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	<title>Covid - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Covid - Em Dia ES</title>
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		<title>Cinco anos depois, pandemia de Covid-19 ainda impacta o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do impacto global à evolução da ciência, a crise sanitária moldou sistemas de saúde, economia e políticas públicas – mas o mundo está preparado para uma possível próxima pandemia?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 11 de março de 2020, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que a Covid-19 poderia ser considerada uma pandemia. O pronunciamento ocorreu durante uma coletiva de imprensa em Genebra, Suíça, e marcou um ponto de virada na resposta global ao avanço do Sars-CoV-2. Desde então, mais de 777 milhões de infecções foram registradas e mais de 7 milhões de mortes foram oficialmente contabilizadas, embora estimativas da própria OMS indiquem que o número real de óbitos pode chegar a 15 milhões.</p>
<p>A pandemia começou com o registro de um surto de pneumonia de origem desconhecida na China, em dezembro de 2019. Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), seu nível mais alto de alerta. No entanto, apenas em 11 de março daquele ano a organização utilizou oficialmente o termo &#8220;pandemia&#8221;, após perceber a inadequação das respostas de diversos governos ao avanço do vírus.</p>
<p>A declaração da pandemia levou à adoção de medidas restritivas em diversos países. Confinamentos, distanciamento social e restrições de viagem foram implementados, afetando bilhões de pessoas e provocando mudanças significativas na economia global. No auge da pandemia, cerca de 2,6 bilhões de pessoas estavam sob alguma forma de isolamento.</p>
<p>Para conter a disseminação do vírus, governos investiram na ampliação da infraestrutura hospitalar e no desenvolvimento de vacinas. A crise sanitária também evidenciou falhas nos sistemas de saúde e gerou debates sobre a preparação global para pandemias futuras. Desde então, a OMS e seus Estados-membros vêm trabalhando na elaboração de um acordo internacional para prevenir e responder a futuras crises sanitárias, cujas negociações ainda estão em andamento.</p>
<p><strong>Avanços científicos e o papel das vacinas</strong><br />
Um dos principais legados da pandemia foi o avanço tecnológico na área da saúde. O desenvolvimento de vacinas em tempo recorde se destacou como um marco na história da imunização. O mRNA sintético, uma tecnologia que já vinha sendo estudada, ganhou protagonismo com os imunizantes da Pfizer/BioNTech e Moderna, que foram os primeiros a serem aprovados e distribuídos globalmente.</p>
<p>A primeira vacina foi aplicada em 8 de dezembro de 2020 no Reino Unido, em Margaret Keenan, de 90 anos. Em 2023, os cientistas Katalin Karikó e Drew Weissman, pioneiros na pesquisa sobre mRNA, receberam o Prêmio Nobel de Medicina por suas contribuições.</p>
<p>A tecnologia de mRNA, além de viabilizar a resposta ágil à pandemia, abriu caminhos para novos tratamentos, incluindo pesquisas sobre vacinas contra o câncer. <strong><em>&#8220;Testemunhamos avanços tecnológicos em uma velocidade incrível&#8221;,</em> </strong>afirmou Margaret Harris, porta-voz da OMS, à BBC News.</p>
<p><strong>Uma catástrofe semelhante pode se repetir? </strong><br />
Segundo informações d&#8217;O Globo Para a OMS, a próxima pandemia é apenas uma questão de tempo. Em dezembro de 2021, os Estados membros da organização, cientes das graves falhas diante da Covid-19, começaram a trabalhar em um acordo internacional vinculativo sobre prevenção e preparação para pandemias para tentar evitar a repetição dos mesmos erros.</p>
<p>As negociações são difíceis e uma sessão final de negociação ainda está agendada para 7 a 11 de abril para finalizar a minuta a tempo da assembleia anual da OMS em maio. Enquanto isso, os Estados-membros conseguiram tirar a poeira dos regulamentos internacionais de saúde.</p>
<p>Nos cinco anos desde março de 2020, a OMS declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional duas vezes, ambas as vezes para epidemias de mpox. O chefe da OMS adverte regularmente os países para que não repitam o ciclo de negligência seguido de pânico que caracterizou a pandemia de Covid-19.</p>
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		<title>Vacina contra Covid-19 entra no calendário de vacinação para idosos e gestantes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacina-contra-covid-19-entra-no-calendario-de-vacinacao-para-idosos-e-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 16:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estratégia do Ministério da Saúde prevê meta de cobertura de 90% para esses públicos e amplia recomendação de imunobiológicos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra a Covid-19 para idosos com mais de 60 anos e gestantes foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação, segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde e enviada aos estados no último final de semana. A nova estratégia será implementada imediatamente nas unidades de saúde, com aplicação de doses na rotina de vacinação, conforme a disponibilidade.</p>
<p>Para os idosos, o esquema vacinal recomendado será uma dose a cada seis meses, independentemente das doses prévias recebidas. Já para as gestantes, a orientação é de uma dose em qualquer momento da gestação, em cada gravidez, também sem considerar o número de doses anteriores. A meta estabelecida para ambos os públicos é de 90% de cobertura vacinal.</p>
<p>Além dos idosos e gestantes, crianças de 6 meses a menores de 5 anos também possuem doses incluídas no calendário de rotina. A meta para este público é a mesma: 90% de cobertura.</p>
<p>Os municípios do Espírito Santo poderão adaptar a logística de aplicação das vacinas de acordo com suas realidades, priorizando a ampla divulgação para alcançar os índices preconizados pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>A partir desta atualização, as secretarias municipais de saúde devem reforçar a comunicação com a população, orientando sobre os locais de vacinação e especificações das doses disponíveis. As salas de vacinação, que já operam com a imunização de rotina, serão o ponto de aplicação das doses contra a Covid-19, sem necessidade de agendamento prévio.</p>
<p>De acordo com o Programa Estadual de Imunizações (PEI), uma nota técnica detalhando a operacionalização da estratégia será enviada aos 78 municípios do Espírito Santo ao longo da semana. Apesar disso, as prefeituras já estão autorizadas a disponibilizar as vacinas a partir da comunicação oficial.</p>
<p><strong>Detalhes da estratégia</strong><br />
As vacinas destinadas aos idosos e às gestantes incluem opções como Moderna (Spikevax), Pfizer (Comirnaty) e Serum/Zalika, sendo estas aplicadas conforme a faixa etária e as especificações técnicas. Para as gestantes menores de 12 anos, as vacinas disponíveis são Spikevax e Comirnaty, enquanto as maiores de 12 anos poderão receber qualquer uma das três opções. O mesmo esquema será adotado para os idosos.</p>
<p><strong>Grupos especiais e esquema para imunocomprometidos</strong><br />
A nova diretriz reafirma a vacinação para grupos especiais, como pessoas vivendo em instituições de longa permanência, indígenas, quilombolas, trabalhadores da saúde, entre outros. Para esses grupos, a recomendação é de uma dose única para indivíduos acima de 5 anos, com opções como Spikevax, Comirnaty ou Zalika.</p>
<p><strong>Para pessoas imunocomprometidas, o esquema vacinal é mais robusto:</strong><br />
<strong>. Entre 5 e 11 anos:</strong> esquema primário de três doses com Spikevax ou Comirnaty;</p>
<p><strong>. A partir de 12 anos:</strong> três doses com qualquer uma das três vacinas disponíveis;</p>
<p><strong>. Intervalos:</strong> quatro semanas entre a primeira e a segunda dose, e oito semanas entre a segunda e a terceira. Após completar o esquema primário, são previstas duas doses adicionais com intervalo de seis meses.</p>
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		<item>
		<title>Covid é responsável por um a cada quatro óbitos por síndrome respiratória, aponta Saúde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/covid-e-responsavel-por-um-a-cada-quatro-obitos-por-sindrome-respiratoria-aponta-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 10:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Síndromes Respiratórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pasta reforça a importância da vacinação contra a doença e recomenda que pessoas com sintomas gripais procure ajuda médica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Covid-19 representa uma parcela de 25% das mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2024.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, apenas neste ano, de 112 mil hospitalizações por SRAG, foram constatados 7 mil óbitos, dos quais 25% foram pelo coronavírus. Neste cenário, a faixa etária mais afetada foi a das pessoas com 60 anos ou mais.</p>
<p>Cerca de 17 estados brasileiros apresentam tendência de alta nas síndromes respiratórias a longo prazo, de acordo com o relatório InfoGripe da Semana Epidemiológica 35, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Destes, pode-se citar Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e o Distrito Federal.</p>
<p>A pasta indica que qualquer pessoa que apresentar sintomas gripais, como febre, tosse, dor de garganta e/ou coriza, com ou sem falta de ar, deve procurar uma instituição de saúde para atendimento médico.</p>
<p>Ainda, com a onda de calor que atinge o Brasil, as queimadas, e a baixa umidade do ar, a população pode desenvolver problemas respiratórios, de acordo com o médico otorrinolaringologista Bruno Borges de Carvalho Barros, especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia.</p>
<p><strong>Vacinação</strong><br />
O Ministério da Saúde recomenda, também, a vacinação contra a Covid-19 para alguns grupos prioritários, sendo eles:</p>
<ul>
<li>pessoas com 60 anos ou mais;</li>
<li>pessoas vivendo em instituições de longa permanência (ILPI e RI) e seus trabalhadores;</li>
<li>pessoas imunocomprometidas;</li>
<li>indígenas;</li>
<li>ribeirinhos;</li>
<li>quilombolas;</li>
<li>gestantes e puérperas;</li>
<li>trabalhadores da saúde;</li>
<li>pessoas com deficiência permanente;</li>
<li>pessoas com comorbidades;</li>
<li>pessoas privadas de liberdade (a partir de 18 anos);</li>
<li>funcionários do sistema de privação de liberdade;</li>
<li>adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e</li>
<li>pessoas em situação de rua.</li>
</ul>
<p>Além disso, o imunizante é recomendado no calendário de rotina para crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade. As pessoas entre cinco e 59 anos de idade, que não fazem parte dos grupos prioritários e nunca foram vacinadas, podem receber o esquema primário, que é composto por uma dose da vacina XBB.</p>
<p>O órgão também reforça a importância para a vacinação contra a influenza, que é orientada para pessoas acima de seis meses de idade.</p>
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		<item>
		<title>Vacinação nos supermercados imunizou 565 pessoas em Cariacica</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacinacao-nos-supermercados-imunizou-565-pessoas-em-cariacica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 11:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cariacica]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao todo foram 565 doses aplicadas em quatro dias</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal contra a gripe (Influenza) e Covid em Cariacica, na Grande Vitória, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) realizou vacinação itinerante em quatro supermercados da cidade na última semana. Ao todo foram 565 doses aplicadas em quatro dias, sendo 187 contra Covid-19 e 378 contra gripe (Influenza).</p>
<p>Na sexta-feira (28), último dia da vacinação nos supermercados, a equipe esteve no Casagrande do bairro Cruzeiro do Sul. Foram aplicadas 148 doses, sendo 95 contra gripe (Influenza) e 52 contra Covid-19.</p>
<p>Uma das imunizadas foi a aposentada Glória Maria Aguiar, de 70 anos, moradora de Cruzeiro do Sul.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;É importante a gente tomar a vacina e eu não deixo de receber a imunização todos os anos&#8221;</strong>, resumiu ela, que tomou a dose contra a gripe.</p>
<p><strong>&#8220;É fundamental para manter a saúde&#8221;</strong>, pontuou o aposentado de 81 anos Marino Pedro Favero. Ele completou: <strong>&#8220;Além de estar imunizado, o segredo para manter a longa idade é dançar forró e fazer caminhada&#8221;</strong>, brincou ele, que é morador de Cruzeiro do Sul e tomou vacina contra a gripe.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Covid-19: entenda como fica a vacinação por idade e grupo prioritário</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/covid-19-entenda-como-fica-a-vacinacao-por-idade-e-grupo-prioritario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[prioridade na vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vacina integra o Programa Nacional de Imunizações desde janeiro</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde janeiro de 2024, a vacina contra a covid-19 integra o Programa Nacional de Imunizações (PNI). A recomendação do Ministério da Saúde é que estados e municípios priorizem crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos, imunocomprometidos, gestantes e puérperas.</p>
<p>Em maio, a pasta confirmou a compra de 12,5 milhões de doses do imunizante contra a covid-19 SpikeVax, produzido pela farmacêutica Moderna. O processo de aquisição emergencial, segundo o ministério, começou em dezembro de 2023, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a versão mais atualizada da vacina.</p>
<p>A SpikeVax é uma dose monovalente que protege contra uma subvariante específica da covid-19, a XBB 1.5, conhecida popularmente como Kraken e um subtipo da variante Ômicron. A vacina é registrada pela empresa Adium S.A. e fabricada pela Moderna, com indicação para imunização ativa em crianças a partir de 6 meses e adultos.</p>
<p><strong>Esquema primário</strong><br />
Com a aquisição da nova dose, o esquema primário de vacinação contra a covid-19 no Brasil, em 2024, passa a funcionar da seguinte forma:</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias devem receber duas doses, ambas monovalentes (SpikeVax), com intervalo de quatro semanas entre elas;</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Pessoas com 5 anos ou mais que fazem parte de grupos prioritários devem receber uma dose monovalente (SpikeVax);</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Imunocomprometidos com 5 anos ou mais devem receber três doses, sendo a primeira monovalente (SpikeVax). A segunda dose deve ser aplicada quatro semanas depois e a terceira, oito semanas após a segunda dose.</p>
<p>De acordo com a Estratégia de Vacinação contra a Covid-19 em 2024, o esquema primário não é mais recomendado rotineiramente para pessoas com 5 anos ou mais que não fazem parte de grupos prioritários. Entretanto, se a pessoa não tiver sido vacinada anteriormente e optar por se vacinar agora, pode receber uma dose da vacina monovalente (SpikeVax).</p>
<p>No caso de crianças menores de 5 anos completamente imunizadas (três doses) anteriormente com outras vacinas contra a covid-19, a orientação do ministério é que elas recebam mais uma dose da vacina monovalente (SpikeVax).</p>
<p><strong>Doses anuais ou reforço</strong><br />
Além de completar o esquema primário contra a covid-19, é preciso atentar para as doses anuais, que passaram a funcionar da seguinte forma:</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Grupos prioritários a partir de 5 anos devem receber uma dose anual da vacina monovalente (SpikeVax), desde que aplicada com intervalo mínimo de três meses desde a administração da última dose contra a covid-19;</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Imunocomprometidos a partir de 5 anos, gestantes, puérperas e idosos a partir de 60 anos devem receber duas doses anuais da vacina monovalente (SpikeVax), com intervalo mínimo de seis meses entre elas;</p>
<p>Pessoas com 5 anos ou mais que não pertencem a grupos prioritários e já possuem o esquema primário completo (duas doses) não têm indicação para receber a dose anual ou reforço.</p>
<p><strong>Esquema incompleto</strong><br />
Quem está com o esquema primário contra a covid-19 incompleto e faz parte de grupos prioritários deve receber uma dose da vacina monovalente (SpikeVax) conforme as orientações abaixo:</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Pessoas com apenas uma dose devem receber mais uma dose (intervalo mínimo de quatro semanas);</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Pessoas com duas doses devem receber mais uma dose (intervalo mínimo de seis meses).</p>
<p>Crianças de 6 meses a 4 anos que iniciaram o esquema de três doses e completaram 5 anos antes de terminar o esquema devem seguir as orientações abaixo:</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Quem recebeu apenas uma dose antes dos 5 anos deve receber mais uma dose e encerrar o esquema;</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Quem recebeu duas doses antes dos 5 anos deve encerrar o esquema;</p>
<p><strong>&#8211;</strong> Quem recebeu três doses antes dos 5 anos deve considerar o esquema completo e não precisa receber novas doses.</p>
<p><strong>Não vacinados</strong><br />
Pessoas de grupos prioritários que nunca foram vacinadas contra a covid-19 devem receber duas doses, com intervalo de quatro semanas entre elas. Gestantes, puérperas, imunocomprometidos e idosos com 60 anos ou mais nessa situação, além das duas doses, devem receber uma dose de reforço, após seis meses da última dose.</p>
<p>Já pessoas imunocomprometidas que nunca foram vacinadas devem receber três doses, com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose, conforme esquema primário definido. Uma dose de reforço pode ser aplicada no grupo após seis meses da última dose.</p>
<p><strong>Grupos prioritários</strong><br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas com 60 anos ou mais;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas imunocomprometidas;<br />
<strong>&#8211;</strong> Indígenas vivendo em terra indígena;<br />
<strong>&#8211;</strong> Ribeirinhos;<br />
<strong>&#8211;</strong> Quilombolas;<br />
<strong>&#8211;</strong> Gestantes e puérperas;<br />
<strong>&#8211;</strong> Trabalhadores da saúde;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas com deficiência permanente;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas com comorbidades;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas privadas de liberdade;<br />
<strong>&#8211;</strong> Funcionários do sistema de privação de liberdade;<br />
<strong>&#8211;</strong> Adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas;<br />
<strong>&#8211;</strong> Pessoas em situação de rua.</p>
<p><strong>Viajantes</strong><br />
Em caso de viagem internacional, devem ser verificadas as exigências do país de destino. Caso o país exija esquema vacinal contra a covid-19, e o viajante não tiver nenhuma dose, ele poderá receber o esquema de até duas doses. De acordo com o Ministério da Saúde, estados e municípios devem avaliar as situações individualmente, no intuito de encontrar o melhor esquema vacinal conforme a disponibilidade do imunizante e as exigências do país de destino.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/covid-19-entenda-como-fica-a-vacinacao-por-idade-e-grupo-prioritario/">Covid-19: entenda como fica a vacinação por idade e grupo prioritário</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Nova linhagem do Coronavírus detectada no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/nova-linhagem-do-coronavirus-detectada-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 10:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus ES]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<category><![CDATA[variante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sesa reforça a necessidade de que todos os cidadãos mantenham as medidas de proteção e fiquem atentos à etiqueta respiratória</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Saúde (Sesa) confirma, nesta quinta-feira (13), a detecção da nova linhagem do Coronavírus, KP.2, no Estado. Essa é a segunda ocorrência da variante no Brasil e na América do Sul, tendo sido previamente identificada em Brasília em uma amostra coletada em 09 de maio de 2024. A nova linhagem, KP.2, faz parte das chamadas variantes FliRT, conhecidas por suas mutações específicas.</p>
<p>Esta variante tornou-se dominante nos Estados Unidos e foi responsável por um aumento significativo no número de casos em diversos países da Europa, Ásia e Oceania. A KP.2 tem três alterações na proteína spike em comparação com a variante JN.1, o que lhe confere uma maior capacidade de evasão imunológica.</p>
<p><strong>Detecção e Vigilância Genômica</strong><br />
A identificação da KP.2 no Espírito Santo foi possível graças ao trabalho de vigilância genômica realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES). A amostra foi coletada de um paciente residente em Vitória, no dia 14 de maio de 2024, e a confirmação da variante ocorreu após a rotina de sequenciamento do SARS-CoV-2.</p>
<p>De acordo com o diretor do Lacen, Rodrigo Rodrigues, a presença da KP.2 pode levar a um aumento significativo no número de casos nas próximas semanas, dado seu histórico de rápida disseminação em outras regiões.</p>
<p>A KP.2 é considerada parte da família Ômicron do Coronavírus e suas mutações compartilham características com outras variantes FliRT, que têm demonstrado uma habilidade significativa para evadir a resposta imunológica tanto de infecções anteriores quanto de algumas vacinas.</p>
<p>Diante dessa nova ameaça, a Sesa reforça a necessidade de que todos os cidadãos mantenham as medidas de proteção e fiquem atentos à etiqueta respiratória.</p>
<blockquote><p><strong>“A vacinação continua sendo a principal ferramenta para combater a disseminação do vírus e a população é incentivada a completar o esquema vacinal e a receber as doses de reforço quando elegíveis”</strong>, destacou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso.</p></blockquote>
<p><strong>Como funciona a vacinação contra a Covid-19</strong><br />
A partir de 2024, o Ministério da Saúde definiu que a vacina da Covid-19 como reforço será administrada na população com mais de 5 anos de idade pertencente aos grupos prioritários estabelecidos, além da inclusão da dose ao Calendário Nacional de Vacinação para crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade.</p>
<p>Com a incorporação da vacina da Moderna ao Programa Nacional de Imunização (PNI), há a orientação das doses de reforço acontecerem anualmente ou semestralmente, a depender do grupo prioritário.</p>
<p>Os grupos prioritários são: Pessoas de 60 anos ou mais; Pessoas vivendo em instituições de longa permanência (ILPI e RI) e seus trabalhadores; Pessoas imunocomprometidas; Indígenas; Ribeirinhos; Quilombolas; Gestantes e puérperas; Trabalhadores da saúde; Pessoas com deficiência permanente; Pessoas com comorbidades; Pessoas privadas de liberdade (maior ou igual a 18 anos); Funcionários do sistema de privação de liberdade; Adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; Pessoas em situação de rua.</p>
<p>Idosos a partir de 60 anos, imunocomprometidos a partir de 5 anos, gestantes e puérperas devem receber duas doses de reforço ao longo do ano, com um intervalo mínimo de seis meses entre elas. Os demais grupos prioritários devem receber uma dose de reforço anualmente. Além disso, pessoas acima de 5 anos de idade da população geral que não receberam nenhuma dose da vacina covid-19 poderão receber uma dose da vacina covid-19 XBB.</p>
<p>Para informações sobre a incidência da Covid-19 no ES, acesse o <a href="https://coronavirus.es.gov.br/painel-covid-19-es" target="_blank" rel="noopener">Painel Covid ES</a>.</p>
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		<title>Covid-19: casos aumentam 80% no mundo e mortes caem 57%</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/covid-19-casos-aumentam-80-no-mundo-e-mortes-caem-57/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 10:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados foram divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e mostram análise dos últimos 28 dias</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 1,5 milhão de novos casos de Covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Os números mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos provocados pela doença, a região do Pacífico Ocidental identificou aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos.</p>
<p>Desde o dia 6 de agosto, mais de 769 milhões de casos foram reportados globalmente, além de cerca de 6,9 milhões de mortes.</p>
<blockquote><p><em>“Atualmente, os casos relatados não representam com precisão as taxas de infecção devido à redução de testes e relatórios globalmente. Durante esse período de 28 dias, 44% (103 de 234) dos países relataram pelo menos um caso à OMS – uma proporção que vem diminuindo desde meados de 2022”</em>, destacou a entidade em comunicado.</p></blockquote>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Bp60eHeXYQ"><p><a href="https://emdiaes.com.br/saude/covid-19-so-11-das-criancas-ate-5-anos-tomaram-duas-doses-da-vacina/">Covid-19: só 11% das crianças até 5 anos tomaram duas doses da vacina</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Covid-19: só 11% das crianças até 5 anos tomaram duas doses da vacina&#8221; &#8212; Em Dia ES" src="https://emdiaes.com.br/saude/covid-19-so-11-das-criancas-ate-5-anos-tomaram-duas-doses-da-vacina/embed/#?secret=nidWhj311A#?secret=Bp60eHeXYQ" data-secret="Bp60eHeXYQ" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Vacinas bivalentes e monovalentes são igualmente eficazes e protegem da Covid; entenda</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacinas-bivalentes-e-monovalentes-sao-igualmente-eficazes-e-protegem-da-covid-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 10:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois tipos de imunizantes agem do mesmo modo no organismo, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos e células de defesa contra o coronavírus, reduzindo o risco de agravamento da infecção</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o início da aplicação das vacinas bivalentes contra a Covid-19, surgiram dúvidas sobre a eficácia das vacinas monovalentes contra a doença. As vacinas bivalentes são as chamadas segunda geração do imunizante, ou seja, são aquelas que possuem em sua composição a cepa original e subvariantes da Ômicron – <a href="https://emdiaes.com.br/saude/como-funcionam-as-vacinas-bivalentes-contra-a-covid-19-aplicadas-no-brasil/">entenda como elas funcionam</a>.</p>
<p>Tanto as bivalentes quanto as monovalentes, da primeira distribuição, agem do mesmo modo no organismo, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos protetores e células de defesa contra o vírus SARS-CoV-2. Quando infectada pelo vírus, a pessoa vacinada conseguirá combatê-lo rapidamente, pois já tem imunidade.</p>
<p>O Ministério da Saúde esclareceu que os dois tipos de imunizantes são igualmente eficazes e capazes de oferecer proteção contra a infecção pelo coronavírus. Entenda abaixo quais as diferenças entre as duas vacinas e por que há necessidade de atualização dos imunizantes.</p>
<p><strong>Por que precisamos de vacinas atualizadas?</strong><br />
As vacinas contra a Covid-19 foram desenvolvidas com o objetivo principal de prevenir a evolução da doença para casos graves, hospitalizações e mortes. As doses chamadas <em>“monovalentes”</em> foram criadas a partir da cepa original do vírus, circulante em Wuhan, na China, no início da pandemia.</p>
<p>Ao longo dos últimos três anos, o SARS-CoV-2 continuou a evoluir, conforme a circulação viral se tornou global, levando ao surgimento de inúmeras variantes, como as mais conhecidas Alfa, Beta, Gama, Delta e Ômicron.</p>
<p>Diante do surgimento de uma nova variante, cientistas em todo o mundo buscam entender se a nova linhagem do vírus representa algum tipo de impacto para as vacinas em uso no mundo.</p>
<p>Atualmente, a Ômicron é a variante prevalente em circulação no mundo, de acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Estudos apontam que as subvariantes BA.4 e BA.5 da Ômicron conseguem escapar dos anticorpos de pessoas que tiveram infecção anterior por Covid-19 ou que já receberam a dose de reforço da vacina. No entanto, os dados mostram que a vacinação com as doses monovalentes ainda fornece proteção significativa contra formas graves da doença.</p>
<p>Desde a identificação da Ômicron, em novembro de 2021, laboratórios e farmacêuticas se mobilizaram desenvolver vacinas capazes de reduzir os impactos da variante.</p>
<p><strong>Você está protegido com a vacina monovalente</strong><br />
O surgimento das variantes do coronavírus levou à redução da eficácia das vacinas monovalentes contra infecções sintomáticas, mas essas vacinas ainda mantêm a efetividade contra a doença na forma grave e óbitos, desde que sejam tomadas as doses conforme a recomendação do Ministério da Saúde.</p>
<p>Os estudos de acompanhamento das vacinas indicam que as doses de reforço de vacinas monovalentes restauraram uma proteção contra desfechos graves associados à Ômicron.</p>
<p>O avanço no conhecimento científico sobre a imunidade gerada pelas vacinas revelou que a proteção tende a diminuir com o passar do tempo, entre seis e oito meses após a aplicação das duas doses iniciais.</p>
<p>Para resgatar a prevenção contra o agravamento e a morte pela infecção causada pelo coronavírus, a comunidade científica chegou ao consenso sobre a importância da aplicação de doses de reforço.</p>
<p>Estudos mostram que essa estratégia amplia a resposta imunológica e aumenta em mais de cinco vezes a proteção contra casos graves e óbitos pelo coronavírus.</p>
<p>A definição sobre os públicos elegíveis para receber doses de reforço é feita pelo Ministério da Saúde, a partir da recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O público apto a receber doses de reforço tem sido ampliado ao longo da pandemia de acordo com novas evidências científicas que sugerem o benefício das aplicações adicionais.</p>
<p>O início ou continuidade do esquema vacinal, ou seja, as duas primeiras doses da vacina, e também a aplicação do reforço, ocorrem com as vacinas monovalentes.</p>
<ul>
<li>Crianças entre 6 meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade;</li>
<li>crianças entre 5 e 11 anos de idade;</li>
<li>adolescentes e adultos de 12 a 59 anos de idade.</li>
</ul>
<p><strong>Cronograma de aplicação das vacinas bivalentes</strong><br />
As vacinas bivalentes serão aplicadas nos grupos prioritários que já receberam pelo menos duas doses monovalentes prévias – <a href="https://emdiaes.com.br/saude/movimento-nacional-pela-vacinacao-confira-o-cronograma-do-ministerio-da-saude/">veja o cronograma</a>. Na primeira etapa do Movimento Nacional pela Vacinação, a imunização será oferecida para pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença. Neste primeiro momento, serão vacinados idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas.</p>
<p>Em seguida, conforme o avanço da campanha e o cronograma de entrega de doses, outros grupos serão vacinados, como as pessoas entre 60 e 69 anos, as pessoas com deficiência permanente, os trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas e a população privada de liberdade. As datas exatas serão divulgadas pelos municípios.</p>
<p>Para quem faz parte do público-alvo, é necessário ter completado o ciclo vacinal com os imunizantes monovalentes para, então, receber a dose de reforço bivalente, respeitando um intervalo de quatro meses da última dose recebida, segundo o ministério.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/vacinas-bivalentes-e-monovalentes-sao-igualmente-eficazes-e-protegem-da-covid-entenda/">Vacinas bivalentes e monovalentes são igualmente eficazes e protegem da Covid; entenda</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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