e Azul no Espírito Santo: <span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://fapes.es.gov.br/Media/fapes/Editais/EDITAL_FAPES_07._2025_-_APOIO_A_PROJETOS_EM_GRUPO_DE_ECONOMIA_VERDE_E_AZUL_NO_ESP%C3%8DRITO_SANTO.pdf" target="_blank" rel="noopener">clique aqui e acesse o edital</a></span></strong><br />
Prazo de submissão: até as 17h59 do dia 14/05/2025<br />
Valor total de recurso para o Edital: R$ 4 milhões<br />
Site para submissão: <span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://www.sigfapes.es.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">sigfapes.es.gov.br</a></span><br />
Dúvidas sobre o edital? duvidas@fapes.es.gov.br</p>
<p><strong>Lançamento do Edital 08/2025 – Apoio a projetos de Economia Verde e Azul no Espírito Santo: <a href="https://fapes.es.gov.br/Media/fapes/Editais/Edital_08-2025_-Apoio_a_Projetos_de_Pesquisa_Aplicada_e_de_Extens%C3%A3o_da_Economia_Verde_e_Azul.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff6600;">clique aqui e acesse o edital</span></a></strong><br />
Prazo de submissão: até as 17h59 do dia 14/05/2025<br />
Valor total de recurso para o Edital: R$ 2,7 milhões<br />
Site para submissão: <span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://www.sigfapes.es.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">sigfapes.es.gov.br</a></span><br />
Dúvidas sobre o edital? extensao@fapes.es.gov.br</p>
<p><strong>Leia também: </strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ew4yQpRBrw"><p><a href="https://emdiaes.com.br/politica/governo-do-estado-investe-mais-de-r-200-milhoes-em-cti-no-1a-semestre-de-2025/">Governo do Estado investe mais de R$ 200 milhões em CT&#038;I no 1ª semestre de 2025</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Governo do Estado investe mais de R$ 200 milhões em CT&#038;I no 1ª semestre de 2025&#8221; &#8212; Em Dia ES" src="https://emdiaes.com.br/politica/governo-do-estado-investe-mais-de-r-200-milhoes-em-cti-no-1a-semestre-de-2025/embed/#?secret=kQzTkv7hAs#?secret=ew4yQpRBrw" data-secret="ew4yQpRBrw" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Parcerias irão impulsionar economia verde no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/parcerias-irao-impulsionar-economia-verde-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 14:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[impulsionar]]></category>
		<category><![CDATA[parcerias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Protocolo de intenções prevê desenvolvimento de projetos com foco em combustíveis de baixo carbono e tecnologias de descarbonização industrial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e a empresa Vale S.A. firmaram, nesta terça-feira (15), um protocolo de intenções para fomentar a economia verde no Espírito Santo. A parceria visa o desenvolvimento de iniciativas voltadas à produção e ao consumo de combustíveis de baixo carbono, como biometano e hidrogênio verde, além da aplicação de tecnologias de captura e armazenamento de gás carbônico (CO₂).</p>
<p>Assinada no Palácio Anchieta, em Vitória, a iniciativa tem como foco a descarbonização da indústria capixaba, especialmente nos setores de mineração e siderurgia. O objetivo é construir modelos de negócios e estruturas de financiamento que possibilitem a transição energética e estimulem cadeias produtivas alinhadas com os princípios da sustentabilidade.</p>
<blockquote><p><strong><em>“A assinatura do documento sinaliza um passo importante para a construção de um ambiente mais favorável à inovação verde no Estado e reafirma o compromisso do banco em apoiar projetos que promovam a transição energética e o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo”,</em></strong> afirmou o diretor-presidente do Bandes, Marcelo Saintive.</p></blockquote>
<p>Segundo a gerente de Mudanças Climáticas da Vale, Vivian MacKnight, o protocolo representa um avanço na estratégia corporativa da empresa.<strong><em> “Temos metas claras para reduzir nossas emissões e buscamos soluções inovadoras para alcançar esses objetivos. Acreditamos que o Bandes pode ser uma alavanca de desenvolvimento para que as empresas estejam cada vez mais preparadas para atenderem o mercado de forma sustentável”,</em></strong> destacou.</p>
<p>A parceria também prevê a elaboração de estudos técnicos, o compartilhamento de conhecimentos e a mobilização de especialistas e agentes de mercado nacionais e internacionais para apoiar os projetos que surgirem a partir do acordo.</p>
<p>Para a diretora Operacional do Bandes, Gabriela Vichi, o protocolo representa mais que um compromisso com o crédito. <strong><em>“Estamos criando as condições necessárias para que novas cadeias de valor surjam no Estado, por meio da produção de combustíveis de baixo carbono. A Vale é um grande demandante do insumo, precisamos identificar e estimular o potencial de produção que o estado tem, e esta parceria é o primeiro passo para iss</em></strong>o”, pontuou.</p>
<p>Durante o evento, o governador Renato Casagrande, comentou sobre os próximos passos relacionados à criação do Fundo de Descarbonização.<strong><em> “Temos condições de publicar o edital para selecionar a gestora do Fundo e vamos dar o pontapé inicial e definitivo para esse caminho sem volta que é a descarbonização”,</em> </strong>disse.</p>
<p>O vice-governador, Ricardo Ferraço, ressaltou a relevância do acordo para a criação de soluções com potencial de impacto nacional. <strong><em>“Colocar de pé uma cooperação como essa vai estimular que outras empresas também possam se associar. A Vale está presente em alguns estados brasileiros, mas somos pioneiros numa iniciativa como essa. É mais uma experiência capixaba sinalizando ao País o caminho”,</em> </strong>afirmou.</p>
<p>Nos últimos anos, o Bandes tem atuado de forma estratégica no apoio a políticas públicas de desenvolvimento sustentável. O banco tem investido na criação de instrumentos financeiros voltados a tecnologias limpas, no incentivo à inovação industrial e na mobilização de capital voltado à economia verde.</p>
<p>A assinatura do protocolo com a Vale amplia esse escopo e estabelece uma base de cooperação para projetos de longo prazo voltados à redução de emissões, ao fortalecimento da transição energética e à modernização de setores industriais estratégicos no Espírito Santo.</p>
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