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	<title>Corrupção - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Corrupção - Em Dia ES</title>
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		<title>PF diz que deputada do MDB era &#8216;articuladora política&#8217; de esquema de fraudes no INSS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/pf-diz-que-deputada-do-mdb-era-articuladora-politica-de-esquema-de-fraudes-no-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Gorete Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Indébito]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Indébito aponta Maria Gorete Pereira (MDB-CE) como articuladora de fraudes em aposentadorias. Ex-presidente do INSS teria recebido R$ 4 milhões em propinas de grupo financeiro que planejava comprar jatos particulares</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta terça-feira (17), a Operação Indébito para desarticular um esquema criminoso suspeito de desviar até R$ 6,3 bilhões por meio de descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS. A ação cumpriu mandados no Ceará e no Distrito Federal. A deputada federal Maria Gorete Pereira (MDB-CE) foi alvo de buscas, teve restrições impostas pela Justiça e passou a usar tornozeleira eletrônica sob a acusação de atuar como &#8220;articuladora política&#8221; do grupo. A operação resultou, ainda, nas prisões preventivas do empresário Natjo de Lima Pinheiro e da advogada Cecília Rodrigues Mota, apontados como os operadores financeiros da fraude.</p>
<p><strong>Como funcionava a fraude contra os aposentados</strong><br />
Segundo o inquérito da PF, o esquema operou entre 2019 e 2024, baseando-se na realização de descontos associativos não autorizados diretamente nos benefícios de segurados do INSS. A fraude era viabilizada por meio de associações de fachada e do pagamento sistemático de propinas a servidores públicos.</p>
<p>As investigações revelam que os recursos para os pagamentos ilícitos partiam das empresas de Natjo de Lima Pinheiro. O empresário repassava os valores mensalmente para a advogada Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen) e da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB). Cabia a Cecília distribuir o dinheiro aos servidores do INSS, em pagamentos rotulados nas mensagens interceptadas como &#8220;COMISSÃO BRASÍLIA BSB&#8221;.</p>
<p>Os diretores das associações envolvidas atuariam como &#8220;laranjas&#8221; do trio para firmar acordos fraudulentos de desconto junto à autarquia federal.</p>
<p><strong>O papel da deputada Maria Gorete Pereira</strong><br />
A deputada federal Maria Gorete Pereira, de 74 anos, é apontada como a principal força política do grupo. O Ministério Público Federal (MPF) e a PF afirmam que a parlamentar utilizava sua influência para contatar autoridades, pressionar servidores por agilidade na aprovação de entidades ligadas ao esquema e viabilizar acordos com o INSS.</p>
<p>De acordo com a PF, a deputada controlava efetivamente associações de aposentados por meio de procurações com amplos poderes e abria empresas de fachada em nome de familiares para lavar o dinheiro desviado. O nome de Maria Gorete aparece em uma tabela de controle de propinas interceptada pelos investigadores, associado ao valor de R$ 780.433,50.</p>
<p>Em mensagens trocadas com Cecília, o empresário Natjo Pinheiro relatou que a parlamentar estaria &#8220;ganhando 1,5 milhão&#8221; e que exigia maior controle sobre os negócios:<strong> &#8220;Estou ficando sem grana. A Gorete quer ficar com 70% da entidade&#8221;,</strong> escreveu o empresário. A PF concluiu ainda que um apartamento de mais de R$ 4 milhões, adquirido formalmente por uma empresa administrada pela sobrinha da deputada, pertence, na realidade, à parlamentar.</p>
<p>Apesar do pedido de prisão feito pela PF contra a deputada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator do caso, optou por medidas cautelares diversas, como o monitoramento por tornozeleira eletrônica.</p>
<p><strong>Propinas a ex-presidente e cúpula do INSS</strong><br />
O relatório da operação detalha que o esquema corrompeu a alta cúpula do INSS. Alessandro Stefanutto, ex-presidente da autarquia preso em novembro de 2025 durante uma fase anterior da investigação (Operação Sem Desconto), recebeu cerca de R$ 4 milhões em propinas entre abril de 2024 e janeiro de 2025. O dinheiro partiu de contas vinculadas à investigada Cecília Rodrigues Mota. A deputada Gorete Pereira mantinha contato frequente com Stefanutto para viabilizar o credenciamento das entidades.</p>
<p>Além dele, mensagens apontam o pagamento de valores indevidos a outros ex-diretores presos no ano passado:</p>
<ul>
<li><strong>André Paulo Fidelis (ex-diretor de benefícios):</strong> Assinou termos de cooperação com as entidades vinculadas ao grupo.</li>
<li><strong>Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho (ex-procurador-geral):</strong> Ratificou entendimentos técnicos que permitiram o desbloqueio em lote de benefícios para as cobranças das associações.</li>
</ul>
<p>A nova fase da operação também mirou servidores em atividade. Foram afastados de suas funções o diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev, Alan Santos, e outros três servidores do INSS cujos nomes não foram divulgados.</p>
<p><strong>Ostentação e &#8220;jatinho&#8221; particular</strong><br />
As quebras de sigilo revelaram que o dinheiro subtraído dos aposentados financiava bens de alto luxo. A PF cita a aquisição de uma caminhonete BMW X6 e de uma aeronave por Natjo Pinheiro como provas do enriquecimento ilícito.</p>
<p>A intenção de adquirir bens de luxo também foi registrada em conversas da advogada Cecília Mota. Em um dos áudios interceptados, ela cobra um interlocutor sobre a compra de uma aeronave:<strong> “Deixa de fazer corpo mole. Vai atrás desse negócio, bora comprar um jatinho. O Natjo já vai comprar um jato. Vambora entrar na fila?&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O que dizem as defesas</strong><br />
Os citados se manifestaram por meio de notas oficiais após a deflagração da operação:</p>
<ul>
<li><strong>Maria Gorete Pereira (MDB-CE):</strong> A deputada reiterou que não praticou qualquer ato ilícito e classificou as informações divulgadas como distantes da realidade. Afirmou que sua trajetória pública de mais de 40 anos é pautada pela integridade e que está confiante no devido processo legal. A defesa técnica, liderada pelo advogado Waldir Xavier, declarou que se manifestará após análise detalhada da decisão.</li>
<li><strong>Natjo Pinheiro:</strong> O advogado Bruno Queiroz considerou a prisão preventiva &#8220;desnecessária e desproporcional&#8221;. A defesa argumentou que o empresário já havia sido alvo de buscas e bloqueio de bens em abril de 2025, ressaltando que os descontos sob investigação estão paralisados, o que anularia o risco de continuidade delitiva ou fuga. A defesa informou que recorrerá para revogar a prisão.</li>
<li><strong>Cecília Rodrigues Mota:</strong> Em depoimento à CPMI do INSS prestado no ano passado, a advogada confirmou ser proprietária das empresas investigadas e ter movimentado milhões de reais, mas negou que os recursos tivessem origem ilícita.</li>
</ul>
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		<title>Justiça torna réus 15 acusados de corrupção e pode bloquear R$ 39 milhões em São Mateus</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/justica-torna-reus-15-acusados-de-corrupcao-e-pode-bloquear-r-39-milhoes-em-sao-mateus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel da Açaí]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Norte do Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Operação policial]]></category>
		<category><![CDATA[sao mateus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Magistrada da 2ª Vara Federal Criminal de Vitória acolhe acusação do MPF sobre suposta organização criminosa. Grupo teria atuado entre 2017 e 2024 em esquema ligado ao ex-prefeito</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra 15 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa em São Mateus, no Norte do Estado. O grupo, que teria atuado entre 2017 e 2024, pode ter quase R$ 39 milhões bloqueados para garantir o ressarcimento dos prejuízos supostamente causados aos cofres públicos.</p>
<p>A decisão foi proferida pela juíza federal Flávia Rocha Garcia, da 2ª Vara Federal Criminal de Vitória. Segundo a denúncia, o grupo seria capitaneado pelo então prefeito Daniel Santana Barbosa, o Daniel da Açaí (sem partido). Eles teriam se associado para cometer ilícitos envolvendo contratos custeados com verbas federais, fato que motivou a competência da Justiça Federal para conduzir a ação penal.</p>
<p>O processo tramitava inicialmente no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), fundamentado em investigações policiais iniciadas em 2020. O Tribunal, no entanto, determinou a remessa do caso para a primeira instância ao entender que Daniel da Açaí não ocupava mais o cargo de prefeito. Na decisão, a magistrada aplicou o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece que a prerrogativa de foro para crimes praticados no exercício do cargo <strong>&#8220;subsiste mesmo após o investigado deixar o posto&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Confira a lista dos réus na denúncia:</strong></p>
<p>Airton de Oliveira Mendonça;<br />
Caio Faria Donatelli;<br />
Cesar de Lima do Nascimento;<br />
Cilmar Quartezani Faria;<br />
Edivaldo Rossi da Silva;<br />
Gustavo Nunes Massete;<br />
Honorio Frisso Filho;<br />
João de Castro Moreira;<br />
Luana Zordan Palombo;<br />
Mauricia Maciel Peçanha;<br />
Orlando Bona;<br />
Paulo Cesar Oliveira Gama;<br />
Rogerio de Castro;<br />
Wagner Rock Viana;<br />
Yosho Santos.</p>
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		<item>
		<title>Empresários suspeitos de fraude em Pedro Canário se entregam à polícia</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/policia/empresarios-suspeitos-de-fraude-em-pedro-canario-se-entregam-a-policia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 21:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Fun House]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Canário]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigação aponta desvio em contrato de brinquedos infláveis com participação de secretário municipal</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois empresários suspeitos de integrar um esquema de corrupção na prefeitura de Pedro Canário se entregaram à polícia e foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de São Mateus. Adair Vizentini Narcizo e Paulo César Oliveira Gama são apontados, junto ao secretário de Cultura Fúlvio Trindade de Almeida, como envolvidos em fraude em licitação para a contratação de brinquedos infláveis.</p>
<p>A Secretaria de Estado da Justiça informou que os dois foram encaminhados ao CDP de São Mateus, enquanto o secretário, preso anteriormente, foi transferido para a Penitenciária de Segurança Média 1, em Viana.</p>
<p>A prefeitura publicou nesta terça-feira (26) a exoneração do secretário de Cultura. Segundo a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Fun House, realizada em dezembro de 2024, que identificou irregularidades em contratos firmados pelas prefeituras de Pedro Canário e São Mateus.</p>
<p>As apurações indicam que a Secretaria de Cultura contratou uma empresa para fornecer os brinquedos, mas o serviço era realizado por terceiros, e parte do valor pago era destinada ao pagamento de propina ao secretário.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa: corrupção é o maior problema do Brasil para 54,9%</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/pesquisa-corrupcao-e-o-maior-problema-do-brasil-para-549/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 11:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento ouviu 7.334 pessoas entre os dias 25 e 28 de julho; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para 54,9% dos brasileiros, a corrupção é considerada o maior problema do país hoje, de acordo com uma pesquisa da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (31).</p>
<p>Na sequência, aparecem criminalidade e tráfico de drogas, com 41,8%; extremismo e polarização política e enfraquecimento da democracia, ambos com 22,2%.</p>
<p>Economia e inflação aparecem em quinto lugar, com 21%.</p>
<p>Os &#8220;menores problemas&#8221; apontados pelos entrevistados foram migração e controle de fronteiras, com 0,1%; estradas, portos e aeroportos, com 0,3%; outro, com 2,3% e mudança dos valores tradicionais, com 2,5%. Educação aparece na sequência, escolhida por 3,1%. Saúde teve 3,9%.</p>
<p>Outros temas, como conservadorismo e impostos altos e ambiente de negócios, apareceram com 15,4% e 12%, respectivamente.</p>
<p>A pesquisa coletou dados de 7.334 pessoas entre os dias 25 e 28 de julho por meio do chamado recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), com questionários on-line. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.</p>
<p><strong>Maiores problemas do Brasil</strong></p>
<ul>
<li>Corrupção: 54,9%</li>
<li>Criminalidade e Tráfico de Drogas: 41,8%</li>
<li>Extremismo e Polarização Política: 22,2%</li>
<li>Enfraquecimento da Democracia: 22,2%</li>
<li>Economia e Inflação: 21%</li>
<li>Mau Funcionamento da Justiça:18,1%</li>
<li>Conservadorismo: 15,4%</li>
<li>Degradação do Meio Ambiente e Aquecimento Global: 14,6%</li>
<li>Ameaças Externas (Guerra e Terrorismo): 12,1%</li>
<li>Impostos Altos e Ambiente de Negócios: 12%</li>
<li>Racismo, Homofobia, Xenofobia e Anti-Semitismo: 10,4%</li>
<li>Equilíbrio Fiscal e Gestão das Finanças Públicas: 9,2%</li>
<li>Pobreza, Desemprego e Desigualdade Social: 8,8%</li>
<li>Violência Policial: 5,9%</li>
<li>Situação da Saúde: 3,9%</li>
<li>Situação da Educação: 3,1%</li>
<li>Mudança dos valores tradicionais: 2,5%</li>
<li>Outro: 2,3%</li>
<li>Estradas, Portos e Aeroportos: 0,3%</li>
<li>Migração e Controle das fronteiras: 0,1</li>
</ul>
<p><strong>Fonte:</strong> AtlasIntel/bloomberg</p>
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		<item>
		<title>Brasil despenca em índice de corrupção e tem pior nota desde 2012</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/brasil-despenca-em-indice-de-corrupcao-e-tem-pior-nota-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[nota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transparência Internacional coloca o país em 107º lugar entre 180 nações; há dois anos, estava na 96ª posição</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil despencou no índice de corrupção elaborado anualmente pela Transparência Internacional e obteve sua pior nota desde 2012, quando foi iniciada a série histórica.</p>
<p>Em um total de 180 países, o Brasil passou da 96ª colocação em 2022 para o 104º lugar em 2023 e agora caiu mais três posições, indo para 107º da lista.</p>
<p>Há dez anos, o Brasil estava empatado com outros países da União Europeia — como Itália, Grécia, Bulgária e Romênia.</p>
<p>Desde então, recuou 38 posições e hoje está praticamente ao lado de Argélia, Nepal, Tailândia e Turquia.</p>
<p>O Índice de Percepção da Corrupção (IPC) é considerado um dos principais indicadores do mundo nessa área.</p>
<p>O ranking agrega dados oriundos de diferentes fontes que trazem a percepção de acadêmicos, juristas, empresários e outros especialistas sobre o nível de corrupção no setor público em cada país analisado.</p>
<p>As notas vão de zero a 100. Quanto maior a nota, maior é a percepção de integridade do país. De um pico de 43, registrado em 2012 e em 2014, o Brasil recebeu nota 38 em 2022 e 36 em 2023. Agora caiu ainda mais e foi para 34 em 2024.</p>
<p>A Transparência Internacional destacou dez pontos negativos sobre o Brasil no ano passado. Entre eles, cita o “silêncio reiterado” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a pauta anticorrupção e a repactuação dos acordos de leniência firmados com empresas envolvidas na Operação Lava Jato.</p>
<p>O “agigantamento” e “descontrole” das emendas parlamentares, a aprovação da PEC da Anistia (com uma espécie de Refis dos partidos políticos), a falta de transparência do Novo PAC e a percepção de “crescente ingerência política na Petrobras” são outros pontos mencionados.</p>
<p>Em 2024, os melhores colocados no índice da Transparência Internacional foram Dinamarca (90 pontos), Finlândia (88) e Cingapura (84).</p>
<p>O trio de piores colocados tem Sudão do Sul (nota 8), Somália (9) e Venezuela (10).</p>
<p>Os países mais bem posicionados da América Latina são o Uruguai, o Chile e a Costa Rica. A Argentina (com 37 pontos) está perto do Brasil. Peru, Equador e Bolívia ficam atrás.</p>
<p>No ano passado, em resposta à divulgação da Transparência Internacional sobre a queda do Brasil em seu ranking anual, a Controladoria-Geral da União (CGU) disse que o movimento deveria ser interpretado com “cautela”;</p>
<p>A CGU ressaltou, na ocasião, que “estudos internacionais discutem as limitações metodológicas de índices baseados em percepção”.</p>
<blockquote><p><strong>“Diversos organismos internacionais – entre eles ONU, G20 e OCDE – têm discutido a elaboração de novas medidas sobre o tema. A corrupção é um fenômeno complexo e nenhum indicador consegue medir todos os seus aspectos”</strong>, disse a CGU.</p></blockquote>
<p>Além disso, a Controladoria afirmou que “trabalha diariamente para identificar e corrigir riscos de corrupção em políticas públicas, contratações e outras ações do Estado”.</p>
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		<item>
		<title>Bolsonaro sanciona lei que autoriza doações no meio da campanha e manobras no pagamento de emendas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/bolsonaro-sanciona-lei-que-autoriza-doacoes-no-meio-da-campanha-e-manobras-no-pagamento-de-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto faz parte de um pacote revelado pelo Estadão. Para especialistas, a medida cria uma nova espécie de “pedalada”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o projeto que autoriza o governo distribuir verbas federais mesmo em período eleitoral. De distribuição de cesta básica a tratores, a proposta, que agora virou lei, elimina a trava que impedia ao Executivo direcionar recursos novos para redutos eleitorais, além permitir uma série de manobras como o redirecionamento de verbas federais enviadas a Estados e municípios. O projeto faz parte de um pacote revelado pelo Estadão. Para especialistas, a medida cria uma nova espécie de “pedalada”.</p>
<p>O projeto, sancionado nesta sexta-feira, 5, autoriza um conjunto de doações do governo federal para municípios e instituições privadas &#8211; redes de pesca, ambulâncias, tratores, máquinas agrícolas e emendas parlamentares &#8211; no meio da campanha. O texto dribla a lei eleitoral, que proíbe essa prática, ao mexer na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022 e favorece o presidente e parlamentares que apadrinham os recursos.</p>
<p>A mudança foi aprovada sem alarde pelo Congresso no último dia 12, enquanto as atenções estavam voltadas para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “Kamikaze” e para a regulamentação do orçamento secreto. Em abril, o Congresso já havia liberado as doações até julho, com sanção de Bolsonaro. Agora, a nova lei dá aval para as doações no ano inteiro, incluindo o período eleitoral.</p>
<p>A manobra fura o chamado “defeso eleitoral”, que proíbe práticas como pagamento de emendas e inaugurações na época da campanha. “Além da estranheza das flexibilizações, as mudanças adicionam insegurança no processo de execução orçamentária do passado e, ao alterar a lei eleitoral, a menos de 90 dias das eleições, insere o elemento de insegurança jurídica no calendário, podendo ser interpretado como abuso de poder e acarretar desequilíbrio aos concorrentes do pleito. É de se esperar que haja questionamentos judiciais, inclusive na seara eleitoral”, afirmou o diretor executivo do Instituto Nacional de Orçamento Público (Inop), Renatho Melo.</p>
<p>O mesmo projeto autoriza o governo federal a trocar o município e até mesmo o fornecedor de uma obra ou serviço público de uma verba já empenhada, ou seja, com contrato assinado e pagamento liberado, de um ano para outro. Nos bastidores, a razão apontada para a mudança é ceder ao pedido de parlamentares. Um dos dispositivos permite mudanças na localidade de verbas contratadas em 2020, primeiro ano do orçamento secreto (esquema revelado pelo Estadão), incluindo emendas parlamentares. A manobra tende a virar moeda de troca na campanha eleitoral. Um prefeito pode, por exemplo, perder o dinheiro já reservado para sua cidade se um candidato a deputado ou a senador considerar que ele não entregou os votos prometidos. O artifício aumenta o poder do congressista sobre o prefeito.</p>
<p>Mudar as despesas de lugar sem planejamento nem discussão abre margem para uma nova espécie de “pedaladas”, segundo especialistas, em referência a práticas do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que sofreu um processo de impeachment. A diferença é que, no governo Bolsonaro, as manobras são autorizadas por mudanças na lei, na tentativa de afastar o presidente de responder por crime de responsabilidade. “Até o vale-tudo tem regras, que não podem ser alteradas no meio da luta. Em relação às normas orçamentárias, o Congresso está pedalando para frente e para trás”, afirma o economista Gil Castello Branco, secretário-geral da Associação Contas Abertas, um dos primeiros especialistas a alertar sobre a maquiagem das contas no governo Dilma, em 2014.</p>
<p>Após a aprovação do projeto, a Consultoria de Orçamento da Câmara publicou uma nota afirmando que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, alvo da alteração, não poderia mexer em verbas de 2020, por se tratar de um ano diferente e contrariar um princípio básico do orçamento público. “Permitir alteração na localidade de execução do objeto inicialmente pactuado contraria, em tese, princípios previstos na legislação de regência de licitações e contratos administrativos, como os do interesse público, do planejamento, da motivação e da vinculação ao edital, entre outros, o que, em certa medida, pode levar à sua descaracterização”, diz a nota.</p>
<p>Outro item sancionado autoriza o governo a mudar, de um ano para o outro, o fornecedor de uma obra que já teve o recurso empenhado, ou seja, garantido no Orçamento. A Casa Civil, chefiada pelo ministro Ciro Nogueira, patrocinou a aprovação da medida. Assessor direto de Nogueira e responsável pelo Orçamento no Planalto, o secretário especial Bruno Grossi enviou uma mensagem a assessores do Legislativo defendendo a proposta e ficou isolado diante das críticas. As consultorias da Câmara e do Senado classificam a mudança como inconstitucional.</p>
<p>“Cada uma dessas alterações representa perda de qualidade do gasto público, na medida em que abre mão de algum requisito de governança orçamentária. Ganhos de agilidade e flexibilidade dos gastos não justificam abrir mão de requisitos técnicos fundamentais da execução orçamentária”, comenta o economista Dalmo Palmeira, especialista em Gestão Pública Aplicada e um dos assessores de Orçamento mais experientes no Congresso.</p>
<p>Para ele, a “pedalada” autorizada pela lei é uma saída que afasta a punição por crime. “Uma pedalada pura é feita indo além da autorização legislativa. Estamos diante de alguns casos de pedalada legalizada.”Bolsonaro vetou três dispositivos do projeto. Um deles é o que liberava o pagamento de emendas para municípios que não aprovavam o Plano de Mobilidade Urbana, condição necessário para receber recursos federais no setor.</p>
<p><strong>Orçamento secreto</strong><br />
O projeto faz parte de um pacote patrocinado pelo governo Bolsonaro e aprovado pelo Congresso para favorecer gastos de interesse eleitoral dos parlamentares. No último dia 15, o presidente sancionou uma proposta colocando mais uma camada de sigilo sobre os recursos do orçamento secreto. Até agora, não é possível identificar os beneficiados com o esquema do toma lá, dá cá. Apenas o nome do relator-geral do Orçamento aparece associado a esse tipo de emenda. Com o projeto, nem isso. As verbas poderão ser colocadas sob o guarda-chuva do Executivo e atender parlamentares nos bastidores.</p>
<p>A medida é tratada pelo governo como uma forma de “repatriação” dos recursos que estavam nas mãos do Congresso e retornariam para o controle do Executivo. Dessa forma, a União poderia ter saldo suficiente para pagar despesas obrigatórias e de manutenção dos órgãos federais. Para isso, porém, o relator-geral do Orçamento terá que concordar com as alterações. Nesse sentido, técnicos minimizam os efeitos na transparência. Mas essa mudança não impede que o governo atenda parlamentares na hora de gastar.</p>
<p>Os projetos foram aprovadas na mesma semana da PEC “Kamikaze”, que autoriza o governo a gastar R$ 41,25 bilhões com benefícios sociais na véspera da eleição fora do teto de gastos. Com isso, o governo ficará com o caixa livre para os gastos liberados pelo pacote.</p>
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		<title>Marcos do Val mantém na LDO trecho que obriga governo a reservar verba para orçamento secreto</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/marcos-do-val-mantem-na-ldo-trecho-que-obriga-governo-a-reservar-verba-para-orcamento-secreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 11:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manobra provocou polêmica e levou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a suspender a sessão do Congresso para votar a LDO</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ter retirado da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 o artigo que tornava o orçamento secreto impositivo, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) manteve no projeto outro trecho obrigando o governo a prever no Orçamento os recursos para pagar as emendas. A manobra provocou polêmica e levou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a suspender a sessão do Congresso para votar a LDO.</p>
<p>O recuo de do Val ao suprimir o artigo 81-A, que tornava as emendas de relator obrigatórias, ocorreu após o Estadão divulgar entrevista na qual ele admitia ter recebido R$ 50 milhões em emendas do orçamento secreto por ter apoiado a campanha de Rodrigo Pacheco à presidência do Senado, em fevereiro do ano passado.</p>
<p>Ao se pronunciar no plenário na sessão desta segunda-feira, porém, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-SP) chegou a dizer que apagar esse trecho não é suficiente para retirar da LDO a obrigatoriedade das emendas. Tudo porque um outro artigo do projeto, incluído durante a tramitação do texto na Comissão Mista de Orçamento (CMO), determina que o governo faça uma reserva específica para o pagamento das emendas de relator-geral. O artifício abre brecha para a obrigatoriedade do orçamento secreto.</p>
<p>O Estadão/Broadcast apurou que o anúncio do recuo de do Val foi motivado por pressão de Pacheco, que ficou irritado com as declarações do senador. Mas o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), não aceitou a mudança no projeto. Nos bastidores, Lira disse aos líderes dos partidos que havia acordo para incluir na LDO a obrigatoriedade do orçamento secreto. Diante da divergência, a sessão do Congresso para votar a lei expôs o cabo de guerra. Deputados e senadores do Centrão se posicionaram contra as alterações no texto. A sessão deverá ser retomada nesta terça-feira, 12.</p>
<p>Pacheco elogiou do Val, que é o relator da LDO de 2023. “Eu o cumprimento e parabenizo pela escolha, porque, de fato, se a impositividade (do orçamento secreto) pode ser positiva em algum momento, é preciso que haja antes uma assimilação melhor dessas emendas de relator, assim como aconteceu com as emendas individuais e as de bancada”, disse o presidente do Senado. “De fato, este momento era inoportuno para isso”, emendou.</p>
<p>Na entrevista ao Estadão, Do Val afirmou ter recebido R$ 50 milhões em emendas como forma de “gratidão” pelo apoio dado a Pacheco. O intermediário para o pagamento, segundo ele, foi o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), à época coordenador da campanha de Pacheco ao comando do Senado. Após as afirmações, do Val divulgou uma nota dizendo ter sido “mal interpretado”.</p>
<p>A existência do orçamento secreto foi revelada pelo Estadão em uma série de reportagens, no ano passado. É por meio desse mecanismo que o governo do presidente Jair Bolsonaro distribui verbas a aliados, sem transparência, em troca de apoio no Congresso.</p>
<p>Pela primeira vez desde a entrevista de do Val ao Estadão, Pacheco se defendeu das acusações sobre o orçamento secreto e disse que a “conversa” a respeito da distribuição das emendas de relator-geral “sempre foi republicana” .</p>
<p><em>“Eu vejo o senador Marcos do Val como alguém muito correto, decente no trato. Não tenho dúvida de que o trabalho dele relativamente a emendas parlamentares é pelo proveito do povo do Espírito Santo, na aplicação de recursos para os municípios, instituições filantrópicas. Não há dúvida sobre essa correção dele”</em>, disse Pacheco.</p>
<p>A entrevista de do Val provocou mal estar no Congresso porque expôs, com todas as letras, como funciona a divisão do orçamento secreto. Na nota divulgada depois, o senador do Podemos pediu “desculpas pelo eventual mal entendido”.</p>
<p><em>“A conversa sempre foi republicana, sempre foi com uma tratativa isonômica, de muito equilíbrio entre todos os senadores, sejam aqueles que me apoiaram, seja os que não me apoiaram”, insistiu Pacheco. “Todos os senadores podem testemunhar (isso) em relação a mim e à Presidência do Senado.”</em></p>
<p>No plenário, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) disse, nesta segunda-feira, que Pacheco mentiu. “Não bastasse a notícia, tão grave e relevante, Vossa Excelência chama uma coletiva hoje no Senado para informar aos brasileiros que todos os senadores recebem tratamento isonômico quanto à distribuição de emendas RP-9?, disse Vieira, numa referência às emendas de relator. “E eu lamento ter de usar esse espaço para dizer que Vossa Excelência mentiu para os brasileiros. É mentira. Não há tratamento isonômico. O tratamento é por compadrio, favorecimento”, destacou.</p>
<p>O presidente do Senado repetiu, então, que tratava todos da mesma forma e negou ter havido negociação durante sua campanha. No sábado, o Estadão mostrou que os apoiadores de Pacheco na eleição para o comando do Senado, em fevereiro do ano passado, receberam ao menos R$ 2,3 bilhões em emendas do orçamento secreto. O volume de verbas distribuído aos aliados do atual presidente da Casa foi bem maior do que o entregue a três dos 21 parlamentares que votaram naquela ocasião em Simone Tebet (MDB-MS) e receberam R$ 130 milhões.</p>
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		<item>
		<title>70% dos brasileiros acham que existe corrupção no governo Bolsonaro, indica Datafolha</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/70-dos-brasileiros-acham-que-existe-corrupcao-no-governo-bolsonaro-indica-datafolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outros 23% negaram suspeitar de irregularidades na gestão federal, enquanto 7% não souberam responder Em meio às investigações da CPI da Covid, 70% dos brasileiros disseram acreditar que há corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. É o que apontam novos dados da pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste domingo, 11. Outros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Outros 23% negaram suspeitar de irregularidades na gestão federal, enquanto 7% não souberam responder</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Em meio às investigações da CPI da Covid, 70% dos brasileiros disseram acreditar que há corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. É o que apontam novos dados da pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste domingo, 11. Outros 23% negaram suspeitar de irregularidades na gestão federal, enquanto 7% não souberam responder.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Somente em relação ao Ministério da Saúde, 63% dos entrevistados afirmaram acreditar que há corrupção na pasta, ante 25% que descartam a existência de irregularidades nela.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A comissão investigativa conduzida pelo Senado Federal apura suspeitas de irregularidades, cometidas por membros do governo federal, na compra de imunizantes contra a covid-19. Bolsonaro é suspeito de prevaricação no caso da compra da vacina Covaxin.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Para 64% das pessoas entrevistadas pelo instituto, Bolsonaro sabia das infrações administrativas cometidas no ministério; jovens de 16 a 24 anos (72%) e nordestinos (71%) são os que mais acreditam nessa tese. Mas 25% disseram acreditar no desconhecimento presidencial e 11% não opinaram.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O Datafolha entrevistou 2.074 pessoas com mais de 16 anos, de forma presencial, entre os dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Ainda de acordo com a pesquisa, os grupos que mais veem corrupção no governo federal são mulheres (74%), jovens (78%) e moradores da região Nordeste do país (78%), além de pessoas que reprovam o governo (92%).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">No grupo dos empresários ouvidos pelo instituto (2% do total de entrevistados), porém, a tendência se inverte: 50% deles creem que exista corrupção no governo, mas 48% discordam da suspeita. Os outros grupos em que a taxa de confiança do governo é maior são: homens (28%), pessoas com mais de 60 anos (29%), evangélicos (30%) e moradores das regiões Norte e Centro-Oeste (31%).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Dados da pesquisa divulgados ontem mostraram que a maioria dos brasileiros é favorável ao impeachment de Bolsonaro &#8211; 54% dos entrevistados, contra 42% que são contrários à medida. Anteriormente, o Datafolha já havia indicado que a reprovação ao governo é a maior desde o início do mandato. São 51% os que opinaram que a gestão é ruim ou péssima e 24% os que a consideram ser boa ou ótima.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>STF autoriza investigação de Bolsonaro relacionada a vacinas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/stf-autoriza-investigacao-de-bolsonaro-relacionada-a-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autorização foi publicada no website do STF no sábado, um dia depois do pedido da PGR para investigar o presidente A juíza do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, autorizou o início de uma investigação contra o presidente Jair Bolsonaro para apurar se houve prevaricação relacionada à compra de vacinas da Índia. A autorização foi publicada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Autorização foi publicada no website do STF no sábado, um dia depois do pedido da PGR para investigar o presidente</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">A juíza do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, autorizou o início de uma investigação contra o presidente Jair Bolsonaro para apurar se houve prevaricação relacionada à compra de vacinas da Índia.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A autorização foi publicada no website do STF no sábado, um dia depois do pedido da Procuradoria Geral da República para investigar o presidente em meio à resposta errática do governo federal à pandemia.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As negociações para compra da vacina Covaxin, produzida pela Bharat Biotech International Ltd., se transformaram em um escândalo quando um aliado do governo disse que ele tinha avisado pessoalmente Bolsonaro que um contrato firmado pelo Ministério da Saúde para adquirir 20 milhões de doses da vacina por R$ 1,6 bilhão estava cheio de irregularidades.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A ministra Rosa Weber considerou que a suspeita de prática, pelo chefe do Poder Executivo, de crime consistente no possível retardamento indevido de ato de ofício, afasta a imunidade penal temporária do presidente prevista na Constituição Federal, segundo o website. A ministra também autorizou diligências que incluem a solicitação de informações à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Procuradoria da República no Distrito Federal e à CPI da Pandemia.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O gabinete de Bolsonaro recusou-se a comentar após o pedido da Procuradoria na sexta-feira. Desde que estourou o escândalo, o presidente disse que não pode acompanhar tudo o que está acontecendo no governo e que confia em seus ministros. Ele também disse que foi injustamente acusado de corrupção por uma compra de vacina que nunca foi concluída.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Mais de 500.000 pessoas morreram no Brasil por causa da pandemia, o maior número de mortes no mundo depois dos EUA.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 por dose de vacina, diz jornal</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/governo-bolsonaro-pediu-propina-de-us-1-por-dose-de-vacina-diz-jornal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 10:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo foi procurado para negociar com a Davati 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca com uma proposta feita de US$ 3,5 por cada (depois disso passou a US$ 15,5) Em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde, uma distribuidora de vacinas alegou que foi pedido pelo governo federal uma propina de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">O governo foi procurado para negociar com a Davati 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca com uma proposta feita de US$ 3,5 por cada (depois disso passou a US$ 15,5)</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde, uma distribuidora de vacinas alegou que foi pedido pelo governo federal uma propina de US$ 1, cerca de R$ 5, por dose, conforme apuração do jornal Folha de S. Paulo.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Luiz Paulo Dominguetti Pereira, o qual diz ser representante da empresa Davati Medical Supply, contou em entrevista à Folha que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou a propina em um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O diretor mencionado por Luiz Paulo foi escolhido para o cargo pelo líder do governo Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Procurado pelo jornal, Dias não retornou as ligações.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O governo foi procurado para negociar com a Davati 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca com uma proposta feita de US$ 3,5 por cada (depois disso passou a US$ 15,5).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, disse Dominguetti.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A negociação entre a empresa e o diretor de logística da pasta foi intermediada por Cristiano Alberto Hossri Carvalho, que se apresenta como procurador da empresa no Brasil e também aparece nas negociações com o ministério.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Eu falei que nós tínhamos a vacina, que a empresa era uma empresa forte, a Davati. E aí ele falou: ‘Olha, para trabalhar dentro do ministério, tem que compor com o grupo’. E eu falei: ‘Mas como compor com o grupo? Que composição que seria essa?&#8217;”, contou.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Aí ele me disse que não avançava dentro do ministério se a gente não composse com o grupo, que existe um grupo que só trabalhava dentro do ministério, se a gente conseguisse algo a mais tinha que majorar o valor da vacina, que a vacina teria que ter um valor diferente do que a proposta que a gente estava propondo”, afirmou à Folha o representante da empresa.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O representante ainda acrescenta: ?”A eu falei que não tinha como, não fazia, mesmo porque a vacina vinha lá de fora e que eles não faziam, não operavam daquela forma. Ele me disse: ‘Pensa direitinho, se você quiser vender vacina no ministério tem que ser dessa forma”.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Questionado sobre os moldes do negócio, Dominguetti respondeu:”Acrescentar 1 dólar”, disse sobre a ‘forma’ para a negociação ocorrer.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“E, olha, foi uma coisa estranha porque não estava só eu, estavam ele [Dias] e mais dois. Era um militar do Exército e um empresário lá de Brasília”, ressaltou Dominguetti.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Encontro com diretor do Ministério</b></font></div>
<div><font size="3">Dominguetti foi taxativo ao descrever que seu encontro foi exatamente com o diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.</font></div>
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<div><font size="3">“Claro, tenho certeza. Se pegar a telemetria do meu celular, as câmeras do shopping, do restaurante, qualquer coisa, vai ver que eu estava lá com ele e era ele mesmo”, frisou.</font></div>
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<div><font size="3">“Ele [Dias] ainda pegou uma taça de chope e falou: ‘Vamos aos negócios’. Desse jeito. Aí eu olhei aquilo, era surreal, né, o que estava acontecendo.”</font></div>
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<div><font size="3">“Eu estive no ministério, com Élcio [Franco Filho, ex-secretário-executivo do ministério], com o Roberto, ofertando uma oferta legítima de vacinas, não comprou porque não quis. Eles validaram que a vacina estava disponível”, completou.</font></div>
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<div><font size="3">O referido jantar citado por Dominguetti teria ocorrido no dia 25 de fevereiro na véspera de uma agenda oficial com Roberto Dias no Ministério da Saúde. Nesta data, o Brasil já tinha alcançado o triste número de 250 mil mortos pela Covid-19.</font></div>
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<div><font size="3">“Fui levado com a proposta para o ministério e chegando lá, faltando um dia antes de eu vir embora, recebi o contato de que o Roberto Dias tinha interesse em conversar comigo sobre aquisição de vacinas”, disse.</font></div>
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<div><font size="3">“Quando foi umas 17h, 18h [do dia 25], meu telefone tocou. Me surpreendi que a gente ia jantar. Fui surpreendido com a ligação de que iríamos encontrar no Vasto, no shopping. Cheguei lá, foi onde conheci pessoalmente o Roberto Dias”, afirmou.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Pedido de propina</b></font></div>
<div><font size="3">De acordo com Dominguetti, o pedido de propina feito por Roberto Dias foi recusado por ele.</font></div>
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<div><font size="3">“Aí eu falei que não fazia, que não tinha como, que a vacina teria que ser daquela forma mesmo, pelo preço que estava sendo ofertado, que era aquele e que a gente não fazia, que não tinha como. Aí ele falou que era para pensar direitinho e que ia colocar meu nome na agenda do ministério, que naquela noite que eu pensasse e que no outro dia iria me chamar”.</font></div>
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<div><font size="3">Dominguetti continuou então o relato daqueles dois dias. “Aí eu cheguei no ministério para encontrar com ele [Dias], ele me pediu as documentações. Eu disse para ele que teriam que colocar uma proposta de compra do ministério para enviar as documentações, as certificações da vacina, mas que algumas documentações da vacina eu conseguiria adiantar”, afirmou ao jornal.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Negociação</b></font></div>
<div><font size="3">Com as dificuldades para fechar o acordo, Luiz Paulo Dominguetti revelou que Dias alegava a existência de um grupo no Ministério, o qual ele deveria agradar.</font></div>
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<div><font size="3">“Tinha um grupo, que tinha que atender a um grupo, que esse grupo operava dentro do ministério, e que se não agradasse esse grupo a gente não conseguiria vender”, disse Dominguetti sobre fala do diretor de logística da Saúde.</font></div>
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<div><font size="3">Ao ser perguntado sobre que “grupo” seria o citado por Dias, o representante respondeu: “Não sei. Não sei quem que eram os personagens. Quando ele começou com essa conversa, eu já não dei mais seguimento porque eu já sabia que o trem não era bom”.</font></div>
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