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	<title>Conta de luz - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Conta de luz - Em Dia ES</title>
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		<title>325 mil famílias do ES têm direito a isenção na conta de luz e não sabem; veja como conseguir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cadúnico]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifa Social de Energia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de vínculo entre o titular da fatura e o Cadastro Único impede a concessão automática do desconto, que cobre o consumo de até 80 kWh por mês</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 325 mil famílias do Espírito Santo possuem direito à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), mas não utilizam a isenção no consumo mensal de até 80 kWh. O diagnóstico é de um levantamento da EDP, distribuidora que atua no estado, o qual indica que a concessão automática do benefício não ocorre porque o número da instalação elétrica da residência não está vinculado a uma das pessoas da família inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para garantir a isenção, os clientes precisam regularizar essa titularidade e atualizar os dados cadastrais.</p>
<p>Atualmente, o programa já contempla 269 mil famílias capixabas. A aplicação da Tarifa Social é feita de maneira automática, dispensando a necessidade de solicitação por parte do consumidor. O processo ocorre por meio de um cruzamento periódico de dados entre o sistema das distribuidoras de energia e a base do Ministério do Desenvolvimento Social, exigindo apenas que as informações estejam corretas e atualizadas no governo.</p>
<p><strong>Regras de isenção e cobrança excedente</strong><br />
A TSEE garante a isenção total da cobrança da tarifa de consumo até o limite de 80 kWh por mês. A parcela de energia que ultrapassar essa faixa não recebe o desconto, de modo que o cliente paga apenas o valor proporcional ao excedente. A EDP exemplifica que uma família inscrita no programa cujo consumo mensal alcance 100 kWh será cobrada apenas pela tarifa referente à diferença de 20 kWh.</p>
<p>A distribuidora ressalta, no entanto, que outros valores presentes na fatura continuam sendo cobrados normalmente sobre o consumo total da residência. Mantêm-se sem alterações a Contribuição para Iluminação Pública (CIP), um tributo municipal que varia conforme a cidade, os impostos estaduais e federais (como ICMS e PIS/COFINS), encargos adicionais desvinculados da tarifa de consumo e quaisquer serviços extras contratados pelo titular, como taxas avulsas ou parcelamentos.</p>
<p><strong>Orientações para garantir o acesso</strong><br />
Para que as famílias assegurem o recebimento da Tarifa Social, a EDP orienta a verificação de dois pontos centrais. O primeiro é confirmar se a conta de energia elétrica está registrada no nome de um dos integrantes da família cadastrada no CadÚnico. Caso o titular seja outra pessoa, o morador deve entrar em contato com a distribuidora para solicitar a troca de titularidade.</p>
<p>O segundo passo é a manutenção do CadÚnico atualizado. Este procedimento de renovação cadastral deve ser feito obrigatoriamente a cada dois anos, presencialmente, em uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).</p>
<p><strong>Quem tem direito ao benefício</strong><br />
A inclusão na Tarifa Social de Energia Elétrica exige que o consumidor esteja devidamente inscrito no CadÚnico, com os dados atualizados no sistema, e se enquadre em um dos seguintes perfis:</p>
<ul>
<li>Possuir renda familiar mensal de até meio salário-mínimo por pessoa que reside no imóvel;</li>
<li>Famílias compostas por idosos a partir de 65 anos ou por pessoas com necessidades especiais que sejam beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) da assistência social;</li>
<li>Famílias indígenas e quilombolas;</li>
<li>Famílias com renda mensal de até três salários-mínimos que tenham entre os moradores pessoas com doenças ou deficiências (física, motora, auditiva, visual, intelectual ou múltipla) cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico exija o uso contínuo de aparelhos, instrumentos ou equipamentos dependentes de energia elétrica para funcionar.</li>
</ul>
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		<title>Aneel projeta alta de 8% na conta de luz em 2026, mas consumidores do ES podem ter descontos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/aneel-projeta-alta-de-8-na-conta-de-luz-em-2026-mas-consumidores-do-es-podem-ter-descontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 18:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste tarifário]]></category>
		<category><![CDATA[Sudene]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumento nacional é impulsionado por subsídios e privatização da Eletrobras. No estado, EDP ocupa a 11ª posição em ranking de qualidade, e clientes capixabas serão beneficiados por verbas da Sudene</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que a conta de luz dos brasileiros sofrerá um reajuste médio de 8% em 2026, índice que representa quase o dobro da inflação projetada para o ano. A alta é impulsionada pelo custo crescente de subsídios e pelos reflexos da privatização da Eletrobras (atual Axia). Apesar do cenário nacional de encarecimento da tarifa, que preocupa o governo federal em ano eleitoral, os consumidores do Espírito Santo contarão com descontos provenientes de verbas da Sudene, em um momento em que a qualidade do fornecimento de energia no país apresenta melhora estatística, com a redução na duração e na frequência das quedas de luz registradas ao longo de 2025.</p>
<p><strong>Fatores que pressionam a tarifa</strong><br />
O aumento médio de 8% previsto para 2026 fica acima dos reajustes registrados nos anos anteriores: 7% em 2025, 0,5% em 2024 e 6,2% em 2023. Segundo a agência, cerca de metade do índice deste ano é provocado pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), mecanismo que custeará R$ 52 bilhões em 2026. Esses recursos financiam, por exemplo, o incentivo a energias renováveis e a isenção da conta para famílias de baixa renda.</p>
<p>Outro fator de impacto é a privatização da Eletrobras, ocorrida em 2022. A lei estipulou uma redução gradual das cotas de energia vendidas a preços de contratos antigos, que chegará a 0% em 2027. Com isso, a agora chamada Axia vende parte de sua energia a preços de mercado. Soma-se a isso o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, para compensar o baixo volume de chuvas na virada do ano.</p>
<p>Os primeiros reajustes de 2026 já foram aprovados: 23,2% em Roraima, 14,2% para clientes da Enel (RJ) e 6,9% para os da Light (RJ).</p>
<p><strong>Impacto e benefícios no Espírito Santo</strong><br />
Para os capixabas, o impacto dos reajustes deverá ser atenuado. A Aneel confirmou que o governo utilizará recursos da taxa de uso do bem público para aplicar descontos diretos na conta de luz de moradores de estados atendidos pela Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O Espírito Santo integra a área de atuação da Sudene. A expectativa do governo é de que os reajustes fiquem próximos de zero nas regiões Norte e Nordeste devido a esses repasses extras da CDE.</p>
<p>No que tange à prestação do serviço, a EDP, concessionária que atende a maior parte do Espírito Santo, encerrou 2025 na 11ª colocação entre as 33 distribuidoras de grande porte do Brasil (com mais de 400 mil unidades consumidoras), registrando um Desempenho Global de Continuidade (DGC) de 0,70. O ranking foi liderado pela CPFL Santa Cruz (SP), seguida pela Neoenergia Cosern (RN) e Equatorial PA.</p>
<p><strong>Movimentações políticas e bandeiras tarifárias</strong><br />
O custo da energia tornou-se uma das principais preocupações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente ao crescimento do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, justamente onde a tendência é de reajustes maiores.</p>
<p>Inicialmente, segundo informações da Folha de S. Paulo, o Executivo planejava articular um empréstimo de até R$ 7 bilhões junto ao BNDES para as distribuidoras, a fim de diluir o aumento. A proposta, no entanto, foi barrada pelo Ministério da Fazenda devido aos custos de equalização de juros que recairiam sobre o Tesouro Nacional. O Ministério de Minas e Energia (MME) chegou a enviar um ofício à Aneel solicitando o adiamento do processamento dos reajustes para examinar alternativas<strong>. &#8220;O objetivo dessas discussões é examinar alternativas que possam mitigar os impactos dos reajustes tarifários para os consumidores, buscando soluções que preservem o equilíbrio regulatório sem impor ônus excessivo à população&#8221;, d</strong>iz o documento do MME.</p>
<p>Sem o empréstimo, o governo foca agora em revisar as regras das bandeiras tarifárias para evitar o acionamento da bandeira vermelha no meio do ano, o que poderia encarecer as contas em mais R$ 7 bilhões. O bônus de Itaipu, utilizado nos anos anteriores para abater as tarifas, conta com um saldo estimado entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão para 2026, valor considerado insuficiente para cobrir todo o custo extra.</p>
<p><strong>Melhora na qualidade do serviço em 2025</strong><br />
Apesar da pressão tarifária, os dados oficiais de 2025 mostram uma evolução na continuidade do serviço em todo o país. O tempo médio em que o consumidor brasileiro ficou sem energia (indicador DEC) foi de 9,30 horas no ano, uma redução de 9,2% em relação às 10,24 horas registradas em 2024. A frequência das quedas (indicador FEC) também caiu 4,7%, passando de 4,89 para 4,66 interrupções médias por consumidor.</p>
<p>As compensações pagas pelas distribuidoras por descumprimento de limites de qualidade totalizaram R$ 1.001.494.573,83 em 2025, uma queda em relação ao R$ 1,12 bilhão de 2024. O número de ocorrências compensadas também reduziu de 27,2 milhões para 21,6 milhões. Os valores são devolvidos automaticamente aos clientes afetados na fatura mensal.</p>
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		<item>
		<title>Pix vira principal forma de pagamento da conta de luz no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/pix-vira-principal-forma-de-pagamento-da-conta-de-luz-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Modalidade registra crescimento de 9% e passa a representar 43% do total de transações da distribuidora no estado, refletindo a alta adesão nacional ao sistema</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pix consolidou-se, no ano de 2025, como o principal método utilizado para a quitação de contas de energia elétrica entre os clientes da EDP no Espírito Santo. A distribuidora registrou um aumento de 9% no volume de faturas pagas por meio desta ferramenta em comparação ao ano anterior, fazendo com que o sistema de transferências instantâneas passe a responder por 43% do total de transações financeiras realizadas na companhia.</p>
<p>O desempenho observado nos pagamentos da concessionária capixaba acompanha a trajetória de crescimento do Pix no Brasil desde a sua implementação, em 2020. Levantamentos do Banco Central mostram que a ferramenta atingiu 178,9 milhões de usuários em novembro de 2025, dos quais 162,3 milhões são pessoas físicas. O segmento de transferências de pessoas para empresas (P2B), que inclui o pagamento de contas de consumo como a de energia, correspondeu a 44% do volume total de operações no mês de dezembro.</p>
<p><strong>Opções de acesso e pagamento</strong><br />
A EDP oferece diferentes caminhos para que o consumidor realize o pagamento utilizando o Pix. A operação pode ser feita por meio da leitura do QR Code impresso na fatura física ou pela utilização do código &#8220;copia e cola&#8221;, que é enviado nas contas encaminhadas por e-mail.</p>
<p>Outra alternativa é o <strong><a href="https://www.edponline.com.br/para-sua-casa/login">portal EDP Online.</a></strong> O acesso pode ser feito a qualquer momento pelo usuário, que encontra no sistema a opção de pagamento via Pix, com a disponibilização tanto do QR Code quanto do código &#8220;copia e cola&#8221; para a efetivação na instituição financeira de sua escolha.</p>
<p><strong>Orientações de segurança</strong><br />
Com o aumento do uso de transações digitais, a concessionária reforça a necessidade de os clientes adotarem medidas de segurança. A principal recomendação, válida para todas as modalidades de pagamento, é a conferência atenta dos dados do beneficiário antes da conclusão da transação.</p>
<p>A EDP também elenca as seguintes diretrizes para evitar fraudes:</p>
<ul>
<li>Realizar o pagamento da fatura de energia exclusivamente pelos meios oficiais, utilizando o QR Code Pix impresso na conta, o código de barras ou o código &#8220;copia e cola&#8221; indicados pela companhia;</li>
<li>Desconfiar de propostas de descontos para a quitação de faturas que sejam divulgadas em redes sociais ou plataformas de compra e venda, visto que esta não é uma prática comercial adotada pela empresa;</li>
<li>Concentrar as operações apenas nos canais de pagamento da distribuidora, disponíveis no endereço oficial: EDP Brasil – Canais de pagamento.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Produtores rurais devem se recadastrar para manter desconto de 60% na conta de luz</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/produtores-rurais-devem-se-recadastrar-para-manter-desconto-de-60-na-conta-de-luz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[desconto energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[recadastramento rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Irrigantes e aquicultores têm seis meses para atualizar dados no site da distribuidora. Falta de documentação gera perda imediata do benefício e cobrança retroativa</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, realiza a convocação de agricultores irrigantes e aquicultores para um recadastramento obrigatório que assegura a continuidade do desconto de 60% na tarifa de energia elétrica. O procedimento, determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a cada três anos, deve ser concluído no prazo de seis meses a partir da primeira notificação impressa na fatura, sob pena de cancelamento do benefício e aplicação de multas retroativas aos clientes irregulares.</p>
<p>Neste ciclo de atualização, 15.344 clientes de baixa tensão (Grupo B) classificados nessas categorias precisam regularizar a situação. De acordo com os dados fornecidos, 75% desse público já concluiu o processo. A região Norte do Espírito Santo concentra mais de 80% dos clientes elegíveis, com destaque para os municípios de Nova Venécia, São Mateus, Rio Bananal, Linhares, Jaguaré e Aracruz.</p>
<p><strong>Comunicações e prazos</strong><br />
O aviso sobre a necessidade de atualização cadastral consta na própria conta de energia, dentro da seção &#8220;Atenção&#8221;. Paralelamente, a concessionária envia notificações por meio de WhatsApp, SMS e e-mails para os contatos registrados no sistema.</p>
<p>A distribuidora alerta que o envio da documentação é obrigatório mesmo para os clientes que não desejam manter o desconto de 60% no próximo ciclo. A apresentação dos dados regulariza o cadastro referente ao período anterior e evita a aplicação da cobrança retroativa pelo benefício já utilizado. O cliente que não se manifestar ou que enviar documentos incompletos ou inválidos perderá o desconto imediatamente e será notificado na fatura seguinte. A cobrança complementar cessa apenas se a documentação correta for apresentada antes do vencimento do débito.</p>
<p><strong>Documentação exigida</strong><br />
O processo deve ser feito preferencialmente pelo <a href="http://www.edponline.com.br/">site oficial da EDP</a>. O produtor rural precisa anexar dois tipos de comprovantes:</p>
<ul>
<li><strong>Direito de uso da água:</strong> outorga, protocolo de solicitação ou documento de dispensa da outorga emitido pelos órgãos competentes. O documento deve estar dentro do prazo de validade. Caso esteja vencido, a renovação do benefício será negada, mas o arquivo será aceito para análise e isenção do retroativo.</li>
<li><strong>Atividade rural:</strong> bloco de produtor, inscrição estadual de produtor rural, contrato de arrendamento, entre outros equivalentes.</li>
</ul>
<p><strong>Canais de atendimento</strong><br />
Para os clientes que necessitam de suporte ou têm dúvidas sobre o processo de recadastramento, a EDP disponibiliza os seguintes canais de comunicação:</p>
<p>WhatsApp:<strong> (27) 99772-2549</strong><br />
Site: <a href="http://www.edponline.com.br/"><strong>www.edponline.com.br</strong></a><br />
Central de Atendimento: <strong>0800 721 0707</strong></p>
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		<item>
		<title>Conta de luz pode subir até 8% em 2026 devido ao clima seco e aumento de subsídios</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/conta-de-luz-pode-subir-ate-8-em-2026-devido-ao-clima-seco-e-aumento-de-subsidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 18:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[setor elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[subsídios]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos de acionamento de usinas termelétricas e repasses de quase R$ 48 bilhões ao setor elétrico impulsionam reajuste da tarifa, que voltará a ficar acima do índice oficial de inflação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A conta de luz dos brasileiros passará por um novo ciclo de encarecimento em 2026, com projeções de alta que variam entre 5,1% e 7,95%, superando a expectativa de inflação oficial (IPCA) de 3,95% para o período. Segundo informações divulgadas pelo jornal O GLOBO, o aumento, calculado por consultorias e instituições financeiras, é impulsionado pelo nível baixo dos reservatórios das hidrelétricas, que força o acionamento de usinas termelétricas, de operação mais cara, além da elevação de 17,7% nos repasses de subsídios do setor, que custarão R$ 47,8 bilhões aos consumidores neste ano.</p>
<p><strong>O impacto do clima e das bandeiras tarifárias</strong><br />
O comportamento das chuvas será o principal termômetro para a tarifa ao longo de 2026. O cálculo do reajuste engloba os preços das distribuidoras, impostos, encargos e o sistema de bandeiras tarifárias, que aplica taxas extras (nas cores amarela e vermelha) quando fontes de geração mais onerosas são utilizadas. Atualmente, vigora a bandeira verde, isenta de cobranças adicionais, mas a transição climática preocupa o mercado.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Os fatores que atuam para elevar a conta de luz são o custo de acionamento das térmicas, o risco hidrológico pago em contratos com hidrelétricas e o acionamento de bandeiras tarifárias&#8221;,</strong> explica Luiz Augusto Barroso, diretor-presidente da consultoria PSR. Segundo ele, a tarifa residencial pode subir até quatro pontos percentuais acima da inflação (7,95%) em um cenário hidrológico desfavorável somado à forte demanda provocada por altas temperaturas.</p></blockquote>
<p>De acordo com o economista-chefe do Banco BMG, Flávio Serrano, que projeta um aumento de 5,1%, a possibilidade de transição do fenômeno La Niña para o El Niño aumenta a imprevisibilidade. O El Niño tradicionalmente aquece o Oceano Pacífico e provoca secas nas regiões Norte e Nordeste. Serrano alerta para o pior cenário: <strong>&#8220;A nossa projeção leva em consideração a hipótese de bandeira amarela em dezembro, mas se fecharmos em bandeira vermelha 2, a energia fecharia o ano com alta de cerca de 12%&#8221;.</strong></p>
<p>Apesar do alerta futuro, a última reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) apontou que as chuvas no início do ano ficaram acima da média, elevando os reservatórios no Norte, Sudeste e Centro-Oeste. O Ministério de Minas e Energia informou que o volume no Sistema Interligado Nacional (SIN) é satisfatório, com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) monitorando as bacias para recuperar o armazenamento.</p>
<p><strong>A escalada dos subsídios</strong><br />
Outro fator determinante para o reajuste é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que concentra os subsídios do setor. Em 2026, a previsão é de que os consumidores banquem R$ 47,8 bilhões para custear descontos tarifários direcionados a famílias de baixa renda, áreas rurais e atividades de irrigação e aquicultura.</p>
<p>A pressão na tarifa não é um fenômeno recente. Um levantamento da Associação dos Comercializadores de Energia (Abraceel) indica que, nos últimos 15 anos, a conta de luz subiu 177%, enquanto a inflação do período foi de 122%.</p>
<p>Apenas no ano passado, a energia elétrica residencial avançou 12,31% (segundo o IBGE), tornando-se o item de maior impacto individual no IPCA, que fechou em 4,26%. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o custo do megawatt-hora alcançou R$ 786,76, o maior desde 2011. Esse valor só não foi mais elevado devido a um repasse de R$ 2,2 bilhões em descontos oriundos de um bônus da Usina de Itaipu.</p>
<p><strong>Excesso de energia e cortes na geração</strong><br />
Ironicamente, o Brasil enfrenta esse encarecimento em um cenário de excesso de capacidade produtiva. A oferta de energia é superior à demanda, o que obriga o ONS a realizar cortes na produção de fontes renováveis (eólica e solar) para evitar sobrecargas e possíveis apagões no sistema.</p>
<p>Dados da consultoria Volt Robotics revelam que, no ano passado, o sistema elétrico descartou aproximadamente 20% da energia solar e eólica que poderia ter sido injetada na rede. Essa interrupção gerou perdas financeiras estimadas em R$ 6,5 bilhões para as empresas geradoras.</p>
<p><strong>Alternativas para mitigação</strong><br />
Para frear o impacto no bolso do consumidor, o governo estuda alternativas. Além de variáveis de mercado, como o aumento das chuvas e da produção renovável, a principal ferramenta estatal reside na gestão de concessões.</p>
<p>Barroso, da PSR, aponta o caminho em avaliação:<strong> &#8220;O governo também possui uma ferramenta importante que pode ajudar a atenuar esses aumentos, que é a arrecadação oriunda da renovação antecipada das concessões de geração que expiram nos próximos anos. Esta receita, caso obtida, reduziria a CDE e, portanto, as tarifas&#8221;.</strong></p>
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		<title>Bandeira verde: Conta de luz continua sem cobrança adicional em fevereiro, confirma Aneel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira tarifária]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira verde]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[reservatórios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão da agência reguladora reflete recuperação dos reservatórios após chuvas na segunda quinzena de janeiro. Confira como funciona o sistema de cores</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, nesta sexta-feira (30), que a bandeira tarifária para o mês de fevereiro permanecerá verde. A decisão garante que não haverá cobrança de custos adicionais na fatura de energia elétrica dos consumidores no próximo mês, mantendo o cenário de isenção de taxas extras já aplicado em janeiro.</p>
<p>Segundo a agência reguladora, a manutenção da bandeira verde foi possível devido à melhora no cenário hidrológico. O volume de chuvas registrado na segunda metade de janeiro contribuiu para a recuperação dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, especialmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.</p>
<blockquote><p><strong>“De um modo geral, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena desse mês, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras”,</strong> informou a Aneel em comunicado.</p></blockquote>
<p>Em dezembro, a bandeira havia sido alterada de amarela para verde para o mês de janeiro, também em virtude do volume de precipitações. A previsão para a bandeira de março será divulgada pela agência no dia 27 de fevereiro.</p>
<p><strong>Funcionamento do sistema</strong><br />
O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel em 2015, tem como objetivo sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica no Brasil. As cores (verde, amarela e vermelha) indicam se a energia custa mais ou menos para ser gerada pelo Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>Mensalmente, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia as condições de operação e define a estratégia mais adequada para atender à demanda do país. Quando as chuvas são escassas e os reservatórios das hidrelétricas baixam, é necessário acionar as usinas termelétricas, que possuem um custo de operação mais elevado. Esse custo extra é repassado ao consumidor por meio das bandeiras amarela ou vermelha.</p>
<p>Quando a bandeira é verde, como ocorrerá em fevereiro, significa que as condições de geração são favoráveis e não há acréscimo na conta.</p>
<p><strong>Custos das bandeiras taifárias</strong><br />
Os valores das bandeiras são definidos anualmente pela Aneel, geralmente em abril. Nas configurações atuais, quando há cobrança extra, os custos são aplicados a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos ou por megawatt-hora (MWh).</p>
<p><strong>Confira os valores vigentes para cada categoria:</strong></p>
<ul>
<li>Bandeira Verde: Condições favoráveis de geração. Não há cobrança extra.</li>
<li>Bandeira Amarela: Condições menos favoráveis. Acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos (ou R$ 18,85 por MWh).</li>
<li>Bandeira Vermelha (Patamar 1): Condições desfavoráveis. Acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos (ou R$ 44,63 por MWh).</li>
<li>Bandeira Vermelha (Patamar 2): Condições muito desfavoráveis. Acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos (ou R$ 78,77 por MWh).</li>
</ul>
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		<title>Conta de luz e transportes seguram prévia da inflação, que desacelera 0,20% em janeiro</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/conta-de-luz-e-transportes-seguram-previa-da-inflacao-que-desacelera-020-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 16:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança para bandeira tarifária verde e recuo nos transportes compensaram a alta nos preços dos alimentos. Índice acumulado em 12 meses atinge o teto da meta oficial do governo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), iniciou o ano de 2026 com uma leve desaceleração. O índice de janeiro ficou em 0,20%, resultado inferior aos 0,25% registrados em dezembro passado. A taxa divulgada na manhã desta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi contida, majoritariamente, pelo barateamento da energia elétrica e das passagens aéreas.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, o indicador acende um alerta em relação à meta fiscal. Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,50%, atingindo exatamente o limite máximo da meta de inflação estabelecida pelo governo (que persegue um centro de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos). Em dezembro, o acumulado era de 4,41%.</p>
<p><strong>Energia e Transportes puxam índice para baixo</strong><br />
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, apenas dois apresentaram deflação (queda de preços) na passagem de dezembro para janeiro, sendo fundamentais para o resultado final: Habitação (-0,26%) e Transportes (-0,13%).</p>
<p>No grupo Habitação, o grande responsável pelo alívio no bolso do consumidor foi a energia elétrica residencial, que recuou 2,91%. Sozinho, esse item gerou o maior impacto negativo no índice geral (-0,12 ponto percentual). A queda deve-se à mudança na bandeira tarifária: em dezembro, vigorava a bandeira amarela (cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh); em janeiro, entrou em vigor a bandeira verde, sem custos adicionais.</p>
<p>Já no setor de Transportes, a queda foi influenciada principalmente pela passagem aérea, que ficou 8,92% mais barata. O transporte público também contribuiu:</p>
<ul>
<li><strong>Ônibus urbano:</strong> Queda média de 2,79%. O resultado foi impactado significativamente por Belo Horizonte, onde a implementação de tarifa zero aos domingos e feriados derrubou os preços em 18,26%.</li>
<li><strong>Integração e gratuidades:</strong> Cidades como São Paulo, Brasília e Curitiba registraram reduções devido a integrações tarifárias ou gratuidades em dias específicos.</li>
</ul>
<p>Na contramão do setor, os combustíveis subiram 1,25%. O etanol encareceu 3,59% e a gasolina subiu 1,01%, tendo esta última o maior impacto individual de alta no IPCA-15 (0,05 p.p.). Contudo, a expectativa é de recuo para o próximo mês, visto que a Petrobras anunciou uma redução de 5,2% no preço da gasolina para as distribuidoras a partir desta terça-feira.</p>
<p><strong>Alimentos voltam a subir</strong><br />
O grupo de maior peso no orçamento das famílias, Alimentação e bebidas, acelerou de 0,13% em dezembro para 0,31% em janeiro. A alimentação no domicílio, que vinha de sete meses consecutivos de queda, voltou a subir (0,21%).</p>
<p><strong>Os vilões da cesta de compras foram os produtos in natura, afetados por questões climáticas e de safra:</strong></p>
<ul>
<li>Tomate: +16,28%</li>
<li>Batata-inglesa: +12,74%</li>
<li>Frutas: +1,65%</li>
<li>Carnes: +1,32%</li>
</ul>
<p>Por outro lado, itens básicos da mesa do brasileiro ajudaram a segurar a alta, com destaque para a queda no leite longa vida (-7,93%), arroz (-2,02%) e café moído (-1,22%). Comer fora de casa também ficou mais caro: a alimentação fora do domicílio subiu 0,56%, impulsionada pelo lanche (0,77%) e pela refeição (0,44%).</p>
<p><strong>Saúde lidera as altas</strong><br />
Entre as altas setoriais, o grupo Saúde e cuidados pessoais registrou a maior variação do mês (0,81%). O resultado foi pressionado pelos artigos de higiene pessoal, que subiram 1,38%, e pelos planos de saúde, com variação de 0,49%.</p>
<p>O grupo de Comunicação teve a segunda maior alta (0,73%), influenciado pelo aumento de 2,57% nos aparelhos telefônicos.</p>
<p><strong>Diferença para o índice oficial</strong><br />
É importante ressaltar para o leitor capixaba que o IPCA-15 atua como uma prévia e sua coleta de preços ocorre em 11 regiões metropolitanas, não incluindo Vitória. A capital do Espírito Santo é pesquisada apenas no cálculo do IPCA cheio (a inflação oficial), que abrange 16 localidades.</p>
<p>O IPCA-15 utiliza a mesma metodologia do índice oficial, diferenciando-se pelo período de coleta (neste caso, de 13 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026). O resultado completo da inflação de janeiro, incluindo os dados específicos da Grande Vitória, será divulgado no dia 10 de fevereiro.</p>
<p><strong>Cenário regional</strong><br />
Na análise regional da prévia, a maior inflação foi registrada em Recife (0,64%), pressionada pela gasolina e itens de higiene. Já o menor resultado ficou com São Paulo (-0,04%), único local a apresentar deflação geral, graças às quedas no leite e na energia elétrica.</p>
<p><strong>Destaques do IPCA-15 em Janeiro</strong></p>
<ul>
<li>Índice Geral: 0,20%</li>
<li>Acumulado 12 meses: 4,50%</li>
<li>Maior Queda: Habitação (-0,26%) e Transportes (-0,13%)</li>
<li>Maior Alta: Saúde e cuidados pessoais (0,81%)</li>
<li>Item que mais subiu: Tomate (16,28%)</li>
<li>Item que mais caiu: Passagem aérea (-8,92%)</li>
</ul>
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		<title>Conta de luz fica mais barata em janeiro com bandeira verde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/conta-de-luz-fica-mais-barata-em-janeiro-com-bandeira-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 10:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira verde]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano começará com a bandeira tarifária verde</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira (23) que o ano de 2026 começará sem custo extra na conta de energia para a população. Em janeiro, será aplicada a bandeira tarifária verde.</p>
<p>A agência reguladora destacou que apesar de o período chuvoso ter iniciado com chuvas abaixo da média histórica, em novembro e dezembro houve no país, de um modo geral, a manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Em janeiro de 2026 não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor&#8221;</strong>, explicou a Aneel.</p>
</blockquote>
<p>Neste mês de dezembro já houve a redução na bandeira tarifária vermelha no patamar 1 para amarela. A medida reduziu em R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos e passou a R$ 1,885.</p>
<p>De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a adoção da bandeira verde reflete um cenário de segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas. Essas unidades, além de apresentarem custo de geração mais elevado, utilizam combustíveis fósseis e contribuem para a emissão de gases de efeito estufa.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Apesar da crescente participação de fontes renováveis como solar e eólica na matriz energética brasileira, a geração hidrelétrica segue como base do sistema elétrico nacional. A capacidade de produção das usinas depende diretamente do volume de chuvas que incide sobre as principais bacias hidrográficas, fator que tem se mostrado&#8221;</strong>, lembra a pasta.</p>
</blockquote>
<p><strong>Custos extras</strong><br />
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.</p>
<p>Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.</p>
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		<item>
		<title>Até o dia 30, capixabas podem negociar conta de luz atrasada sem juros em até 60 vezes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/ate-o-dia-30-capixabas-podem-negociar-conta-de-luz-atrasada-sem-juros-em-ate-60-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[contas em atraso]]></category>
		<category><![CDATA[economia doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[negociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifa Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha oferece condições especiais para quitar débitos, incluindo opções no cartão de crédito e facilidades para a Tarifa Social. Atendimento é online e presencial</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP reforça que a campanha de negociação de débitos &#8220;Luz Verde para Resolver&#8221; entra em seus últimos dias. A ação segue até o dia 30 de dezembro e oferece condições diferenciadas para clientes com contas de energia em atraso.</p>
<p>Durante o período da campanha é possível quitar os débitos em até 12 parcelas, com isenção de juros e correções, ou para quem preferir, o parcelamento poderá ser feito em até 21 vezes via cartão de crédito, com taxas reduzidas. Aqueles clientes que já possuem débitos de negociações anteriores também encontrarão flexibilidade para o acerto e renegociação de suas contas.</p>
<p>As famílias inclusas no programa Tarifa Social de Energia Elétrica, do Governo Federal, que concede desconto na fatura de energia elétrica, poderão parcelar seus débitos em até 60 vezes, com entrada facilitada, isenção da taxa de negociação e correções.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O objetivo da campanha de negociação da EDP é contribuir para o planejamento das famílias, oferecendo condições especiais e diferenciadas no acordo de contas de energia em atraso. Por isso, é um momento que deve ser aproveitado, uma forma de finalizar o ano com a saúde financeira em dia&#8221;,</strong> afirma Vanessa Bonfim, diretora EDP.</p></blockquote>
<p><strong>Canais de atendimento e documentos necessários</strong><br />
As negociações poderão ser realizadas de forma prática e segura no <strong><a href="http://url8182.massinteligencia.com.br/ls/click?upn=u001.KhSe-2BDiyrELz2ERtCcMt198Kuxg0Gkw1IF9SN-2Bs5XHQUb-2B5ZztHnYZRix2rtEsl6hL_f_si13ekERbQ8XXo9B9366iBTLMO1VxX2ZGfQ4ZEX4jGOu4UgqsvJtgjeNPO0q2XMGa-2BbPJoYRls6EM0Hf-2FqAvQ-2B57DuvbyeWu5w2Zvt63VkIsGJ9r7Ob7abDAecW92qXgf1jsWdTwBKv2QtHDleB4c0zVK6A7a80ihMvVdeGVPYrj0z-2FMOQE8dTr4FHRCzjooeib2RqI6lrzr24GKMgL5OinCKa97P4-2Bgco36I62j6XU-3D">site da EDP.</a></strong> O cliente também poderá fazer o contato por telefone, no <strong>0800 721 0707</strong> e obter as informações sobre a campanha de negociação. A empresa mantém, ainda, um contato via Whatsapp, por meio do número <strong>(27) 99772-2549</strong>, para a consulta de débitos e solicitação de código de barras para pagamento.</p>
<p>No caso de acordos presenciais em uma das agências de atendimento da EDP, é necessário que o cliente e titular da conta de luz esteja com um documento com foto (RG ou CNH), CPF, comprovante de endereço e uma fatura com o número da Instalação. Já para realizar o parcelamento em nome de terceiros, é necessário possuir uma procuração legal.</p>
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		<title>Conta de luz fica mais barata em dezembro com mudança para bandeira amarela</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/conta-de-luz-fica-mais-barata-em-dezembro-com-mudanca-para-bandeira-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira amarela]]></category>
		<category><![CDATA[bandeiras tarifárias]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[setor elétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cobrança extra cai para R$ 1,88 a cada 100 kWh. Início do período chuvoso permitiu a mudança no patamar tarifário, embora previsão de chuvas permaneça abaixo da média histórica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou, nesta sexta-feira (28/11), a alteração da bandeira tarifária de vermelha patamar 1 para amarela no mês de dezembro. Com a decisão, motivada pela melhora nas condições de geração de energia no início do período chuvoso, os consumidores deixarão de pagar a taxa extra de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos, passando para o valor de R$ 1,885 a cada 100 kWh.</p>
<p><strong>Cenário hídrico e geração de energia</strong><br />
A mudança de bandeira ocorre em função do início do período úmido no país. Segundo a ANEEL, a previsão de chuvas para dezembro é superior aos volumes registrados em novembro na maior parte do território nacional. Essa condição proporcionou um cenário de geração de energia mais favorável, permitindo o recuo da tarifa para a bandeira amarela.</p>
<p>No entanto, a agência ressalta que a expectativa de precipitação ainda se encontra, de modo geral, abaixo da média histórica para esta época do ano. Devido a isso, o acionamento das usinas termelétricas continua sendo necessário para suprir a demanda nacional. A ANEEL também aponta limitações na geração solar, descrita como intermitente por não fornecer energia de forma contínua, especificamente durante o período noturno e nos horários de pico de consumo.</p>
<p>A reguladora reforça a necessidade do uso responsável da energia elétrica por parte da população para evitar desperdícios e colaborar com a sustentabilidade do setor.</p>
<p><strong>Como funcionam as bandeiras tarifárias</strong><br />
O Sistema de Bandeiras Tarifárias foi implementado em 2015 com o objetivo de dar transparência ao custo real da geração de energia elétrica. O mecanismo reflete custos variáveis, influenciados pela disponibilidade de recursos hídricos, pelo avanço de fontes renováveis e pela necessidade de acionamento de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.</p>
<p>Antes da criação deste sistema, as variações nos custos de geração eram repassadas aos consumidores apenas no reajuste tarifário anual, podendo ocorrer até um ano após o custo ter sido efetivado. Com as bandeiras, a sinalização é mensal, permitindo que o consumidor adapte seu consumo conforme a cor da bandeira vigente.</p>
<p>O sistema aplica-se a todos os consumidores cativos das distribuidoras, com exceção daqueles situados em sistemas isolados.</p>
<p><strong>Valores e categorias</strong><br />
As cores das bandeiras indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. Confira os valores atuais para cada modalidade:</p>
<ul>
<li><strong>Bandeira Verde:</strong> Condições favoráveis de geração. A tarifa não sofre acréscimo.</li>
<li><strong>Bandeira Amarela (Vigente em Dezembro):</strong> Condições de geração menos favoráveis. Acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido (ou R$ 1,885 a cada 100 kWh).</li>
<li><strong>Bandeira Vermelha &#8211; Patamar 1:</strong> Condições mais custosas de geração. Acréscimo de R$ 0,04463 para cada kWh consumido (ou R$ 4,463 a cada 100 kWh).</li>
<li><strong>Bandeira Vermelha &#8211; Patamar 2:</strong> Condições ainda mais custosas. Acréscimo de R$ 0,07877 para cada kWh consumido (ou R$ 7,877 a cada 100 kWh).</li>
</ul>
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